sábado, março 21, 2026

Política & Agro

AgroNewsPolítica & Agro

geadas obrigam replantio no interior gaúcho



O cultivo do tabaco avança em diferentes ritmos




Foto: Pixabay

O cultivo do tabaco avança em diferentes ritmos nas regiões administrativas da Emater/RS-Ascar, conforme boletim conjuntural divulgado nesta quinta-feira (7).

Em Frederico Westphalen, as condições climáticas permitiram o desenvolvimento das mudas, favorecendo o andamento das atividades no campo. Agricultores realizaram o transplante das plantas, bem como a adubação e a aplicação de fungicidas e inseticidas.

Na região de Santa Rosa, os trabalhos também evoluíram. Parte dos produtores aproveitou áreas menos sujeitas à formação de geadas para preparar o solo. Outros já concluíram o transplantio das mudas cultivadas no sistema floating para o campo definitivo.

Já nas regiões de Pelotas e Santa Maria, o clima adverso comprometeu o desenvolvimento das lavouras. Embora grande parte das áreas planejadas tenha sido implantada, as plantações estabelecidas antes das geadas precisaram ser replantadas. A necessidade de novas mudas aumentou a demanda, resultando em escassez de material disponível para transplante. Alguns agricultores ainda mantêm atividades de semeadura e manejo das sementeiras pelo sistema floating.

Em Soledade, a comercialização da safra anterior está próxima do encerramento e os preços alcançados são considerados positivos. O preparo do solo para o novo ciclo foi concluído em áreas de baixa altitude e está adiantado em regiões mais elevadas. O plantio das mudas em campo aberto já começou, com alguns municípios atingindo 70% da área prevista. No entanto, as temperaturas mais baixas reduziram o ritmo de crescimento das plantas.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Boa radiação solar acelera maturação de morangos


O Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (7), apontou que as condições climáticas recentes influenciaram de forma distinta a produção de morangos nas regiões produtoras do Rio Grande do Sul.

Na região administrativa de Caxias do Sul, temperaturas amenas e boa radiação solar favoreceram o desenvolvimento da cultura, acelerando a maturação dos frutos. Entretanto, a incidência de oídio em diversas lavouras tem causado perdas, especialmente em flores e frutos jovens, situação considerada incomum por não afetar significativamente as folhas. Produtores intensificaram medidas de controle e ajustaram a adubação para reduzir o vigor vegetativo e estimular a floração. Apesar de uma leve melhora na florada e no desenvolvimento dos frutos, a oferta permanece insuficiente para atender à demanda local. Os preços variam entre R$ 30,00 e R$ 50,00 por quilo nas vendas para Ceasas, intermediários e mercados, e entre R$ 40,00 e R$ 60,00 por quilo na venda direta ao consumidor.

Em Lajeado, na localidade de Feliz, a produção está em início. Nos cultivos em bancadas, a colheita ainda é reduzida, enquanto nos plantios em solo há boa formação de frutos e intensa floração. O clima, com dias ensolarados e temperaturas baixas, tem beneficiado a produção. Os preços variam entre R$ 30,00 e R$ 40,00 por quilo, podendo chegar a R$ 55,00/kg devido ao aumento da procura impulsionado pela tendência do chamado “morango do amor”.

Na região de Pelotas, a continuidade do clima frio e úmido tem prejudicado a cultura, reduzindo o tamanho e a quantidade de frutos, além de favorecer o surgimento de doenças. A produção está limitada, e os preços variam entre R$ 30,00 e R$ 40,00 por quilo.

Em Santa Rosa, embora as plantas apresentem boa floração, a polinização tem sido deficiente, resultando em frutos deformados. Há forte presença de doenças, como flor-preta e antracnose, e registro de oídio em algumas variedades, de difícil controle mesmo com o uso de fungicidas e outras medidas. Frutos menores têm sido vendidos a R$ 20,00/kg, enquanto os maiores e padronizados chegam a R$ 55,00/kg. A demanda também aumentou na região em razão da popularidade do “morango do amor”.

Já na região de Soledade, a cultura está em desenvolvimento de mudas e produção. O clima favoreceu os cultivos, com maior incidência de sol, o que acelerou a maturação dos frutos e o crescimento das plantas. As condições fitossanitárias são consideradas adequadas, e a oferta e demanda estão equilibradas.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Dia dos Pais fortalece demanda por carne bovina no mercado interno


De acordo com análise divulgada nesta sexta-feira (8) pelo informativo Tem Boi na Linha, da Scot Consultoria, o preço da arroba da novilha gorda em São Paulo registrou nova alta, encerrando a primeira semana de agosto com valorização consecutiva.

“O movimento de alta tem sido sustentado pela oferta enxuta de bovinos”, informou a consultoria. No acumulado da semana, a arroba da novilha subiu R$ 10,00, enquanto as demais categorias permaneceram estáveis na comparação diária.

A exportação de carne bovina mantém desempenho positivo, com recordes mensais, levando frigoríficos a priorizar bovinos precoces, especialmente os habilitados para atender o mercado chinês. No mercado interno, o início do mês e a proximidade do Dia dos Pais impulsionaram a saída da carne no atacado, fortalecendo a demanda.

Na Bolsa de Mercadorias & Futuros (B3), os contratos futuros também refletiram o cenário de firmeza, com ajustes positivos no fechamento do pregão de 7 para 6 de agosto nos vencimentos do segundo semestre.

Bahia

No estado, o boi gordo também apresentou alta na semana. Na região Sul, a arroba subiu R$ 2,00 e, na região Oeste, R$ 3,00. No acumulado de agosto, a valorização chega a 4,3% no Sul e 2,3% no Oeste. As demais categorias permaneceram com preços estáveis.

Rio de Janeiro

As cotações subiram para todas as categorias nesta sexta-feira (8). O boi gordo avançou R$ 2,00, a novilha R$ 3,00 e a vaca R$ 5,00.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Exportações de carne de peru caem no primeiro semestre de 2025


Segundo o Boletim de Conjuntura Agropecuária divulgado nesta quinta-feira (7) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), as exportações brasileiras de carne de peru recuaram no primeiro semestre de 2025.

Dados do Agrostat Brasil indicam que o país embarcou 24 mil toneladas do produto, gerando receita de US$ 59,538 milhões. O resultado representa retração de 18,8% no volume e de 20% na receita cambial em relação ao mesmo período de 2024, quando foram exportadas 29.571 toneladas, totalizando US$ 74,377 milhões.

Os estados da região Sul seguem como principais produtores e exportadores. Santa Catarina liderou com US$ 22,628 milhões e 9.239 toneladas, seguido pelo Rio Grande do Sul, com US$ 19,764 milhões e 8.296 toneladas, e pelo Paraná, com US$ 16,603 milhões e 6.233 toneladas. Em relação ao volume exportado, o Paraná registrou queda de 0,6%, o Rio Grande do Sul recuou 18% e Santa Catarina apresentou a maior baixa, de 29,8%.

Em termos de receita cambial, o Paraná teve alta de 4%, enquanto o Rio Grande do Sul e Santa Catarina registraram reduções de 22,3% e 15,2%, respectivamente. “Apesar da retração geral, o Paraná apresentou desempenho positivo na receita”, destacou o boletim.

A carne de peru “in natura” respondeu por 94,5% das exportações no período, somando 22.672 toneladas e US$ 54,992 milhões. O preço médio foi de US$ 2.425,54 por tonelada, 0,9% inferior ao valor registrado no mesmo período de 2024, de US$ 2.447,96.

Os principais mercados compradores foram Chile, África do Sul, México, Países Baixos e Guiné Equatorial. No comparativo anual, houve queda no volume embarcado para México (-61%), África do Sul (-49,6%), Chile (-27,4%) e Países Baixos (-30%). Apenas a Guiné Equatorial registrou aumento, de 53,9%.

Na receita cambial, também houve retração para Chile (-18,5%), África do Sul (-53,3%), México (-69,2%) e Países Baixos (-22,8%). A Guiné Equatorial se destacou com alta de 66,5% na receita, mesmo com redução no volume importado, o que pode indicar aumento no preço pago por tonelada.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Poda e adubação de inverno seguem nos vinhedos



Caxias do Sul realiza manejo e controle de pragas da uva




Foto: Arquivo Agrolink

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (7) pela Emater/RS-Ascar, a região administrativa de Caxias do Sul concluiu a poda seca de inverno nos parreirais e realizou tratamentos para o controle da cochonilha-do-tronco. Também segue em andamento a adubação de inverno. Nas áreas com plantas de cobertura de solo, foi feito o acamamento após a aplicação dos insumos.

Na região de Frederico Westphalen, a brotação já começou em variedades como Vênus, Bordô, Niágara Rosada, Niágara Branca, Seyve Villard e Carmem. Segundo o boletim, a poda e a aplicação de cianamida hidrogenada foram iniciadas para promover a quebra da dormência, uma vez que a demanda mínima de horas de frio foi atingida.

Também estão em andamento as aplicações de nitrogênio e fósforo para estimular o desenvolvimento das brotações.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Semente de alto potencial precisa de tecnologia



“Pequenas modificações na taxa de aplicação por hectare fazem a diferença”



"Pequenas modificações na taxa de aplicação por hectare fazem a diferença"
“Pequenas modificações na taxa de aplicação por hectare fazem a diferença” – Foto: Canva

A produtividade de uma lavoura começa na semente, mas depende de muito mais do que genética. Fatores ambientais como solo, clima e o manejo fitossanitário também são decisivos para o desempenho das culturas. Pensando nisso, a Conceito Agrícola, empresa do Grupo Conceito, desenvolveu a Solução Escudo, um serviço completo de inteligência em tecnologia de aplicação para auxiliar o produtor durante toda a safra.

“Com o diagnóstico técnico e a avaliação de todos esses dados e fatores, conseguimos fazer recomendações personalizadas para cada produtor e realizar ajustes em tempo real. Pequenas modificações na taxa de aplicação por hectare, no posicionamento da barra do pulverizador ou até mesmo pensando nas condições do vento fazem grande diferença nos resultados. Para atingir a principal área da planta, que é o terço inferior, precisamos de gotas menores, principalmente em culturas anuais, como a soja, milho, feijão e sorgo”, afirma Thiago Clemente, especialista em Tecnologia de Aplicação da Conceito Agrícola.

A Solução Escudo também inclui a desinfecção de pulverizadores com escovas rotativas e produtos alcalinos, evitando contaminações cruzadas. Um estudo do Instituto Goiano do Algodão (IGA) mostrou ganho de até 1,15 sacos de soja por hectare com a tecnologia, que ainda contribui para reduzir a tensão superficial da calda, minimizar deriva e espuma e otimizar a emulsificação das misturas no tanque.

Produtores como Lucas Vicente Menegatti, de Rio Verde (GO), relatam economia de insumos e maior rendimento operacional. Com a equipe especializada da Conceito Agrícola, a segurança também é reforçada, e ao final de cada safra é gerado um relatório estratégico com foco em sustentabilidade ambiental e financeira.

 





Source link

AgroNewsPolítica & AgroSafra

Zucco: falta 1 assinatura para protocolar pedido de impeachment de Moraes


O líder da oposição na Câmara, deputado Luciano Zucco (PL-RS), afirmou nesta quarta-feira (6) que falta apenas uma assinatura para protocolar no Senado o pedido de impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.

Segundo Zucco, a 40ª assinatura foi do senador Mecias de Jesus (Republicanos-RR), que estava indefinido. Para que o pedido seja apresentado, são necessárias 41 assinaturas.

Leia a notícia na íntegra no site da CNN

Já segue nosso Canal oficial no WhatsApp? Clique Aqui para receber em primeira mão as principais notícias do agronegócio





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Exportação de carne bovina do Brasil bate recorde em julho



A receita também atingiu máxima histórica


Foto: Pixbay

As exportações brasileiras de carne bovina atingiram recorde em julho. Pesquisadores do Cepea reforçam que essa informação foi confirmada pela Secex nessa quarta-feira, 6, dia em que entrou em vigor a nova tarifa dos Estados Unidos para a importação de carne bovina brasileira, de 50%. Em julho, foram exportadas 310,2 mil toneladas, 15,3% a mais que em junho e 4% acima do então recorde alcançado em outubro/24, de 298,24 mil toneladas (in natura e processada).

A receita também atingiu máxima histórica, na marca de R$ 9,2 bilhões. Para os EUA, o volume exportado foi praticamente o mesmo de junho, 18.235 toneladas – aumento mensal de 2 toneladas –, mas sua participação no total das vendas brasileiras baixou de 6,8% em junho para 5,9% em julho. Já a China aumentou sua participação de 50% para 51,1% do total, elevando em 14,8% (ou 23.952 toneladas) o volume de um mês para outro.

Pesquisadores do Cepea indicam que vários outros destinos também ampliaram suas compras. Segundo pesquisadores do Cepea, os resultados de julho mostram que, em resposta à imposição da tarifa norte-americana, as indústrias exportadoras nacionais se movimentaram e obtiveram êxito em seus esforços para intensificar as vendas a outros destinos, além do que algumas devem realocar a relação comercial com os EUA para unidades que detêm em outros países não impactados por tamanha tarifa.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Trigo em recuperação, soja em queda e milho pressionado


Os mercados agrícolas internacionais começaram esta quarta-feira (07/08) com movimentos mistos entre trigo, soja e milho. Segundo análise da TF Agroeconômica, o trigo mostra sinais de recuperação nas posições de curto prazo, enquanto a soja recua com pressão técnica e o milho sofre com as expectativas de uma safra melhor nos Estados Unidos.

O trigo na bolsa de Chicago (CBOT) abriu com alta nos contratos de setembro/25 (US$ 512,50, +4,00) e dezembro/25 (US$ 533,25, +4,00), refletindo uma leve retomada, apesar da concorrência externa manter os preços pressionados. No Brasil, o indicador CEPEA segue estável no Paraná (R$ 1.451,25) e teve leve queda no Rio Grande do Sul (R$ 1.298,68, -0,21%). Já nos países vizinhos, os preços do trigo argentino e paraguaio variam entre US$ 215 a 255, dependendo da praça.

A soja, por outro lado, segue em queda. O contrato para setembro/25 na CBOT recuou para US$ 964,50 (-1,00), atingindo nova mínima, em meio à desvalorização do óleo e farelo. No Brasil, a cotação CEPEA caiu para R$ 132,89 no interior do Paraná (-0,32%) e para R$ 138,83 em Paranaguá (-1,52%). Apesar disso, o óleo tenta se estabilizar, enquanto o farelo mostrou queda pontual após semanas de alta.

O milho apresenta leve alta em Chicago, com o contrato de setembro/25 cotado a US$ 381,75 (+2,00), após registrar mínima de US$ 3,75/bu durante o dia. No Brasil, os preços seguem pressionados: B3 em queda de até -0,58%, e CEPEA em R$ 63,67 (-0,53%). A expectativa de melhora na produtividade da safra americana, que pode ser confirmada no próximo relatório do USDA, continua provocando vendas por parte dos fundos e mantendo pressão sobre o cereal.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Newe Seguros lança ação para apoiar o produtor rural


Com o mercado retraído pelo cenário macroeconômico e corte de subsídios do governo federal que causam incertezas no setor agrícola, a Newe Seguros lança uma ação inédita para apoiar e estimular o produtor rural para a safra de verão, visando a colheita da soja. Entre 1º e 20 de agosto, os clientes que emitirem apólices de seguro multirrisco para cultura de soja não terão dúvidas sobre o custo final do seguro e ainda poderão parcelar a contratação até o início do plantio. Se o produtor não conseguir acessar a subvenção por falta de verba federal, a seguradora quita a parcela referente à subvenção.

“É uma ação pioneira, pensada para proporcionar ao produtor uma solução inovadora e que possa impactar toda a cadeia rural. Hoje, diante da falta de garantia em relação ao recurso da subvenção, queremos apoiar o segmento e ser um parceiro do mercado”, afirma o diretor comercial da Newe, Marcos Vinicius Pereira.

O principal objetivo do movimento é dar suporte aos pequenos e médios produtores, que representam 77% dos estabelecimentos rurais no Brasil, segundo o Censo Agropecuário do IBGE. Esse grupo foi diretamente afetado pelo contingenciamento de R$ 445,17 milhões do orçamento de 2025 reservado ao Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), anunciado no mês passado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e que representa 42% do total de R$ 1,06 bilhão previsto na Lei Orçamentária Anual. O PSR oferece subvenção de 20% sobre o valor do prêmio de seguro rural para a cultura da soja.

Essa retração deverá reduzir a área segurada para menos de 5 milhões de hectares, o menor volume em sete anos, deixando milhares de produtores sem acesso a apólices, principalmente no que se refere à cobertura da safra de soja, que pode ser afetada pelo fenômeno La Niña durante a colheita, prevista para fevereiro de 2026.

“A área média do programa de subvenção federal é de 50 hectares, portanto não são megaprodutores. Pelos nossos cálculos, os R$ 445 milhões contingenciados, em teoria, representam uma redução de R$ 37 bilhões de proteção que estariam deixando de ser contratados com esse movimento do governo, trazendo um impacto severo para a economia caso ocorra algum desastre climático”, destaca o vice-presidente da Newe, Rodrigo Motroni.

Além do corte no PSR, o governo anunciou um aumento de apenas 1,5% no Plano Safra 2025/2026 em comparação ao exercício anterior, passando de R$ 508,69 milhões para R$ 516,2 bilhões. As taxas de juros do Plano tiveram aumento de 1,5 a 2 pontos percentuais em relação ao programa do ciclo anterior, dificultando o acesso ao crédito.

Nesse contexto de dificuldades, o movimento da Newe foi projetado nos mínimos detalhes para amparar o setor agrícola. “Estamos trazendo uma ação disruptiva, planejada e muito calculada, para trazer fôlego e apoio ao produtor rural. Todas as propostas efetivadas serão submetidas às regras convencionais de subscrição e, em caso de sinistro, o prêmio eventualmente abatido neste processo será descontado do valor a ser indenizado, com toda responsabilidade e transparência junto a todos os envolvidos”, enfatiza Pereira.





Source link