sexta-feira, março 13, 2026

Política & Agro

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Mercado global de arroz segue pressionado e com ajustes



O IGC informou que seu subíndice do cereal recuou 1% em novembro


O IGC informou que seu subíndice do cereal recuou 1% em novembro
O IGC informou que seu subíndice do cereal recuou 1% em novembro – Foto: Pixabay

A movimentação recente no mercado global de arroz foi marcada por pressão das colheitas e ritmo moderado nas negociações, o que manteve as cotações em queda em diversos centros produtores. O cenário apresentou variações conforme a origem do grão e refletiu também a falta de dados atualizados do órgão agrícola dos Estados Unidos, mencionada por relatórios setoriais.

O Conselho Internacional de Grãos informou que seu subíndice do cereal recuou 1% em novembro, efeito da atividade mais lenta e de fatores sazonais, embora tenha observado sinais de recuperação após o preço internacional atingir o menor nível em oito anos. A entidade relatou que, na Tailândia, atrasos na colheita da nova safra e expectativas de vendas para a Ásia sustentaram aumento no arroz branco com 5% de quebra. Na Índia, a oferta maior da safra kharif reduziu o valor do arroz branco, enquanto o parboilizado avançou diante da escassez no mercado interno e da procura de países vizinhos. 

Nos Estados Unidos, o relatório destacou que a demanda de compradores do Pacífico Asiático elevou as ofertas do arroz de grão médio ao maior patamar em 15 meses. Paralelamente, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura registrou queda global em outubro, com recuos mais intensos no arroz glutinoso e continuidade da trajetória descendente do Indica, que atingiu o menor nível desde 2019. A instituição mencionou que ampla oferta, forte concorrência e efeitos cambiais mantiveram os valores sob pressão em vários países.

Nas Américas, a tendência permaneceu fraca, enquanto produtores dos Estados Unidos relataram que a confirmação de uma venda ao Oriente Médio trouxe algum otimismo ao segmento de grãos longos. Mesmo assim, a avaliação é que os preços no mercado à vista continuam abaixo do necessário para estimular novas vendas, conforme publicação de representantes do setor.

 





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Preços do boi seguem estáveis em São Paulo



Exportações de carne sobem 41,7% em novembro



Foto: Canva

De acordo com a análise divulgada na terça-feira (25) no informativo “Tem Boi na Linha”, da Scot Consultoria, os preços do boi gordo permaneceram estáveis nas praças paulistas. A consultoria apontou que “ainda existia um cenário de indecisão entre os compradores”, com parte deles sem indicar valores para adquirir boiadas, enquanto algumas indústrias ofertaram quantias inferiores às referências. Apesar disso, poucos negócios foram fechados nesses patamares, o que impediu alterações nas cotações das categorias no estado.

Segundo o informativo, “esse cenário de indecisão parece ter sido favorecido por duas notícias” que influenciaram o mercado em menos de uma semana: a retirada da tarifa de 40% sobre a carne bovina brasileira pelos Estados Unidos e a postergação, para 26 de janeiro, da investigação de salvaguarda conduzida pelo governo chinês. As escalas de abate nas praças paulistas estavam, em média, em sete dias.

Na região Sudoeste de Mato Grosso, a oferta de bovinos aumentou, inclusive de animais de pasto. A consultoria informou que, “com o bom volume de vendas de carne, a cotação ficou estável para todas as categorias”. As escalas de abate estavam, em média, em 19 dias.

No Norte do estado, o informativo registrou também estabilidade nas cotações de todas as categorias. As escalas de abate estavam, em média, em 17 dias.

Em relação às exportações de carne bovina in natura, até a terceira semana de novembro foram embarcadas 238,2 mil toneladas, com média diária de 17 mil toneladas. O volume apresenta aumento de 41,7% em relação ao mesmo período de 2024 e já supera o total exportado em novembro do ano passado. A cotação média da tonelada ficou em US$ 5,5 mil, variação positiva de 12,7% na comparação anual.





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Açúcar fecha com forte queda diante de estimativa de maior produção pela Conab


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Os preços do açúcar voltaram a cair fortemente nesta terça-feira (04), pressionados pela revisão para cima das estimativas de produção no Brasil divulgadas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O aumento na projeção reforça o cenário de oferta abundante, levando as cotações a operarem pouco acima das mínimas registradas na semana passada.

Em Nova Iorque, o contrato março/26 caiu 0,43 cent (-3,0%), encerrando o pregão a 14,22 cents/lbp. O vencimento maio/26 perdeu 0,38 cent (-2,7%), para 13,85 cents/lbp, enquanto o julho/26 recuou 0,31 cent (-2,2%), a 13,82 cents/lbp. O contrato outubro/26 também fechou em baixa, com queda de 0,27 cent (-1,9%), cotado a 14,09 cents/lbp.

Na Bolsa de Londres, o movimento foi semelhante. O contrato dezembro/25 registrou baixa de 990 pontos (-2,3%), a US$ 413,40/tonelada. O vencimento março/26 perdeu 850 pontos (-2,0%), para US$ 406,70/tonelada, enquanto o maio/26 cedeu 780 pontos (-1,9%), negociado a US$ 402,80/tonelada. Já o agosto/26 encerrou o dia em US$ 399,80/tonelada, com queda de 640 pontos (-1,6%).

Segundo análise do Barchart, “os preços do açúcar estão em forte queda hoje, pouco acima das mínimas significativas da semana passada. A pressão vem após a Conab elevar sua estimativa de produção de açúcar no Brasil para a safra 2025/26, de 44,5 milhões de toneladas para 45 milhões de toneladas”.

No relatório divulgado nesta terça-feira, a Conab elevou a projeção de produção de açúcar do Centro-Sul para 41,34 milhões de toneladas, e a do Brasil para 45,02 milhões de toneladas, o que representa um aumento anual de 2%.

De acordo com a companhia, o crescimento reflete o cenário de mercado favorável ao adoçante observado até julho, quando as usinas priorizaram o açúcar diante da rentabilidade superior em relação ao etanol. No entanto, nas últimas quinzenas, o setor tem destinado uma parcela maior da cana ao biocombustível, o que limitou um avanço ainda maior na oferta.

A Conab ressaltou ainda que a menor disponibilidade de cana-de-açúcar na safra atual impede um crescimento mais robusto da produção, apesar do bom desempenho industrial das usinas. Mesmo assim, o aumento estimado reforça a tendência de superávit global e mantém os preços internacionais sob pressão.





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Safra de soja tem avanço e alerta hídrico



Chuvas irregulares afetam semeadura



Foto: USDA

Segundo a análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgada na segunda-feira (24), a semeadura da soja da safra 2025/26 atingiu 98,84% das áreas previstas em Mato Grosso até sexta-feira (21/11), avanço de 2,48 pontos percentuais em relação ao período anterior. O instituto informou que, no comparativo com a safra passada, o percentual está 1,01 ponto abaixo e 0,26 ponto menor que a média dos últimos cinco anos.

Em relação às regiões, o Imea destacou que a Noroeste e a Norte “finalizaram os trabalhos a campo nesta semana”, enquanto as regiões Sudeste e Nordeste permanecem como as mais atrasadas. A análise registrou ainda que as chuvas têm sido “irregulares e mal distribuídas em algumas regiões do estado”, o que tem gerado atenção para o desenvolvimento das lavouras. Nessas áreas, grande parte dos talhões já se encontram nos estádios R1 e R2, fases consideradas “altamente sensíveis ao estresse hídrico”, condição que pode comprometer o potencial produtivo.

O instituto acrescentou que, segundo o NOAA, o volume de chuva acumulado tende a aumentar nas próximas semanas, variando entre 35 e 45 milímetros na maior parte do estado.





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Retirada da tarifa de 40% pelos EUA traz alívio principalmente para o setor de carnes em Goiás


A decisão do governo dos Estados Unidos de retirar a tarifa de 40% sobre produtos como carne, café e frutas foi recebida com otimismo pelo setor agropecuário goiano. É o que afirma o gerente técnico do Instituto para o Fortalecimento da Agropecuária de Goiás (IFAG), Leonardo Machado, ao avaliar o impacto direto da medida no mercado exportador, especialmente para a carne bovina, um dos pilares da economia do estado. Segundo ele, a retirada da tarifa representa um importante respiro para os produtores.

“Principalmente para Goiás o mercado de carnes é um dos mais sensíveis. Os Estados Unidos são um parceiro importante de compra desse produto. Então a federação recebe com bastante felicidade, porque essa situação pode levar o Estado a aumentar o volume de carne exportada”, afirma.

Entre todos os setores, a pecuária goiana deve sentir o impacto mais direto e imediato.

“Quando a gente fala de Goiás, o mercado mais impactado é o da pecuária, uma vez que os americanos são grandes compradores de carne, e Goiás tem nos Estados Unidos um importante destino”, destaca, Leonardo.

No cenário nacional, outros produtos também são favorecidos pela medida como café e suco de laranja, mas esses segmentos não possuem grande peso na economia goiana.

“De forma geral no Brasil, a gente tem o suco de laranja e o café, que são produtos em que Goiás não tem grande participação. Então, quando falamos de impacto, com certeza é o da carne bovina”, reforça.

De acordo com o Ifag a adoção das tarifas pelos EUA havia provocado incertezas entre produtores e exportadores brasileiros.

“Quando entrou em vigor, o primeiro impacto foi a apreensão, apreensão do que poderia ocorrer, dos impactos dessas tarifas não só no mercado americano, mas para outros países. O setor teve de se adaptar, abrir novos mercados. Houve um certo alívio, mas o alívio maior veio agora com essa queda nas tarifas”, comenta.

Apesar da boa notícia, o comportamento do mercado daqui para frente será determinante. “Será que vamos conseguir retomar as relações com os americanos como sempre foi, ou ainda haverá resquícios? Estamos com bastante positividade e efeitos favoráveis, mas é bom observar os próximos passos”, conclui.





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Comissão debate crise do setor leiteiro e prática de concorrência desleal



A reunião será realizada no plenário 6, às 14 horas.


Foto: Divulgação

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados realiza nesta quarta-feira (26) audiência pública para discutir a crise enfrentada pelo setor leiteiro e a possível prática de dumping nas importações de leite em pó.

O dumping consiste na venda de produtos a preços abaixo do valor de mercado com o objetivo de eliminar a concorrência.

A reunião será realizada no plenário 6, às 14 horas.

O debate atende a pedido do deputado Domingos Sávio (PL-MG). Ele afirma que o objetivo é ouvir autoridades e representantes do setor para avaliar os impactos econômicos e sociais da queda nos preços pagos ao produtor, do aumento dos custos de produção e do crescimento das importações de leite em pó, especialmente de países do Mercosul.

Domingos Sávio aponta que produtos estrangeiros têm chegado ao mercado nacional com preços inferiores aos praticados internamente, o que pode caracterizar dumping e gerar concorrência desleal contra a produção brasileira.

“A queda acentuada nos preços pagos ao produtor, aliada ao aumento dos custos de produção, tem comprometido a sustentabilidade econômica do setor”, afirma.

O parlamentar observa ainda que o indeferimento, pelo governo federal, do pedido da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) para abertura de investigação sobre dumping tem sido criticado por representantes do setor, que defendem medidas de defesa comercial.





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Clima úmido reduz oferta e EUA apontam queda no trigo



Com menor oferta, as exportações devem cair para 8,6 milhões de toneladas


Com menor oferta, as exportações devem cair para 8,6 milhões de toneladas
Com menor oferta, as exportações devem cair para 8,6 milhões de toneladas – Foto: Divulgação

A produção de trigo deve recuar na próxima temporada por causa de condições climáticas desfavoráveis e mudanças no perfil de cultivo no país da Ásia Central. Após meses de chuvas acima do normal e temperaturas mais baixas, agricultores reduziram a área dedicada ao cereal e priorizaram oleaginosas com maior retorno financeiro.

Segundo relatório do Serviço Agrícola Estrangeiro do departamento de agricultura dos Estados Unidos, a colheita de trigo está projetada em 15,5 milhões de toneladas, cerca de 1 milhão a menos que no ciclo anterior. O excesso de umidade elevou o risco de perdas e piorou a qualidade dos grãos, o que também atrasou a retirada das lavouras em algumas regiões. Técnicos do órgão observam que parte do volume afetado poderá ser destinada à formulação de ração animal.

Com menor oferta, as exportações devem cair para 8,6 milhões de toneladas, redução de 1,6 milhão em relação ao período anterior. Ainda assim, o país vem ampliando rotas alternativas. Entre maio e setembro, foram embarcadas 17 mil toneladas para o Vietnã por meio de um corredor contínuo de contêineres, modelo que tende a ganhar espaço graças a subsídios ao transporte.

A diversificação dos destinos inclui também o envio de farinha. Veículos locais registraram a primeira remessa do produto aos Estados Unidos, resultado de uma iniciativa apoiada por uma agência governamental de promoção comercial. O mercado chinês, porém, apresentou comportamento misto. As vendas de trigo em grão recuaram após mudanças no tratamento tributário das zonas econômicas, enquanto as exportações de farinhas de trigo e cevada avançaram com preços competitivos e isenções vigentes.





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safra 25/26 registra avanço no custo total



COE e COT do milho avançam, diz Imea



Foto: Canva

Segundo a análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgada na segunda-feira (24), o projeto CPA-MT estimou em outubro de 2025 que o custeio da safra 2025/26 de milho alcançou R$ 3.305,13 por hectare, variação de 2,12% frente à temporada anterior. De acordo com o levantamento, “esse acréscimo é resultado da elevação de 2,84% nas despesas com insumos”, que representam 88,41% do custo total.

O Imea informou que o Custo Operacional Efetivo (COE) foi projetado em R$ 4.791,30 por hectare, enquanto o Custo Operacional Total (COT) chegou a R$ 5.379,10 por hectare, com aumentos anuais de 3,90% e 4,51%. Segundo a análise, esse movimento foi influenciado “pelo crescimento dos gastos com pós-produção e pelo aumento nas depreciações”, que registraram avanço de 10,05% em relação à safra 2024/25.

O instituto apontou ainda que o custo de oportunidade foi estimado em R$ 1.327,82 por hectare, alta de 40,21%. O indicador, que “representa o rendimento que o produtor deixa de ganhar por manter o capital imobilizado”, reflete a valorização dos bens utilizados na atividade e o cenário de juros mais elevados no país. Com isso, o custo total da safra 2025/26 foi calculado em R$ 6.706,92 por hectare, aumento de 10,05% na comparação com a temporada anterior.





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INMET divulga previsão para semana de 24 a 30 de novembro


Na Região Norte, áreas de instabilidade deverão se concentrar na região central do Amazonas, enquanto os demais estados encontram uma distribuição maior de chuvas, com baixos acumulados em 5 dias em torno de 20-50 mm, com exceção do Amapá, norte do Pará e leste de Roraima, onde não deve chover ou apenas de possíveis chuvas rápidas localizadas. Em linhas gerais, chove especialmente no Amazonas ao longo da semana. Já para a umidade relativa do ar, de maneira geral, segue com índices elevados na Região Norte (igual ou acima de 50%) à exceção do Amapá e norte do Pará, onde poderá atingir níveis em torno dos 30% ao longo da semana.

Em praticamente toda a Região Nordeste a previsão é sem chuvas esta semana, exceto sul e oeste da Bahia, que deve ocorrer sob a forma de chuva recorrente a partir do dia 26/11, quarta-feira, aumentando progressivamente os volumes entre os dias 26 e 27/11. Os acumulados no interior oeste e sul da Bahia podem ficar entre 50 e 100 mm, com maior destaque para os dias 26 e 27, que tendem a apresentar chuva mais intensa e de maiores acumulados em 24h (40-60 mm). Também há previsão de chuva, com volumes menores, ao longo da semana corrente no interior de Piauí e Maranhão, com pancadas isoladas. Além disso, são esperados baixos índices de umidade relativa do ar durante a semana em todos os estados, principalmente na região de encontro do Piauí, Ceará, Pernambuco e Bahia, onde os valores em torno de 20-30%, pontualmente podendo ficar abaixo de 15%, elevando tais índices (para em torno ou acima de 50%) ao passo que a chuva ocorrer no sul e oeste baiano.

Na Região Centro-Oeste, espera-se chuvas volumosas no norte de Goiás (100-150 mm), e chuvas de volumes menores, mas concentradas no norte da região Centro-Oeste (60-80 mm), e supressão das chuvas a partir do dia 26/11 no sul dos estados e em todo MS. No Distrito Federal podem ocorrer chuvas em forma de pancadas em momentos da semana, mas de maneira localizada e rápida, sem grandes contribuições com os acumulados, que ficam em torno de 30 a 60 mm em 5 dias. Destaca-se, também, a previsão de umidade relativa em torno de 50%, declinando para entre 30-40% ao longo da semana, com menores índices no Centro-Sul da região.

Para a Região Sudeste, a previsão indica chuva volumosa no início da semana devido à atuação de um transiente, em todos os estados, com o deslocamento de um ciclone subtropical associado a uma frente fria, que inicia a semana com chuvas volumosas (40-100 mm) em São Paulo, e possibilidade de tempestades em todo o estado, com maior destaque para a faixa litorânea. No dia seguinte (25/11) tais chuvas ocorrem no estado do Rio de Janeiro e metade sul de Minas Gerais, posteriormente (dia 26/11) no norte de Minas e Espírito Santo, mas com volumes menores. Em linhas gerais os maiores acumulados devem ocorrer no litoral de São Paulo e sul do estado do RJ, com acumulados em 24h que podem superar 100 mm entre os dias 24 e 25/11. São esperados menores índices de umidade relativa do ar no meio da semana em Minas Gerais, com valores entre 30-40%, e ficando em torno ou acima de 50% nas demais áreas do Sudeste.

Para a Região Sul, há previsão de chuvas intensas no ramo leste e litoral de SC e PR devido à atuação de um cavado em níveis médios (que forçará o ciclone subtropical), favorecendo maiores acumulados no norte de SC e em todo litoral do estado do Paraná, que podem superar os 115 mm no dia 24/11, período de maior concentração das chuvas na região Sul. Para os dias 25 a 28 praticamente cessam as ocorrências de chuva de grande escala, podendo ocorrer chuva pontual no litoral de SC e PR, mas de baixos acumulados. Durante a semana a umidade relativa do ar mínima ficará em torno de 40-50%.  





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Novembro reduz preço de paridade do algodão



Imea alerta para cautela nas negociações do algodão



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Segundo a análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgada na segunda-feira (24), o mês de novembro tem sido marcado pela queda nas paridades de exportação do algodão em Mato Grosso. O instituto informou que, “ao longo de out/25, a média da paridade de dez/25 ficou em R$ 111,05/@, com pouca variação diária”, mas que o movimento mudou no início de novembro, quando a tendência baixista se intensificou.

O Imea destacou que a paridade atingiu R$ 104,71/@ em 14 de novembro, “o menor valor para uma paridade de dezembro desde set/20”. No mesmo período, a paridade de julho de 2026 chegou a R$ 117,66/@, aproximando-se das mínimas do ano. Segundo a análise, “o cenário segue ligado à desvalorização dos contratos do algodão na bolsa de NY”, que recentemente operaram nos níveis mais baixos dos últimos anos.

A instituição acrescentou que a tendência de queda nas cotações do dólar desde meados de outubro de 2025 também influenciou o comportamento das paridades. Para o Imea, “o panorama desfavorável dos preços contrasta com os custos de produção mais elevados para a safra 2025/26”, o que reforça a necessidade de cautela nas negociações do algodão.





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