sexta-feira, março 13, 2026

Política & Agro

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Escalada global do enxofre pressiona mercado



O analista destaca que a mudança é considerada estrutural


O analista destaca que a mudança é considerada estrutural
O analista destaca que a mudança é considerada estrutural – Foto: Canva

Os preços globais do Enxofre registram uma forte escalada e alteram a dinâmica do mercado de fosfatados. Segundo Jeferson Souza, analista de inteligência de mercado, o avanço acumulado em 11 meses supera 170%, levando o produto de US$ 90 por tonelada em 2024 para valores acima de US$ 500. O movimento provoca preocupação entre fabricantes de fertilizantes, já que o insumo é essencial para a produção de fosfatados.

O analista destaca que a mudança é considerada estrutural, marcada por alterações relevantes no fluxo global, como a passagem da Rússia de exportadora para importadora em setembro. Esse deslocamento é visto como um sinal de ruptura, capaz de impactar diretamente segmentos específicos, entre eles o de produtos como o Super 5.

No Brasil, o mercado de fósforo segue duas direções distintas. Enquanto os fosfatados de alta concentração apresentam queda consistente nas últimas semanas, os de baixa concentração avançam gradualmente. A retração do MAP desde agosto já supera US$ 100 por tonelada, contrastando com o encarecimento dos produtos de menor concentração. O movimento é associado a uma forte antecipação de compras, com mais de 1,4 milhão de toneladas de supersimples já negociadas para as safras de 2026 e 2027, volume considerado expressivo em relação ao ano anterior.

Com a safra 2025/26 praticamente definida em termos de aquisição de fertilizantes, o planejamento volta-se agora ao milho safrinha e à soja do próximo ciclo. Souza reforça que o comportamento do enxofre permanece central no radar do setor, por sua importância como matéria-prima e por seus efeitos sobre outras cadeias ligadas aos fosfatados.

 





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Desafios e pressões no mercado de trigo



O cenário, porém, ganhou incerteza


O cenário, porém, ganhou incerteza
O cenário, porém, ganhou incerteza – Foto: Seane Lennon

O mercado de trigo inicia um período marcado por ajustes após o avanço da colheita nacional, segundo o Itaú BBA. Mesmo com a redução da área plantada, a produtividade manteve desempenho favorável e a produção deve ficar levemente abaixo do ciclo anterior, de acordo com estimativas oficiais. 

O cenário, porém, ganhou incerteza com a ocorrência de chuvas intensas, granizo e temporais no Sul do país entre o fim de outubro e o início de novembro, o que pode resultar em revisões negativas. Os efeitos mais relevantes tendem a recair sobre a qualidade, diante de relatos de presença elevada de micotoxina DON, condição que pode direcionar parte do volume para ração e gerar perdas aos produtores.

No ambiente internacional, o movimento de baixa nas cotações também encontra suporte no aumento da oferta global. O USDA revisou para cima sua projeção e estima produção recorde de 829 milhões de toneladas em 2025/26, ante 800 milhões na temporada anterior. Após quatro ciclos de queda, os estoques finais devem crescer para 271,4 milhões de toneladas, reforçando um quadro mais folgado entre oferta e demanda. O avanço é observado entre os principais exportadores, com destaque para União Europeia, Rússia, Canadá, Austrália e Argentina. Esta última, principal origem das importações brasileiras, deve colher 24 milhões de toneladas, mesmo com pontos de umidade excessiva em algumas regiões.

Além da maior disponibilidade externa, a valorização do real frente ao dólar amplia a atratividade das importações e reduz a competitividade das vendas brasileiras ao exterior. Para os próximos meses, o câmbio e o clima na Argentina serão determinantes para o comportamento dos preços e para a estratégia de originação no mercado doméstico.





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Área plantada de algodão deve recuar no Brasil



A instituição destaca que a China também deve ampliar sua produção


A instituição destaca que a China também deve ampliar sua produção
A instituição destaca que a China também deve ampliar sua produção – Foto: Canva

As projeções do Itaú BBA indicam que a área plantada de algodão no Brasil tende a diminuir na safra 2025/26, movimento impulsionado pela desvalorização do mercado, pelo aumento nos custos de produção e pelo estreitamento das margens dos produtores. Segundo o banco, apesar do avanço global na oferta, especialmente com melhor produtividade nas lavouras americanas, que compensou parte da redução de área e manteve a produção próxima de 3 milhões de toneladas, o contexto econômico pressiona decisões de plantio no país.

A instituição destaca que a China também deve ampliar sua produção, reforçando a oferta mundial em relação ao ciclo 2024/25. Mesmo com esse aumento, o consumo global deve seguir estável em 25,9 milhões de toneladas, o que sustenta estoques finais mais altos. Esse cenário reforça a percepção de mercado abastecido e reduz o estímulo para expansão de área.

No Brasil, a expressiva produção da safra 2024/25 seguirá influenciando o balanço de oferta em 2025/26. A demanda interna permanece contida, prejudicada por juros elevados que limitam o consumo de têxteis e vestuário. As exportações devem atingir novo recorde, superando 3 milhões de toneladas, mas isso não será suficiente para conter o aumento dos estoques de passagem devido ao grande volume colhido e ao elevado estoque inicial.

As perspectivas para a área plantada seguem divididas, porém o consenso é de recuo. Produtores demonstram cautela diante da combinação de custos altos, margens enxutas e incertezas sobre preços futuros. No ambiente externo, a OCDE revisou a estimativa de crescimento global de 2,9% para 3,2% em 2025, mas prevê desaceleração para 2,9% em 2026, quando os efeitos das mudanças nas políticas comerciais devem ser mais evidentes. 





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Aproveite os valores da soja



Existe um sinal claro de oportunidade


Existe um sinal claro de oportunidade
Existe um sinal claro de oportunidade – Foto: Ivan Bueno/APPA

O mercado de soja segue pressionado por incertezas e pela estratégia paciente da China, que administra suas compras com foco político e não apenas econômico, segundo a TF Agroeconômica. A aproximação do período sazonal de aquisição da soja brasileira a partir de janeiro, para embarques a partir de fevereiro, deve mexer ainda mais com o mercado, sobretudo diante da perspectiva de uma colheita recorde ao redor de 178 milhões de toneladas. Esse volume elevado reforça a capacidade chinesa de alternar compras entre Brasil e Estados Unidos, mantendo sua posição confortável na formação de preços.

Apesar das recentes altas internas sustentadas pelo bom desempenho do farelo e do óleo, com avanços acumulados de 0,03 por cento no dia, 0,72 por cento na semana, 1,47 por cento no mês e 2,07 por cento no ano, a supersafra prevista, cerca de 7 milhões de toneladas acima da anterior, tende a limitar novas valorizações expressivas. Em Chicago, o cenário também preocupa. A cotação atual ao redor de 1120 centavos por bushel supera com folga a máxima histórica típica, que gira em torno de 1050. Para a TF Agroeconômica, esse conjunto de fatores indica fundamentos baixistas para 2026, especialmente para a colheita prevista entre abril e maio.

Com o mercado interno ainda oferecendo bons níveis de preços e Chicago mantendo patamares considerados elevados, a consultoria destaca que este é um momento decisivo para o produtor. A análise aponta que a combinação entre a força atual das cotações e o risco futuro traz um claro sinal de oportunidade. Diante disso, a recomendação central é aproveitar os valores presentes, tanto na bolsa americana quanto no mercado brasileiro, para assegurar margens positivas e garantir lucros consistentes para a próxima safra antes que o peso da oferta recorde pressione as cotações.

 





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Compras da China sustentam alta da soja em Chicago


A soja negociada na Bolsa de Chicago encerrou o dia, a semana e o mês de novembro em alta, impulsionada pelo foco renovado nas compras chinesas. Segundo dados da TF Agroeconômica, a movimentação da China segue como principal catalisador do mercado, mesmo com volumes confirmados abaixo do esperado. Os contratos para janeiro fecharam em 1137,75 cents por bushel, alta de 0,55%, enquanto março avançou para 1146,00 cents. No complexo, o farelo recuou e o óleo voltou a ganhar força.

O mercado trabalhou em sessão encurtada após o feriado, mas manteve a atenção sobre as compras da China, tema dominante entre operadores e analistas. Os números divulgados pelo USDA mostraram que apenas 18,76% das compras prometidas até o fim do ano foram efetivadas, bem abaixo da especulação de cerca de 35%. Como a soja americana está mais cara que a brasileira, as compras têm sido feitas principalmente por estatais chinesas em movimento considerado político, o que limitou avanços mais fortes no pregão.

As vendas totais de soja no ano comercial seguem 38% abaixo do registrado no ano anterior. Em sentido oposto, o farelo mostra alta acumulada de 7% e o óleo 21%, refletindo maior demanda por derivados. No balanço semanal, a soja acumulou ganho de 1,13%, enquanto o farelo cedeu 0,22% e o óleo subiu 2,98%, reforçando o comportamento distinto entre os produtos do complexo.

No fechamento de novembro, o grão acumulou valorização de 1,99%, com avanço de 22,25 cents por bushel. O farelo terminou o mês em queda de 2,2%, enquanto o óleo apresentou desempenho expressivo, subindo 6,33%, resultado equivalente a 3,08 cents por libra peso. A movimentação do mês reforça a sensibilidade do mercado às decisões chinesas e mantém os operadores atentos ao ritmo das compras nas próximas semanas.

 





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Florada favorece colheita de mel no Rio Grande do Sul



Manejos fortalecem colmeias e ampliam produção



Foto: Pixabay

O Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (27) aponta que os apicultores do Rio Grande do Sul intensificaram os manejos voltados ao fortalecimento das colmeias e ao aumento da produção de mel, aproveitando a boa florada registrada nas últimas semanas. Segundo o boletim, entre as principais atividades realizadas estão “a vistoria dos apiários, a ampliação do espaço nos ninhos por meio do manejo de caixilhos e a colocação de melgueiras”, além de raspagem de própolis, derretimento de cera, monitoramento de predadores, instalação de caixas-iscas e roçadas nas áreas dos apiários. A colheita de mel já ocorre em diversas propriedades, com resultados considerados positivos.

Na região administrativa de Bagé, a Emater/RS-Ascar informa que, em Dom Pedrito, os apiários instalados em matas e campos nativos com maior diversidade vegetal apresentam “volumes esmagadores de mel”. Já áreas com baixa diversidade de espécies não registraram resposta produtiva. Colmeias posicionadas próximas a lavouras de canola tiveram bom desempenho, com destaque para a multiplicação de enxames e recuperação das colônias.

Nas regiões de Caxias do Sul, Frederico Westphalen, Ijuí e Santa Maria, as condições ambientais favoreceram o forrageamento das abelhas. Houve “aumento expressivo das floradas”, o que estimulou a postura das rainhas e ampliou a população dos enxames. Em Erechim, algumas colmeias são enfraquecidas e apresentam postura baixa, o que levou à substituição de rainhas. Mesmo assim, a Emater relata que “a atividade segue em condições cumpridas”, com expectativa de produção entre 30 e 40 kg por colmeia.

Na região de Soledade, o predomínio do tempo seco favoreceu a movimentação das abelhas, embora temperaturas abaixo do ideal em alguns períodos tenham limitado a intensidade da atividade.





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Pressão de oferta mantém preços do arroz em queda



A expectativa de que as exportações ajudariam a aliviar a pressão não se confirmou


A expectativa de que as exportações ajudariam a aliviar a pressão interna não se confirmou
A expectativa de que as exportações ajudariam a aliviar a pressão interna não se confirmou – Foto: Divulgação

O mercado de arroz atravessou o segundo semestre de 2025 com preços em trajetória de queda, refletindo um balanço de oferta e demanda bastante folgado, segundo o Itaú BBA. As cotações chegaram a cerca de R$ 53 por saca em novembro, nível 50% inferior ao registrado um ano antes e que limita a margem do produtor diante da ampla disponibilidade do grão e da demanda enfraquecida. 

A expectativa de que as exportações ajudariam a aliviar a pressão interna não se confirmou. O câmbio desfavorável e a concorrência externa reduziram a competitividade, deixando os embarques abaixo do previsto. Com isso, a projeção é de estoques de passagem elevados no início da safra 2025/26, estimados pela Conab em mais de 2 milhões de toneladas.

O avanço do plantio até novembro confirmou a redução de área esperada, resultado direto das margens comprimidas e do uso menor de tecnologia como estratégia de controle de custos. Mesmo com perspectiva de produção inferior, o clima tende a favorecer o desenvolvimento das lavouras, já que o fenômeno La Niña não interfere no cultivo irrigado. As projeções, porém, indicam que os preços ao produtor devem seguir pressionados se não houver alternativas para escoar o excedente. A combinação de oferta confortável e demanda fraca mantém o mercado em condição crítica para a temporada 2025/26, exigindo gestão mais rigorosa do produtor para mitigar riscos e proteger a margem.

Para a indústria, o ambiente também é adverso. A liquidez segue baixa, enquanto a formação de estoques é limitada pelo alto custo de armazenagem e pelas taxas de juros elevadas, fatores que restringem a capacidade de absorver parte da produção.

 





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Ciclo da pecuária se ajusta e 2026 pode marcar retomada



A expectativa para 2026 é de leve redução no volume de gado terminado


A expectativa para 2026 é de leve redução no volume de gado terminado
A expectativa para 2026 é de leve redução no volume de gado terminado – Foto: Pixabay

A pecuária de corte brasileira tende a encerrar 2025 renovando recordes de abates e exportações. As projeções foram divulgadas pelo Itaú BBA, que destaca que o setor manteve forte ritmo mesmo após a virada nos preços do bezerro e a compressão das margens da cria desde o ano passado. A expectativa para 2026 é de leve redução no volume de gado terminado e menor participação de fêmeas no abate.

O banco aponta que a evolução tecnológica tem prolongado a fase de maior oferta de fêmeas, originalmente prevista para perder força neste ano. O custo relativamente baixo da ração frente ao boi gordo e a boa rentabilidade dos confinamentos incentivaram o produtor a terminar fêmeas em vez de retê-las. A exportação absorveu esse excedente e ajudou a sustentar os preços, evitando quedas mais acentuadas no mercado interno.

Mesmo assim, o boi gordo permaneceu defasado em relação ao bezerro em 2025, deteriorando a relação de troca para o terminador. Caso a projeção de menor oferta de gado se confirme em 2026, a redução dos abates deve fortalecer o movimento de alta no boi gordo. Já a cria tende a seguir um ciclo de valorização, influenciada pela queda nos nascimentos após anos de descarte intenso de fêmeas.

O cenário internacional também joga a favor do Brasil. A oferta limitada de gado para abate nos principais concorrentes, como Estados Unidos, Austrália e Argentina, indica manutenção de um ambiente positivo para a carne bovina brasileira. Com déficit crescente no rebanho desses países, os preços internacionais tendem a permanecer em trajetória de alta, favorecendo o fluxo exportador nacional.

 





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Carne de frango inicia 2026 com exportações normalizadas



As condições de custos para 2026 permanecem


As condições de custos para 2026 permanecem
As condições de custos para 2026 permanecem – Foto: Divulgação

O setor de carne de frango inicia 2026 em posição sólida para consolidar mais um ano de desempenho positivo, após um 2025 marcado por oscilações, segundo informações do Itau BBA. O ano começou favorável, mas ganhou complexidade com o surto de gripe aviária registrado no Rio Grande do Sul, que resultou em quatro meses de restrições às exportações entre maio e agosto. A normalização, porém, ocorreu de forma gradual, uma vez que o episódio ficou restrito a uma única granja comercial. Nos últimos meses, China e União Europeia, que ainda mantinham limitações, retiraram os embargos e abriram caminho para a retomada plena dos embarques.

As condições de custos para 2026 permanecem, até o momento, equilibradas, especialmente no que diz respeito à ração. Mesmo assim, o atraso das chuvas no Cerrado trouxe apreensão sobre o plantio da safrinha de milho, com parte das áreas fora da janela ideal. A possibilidade de impacto sobre a produtividade ainda depende do comportamento climático nas próximas semanas. Apesar disso, o cenário base continua indicando custos controlados, favorecendo margens positivas para os produtores e frigoríficos.

No campo da oferta, a cadeia segue enfrentando restrições globais no fornecimento de material genético, um gargalo que também deve acompanhar o setor ao longo do próximo ano. Esse fator tem limitado o ritmo de expansão, porém sem impedir o crescimento da produção nacional. As projeções apontam para um aumento de 3 por cento na produção de carne de frango em 2025 e avanço adicional de 2 por cento em 2026, com exportações estáveis neste ano e retomada esperada no próximo ciclo.





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Custos baixos e demanda forte impulsionam a carne suína



As projeções apontam que a produção nacional deve encerrar o ano com alta de 5%


As projeções apontam que a produção nacional deve encerrar o ano com alta de 5%
As projeções apontam que a produção nacional deve encerrar o ano com alta de 5% – Foto: Pixabay

A suinocultura brasileira caminha para encerrar 2025 como um dos melhores anos de sua história, sustentada por custos de produção favoráveis e demanda firme, segundo o Itaú BBA. Com milho e farelo de soja em níveis historicamente baixos, os produtores encontraram condições ideais para ampliar os abates e acelerar o ritmo de crescimento. 

Ao mesmo tempo, a procura internacional pela carne suína do Brasil voltou a ganhar força, especialmente na Ásia, que responde por cerca de 65 por cento dos embarques totais. Filipinas, Japão e Vietnã se destacaram ao ampliar suas compras e compensar a retração do mercado chinês. Nas Américas, países como Chile, México, Argentina e Uruguai reforçaram a diversificação dos destinos e consolidaram novas oportunidades para 2026.

As projeções apontam que a produção nacional deve encerrar o ano com alta de 5%, enquanto as exportações tendem a avançar cerca de 15%. Mesmo com mais produto destinado ao exterior, o consumo doméstico também deve atingir um novo recorde, impulsionado pela boa competitividade da proteína. As margens se mantêm fortalecidas, com preços do suíno terminado bem acima dos custos de produção, garantindo um ciclo positivo que já dura três anos.

Para 2026, os sinais iniciais da próxima safra sugerem custos de ração equilibrados, embora a definição final sobre o milho ainda possa sofrer ajustes. A continuidade desse cenário será determinante para sustentar a competitividade brasileira. Ainda assim, o setor é orientado a aproveitar o bom momento para reforçar sua resiliência diante da volatilidade típica do mercado, mantendo atenção sobre a demanda externa, avaliando investimentos com cautela e preservando níveis adequados de liquidez.

 





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