quinta-feira, março 19, 2026

Política & Agro

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Mercado do milho reage com alta do dólar



Exportações e câmbio impulsionam recuperação




Foto: Divulgação

O mercado do milho apresentou uma mudança de cenário ao longo da última semana. Mesmo com a colheita já em fase final, a pressão de queda perdeu intensidade e algumas regiões chegaram a registrar leve valorização nas cotações, trazendo um novo fôlego ao setor.

De acordo com informações divulgadas pelo Cepea, a sustentação dos preços foi resultado da postura mais firme dos vendedores e das valorizações nos portos. O movimento foi impulsionado pela melhora no ritmo dos embarques e pelos avanços tanto do dólar quanto das cotações internacionais. Esse conjunto de fatores trouxe maior suporte às negociações internas.

Outro ponto que contribuiu para essa estabilidade foi a decisão de parte dos vendedores de limitar a oferta no mercado spot. Muitos produtores ainda estão concentrados nas atividades de campo, enquanto outros, que já armazenaram o cereal colhido, não demonstram pressa em vender, aguardando oportunidades mais favoráveis.

Do lado da demanda, compradores domésticos seguem cautelosos. A maioria prioriza o consumo dos estoques disponíveis e adia novas aquisições, mesmo diante das recentes altas. Esse comportamento tem funcionado como um limitador para uma recuperação mais expressiva dos preços no mercado interno.

O cenário mostra que o milho continua sendo influenciado por fatores externos, como câmbio e exportações, mas também pela estratégia de comercialização adotada pelos produtores brasileiros. A tendência é que, no curto prazo, os preços sigam acompanhando o movimento nos portos e a disposição dos vendedores em colocar o produto à venda.

 





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Casa da MSD Saúde Animal na Expointer proporciona experiências e troca de conhecimento aos pecuaristas


A presença da MSD Saúde Animal na 48ª Expointer, de 30 de agosto a 7 de setembro, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio, terá como tema Exzolt Experience. O intuito é proporcionar dias de muitas interações, compartilhamento de ideias, direcionamentos técnicos e bate-papos produtivos sobre temas que impulsionam a evolução do setor. O ectoparasiticida Exzolt® 5%, que revolucionou o controle de carrapatos, incluindo os mais resistentes, é o carro-chefe da empresa no evento.

O produto foi desenvolvido com a inovadora molécula fluralaner, trazendo à produção bovina uma eficácia inédita no controle de carrapatos, moscas-dos-chifres, bernes e bicheiras. Especificamente sobre carrapatos, que representa um desafio complexo e de grande impacto econômico na pecuária brasileira, o Exzolt® 5% combate todas as fases do ectoparasita, quebrando seu ciclo e limpando o animal e o ambiente.

“O Exzolt® 5% foi lançado em setembro de 2022 e se estabeleceu como pioneiro em driblar a resistência parasitária, proteger os animais com alta eficácia e impulsionar os ganhos produtivos. Após três anos, a solução continua em destaque e contribuindo para o bem-estar dos animais, do meio ambiente e das pessoas, além de seguir impulsionando a criação de gado e sua rentabilidade”, diz Pablo Paiva, gerente de mercado de Gado de Corte na unidade de negócio de Ruminantes da MSD Saúde Animal.

Rodas de conversa

Entre as ações no evento estará o Projeto Mulherada da Pecuária, que dá voz ao protagonismo feminino e incentiva a participação das mulheres no setor. Por meio dessa iniciativa, a MSD Saúde Animal promove encontros para discutir a transformação do mercado e, principalmente, a mudança de mentalidade da área. E na Expointer a troca de experiências será entre produtoras do Rio Grande do Sul, além de contar com a presença de Laura Villarreal, diretora executiva da unidade de negócio de Ruminantes da companhia, e Ana Doralina, presidente da Mesa Brasileira de Pecuária Sustentável.

Para quem quiser acompanhar o bate-papo, basta comparecer à Casa da MSD Saúde Animal, no pavilhão da feira, no dia 1 de setembro, às 16h. Também terá transmissão no Youtube da companhia.

Já no dia 4 de setembro, pecuaristas estarão na Casa da MSD Saúde Animal para uma roda de conversa conduzida pelo engenheiro agrônomo Antony Luenenberg, coordenador técnico de Bem-Estar Animal na MSD Saúde Animal. Na ocasião, os profissionais compartilharão as mudanças e conquistas a partir do programa Criando Conexões, que, neste ano, completou 10 anos de realização, somando 1 bilhão de animais manejados por meio de suas técnicas, entre bovinos, aves e suínos, mais de 300 propriedades atendidas e mais de 15 mil pessoas impactadas.

“O Criando Conexões visa democratizar os conhecimentos sobre bem-estar animal e, de forma simples, as técnicas utilizadas promovem a criação de conexões entre homem e animal por meio de interações positivas durante todo o processo de manejo. E esse encontro será um momento de multiplicar esse conhecimento e compartilhar como o programa renovou e aprimorou as técnicas, a fim de promover o bem-estar animal, facilitar o manejo e melhorar a qualidade de vida dos profissionais”, detalha Antony. O bate-papo será transmitido ao vivo no Youtube da MSD Saúde Animal, às 18h.

Também no dia 4 haverá o primeiro encontro de veterinários Exzolt® 5%, no qual serão apresentados resultados inéditos do uso do produto e que trarão impactos ainda mais positivos para os profissionais e produtores.

Pablo pontua que a programação da empresa está robusta e diversificada para atender a todos os interessados e amparar o setor com informações que somem à atividade agropecuária. “Esperamos por todos na feira, onde nossa equipe estará a postos para receber na Casa da MSD Saúde Animal, em frente ao pavilhão de gado de corte, e esclarecer dúvidas e orientar sobre as melhores estratégias sanitárias.”





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proteção inovadora para as plantas contra o estresse hídrico e térmico


As mudanças climáticas já fazem parte da rotina do produtor rural brasileiro. Nos últimos anos, o campo enfrentou cenários extremos: temperaturas elevadas, longos períodos de estiagem e, em algumas regiões, dias marcados por forte amplitude térmica, com frio intenso pela manhã, calor à tarde e baixa umidade relativa do ar.

Essas variações impactam diretamente a lavoura, causando estresse hídrico e térmico, que reduzem a capacidade produtiva e comprometem a rentabilidade. Foi para apoiar o produtor diante desses desafios que a Agrilife Solutions, empresa brasileira especializada em nutrição eficiente e biosoluções, disponibiliza agora uma tecnologia inédita: o VacStress.

 

O novo produto é composto por uma molécula sinalizadora patenteada, que atua de forma semelhante a uma vacina: prepara a planta antes mesmo da ocorrência do estresse hídrico. Isso garante uma resposta rápida e eficaz diante de condições adversas, como seca e calor excessivo.

A aplicação pode ser feita tanto no tratamento de sementes quanto em sulco de plantio, promovendo maior preparo fisiológico desde a emergência. O VacStress estimula a produção de osmoprotetores e antioxidantes, mantendo o equilíbrio celular. Entre os mecanismos ativados está a prolina, responsável por:

– Reter água dentro das células;

– Estabilizar proteínas e membranas celulares;

– Reduzir o dano oxidativo;

– Proteger o metabolismo da planta, garantindo que continue ativa mesmo sob estresse climático.

Esse efeito acontece antes mesmo da presença do agente causador, exatamente como ocorre com vacinas aplicadas em humanos. E os resultados foram totalmente comprovados em campo, em ensaios conduzidos pela Agrilife Solutions e por consultorias especializadas na cultura do milho e da soja. Desta maneira, o impacto real do VacStress foi confirmado:

– No milho – ganho médio de 5,4 a 8,3 sacas por hectare em comparação ao controle do produtor;

– Na soja – ganho médio de até 3 sacas por hectare em comparação ao controle do produtor;

– Maior resiliência das plantas frente à seca e altas temperaturas;

– Redução das perdas produtivas, mesmo em cenários climáticos críticos.

“Nosso compromisso é oferecer ao agricultor soluções que o mantenham sempre um passo à frente das adversidades. O VacStress potencializa os mecanismos naturais de defesa das plantas, preservando a produtividade e a rentabilidade, mesmo sob condições extremas de estiagem ou calor intenso”, destaca Everton Molina Campos, engenheiro agrônomo e diretor de marketing da Agrilife Solutions.

O VacStress já está disponível para o agricultor brasileiro e chega como um aliado indispensável para enfrentar os desafios climáticos e garantir mais produtividade no campo.


 





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Área plantada de algodão deve recuar 3,5% no Brasil


A safra brasileira de algodão 2025/26 deve registrar redução na área cultivada. De acordo com levantamento da StoneX, a projeção é de 2,04 milhões de hectares, volume 3,5% menor em relação ao ciclo 2024/25.

O analista de Inteligência de Mercado da StoneX, Raphael Bulascoschi, destacou que em Mato Grosso a retração será mais expressiva. “Produtores mato-grossenses projetam uma redução mais acentuada, com área de 1,44 milhão de hectares — queda de 75 mil hectares. Considerando uma produtividade dentro da tendência, a produção deve alcançar 3,7 milhões de toneladas no ano que vem, representando um recuo de 4,3% frente à safra atual”, afirmou.

Sobre o ciclo em andamento, Bulascoschi ressaltou que a produção recorde deve ser confirmada. “O cenário é diferente ao olhar para a safra 2024/25, em que a produção recorde de 3,9 milhões de toneladas da pluma deve se confirmar. Ainda assim, o excesso de umidade registrado em agosto pode ter comprometido a qualidade da pluma remanescente em Mato Grosso, fator que seguirá no radar do mercado brasileiro de algodão nas próximas semanas”, observou.

O levantamento da StoneX também indicou que os embarques de algodão perderam ritmo nas últimas semanas. Apesar disso, a expectativa é de exportações em torno de 2,9 milhões de toneladas em 2025, com maior intensidade nos embarques prevista para o quarto quadrimestre.

No mercado interno, a consultoria revisou para baixo a estimativa de consumo. Para a safra 2025/26, a nova projeção é de 685 mil toneladas, uma redução de 35 mil toneladas. Segundo Bulascoschi, a revisão reflete o baixo dinamismo do setor têxtil brasileiro, influenciado pelo ambiente macroeconômico adverso. “Apesar disso, a redução na produção mais do que compensou o ajuste no consumo interno, resultando em estoques finais menos folgados para o próximo ciclo, projetados em 3,08 milhões de toneladas de pluma”, concluiu o analista.





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Trigo encerra semana em leve alta em Chicago



Mercado argentino projeta colheita acima de 20 mi t




Foto: Canva

A cotação do trigo em Chicago apresentou variação ao longo da semana de 15 a 21 de agosto. Segundo a Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema), o preço para o primeiro mês chegou a recuar para US$ 4,98 por bushel, mas se recuperou no fim do período. “O fechamento da quinta-feira (21) ficou em US$ 5,07, contra US$ 5,03 uma semana antes”, informou a entidade.

Nos Estados Unidos, a colheita do trigo de inverno atingia 94% da área no dia 17 de agosto, pouco abaixo da média histórica de 95%. Já no caso do trigo de primavera, a colheita alcançava 36% da área, em linha com a média.

Em relação ao comércio exterior, a Ceema destacou que “os embarques de trigo dos EUA, na semana encerrada em 14/08, atingiram 395.240 toneladas”. Com esse volume, o total exportado no atual ano comercial chegou a 4,8 milhões de toneladas, ante 4,64 milhões no mesmo período do ciclo anterior.

Na Argentina, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) reduziu a estimativa de produção para 19 milhões de toneladas em seu relatório de agosto. Ainda assim, de acordo com a Ceema, “o mercado local continua estimando uma colheita acima de 20 milhões de toneladas”.





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Floração do pêssego avança com risco de geadas



Frio intenso acumulou 704 horas abaixo de 7,2 °C no RS




Foto: Pixabay

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na última quinta-feira (21), o cultivo de pêssego segue em diferentes estágios nas regiões produtoras do Rio Grande do Sul. Em Caxias do Sul, a poda está praticamente concluída. “Nos pomares das variedades mais precoces, as plantas estão encerrando o florescimento e já apresentam pequenos frutos. As variedades médias e tardias iniciam ou estão em plena floração, provavelmente influenciada pelo número de horas frio”, informou a entidade.

A Emater/RS-Ascar destacou que, em algumas localidades, fatores climáticos têm antecipado a floração até mesmo de cultivares intermediárias. “Esse cenário causa apreensão nos persicultores pela possibilidade de geadas tardias”, registrou o informativo. Para reduzir riscos, seguem os tratamentos preventivos contra antracnose e podridões.

Na região de Pelotas, a cultura permanece em plena floração. “As principais cultivares apresentam excelente aspecto sanitário e expectativa de produção”, apontou a Emater/RS-Ascar. Segundo a publicação, a poda de inverno está em fase final e a primeira adubação já foi iniciada. A entidade ressaltou ainda que o frio intenso acumulou 704 horas de temperaturas iguais ou inferiores a 7,2 °C, valor que já alcança a média histórica registrada pela Estação Meteorológica da Embrapa Clima Temperado, na unidade da Cascata. Diante das baixas temperaturas registradas e previstas, muitos produtores recorreram ao uso de fumaça para proteger os pomares contra geadas, sobretudo em áreas mais baixas e suscetíveis.





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exportações devem tomar força a partir de outubro



Exportações soja somaram 12,3 milhões de toneladas em julho




Foto: Canva

Segundo o relatório de agosto sobre o mercado de grãos e oleaginosas, o Brazilian G&O Monthly Update, elaborado pela analista Marcela Marini, do Rabobank, os preços do milho ao produtor registraram avanço de 1% em relação a julho e estão 3% acima dos níveis de agosto de 2024.

O documento destaca ainda que, em julho de 2025, as exportações brasileiras de soja somaram 12,3 milhões de toneladas, volume 9% inferior ao mês anterior. No acumulado do ano, entretanto, o total embarcado permanece 2% acima do registrado no mesmo período do ano passado. “Apesar das tensões comerciais entre Estados Unidos e China e da safra recorde no Brasil, o crescimento das exportações em 2025 permaneceu modesto”, observou o relatório.

No mesmo mês, as exportações de milho alcançaram 2,4 milhões de toneladas, o que representa alta de 559% em relação a junho. Ainda assim, o acumulado do ano está 25% abaixo do nível de 2024. A expectativa, segundo o estudo, é de que os embarques se intensifiquem a partir de meados de outubro. Para a temporada 2024/25, o RaboResearch projeta safra recorde de 139 milhões de toneladas de milho no Brasil.





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Comissão aprova projeto que isenta produtor rural de culpa por incêndio vizinho



Projeto isenta produtores de culpa por incêndios em fazendas vizinhas


Foto: Pexels

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 3872/24, que isenta de responsabilidade o proprietário rural que não tiver contribuído, direta ou indiretamente, para queimada ou incêndio florestal iniciados em propriedade vizinha.

Se virar lei, o proprietário não poderá sofrer sanções aplicadas por órgãos ambientais nesses casos. O relator, deputado Ricardo Salles (Novo-SP), recomendou a aprovação da proposta de autoria do deputado Lucio Mosquini (MDB-RO).

Segundo Salles, a medida visa garantir maior segurança jurídica ao produtor rural. “Atualmente, inúmeros proprietários rurais têm sido penalizados administrativamente por incêndios originados em propriedades vizinhas, mesmo sem terem concorrido para o sinistro”, disse.

Próximos passos

O projeto será analisado agora pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), em caráter conclusivo. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

 





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Dólar firme e forte demanda internacional sustentam preços da soja


O mercado da soja atravessou a última semana com sinais de recuperação e sustentação nos preços, tanto no cenário internacional quanto no brasileiro. Em Chicago, o contrato de setembro/25 valorizou 1,34%, fechando a 10,36 US$/bushel, movimento impulsionado pelo aumento da percepção de risco climático nos Estados Unidos, onde a previsão de tempo mais seco e quente elevou o sentimento altista dos investidores.

De acordo com análise da Grão Direto, no Brasil, o suporte aos preços veio principalmente da combinação entre a valorização do dólar e a firmeza dos prêmios de exportação. A demanda internacional segue aquecida, garantindo bons níveis de competitividade para o grão brasileiro. A ANEC, inclusive, revisou para cima as projeções de embarques de agosto, que podem atingir 9,38 milhões de toneladas, número bastante superior ao mesmo período de 2024.

Enquanto o Brasil mantém protagonismo nas exportações, os dados de vendas semanais do USDA já indicam uma transição de foco para a safra norte-americana 2025/26. Esse movimento sinaliza que a janela de dominância brasileira tende a se encurtar à medida que os EUA avançam com a colheita, pressionando os diferenciais pagos pelo grão nacional.

Os próximos dias prometem volatilidade. Em Chicago, o clima no Meio-Oeste americano será o fator determinante, já que a região entra na fase crítica de enchimento dos grãos. Caso se confirme um padrão mais seco, os preços podem ganhar novo fôlego. Por outro lado, o retorno de chuvas pode retirar rapidamente o prêmio de risco embutido nas cotações.

No Brasil, o produtor deve aproveitar o momento favorável, já que a demanda chinesa — pilar da sustentação de preços — em breve terá a alternativa da safra norte-americana. A recomendação é atenção aos mapas climáticos e ao ritmo de vendas da nova safra nos EUA, pois essas variáveis podem impactar diretamente a competitividade do produto brasileiro.

A agenda da semana traz ainda o relatório de Acompanhamento de Safras do USDA, que pode refletir eventuais impactos do clima seco, além do relatório de Vendas Semanais para Exportação, fundamental para medir a força da demanda pela nova safra americana.

 





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Cotações do boi gordo seguem estáveis em São Paulo



Frango recua 3,1% no mercado atacadista




Foto: Canva

De acordo com análise divulgada na segunda-feira (25) pelo informativo Tem Boi na Linha, da Scot Consultoria, as cotações do boi gordo permaneceram estáveis em São Paulo. A consultoria destacou que “com muitos compradores fora dos negócios e as escalas preenchidas, a cotação não mudou em relação à sexta-feira”. As escalas de abate no estado atendem, em média, a nove dias.

No Rio Grande do Sul, o mercado apresentou cenário semelhante. “Com o mercado bem ofertado e as escalas preenchidas, o ritmo das negociações está lento. Assim, as cotações não mudaram nas regiões de Pelotas e Oeste”, informou o levantamento. Em Alagoas, o mercado local também não registrou variações.

No atacado de carne com osso, houve reação nas cotações. A carcaça casada do boi capão registrou alta de 0,7%, equivalente a R$ 0,15 por quilo, enquanto o boi inteiro apresentou valorização de 1,3% ou R$ 0,25 por quilo. Entre as fêmeas, a alta foi de 1,3% ou R$ 0,25 por quilo.

Já no mercado de carnes alternativas, o frango médio teve queda de 3,1%, o que representa recuo de R$ 0,20 por quilo. Em contrapartida, o suíno especial apresentou valorização de 1,5%, com alta de R$ 0,20 por quilo.





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