quarta-feira, março 18, 2026

Política & Agro

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Safra 2025/2026 de milho deve crescer 9,45% no Rio Grande do Sul


De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (4), a área plantada de milho no Rio Grande do Sul deve atingir 785.030 hectares na safra 2025/2026. A produtividade tende a permanecer praticamente estável, estimada em 7.376 quilos por hectare, com variação de -0,03% em relação ao ciclo anterior. A produção deve alcançar 5.789.995 toneladas, crescimento de 9,45% em relação ao período passado, impulsionado pelo aumento da área cultivada.

Na safra 2024/2025, o milho alcançou produtividade média de 7.378 quilos por hectare, com produção total de 5.290.051 toneladas em uma área de 718.190 hectares, conforme dados do IBGE.

O avanço na nova temporada é atribuído à boa renda por unidade de área obtida no último ciclo, ao apoio de programas estatais, à possibilidade de cultivos sucessivos e à manutenção das cotações acima do ano anterior, mesmo em patamares inferiores aos históricos.

A semeadura apresenta ritmos distintos nas regiões, de acordo com condições de solo, relevo e regime térmico. As chuvas de agosto e início de setembro favoreceram a umidade em grande parte das áreas, garantindo germinação uniforme. Em regiões de maior altitude, o avanço é mais lento devido ao frio residual.

Nas áreas implantadas, as lavouras apresentam estande adequado e baixa incidência de pragas e doenças. Há, contudo, registros localizados da cigarrinha-do-milho, principalmente no Noroeste do Estado, exigindo monitoramento.

As estimativas regionais indicam cenários distintos. Em São Borja, dos 22 mil hectares previstos, 16,5 mil já foram semeados, enquanto em Santa Margarida do Sul as chuvas intensas obrigaram ao replantio de cerca de 150 hectares. Em Caxias do Sul, o cultivo deve atingir 93.020 hectares, com produtividade projetada em 7.546 quilos por hectare. Em Erechim, a projeção é de 39.902 hectares e rendimento médio de 8.745 quilos por hectare.

Em Ijuí, a área estimada é de 87.048 hectares, com produtividade média de 9.350 quilos por hectare. A semeadura já supera 60% da área prevista, embora parte das lavouras ainda esteja em emergência inicial. Em Santa Rosa, maior região produtora, são projetados 137.501 hectares, com rendimento médio de 8.240 quilos por hectare. Há, no entanto, presença inicial da cigarrinha-do-milho em algumas localidades, o que pode demandar controle imediato.

Outras regiões, como Soledade, Lajeado, Passo Fundo, Pelotas, Porto Alegre e Santa Maria, também avançam no plantio, com produtividade variando conforme as condições locais de clima e solo.





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Expointer marca início de nova etapa na parceria entre RS e Itália


Foi inaugurado na última semana o Espaço Itália na Expointer 2024, no Pavilhão Internacional, em Esteio (RS). A iniciativa, promovida pelo Consulado-Geral da Itália em Porto Alegre e pela Câmara de Comércio Italiana do Rio Grande do Sul, tem como objetivo estreitar os laços econômicos, culturais e institucionais entre o estado e o país europeu.

Segundo informações divulgadas pelos organizadores, o evento contou com a presença do governador Eduardo Leite, do cônsul-geral Valerio Caruso e do presidente da Câmara de Comércio Italiana e CEO da Be8, Erasmo Battistella, além de secretários estaduais, empresários e representantes da comunidade ítalo-gaúcha.

Um dos anúncios mais aguardados durante a cerimônia foi a confirmação de uma missão oficial à Itália, prevista para outubro. A comitiva, liderada pelo governador, deverá cumprir agendas em Roma e outras cidades italianas, com encontros na embaixada brasileira, reuniões em ministérios e rodadas de negócios com representantes do setor produtivo. Entre os temas centrais está a criação de um voo direto entre Porto Alegre e Roma ou Milão, medida considerada estratégica para ampliar investimentos, turismo e intercâmbio cultural.

O governador Eduardo Leite destacou que a iniciativa simboliza não apenas a celebração da herança cultural italiana no Rio Grande do Sul, mas também uma oportunidade concreta de ampliar parcerias. “É uma celebração das nossas raízes, mas também um compromisso com o presente e o futuro. Queremos transformar essa relação em novas parcerias, investimentos e desenvolvimento econômico”, afirmou.

O cônsul Valerio Caruso reforçou a importância da iniciativa, lembrando que a ida da comitiva gaúcha à Itália terá forte peso diplomático. “Será recebida como um gesto de amizade e cooperação. Temos muito a ganhar ao aprofundar essa relação bilateral”, destacou.

O estande italiano, com cerca de 100 m², foi projetado como um espaço de negócios e networking. Mais de 20 empresas italianas e ítalo-brasileiras participam da exposição, apresentando inovações nos setores agroindustrial, de mecanização e de serviços. O local também faz parte das comemorações dos 150 anos da imigração italiana no Rio Grande do Sul, a serem celebrados em 2025. Entre os atrativos do espaço está o lançamento do NOVA Espumante Branco Seco Trebbiano Toscano – Edizione Speciale, elaborado pela Vinícola Nova Aliança, escolhido como o rótulo oficial das festividades do sesquicentenário da imigração.





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Norte e Sul terão mais chuva, mas Centro-Sul do Brasil segue em alerta de seca


O agronegócio brasileiro deve se preparar para uma semana marcada por contrastes climáticos que podem impactar diretamente as lavouras em diferentes regiões do país. Enquanto áreas do Norte e do Sul receberão volumes expressivos de chuva, o Centro-Oeste, o Sudeste e boa parte do Nordeste seguirão sob condições de estiagem e baixa umidade relativa do ar, o que exige atenção redobrada dos produtores.

Segundo informações divulgadas pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), as instabilidades devem se concentrar no norte e sudoeste do Amazonas, com previsão de volumes que podem superar 60 mm, chegando a 80 mm no centro-norte do estado. Já no Pará, Tocantins, Amapá e sul de Rondônia, o cenário é oposto, com ausência de chuva ao longo da semana e queda na umidade relativa do ar para índices abaixo de 30%.

Na Região Nordeste, o cenário é de tempo firme na maior parte dos estados, com destaque para a redução da umidade no sul do Maranhão, Piauí e oeste da Bahia. Nessas áreas, os valores podem cair abaixo de 30%, o que eleva o risco de estresse hídrico nas lavouras e de queimadas. Nas áreas litorâneas, as precipitações previstas não devem ultrapassar 10 mm, mantendo condições de pouca relevância para a agricultura.

O Centro-Oeste segue como uma das regiões mais afetadas pela estiagem. A previsão do Inmet aponta ausência de chuva em praticamente todos os estados, acompanhada de baixa umidade relativa do ar, especialmente em Goiás, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. A falta de precipitações pode comprometer a recuperação dos solos e atrasar o planejamento agrícola da próxima safra.

No Sudeste, a situação é semelhante. A maior parte da região deve enfrentar dias de tempo estável, com volumes de chuva restritos ao Espírito Santo e ao leste de Minas Gerais, onde não devem ultrapassar 10 mm. No Triângulo Mineiro e em grande parte do estado de São Paulo, a baixa umidade abaixo de 30% tende a intensificar a preocupação com o armazenamento de água no solo e aumentar os riscos de incêndios em áreas rurais.

Já no Sul do país, a previsão é de volumes mais significativos. No sudoeste do Rio Grande do Sul, os acumulados podem chegar a 100 mm, enquanto em Santa Catarina, especialmente nas regiões Serrana e do Vale do Itajaí, os volumes devem alcançar até 50 mm. Apesar da chuva, o Inmet também destaca baixos índices de umidade no centro-norte do Paraná, o que pode trazer dificuldades para culturas em desenvolvimento.

O excesso de chuva no Norte pode dificultar operações de colheita e transporte, enquanto a estiagem no Centro-Sul pode agravar a necessidade de irrigação e comprometer o preparo do solo para o plantio. No Sul, embora a chuva seja positiva para a reposição hídrica, volumes elevados em áreas pontuais também podem afetar a qualidade de algumas lavouras.

 





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Últimos dias para Submissão de Trabalhos no APSUL América 2025


Pesquisadores, profissionais e estudantes que desejam expor seu trabalho no APSUL América 2025, o maior evento de Agricultura de Precisão e Máquinas Precisas da América Latina, têm apenas até esta quarta-feira, 10 de setembro de 2025, para enviar suas contribuições.

Os trabalhos científicos, casos técnicos ou relatos de experiência aprovados serão publicados no e-book oficial da 7ª edição do APSUL América e poderão ser expostos em formato de banner físico durante o evento, que acontece nos dias 23 e 24 de setembro de 2025, no Parque da Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque/RS.

Esta é a última oportunidade de participar ativamente deste evento que reúne as principais inovações e discussões sobre o futuro do agronegócio, conectando pesquisadores, empresários, produtores e grandes lideranças do setor de diferentes países.


Como Submeter o Trabalho?

Prazo final: 10 de setembro de 2025.

Como fazer:

Acesse o site oficial do evento: www.apsulamerica.com.br

Baixe o modelo correspondente ao seu tipo de trabalho:

Trabalho Científico.

Caso Técnico / Relato de Experiência.

Preencha rigorosamente o conteúdo dentro do modelo indicado, seguindo as normas de formatação.

Envie o arquivo pelo formulário disponível na página até o prazo final.

Importante:

Não há limite de submissões por autor.

Cada trabalho pode ter até 8 autores.

Participar é Fazer Parte da História do Agro Moderno

Além de compor o e-book oficial do APSUL América, que será distribuído a um público estratégico formado por pesquisadores, produtores e empresas do setor, os trabalhos aprovados terão a chance de serem expostos no evento em formato de banner físico, com alta visibilidade.

Especificações para a Exposição de Banners:

Modelo disponível no site: Desde 1º de julho de 2025.

Dimensões obrigatórias: 90 cm de largura x 120 cm de altura.

Apresentação: O banner deve ser levado impresso pelos autores, com bastão e cordas para fixação, e será montado no espaço de exposição no primeiro dia do evento (23 de setembro, pela manhã).

Por que Submeter seu Trabalho?

– Publicação no e-book oficial: Destaque científico e técnico em um material distribuído a líderes, instituições e empresas renomadas no setor agropecuário.

– Exposição no maior evento de Agricultura de Precisão da América Latina: Mostre seu trabalho a um público qualificado de mais de 60 painelistas e moderadores, empresários, produtores e pesquisadores.

– Conexão com grandes temas do setor: As submissões aceitas estarão alinhadas às categorias principais do evento, conectadas às demandas atuais e futuras do agro.

– Certificação: Receba reconhecimento e destaque com a certificação de participação no evento e no e-book.

Sobre o APSUL América 2025

O APSUL América – Congresso Sul-Americano de Agricultura de Precisão e Máquinas Precisas – é o ponto de encontro entre tecnologia, sustentabilidade e inovação.Neste ano, o evento traz o tema “AGRICULTURA 4.0: INOVAÇÃO DIANTE DOS DESAFIOS CLIMÁTICOS, ECONÔMICOS E SOCIAIS”, com mais de 60 painelistas de 4 países (Brasil, Holanda, Argentina e Estados Unidos), além de minicursos gratuitos, demonstrações de drones e máquinas, e painéis com grandes nomes do setor. O evento será realizado no Parque da Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque/RS, nos dias 23 e 24 de setembro de 2025.

 





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Clima favorece oferta de pastagens


De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (4), os campos nativos e as pastagens perenes de verão tiveram maior oferta e qualidade, impulsionados por radiação solar, temperaturas elevadas e umidade adequada. “As condições permitiram maior carga de pastelaria e melhor eficiência”, destacou a publicação.

Nos campos melhorados com azevém, o manejo elevou a qualidade da forragem, permitindo loteações mais intensas. Já as demais espécies perenes de verão ainda não são aptas ao pastel. Em áreas baixas, o excesso de chuva manteve o solo encharcado. As pastagens de aveia, em fase avançada de ciclo e formação de sementes, não adquiriram mais ganho de peso animal. Nas áreas de integração laboral-pecuária, a oferta de forragem completa, e os produtores planejam liberar o solo para formação de palha. Também foram registrados plantios de milho para silagem e de pastagens anuais de verão, aproveitando a boa umidade do solo.

Na região administrativa de Bagé, o azevém apresentou boa qualidade e oferta de folhas, apoiando maior loteação. As espécies perenes, como tifton, panicuns, braquiárias e capim-elefante, reiniciaram o rebrote, ainda sem condições para pastejo. Em São Borja, iniciou-se o preparo do solo para implantação das pastagens anuais de verão, enquanto em São Gabriel os produtores buscam sementes de capim-sudão para garantir a implantação antecipada.

Em Erechim, as temperaturas elevadas, maior luminosidade e redução da umidade favoreceram o desenvolvimento das pastagens de inverno e o rebrote das de verão. O azevém de ciclo mais tardio contribuiu para maior oferta de matéria verde. Em Frederico Westphalen, as condições climáticas mantiveram a qualidade das forrageiras e prolongaram o tempo de pastejo.

Na região de Ijuí, as forrageiras anuais de inverno alcançaram o pico vegetativo, elevando a disponibilidade de massa verde. O azevém avançou em qualidade, e o trigo pastoreio apresentou bom desempenho. Em Passo Fundo, o azevém manteve boa qualidade, enquanto a aveia apresentou redução no crescimento, mas ainda permite pastejo.

Em Pelotas e Pinheiro Machado, as condições de luminosidade e temperatura favoreceram o rebrote das pastagens nativas e cultivadas, embora o déficit hídrico anterior às chuvas tenha limitado a recuperação em algumas áreas. Já em Santa Maria, a maior incidência de sol promoveu crescimento vigoroso e acúmulo de biomassa, apesar de problemas de pisoteio em baixadas encharcadas.

Em Santa Rosa, a oferta de pastagem foi garantida de forma satisfatória em quantidade e qualidade, especialmente nas áreas de aveia, azevém e campo nativo. Na região de Soledade, o azevém manteve desempenho adequado, enquanto espécies perenes como tiftons e Kurumi iniciaram rebrote em resposta ao aumento das temperaturas e da radiação solar.





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Mercado do boi gordo inicia semana em queda



Consumo aumenta, mas atacado reage pouco



Foto: Pixabay

O mercado do boi gordo iniciou a semana em queda no Estado de São Paulo. Com a oferta elevada e escalas de abate alongadas em parte das indústrias frigoríficas, os preços do boi gordo e do chamado “boi China” recuaram R$ 3,00 por arroba. “Apesar de uma melhora no escoamento de carne, o movimento ainda não foi suficiente para sustentar o mercado”, informou o levantamento. As escalas de abate, em média, atenderam a 13 dias.

Na região Sudeste de Rondônia, a oferta mais restrita não alterou as cotações, que permaneceram estáveis, com escalas de abate estimadas em nove dias. Situação semelhante foi observada no Acre, onde também não houve variação diária nos preços.

No mercado atacadista de carne com osso, o consumo ganhou impulso no fim da semana passada, reflexo do recebimento de salários pela população. O movimento elevou a demanda por reposição de estoques, mas as cotações registraram pouca reação. A carcaça casada do boi capão foi a exceção, com alta de 0,7%, ou R$ 0,15 por quilo. Para as demais categorias, não houve alterações.

Entre as carnes alternativas, o frango médio apresentou avanço expressivo de 9,4%, o equivalente a R$ 0,60 por quilo, após um período de estabilidade. Já o suíno especial manteve preços inalterados.





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Presença de abelhas eleva polinização da canola


De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (4), as lavouras de canola no Rio Grande do Sul registram bom desenvolvimento, impulsionadas por dias ensolarados e temperaturas em elevação no final de agosto. “A radiação solar tem estimulado a polinização natural, intensificada pela presença de abelhas, fator que pode contribuir para o incremento da produtividade”, apontou o boletim.

Atualmente, a cultura está em pleno estádio reprodutivo, com áreas em floração, formação de síliquas e enchimento de grãos. A sanidade é considerada satisfatória, embora haja registros pontuais de pragas e doenças. Entre elas, destaca-se a traça-das-crucíferas (Plutella xylostella), identificada em diversas regiões.

A Emater/RS-Ascar projeta área cultivada de 203.206 hectares e produtividade média de 1.737 quilos por hectare.

Na região administrativa de Bagé, na Campanha, o início da floração coincidiu com temperaturas mais elevadas e radiação solar intensa, condições que favoreceram a fecundação. Na Fronteira Oeste, especialmente em São Borja, 55% das áreas estão em floração e 45% em enchimento de grãos. A disponibilidade de umidade no solo e a luminosidade têm contribuído para a formação adequada das síliquas.

Em Frederico Westphalen, 55% das lavouras estão em florescimento e 45% em enchimento de grãos, com bom estado fitossanitário e baixa ocorrência de pragas. Em Ijuí, 50% das áreas estão em floração, 48% em formação de síliquas e 2% em maturação. A presença da traça-das-crucíferas motivou a recomendação de inseticidas fisiológicos para preservar os polinizadores.

Na região de Santa Rosa, a distribuição dos estádios fenológicos mostra 3% das áreas em desenvolvimento vegetativo, 49% em florescimento, 43% em enchimento de grãos, 4% em maturação e 1% já colhido. Segundo o boletim, a floração ativa na parte superior das plantas e a formação de síliquas nas inferiores indicam bom potencial produtivo.

Em Soledade, 70% das lavouras estão em florescimento, 25% em enchimento de grãos e 5% em estágio vegetativo. As temperaturas entre 15 °C e 23 °C, aliadas à radiação solar, favoreceram o crescimento, e a cultura apresenta boa sanidade, com monitoramento contínuo e aplicações pontuais de fungicidas.





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Lista de setembro do Pronaf inclui 10 novos produtos



Alho, banana e feijão estão entre produtos com desconto



Foto: Pixabay

O Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar (PGPAF) divulgou a lista de produtos contemplados com descontos no Pronaf para o mês de setembro. A medida beneficia agricultores familiares de diversas regiões do país, com reduções nas parcelas de financiamento quando os preços de mercado ficam abaixo dos valores de garantia estabelecidos para cada cultura.

A portaria publicada nesta segunda-feira (8), no Diário Oficial da União, inclui produtos como alho (MG e GO), banana (PE), borracha (SP), cana-de-açúcar (RJ), cebola (BA e DF), feijão (RJ), feijão-caupi (PI), laranja (BA e RS), raiz de mandioca (RJ) e trigo (GO e PR). Produtos como batata-doce, arroz (TO), banana (TO, SC e GO), cana-de-açúcar (MA) e mel de abelha (PI e RS) deixaram de ser contemplados neste mês.

Entre os maiores percentuais de desconto estão o cará/inhame no Paraná (59,52%), feijão-caupi em Mato Grosso (54,15%), raiz de mandioca no Rio de Janeiro (52,12%) e cebola em São Paulo (46,88%). Outros percentuais significativos incluem batata no Distrito Federal (40,87%) e feijão em estados do Sul do país.

Os percentuais são calculados a partir da diferença entre os preços médios de mercado e os valores de garantia definidos para cada cultura. O período de validade das condições vai de 10 de setembro a 9 de outubro de 2025, conforme a Portaria SAF/MDA nº 347, de 5 de setembro de 2025.





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Volume embarcado de carne de frango recua 13,7% e receita cai 17% em julho/25


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A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) reportou que o volume exportado de carne de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas alcançou 375.982,6 mil toneladas até a quinta semana de julho/25. No ano passado, o volume exportado em julho alcançou 435.658,3 mil toneladas em 23 dias úteis em 2024.

A média diária até a quinta semana de julho/25 ficou em 16,3 mil toneladas, sendo que isso representa uma queda de 13,7% frente à média diária exportada do ano anterior, que ficou em 18,9 mil toneladas.

As exportações de frango ainda seguem sendo impactadas com a suspensão das importações por alguns países diante do primeiro foco de gripe aviária em granja comercial no Brasil, na cidade de Montenegro/RS. De acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), os paises que seguem com suspensão total das exportações de carne de aves do Brasil são:Canadá, Chile, China, Macedônia do Norte, Malásia, Paquistão, Timor-Leste e União Europeia.

O preço pago pelo produto na quinta semana de julho ficou em US$ 1.817,1 por tonelada, isso representa um recuo de 3,9% se comparado com os valores praticados em julho do ano anterior, que estavam próximos de US$ 1.890,1 por tonelada. 
 

No faturamento, a receita obtida até a quinta semana de julho ficou em US$ 683.205,2 mil por tonelada, enquanto em julho do ano anterior o valor ficou em 823.425,8 mil toneladas.

Já a média diária do faturamento está próxima de US$ 29.704,6 mil toneladas e teve uma baixa de 17,00% frente a média diária observada em julho do ano anterior, que ficou em US$ 35.801,1 mil toneladas.  

 





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Produtores priorizam controle preventivo na cevada



Cevada mantém uniformidade no desenvolvimento no RS



Foto: Canva

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (4), a cultura da cevada apresenta desenvolvimento uniforme no Rio Grande do Sul. Predomina o estádio vegetativo, enquanto o florescimento avança em áreas mais adiantadas.

Segundo o boletim, as condições climáticas de agosto favoreceram o crescimento e mantêm boas expectativas de produtividade. “O manejo fitossanitário foi priorizado no período, com foco no controle preventivo de doenças foliares, a fim de evitar perdas de qualidade e a consequente desclassificação dos grãos destinados à malteação pela indústria cervejeira”, destacou a Emater/RS-Ascar.

Na região de Erechim, mesmo com a redução da área cultivada em relação a 2024, a expectativa de produtividade segue elevada. As lavouras estão em estádio vegetativo e apresentam projeção de rendimento superior a 3.600 quilos por hectare.

Em Ijuí, 90% das áreas estão em final de estádio vegetativo e 10% em floração. O boletim aponta que o potencial produtivo é elevado, com uniformidade no estande de plantas e manejo nutricional considerado adequado. Até o momento, não houve registros significativos de doenças ou pragas.





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