sábado, março 21, 2026

Política & Agro

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Embrapa Gado de Leite tem novo chefe-geral



Bellini assume chefia com foco em inovação




Foto: Divulgação

José Luiz Bellini é o novo chefe-geral da Embrapa Gado de Leite. Bellini substitui Denis Teixeira Rocha que ocupou o cargo no último ano. Analista da Embrapa há 35 anos, Bellini é engenheiro civil com mestrado em administração pública pela Fundação Getúlio Vargas e doutorado em economia aplicada pela Oklahoma State University. A transmissão de cargo ocorreu em cerimônia interna nesta sexta-feira (01/08) na sede da instituição, em Juiz de Fora/MG.

Uma das prioridades do novo chefe-geral é direcionar esforços para a pesquisa aplicada. A estratégia de sua gestão é mobilizar as instituições do Sistema Nacional de Pesquisa Agropecuária (SNPA), incluindo as Unidades da Embrapa, Institutos de Ciência e Tecnologias e demais parceiros, para estabelecer uma carteira prioritária de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) para os próximos dez anos.

Segundo Bellini, para conduzir essa atividade, será instituído o Fórum Nacional do Leite cujo objetivo é definir os desafios mais prementes do setor. A proposta do gestor prevê a criação da Rede Leite, um consórcio de instituições com interesse em corresponsabilidade no desenvolvimento de soluções apropriáveis e prioritárias estabelecidas no Fórum do Leite, e o Funleite, para captar recursos destinados à inovação na cadeia produtiva do leite.

Na gestão de Transferência de Tecnologias (TT), Bellini pretende ampliar as parcerias com o Sistema Ater, indústrias laticinistas e cooperativas. “Por meio dessas parcerias iremos capacitar técnicos e produtores, atendendo as principais bacias produtoras do país, além de identificar questões relevantes de PD&I”, diz. A TT contemplará um programa de capacitação técnica em sistemas de produção de precisão gerando mão-de-obra qualificada para atividade. Também consta de sua proposta de gestão a negociação e implementação de programa de desenvolvimento territorial, com o apoio do Sistema S, para territórios vocacionados para o leite. “Mobilizar os agentes públicos e privados, da academia e do setor produtivo, é questão fundamental para uma proposta robusta de desenvolvimento da cadeia produtiva do leite”, afirma Bellini.





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Soja brasileira ganha espaço com ausência dos Estados Unidos no mercado chinês


Os preços da soja no Brasil continuam sustentados por prêmios firmes no mercado internacional, segundo análise da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema), referente ao período de 25 a 31 de julho. A entidade destacou que a atual valorização se deve à redução da presença dos Estados Unidos no mercado chinês, o que abre espaço para o produto brasileiro e sustenta os valores pagos ao produtor no país.

“O câmbio voltou a se aproximar de R$ 5,60 por dólar, dentro do contexto das tensões comerciais com os EUA, o que ajuda a segurar os preços da oleaginosa”, afirma o boletim da Ceema. No Rio Grande do Sul, os preços giraram em torno de R$ 121,00 por saca nas principais praças, com média local de R$ 124,64. No restante do país, os valores oscilaram entre R$ 111,00 e R$ 122,00 por saca. A Ceema observa que, em um cenário de normalidade comercial, o preço médio no estado estaria por volta de R$ 110,00, ou seja, R$ 14,64 abaixo do valor atual.

Em outro destaque do relatório, a Ceema apontou uma movimentação atípica no mercado internacional. A Índia adquiriu 150 mil toneladas de óleo de soja da China, um volume considerado raro, dada a tradicional preferência indiana por óleo de palma e outras fontes. A decisão se deu pelo excesso de oferta do produto no mercado chinês, que passou a ser vendido com desconto entre US$ 15,00 e US$ 20,00 por tonelada em relação aos preços do Brasil e da Argentina. Segundo o boletim, “as moageiras chinesas compraram muita soja enquanto a demanda interna freou”, o que resultou também em excedente de farelo.

A Ceema acrescenta que, para a Índia, a compra do produto chinês reduz custos logísticos. Enquanto os embarques da América do Sul demoram mais de seis semanas para chegar ao país asiático, os da China levam entre duas e três semanas.

Apesar da sustentação dos preços no mercado doméstico, o relatório indica que os valores atuais ainda estão, em boa parte do Brasil, abaixo dos praticados no mesmo período de 2024. Naquele ano, a média gaúcha no fim de julho era de R$ 122,78 por saca, e nas principais praças, o valor chegava a R$ 124,00. No restante do país, os preços oscilavam entre R$ 118,00 e R$ 128,00 por saca.





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Brasil calcula o real impacto das novas tarifas dos EUA


O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) informou, por meio de nota divulgada nesta quinta-feira (31), que aproximadamente 44,6% das exportações brasileiras para os Estados Unidos ficaram de fora da tarifa adicional de 50%, aplicada unilateralmente pelo governo norte-americano por meio de ordem executiva assinada na quarta-feira (30). A lista publicada pela Casa Branca inclui cerca de 700 produtos excluídos da medida, como aviões, celulose, suco de laranja, petróleo e minério de Ferro.

De acordo com levantamento preliminar da Secretaria de Comércio Exterior (Secex/MDIC), a nova tarifa atingirá 35,9% das exportações brasileiras destinadas aos EUA, o que corresponde a US$ 14,5 bilhões em 2024. Já os produtos excluídos da cobertura da ordem executiva representam 44,6% do total exportado, o equivalente a US$ 18 bilhões no mesmo período.

Além disso, 19,5% das exportações brasileiras estão sujeitas a tarifas específicas, aplicadas a todos os países com base em critérios de segurança nacional, como as previstas na Seção 232. Esses produtos, que somaram US$ 7,9 bilhões em 2024, não serão impactados pela nova medida. Entre eles estão autopeças, que já são taxadas em 25%, independentemente da origem.

O MDIC afirmou que, de modo geral, “a maior parte das exportações brasileiras, representando 64,1%, continua concorrendo com produtos de outras origens no mercado americano em condições semelhantes”. Segundo a pasta, mercadorias em trânsito não serão afetadas pelas tarifas adicionais. A decisão assinada no dia 30 de julho isenta da nova cobrança os embarques realizados no Brasil até sete dias após a data da ordem executiva, desde que cumpram os requisitos estabelecidos.

 





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Exportações de café batem recorde no ano-cafeeiro de 2024


O volume de exportações dos cafés do Brasil alcançou um recorde no ano-cafeeiro de 2024, totalizando 46,1 milhões de sacas de 60 quilos, de acordo com dados do Sumário Executivo do Café, analisados pelo Consórcio Pesquisa Café. O número representa um crescimento de 30,6% em relação ao total exportado em 2023, quando foram vendidas 35,3 milhões de sacas ao mercado externo.

Segundo o relatório, os Estados Unidos lideraram as importações, sendo responsáveis por 16,5% das compras, o equivalente a 7,6 milhões de sacas. O volume exportado ao mercado norte-americano representa um aumento de 40,7% em comparação com 2023, quando o país adquiriu 5,4 milhões de sacas. “Os Estados Unidos foram o maior destino do café brasileiro, consolidando sua posição no topo do ranking dos importadores em 2024”, destacou o Consórcio Pesquisa Café.

Em seguida, a Alemanha aparece na segunda posição, com 7,3 milhões de sacas importadas, o que corresponde a 15,8% das exportações. A Bélgica registrou crescimento expressivo de 100% em relação a 2023 e adquiriu 4,4 milhões de sacas, o equivalente a 9,5% do total exportado. A Itália comprou 3,9 milhões de sacas, respondendo por 8,5% das vendas brasileiras, enquanto o Japão ocupou a quinta posição, com 2,3 milhões de sacas importadas, representando 5% das exportações.

As compras de outros países como Espanha, Turquia, Holanda, Rússia, Reino Unido, Coreia do Sul, Canadá, Suécia, França e Colômbia completaram o volume exportado em 2024, conforme indicado no Sumário Executivo.





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Pasto nativo tem queda na qualidade nutricional


O Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (31) apontou que as pastagens no Rio Grande do Sul seguem em recuperação parcial, com desempenho variado conforme a região e o tipo de forragem cultivada. A entidade informou que “nos campos nativos, houve redução da oferta de volumosos e perda de qualidade em razão do excesso de fibra e do baixo valor nutricional”. Por outro lado, áreas de campo nativo melhorado apresentam desenvolvimento suficiente para o pastejo.

Nas pastagens cultivadas, a semeadura tardia e as condições climáticas limitaram a oferta de forragem. No entanto, o avanço das temperaturas, maior luminosidade e o retorno da umidade ao solo vêm favorecendo gradualmente o crescimento das espécies de inverno, o que tem proporcionado melhor aproveitamento para os rebanhos.

Na região administrativa de Bagé, a Emater/RS-Ascar relatou que “as áreas de integração lavoura-pecuária foram utilizadas para pastejo em função de sua recuperação, favorecida pelas condições climáticas”. Em Caxias do Sul, o bom desenvolvimento das forrageiras permitiu o uso das áreas de trigo, aveia e azevém para alimentação dos animais.

Erechim também apresentou condições positivas. Conforme o boletim, “a umidade do solo e a maior incidência de luz solar beneficiaram o crescimento e a rebrota das pastagens hibernais”, resultando em melhor oferta de massa verde e lotação adequada nos piquetes.

Na região de Frederico Westphalen, as pastagens de inverno responderam bem à adubação química e ao uso de resíduos orgânicos, o que estimulou a rebrota. Já em Ijuí, o aumento da luminosidade e da temperatura impulsionou o crescimento das forrageiras anuais. Apesar das precipitações a partir de 23 de julho terem prejudicado a produção de feno e pré-secado, a rebrota foi favorecida pela retirada dos rebanhos das áreas mais degradadas.

Em Passo Fundo, a recuperação das pastagens foi descrita como gradual, embora limitada. As áreas destinadas à silagem de trigo e cevada seguem em desenvolvimento, com o trigo de duplo propósito ainda sendo utilizado para pastejo. Em Pelotas, os 89 milímetros de chuva acumulada e os dias ensolarados favoreceram a adubação e o rebrote das pastagens nativas, mas nas áreas cultivadas a oferta ainda é restrita.

Porto Alegre também registrou crescimento nas pastagens de inverno devido ao clima mais favorável, embora o campo nativo ainda não tenha apresentado recuperação significativa. Em Santa Maria, o crescimento das forrageiras avançou de forma lenta, com maior comprometimento nas áreas onde houve sobrepastejo ou falhas no manejo da lotação.

A região de Santa Rosa teve benefício direto da umidade do solo, com as áreas de trigo, aveia e azevém proporcionando bom suporte nutricional ao manejo animal. Em Soledade, a melhora na oferta das pastagens de inverno foi limitada pelo frio e umidade. A rebrota das áreas de aveia foi prejudicada pelo pastejo intenso, e o azevém ainda não alcançou o ponto ideal para uso.





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Mercado lácteo goiano tem leve queda em julho



Preço do leite UHT sobe, mas cesta láctea recua




Foto: Pixabay

O Boletim de Mercado do Setor Lácteo Goiano referente ao mês de julho foi divulgado nesta quinta-feira (1º/8) no site da Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa). O documento, elaborado pela Câmara Técnica e de Conciliação da Cadeia Láctea de Goiás, aponta oscilações distintas nos preços dos derivados de leite, após dois meses consecutivos de recuo generalizado.

Entre os produtos analisados, o leite UHT integral registrou o maior aumento, com valorização de 1,57% no mês. Na sequência, o queijo muçarela teve alta de 0,48%. A Câmara Técnica considera que “a elevação nesses itens sinaliza uma possível reversão de tendência e reforça a importância do monitoramento regular”.

Por outro lado, produtos como o leite em pó integral, leite condensado e creme a granel apresentaram retrações de 3,92%, 1,27% e 7,77%, respectivamente. A variação geral da cesta foi negativa em 1,05% em comparação ao mês anterior, dentro de um contexto descrito como de transição no mercado.





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Colheita em agosto revelará danos no trigo no Paraná



Deral estima produção menor após geadas




Foto: Divulgação

O Boletim de Conjuntura Agropecuária divulgado na quinta-feira (31) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), atualizou as projeções para a safra de trigo no Paraná. A estimativa de julho aponta uma área semeada de 833 mil hectares e uma produção esperada de 2,6 milhões de toneladas.

O Deral informou que “esse volume representa um reajuste em relação aos 2,7 milhões de toneladas previstos em junho”. A queda se deve, em parte, à revisão da área cultivada e, principalmente, aos efeitos da geada registrada no dia 25 de junho. De acordo com os analistas, a região Norte foi a mais impactada e pode registrar uma perda de 84 mil toneladas frente ao potencial de 880 mil toneladas. Os técnicos do Deral destacaram que “outras regiões também foram atingidas pontualmente, especialmente no caso de lavouras plantadas fora do zoneamento”.

A entidade observa que os números ainda estão sujeitos a alterações, uma vez que há incerteza sobre a extensão dos danos causados às plantas. “As primeiras áreas prejudicadas pelas geadas serão colhidas em meados de agosto, momento em que se terá maior clareza sobre os prejuízos”, indicou o boletim.

Apesar do novo período de frio registrado nesta semana, o Deral afirmou que não são esperados danos adicionais à cultura do trigo. “As temperaturas negativas foram registradas apenas na região de lavouras mais tardias”, avaliou a equipe técnica. Além disso, as chuvas que acompanharam a frente fria contribuíram para amenizar o déficit hídrico, interrompendo uma sequência de mais de 20 dias sem precipitações em alguns municípios.





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Mercado do boi gordo inicia agosto com cotações estáveis



Preço das fêmeas registram quedas no Acre




Foto: Canva

O primeiro dia de agosto foi marcado por estabilidade nas cotações do boi gordo em diversas regiões do país, conforme análise publicada nesta sexta-feira (1) no informativo “Tem Boi na Linha”, da Scot Consultoria. O levantamento apontou que tanto compradores quanto vendedores mantiveram postura retraída no início do mês, o que contribuiu para a manutenção dos preços.

Em São Paulo, os valores permaneceram inalterados em todas as categorias de bovinos. A consultoria informou que “as escalas de abate atendiam, em média, a sete dias”.

No Acre, o mercado apresentou queda de R$ 5,00 por arroba nas cotações das fêmeas. Para o boi gordo, entretanto, os preços seguiram estáveis. Não houve referência de negociação para o chamado “boi China” no estado.

Na região Noroeste do Paraná, também foi observada estabilidade nos preços. As escalas de abate, segundo a consultoria, “atendiam, em média, a sete dias”. Situação semelhante foi registrada em Alagoas, onde as cotações se mantiveram sem alterações. Assim como no Acre, não houve referência para o “boi China”.

A Scot Consultoria também destacou os dados da liquidação do contrato futuro do boi gordo com vencimento em julho de 2025 (código BGIN25), encerrado no último dia útil de julho (31/7). Segundo o indicador da B3, a cotação da arroba ficou em R$ 293,54. O indicador do Cepea apontou o valor de R$ 293,50 por arroba, enquanto o da própria Scot Consultoria foi de R$ 294,45.





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Ministério da Agricultura e Pecuária publica portaria que define o preço mínimo do algodão


O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou, na manhã desta quarta-feira, 09/07, no Diário Oficial da União, a portaria que define os preços mínimos do algodão para a safra 2025/2026.

Contrariando as expectativas do setor algodoeiro, os valores divulgados permaneceram inalterados em relação à safra anterior, mantendo-se em R$ 114,58 por arroba da pluma. Também não houve alteração nos preços do algodão em caroço (R$ 45,83 por arroba) e do caroço de algodão (R$ 6,73 por arroba).

Abrapa e Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Algodão e Derivados

Em carta enviada ao ministro Carlos Fávaro, do Mapa, o presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) e da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Algodão e Derivados, Gustavo Piccoli, sugeriu o reajuste do preço mínimo da pluma para R$ 125,00 por arroba, um aumento de apenas 9,1% em relação ao valor atual.

A justificativa apresentada por Piccoli levou em conta, entre outros fatores, o aumento dos custos com insumos agrícolas, como fertilizantes, além do preço dos combustíveis. No entanto, o pleito não foi atendido pela área econômica do governo federal.

Na carta, Piccoli também apontou que a elevação do salário-mínimo, o aumento no custo da energia elétrica e a desvalorização do real contribuíram significativamente para o encarecimento da produção algodoeira.

“A atual conjuntura global levou à queda nos preços do algodão e ao retorno da alta nos preços de matérias-primas essenciais à produção nacional. O reflexo tem sido sentido pelos produtores na elevação dos custos de produção, o que exige mais capital para o financiamento da safra e amplia o risco da atividade”, justificou o presidente.

Cenário econômico para o produtor

No mercado interno, o aumento dos juros nas linhas de crédito do Plano Safra 2025/2026 limita o acesso dos produtores à modernização de equipamentos, à expansão de áreas irrigadas e à adoção de inovações tecnológicas — aspectos fundamentais para o desenvolvimento da cotonicultura.

Outros fatores também contribuem para o cenário de insegurança do setor, como o possível aumento do IOF e a taxação da LCA, o que demanda maior cautela por parte dos produtores na hora de investir.

A dependência da importação de fertilizantes tende a encarecer ainda mais os custos de produção, especialmente em contextos de conflitos geopolíticos que impactam diretamente a cotonicultura brasileira. Atualmente, os fertilizantes representam, em média, 17% do custo operacional efetivo da produção de algodão.

No cenário internacional, a disputa tarifária entre China e Estados Unidos é apontada como o principal fator de instabilidade no mercado algodoeiro. O setor é volátil e altamente sensível a condições climáticas e geopolíticas. Apesar da liderança brasileira nas exportações, as cotações da pluma apresentam viés de queda, o que pode comprometer o ritmo de desenvolvimento da atividade.





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Nabo forrageiro se destaca como aliado da agricultura sustentável



Uma das principais vantagens do nabo forrageiro está na sua rápida decomposição



Uma das principais vantagens do nabo forrageiro está na sua rápida decomposição
Uma das principais vantagens do nabo forrageiro está na sua rápida decomposição – Foto: AgrolinkFito

O nabo forrageiro (Raphanus sativus L.) tem se consolidado como uma planta multifuncional de grande valor na agricultura moderna. Segundo a engenheira agrônoma Alessandra Gomes de Melo, a espécie é amplamente empregada como adubo verde, cobertura de solo e até mesmo como fonte de alimentação animal, desempenhando papel estratégico no manejo sustentável das lavouras.

Uma das principais vantagens do nabo forrageiro está na sua rápida decomposição, que contribui para a liberação eficiente de nutrientes no solo, promovendo sua fertilidade. Além disso, ao formar uma densa cobertura vegetal, a planta suprime o crescimento de ervas daninhas, reduzindo a dependência de herbicidas e colaborando para um sistema de produção mais limpo.

No aspecto da conservação do solo, sua cobertura ajuda a proteger contra processos erosivos, melhorando a estrutura física e biológica do solo. Essa função é especialmente útil em sistemas de plantio direto, nos quais o nabo forrageiro atua como importante componente da rotação de culturas.

Além dos benefícios agronômicos, o nabo forrageiro também serve como recurso forrageiro para o gado, podendo ser consumido tanto in natura, na forma de pastagem, quanto ensilado. Sua versatilidade reforça sua importância nas propriedades rurais, contribuindo para a integração lavoura-pecuária e para a sustentabilidade do sistema produtivo.

“Nabo forrageiro é amplamente utilizado como adubo verde devido à sua rápida decomposição e liberação de nutrientes para o solo. O Nabo forrageiro pode ser utilizado como forragem para o gado, podendo ser em forma de pastagem, quanto ensilado”, conclui.

 





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