sexta-feira, março 20, 2026

Política & Agro

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Soja sobe em Chicago com apoio do USDA e clima seco


A soja negociada na Bolsa de Chicago (CBOT) encerrou a quarta-feira em alta, impulsionada por um relatório positivo do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) e pelo prêmio de risco climático. Segundo informações da TF Agroeconômica, o contrato de setembro, referência para a safra brasileira, subiu 1,11% (US$ 11,20/bushel), a US$ 1.024,00, enquanto novembro avançou 1,11% (US$ 11,40/bushel), a US$ 1.044,20. No farelo, setembro ganhou 1,99% (US$ 5,60/ton curta), a US$ 287,00, e o óleo para o mesmo mês subiu 0,28% (US$ 0,15/libra-peso), a US$ 53,39.

A valorização foi sustentada pela redução nas projeções da safra norte-americana, que passaram de 117,98 para 116,82 milhões de toneladas, abaixo das estimativas do mercado (118,80 milhões). Os estoques finais também foram ajustados para baixo, de 8,44 para 7,89 milhões de toneladas, contra previsão anterior de 9,50 milhões. Esses dados reforçaram a recompra de posições e mantiveram o ritmo de alta iniciado no início da semana.

Além disso, previsões climáticas indicam tempo mais seco no cinturão agrícola dos EUA nos próximos dias, fator que pode beneficiar a colheita do milho, mas ainda preocupa a soja, em fase crítica de desenvolvimento. A possibilidade de que a escassez de chuvas afete as lavouras levou investidores a adicionar um prêmio de risco climático às cotações. A previsão estendida de 8 a 14 dias segue indicando precipitações abaixo da média para grande parte das áreas produtoras de soja e milho no Centro-Oeste americano, cenário que mantém o viés altista no mercado internacional.

 





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Exterior facilita negociações da soja


A valorização externa favorece as negociações da soja no estado do Rio Grande do Sul, segundo informações da TF Agroeconômica. “Preços reportados para pagamento em 08/08 (entrega julho até 07/08) ficaram em R$ 143,00 porto. Compradores estão olhando com mais força para meses mais à frente. No interior os preços de fábricas seguiram o balizamento de cada praça. R$ 134,00 Cruz Alta – Pgto. 29/08. R$ 133,00 Passo Fundo – Pgto. fim de agosto. R$ 133,00 Ijuí– Pgto. 29/08 – para fábrica. R$ 134,00 Santa Rosa / São Luiz – Pgto. 11/09. Preços de pedra em Panambi mantiveram-se em R$ 122,00 a saca ao produtor”, comenta.

Demanda externa impulsiona perspectivas para produtores catarinenses. “O cenário nacional de preços firmes e a demanda externa aquecida, impulsionada pela menor oferta norte-americana e pelo forte procura chinesa por grãos sul-americanos, criam um ambiente positivo para futuras negociações no estado. No porto de São Francisco, a saca de soja é cotada a R$ 138,83”, completa a consultoria.

No Paraná, mantém-se uma estabilidade nos preços da soja com demanda aquecida. “Em Paranaguá, o preço chegou R$ 141,78 (-0,85%). Em Cascavel, o preço foi 127,94 (+0,45%). Em Maringá, o preço foi de R$ 128,83 (+0,23%). Em Ponta Grossa o preço foi a R$ 129,85 (+0,64%) por saca FOB, Pato Branco o preço foi R$ 139,30 (+0,15%). No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 118,00”, indica.

O mercado de soja, em Mato Grosso do Sul, segue atento à demanda chinesa e aos custos logísticos. “A perspectiva de aumento nas exportações reforça a necessidade de planejamento para escoamento e armazenamento, especialmente diante dos custos de frete, que permanecem como fator decisivo na formação da margem de lucro e ainda muito altos. Em Dourados, o spot da soja ficou em R$ 121,78 (+0,30%), Campo Grande em R$ 121,78 (+0,30%), Maracaju em R$ 121,78 (+0,30%), Chapadão do Sul a R$ 120,65 (0,63%), Sidrolândia a em R$ 121,78 (+0,30%)”, informa.

A venda imediata avança, mas a comercialização segue lenta em Mato Grosso. “A China reforça seu protagonismo ao ampliar as compras de soja brasileira, fator que favorece os produtores locais. Campo Verde: R$ 122,20. Lucas do Rio Verde: R$ 118,10, Nova Mutum: R$ 118,10. Primavera do Leste: R$ 122,20. Rondonópolis: R$ 122,20. Sorriso: R$ 118,10”, conclui.

 





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Milho oscila na B3 e recupera em Chicago


O mercado de milho apresentou comportamento misto nesta quarta-feira, refletindo a concorrência da safra americana e ajustes nas estimativas de exportação brasileiras. Segundo a TF Agroeconômica, na B3, os contratos mais curtos encerraram em leve alta, enquanto os vencimentos após março de 2026 recuaram. 

A pressão vem do milho dos EUA, mais barato e com fortes vendas externas, justamente no momento em que a demanda deveria favorecer os portos brasileiros. Apesar disso, a ANEC revisou para cima sua projeção de embarques de milho em agosto, de 7,58 para 7,97 milhões de toneladas, bem acima dos 6,42 milhões do mesmo mês de 2023.

Nos fechamentos da B3, setembro/25 terminou a R$ 64,85 (+R$ 0,07 no dia, -R$ 0,69 na semana), novembro/25 a R$ 66,97 (+R$ 0,09 no dia, -R$ 0,86 na semana) e janeiro/26 a R$ 70,00 (+R$ 0,02 no dia, -R$ 0,49 na semana).

Em Chicago (CBOT), o milho avançou com compras de oportunidade e suporte de dados positivos do setor de etanol. O contrato de setembro, referência para a safrinha brasileira, fechou a US$ 374,00 (+0,67% ou +US$ 2,40/bushel) e o de dezembro a US$ 397,20 (+0,68% ou +US$ 2,60/bushel).

A recuperação em Chicago ocorreu após as quedas motivadas pelo USDA, que projetou produção recorde nos EUA de 425,26 milhões de toneladas. O mercado agora aposta em maior demanda doméstica e exportações, apoiado no aumento de 1,1% na produção diária de etanol e queda de 4,7% nos estoques. A expectativa é que o USDA reporte vendas semanais entre 1 e 3 milhões de toneladas na nova safra. As informações foram divulgadas nesta manhã.

 





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Boi gordo e “boi China” registram alta no país


O bom desempenho nas vendas de carne bovina impulsionou a valorização do boi gordo, do “boi China” e das férias em São Paulo, segundo análise divulgada nesta terça-feira (12) pelo informativo Tem Boi na Linha, da Scot Consultoria. As cotações do boi gordo e do “boi China” subiram R$ 1,00/@, enquanto a vaca registrou alta de R$ 2,00/@. A novela manteve o mesmo valor do dia anterior. As escalas de abate no estado estavam, em média, em seis dias.

Em Mato Grosso, houve alta para o boi gordo e o “boi China”. No caso das fêmeas, o cenário foi de estabilidade na maior parte das fazendas pecuárias, com exceção do Norte e do Sudoeste, onde uma novilha apresentou avanço. Na região Norte, o boi gordo arrecadou R$ 3,00/@ e a novilha R$ 5,00/@. No Sudoeste, tanto o boi gordo quanto a novilha tiveram alta de R$ 5,00/@, enquanto a vaca manteve o preço.

Na região de Cuiabá, a cotação do boi gordo avançou R$ 5,00/@, sem variações para vaca e novidade. No Sudeste do estado, o boi gordo também arrecadou R$ 5,00/@, e os preços das demais categorias tiveram resultados resultantes. O “boi China” registrou alta de R$ 5,00/@ no estado.

No mercado externo, as exportações de carne bovina in natura somaram 80,4 mil toneladas até a segunda semana de agosto, com média diária de 13,4 mil toneladas — aumento de 35,7% em relação a agosto de 2024. O preço médio por tonelada ficou em US$ 5,5 mil, alta de 25,3% em relação ao mesmo período do ano passado.





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Estimativas de grãos sofrem revisões


O mais recente boletim do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) trouxe revisões importantes para a safra mundial de soja e milho, impactando as projeções de produção, estoques e exportações dos maiores players do mercado agrícola.

No cenário global da soja, a produção total foi ligeiramente reduzida, passando de 427,68 para 426,39 milhões de toneladas. Os estoques finais também recuaram, de 126,07 para 124,9 milhões de toneladas. O Brasil mantém a liderança com uma produção estimada em 175 milhões de toneladas, além de exportar cerca de 112 milhões de toneladas. Os estoques finais brasileiros tiveram leve redução, de 62,73 para 62,43 milhões de toneladas.

Nos Estados Unidos, a soja apresenta uma leve queda na produção, revisada para 116,81 milhões de toneladas, embora a produtividade tenha registrado aumento, passando de 58,85 para 60,08 sacas por hectare. Os estoques finais americanos caíram para 7,89 milhões de toneladas, e as exportações foram projetadas em 46,4 milhões de toneladas, abaixo das estimativas anteriores.

A Argentina manteve sua produção em 48,5 milhões de toneladas, com previsão de exportações em crescimento, de 5 para 5,8 milhões de toneladas. Já a China mantém sua produção estável em 21 milhões de toneladas, com importações estimadas em 112 milhões, reforçando seu papel como maior comprador mundial da oleaginosa.

No mercado mundial de milho, as estimativas foram elevadas, com a produção global aumentando de 1,263 para 1,288 bilhão de toneladas, e os estoques finais subindo para 282,54 milhões de toneladas. O Brasil projeta uma safra robusta de 131 milhões de toneladas, com exportações estimadas em 43 milhões.

Os Estados Unidos destacam-se com um forte crescimento na produção de milho, que subiu de 398,93 para 425,26 milhões de toneladas, acompanhada de aumento da produtividade para 197,51 sacas por hectare. A área plantada cresceu para 97,3 milhões de acres e a área colhida para 88,7 milhões. Os estoques finais americanos também tiveram alta significativa, chegando a 53,77 milhões de toneladas, enquanto as exportações projetadas passaram para 73,03 milhões de toneladas.

Na Argentina, a produção foi ajustada para 53 milhões de toneladas, com exportações estimadas em 37 milhões. Já a Ucrânia registrou revisão positiva, com a produção passando de 30,5 para 32 milhões de toneladas, e exportações aumentando de 24 para 25,5 milhões de toneladas.

 





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aumento da mistura de etanol na gasolina pressiona preços



No Brasil, os preços internos permaneceram firmes




Foto: Divulgação

O mercado de açúcar encerrou julho com preços em alta, reflexo direto do aumento da mistura obrigatória de etanol anidro na gasolina, que entrou em vigor a partir de agosto. A mudança para o B15 elevou a demanda pelo biocombustível, impactando o mix de produção das usinas e sustentando as cotações do adoçante.

Segundo o relatório Agro Mensal Itaú BBA, a maior destinação da cana para produção de etanol reduziu a oferta de açúcar no mercado, pressionando os preços internacionais. A volatilidade do petróleo e a incerteza geopolítica global também contribuíram para a oscilação das cotações.

No Brasil, os preços internos permaneceram firmes, apoiados pela competitividade das exportações. O real mais fraco frente ao dólar favoreceu os embarques, garantindo margens atrativas para o setor sucroenergético.

No cenário internacional, a demanda por açúcar brasileiro segue elevada, especialmente por parte de países asiáticos e do Oriente Médio. A redução da oferta de alguns concorrentes, como Índia e Tailândia, ampliou o espaço para o produto nacional no mercado global.

O clima favorável nas regiões produtoras de cana-de-açúcar ajudou a manter um bom ritmo de moagem, mas a expectativa é de que as usinas continuem priorizando o etanol enquanto a paridade de preços se mantiver vantajosa.

Para os próximos meses, o setor seguirá atento às variações cambiais e à evolução da demanda global, com projeções que indicam continuidade de preços sustentados até o encerramento da safra 2025/26.





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mercados seguem em direções opostas no Brasil



O óleo de soja foi beneficiado pela alta nos preços internacionais




Foto: Divulgação

O mercado de farelo e óleo de soja manteve trajetórias distintas em julho. Enquanto o farelo registrou a sexta queda mensal consecutiva em Chicago, recuando 6,2%, o óleo teve valorização expressiva de 9%, impulsionado pela firme demanda e pelo aumento do mandato de biodiesel no Brasil.

Segundo o relatório Agro Mensal Itaú BBA, a oferta elevada de farelo no mercado global, resultado do aumento do esmagamento, continua pressionando as cotações. No Brasil, a concorrência com o produto argentino intensificou a queda dos preços e reduziu a rentabilidade das indústrias esmagadoras.

O óleo de soja, por sua vez, foi beneficiado pela alta nos preços internacionais e pela entrada em vigor do B15, que elevou as expectativas de consumo interno. No Mato Grosso, a cotação subiu 4% em julho, atingindo R$ 5.955/t.

As margens de esmagamento nos Estados Unidos e na China seguem positivas, sustentadas por custos mais baixos e demanda firme. No Brasil, porém, os custos mais altos da matéria-prima e a pressão sobre o farelo têm reduzido a atratividade da operação.

A Abiove revisou para cima a estimativa de esmagamento de soja para 2025, projetando 57,8 milhões de toneladas, 3,6% acima de 2024. A expectativa é que o óleo siga com suporte da demanda, enquanto o farelo dependerá do ritmo das exportações para evitar novas quedas.

No cenário de médio prazo, a indústria brasileira busca estratégias para equilibrar o impacto da pressão externa sobre o farelo com as oportunidades geradas pela expansão do mercado interno de biodiesel.





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B3 fortalece crédito e gestão de riscos no campo



“Nosso papel é oferecer um ecossistema completo”



“Nosso papel é oferecer um ecossistema completo"
“Nosso papel é oferecer um ecossistema completo” – Foto: Pixabay

A B3 vem se consolidando como infraestrutura essencial para o financiamento e a gestão de riscos do agronegócio. Dados recentes indicam um crescimento expressivo dos instrumentos de mercado de capitais destinados ao setor, que já se apresentam como alternativas robustas e complementares ao crédito tradicional.

Segundo a B3, o estoque de Cédulas de Produto Rural (CPRs) ultrapassou R$ 418 bilhões em junho de 2025, um avanço superior a 40% em relação ao mesmo período do ano anterior. Outros títulos importantes, como os Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRAs) e as Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs), também cresceram significativamente, alcançando, respectivamente, R$ 160 bilhões e R$ 587,5 bilhões em estoque. Esses números refletem o amadurecimento do setor, que cada vez mais incorpora o mercado de capitais em seu planejamento de longo prazo.

“Nosso papel é oferecer um ecossistema completo que atenda o produtor e a indústria em todas as suas necessidades, desde a proteção de preço da safra com derivativos de soja, milho e boi gordo, até o financiamento de longo prazo via CRAs e Fiagro. O objetivo é desmistificar essas ferramentas e mostrar que elas trazem previsibilidade, segurança e acesso a capital de forma eficiente, contribuindo diretamente para a competitividade do agronegócio brasileiro”, afirma Luiz Masagão, vice-presidente de Produtos e Clientes da B3.

Além do crescimento dos instrumentos financeiros, a B3 vem impulsionando inovações para ampliar o acesso das empresas do setor ao mercado, com destaque para o novo regime FÁCIL da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e a agenda de finanças sustentáveis. Produtos como a CPR Verde e os Créditos de Descarbonização (CBIOs) ilustram como o mercado de capitais pode estimular práticas mais produtivas e ambientalmente responsáveis no campo.





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Brasil tem superávit comercial de US$7,075 bi em julho, acima do esperado


Logotipo Reuters

BRASÍLIA (Reuters) – A balança comercial brasileira registrou um superávit de US$7,075 bilhões em julho, uma queda de 6,3% sobre o saldo apurado no mesmo mês do ano passado, mas acima do esperado por economistas, mostraram dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços nesta quarta-feira.

As exportações somaram US$32,310 bilhões, valor recorde para o mês e uma alta de 4,8% em relação a julho de 2024. As importações, por outro lado, cresceram 8,4% no mesmo período, totalizando US$25,236 bilhões, também as mais elevadas para julho.

Economistas consultados pela Reuters previam superávit de US$5,600 bilhões de dólares no mês.

No acumulado dos sete primeiros meses do ano, o saldo comercial foi de US$36,983 bilhões, uma queda de 24,7% em relação ao observado no mesmo período de 2024. As exportações somaram US$198,011 bilhões (+0,1%) no ano, e as importações, US$161,029 bilhões (+8,3%).

Questionado sobre possíveis mudanças nas dinâmicas comerciais com os Estados Unidos como resultado da imposição de tarifas mais elevadas sobre produtos brasileiros pelo presidente norte-americano, Donald Trump, o diretor de Estatísticas e Comércio Exterior do MDIC, Herlon Brandão, disse que houve crescimento recente dos embarques de vários produtos para os EUA que parece estar associado a um movimento de antecipação de vendas, pontuando que a dinâmica já era esperada.

“Sabemos que teve efeito de antecipação porque isso foi relatado pela própria imprensa”, disse. “O que é natural. A gente observa isso também quando o Brasil adota alguma medida comercial.”

Apesar desse movimento, o déficit do Brasil com os EUA tem crescido, refletindo a alta mais acelerada das importações brasileiras. Em julho, o saldo do comércio bilateral foi negativo em US$559,6 milhões para o Brasil, ante um déficit de US$38,9 milhões no mesmo mês de 2024. No período, as exportações brasileiras para os EUA cresceram 3,8% e as importações, 18,17%. No acumulado do ano, o déficit chegou a US$2,3 bilhões para o Brasil, de US$318,6 milhões no mesmo período do ano passado.

Brandão argumentou que o déficit com os EUA é estrutural e destacou que as importações e exportações brasileiras ao país têm crescido.

“O Brasil tem esse déficit estrutural com os Estados Unidos há cerca de 15 anos, então é difícil reverter uma tendência. Isso faz parte da composição da estrutura produtiva dos países. O Brasil demanda mais bens dos Estados Unidos em relação com o que os Estados Unidos demandam do Brasil”, disse.

Nesta quarta-feira entraram em vigor as tarifas de 50% sobre boa parte dos produtos brasileiros exportados para os EUA. A taxação maior havia sido anunciada por Trump em 9 de julho.

SETORES

A indústria de transformação foi o setor que teve maior aumento de exportações no mês frente a julho do ano passado, de 7,4%, para US$17,577 bilhões, seguida pela indústria extrativa, com alta de 3,6%, para US$7,418 bilhões. Já as exportações do setor agropecuário cresceram 0,3%, para US$7,189 bilhões.

As importações do setor de transformação saltaram 11,1% e as do setor de agropecuário avançaram 3,8%, enquanto as do setor extrativo caíram 29,2%.

O coordenador-geral de Estatísticas de Comércio Exterior do MDIC, Saulo de Castro, relacionou a forte queda das importações da indústria extrativa ao recuo dos preços de petróleo, gás natural e carvão, que, segundo ele, compõem quase a totalidade de importações do setor, enquanto Brandão destacou que o país tem importado menos petróleo conforme aumenta a produção nacional.

(Por Victor Borges)





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