quinta-feira, março 19, 2026

Política & Agro

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Milho segue travado no RS


O ritmo de negócios de milho permanece travado no Rio Grande do Sul, com liquidez bastante reduzida, segundo informações da TF Agreoconômica. “As referências de compra estão em R$ 66,00/saca em Santa Rosa e Ijuí, R$ 67,00 em Não-Me-Toque, R$ 68,00 em Marau, Gaurama e Seberi, R$ 69,00 em Arroio do Meio e Lajeado, e R$ 70,00 em Montenegro. Para setembro, as pedidas no interior variam entre R$ 68,00 e R$ 70,00/saca, enquanto no porto a indicação futura para fevereiro/2026 é de R$ 69,00/saca”, comenta.

Situação de impasse entre a oferta e a demanda se mantém em Santa Catarina. “O mercado de milho em Santa Catarina continua com baixa liquidez, já que compradores e vendedores não chegam a um consenso. Em Campos Novos, produtores pedem R$ 80,00/saca, mas as ofertas ficam em R$ 70,00, enquanto no Planalto Norte os pedidos de R$ 75,00 encontram ofertas próximas de R$ 71,00. Essa falta de acordo tem levado parte dos agricultores a cortar investimentos no próximo ciclo”, completa.

O Paraná tem quebras expressivas na segunda safra e mercado ainda lento. “O mercado de milho no Paraná segue com liquidez reduzida, marcado pela diferença entre pedidas e ofertas. Produtores insistem em valores próximos de R$ 73,00/saca FOB, chegando a R$ 75,00 em algumas regiões, enquanto compradores mantêm ofertas CIF abaixo de R$ 70,00, o que trava novos negócios. Mesmo diante da pressão nacional, alguns levantamentos mostraram ajustes positivos: Metropolitana de Curitiba em R$ 66,90, Oeste Paranaense a R$ 55,14, Norte Central em R$ 55,70 e Centro Oriental a R$ 57,19”, indica.

Safra impactada pelo clima mantém o mercado estagnado no Mato Grosso do Sul. “A comercialização no estado continua lenta, com negócios limitados e resistência entre compradores e vendedores. As cotações registraram leves altas, principalmente em Maracaju, nas demais regiões os preços oscilam entre R$ 45,00 e R$ 52,00/saca, com leves altas, mas ainda sem força para estimular novos contratos”, conclui.

 





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Maior laboratório de análise de solo do país fez 375 mil mensurações de carbono nos último cinco anos


Os projetos de balanço, compensação e comércio de carbono ganham força como mecanismos para impulsionar a adoção de práticas mais resilientes ao clima. Ao mesmo tempo, geram dados rastreáveis sobre o uso do solo e os impactos ambientais da produção, ampliando a transparência na cadeia de alimentos e viabilizando o acesso a mercados cada vez mais exigentes. Nesse cenário, a demanda por mensurações robustas, rastreáveis e alinhadas a padrões internacionais tornou-se estratégica — não apenas para garantir a integridade dos créditos de carbono, mas para sustentar a credibilidade de toda uma nova economia climática que se estrutura sobre o solo. O IBRA Megalab está à frente dos principais projetos de carbono e agricultura regenerativa brasileiros e é responsável por 375.000 levantamentos nos últimos cinco anos. 

O maior laboratório de análises de solo do país alia métodos clássicos a tecnologias inovadoras (DSM, Vis-NIR, frações lábeis, BioAS) que garantem alta rastreabilidade e controle de qualidade. Dessa forma, determina a quantidade de carbono no solo por meio do método de combustão seca (Dumas) e foi pioneiro no desenvolvimento da nova tecnologia Vis-NIR, o SpecSolo, juntamente com a Embrapa. “O laboratório também é acreditado pela ISO 17025, garantindo rastreabilidade e precisão em seus resultados analíticos. Além disso, é registrado no Global Soil Laboratory Network (GLOSOLAN), rede internacional reconhecida pela metodologia VM0042 como evidência aceita de desempenho analítico, reforçando a confiabilidade e a comparabilidade de suas análises de carbono no solo”, explica Thiago Camargo, diretor do IBRA Megalab.

Os resultados laboratoriais são integrados à plataforma digital própria que combina modelagem climática e dados de campo para gerar insights agronômicos e apoiar decisões mais precisas e resilientes, com aplicação direta em projetos de carbono e iniciativas de agricultura regenerativa.

Rastreabilidade dos dados

A rastreabilidade começa ainda na etapa de planejamento da amostragem na plataforma, passando pela execução da coleta em campo, o transporte das amostras e todo o fluxo interno no laboratório, até a emissão final dos resultados.

Durante a coleta, as amostras são embaladas em sacos com QR Code, que só podem ser escaneados no ponto georreferenciado previamente definido, garantindo que cada amostra corresponda exatamente ao local planejado. O sistema registra automaticamente data, horário e localização, permitindo o acompanhamento preciso de todas as etapas do processo.

As amostras são então integradas ao sistema LIMS (Laboratory Information Management System), que acompanha todo o ciclo analítico — da recepção ao laudo — com controle de qualidade contínuo. Cada lote passa por padrões internos, reanálises e validações com curvas de calibração, assegurando a integridade e confiabilidade dos dados.

Ao final, os resultados são inseridos na plataforma digital, que organiza e disponibiliza os dados analíticos de forma estruturada e transparente, permitindo a geração de relatórios rastreáveis, prontos para uso em auditorias e verificações de projetos de carbono.

Agricultura regenerativa

Presente nas principais regiões agrícolas do país por meio de uma rede de laboratórios franqueados, o IBRA Megalab facilita a logística, reduz o tempo de recebimento e garante agilidade no início das análises — fator crítico em projetos de carbono. Além disso, conecta desenvolvedores de projetos a empresas parceiras especializadas em coleta de solos em todo o território nacional, capacitadas para operar conforme os protocolos exigidos para análise de carbono.

O IBRA Megalab atua como laboratório de referência para análises de carbono e solo em diversos projetos de destaque em agricultura regenerativa e carbono no Brasil, como ProCarbono (Bayer), Programa Renove (Minerva), Agoro Carbon Alliance, NaturAll Carbon, Renova Terra, SPD Agro+ e Euro Clima, International Finance Corporation (IFC). “Também colaboramos com consultorias técnicas e desenvolvedores de projetos de carbono independentes em diferentes biomas, orientando sobre protocolos de coleta e análise para mensuração de carbono no solo, alinhados com padrões internacionais”, destaca Camargo.

 





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fatores de alta e baixa


O mercado global de trigo apresenta movimentos mistos, com fatores de alta e baixa impactando os preços nos últimos meses. Segundo a TF Agroeconômica, a Ucrânia registrou uma redução de 24,62% nas exportações de trigo entre 1º de julho e 28 de agosto de 2025, embarcando 2,55 milhões de toneladas contra 3,39 milhões de toneladas no mesmo período do ano anterior, influenciando positivamente os preços internacionais. No Brasil, a expectativa de uma safra menor, apesar do bom desenvolvimento das áreas plantadas, também deve pressionar os valores, mas apenas após o período de colheita, que deve se estender de setembro de 2025 a janeiro/fevereiro de 2026.

Entre os fatores que exercem pressão de baixa sobre os preços está o avanço rápido da colheita de trigo de primavera nos Estados Unidos, nas Grandes Planícies do Norte, que se beneficiam de clima seco e favorecem uma maior oferta ao mercado. A Austrália também projeta uma produção acima do esperado, estimada entre 32 e 35 milhões de toneladas, acima das 31 milhões indicadas pelo USDA, contribuindo para reduzir os preços globais.

A situação na Argentina é favorável à produção, conforme relatório semanal da BCBA – Bolsa de Cereales de Buenos Aires, que indica que 84,8% da área de trigo possui condições hídricas adequadas ou ótimas, com 99,5% das lavouras em estado normal ou excelente. A BCR, de Rosário, estima uma produção de 20,21 milhões de toneladas, somada a um saldo do ano anterior de 1,5 milhão de toneladas, aumentando em 4 milhões de toneladas a disponibilidade de trigo no país, pressionando o mercado.

No Brasil, a aproximação da colheita também contribuiu para o recuo dos preços de forma sazonal. Dados do CEPEA apontam queda de 1,14% no Paraná e 4,67% no Rio Grande do Sul ao longo do mês, refletindo o aumento da oferta local antes do início da colheita e reforçando o comportamento típico do mercado interno nesse período.

 





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Expointer tem público recorde em fim de semana de estreia


Um período de calor atípico no inverno gaúcho contribuiu para que a 48ª Expointer registrasse público recorde no primeiro fim de semana. De acordo com os números oficiais, 258.940 pessoas estiveram no Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, em Esteio, entre sábado (30) e domingo (31). O volume é o maior já registrado em dois dias desde o início da série histórica, há dez anos.

No sábado, data de abertura da feira, foram contabilizados 119.539 visitantes, número que superou a marca histórica para o primeiro dia do evento. O movimento intenso se manteve no domingo, consolidando o novo recorde de público.

Além da presença de visitantes, a edição deste ano também alcançou o maior número de animais inscritos em toda a história da feira, somando 6.696 exemplares, entre rústicos e de argola. A ovinocultura aparece como destaque, reunindo 997 ovinos.

Veja também: Agrolink marca presença na Expointer com cobertura especial

O pavilhão das agroindústrias registrou igualmente números inéditos, com 456 empreendimentos reunidos. As vendas no espaço tiveram crescimento expressivo: nos dois primeiros dias, o montante chegou a R$ 3.049.992,75, aumento de 35,43% em comparação com o mesmo período de 2024, quando foram movimentados R$ 2.252.141,87.

Com programação até 7 de setembro, a 48ª Expointer apresenta expositores de máquinas e implementos agrícolas, pecuária de elite, agricultura familiar, artesanato e atrações culturais. A organização projeta que o público total ultrapasse o da edição passada, reforçando a feira como vitrine nacional do agronegócio e espaço de aproximação entre o campo e a cidade.

O portal Agrolink acompanha o evento a partir de um estúdio instalado no espaço do Sindicato das Indústrias de Máquinas e Implementos Agrícolas do Rio Grande do Sul (Simers), com entrevistas, reportagens e análises em tempo real.





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produtores inadimplentes também devem ser incluídos em Medida Provisória, diz Farsul


A Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul) reafirmou, por meio do presidente Gedeão Pereira, no último sábado (30), sua posição sobre a proposta do Governo Federal para renegociação das dívidas dos produtores rurais durante reunião na Casa da Farsul, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. O encontro contou com a presença do presidente da entidade e do secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Guilherme Campos Júnior, em agenda realizada durante a Expointer.

Segundo Pereira, a entidade “mantém posição favorável à transformação do PL 5.122 em Medida Provisória”, mas discorda dos parâmetros apresentados pelo Executivo, que indicam prazo reduzido, juros mais elevados e alcance limitado. A proposta foi articulada com intermediação do senador Luis Carlos Heinze (PP/RS), que defende a criação de uma linha específica de renegociação.

A Farsul apresentou contrapontos, entre eles a inclusão de dívidas fora do sistema financeiro tradicional, como com cooperativas de grãos, distribuidores de insumos e cerealistas, além das operações com recursos livres e juros médios de 3% ao mês. A entidade também defende que produtores inadimplentes possam ser contemplados. “Produtores em situação de inadimplência, já inscritos em cadastros negativos e que comprovem o não cumprimento do contrato por razões climáticas, possam serem incluídos na negociação”, apontou.

Outro ponto destacado foi a necessidade de garantia de recursos para evitar a repetição do ocorrido na Expointer passada, quando uma linha do BNDES atendeu apenas metade da demanda, levando produtores a recorrer ao crédito livre. Por isso, a Federação solicita que o valor inicialmente anunciado de R$ 10 bilhões seja ampliado para R$ 25 bilhões, sendo R$ 15 bilhões liberados ainda em 2025 e R$ 10 bilhões previstos para 2026.

A proposta em discussão prevê limites de enquadramento de dívida por produtor: até R$ 250 mil para o Pronaf, R$ 1,5 milhão para o Pronamp e R$ 3 milhões para os demais produtores, com taxas de juros compatíveis a cada faixa. A Farsul, no entanto, reivindica que dívidas acima desses valores também possam ser renegociadas em condições alternativas, com prazos semelhantes, mas juros mais altos.

Pereira afirmou que a equipe econômica da entidade está finalizando levantamento que será entregue ao governo nesta segunda-feira (1º), detalhando o impacto da linha proposta e o montante que ficará de fora. A Federação reforçou ainda que, independentemente da Medida Provisória, continuará mobilizada pela aprovação do PL 5.122 no Congresso Nacional, com apoio da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). “A urgência é evidente, porque estamos às vésperas da safra de verão e os produtores precisam de segurança para seguir no campo”, destacou Pereira. 





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Alta do milho puxa preços do trigo e da soja


O início de setembro traz mercados agrícolas internacionais ainda influenciados pelo feriado do Dia do Trabalho nos Estados Unidos. De acordo com o boletim da TF Agroeconômica, os preços do trigo, milho e soja apresentam ajustes moderados, enquanto investidores avaliam posições e oportunidades de recompra.

No mercado do trigo, o final do trimestre registrou forte movimentação de recompras de posições vendidas por fundos, especialmente com os mercados norte-americanos fechados nesta segunda-feira (1º). Em termos de cotações, o CEPEA PR se manteve em R$ 1.408,30, sem variação diária, mas com recuo de 4,67% no mês; no CEPEA RS, o preço caiu 0,38% no dia, fechando a R$ 1.283,87. Já os preços internacionais seguem variados, com a Argentina e o Paraguai oferecendo volumes competitivos para exportação.

A soja, por sua vez, segue a expectativa por desdobramentos nas negociações comerciais entre Estados Unidos e China. Enquanto o CEPEA PR interior marcou R$ 134,25 (-0,17% no dia, +1,03% no mês), o porto de Paranaguá cotou R$ 139,56 (-0,07% dia, +0,97% mês). Paralelamente, a China avalia abastecimento adicional de 10 milhões de toneladas de Argentina e Uruguai, estratégia que pode impactar as compras americanas e brasileiras.

O milho se destaca com maior impulso de alta, puxado pelas recompras de lotes nos fundos e pelo desempenho sólido das exportações dos EUA, superiores a 2 milhões de toneladas semanais. Na B3, o contrato SET25 fechou em R$ 65,49 (+0,37%), enquanto o JUL26 marcou R$ 68,80 (-0,14%). Internamente, os preços CEPEA registraram R$ 64,29 (+0,05% dia, +1,18% mês). Além disso, o setor avança com grandes investimentos, como a parceria entre Amaggi e Inpasa para construção de três mega usinas de etanol de milho no Mato Grosso.

 





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Segunda safra de milho enfrenta desafios logísticos


A colheita da segunda safra de milho no Brasil atingiu 94,8% da área plantada, desempenho acima da média histórica recente, mas ainda atrasado em relação ao ciclo anterior. O atraso compromete o período mais competitivo para exportação, entre julho e setembro, fazendo com que parte do milho chegue ao mercado quando os Estados Unidos já ofertam grandes volumes, reduzindo espaço para o Brasil e pressionando preços.

A produção nacional deve superar 130 milhões de toneladas em 2025, com risco de sobreoferta. No mercado interno, o consumo é robusto, puxado pela indústria de ração animal e pelo etanol de milho, que absorve cerca de 21 milhões de toneladas. Mesmo assim, a pressão sobre os preços deve se manter ao longo do ano, aliviando apenas em períodos de menor disponibilidade, como dezembro e janeiro.

“O milho brasileiro tem uma janela mais competitiva de julho a setembro. Se a colheita e o programa de exportação atrasam, parte desse milho só chega ao mercado quando os Estados Unidos já estão ofertando grandes volumes, reduzindo espaço para o Brasil nas vendas externas e pressionando os preços”, analisa Yedda Monteiro, analista de inteligência e estratégia da Biond Agro.

Os principais destinos continuam sendo China, União Europeia, Japão, Coreia do Sul, Irã, Vietnã e Egito, mas a concorrência internacional está mais acirrada. Conflitos geopolíticos e disputas tarifárias exigem do Brasil a busca por novos mercados e a consolidação de parcerias já existentes.

Fatores como câmbio, clima e gargalos logísticos serão determinantes para a competitividade. O real valorizado reduz a vantagem frente a EUA e Argentina, enquanto safras cheias nesses países ampliam a oferta global. A capacidade de armazenagem interna é limitada, e o escoamento depende majoritariamente da malha rodoviária, elevando custos. Estratégias de gestão de risco, como fracionar vendas e travar custos, são essenciais para proteger o produtor e garantir fluidez nos embarques.

 





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Jacto reforça portfólio de máquinas e tecnologias integradas


A Jacto, multinacional brasileira de máquinas, serviços e soluções agrícolas, participará de mais uma edição da Expointer, uma das maiores feiras agropecuárias da América Latina. O evento acontece de 30 de agosto a 07 de setembro de 2025, no Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS).

No estande da empresa, os visitantes encontrarão portfólio de pulverizadores automotrizes e tratorizados, plantadeira, adubadoras, soluções digitais e drones agrícolas, reforçando o compromisso da Jacto com tecnologias que visam aumentar a produtividade e a sustentabilidade no campo.

Um dos destaques é o lançamento do drone agrícola T100, em parceria com a DJI, líder global no segmento de drones. Potente e versátil, o equipamento se destaca pela alta capacidade operacional, com tanque de 100 litros e sistema para 100 kg de sólidos. Entre suas inovações estão a função inédita de elevação de cargas de até 100 kg, pulverização de alta vazão e um sistema de segurança com tecnologia LIDAR e sensores 360°. O drone conta com suporte completo da rede de revendas Jacto, garantia e condições especiais de financiamento.

Além do lançamento, a Jacto exibirá outros destaques de seu portfólio, como a plantadeira Meridia 200, que pode gerar até 15% de economia em insumos, e os pulverizadores automotrizes da linha Uniport, equipados com a tecnologia PWM para uma aplicação mais precisa e econômica. A adubadora Tellus 10.000 NPK também estará presente, demonstrando como seu controle automático de seções pode reduzir o desperdício de fertilizantes.

Na área de serviços digitais, a Jacto Next fará demonstrações da plataforma de gestão EKOS e do aplicativo Jacto Connect, que permitem o monitoramento e a automação das operações agrícolas em tempo real.

Para complementar, a empresa anuncia uma campanha especial do Consórcio Jacto, oferecendo condições facilitadas para a aquisição de equipamentos. A iniciativa inclui benefícios como a primeira parcela grátis, prazos de até 120 meses e taxas a partir de 1,3% ao ano, reforçando o compromisso da Jacto em oferecer soluções financeiras acessíveis para o produtor rural.

Sobre a Jacto

A Jacto, multinacional brasileira de máquinas, soluções e serviços agrícolas, possui uma história de 77 anos, que começou com o seu fundador Shunji Nishimura, em 1948, na cidade de Pompeia (SP). Atualmente, possui fábricas no Brasil, Argentina, Alemanha, EUA e Tailândia, linha de montagem na China, e centro de distribuição no México, Chile e na Nova Zelândia. Seus produtos são comercializados em mais de 110 países. 

A Jacto oferece uma ampla linha de produtos de alta tecnologia que vai desde ferramentas para poda e pulverizadores portáteis, a máquinas de grande porte para pulverização, adubação, plantio, colheita de café e cana-de-açúcar, além de equipamentos, sistemas e serviços para limpeza e sanitização. A Empresa também oferece soluções e serviços para a agricultura de precisão e agricultura digital, propiciando uma produção cada vez mais sustentável.

A companhia é ainda parceira da Fundação Shunji Nishimura, a qual engloba um colégio de ensino infantil e fundamental, uma escola técnica do SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) e uma Fatec (Faculdade de Tecnologia de São Paulo) com cursos inéditos voltados ao agronegócio.

 

 

 





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Agrolink marca presença na Expointer com cobertura especial


A 48ª edição da Expointer começou neste sábado (30/8) com filas logo nas primeiras horas do dia e expectativa positiva dos visitantes. Realizada no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS), a feira teve recorde de público na abertura, com 119.539 visitantes — reflexo de um “veranico” que aqueceu a movimentação no evento.

O portal Agrolink está presente na feira com um estúdio montado dentro do espaço do Sindicato das Indústrias de Máquinas e Implementos Agrícolas do Rio Grande do Sul (Simers), onde realiza cobertura jornalística completa, com entrevistas, reportagens e análises em tempo real.

O setor de máquinas e implementos agrícolas reforça mais uma vez seu protagonismo na feira, com 150 expositores — alta de 10% em relação a 2024 — e a presença de 20 startups no espaço de inovação. Entre os lançamentos, destaca-se uma colheitadeira de alta tecnologia, com controle de velocidade via satélite e detecção preditiva do estado das culturas, prometendo ganhos de produtividade de até 20%.

Segundo o Simers, as vendas em 2024 somaram R$ 7,39 bilhões. Para este ano, a expectativa é otimista, embora cautelosa. “O setor enfrenta o tarifaço americano, a queda nos preços das commodities, os efeitos da estiagem e o endividamento dos produtores”, pontua o presidente Cláudio Bier.

A organização da feira investiu em melhorias na rede elétrica, abastecimento de água, calçamento e áreas de lazer. “O parque está praticamente renovado. A Expointer é uma grande vitrine para negócios e para aproximar o campo da cidade”, avaliou Elizabeth Cirne-Lima, subsecretária do parque.

Entre os espaços mais visitados estão o Pavilhão da Agricultura Familiar, a Escolinha de Trânsito da Brigada Militar e o espaço de meliponicultura da Femers, que promove produtos das abelhas-sem-ferrão. A feira também contempla artesanato, shows, julgamento de animais e oficinas, com programação até 7 de setembro, das 8h às 20h.

O secretário estadual da Agricultura, Edivilson Brum, estima que cerca de 800 mil pessoas circulem pelo parque ao longo dos nove dias de evento. “Esperamos que todos que estão aqui comercializem seus produtos, gerem emprego, renda e oportunidades”, declarou.

Com um estúdio exclusivo na feira, o Agrolink acompanha de perto os principais destaques da Expointer 2025, oferecendo ao público informações atualizadas sobre negócios, inovação e perspectivas para o agronegócio gaúcho e nacional.





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Quinta-feira tem possibilidade de chuvas intensas em diversas partes do Brasil


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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu uma série de alertas para chuvas intensas que devem atingir diferentes regiões do país ao longo desta quinta-feira (7). Os avisos são classificados com grau de perigo potencial e abrangem áreas do Norte, Sul e parte do Nordeste, indicando a possibilidade de pancadas de chuva com moderada intensidade, acompanhadas de ventos fortes.

De acordo com o Inmet, a previsão aponta para acumulados de 20 a 30 milímetros por hora, podendo chegar a até 50 mm em um único dia. Também há possibilidade de ventos entre 40 e 60 km/h, além de riscos pontuais de queda de galhos de árvores, alagamentos, descargas elétricas e interrupções no fornecimento de energia elétrica.

Na Região Sul, o alerta vale para amplas áreas dos estados de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. Estão incluídas regiões como a Serrana, o Oeste e o Vale do Itajaí em Santa Catarina; o Sudoeste, Centro-Sul e Sudeste do Paraná; e o Centro Oriental, Nordeste, Noroeste e a Região Metropolitana de Porto Alegre no Rio Grande do Sul. A atuação de sistemas de instabilidade atmosférica associados à presença de uma frente fria contribui para o aumento da umidade e favorece a ocorrência das chuvas.

No Norte do país, o Inmet também mantém alertas em vigor desde a manhã desta quarta-feira (6), com validade até as 10h de quinta. As áreas mais afetadas devem ser o sudoeste e sul do Amazonas e o Vale do Juruá, no Acre, onde a combinação entre calor e umidade típica da floresta favorece a formação de nuvens carregadas.

Outro alerta foi emitido para a faixa norte da Região Norte e parte do Nordeste, incluindo o Baixo Amazonas, Marajó, o Nordeste do Pará, o Amapá, Roraima, o norte e leste do Maranhão, além do norte do Piauí. A previsão para essas áreas também indica chuva expressiva, com potencial para provocar transtornos localizados, sobretudo em centros urbanos e áreas com deficiência de drenagem.

Embora os avisos indiquem baixo risco para acidentes graves, o Inmet recomenda que a população evite se abrigar debaixo de árvores durante rajadas de vento e não estacione veículos próximos a torres de transmissão ou placas de publicidade. Em caso de emergência, a orientação é acionar a Defesa Civil (telefone 199) ou o Corpo de Bombeiros (193).





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