sexta-feira, março 13, 2026

Política & Agro

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Goiás lidera produção nacional de melancia


A edição de novembro do informativo Agro em Dados, elaborado pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), aponta que a melancia ocupa a quinta posição entre as frutas mais produzidas no Brasil. O levantamento também indica que o país está em quinto lugar no ranking mundial, ao lado de China, Índia, Turquia e Argélia. Segundo o documento, essa relevância decorre “não apenas do volume colhido, mas também da ampla aceitação pelo consumidor e do papel estratégico no abastecimento do mercado interno e externo”.

Em Goiás, a melancia é o quarto fruto mais cultivado e exerce forte impacto socioeconômico ao gerar emprego, renda e fortalecer a fruticultura regional. Em 2024, o estado superou a Bahia e assumiu a liderança nacional na produção, de acordo com dados do IBGE. A série histórica mostra que, nos últimos dez anos, a produção goiana cresceu 9,6%, alcançando 270,5 mil toneladas em 2024. No mesmo período, houve redução de 11,8% na área plantada, acompanhada de aumento de 24,2% na produtividade. O valor da produção avançou 134,9%, totalizando R$ 273,3 milhões. O relatório afirma que Goiás alcançou “patamar recorde para a cultura no estado em produtividade e valor da produção”.

Entre os municípios, Uruana se mantém como o maior produtor de melancia do país, responsável por 32,6% do volume estadual. Jussara retomou o cultivo em 2024 e atingiu a segunda posição no ranking, enquanto Santa Fé de Goiás apresentou o maior avanço em comparação com 2023, duplicando sua produção, segundo o IBGE.

O informativo destaca ainda avanços no melhoramento genético, impulsionados pela crescente demanda por melancias sem sementes. As pesquisas buscam desenvolver cultivares híbridas com maior doçura, textura firme e maior shelf-life. O documento aponta que “esse investimento gera um produto de maior valor agregado”, ampliando a rentabilidade e permitindo o acesso a mercados mais exigentes.

As cotações no estado registraram oscilações no segundo semestre. Na segunda quinzena de setembro, o aumento da oferta em Uruana pressionou os preços, que recuaram após breve alta no início do mês. O Hortifrúti/Cepea indica que a retração está ligada à menor demanda e às temperaturas mais amenas nas regiões Sul e Sudeste. Em outubro, a desaceleração da colheita na região provocou reação nos preços. No atacado de São Paulo, no entanto, as vendas perderam força devido ao clima frio. A expectativa é de novo recuo da demanda ao fim do mês.

No mercado internacional, as exportações brasileiras de melancia se concentram entre janeiro e setembro. Em 2024, o país registrou recorde em volume exportado e o segundo melhor resultado da série histórica em faturamento. Para Goiás, o período representou o melhor desempenho em seis anos, com valor exportado de US$ 270,1 mil. Apesar disso, apenas 1,4% da produção estadual foi destinada ao mercado externo em 2024, o equivalente a 3,8 mil toneladas. O relatório avalia que existe “um cenário de oportunidades” para ampliar a presença goiana no comércio internacional.

Os principais destinos da fruta produzida no estado são Argentina, Paraguai e Uruguai. Em 2023, os Emirados Árabes Unidos passaram a integrar a lista de compradores. No acumulado de janeiro a setembro de 2025, o país árabe é o que apresenta melhor remuneração por tonelada exportada.





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Goiás se firma como 5º maior produtor de leite


Goiás alcançou 1,4 milhão de vacas ordenhadas e 2,9 bilhões de litros de leite produzidos em 2024, segundo a edição de novembro do informativo Agro em Dados, elaborado pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) com base em dados do IBGE. O documento afirma que o estado “se posiciona como o quinto maior produtor de leite do país no período”.

O município de Orizona lidera a produção estadual, com “39,5 mil vacas ordenhadas e 124,5 milhões de litros de leite produzidos”, seguido por Piracanjuba e Bela Vista de Goiás, ambos com volumes superiores a 80 milhões de litros anuais. Rio Verde e Jataí também mantêm participação relevante, superando 70 milhões de litros. Luziânia aparece com o segundo maior número de vacas ordenhadas, “33,7 mil cabeças”, mas ocupa apenas a 12ª posição em produção, alcançando 50,7 milhões de litros, desempenho que indica rendimento médio menor que o observado nos municípios líderes.

O informativo destaca ainda o impacto das condições de mercado sobre o setor. A Embrapa Gado de Leite aponta que a diferença nos preços internacionais tem favorecido o avanço das importações brasileiras. A remuneração ao produtor caiu na Argentina de “US$ 0,42 para US$ 0,36 por litro”, enquanto Uruguai e Brasil registraram médias de “US$ 0,43 e US$ 0,47”, respectivamente. Esse cenário impulsionou as compras externas, que passaram de 19,2 mil toneladas em agosto para 23,3 mil toneladas em setembro, alta de 20%. No período, “66,1% do volume total importado foi proveniente do território argentino”.

Ainda segundo a Embrapa, o aumento surpreendeu o mercado, que projetava retração das importações no segundo semestre diante da queda dos valores internos e da elevação da produção nacional, que vem criando “uma oferta adicional ainda não acompanhada pelo consumo doméstico”. Em setembro, Goiás exportou 3,5 toneladas de leite condensado para a Argentina e importou 62,4 toneladas de soro de leite.





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Levantamento indica avanço desigual da semeadura



O índice permanece abaixo do registrado


O índice permanece abaixo do registrado
O índice permanece abaixo do registrado – Foto: Foto: Gessi Ceccon

O ritmo de plantio de soja no Brasil mostra avanço constante, mas ainda distante do comportamento observado em temporadas recentes, com diferenças marcantes entre as regiões produtoras. Segundo levantamento da DATAGRO Grãos, a semeadura da safra 2025/26 atingiu 57,6% da área projetada, após crescimento de 11,1 pontos percentuais na semana encerrada em 7 de novembro.

O índice permanece abaixo do registrado no mesmo período da safra 2024/25, quando os trabalhos somavam 67,9%, e também inferior à média dos últimos cinco anos, de 64,1%. Mesmo com o atraso nacional, alguns estados conseguem sustentar evolução mais firme. Paraná e Mato Grosso ganharam ritmo na última semana e alcançaram 87% da área estimada, enquanto a média plurianual para esses estados estava em 86,6% e 90,4%.

Nos demais estados do Sul, o andamento mais lento reduz a recuperação do ritmo tradicional. Santa Catarina atingiu 23% da área prevista e o Rio Grande do Sul chegou a 16%, refletindo condições locais menos favoráveis. Em Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul, os trabalhos avançaram para 54%, 30% e 86%, respectivamente, mantendo o cenário desigual entre regiões.

O Matopiba também apresenta desempenho variado. Bahia e Tocantins seguem à frente da média de cinco anos, enquanto Maranhão e Piauí registram atrasos, influenciados pelo início irregular das chuvas e pela abertura mais lenta das janelas de plantio. O conjunto dos dados mostra que, embora algumas áreas tenham ganho tração, o país ainda opera abaixo do ritmo historicamente observado para este período da temporada.

 





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Indústria reduz compras e tecnologia sustenta citricultura



O avanço tecnológico na citricultura se tornou determinante


O avanço tecnológico na citricultura se tornou determinante
O avanço tecnológico na citricultura se tornou determinante – Foto: Pixabay

A lentidão recente no comércio internacional de suco de laranja pressiona o setor a rever estratégias e ajustar o planejamento para o restante do ciclo. A partir desse movimento, indústrias avaliam estoques, revisam contratos e adotam postura mais cuidadosa na compra da fruta diante de demanda moderada e volatilidade logística.

Consultorias do setor apontam que a instabilidade cambial e a dificuldade de prever o ritmo dos embarques aumentam a incerteza entre produtores, que precisam redimensionar volumes colhidos e negociar em um mercado interno mais sensível a oscilações.

Especialistas destacam que o avanço tecnológico na citricultura se tornou determinante para sustentar produtividade e manter o país em posição de liderança global. Em análise de representantes da GIROAgro, o uso de fertilizantes líquidos de alta concentração aparece como ferramenta decisiva para melhorar desempenho das plantas e contribuir para o controle de problemas fitossanitários, contexto no qual estão inseridas as declarações do executivo da empresa.

“O manejo adequado por meio da utilização de fertilizantes líquidos é o ponto de partida para obter produtividade, qualidade e rentabilidade. Quando aplicados de forma eficiente, os fertilizantes melhoram o desempenho das plantas e ajudam a controlar problemas fitossanitários, garantindo frutos de excelência e fortalecendo a imagem do Brasil como líder mundial na produção de cítricos”, destaca Leonardo Sodré, CEO da GIROAgro.

A avaliação também aponta que tecnologias de manejo nutricional ajudam a reduzir a exposição dos produtores às oscilações de preços e às limitações do mercado doméstico. O setor projeta que práticas mais eficientes podem amortecer os efeitos da retração nas exportações ao longo do ciclo e reforçar a estabilidade produtiva.

 





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Precisão no campo eleva eficiência das aplicações



Nesse contexto, a tecnologia de aplicação garante precisão


Nesse contexto, a tecnologia de aplicação garante precisão
Nesse contexto, a tecnologia de aplicação garante precisão – Foto: Sheila Flores

A adoção de soluções que aprimoram o uso de insumos tem avançado no campo brasileiro, impulsionando eficiência e sustentabilidade. Segundo a Embrapa, práticas como mapeamento de solo, pulverização localizada e aplicação em taxa variável já fazem parte de mais de um terço das propriedades de médio e grande porte, com expansão consistente.

Nesse contexto, a tecnologia de aplicação garante precisão ao direcionar cada insumo ao alvo certo, na dose adequada e no momento oportuno. A integração com adjuvantes eleva ainda mais o desempenho ao aprimorar a eficácia das soluções e a performance de fertilizantes especiais, defensivos e bioinsumos.

De acordo com Bruno Neves, gerente técnico da BRQ Brasilquímica, a eficiência produtiva depende da capacidade de otimizar cada gota aplicada, levando em conta o avanço das máquinas e a escolha dos bicos, que definem o tamanho das gotas e influenciam a qualidade final da operação. Ele destaca que os adjuvantes reduzem perdas por deriva, aumentam aderência e espalhamento, favorecem a absorção e fortalecem a ação de produtos biológicos.

No aspecto econômico, contribuem para evitar reaplicações e ampliar o retorno do investimento, promovendo uso racional dos recursos e menor risco de impacto ambiental. Bruno reforça que o emprego desses insumos deve estar alinhado às boas práticas agrícolas, com atenção à calibração de equipamentos, às condições climáticas e ao manejo fitossanitário e nutricional.

“A agricultura brasileira está cada vez mais eficiente. Os adjuvantes são aliados indispensáveis paa unir produtividade, rentabilidade e responsabilidade ambiental em favor do agro e da sociedade, sendo um elo essencial para a eficiência agronômica nos sistemas de produção”, ressalta Bruno Neves.

 





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Clima favorável derruba preços do trigo no mercado global



Nos Estados Unidos, o outono mantém condições adequadas


Nos Estados Unidos, o outono mantém condições adequadas
Nos Estados Unidos, o outono mantém condições adequadas – Foto: Agrolink

As principais regiões produtoras de trigo no mundo atravessam um período de clima amplamente favorável, cenário que tem contribuído diretamente para a queda dos preços futuros do grão. Após anos marcados por eventos de La Niña prolongados, a recuperação das condições climáticas eliminou boa parte das limitações de produtividade. No Hemisfério Sul, a colheita avança em ambiente positivo, com destaque para Austrália, Brasil, África do Sul e Argentina, onde chuvas oportunas e ausência de geadas favoreceram rendimentos acima da média.

Na Austrália, estados como Nova Gales do Sul e Victoria registram safra quase ideal, enquanto a Argentina saiu de um longo período de seca e mostra bom potencial, apesar do risco de geadas tardias em Buenos Aires e La Pampa. Já no Hemisfério Norte, o ano começou irregular, mas houve melhora importante na Europa e no Canadá ao longo do segundo semestre, permitindo bom avanço do plantio de inverno.

França e região do Mar Negro, inicialmente afetadas por seca, receberam chuvas recentes que aliviaram as preocupações, especialmente na Ucrânia e no sul da Rússia. A Índia também vive momento positivo, com forte umidade no solo ao fim das monções e ótimas perspectivas para a safra de inverno. Apenas a China enfrentou excesso de chuvas no plantio, mas a estabilização recente do clima reduz parte do risco.

Nos Estados Unidos, o outono mantém condições adequadas, e a influência limitada da La Niña deve permitir bom estabelecimento das lavouras. Diante de grande oferta global e demanda enfraquecida, a tendência é de continuidade da pressão baixista sobre os preços até a primavera de 2026. As informações são do world-grain.com.

 





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Não valeu a pena guardar soja, aponta consultoria



Demanda chinesa continua firme e direcionada ao Brasil


Demanda chinesa continua firme e direcionada ao Brasil
Demanda chinesa continua firme e direcionada ao Brasil – Foto: Pixabay

Os preços da soja seguem em trajetória de recuperação, mas o movimento recente não compensou o custo de carregamento para quem manteve o grão armazenado desde a colheita. A análise da TF Agroeconômica indica que, diante das referências de novembro, ofertas inferiores mostram que não valeu a pena guardar soja, mesmo com as altas observadas tanto em Chicago quanto no mercado interno brasileiro.

A consultoria destaca que a demanda chinesa continua firme e direcionada ao Brasil, condição reforçada por compras expressivas realizadas após o acordo comercial entre Estados Unidos e China. Esse fluxo manteve sustentação aos preços, impulsionados também pela procura doméstica por farelo para o setor de carnes e por óleo destinado à mistura B15. No mês, o avanço foi de 0,74% no mercado interno.

O relatório mais recente do USDA contribuiu para o clima de sustentação ao reduzir a estimativa de produção americana e ajustar estoques finais para baixo. Mesmo assim, o mercado internacional enfrentou pressão após a divulgação de vendas menores do que as esperadas pelos Estados Unidos para a China. Os embarques confirmados ficaram abaixo da necessidade para cumprir a meta de exportação, que também foi revisada para baixo pelo órgão, alcançando o menor nível desde a safra 2012/2013.

Além de volumes tímidos para o mercado chinês, as negociações destinadas a outros compradores, embora relevantes, não foram suficientes para equilibrar o cenário. A expectativa agora recai sobre uma possível retomada mais consistente da demanda, condição necessária para sustentar os ganhos recentes.

 





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Mercado de feijão reage com disputa por lotes



Clima ajuda a sustentar preços


Clima ajuda a sustentar preços
Clima ajuda a sustentar preços – Foto: Canva

O mercado de feijão segue em compasso de firmeza, impulsionado pela disputa por lotes recém-colhidos e pela expectativa de clima adverso nos próximos dias. No interior de São Paulo, o Instituto Brasileiro de feijão e Pulses relata que os negócios alcançaram R$ 260 por saca, valor que não atraiu todos os compradores, mas evidenciou a resistência dos produtores. Segundo o instituto, caso houvesse oferta a R$ 250 ou R$ 255, a movimentação teria sido suficiente para esgotar os volumes disponíveis.

A previsão de chuvas para o fim de semana reforçou a leitura de que os preços tendem a se manter. Produtores que já estão colhendo consideram pouco provável um recuo, avaliando que a umidade pode dificultar a entrada de novas lavouras e limitar a oferta imediata, cenário que reduz a pressão sobre as cotações.

Em Minas Gerais, um levantamento realizado na região Noroeste junto a 42 produtores indica uma mudança relevante no início do próximo ciclo. No ano passado, todos haviam plantado a primeira safra; neste, apenas 11 confirmaram o plantio. A redução da área sinaliza que os próximos meses não devem apresentar folga de abastecimento.

Corretores da região relatam ainda que produtores que costumavam alongar as vendas até fevereiro já zeraram seus estoques. O custo mais alto para carregar lotes pesou na decisão, e a antecipação das vendas se mostrou acertada.

O ambiente construído é de um mercado ajustado, com compradores atentos e produtores mais seguros. Para a cadeia como um todo, esse equilíbrio é bem-vindo e até mesmo uma valorização de até 20% não deve alterar o ritmo do consumo, já que a reação tende a ser absorvida com naturalidade.

 





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Pirataria de sementes pressiona produtividade no campo



“A semente legal garante origem, qualidade, pureza genética e resultados previsíveis”


"A semente legal garante origem, qualidade, pureza genética e resultados previsíveis"
“A semente legal garante origem, qualidade, pureza genética e resultados previsíveis” – Foto: Pixabay

A expansão agrícola brasileira convive com um desafio que cresce de forma silenciosa e interfere diretamente na produtividade das lavouras. Estimativas apresentadas no Seed Congress of the Americas 2026 indicam que 11% da área de soja no país ainda é cultivada com sementes não registradas ou não certificadas, causando prejuízos que podem chegar a R$ 10 bilhões por ano e afetando também forrageiras, algodão, arroz e feijão.

A Associação Paulista dos Produtores de Sementes alerta que o uso desse material compromete a qualidade das áreas plantadas, dissemina pragas e doenças e reduz o vigor das plantas. Segundo a entidade, a semente é o ponto inicial da produção e escolhas inadequadas acabam refletindo em perdas ao longo de todo o ciclo. 

“A semente legal garante origem, qualidade, pureza genética e resultados previsíveis no campo, enquanto a semente ilegal traz riscos de baixa produtividade, contaminações e prejuízos irreversíveis. Investir em semente certificada não é gasto: é segurança, rentabilidade e respeito ao futuro da agricultura brasileira. destaca que o produtor precisa enxergar a semente como o ponto de partida de toda a produção”, esclarece a diretora-executiva da entidade, Andreia Bernabé.

Entre as forrageiras, uma das cultivares que mais despertam interesse de falsificadores é um híbrido conhecido por sua tolerância à seca e boa adaptação ao clima quente. O produto ilegal tem sido vendido a preços muito baixos e, muitas vezes, substituído por Brachiaria ruziziensis, de desempenho inferior. A versão original, ao contrário, é submetida a controles de vigor e pureza, pode ser tratada com fungicida e inseticida e segue embalada de forma lacrada, com coloração característica que assegura identificação imediata.

 





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