sábado, março 14, 2026

Política & Agro

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Safra de pêssego avança no Rio Grande do Sul



Emater aponta avanço da colheita



Foto: Pixabay

O Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (27) aponta avanço na colheita do pêssego em diferentes regiões do Rio Grande do Sul, com oferta crescente nos mercados e variações de preço conforme calibre e destino da fruta.

Na região administrativa de Caxias do Sul, a Emater informa que “já há boa quantidade de frutas aos consumidores”, com preços mais acessíveis em função do aumento da oferta. Apesar disso, produtores relatam dificuldades na comercialização. A colheita segue concentrada nas variedades BRS Kampai, PS 25399 (cedo), Chimarrita, Fascínio, Serenata, White Delight e Charme, que registram “bom volume de produção” e preço médio de R$ 6,40/kg no Ceasa/Serra. Os frutos menores são vendidos a R$ 5,00/kg. A colheita de nectarina das variedades Mexicana, Bruna e Mina também começou, com valores semelhantes aos do pêssego.

Na região de Pelotas, foram colhidas as cultivares precoces Citrino e Bonão, descritas no boletim como de “excelente rendimento e qualidade”. A maturação uniforme deve concentrar a colheita em poucos dias. As variedades de ciclo médio apresentam desenvolvimento e sanidade dentro do esperado, e os produtores mantêm os tratamentos fungicidas preventivos. Há expectativa positiva caso a distribuição de chuvas permaneça regular até o fim da safra.

A Emater destaca que a mosca-das-frutas, principal praga da cultura, está sob controle com o uso de iscas tóxicas monitoradas por armadilhas. Mesmo assim, produtores manifestam insatisfação com os preços pagos pela indústria, que permanecem em R$ 2,10/kg para pêssegos tipo I e R$ 1,85/kg para tipo II, motivando mobilizações do setor.





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Diagnóstico técnico orienta manejo mais eficiente da soja



O diagnóstico também evidenciou a importância de reduzir áreas de solo exposto


O diagnóstico também evidenciou a importância de reduzir áreas de solo exposto
O diagnóstico também evidenciou a importância de reduzir áreas de solo exposto – Foto: Pixabay

A identificação detalhada das condições do campo tem papel central na definição de estratégias de manejo mais eficientes e duradouras. Segundo o engenheiro agrônomo Marcos Diones Sousa, uma avaliação recente apontou a presença de plantas daninhas perenes, sinal de falhas anteriores e de que o controle precisa ser mais direcionado. Ele observa que esse tipo de ocorrência exige o uso de herbicidas sistêmicos ou misturas específicas aplicadas no momento adequado, medida essencial para evitar rebrote e aumentar a eficiência operacional.

O diagnóstico também evidenciou a importância de reduzir áreas de solo exposto e fortalecer a cobertura vegetal, prática que contribui para diminuir a reinfestação e o banco de sementes. Para o agrônomo, a análise criteriosa, apoiada em conhecimento técnico e visão comercial ajustada à realidade do produtor, é o caminho para elevar a consistência do manejo.

Sua experiência no setor reforça a ideia de transformar informação técnica em resultados práticos. Isso envolve identificar corretamente os desafios presentes na área, propor soluções que combinem tecnologia, manejo e viabilidade econômica, garantir eficiência no controle dentro do sistema produtivo e orientar decisões que influenciam diretamente a rentabilidade. 

Ele destaca que o manejo inteligente depende de diagnóstico preciso, planejamento estruturado e acompanhamento contínuo. Cada visita ao campo passa a ser vista como uma oportunidade de antecipar problemas, ajustar estratégias e converter dados em soluções aplicáveis. As informações foram divulgadas em seu perfil no LinkedIn.

 





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Demanda firme sustenta preços no mercado de feijões



No feijão-preto, o cenário permaneceu semelhante ao das últimas semanas


No feijão-preto, o cenário permaneceu semelhante ao das últimas semanas
No feijão-preto, o cenário permaneceu semelhante ao das últimas semanas – Foto: Canva

A semana foi marcada por maior movimentação no mercado de feijões, com destaque para a região de Paranapanema e Itaí, em São Paulo. Segundo o Instituto Brasileiro de feijão e Pulses (Ibrafe), a demanda pelo feijão-carioca ganhou ritmo e trouxe um ponto de equilíbrio momentâneo às negociações. Os valores ficaram próximos de R$ 240 por saca ao produtor, com prazos de pagamento entre 15 e 30 dias. O comportamento indica estabilidade, embora ainda reflita a postura de compradores que testam alternativas diante da oferta limitada.

No feijão-preto, o cenário permaneceu semelhante ao das últimas semanas. As negociações seguiram entre R$ 130 e R$ 150 por saca de 60 quilos, variando conforme a qualidade e a urgência de cada operação. O mercado avança em ritmo moderado, mas com firmeza suficiente para sustentar as referências dentro desse intervalo.

O feijão-rajado continua com poucos negócios em Minas Gerais. Há conversas em andamento, porém sem volume capaz de firmar uma referência mais sólida. Os preços giram em torno de R$ 190 a R$ 200 FOB Goiás e Minas Gerais, o que evidencia a sensibilidade das condições atuais. Parte do produto permanece estocada com exportadores que não encontraram espaço para escoar todo o volume produzido neste ano.

O comportamento da semana reforça características típicas do período de entressafra, no qual a maior oferta tende a estabilizar as cotações e alongar prazos. O mercado segue operando com cautela e atenção redobrada, especialmente diante da expectativa de estoques mínimos para o Feijão-carioca. As informações foram divulgadas na última sexta-feira.

 





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Escalada global do enxofre pressiona mercado



O analista destaca que a mudança é considerada estrutural


O analista destaca que a mudança é considerada estrutural
O analista destaca que a mudança é considerada estrutural – Foto: Canva

Os preços globais do Enxofre registram uma forte escalada e alteram a dinâmica do mercado de fosfatados. Segundo Jeferson Souza, analista de inteligência de mercado, o avanço acumulado em 11 meses supera 170%, levando o produto de US$ 90 por tonelada em 2024 para valores acima de US$ 500. O movimento provoca preocupação entre fabricantes de fertilizantes, já que o insumo é essencial para a produção de fosfatados.

O analista destaca que a mudança é considerada estrutural, marcada por alterações relevantes no fluxo global, como a passagem da Rússia de exportadora para importadora em setembro. Esse deslocamento é visto como um sinal de ruptura, capaz de impactar diretamente segmentos específicos, entre eles o de produtos como o Super 5.

No Brasil, o mercado de fósforo segue duas direções distintas. Enquanto os fosfatados de alta concentração apresentam queda consistente nas últimas semanas, os de baixa concentração avançam gradualmente. A retração do MAP desde agosto já supera US$ 100 por tonelada, contrastando com o encarecimento dos produtos de menor concentração. O movimento é associado a uma forte antecipação de compras, com mais de 1,4 milhão de toneladas de supersimples já negociadas para as safras de 2026 e 2027, volume considerado expressivo em relação ao ano anterior.

Com a safra 2025/26 praticamente definida em termos de aquisição de fertilizantes, o planejamento volta-se agora ao milho safrinha e à soja do próximo ciclo. Souza reforça que o comportamento do enxofre permanece central no radar do setor, por sua importância como matéria-prima e por seus efeitos sobre outras cadeias ligadas aos fosfatados.

 





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Desafios e pressões no mercado de trigo



O cenário, porém, ganhou incerteza


O cenário, porém, ganhou incerteza
O cenário, porém, ganhou incerteza – Foto: Seane Lennon

O mercado de trigo inicia um período marcado por ajustes após o avanço da colheita nacional, segundo o Itaú BBA. Mesmo com a redução da área plantada, a produtividade manteve desempenho favorável e a produção deve ficar levemente abaixo do ciclo anterior, de acordo com estimativas oficiais. 

O cenário, porém, ganhou incerteza com a ocorrência de chuvas intensas, granizo e temporais no Sul do país entre o fim de outubro e o início de novembro, o que pode resultar em revisões negativas. Os efeitos mais relevantes tendem a recair sobre a qualidade, diante de relatos de presença elevada de micotoxina DON, condição que pode direcionar parte do volume para ração e gerar perdas aos produtores.

No ambiente internacional, o movimento de baixa nas cotações também encontra suporte no aumento da oferta global. O USDA revisou para cima sua projeção e estima produção recorde de 829 milhões de toneladas em 2025/26, ante 800 milhões na temporada anterior. Após quatro ciclos de queda, os estoques finais devem crescer para 271,4 milhões de toneladas, reforçando um quadro mais folgado entre oferta e demanda. O avanço é observado entre os principais exportadores, com destaque para União Europeia, Rússia, Canadá, Austrália e Argentina. Esta última, principal origem das importações brasileiras, deve colher 24 milhões de toneladas, mesmo com pontos de umidade excessiva em algumas regiões.

Além da maior disponibilidade externa, a valorização do real frente ao dólar amplia a atratividade das importações e reduz a competitividade das vendas brasileiras ao exterior. Para os próximos meses, o câmbio e o clima na Argentina serão determinantes para o comportamento dos preços e para a estratégia de originação no mercado doméstico.





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Área plantada de algodão deve recuar no Brasil



A instituição destaca que a China também deve ampliar sua produção


A instituição destaca que a China também deve ampliar sua produção
A instituição destaca que a China também deve ampliar sua produção – Foto: Canva

As projeções do Itaú BBA indicam que a área plantada de algodão no Brasil tende a diminuir na safra 2025/26, movimento impulsionado pela desvalorização do mercado, pelo aumento nos custos de produção e pelo estreitamento das margens dos produtores. Segundo o banco, apesar do avanço global na oferta, especialmente com melhor produtividade nas lavouras americanas, que compensou parte da redução de área e manteve a produção próxima de 3 milhões de toneladas, o contexto econômico pressiona decisões de plantio no país.

A instituição destaca que a China também deve ampliar sua produção, reforçando a oferta mundial em relação ao ciclo 2024/25. Mesmo com esse aumento, o consumo global deve seguir estável em 25,9 milhões de toneladas, o que sustenta estoques finais mais altos. Esse cenário reforça a percepção de mercado abastecido e reduz o estímulo para expansão de área.

No Brasil, a expressiva produção da safra 2024/25 seguirá influenciando o balanço de oferta em 2025/26. A demanda interna permanece contida, prejudicada por juros elevados que limitam o consumo de têxteis e vestuário. As exportações devem atingir novo recorde, superando 3 milhões de toneladas, mas isso não será suficiente para conter o aumento dos estoques de passagem devido ao grande volume colhido e ao elevado estoque inicial.

As perspectivas para a área plantada seguem divididas, porém o consenso é de recuo. Produtores demonstram cautela diante da combinação de custos altos, margens enxutas e incertezas sobre preços futuros. No ambiente externo, a OCDE revisou a estimativa de crescimento global de 2,9% para 3,2% em 2025, mas prevê desaceleração para 2,9% em 2026, quando os efeitos das mudanças nas políticas comerciais devem ser mais evidentes. 





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Aproveite os valores da soja



Existe um sinal claro de oportunidade


Existe um sinal claro de oportunidade
Existe um sinal claro de oportunidade – Foto: Ivan Bueno/APPA

O mercado de soja segue pressionado por incertezas e pela estratégia paciente da China, que administra suas compras com foco político e não apenas econômico, segundo a TF Agroeconômica. A aproximação do período sazonal de aquisição da soja brasileira a partir de janeiro, para embarques a partir de fevereiro, deve mexer ainda mais com o mercado, sobretudo diante da perspectiva de uma colheita recorde ao redor de 178 milhões de toneladas. Esse volume elevado reforça a capacidade chinesa de alternar compras entre Brasil e Estados Unidos, mantendo sua posição confortável na formação de preços.

Apesar das recentes altas internas sustentadas pelo bom desempenho do farelo e do óleo, com avanços acumulados de 0,03 por cento no dia, 0,72 por cento na semana, 1,47 por cento no mês e 2,07 por cento no ano, a supersafra prevista, cerca de 7 milhões de toneladas acima da anterior, tende a limitar novas valorizações expressivas. Em Chicago, o cenário também preocupa. A cotação atual ao redor de 1120 centavos por bushel supera com folga a máxima histórica típica, que gira em torno de 1050. Para a TF Agroeconômica, esse conjunto de fatores indica fundamentos baixistas para 2026, especialmente para a colheita prevista entre abril e maio.

Com o mercado interno ainda oferecendo bons níveis de preços e Chicago mantendo patamares considerados elevados, a consultoria destaca que este é um momento decisivo para o produtor. A análise aponta que a combinação entre a força atual das cotações e o risco futuro traz um claro sinal de oportunidade. Diante disso, a recomendação central é aproveitar os valores presentes, tanto na bolsa americana quanto no mercado brasileiro, para assegurar margens positivas e garantir lucros consistentes para a próxima safra antes que o peso da oferta recorde pressione as cotações.

 





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Compras da China sustentam alta da soja em Chicago


A soja negociada na Bolsa de Chicago encerrou o dia, a semana e o mês de novembro em alta, impulsionada pelo foco renovado nas compras chinesas. Segundo dados da TF Agroeconômica, a movimentação da China segue como principal catalisador do mercado, mesmo com volumes confirmados abaixo do esperado. Os contratos para janeiro fecharam em 1137,75 cents por bushel, alta de 0,55%, enquanto março avançou para 1146,00 cents. No complexo, o farelo recuou e o óleo voltou a ganhar força.

O mercado trabalhou em sessão encurtada após o feriado, mas manteve a atenção sobre as compras da China, tema dominante entre operadores e analistas. Os números divulgados pelo USDA mostraram que apenas 18,76% das compras prometidas até o fim do ano foram efetivadas, bem abaixo da especulação de cerca de 35%. Como a soja americana está mais cara que a brasileira, as compras têm sido feitas principalmente por estatais chinesas em movimento considerado político, o que limitou avanços mais fortes no pregão.

As vendas totais de soja no ano comercial seguem 38% abaixo do registrado no ano anterior. Em sentido oposto, o farelo mostra alta acumulada de 7% e o óleo 21%, refletindo maior demanda por derivados. No balanço semanal, a soja acumulou ganho de 1,13%, enquanto o farelo cedeu 0,22% e o óleo subiu 2,98%, reforçando o comportamento distinto entre os produtos do complexo.

No fechamento de novembro, o grão acumulou valorização de 1,99%, com avanço de 22,25 cents por bushel. O farelo terminou o mês em queda de 2,2%, enquanto o óleo apresentou desempenho expressivo, subindo 6,33%, resultado equivalente a 3,08 cents por libra peso. A movimentação do mês reforça a sensibilidade do mercado às decisões chinesas e mantém os operadores atentos ao ritmo das compras nas próximas semanas.

 





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Florada favorece colheita de mel no Rio Grande do Sul



Manejos fortalecem colmeias e ampliam produção



Foto: Pixabay

O Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (27) aponta que os apicultores do Rio Grande do Sul intensificaram os manejos voltados ao fortalecimento das colmeias e ao aumento da produção de mel, aproveitando a boa florada registrada nas últimas semanas. Segundo o boletim, entre as principais atividades realizadas estão “a vistoria dos apiários, a ampliação do espaço nos ninhos por meio do manejo de caixilhos e a colocação de melgueiras”, além de raspagem de própolis, derretimento de cera, monitoramento de predadores, instalação de caixas-iscas e roçadas nas áreas dos apiários. A colheita de mel já ocorre em diversas propriedades, com resultados considerados positivos.

Na região administrativa de Bagé, a Emater/RS-Ascar informa que, em Dom Pedrito, os apiários instalados em matas e campos nativos com maior diversidade vegetal apresentam “volumes esmagadores de mel”. Já áreas com baixa diversidade de espécies não registraram resposta produtiva. Colmeias posicionadas próximas a lavouras de canola tiveram bom desempenho, com destaque para a multiplicação de enxames e recuperação das colônias.

Nas regiões de Caxias do Sul, Frederico Westphalen, Ijuí e Santa Maria, as condições ambientais favoreceram o forrageamento das abelhas. Houve “aumento expressivo das floradas”, o que estimulou a postura das rainhas e ampliou a população dos enxames. Em Erechim, algumas colmeias são enfraquecidas e apresentam postura baixa, o que levou à substituição de rainhas. Mesmo assim, a Emater relata que “a atividade segue em condições cumpridas”, com expectativa de produção entre 30 e 40 kg por colmeia.

Na região de Soledade, o predomínio do tempo seco favoreceu a movimentação das abelhas, embora temperaturas abaixo do ideal em alguns períodos tenham limitado a intensidade da atividade.





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Pressão de oferta mantém preços do arroz em queda



A expectativa de que as exportações ajudariam a aliviar a pressão não se confirmou


A expectativa de que as exportações ajudariam a aliviar a pressão interna não se confirmou
A expectativa de que as exportações ajudariam a aliviar a pressão interna não se confirmou – Foto: Divulgação

O mercado de arroz atravessou o segundo semestre de 2025 com preços em trajetória de queda, refletindo um balanço de oferta e demanda bastante folgado, segundo o Itaú BBA. As cotações chegaram a cerca de R$ 53 por saca em novembro, nível 50% inferior ao registrado um ano antes e que limita a margem do produtor diante da ampla disponibilidade do grão e da demanda enfraquecida. 

A expectativa de que as exportações ajudariam a aliviar a pressão interna não se confirmou. O câmbio desfavorável e a concorrência externa reduziram a competitividade, deixando os embarques abaixo do previsto. Com isso, a projeção é de estoques de passagem elevados no início da safra 2025/26, estimados pela Conab em mais de 2 milhões de toneladas.

O avanço do plantio até novembro confirmou a redução de área esperada, resultado direto das margens comprimidas e do uso menor de tecnologia como estratégia de controle de custos. Mesmo com perspectiva de produção inferior, o clima tende a favorecer o desenvolvimento das lavouras, já que o fenômeno La Niña não interfere no cultivo irrigado. As projeções, porém, indicam que os preços ao produtor devem seguir pressionados se não houver alternativas para escoar o excedente. A combinação de oferta confortável e demanda fraca mantém o mercado em condição crítica para a temporada 2025/26, exigindo gestão mais rigorosa do produtor para mitigar riscos e proteger a margem.

Para a indústria, o ambiente também é adverso. A liquidez segue baixa, enquanto a formação de estoques é limitada pelo alto custo de armazenagem e pelas taxas de juros elevadas, fatores que restringem a capacidade de absorver parte da produção.

 





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