domingo, março 15, 2026

Política & Agro

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Exportações de soja avançam no país e em Goiás


De acordo com a edição de outubro do informativo mensal “Agro em Dados”, elaborado pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Goiás (Seapa), o Brasil exportou 103 milhões de toneladas do complexo soja entre janeiro e agosto de 2025, crescimento de 3,2% em relação ao mesmo período do ano anterior.

No estado, o volume exportado atingiu 12,4 milhões de toneladas, alta de 6,6% na comparação anual. Esse resultado garantiu a segunda posição no ranking nacional de exportações, atrás apenas do Mato Grosso. Segundo a publicação, “o desempenho reflete o aumento da produção, a expansão industrial e a posição estratégica do estado para o escoamento da safra, fatores que fortalecem a logística e consolidam Goiás como um dos principais polos exportadores do país”.

Na safra 2024/25, Goiás alcançou também a segunda colocação nacional na produção de soja, com 20,7 milhões de toneladas, ultrapassando o Paraná. A produtividade média foi superior a 69,7 sacas por hectare, a maior do país, com 9,4 sacas acima da média nacional. De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), esse desempenho está ligado a avanços tecnológicos no manejo e maior adoção de cultivares resistentes.

Em setembro, o mercado físico da soja apresentou retração nos preços após valorização em agosto. O preço médio nacional ficou em R$ 138,77 por saca, queda de 1,2% em relação ao mês anterior e 0,8% abaixo do valor registrado em setembro de 2024, segundo dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

A análise indica que as margens dos produtores devem ser pressionadas pelo aumento dos custos de produção, especialmente fertilizantes, e pelo custo elevado do capital. “Nesse cenário, estratégias de comercialização escalonada e gestão financeira mais rigorosa tornam-se essenciais para preservar a rentabilidade da safra”, informa o boletim.

 





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Goiás mantém alta produtividade no milho safrinha



Goiás é o segundo estado mais produtivo no milho



Foto: Canva

De acordo com a edição de outubro do informativo mensal “Agro em Dados”, elaborado pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Goiás (Seapa), a produtividade do milho safrinha vem apresentando avanços desde a safra 2022/23. Nesse período, Goiás consolidou-se como o segundo estado mais produtivo do país, com média de 6,4 toneladas por hectare na safra 2024/25. A segunda safra tem papel estratégico para o estado, com destaque para Rio Verde (Goiás) e Jataí (Goiás), que ocupam a terceira e quinta posição no ranking nacional de produção e área colhida.

Com a colheita concluída no país, os produtores mantêm cautela nas negociações diante da pressão baixista sobre as cotações, influenciada pela ampla oferta global decorrente de safras satisfatórias nos principais países produtores. De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o estoque final da safra 2024/25 alcançou 12,8 milhões de toneladas, frente a 1,9 milhão registrado na safra 2023/24.

Segundo o boletim, “é importante equilibrar as comercializações para garantir condições adequadas de armazenamento da soja que será colhida na primeira safra de 2025/26”. A publicação destaca ainda que, diante desse cenário, estratégias de proteção de preços e avaliação de diferentes possibilidades de venda tornam-se necessárias. A expectativa é de menor produção na próxima safra, mesmo com aumento na área plantada.

No mercado externo, o acumulado de janeiro a agosto de 2025 apresentou retração no faturamento e volume exportados pelo Brasil para o milho e seus derivados. Em sentido oposto, Goiás registrou crescimento de 49,1% em valor e 44,6% em volume exportado. Esse desempenho foi impulsionado pela ampliação das aquisições por Irã (+1.104,2%), Vietnã (+47,9%), Bangladesh (+149,3%), China (+24,3%) e pela entrada do Egito como novo comprador.





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Mato Grosso bate recorde nas exportações de carne



Chile ultrapassa EUA nas compras de carne de MT



Foto: Canva

Segundo a análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgada na segunda-feira (13), mesmo com a redução nas exportações dos Estados Unidos, Mato Grosso registrou recorde no volume exportado.

O estado embarcou 98,98 mil toneladas em equivalente carcaça em setembro de 2025, de acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). “Esse foi o maior volume já exportado por Mato Grosso, representando aumento de 10,37% em relação a agosto de 2025”, informou a análise. Em comparação ao mesmo período de 2024, o crescimento foi de 48,07%.

Outro ponto destacado foi a participação do Chile, que ultrapassou os Estados Unidos na participação das exportações totais e respondeu por 4,66% de toda a carne bovina exportada por Mato Grosso em 2025.

O boletim também apontou que, mesmo com a menor demanda norte-americana, a expectativa é de manutenção no ritmo das exportações. Segundo a análise, “o fim do ano apresenta maior demanda internacional, o que reforça a perspectiva de novos recordes no volume exportado em 2025”.





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Controle biológico de lagartas ganha força no milho


O mercado brasileiro de controle biológico para lagartas do milho vive um momento de consolidação e crescimento acelerado, impulsionado pela adoção de tecnologias mais sustentáveis e eficazes no manejo de pragas. Dados do levantamento FarmTrak milho 2025, da consultoria Kynetec Brasil, mostram que o uso de bioinseticidas no país alcançou uma nova escala, refletindo a transição de produtores para soluções baseadas em microrganismos naturais, em resposta à resistência crescente de pragas às moléculas químicas tradicionais.

Segundo o estudo, a área tratada com produtos voltados ao controle de lagartas na safrinha — o segundo ciclo do milho — aumentou 86% em apenas um ano, passando de 22,5 milhões para 42 milhões de hectares em 2025. Mesmo com a área cultivada praticamente estável, entre 16 e 17 milhões de hectares, o avanço expressivo indica uma clara mudança na estratégia de manejo adotada pelos agricultores. O segmento biológico, que representava apenas 2% do valor total do mercado de inseticidas para lagartas em 2022, já responde por 7% em 2025 — um crescimento quase quatro vezes maior em apenas três safras.

A pressão de pragas lepidópteras, especialmente da Spodoptera frugiperda (lagarta-do-cartucho), continua sendo um dos principais desafios nas lavouras de milho. Com a redução da eficácia de tecnologias transgênicas e de inseticidas químicos, produtores têm recorrido cada vez mais a soluções biológicas à base de vírus e bactérias específicas, que atuam de forma seletiva e segura, preservando inimigos naturais e reduzindo resíduos no ambiente.

O levantamento da Kynetec também revela diferenças regionais importantes. O estado de Mato Grosso concentra 62% das vendas totais de inseticidas — biológicos e químicos — voltados ao controle de lagartas, seguido por Goiás (12%) e Maranhão (7%). O aumento do número de aplicações, que chegou a dobrar em algumas regiões, reforça a necessidade de programas integrados de manejo, combinando diferentes ferramentas de controle.

Um exemplo prático

Entre as empresas que mais se destacam nesse avanço está a AgBiTech, que alcançou 50% de participação no mercado de biocontrole de lagartas do milho em 2025, segundo a Kynetec. O desempenho é impulsionado pelo bioinseticida Cartugen®, à base de baculovírus, que se consolidou como o produto biológico mais utilizado na safrinha e o oitavo entre todos os inseticidas do mercado. 

Segundo Pedro Marcellino, diretor de marketing da AgBiTech Brasil, a liderança da companhia reflete a eficiência de suas soluções e o fortalecimento do Brasil como referência global em tecnologias sustentáveis para o manejo de pragas agrícolas. “Até cerca de 2020, o manejo de lagartas dependia principalmente do uso de inseticidas em pequena escala”, comenta. 

“Mas, à medida que as características biotecnológicas e os produtos químicos convencionais perderam eficácia, as ferramentas biológicas tornaram-se estratégicas para os produtores. Nossa posição reflete a confiança construída ao longo do tempo por meio de resultados tangíveis no campo”, conclui.





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Nova joint venture integra satélites e dados de mercado



A iniciativa surge em momento estratégico


A iniciativa surge em momento estratégico
A iniciativa surge em momento estratégico – Foto: Divulgação

O agronegócio brasileiro ganha um novo hub de inteligência e tecnologia com a joint venture entre a Datagro e a SpotSat, combinando mais de 40 anos de experiência em mercado com tecnologia de monitoramento por satélite e inteligência artificial, segundo as empresas. A parceria abrangerá mais de 600 milhões de hectares e integrará dados de oferta e demanda global, políticas públicas, precificação internacional e imagens de satélite de alta precisão, oferecendo rastreabilidade e segurança para produtores, indústrias, instituições financeiras e governos.

O empreendimento terá impacto direto na operação do setor. Produtores rurais poderão planejar plantio, colheita e comercialização com base em relatórios orbitais e inteligência de mercado integrada. Bancos e fundos contarão com lastro científico e mercadológico para reduzir riscos ao liberar crédito. Projetos de carbono e ESG terão rastreabilidade confiável, desde a floresta até o mercado global de créditos ambientais. Governos e órgãos internacionais terão dados estratégicos para decisões de política agrícola e ambiental.

A iniciativa surge em momento estratégico: a partir de 2026, o Banco Central suspenderá crédito rural para propriedades com apontamentos do PRODES. A nova empresa poderá validar laudos do INPE, corrigir falsos positivos e restituir acesso ao crédito a milhares de produtores. O satélite Odail Spot One, primeiro 100% brasileiro, permitirá imagens a cada 90 minutos com resolução de até 3 metros, reduzindo custos e eliminando dependência cambial.

Segundo José Renato da Costa Alberto, fundador e CEO da SpotSat, a missão é transformar ciência e tecnologia em poder de mercado, elevando o agro brasileiro a um novo patamar de credibilidade, produtividade e sustentabilidade, consolidando o país na vanguarda mundial em tecnologia e inteligência agroambiental.

“Estamos construindo o que pode ser o maior hub de inteligência agroambiental do mundo. A união entre a visão global de mercado da Datagro e a capacidade científica e tecnológica da SpotSat é única. Vamos mudar o jogo e abrir um novo capítulo para o agronegócio brasileiro.”

 





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Licitação indiana pressiona preços internacionais de ureia



O movimento indiano ocorre em um momento de forte demanda


O movimento indiano ocorre em um momento de forte demanda
O movimento indiano ocorre em um momento de forte demanda – Foto: Canva

A nova licitação de Ureia conduzida pela estatal indiana Rashtriya Chemicals and Fertilizers (RCF) atraiu grande interesse global, com aproximadamente 3,7 milhões de toneladas ofertadas por 25 fornecedores diferentes. Segundo relatório diário da StoneX, divulgado nesta quarta-feira (15), a disponibilidade real pode ser menor que o total informado, já que há possibilidade de dupla contagem de cargas oferecidas por diferentes traders. A Índia busca adquirir 2 milhões de toneladas nesta negociação, e os preços mais competitivos deverão ser divulgados nos próximos dias, o que tende a influenciar as cotações internacionais do insumo.

O movimento indiano ocorre em um momento de forte demanda por fertilizantes no mercado brasileiro. As entregas ao produtor seguem em ritmo acelerado e superam os volumes observados no mesmo período de 2024, assim como as importações, que continuam em patamares elevados. Esse cenário reflete a antecipação das compras para a safra de verão, em meio a condições climáticas favoráveis e à necessidade de garantir abastecimento antes da intensificação das operações de campo.

Enquanto isso, o mercado internacional de ureia apresenta estabilidade. Na terça-feira (14), poucas variações foram registradas nos preços futuros. Nos Estados Unidos, o contrato com vencimento em novembro de 2025 encerrou o dia a US$ 419 por tonelada, após uma alta de US$ 6. No Oriente Médio, o mesmo contrato foi negociado a US$ 406/t, subindo US$ 3. Analistas apontam que o setor deve seguir em compasso de espera até a definição do resultado da licitação indiana, que poderá definir o rumo das próximas negociações globais.

 





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Futuros do café sobem com recuperação do real



Na última semana, os preços do café haviam recuado


Na última semana, os preços do café haviam recuado
Na última semana, os preços do café haviam recuado – Foto: Pixabay

Depois de uma semana de queda influenciada por fatores climáticos e geopolíticos, os futuros do café voltaram a subir impulsionados pela valorização do real frente ao dólar. Segundo relatório da StoneX, a recuperação da moeda brasileira trouxe alívio temporário ao mercado, após a pressão exercida pela forte alta do dólar e pelas incertezas no cenário internacional.

Na última semana, os preços do café haviam recuado com a melhora nas previsões de chuva nas principais regiões produtoras do Brasil e pelo sinal de reaproximação diplomática entre os governos brasileiro e americano. Essa mudança política elevou as expectativas de uma possível suspensão das tarifas impostas pelos Estados Unidos às importações de café brasileiro, o que poderia favorecer o fluxo comercial do produto.

Ao mesmo tempo, a intensificação das tensões entre Estados Unidos e China provocou um movimento global de aversão ao risco, fortalecendo o dólar e pressionando as commodities agrícolas. A escalada da guerra comercial levou a China a endurecer as regras sobre exportações de terras raras, enquanto os EUA cogitam impor tarifas de até 100% sobre produtos chineses. Com isso, o índice DXY — que mede o desempenho do dólar frente a outras moedas — subiu 1,2%, para 98,61 pontos, enquanto o dólar avançou 3,5% em relação ao real, encerrando a semana a R$ 5,52.

Em Nova Iorque, o contrato de café mais negociado, com vencimento em dezembro, caiu 1.770 pontos, ou 4,5%, para US¢ 373,05 por libra-peso. Já em Londres, o contrato de janeiro recuou US$ 131 por tonelada, ou 2,9%, para US$ 4.391. Apesar disso, a leve recuperação do real no início desta semana traz esperança de estabilização no curto prazo, à medida que o mercado monitora o câmbio e o avanço das negociações comerciais globais.

 





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Ciência e genética impulsionam o milho



A trajetória de um novo híbrido de milho começa nos laboratórios


A trajetória de um novo híbrido de milho começa nos laboratórios
A trajetória de um novo híbrido de milho começa nos laboratórios – Foto: Pixabay

Com base em dados do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) do IBGE, a produção brasileira de grãos deve atingir 333,3 milhões de toneladas em 2025, um avanço de 13,9% em relação a 2024. O milho é o principal responsável por esse crescimento, consolidando-se como protagonista do agro nacional graças ao avanço do melhoramento genético e das tecnologias aplicadas ao campo.

A trajetória de um novo híbrido de milho começa nos laboratórios de pesquisa genética e passa por cruzamentos, avaliações em campo e rigorosos testes de desempenho. Segundo Cristian Rafael Brzezinski, Global Corn Research Manager da GDM, o foco está em identificar genes ligados à produtividade, resistência a doenças e tolerância ao estresse hídrico e térmico. A empresa utiliza um dos bancos genéticos mais completos do setor para desenvolver híbridos adaptados às condições do campo brasileiro.

“A base de tudo está no DNA da planta e na interação do genótipo com o ambiente. Pesquisadores analisam o genoma do milho em busca de características como produtividade, resistência a doenças, tolerância à seca e ao calor. Com um dos bancos genéticos mais robustos do setor, nós exploramos a diversidade presente em milhares de linhagens para desenvolver híbridos superiores, adaptados às mais diversas condições do campo brasileiro”, explica Cristian Rafael Brzezinski, Global Corn Research Manager da GDM, empresa líder global no melhoramento genético de sementes.

Com o uso de biotecnologia e ferramentas como o CRISPR-Cas9, o processo de melhoramento tornou-se mais ágil e preciso, permitindo a criação de plantas mais resistentes e produtivas sem a inserção de DNA externo. Além disso, cada híbrido é submetido a ensaios oficiais de Valor de Cultivo e Uso (VCU), exigidos pelo Ministério da Agricultura, antes de chegar ao mercado — etapa que assegura estabilidade e sanidade.

O resultado é um milho mais eficiente, adaptável e seguro para o produtor. Ao unir ciência, inovação e sustentabilidade, o melhoramento genético fortalece a base da produção agrícola nacional e reafirma o papel do Brasil como potência global na oferta de alimentos.

 





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Banana que não escurece é eleita uma das melhores invenções



O segredo está na inativação do gene da enzima polifenol oxidase (PPO)


O segredo está na inativação do gene da enzima polifenol oxidase (PPO)
O segredo está na inativação do gene da enzima polifenol oxidase (PPO) – Foto: Divulgação

A banana geneticamente editada que mantém a cor e a frescura por até 12 horas após ser descascada foi reconhecida pela revista TIME como uma das melhores invenções de 2025. Desenvolvida pela britânica Tropic Biosciences, a inovação utiliza edição genética de precisão para silenciar um gene responsável pelo escurecimento natural da fruta, mantendo sabor, textura e aroma típicos da variedade Cavendish, dominante no comércio internacional. 

O segredo está na inativação do gene da enzima polifenol oxidase (PPO), que provoca o escurecimento em frutas expostas ao oxigênio. Ao contrário de organismos geneticamente modificados tradicionais, a técnica de Tropic não incorpora genes externos, mas ajusta funções do próprio DNA da banana, garantindo aceitação regulatória em diversos países. Segundo a empresa, a fruta permanece visualmente intacta por pelo menos 12 horas, representando uma solução para reduzir o desperdício em casas, restaurantes e indústrias de alimentos.

A inovação traz benefícios significativos para consumidores e produtores na América Latina. Em países como Chile, onde a banana Cavendish é a fruta mais consumida e importada — principalmente do Equador — a novidade prolonga a vida útil do alimento, reduz perdas e melhora a qualidade do produto. Para produtores no Brasil, Colômbia, Equador e Guatemala, a banana de oxidação retardada oferece diferenciação comercial, menor perda pós-colheita e potencial acesso a mercados de maior valor agregado.

Além de ampliar a versatilidade da banana em saladas, sobremesas e smoothies, a tecnologia contribui para a sustentabilidade, ao reduzir o desperdício e, consequentemente, o consumo de energia, água e emissões associadas à produção e transporte. Com lançamento previsto para consumidores nos EUA e Canadá em 2026, esta banana reforça como a biotecnologia pode transformar alimentos do dia a dia, unindo inovação, segurança alimentar e competitividade regional.

 





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Safra de trigo tem alta na produtividade, mas menor área



Clima favorece produtividade do trigo no Sul



Foto: Canva

De acordo com dados do 1º Levantamento da Safra de Grãos 2025/26, divulgado nesta terça-feira (14) pela Companhia Nacional de Abastecimento, a produção nacional de trigo está estimada em 7,698 milhões de toneladas. O volume é menor que o registrado na safra anterior, reflexo de uma retração de 19,9% na área cultivada, motivada por condições menos favoráveis no momento da decisão de plantio.

Apesar da redução anual, o levantamento aponta um leve avanço de 2,1% em relação à estimativa anterior. Segundo a Conab, esse crescimento decorre “do aumento de produtividade em Santa Catarina e Paraná, resultado de condições climáticas mais favoráveis até o momento”.

No Rio Grande do Sul, principal produtor de trigo do país, as lavouras estão no início da fase de maturação, com a maior parte das áreas ainda entre floração e enchimento de grãos. Já no Paraná, a colheita avança e se aproxima da metade da área cultivada.

Em Goiás, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais, a colheita foi concluída. A Conab seguirá monitorando o desenvolvimento das lavouras até o encerramento da safra 2025 de trigo.





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