sábado, março 14, 2026

Política & Agro

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Fundecitrus participa do 3º Workshop Pragas de Difícil Controle, em Piracicaba (SP)



Efeito do clima sobre o psilídeo


Foto: Fundecitrus

O Fundecitrus participou, na semana passada, do 3º Workshop Pragas de Difícil Controle – Diaphorina citri, realizado em Piracicaba (SP). O evento discutiu estratégias e soluções avançadas em Manejo Integrado de Pragas (MIP) e reuniu especialistas que são referência na área.

O engenheiro-agrônomo do Fundecitrus Arthur Tomaseto apresentou a palestra “Efeito do clima sobre o psilídeo”, destacando como as variações climáticas influenciam o comportamento do inseto e avanço do greening.

Durante a apresentação, Tomaseto reforçou a importância de manter o rigor no controle do psilídeo, mesmo diante da redução populacional observada em algumas regiões do cinturão citrícola. “Os estudos apontam que algumas regiões são mais favoráveis e outras menos favoráveis à ocorrência do inseto. A região sudoeste, por exemplo, historicamente tem registrado temperaturas baixas nos últimos anos, o que desfavorece o aumento da população do psilídeo. Por isso, reforcei a importância do manejo integrado e contínuo. Compreender como o clima interfere na biologia do psilídeo e adaptar as ações de controle conforme as condições de cada região é essencial para manter a citricultura mais protegida e sustentável”, afirma.

O encontro também contou com a participação do pesquisador parceiro do Fundecitrus, Leandro Peña, da Universidade Politécnica de Valência (Espanha), que encerrou o evento com uma palestra magna sobre os desafios globais do greening e o papel da biotecnologia no desenvolvimento de soluções inovadoras para o controle da doença no futuro





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Fundecitrus Podcast – A importância das ações externas realizadas pelo Fundecitrus



O 67º episódio do Fundecitrus Podcast


Foto: Fundecitrus

O 67º episódio do Fundecitrus Podcast discute como as ações externas de controle do greening, desenvolvidas pela equipe de Transferência de Tecnologia do Fundecitrus, são fundamentais para a mitigação da doença. Neste episódio, você vai conhecer mais sobre o trabalho que ultrapassa os limites dos laboratórios e chega direto aos pomares. A conversa é com os engenheiros-agrônomos da instituição Murilo Piccin e Rita Silva.





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Lavouras de mandioca apresentam bom crescimento



Mandioca mantém preços estáveis em regiões do RS



Foto: Canva

O Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (6) aponta avanço no desenvolvimento das lavouras de mandioca no Rio Grande do Sul.

Na região administrativa de Santa Rosa, a entidade informa que “as lavouras, tanto as recém-plantadas como as de segundo ano, apresentam bom crescimento e desenvolvimento das brotações”, o que resulta em “adequada população de plantas por hectare”. Segundo o boletim, a cultura mantém “condições fitossanitárias apropriadas”.

A comercialização direta ao consumidor registra valores de R$ 6,00 o quilo com casca e R$ 8,00 descascada na região. Em Soledade, o plantio está concluído, e os produtores seguem com a capina mecânica. A Emater/RS-Ascar destaca que o preço permanece estável. No município de Mato Leitão, a caixa de 22 quilos apresenta variação entre R$ 20,00 e R$ 25,00.





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Café passa por correção técnica e recua nas bolsas, mas preços sobem no…


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O mercado do café, que subiu ao longo de quase todo o dia nesta terça-feira (4), voltou a ceder e terminou o dia com leves baixas para os futuros do arábica negociados na Bolsa de Nova York. Os preços acompanharam as perdas das demais commodities negociadas na bolsa norte-americana – como o açúcar, que perdeu mais de 3% – e sentiram também a alta do dólar frente ao real nesta terça-feira. Além disso, o mercado passou por um movimento técnico de correção depois das fortes altas das últimas sessões e do começo do dia de hoje, que trouxe os preços para suas máximas em uma semana, levando o contrato dezembro a superar os US$ 4,00 por libra-peso. 

O vencimento dezembro terminou o dia com 405,25 cents/lb, enquanto o março foi a 385,35 e o maio a 370,80 cents de dólar por libra-peso. 

Na Bolsa de Londres, a movimentação foi bastante semelhante e os preços do robusta registraram o mesmo cenário, devolvendo os ganhos do começo do dia e fechando com leves perdas. As perdas, neste caso, variaram entre US$ 1 e US$ 30,00 por tonelada nas posições mais negociadas, levando o novembro a US$ 4653,00 e o março a US$ 4611,00 por tonelada. 

O diretor do Escritório Carvalhaes, Eduardo Carvalhaes, explica que a importância do robusta tem se intensificado bastante no mercado brasileiro. E assim, as negociações na B3 bateram recorde nesta terça-feira, como ele trouxe em entrevista ao Notícias Agrícolas. Reveja a íntegra:

 

No entanto, como explica o especialista, os fundamentos do mercado permanecem os mesmos: as incertezas climáticas que seguem afetando a produção de café do Brasil e dos demais principais países produtores; os baixos estoques globais, e a expressiva queda em 2025 dos embarques de café do Brasil, maior produtor e exportador mundial. E este cenário é o que ainda mantém uma sustentação às cotações. 

MERCADO NACIONAL

No mercado nacional, os preços do café subiram em, praticamente, todas as praças de comercialização pesquisadas pelo Notícias Agrícolas. As referências do cereja descascado continuam variando entre R$ 2400,00 a R$ 2610,00 por saca. Já o conilon, no mercado disponível, fechou com preços entre R$ 1376,00 e R$ 1400,00 por saca. 

Além dos futuros altos nas bolsas, apesar das correções de hoje, a alta do dólar frente ao real também deram espaço aos ganhos no interior do país. A moeda americana terminou o dia com R$ 5,40  e alta de 0,8%. 





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Safra da Argentina tem avanços importantes


A safra 2025/26 começa na Argentina com avanços importantes na colheita de trigo e no início do plantio de soja e sorgo sob alta umidade no solo. As informações são da Bolsa de Cereais de Buenos Aires (BCBA), que destaca bons rendimentos nas lavouras de trigo e condições ideais de umidade para as oleaginosas, apesar de atrasos pontuais em algumas regiões.

A semeadura de soja de primeira alcança 4,4% da área projetada nacionalmente, estimada em 17,6 milhões de hectares, o que representa queda de 4,3% em relação ao ciclo anterior. As chuvas favoreceram as condições hídricas, mas também causaram alagamentos no centro e oeste da província de Buenos Aires, retardando o avanço dos trabalhos. No entanto, no Núcleo Norte e em regiões de Entre Ríos e Córdoba, o ritmo é considerado normal e até adiantado.

O milho já cobre 36% da área nacional prevista, mas apresenta atraso interanual de 2,7 pontos percentuais, principalmente devido à impossibilidade de acesso aos campos alagados. Ainda assim, 79% das lavouras apresentam condição entre boa e excelente, um salto expressivo frente aos 29% registrados na mesma época do ano passado. Já o girassol avança para 71,6% das 2,7 milhões de hectares previstas, mantendo 100% das lavouras em condição normal a excelente, apesar de episódios isolados de granizo.

O sorgo, cuja área estimada é de 900 mil hectares, tem 12,6% semeados, com avanços de destaque no centro-norte de Santa Fe e em Entre Ríos. A redução de 10% na área total se deve à recuperação do milho, após os prejuízos causados pela cigarrinha na temporada anterior. No trigo, a colheita atinge 11,6% da área apta e apresenta rendimento médio nacional de 24,3 quintais por hectare, acima das expectativas iniciais. A BCBA mantém sua projeção de produção em 22 milhões de toneladas, ainda que alertas de novas tempestades e granizo possam afetar parte das lavouras nos próximos dias.





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Brasil amplia exportações ao Líbano e à Tanzânia



Agro soma 486 aberturas de mercado desde 2023



Foto: Pixabay

O governo brasileiro concluiu negociações sanitárias com Líbano e Tanzânia que permitirão ampliar as exportações do agronegócio nacional. Segundo comunicado oficial, “as autoridades sanitárias do Líbano autorizaram o Brasil a exportar bovinos e bubalinos vivos para reprodução”.

Em 2024, o país árabe importou mais de USD 195 milhões em gado vivo. A nova abertura reforça a posição comercial brasileira, que exportou “cerca de USD 432 milhões em produtos agropecuários para o Líbano”, com destaque para carnes, complexo sucroalcooleiro e café.

A Tanzânia também formalizou novas autorizações sanitárias. De acordo com o governo, o país permitirá a entrada de “produtos cárneos e termoprocessados de aves, bovinos, ovinos, caprinos e suínos”, além de material genético avícola — “ovos férteis e pintos de um dia” — e material genético bovino, como “embriões in vivo e in vitro”, além de bovinos vivos para reprodução. Com população de 68 milhões de habitantes, a Tanzânia é vista como mercado emergente. Em 2024, importou cerca de USD 31 milhões em produtos agropecuários brasileiros, com predominância do setor sucroalcooleiro.

Com os dois anúncios, o Brasil soma 486 aberturas de mercado para o agronegócio desde o início de 2023.





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Canola mantém ritmo intenso de colheita no Rio Grande do Sul



Emater aponta reta final do ciclo da canola no Estado



Foto: Pixabay

O Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (6) aponta avanço no ciclo final da canola no Rio Grande do Sul. Segundo o levantamento, “27% das lavouras estão em fase de maturação”, enquanto a colheita ocorre “em ritmo intenso”, alcançando aproximadamente 70% da área cultivada no Estado.

A entidade informa que as condições meteorológicas de outubro favoreceram a maturação, permitindo que a maior parte das áreas apresentasse qualidade de grãos e desempenho produtivo considerados adequados. De acordo com o informe, “em áreas com melhor manejo e uso de cultivares adaptadas, os rendimentos têm superado 2.400 kg/ha”, enquanto cultivos com menor investimento ou afetados por excesso de chuvas registram produtividade abaixo de 1.500 kg/ha. A uniformidade da maturação e o uso crescente de dessecação pré-colheita têm contribuído para manter a qualidade dos grãos. A estimativa da Emater/RS-Ascar indica 176.076 hectares de cultivo e produtividade média estadual de 1.659 kg/ha.

Nas regiões administrativas, o panorama é variável. Em Erechim, a cultura está em fase de enchimento de grãos, com previsão de “2.400 kg/ha”. Em Frederico Westphalen, 80% da área foi colhida, e a produtividade média está em torno de 1.500 kg/ha. Em Ijuí, a colheita chega a 70% da área e supera 1.800 kg/ha, enquanto em Santo Augusto já foi encerrada com cerca de 2.400 kg/ha. Em Santa Bárbara do Sul, o rendimento está em 2.000 kg/ha, e em Passo Fundo, a colheita concluída registra média de 2.100 kg/ha.

Na região de Santa Maria, a colheita alcança 60%, com produtividade abaixo da estimativa inicial de 1.860 kg/ha. Em Tupanciretã, 90% da área foi colhida, com forte variação entre 540 e 2.100 kg/ha, e há lavouras passando por dessecação para uniformizar a maturação final. Em Santa Rosa, 87% da área já foi colhida, com rendimento próximo a 1.800 kg/ha, ligeiramente acima da estimativa de 1.738 kg/ha. Em Soledade, a colheita, inicialmente interrompida pela chuva após alcançar 45%, foi retomada com o retorno do tempo firme, e a produtividade média é de 1.600 kg/ha.





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Erva-mate mantém colheita e enfrenta mercado lento


O Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (6) aponta que o cultivo de erva-mate mantém desenvolvimento regular nas principais regiões produtoras do Rio Grande do Sul. Em Caxias do Sul, a entidade informa que os ervais “estão em desenvolvimento e recebendo tratos culturais”, com manejo dos ramos baixeiros e colheita em andamento. Segundo o levantamento, “os preços variam entre R$ 10,00 e R$ 16,00 por arroba de erva convencional, e entre R$ 12,00 e R$ 16,00 por arroba de erva orgânica”.

Em Erechim, a produtividade permanece dentro da média regional, alcançando cerca de 900 arrobas por hectare. Contudo, os produtores relatam descontentamento com os valores pagos pela indústria. De acordo com o informe, “os preços seguem desfavoráveis, em média R$ 14,00 por arroba na porta da indústria”, sem expectativa de melhora.

Na região de Passo Fundo, avançam as tratativas para o recebimento do certificado de registro da Indicação Geográfica (IG) Erva-mate Região de Machadinho, previsto para a segunda quinzena de novembro. O documento será entregue pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial à Associação dos Produtores de Erva-Mate de Machadinho, configurando a primeira IG do setor no Estado. A região também iniciou um programa de monitoramento da flutuação de insetos por meio de armadilhas instaladas em parceria com Apromate, Embrapa Florestas, Emater/RS-Ascar, prefeitura e Fundação Solidaridad. As exportações seguem em ritmo estável, e a compra de erva-mate cancheada destinada ao envelhecimento tem aumentado. Os preços repassados à indústria variam entre R$ 18,00 e R$ 20,00 por arroba, dependendo do tipo de produto.

Em Soledade, a cultura encontra-se em fase de brotação e início da floração, com condições climáticas consideradas propícias. O informativo destaca que os produtores já iniciaram o manejo preventivo contra broca-da-erva-mate e ampola-da-erva-mate. Embora a colheita prossiga, o período de brotação reduz a qualidade da erva destinada ao chimarrão. A comercialização permanece lenta, com valores entre R$ 6,00 e R$ 8,00 por arroba pagos aos tarefeiros, enquanto o preço ao produtor varia de R$ 14,00 a R$ 18,00 nas ervateiras.





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Produção de algodão em Minas cresce 57% até 2025



Proalminas fortalece a cadeia produtiva do algodão no estado



Foto: Canva

A Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa) informou que a produção mineira de algodão deverá alcançar 145,3 mil toneladas na safra de 2025, resultado que representa aumento de 57% em relação às 92,6 mil toneladas colhidas em 2018. Segundo o órgão, “a área plantada e a produtividade também acompanharam o movimento de alta”, chegando a 33 mil hectares e produtividade estimada em 4,38 toneladas por hectare.

O avanço é atribuído às ações do Programa Mineiro de Incentivo à Cultura do Algodão (Proalminas), desenvolvido pelo Governo de Minas em parceria com a Associação Mineira dos Produtores de Algodão (Amipa). A Seapa afirma que os números positivos “refletem as ações de fortalecimento do setor”.

Nesta quinta-feira (6/11), o governo estadual entregou certificados de participação a 34 indústrias que contribuíram para o desenvolvimento da cotonicultura em Minas Gerais. O reconhecimento, segundo a Seapa, reforça a articulação entre indústria e produtores.

De acordo com o órgão, o Proalminas “se transformou em uma importante ferramenta de incentivo a toda a cadeia produtiva de algodão e tecidos no estado”. O programa oferece benefício fiscal às indústrias que utilizam algodão produzido em Minas, reduzindo a carga tributária sobre o produto industrializado. Para os agricultores, a iniciativa amplia oportunidades de renda, facilita o escoamento da produção e promove acesso a capacitação e tecnologias aplicadas ao cultivo.





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Produtores de citros enfrentam pragas, mas safra avança



Preço da laranja sobe e produtividade se mantém



Foto: Canva

O Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (6) informou que os pomares de citros do Rio Grande do Sul apresentam avanço nas etapas de colheita e formação de frutos, com variações regionais no manejo e nos preços recebidos pelos produtores.

Na região administrativa de Caxias do Sul, a limpeza das flores já foi concluída na maior parte das propriedades. Segundo a Emater/RS-Ascar, há “adequado pegamento de frutos”, e as condições climáticas dos últimos dias contribuíram para o desenvolvimento das plantas. Produtores seguem com os tratamentos fitossanitários, e não foram registrados ataques severos de pragas ou doenças.

Em Erechim, a colheita de laranja foi intensificada, com aumento nos preços. A Emater/RS-Ascar informou que “ao produtor, a fruta destinada à indústria está em R$ 800,00 por tonelada, e a in natura, em R$ 1.000,00 por tonelada”. A produtividade média é de 35 toneladas por hectare.

Na região de Frederico Westphalen, a colheita da bergamota Montenegrina foi concluída, enquanto a da cultivar Murcott alcança 60% da área. A colheita de laranja Folha Murcha continua. Os citricultores realizam manejo preventivo contra cancro-cítrico, pinta-preta e larva-minadora, e os pomares destinados à próxima safra estão na fase de chumbinho. A Emater/RS-Ascar destacou que os produtores recebem entre R$ 700,00 e R$ 750,00 por tonelada para fruta destinada à indústria e de R$ 1.000,00 a R$ 1.100,00 para consumo in natura, cuja demanda permanece aquecida.

Em Passo Fundo, os pomares estão em fase de formação de frutos, e produtores relatam dificuldade para controlar mosca-branca e mosca-das-frutas. Os valores pagos variam entre R$ 0,70 e R$ 0,90 por quilo, conforme a qualidade. As variedades mais tardias apresentam coloração adequada.





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