quinta-feira, março 12, 2026

Política & Agro

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Soja impulsiona economia e gera desenvolvimento no Mato Grosso


De acordo com lideranças do setor, a produção de soja consolidou Mato Grosso como o maior produtor do grão no país, posição que influencia diretamente a economia estadual. A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) destaca que a atividade sustenta empregos, arrecadação e o desenvolvimento de polos industriais, infraestrutura e serviços em municípios do interior. A expansão agrícola, afirmam representantes, impulsiona o crescimento regional e fortalece a presença brasileira no mercado internacional.

A cadeia produtiva envolve trabalhadores de diferentes áreas e estimula transportadoras, indústrias, comércios, oficinas, revendas e setores como hotelaria e tecnologia. Os investimentos realizados a cada safra em maquinário, armazenagem e logística ampliam o movimento econômico e reforçam o papel do agronegócio no estado.

O vice-presidente Norte da Aprosoja MT, Ilson José Redivo, afirma que “a produção agrícola é responsável pela sustentabilidade da economia do país”. Ele acrescenta que “a importância do pequeno produtor rural é muito grande no contexto nacional, porque a soma dessas pequenas propriedades é o que faz a grande produção do estado de Mato Grosso”.

Para o vice-presidente Sul da entidade, Fernando Ferri, o avanço agrícola transformou municípios nas últimas décadas. Segundo ele, “nós percebemos pelo Índice de Desenvolvimento Humano das cidades onde existe a agricultura, que são os melhores do estado e do país”. Ferri reforça que o setor gera empregos diretos e indiretos e destaca que “você planta uma semente que gera outras inúmeras sementes e faz o dinheiro circular”.

O secretário de Estado de Fazenda de Mato Grosso, Rogério Gallo, afirma que parte expressiva da arrecadação do ICMS tem origem nos municípios de maior potencial agrícola. Para ele, “o agro de Mato Grosso hoje responde por 60% da economia do Estado, é a base de tudo aquilo que a gente produz e é extremamente relevante para sustentação das atuais e futuras gerações de mato-grossenses”.

Gallo também ressalta a necessidade de ampliar a industrialização no estado. “O nosso ciclo econômico, que vai consolidar o agronegócio no Mato Grosso, é a agroindustrialização e a verticalização de todas as nossas cadeias”, diz.

A produção de soja, que começou de forma limitada, tornou-se um dos principais motores econômicos de Mato Grosso e passou a representar geração de renda, desenvolvimento social e oportunidades em grande parte do território estadual.





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Ciclone traz risco de tempestades no início de dezembro


O desenvolvimento de um novo ciclone no Sul do Brasil deve provocar um período de chuvas intensas e tempestades no início da semana, segundo informações do Meteored. De acordo com a previsão, “o mês de dezembro vai iniciar com a formação de um novo ciclone entre o Rio Grande do Sul e o Uruguai”, cujo desenvolvimento está previsto entre a noite de segunda-feira, 1º de dezembro, e a madrugada de terça-feira, 2.

O sistema será acompanhado por uma frente fria e deve gerar riscos de precipitações fortes nas Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. No primeiro dia do mês, uma baixa pressão atmosférica começará a provocar instabilidades nos três estados do Sul, com exceção do extremo norte do Paraná, e também em áreas do Mato Grosso do Sul. Conforme o Meteored, “não há previsão de evento severo, mas sim riscos de tempestades isoladas” e possíveis transtornos, como alagamentos pontuais.

Durante a noite de segunda-feira, o ciclone passa a se organizar entre o Rio Grande do Sul e o Uruguai, concentrando as chuvas no Sul, porém sem previsão de impactos significativos. Na manhã de terça-feira, já estabelecido sobre o oceano Atlântico e próximo à costa sul-brasileira, o sistema direciona as instabilidades para o sul da Região Centro-Oeste, São Paulo, sul de Minas Gerais e norte do Paraná. Nesses locais, as precipitações podem ocorrer com intensidade moderada e acompanhadas por temporais. No norte do Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, devem ocorrer apenas chuvas fracas e isoladas.

A intensidade aumenta no período da tarde, quando as chuvas passam a atingir também o Mato Grosso, o Mato Grosso do Sul, o sul de Goiás, São Paulo, Rio de Janeiro, sul de Minas Gerais e o Paraná. O Meteored aponta risco de tempestades, queda de granizo e transtornos como alagamentos. No litoral catarinense, são previstas chuvas fracas e maior nebulosidade. À noite, as instabilidades perdem força, tornando-se mais restritas ao Centro-Oeste e a Minas Gerais.

Na quarta-feira, 3 de dezembro, a manhã deve registrar chuvas fracas a moderadas em pontos isolados do Centro-Oeste, São Paulo e Minas Gerais. No entanto, a partir da tarde, a frente fria aumenta a umidade na região central do país e reforça a ocorrência de precipitações intensas, sobretudo no Sudeste e Centro-Oeste. “Especialmente no Espírito Santo”, afirma o Meteored, há possibilidade de tempestades, queda de granizo e novos transtornos.

A Região Sul, porém, já não estará mais sob influência direta do sistema, com previsão de tempo firme, nebulosidade variável e períodos de sol, além de chuvas fracas apenas no litoral. A projeção de acumulados até a noite de quarta-feira indica volumes distribuídos pelo centro-sul do país, com maiores registros no Mato Grosso, no centro-sul do Mato Grosso do Sul e no sudeste de Minas Gerais, onde podem alcançar 80 milímetros.





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Estufas asseguram produção de rúcula e abastecimento



Cultivo de rúcula avança com boa demanda no mercado



Foto: Pixabay

A produção de rúcula mantém ritmo estável em propriedades da região administrativa da Emater/RS-Ascar de Lajeado, conforme aponta o Informativo Conjuntural divulgado na quinta-feira (27). Em Feliz, poucos produtores seguem investindo no cultivo em estufas para atender a um mercado já consolidado. Segundo o boletim, “são 10 ciclos de cultivo sucessivos por ano”, e o crescimento vegetativo está adequado devido às condições de clima ameno e úmido.

O excesso de umidade elevou a incidência de míldio e favoreceu a queima das folhas. Entretanto, o manejo preventivo e a ventilação das estufas têm assegurado a manutenção da qualidade. De acordo com o documento, “as folhas colhidas apresentam coloração verde intensa e boa aceitação de mercado”. A rúcula é comercializada em redes de supermercado e na Ceasa de Porto Alegre, com preços entre R$ 8,00 e R$ 10,00 a dúzia.

Em Vale Real, o cultivo também ocorre em ambiente protegido. A Emater/RS-Ascar relata que as plantas apresentam desenvolvimento adequado e condições fitossanitárias consideradas satisfatórias. A demanda permanece elevada, com registros de venda a R$ 15,00 a dúzia na Ceasa e entre R$ 25,00 e R$ 30,00 no comércio local.





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Safra de uvas avança com monitoramento fitossanitário


O Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (27) aponta avanço uniforme no desenvolvimento dos vinhedos no Rio Grande do Sul, com variações conforme a região e a finalidade produtiva.

Na área administrativa de Caxias do Sul, a Emater informa que os vinhedos da variedade Vênus cultivados na Costa do Rio das Antas, em Bento Gonçalves, estão na fase inicial de maturação. Segundo o boletim, “a previsão de início de colheita dos primeiros cachos para o consumo in natura é em início de dezembro”. A instituição destaca que a sanidade dos parreirais é considerada satisfatória, embora haja registros pontuais de míldio e botritis. Os agricultores concentram o manejo na desfolha e na poda verde, sobretudo nas variedades voltadas à produção de vinhos.

Em Frederico Westphalen, as videiras apresentam diferentes estágios. De acordo com o informativo, a variedade Vênus está “em plena maturação e colheita”, enquanto cultivares como Bordô, Niágara Rosada e Niágara Branca encontram-se em compactação de cachos. Outras variedades, como Seyve Villard, Carmem, Lorena e Itália, estão entre a fase de baga “ervilha” e o início da compactação. A Emater ressalta que há monitoramento constante de doenças típicas da primavera, como míldio, oídio e podridão-da-uva-madura. A variedade Vênus é comercializada a R$ 6,00 o quilo.

Na região de Santa Rosa, a cultura apresenta carga elevada de cachos e bagas bem formadas. O informativo registra ocorrência de antracnose e míldio, especialmente na Niágara Branca. Conforme a Emater, produtores experientes realizaram controle de inverno com calda sulfocálcica e seguem com aplicações de fungicidas e produtos cúpricos. A expectativa regional é de boa safra.

Na área de Soledade, as videiras estão em formação de bagas, com manejos voltados ao controle de antracnose e escoriose, favorecidas pelas noites frias. Em Encruzilhada do Sul, os vinhedos destinados à produção de vinhos finos e espumantes apresentam alto potencial produtivo. Segundo o boletim, isso ocorre “em razão das condições climáticas favoráveis”. O manejo fitossanitário segue calendário rigoroso, principalmente para as uvas europeias, mais suscetíveis a doenças fúngicas.





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Conab atinge 1 milhão de cestas entregues no país


A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) marcou, na manhã de sexta-feira (28), a entrega de 1 milhão de cestas de alimentos destinadas a populações vulneráveis em todo o país. O ato, realizado na Unidade Armazenadora de Canoas, na Região Metropolitana de Porto Alegre, destacou o papel da estatal no enfrentamento da fome e no apoio a grupos afetados por calamidades. Segundo a Conab, o local foi escolhido por ter se tornado “epicentro da maior operação logística de distribuição de alimentos do país”.

A cerimônia reuniu mais de 300 participantes, incluindo representantes de Cozinhas Solidárias que atuaram durante as enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul e beneficiários como quilombolas, indígenas e pescadores. Desde 2023, os investimentos para aquisição das cestas somam R$ 245 milhões, recursos do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), operacionalizados pela Conab.

Desde 2023, a Conab tem atuado em diferentes regiões do país para atender diversos grupos em situação de vulnerabilidade, entre eles indígenas, pescadores, extrativistas, quilombolas, povos de terreiro, comunidades ciganas, catadores, assentados, acampados e atingidos por barragens, estiagens e enchentes. As entregas também abastecem cozinhas emergenciais, defesas civis e prefeituras. Cada cesta é destinada a uma família de quatro pessoas, o que corresponde a “aproximadamente 4 milhões de atendimentos no período ou 9,4 milhões de refeições”.

Durante o evento, a milionésima cesta foi entregue simbolicamente a representantes do público prioritário do programa, reforçando, conforme o texto, o compromisso de “assegurar o direito constitucional à alimentação”. Ainda na solenidade, um caminhão da Companhia foi carregado com 560 cestas, equivalentes a 12,3 toneladas de alimentos, com destino à coordenação regional da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), em Passo Fundo.

Além do marco nas entregas, a Conab anunciou novos investimentos no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). De acordo com o informativo, serão destinados R$ 79 milhões para compras da agricultura familiar voltadas ao abastecimento de cozinhas solidárias cadastradas no MDS, com prioridade para proteínas.





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Regiões produtoras registraram chuvas irregulares em novembro


O Boletim de Monitoramento Agrícola (BMA), divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), aponta que as chuvas registradas entre 1º e 21 de novembro foram “irregulares e mal distribuídas” em áreas agrícolas do país. Segundo o documento, essa condição afetou a semeadura e o início do desenvolvimento dos cultivos de primeira safra em algumas regiões. Apesar disso, o boletim afirma que “a umidade no solo e as temperaturas máximas não tão elevadas favoreceram o avanço da semeadura”, inclusive no Matopiba, onde as precipitações aumentaram no final do período.

No Centro-Oeste, principal produtor de grãos do país, a Conab relata que o período chuvoso foi instável, com irregularidades que ainda mantinham “áreas com baixa umidade” no sudoeste de Mato Grosso, no Pantanal e em partes de Mato Grosso do Sul e Goiás. A estatal destaca, porém, que houve recuperação do armazenamento hídrico ao longo do mês, o que permitiu o avanço do plantio em regiões com maior capacidade de retenção de água no solo.

A irregularidade das precipitações também marcou a região do Matopiba. De acordo com o boletim, as chuvas se intensificaram apenas na terceira semana do mês, possibilitando a recuperação da umidade do solo em grande parte da área produtora. Ainda assim, a Conab observa que, em áreas da Bahia e do sudeste do Piauí, “os altos índices de precipitação do final do período não foram suficientes para elevar o armazenamento hídrico” a níveis adequados para a semeadura.

No Norte, a estatal registra que Rondônia, Pará e Tocantins sofreram com chuvas irregulares, mantendo baixa umidade em vários pontos, embora tenha ocorrido melhora gradual ao longo do mês. Em contraste, o Amazonas apresentou “chuvas frequentes e abundantes”, que contribuíram para manter o nível dos rios.

Na Região Sudeste, as precipitações foram melhor distribuídas, com maiores acumulados em São Paulo e no centro-sul de Minas Gerais. A Conab destaca que temperaturas mais baixas ajudaram a reduzir a perda de umidade no solo. Mesmo assim, ainda há áreas com baixa umidade no Triângulo, no Noroeste e no Norte de Minas.

O boletim informa que, no Sul, o início de novembro foi marcado por chuvas intensas, especialmente no oeste do Paraná, onde ocorreram “rajadas de vento, tornados e granizo”, resultando em danos às lavouras. Nas demais áreas da região, os acumulados foram menores, mas suficientes para sustentar o desenvolvimento dos cultivos de primeira safra. Para os cultivos de inverno, a Conab avalia que, apesar dos excessos de chuva, “o clima foi favorável para o andamento e a conclusão da colheita”.





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Ciclone extratropical traz riscos para regiões agrícolas durante o final de…


Fenômeno meteorológico deve atingir vários estados entre quinta-feira e domingo, trazendo riscos de chuvas intensas

 Logotipo Notícias Agrícolas 

Um ciclone extratropical irá se formar na América do Sul e passará por diversas regiões agrícolas do Brasil entre quinta-feira e domingo. Segundo Maria Clara Sassaki, meteorologista da Tempo Ok, a formação do ciclone atinge primeiramente países vizinhos, como Uruguai, Paraguai e Argentina. No Brasil, a primeira região a ser atingida será a oeste do Rio Grande do Sul. “Entre quinta e sexta-feira, a área de instabilidade vai se movimentando pelo estado gaúcho. No mapa (abaixo), quanto mais vermelho, maior é o risco de chuva forte”, comenta Sassaki.

De sexta para sábado, a tempestade tende a se movimentar e atingir áreas de Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo. No domingo, o ciclone segue rumo ao oceano, reduzindo as instabilidades pelo país. No entanto, ainda pode gerar condições de mar agitado e prejudicar áreas portuárias do Sudeste e da região Sul. “Dessa forma, o alerta maior fica para esse período entre sexta e sábado. No final do sábado, as chuvas já vão reduzindo até que o ciclone se afaste e as chuvas se tornem mais pontuais”, explica Sassaki.

No entanto, até chegar a esse momento, as condições serão instáveis, com rajadas de vento, raios e possibilidade de granizo. “Pontualmente, os volumes são muito elevados e podem provocar transtornos, especialmente no Rio Grande do Sul. Conforme o sistema avança, as áreas do Sudeste e do Centro-Oeste também passarão por momentos de grande instabilidade”, detalha a meteorologista.

Veja na sequência das imagens, como será o avanço do ciclone pelo Brasil:

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Fonte:

Notícias Agrícolas





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Safra de pêssego avança no Rio Grande do Sul



Emater aponta avanço da colheita



Foto: Pixabay

O Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (27) aponta avanço na colheita do pêssego em diferentes regiões do Rio Grande do Sul, com oferta crescente nos mercados e variações de preço conforme calibre e destino da fruta.

Na região administrativa de Caxias do Sul, a Emater informa que “já há boa quantidade de frutas aos consumidores”, com preços mais acessíveis em função do aumento da oferta. Apesar disso, produtores relatam dificuldades na comercialização. A colheita segue concentrada nas variedades BRS Kampai, PS 25399 (cedo), Chimarrita, Fascínio, Serenata, White Delight e Charme, que registram “bom volume de produção” e preço médio de R$ 6,40/kg no Ceasa/Serra. Os frutos menores são vendidos a R$ 5,00/kg. A colheita de nectarina das variedades Mexicana, Bruna e Mina também começou, com valores semelhantes aos do pêssego.

Na região de Pelotas, foram colhidas as cultivares precoces Citrino e Bonão, descritas no boletim como de “excelente rendimento e qualidade”. A maturação uniforme deve concentrar a colheita em poucos dias. As variedades de ciclo médio apresentam desenvolvimento e sanidade dentro do esperado, e os produtores mantêm os tratamentos fungicidas preventivos. Há expectativa positiva caso a distribuição de chuvas permaneça regular até o fim da safra.

A Emater destaca que a mosca-das-frutas, principal praga da cultura, está sob controle com o uso de iscas tóxicas monitoradas por armadilhas. Mesmo assim, produtores manifestam insatisfação com os preços pagos pela indústria, que permanecem em R$ 2,10/kg para pêssegos tipo I e R$ 1,85/kg para tipo II, motivando mobilizações do setor.





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Diagnóstico técnico orienta manejo mais eficiente da soja



O diagnóstico também evidenciou a importância de reduzir áreas de solo exposto


O diagnóstico também evidenciou a importância de reduzir áreas de solo exposto
O diagnóstico também evidenciou a importância de reduzir áreas de solo exposto – Foto: Pixabay

A identificação detalhada das condições do campo tem papel central na definição de estratégias de manejo mais eficientes e duradouras. Segundo o engenheiro agrônomo Marcos Diones Sousa, uma avaliação recente apontou a presença de plantas daninhas perenes, sinal de falhas anteriores e de que o controle precisa ser mais direcionado. Ele observa que esse tipo de ocorrência exige o uso de herbicidas sistêmicos ou misturas específicas aplicadas no momento adequado, medida essencial para evitar rebrote e aumentar a eficiência operacional.

O diagnóstico também evidenciou a importância de reduzir áreas de solo exposto e fortalecer a cobertura vegetal, prática que contribui para diminuir a reinfestação e o banco de sementes. Para o agrônomo, a análise criteriosa, apoiada em conhecimento técnico e visão comercial ajustada à realidade do produtor, é o caminho para elevar a consistência do manejo.

Sua experiência no setor reforça a ideia de transformar informação técnica em resultados práticos. Isso envolve identificar corretamente os desafios presentes na área, propor soluções que combinem tecnologia, manejo e viabilidade econômica, garantir eficiência no controle dentro do sistema produtivo e orientar decisões que influenciam diretamente a rentabilidade. 

Ele destaca que o manejo inteligente depende de diagnóstico preciso, planejamento estruturado e acompanhamento contínuo. Cada visita ao campo passa a ser vista como uma oportunidade de antecipar problemas, ajustar estratégias e converter dados em soluções aplicáveis. As informações foram divulgadas em seu perfil no LinkedIn.

 





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Demanda firme sustenta preços no mercado de feijões



No feijão-preto, o cenário permaneceu semelhante ao das últimas semanas


No feijão-preto, o cenário permaneceu semelhante ao das últimas semanas
No feijão-preto, o cenário permaneceu semelhante ao das últimas semanas – Foto: Canva

A semana foi marcada por maior movimentação no mercado de feijões, com destaque para a região de Paranapanema e Itaí, em São Paulo. Segundo o Instituto Brasileiro de feijão e Pulses (Ibrafe), a demanda pelo feijão-carioca ganhou ritmo e trouxe um ponto de equilíbrio momentâneo às negociações. Os valores ficaram próximos de R$ 240 por saca ao produtor, com prazos de pagamento entre 15 e 30 dias. O comportamento indica estabilidade, embora ainda reflita a postura de compradores que testam alternativas diante da oferta limitada.

No feijão-preto, o cenário permaneceu semelhante ao das últimas semanas. As negociações seguiram entre R$ 130 e R$ 150 por saca de 60 quilos, variando conforme a qualidade e a urgência de cada operação. O mercado avança em ritmo moderado, mas com firmeza suficiente para sustentar as referências dentro desse intervalo.

O feijão-rajado continua com poucos negócios em Minas Gerais. Há conversas em andamento, porém sem volume capaz de firmar uma referência mais sólida. Os preços giram em torno de R$ 190 a R$ 200 FOB Goiás e Minas Gerais, o que evidencia a sensibilidade das condições atuais. Parte do produto permanece estocada com exportadores que não encontraram espaço para escoar todo o volume produzido neste ano.

O comportamento da semana reforça características típicas do período de entressafra, no qual a maior oferta tende a estabilizar as cotações e alongar prazos. O mercado segue operando com cautela e atenção redobrada, especialmente diante da expectativa de estoques mínimos para o Feijão-carioca. As informações foram divulgadas na última sexta-feira.

 





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