sábado, abril 25, 2026

Política & Agro

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plantio de girassol avança, mas seca prejudica trigo e milho


Plantio de verão na Argentina em risco com seca prolongada





Foto: Canva

A seca que atinge a Argentina tem agravado o estresse nas lavouras de grãos de inverno, especialmente nas áreas agrícolas do oeste do país, segundo o boletim semanal do Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado na terça-feira (8) pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) e pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

De acordo com o boletim, as falta de chuvas tem coberto uma vasta área, desde La Pampa e noroeste de Buenos Aires até as fronteiras com Bolívia e Paraguai. A precipitação significativa, superior a 10 mm, ficou restrita ao sudeste de Buenos Aires e a alguns pontos no nordeste.

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Além disso, as temperaturas na região ficaram em média de 3 a 4°C acima do normal, com máximas entre 30 e 40°C, afetando especialmente as regiões de Córdoba, Santa Fé e Entre Rios. Esse aumento nas temperaturas e a escassez de chuvas têm intensificado o estresse nas lavouras, que agora avançam para o estágio reprodutivo. Sem chuvas nas próximas semanas, o plantio das safras de verão pode ser comprometido.

O governo argentino informou que, até o dia 26 de setembro, 20% das lavouras de girassol foram plantadas, 3 pontos percentuais acima do ano passado. O milho, por sua vez, tem 10% de sua área plantada, número que estava em 12% no mesmo período de 2023. No entanto, a seca já causou danos visíveis às plantações de trigo de inverno em Córdoba e Santa Fé, dois dos principais estados produtores do país.





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Seca limita plantio de soja e milho em regiões centrais do Brasil


A escassez de chuvas continua a afetar as principais áreas agrícolas do Brasil, de acordo com o boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado na terça-feira (8) pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) e pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). A umidade permaneceu limitada para a soja e outras culturas de verão em regiões centrais e do nordeste brasileiro, agravando a seca já presente nessas áreas.

Segundo dados do boletim, no Mato Grosso, chuvas moderadas entre 10 e 35 mm foram registradas nas áreas ocidentais do estado, enquanto em outras partes do Centro-Oeste, como o sul de Goiás e o norte do Mato Grosso do Sul, as precipitações foram escassas, com índices inferiores a 5 mm. O cenário é semelhante em São Paulo, Minas Gerais e Bahia, onde a seca predominou quase completamente, acompanhada de temperaturas acima do normal, com máximas variando entre 30°C e 40°C, o que agravou a falta de umidade do solo.

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De acordo com dados do governo do Mato Grosso, apenas 2% da área destinada ao plantio de soja havia sido semeada até o dia 4 de outubro, um índice muito abaixo dos 14% registrados no mesmo período do ano passado e da média histórica de 9% nos últimos cinco anos.

O calor e a falta de chuvas também avançaram para o sul do Paraná, favorecendo a colheita do trigo, mas prejudicando a germinação das culturas de verão. No Paraná, 62% do trigo havia sido colhido até 30 de setembro, enquanto o milho e a soja da primeira safra apresentavam 74% e 22% de área plantada, respectivamente.

Por outro lado, no Rio Grande do Sul, chuvas esparsas, com acumulados entre 10 e 25 mm, chegaram a superar 50 mm em algumas áreas, beneficiando o plantio do milho, que atingiu 54% até 3 de outubro, e o desenvolvimento do trigo, que estava principalmente na fase de florescimento até o enchimento.





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Seca atinge áreas agrícolas no norte do México


Clima seco afeta produção de milho e trigo





Foto: USDA

O clima seco dominou grande parte do norte e centro do México, de acordo com o boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado na terça-feira (8) pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) e o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). A seca prevaleceu de maneira significativa desde a fronteira com os EUA até o planalto sul, atingindo regiões agrícolas importantes como Guanajuato, Jalisco e Michoacán, onde o cultivo de milho de verão foi impactado. Chuvas isoladas e de baixa intensidade foram registradas nessas áreas, insuficientes para melhorar as condições de produção.

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Segundo o boletim, no noroeste do país, a seca foi acompanhada por temperaturas elevadas, com máximas que atingiram os 40°C. O calor intenso provocou altas taxas de evaporação, agravando a situação das bacias hidrográficas que irrigam culturas como milho e trigo de inverno, aumentando as dificuldades para os produtores.

Em contraste, no sudeste do México, as chuvas moderadas a pesadas trouxeram alívio para as plantações. Precipitações de 25 a 100 mm beneficiaram o milho imaturo e a cana-de-açúcar em áreas como Veracruz e outras regiões próximas. Chuvas mais intensas, com acumulados de 100 a 200 mm, foram registradas em Oaxaca, Tabasco e outras áreas de cultivo de inverno.

Nas áreas costeiras afetadas pelo furacão John na semana anterior, as chuvas continuaram, porém em volumes mais baixos, variando entre 10 e 50 mm. Essa quantidade de chuva, considerada sazonal, permitiu uma leve recuperação nas regiões duramente atingidas pela tempestade, embora os danos ainda sejam significativos.





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Área plantada de algodão cresce 6,90% em Mato Grosso


Produção de pluma para o ciclo 2024/25 foi projetada em 2,77 milhões de toneladas





Foto: Canva

O Imea divulgou as primeiras projeções para a safra 2024/25 de algodão em Mato Grosso, indicando uma expansão significativa na área plantada. Segundo dados do boletim informativo do Imea, a expectativa é de que a área cultivada atinja 1,56 milhão de hectares, um acréscimo de 6,90% em relação ao consolidado da safra anterior. Esse crescimento foi impulsionado pela melhor rentabilidade da fibra em comparação com outras culturas, apesar dos preços não estarem em patamares elevados.

No entanto, a produtividade ainda enfrenta incertezas, uma vez que fatores como a semeadura dentro da janela ideal, condições climáticas e a incidência de pragas e doenças podem impactar os resultados. Com isso, o Imea estimou o rendimento em 284,27 arrobas por hectare, uma queda de 2,63% em comparação à safra passada.

Apesar dessa leve redução na produtividade, a produção de pluma para o ciclo 2024/25 foi projetada em 2,77 milhões de toneladas, representando um aumento de 4,12% em relação à safra 2023/24.





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Condições climáticas ajudam colheita de primavera no Canadá


Plantio de trigo de inverno avança no sudeste canadense





Foto: Nadia Borges

As pradarias canadenses, especialmente na região do sul de Alberta até o leste do Vale do Rio Vermelho em Manitoba, experimentaram um clima predominantemente quente e seco, permitindo a continuidade do trabalho de colheita das safras de primavera. De acordo com o boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado na terça-feira (8) pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) e pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), as temperaturas noturnas começaram a cair para entre 0 e -5 °C, resultando em congelamento de fim de temporada e auxiliando o processo de secagem das safras.

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De acordo com o informado pelo boletim, em Manitoba, o milho atingiu a fase de dente e está próximo da maturidade fisiológica, dependendo do híbrido, mas com níveis de umidade ainda acima de 30%. O clima quente favoreceu a colheita da soja, que avançou rapidamente, com 29% das áreas estimadas como colhidas na província. Além disso, a colheita do linho também teve início, com 17% do total concluído até o momento. Algumas chuvas dispersas nas regiões mais ao norte das pradarias contribuíram para a recarga de umidade subterrânea.

No sudeste do Canadá, o clima quente continuou a favorecer o crescimento das safras de verão em maturação e apoiou o plantio do trigo de inverno. Embora as temperaturas tenham começado a esfriar, as médias semanais ainda permaneceram acima do normal, com máximas diárias girando em torno dos 20 graus Celsius e mínimas noturnas ligeiramente acima do ponto de congelamento. A região recebeu precipitação que variou de 3 a 20 mm, beneficiando as culturas locais.





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projeção aponta superávit de US$ 70 bilhões para 2024


A balança comercial brasileira encerrou o mês de setembro com saldo positivo de US$ 5,363 bilhões, resultado de exportações que somaram US$ 28,789 bilhões e importações que alcançaram US$ 23,426 bilhões. A corrente de comércio, que representa a soma das exportações e importações, totalizou US$ 52,215 bilhões. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) nesta sexta-feira (4).

Segundo o balanço, no acumulado de janeiro a setembro de 2024, as exportações chegaram a US$ 255,456 bilhões, um crescimento de 0,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. Já as importações somaram US$ 196,338 bilhões, registrando um aumento de 8%. Com isso, o saldo comercial acumulado é de US$ 59,119 bilhões, e a corrente de comércio alcançou US$ 451,794 bilhões, uma alta de 3,8%.

Em comparação com setembro de 2023, as exportações cresceram 0,3%, enquanto as importações apresentaram um expressivo aumento de 19,9%. A corrente de comércio teve expansão de 8,2% no mesmo período.

Setorialmente, o desempenho de setembro mostrou queda nas exportações da Agropecuária (-12,1%) e da Indústria Extrativa (-19,8%), enquanto os produtos da Indústria de Transformação registraram crescimento de 16,8%. No acumulado do ano, a Agropecuária teve retração de 8,4%, enquanto a Indústria Extrativa e os produtos da Indústria de Transformação cresceram 10,6% e 1,5%, respectivamente.

A última projeção do MDIC para 2024 prevê exportações de US$ 335,7 bilhões, uma leve redução de 1,2% em comparação a 2023. Já as importações devem totalizar US$ 264,3 bilhões, um aumento de 10,2%. Com isso, o saldo comercial previsto para o ano é de US$ 70 bilhões, o segundo maior da série histórica, apesar de ser 28,9% inferior ao recorde de US$ 98,9 bilhões registrado em 2023, conforme apontam os dados da Secex/MDIC.





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ILPF torna pastagens degradadas em terras produtivas


Esse sistema ajuda a preservar a saúde do solo e a aumentar a biodiversidade




Esse sistema ajuda a preservar a saúde do solo e a aumentar a biodiversidade
Esse sistema ajuda a preservar a saúde do solo e a aumentar a biodiversidade – Foto: Joaquim Bezerra

O manejo de pastagens no Brasil tem se destacado como uma solução eficaz para reverter a degradação do solo e aumentar a produtividade agrícola, um problema que afeta 28 milhões de hectares de pastagens degradadas, especialmente em estados como Mato Grosso e Goiás, conforme dados da Embrapa. Em resposta a esse desafio, o sistema de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) surge como uma estratégia sustentável, promovendo a rotação de culturas e a introdução de árvores, o que resulta em benefícios significativos. 

Esse sistema ajuda a preservar a saúde do solo e a aumentar a biodiversidade, melhorar a ciclagem de nutrientes e a matéria orgânica, e aumentar a infiltração e retenção de água, combatendo a erosão. Além disso, reduz a temperatura do solo e o déficit hídrico das plantas, enquanto proporciona conforto térmico e bem-estar aos animais, o que se traduz em maior ganho de peso e melhoria nos índices reprodutivos. O ILPF também melhora o balanço de carbono na produção bovina e diversifica as atividades econômicas dos produtores. Atualmente, mais de 17 milhões de hectares estão sob o sistema ILPF no Brasil, com a meta de dobrar essa área até 2030, refletindo o crescente reconhecimento dos seus benefícios para o desenvolvimento rural e a preservação ambiental.

“A utilização de forrageiras adaptadas à ILPF tem mostrado resultados surpreendentes, garantindo uma recuperação mais rápida do solo e aumentando a capacidade de produção”, diz Marina Lima, zootecnista, técnica de sementes e sustentabilidade da Sementes Oeste Paulista (Soesp). Todas essas forrageiras estão disponíveis no portfólio da Soesp, com a exclusiva tecnologia Advanced e também na linha convencional.
 





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Brasil sedia encontro do consórcio internacional de EPI


“A reunião privilegiará diretrizes e normas para avaliação e mitigação de riscos”




O coordenador da plenária será o pesquisador Hamilton Ramos
O coordenador da plenária será o pesquisador Hamilton Ramos – Foto: Divulgação

No final deste mês, o Brasil receberá 40 especialistas de 18 países do Consórcio Internacional de EPI, que se reúne para discutir a exposição de trabalhadores rurais a agroquímicos. O evento, programado para 23 a 25 de outubro na região de Jundiaí, São Paulo, celebra o 10º aniversário do Consórcio e é a primeira vez que ocorre no Brasil. O foco será a análise de cenários de exposição e a criação de um sistema global de avaliação e mitigação de riscos químicos no campo. 

O coordenador da plenária será o pesquisador Hamilton Ramos, responsável pelo programa IAC-Quepia, que há quase 18 anos investiga a utilização de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) na agricultura brasileira. Esse programa é fruto de uma colaboração entre o setor privado e o Centro de Engenharia e Automação (CEA) do Instituto Agronômico (IAC), ligado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo.

“A reunião privilegiará diretrizes e normas para avaliação, mitigação e comunicação de riscos químicos com pesticidas nas pequenas propriedades, nas quais se utilizam principalmente pulverizadores costais e semiestacionários na aplicação de agroquímicos. O Consórcio tem por objetivo central prevenir a exposição humana a esses compostos”, resume Hamilton Ramos.

Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) agrícolas são fundamentais para proteger os trabalhadores rurais durante a aplicação de agroquímicos e garantir a utilização adequada dos produtos para o controle de pragas, doenças e plantas daninhas.  No Brasil, o programa IAC-Quepia, coordenado por Hamilton Ramos, contribuiu significativamente para a melhoria da qualidade dos EPIs fabricados localmente, reduzindo a taxa de reprovação em testes laboratoriais de 80% em 2010 para menos de 20% atualmente.
 





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Preço do leite ao produtor volta a apresentar alta


De acordo com os dados divulgados pela Scot Consultoria, o pagamento do leite ao produtor referente à captação de agosto registrou aumento em setembro, após uma leve queda no período anterior. O valor subiu 1,7%, equivalente a R$ 0,04 por litro, com a média nacional ponderada nos 18 estados pesquisados pela Scot Consultoria chegando a R$ 2,532 por litro. Em relação ao mesmo período do ano passado, o preço médio está 11,3% maior.

Esse aumento no preço do leite é atribuído à produção abaixo do esperado, afetada por condições climáticas adversas. No Sudeste e Centro-Oeste, a entressafra foi agravada por altas temperaturas e queimadas, comprometendo as forragens e elevando os custos de alimentação animal, além de prejudicar o bem-estar dos rebanhos. Já no Sul do país, as chuvas excessivas, especialmente no Rio Grande do Sul, também limitaram o desenvolvimento das pastagens, o que impactou negativamente a produção, conforme o informado pela Scot Consultoria.

Segundo o Índice de Captação da Scot Consultoria, a produção de leite em agosto aumentou 2,3% em relação a julho, mas em estados como São Paulo, Minas Gerais e Goiás, o crescimento foi de apenas 0,7%, 1,7% e 1,8%, respectivamente. Embora a margem para o produtor de leite tenha sido favorável nos últimos meses, o estímulo para expandir a produção ficou aquém do esperado.

Para o pagamento referente à produção de setembro, que será realizado em outubro, a expectativa é de estabilidade ou aumento. De acordo com a Scot Consultoria, nenhum dos laticínios consultados indicou queda nos preços, com 53,3% projetando alta e 46,7% prevendo estabilidade.

Outro fator que contribuiu para a elevação dos preços foi a redução das importações em agosto, o que diminuiu a oferta no mercado interno.





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Bovinos: cotações continuam em alta


Mercado de reposição de gado segue firme apesar do clima





Foto: Divulgação

De acordo com os dados divulgados pela Scot Consultoria, o segundo semestre tem sido marcado por condições climáticas adversas, com temperaturas acima da média histórica e chuvas irregulares na maior parte dos estados brasileiros durante setembro. Essas variáveis afetaram a qualidade das pastagens, especialmente na primeira semana de outubro, que não apresentou mudanças consideráveis no clima.

As condições climáticas afetaram a oferta de gado e os negócios no setor, principalmente para os bovinos mais jovens, que exigem mais tempo para completar o ciclo produtivo. Nesse cenário, há uma maior demanda por animais mais erados para reposição, já que o tempo de finalização é mais curto. Apesar do clima desfavorável, o mercado de reposição continua aquecido, impulsionado pela valorização da arroba do boi gordo.

Segundo a Scot Consultoria, nas praças paulistas, por exemplo, as cotações mensais subiram consideravelmente: o boi magro teve alta de 5,3%, o garrote subiu 3,3%, o bezerro de ano aumentou 4,1% e o bezerro de desmama, 2,8%. Entre as fêmeas, as valorizações também foram expressivas, com a vaca magra subindo 12,5%, a novilha 6%, a bezerra de ano 5,4% e a bezerra de desmama 4,2%.

A expectativa para o mercado nesta semana é de que os preços se mantenham firmes. Mesmo com as previsões de chuvas para outubro, as condições climáticas atuais não devem mudar o cenário no curto prazo, conforme o informado pela Scot Consultoria.





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