sexta-feira, abril 24, 2026

Política & Agro

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Feijão avança com baixa incidência de doenças no Rio Grande do Sul



Semeadura da primeira safra de feijão avança de forma positiva




Foto: Pixabay

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (24) pela Emater/RS, a semeadura da primeira safra de feijão no Rio Grande do Sul avança de forma positiva, impulsionada pelos níveis adequados de umidade do solo e pela alta incidência de radiação solar. Essas condições climáticas têm favorecido tanto o avanço da semeadura quanto o desenvolvimento das lavouras, e a incidência de doenças fúngicas deixou de ser um grande problema.

Atualmente, 90% das lavouras estão em fase de germinação/emergência e desenvolvimento vegetativo, 8% em florescimento e 2% em enchimento de grãos. Para a safra 2024/2025, a Emater/RS-Ascar projeta o cultivo de 28.896 hectares, com uma produtividade média estimada de 1.864 kg/ha.

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Ijuí, 12% das lavouras estão em fase de floração, enquanto 88% encontram-se em desenvolvimento vegetativo. As lavouras apresentam poucas falhas e possuem um potencial produtivo elevado. O manejo do nitrogênio foi finalizado, resultando em um ótimo aproveitamento devido à umidade do solo estar em níveis adequados. Além disso, a vaquinha-verde-amarela (Diabrotica speciosa) está controlada e não causa mais danos à cultura.

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Na região de Pelotas, apesar da pequena instabilidade climática, a semeadura avançou, atingindo 27% da área inicialmente prevista. Em Santa Maria, persiste a incidência de mosca-branca (Bemisia spp.) em lavouras na Quarta Colônia, enquanto em Nova Palma, 70% das lavouras estão em desenvolvimento vegetativo e 30% em fase de florescimento. Na região de Soledade, no Baixo Vale do Rio Pardo, pequenas áreas destinadas à subsistência começam a entrar em fase de maturação fisiológica e deverão estar aptas para a colheita em breve.

Em relação à comercialização, o valor médio da saca de 60 quilos de feijão, segundo o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar, apresentou um aumento de 5,40%, passando de R$ 315,00 para R$ 332,00 em comparação à semana anterior.





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Recuperações judiciais avançam 40,6% no 2º trimestre



121 solicitações foram registradas por produtores rurais




Foto: Divulgação

O agronegócio brasileiro vem registrando um aumento expressivo nos pedidos de recuperação judicial durante o segundo trimestre de 2024. Segundo levantamento da Serasa Experian, 121 solicitações foram registradas por produtores rurais com Perfil Jurídico (PJ), um salto de 40,6% em relação aos três primeiros meses do ano.

Marcelo Pimenta, head de agronegócio da Serasa Experian, explica que o setor é naturalmente cíclico, alternando entre momentos de expansão e retração. “O aumento dos juros, a queda no valor das commodities e os custos de produção elevados impactaram diretamente produtores que já estavam financeiramente comprometidos. Embora esse cenário tenha prejudicado alguns segmentos e municípios específicos, não podemos dizer que é uma crise generalizada no agro”, comenta Pimenta.

Entre os estados, Minas Gerais se destacou com o maior volume de solicitações de recuperação judicial, somando 31 pedidos. Mato Grosso ficou na segunda posição com 28, seguido por Goiás com 15 registros. No que diz respeito aos setores mais afetados, o cultivo de soja liderou com 53 solicitações, seguido pela criação de bovinos (25) e o plantio de cereais (23). O cultivo de café e a horticultura também figuraram no ranking, embora com menor número de pedidos: 7 e 3, respectivamente.

O estudo da Serasa Experian também revelou que empresas diretamente relacionadas ao agronegócio apresentaram um aumento de 22% nos pedidos de recuperação judicial no segundo trimestre de 2024, totalizando 94 solicitações. Goiás e São Paulo lideraram esse movimento, com 16 pedidos cada, seguidos por Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.





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Índia avança no mercado agroquímico brasileiro



Brasil despontou como uma nova fronteira para as empresas indianas



Brasil despontou como uma nova fronteira para as empresas indianas
Brasil despontou como uma nova fronteira para as empresas indianas – Foto: Divulgação

A indústria agroquímica da Índia tem passado por uma transformação notável, firmando-se como um ator global de peso. Em 2022, as exportações do setor chegaram a US$ 5,5 bilhões, colocando o país como o segundo maior exportador mundial de agroquímicos, atrás apenas da China. Esse sucesso se deve à capacidade de oferecer produtos genéricos de alta qualidade a preços competitivos, além de investimentos significativos em pesquisa e desenvolvimento (P&D) para criar soluções inovadoras e sustentáveis.

O crescimento desse setor indiano foi impulsionado por iniciativas governamentais estratégicas e pela inovação das empresas locais. Reformas regulatórias, proteção de direitos de propriedade intelectual e esforços para aumentar a produtividade agrícola ajudaram a consolidar essa evolução. Grandes multinacionais indianas, como a UPL, juntamente com empresas de médio porte, aproveitaram essas condições para expandir sua presença global, atendendo às demandas de diversos mercados internacionais.

Com esse cenário de ascensão, o Brasil despontou como uma nova fronteira para as empresas indianas de agroquímicos. Como um dos maiores produtores agrícolas do mundo, o país representa um mercado promissor, atraindo companhias como Willowood, GSP Crop Science e SML Group, que têm consolidado suas operações no Brasil. Essas empresas estão aproveitando suas capacidades produtivas e portfólios inovadores, mas enfrentam desafios no processo.

Um dos principais obstáculos é o rigoroso ambiente regulatório brasileiro. Saket Sinha, diretor da Willowood no Brasil, explica que o mercado local exige registros complexos e avaliações ambientais rigorosas. Para superar essas barreiras, a Willowood investiu em compreender o mercado e estabelecer relações com os principais stakeholders locais.

 





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milho valoriza durante fase de entressafra



Plantio de milho chega em sua reta final




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De acordo com o Boletim de Conjuntura Agropecuária, elaborado pelo Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), a produção esperada de milho para a primeira safra 2024/25 no Paraná está estimada em 2,6 milhões de toneladas. Neste momento, o plantio da safra está na reta final, alcançando 95% dos 259 mil hectares destinados ao cultivo.

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As condições das lavouras são consideradas boas para 96% da área plantada, enquanto apenas 4% apresentam condições medianas. Essa fase de entressafra do milho tem favorecido o mercado, resultando em uma valorização do produto, com os produtores podendo faturar até R$ 60,00 por saca, conforme os dados da Seab.





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dias ensolarados beneficiam cultivo de mandioca



O estabelecimento das lavouras é considerado bom




Foto: Canva

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (24) pela Emater/RS, a região administrativa de Santa Rosa tem apresentado condições favoráveis para o cultivo de mandioca. Os dias ensolarados nos dias 14, 15, 19 e 20 de outubro foram benéficos para o desenvolvimento das áreas recém-plantadas, além de favorecer a brotação e o crescimento das mandiocas com um ano de idade.

O estabelecimento das lavouras é considerado bom, com ausência de perdas de plantas, e o plantio foi praticamente concluído. Durante os dias ensolarados, a capina para controle de ervas invasoras foi retomada, e o valor pago aos produtores pela caixa de 25 quilos é de R$ 120,00.

Na região de Soledade, onde o plantio também se aproxima do final, as primeiras áreas plantadas já apresentam lavouras em brotação/emergência com boa uniformidade. No entanto, há relatos de casos pontuais de bacterioses, que podem ter sido disseminadas pelas manivas ou por doenças do solo.





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geração de renda para pequenos produtores na Serra Gaúcha



A cultura tem uma importância econômica e social para as propriedades familiares




Foto: Canva

Segundo o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (24) pela Emater/RS, a produção de acácia-negra na região administrativa de Caxias do Sul abrange cerca de 8.400 hectares. A cultura tem uma importância econômica e social para as propriedades familiares na Serra Gaúcha e na região das Hortências, contribuindo para a diversificação de atividades agrícolas e a geração de renda. A acácia-negra funciona como uma atividade complementar, especialmente para produtores mais velhos, que enfrentam dificuldades físicas e escassez de mão de obra.

Apesar de o relevo acidentado e a necessidade de terceirização de operações, como corte e empilhamento—que representam cerca de 60% dos custos—limitarem a rentabilidade, a produção ainda se mantém viável. Algumas indústrias incentivam o cultivo, fornecendo mudas, embora os processos de cadastro e licenciamento florestal sejam barreiras para novos plantios. A produção é destinada principalmente à geração de energia (90%) e, em menor escala, à construção civil.

Atualmente, os cultivos estão em boas condições fitossanitárias e passam por várias etapas, como preparo de áreas, plantio, tratos culturais, controle de formigas e colheita. A venda de lenha para hotéis, indústrias e consumidores finais é uma fonte importante de renda para os produtores da região. Também são realizados o controle de plantas daninhas e queima sanitária de galhos após a derrubada.





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Açúcar atingem o menor patamar em um mês em Nova York


Segundo as informações divulgadas pela União Nacional da Bioenergia (UDOP), os contratos futuros de açúcar encerraram a terça-feira (22) com variações nas principais bolsas internacionais, marcando o segundo dia consecutivo de queda em Nova York, que atingiu seu menor patamar em um mês. A previsão de chuvas intensas no Centro-Sul do Brasil para a próxima semana foi um fator de pressão nos preços, uma vez que reduz as preocupações com a seca que afetava a região.

As precipitações esperadas para sexta-feira devem ajudar a reduzir as temperaturas e aumentar os níveis de umidade do solo, beneficiando a principal área produtora de açúcar do país. Isso trouxe expectativas mais otimistas para o desenvolvimento da safra, contribuindo para o movimento de baixa nas bolsas.

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De acordo com as informações divulgadas pela Udop, na ICE Futures de Nova York, o açúcar bruto teve leves oscilações. O contrato para março/25 registrou queda de 10 pontos, fechando a 21,73 centavos de dólar por libra-peso. Por outro lado, o contrato para maio/26 avançou 5 pontos, encerrando a 18,12 centavos de dólar por libra-peso.

Em Londres, o cenário foi misto. O contrato para dezembro/24 do açúcar branco recuou US$ 1,90, finalizando o dia a US$ 561,20 por tonelada. Já o contrato de outubro/25 subiu ligeiramente, com uma alta de US$ 0,50, alcançando US$ 529,60 por tonelada.

No mercado brasileiro, o açúcar cristal registrou uma leve valorização. De acordo com o Cepea/Esalq, as usinas negociaram a saca de 50 quilos por R$ 156,30, um reajuste de 0,53%. O etanol hidratado também apresentou um leve aumento de 0,26%, com o metro cúbico negociado a R$ 2.672,00, conforme o Indicador Diário de Paulínia.





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Inovação no setor de insumos agrícolas



Para enfrentar esse momento, a DigiFarmz sugere seis estratégias essenciais



 Entre suas inovações, está a plataforma DigiFarmz Linkage
Entre suas inovações, está a plataforma DigiFarmz Linkage – Foto: Divulgação

O setor de insumos agrícolas no Brasil enfrenta desafios significativos, evidenciados por recentes pedidos de recuperação judicial de grandes distribuidoras. O aumento do endividamento e margens de lucro cada vez mais apertadas indicam um cenário delicado, mas especialistas ressaltam que isso não configura uma crise estrutural no agronegócio. O momento exige adaptação, inovação e maior eficiência para atender às novas demandas do mercado. Alexandre Chequim, CEO da DigiFarmz, aponta que o setor está em uma fase crítica de transição, onde revendas precisam buscar profissionalização e transformação para sobreviver e crescer.

A DigiFarmz, com atuação no Brasil, América Latina e Estados Unidos, oferece soluções digitais que aumentam a produtividade e rentabilidade no campo. Entre suas inovações, está a plataforma DigiFarmz Linkage, que fortalece o relacionamento entre distribuidor e cliente. A ferramenta utiliza mais de duas décadas de pesquisa, analisando mais de 50 parâmetros de manejo agrícola, além de dados em tempo real sobre genética e clima, ajudando as revendas a tomar decisões estratégicas e personalizadas para cada lavoura.

Para enfrentar esse momento, a DigiFarmz sugere seis estratégias essenciais: diversificar o portfólio de produtos e serviços; estabelecer parcerias estratégicas para fortalecer a competitividade; adotar uma gestão de estoques eficiente, baseada em dados; investir em comunicação digital e manter um relacionamento próximo com os clientes; oferecer flexibilidade nas condições de pagamento e acesso a crédito; e, finalmente, adotar uma gestão inovadora, com foco em pessoas, processos e ferramentas. Chequim destaca que a inovação é o caminho para a sustentabilidade, e quem não buscar uma operação mais ágil e adaptada às necessidades dos produtores corre o risco de ficar para trás.

 





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clima favorece amadurecimento das culturas de verão



Chuvas no sudeste mexicano favorecem as safras de inverno




Foto: USDA

Segundo o Weekly Weather and Crop Bulletin divulgado na terça-feira (22) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o México registrou uma distribuição irregular das chuvas, com precipitações concentradas na Costa do Golfo, enquanto o clima seco prevaleceu nas porções central e ocidental do país.

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No sudeste, especialmente do sul de Veracruz até a Península de Yucatán, as chuvas mais intensas variaram de 25 a 100 mm, contribuindo para o aumento tardio dos níveis dos reservatórios, algo crucial para o desenvolvimento das safras de inverno. Regiões como o sul de Tamaulipas também foram beneficiadas, embora as precipitações tenham sido mais irregulares e leves em outras áreas costeiras.

Por outro lado, o clima seco se manteve nas principais áreas agrícolas centrais e no noroeste mexicano. No cinturão de milho do planalto sul, que vai de Jalisco a Puebla, as condições secas e as temperaturas elevadas, que alcançaram máximas diurnas nos 30 °C, favoreceram o amadurecimento das culturas de verão. No entanto, as bacias hidrográficas do noroeste enfrentaram grandes perdas por evaporação devido à falta de chuvas , com precipitações isoladas acima de 10 mm.





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