quinta-feira, abril 23, 2026

Política & Agro

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USDA revisa os números da soja: Confira


O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) revisou em novembro as projeções globais para a soja, ajustando produção e estoques finais de grandes produtores. A produção mundial foi reduzida de 428,92 milhões para 425,4 milhões de toneladas, enquanto os estoques finais caíram de 134,65 milhões para 131,74 milhões de toneladas. 

No Brasil, maior exportador global, a produção foi mantida em 169 milhões de toneladas, enquanto os estoques finais recuaram de 34,01 milhões para 33,51 milhões de toneladas, e as exportações foram ajustadas para 105,5 milhões. 

Nos Estados Unidos, a estimativa de produção caiu de 124,7 milhões para 121,4 milhões de toneladas, com a produtividade recuando de 59,5 para 57,95 sacas por hectare. Dessa forma, os estoques finais foram reduzidos de 14,97 milhões para 12,8 milhões de toneladas, e as exportações ajustadas para 49,67 milhões de toneladas, refletindo menor disponibilidade para o mercado externo.

Na Argentina, a produção manteve-se em 51 milhões de toneladas, mas os estoques finais caíram de 29,35 milhões para 28,98 milhões de toneladas. As exportações se mantiveram em 4,5 milhões de toneladas, mostrando estabilidade apesar dos desafios climáticos e logísticos.

A China manteve a produção projetada em 20,7 milhões de toneladas, com estoques finais de 46,01 milhões e importações em 109 milhões de toneladas, refletindo sua alta dependência da soja externa para atender a demanda interna. Esse forte nível de importações continua sustentando o mercado global, influenciando diretamente os maiores exportadores, como o Brasil e os EUA.

 





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Como a Selic impactou o mercado da soja?


Segundo a análise da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (CEEMA), o mercado de soja brasileiro vem apresentando oscilações em função de fatores econômicos como o câmbio e a taxa Selic.

Conforme dados da CEEMA, a moeda brasileira, que chegou a atingir R$ 5,90 após as eleições nos Estados Unidos, recuou para R$ 5,67 na última quarta-feira, impulsionada pela elevação da Selic para 11,25% ao ano e pela expectativa de medidas de controle fiscal ainda nesta semana. Com esse recuo, há uma tendência de ajuste nos preços da soja, que podem cair nos próximos dias caso o câmbio se estabilize em trajetória descendente.

Atualmente, a média gaúcha para o saco de soja está em R$ 129,23, com as principais regiões trabalhando entre R$ 127,00 e R$ 130,00 por saco. Outras regiões do país registraram preços entre R$ 122,50 e R$ 142,00. Apesar das oscilações, as expectativas para a safra 2024/25 permanecem otimistas, com projeções entre 166 e 172 milhões de toneladas, a depender do clima nas áreas produtoras. Segundo o CEEMA, o retorno das chuvas tem acelerado o plantio nas principais regiões, embora a falta de chuva ainda preocupe algumas áreas do Rio Grande do Sul.

O plantio já cobriu 54% da área esperada até 31 de outubro, um dos ritmos mais rápidos da história, ficando atrás apenas do ciclo 2018/19. O Mato Grosso, líder no cultivo, já atingiu 80% da área planejada, praticamente recuperando o atraso inicial, enquanto o Rio Grande do Sul registra 10% da área plantada, abaixo da média histórica de 16%. No Paraná, o plantio já alcançou 85%, com 4% das lavouras em estágio de floração.

Para novembro, o CEEMA projeta uma queda nas exportações brasileiras de soja, estimando vendas de 2,45 milhões de toneladas, uma retração de 45% em relação ao mês anterior e de 47% em comparação a novembro de 2023. A entrada dos Estados Unidos no mercado, após uma safra recorde de 124 milhões de toneladas, deve impactar as exportações brasileiras, direcionando a demanda global para o produto norte-americano.





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Conflito geopolítico pode custar à economia global US$ 14,5 trilhões em 5…


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LONDRES, 9 de outubro (Reuters) – A economia global pode enfrentar perdas de US$ 14,5 trilhões em um período de cinco anos devido a um hipotético conflito geopolítico que afete as cadeias de suprimentos, disse o mercado de seguros Lloyd’s of London (SOLYD.UL) na quarta-feira.

O impacto econômico resultaria de danos severos à infraestrutura na região do conflito e do potencial comprometimento das rotas de navegação, disse o Lloyd’s em um comunicado.

As guerras na Ucrânia e em Gaza já perturbaram as rotas de navegação no Mar Negro e no Mar Vermelho.

“Com mais de 80% das importações e exportações mundiais — cerca de 11 bilhões de toneladas de mercadorias — no mar a qualquer momento, o fechamento de grandes rotas comerciais devido a um conflito geopolítico é uma das maiores ameaças aos recursos necessários para uma economia resiliente”, disse Lloyd’s.

A possibilidade de tal conflito geopolítico era um risco sistêmico — ou de baixa probabilidade, mas de alto impacto —, disse o Lloyd’s.

O Lloyd’s disse que também pesquisou outros riscos sistêmicos potenciais em parceria com o Centro de Estudos de Risco de Cambridge, incluindo ataques cibernéticos e eventos climáticos extremos.

Reportagem de Carolyn Cohn, edição de Sinead Cruise e Ros Russell

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Como o USDA está projetando o milho?


De acordo com o relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) para o mês de novembro, a produção global de milho foi revisada para 1,219 bilhão de toneladas, um leve aumento em comparação ao mês anterior (1,217 bilhão de toneladas). No entanto, os estoques globais caíram de 306,52 milhões para 304,4 milhões de toneladas, refletindo ajustes em alguns dos principais produtores e exportadores de milho.

Nos Estados Unidos, a produção também sofreu uma ligeira redução, passando de 386,17 milhões de toneladas em outubro para 384,64 milhões de toneladas em novembro. A produtividade caiu de 192,28 para 191,55 sacas por hectare. Apesar disso, a previsão de exportações aumentou para 59,06 milhões de toneladas, enquanto o uso de milho para etanol permaneceu em 138,44 milhões de toneladas. Os estoques finais foram revisados para baixo, de 50,78 milhões para 49,23 milhões de toneladas, sugerindo uma oferta doméstica mais restrita.

No Brasil, a produção foi mantida em 127 milhões de toneladas, mas as exportações foram reduzidas de 49 para 48 milhões de toneladas, o que pode indicar uma demanda interna mais forte ou um ajuste nas expectativas de mercado. Os estoques finais brasileiros permaneceram estáveis em 2,84 milhões de toneladas, sem grandes alterações nos balanços de oferta e demanda.

A Argentina e a Ucrânia mantiveram suas projeções inalteradas em novembro. A produção argentina de milho está prevista em 51 milhões de toneladas, com estoques finais de 2,79 milhões e exportações de 36 milhões de toneladas. A Ucrânia, por sua vez, mantém a expectativa de produção em 26,20 milhões de toneladas e exportações de 23 milhões, destacando-se como um fornecedor importante para o mercado europeu e asiático.





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Cotações do milho mantêm alta com colheita acelerada nos EUA, aponta CEEMA



Crescimento de preços reflete uma média de outubro de US$ 4,16/bushel




Foto: Divulgação

As cotações do milho seguem em elevação, de acordo com a análise de mercado da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (CEEMA). Na última quinta-feira (7), o bushel de milho para o primeiro mês de contrato encerrou o dia cotado a US$ 4,27, representando uma alta significativa em relação ao valor de US$ 4,10 registrado na semana anterior.

Segundo a CEEMA, esse crescimento de preços reflete uma média de outubro de US$ 4,16/bushel, valor 4% acima da média de setembro. Apesar da alta recente, as cotações de outubro ainda estão abaixo do patamar do mesmo mês em 2023, quando o preço médio foi de US$ 4,88/bushel.

Outro fator relevante para o mercado é o avanço da colheita de milho nos Estados Unidos, que alcançou 91% da área cultivada até o dia 3 de novembro, um ritmo bem superior à média histórica de 75%. Esse avanço na colheita, somado às expectativas em torno do próximo relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), tem mantido as cotações aquecidas, com a possibilidade de novos ajustes após a divulgação dos dados oficiais.

Ainda conforme análise, embora a mudança política ainda não tenha causado impacto direto nas cotações, os próximos movimentos do câmbio e das políticas econômicas norte-americanas poderão afetar o mercado global do cereal.

 

 

 

 





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Mercado de soja em MT: estoques e exportações caem



Estimativa de exportações da safra 23/24 foi reduzida para 24,96 milhões de toneladas




Foto: Expodireto Cotrijal

O Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) revisou, em novembro, a demanda de soja para as safras 2023/24 e 2024/25. Segundo o relatório, a estimativa de exportações da safra 23/24 foi reduzida para 24,96 milhões de toneladas, uma queda de 3,51% em relação à previsão de outubro de 2024.

A redução foi motivada pela menor disponibilidade de soja em Mato Grosso no segundo semestre, impactando o ritmo de escoamento da oleaginosa para o mercado externo. De acordo com o Imea, a revisão ainda afetou a demanda nos demais estados, que agora está projetada em 2,47 milhões de toneladas para a safra 23/24. Isso representa uma queda expressiva de 53,48% em comparação à safra anterior, reforçando o impacto da menor oferta no estado para o mercado nacional.

Já em relação a safra 24/25, o Imea aponta um cenário de alta no consumo interno de soja em Mato Grosso. O levantamento realizado com as indústrias mostra uma intenção de esmagamento para 2025 de 12,77 milhões de toneladas, indicando um crescimento modesto de 0,47% em relação ao relatório anterior. O relatório ainda destaca uma redução nos estoques finais da safra, que agora estão projetados em 240 mil toneladas — uma queda de 18,40% ante a estimativa anterior. 

 





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preço do feijão preto cai para produtores e atacadistas, mas sobe no varejo



Movimento de queda ocorre após aumentos registrados em setembro




Foto: Canva

Segundo o Boletim de Conjuntura Agropecuária do Departamento de Economia Rural (Deral), publicado nesta quinta-feira (7), em outubro, os preços do feijão preto tiveram comportamento misto no mercado. Enquanto a remuneração para produtores e os valores no atacado recuaram, o preço no varejo registrou alta. A média do valor recebido pelos produtores no Paraná foi de R$ 267,79 por saca, uma queda de 13% em relação a setembro, quando o valor era de R$ 306,88. No atacado, o preço do fardo de 30 kg recuou 2%, de R$ 182,33 para R$ 179,12. Já no varejo, o pacote de 1 kg subiu 4%, passando de R$ 7,38 para R$ 7,68.

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Esse movimento de queda ocorre após aumentos expressivos registrados em setembro, impulsionados pela entressafra e exportações em alta. No mês passado, o preço ao produtor chegou a subir 30%, enquanto o atacado aumentou 11% e o varejo, 3%. Essa alta foi especialmente sentida no Paraná, principal estado produtor de feijão no Brasil, onde o período de entressafra e a baixa disponibilidade pressionaram os preços.

Outro fator relevante foi a chegada do feijão carioca vindo de outros estados, o que ajudou a frear novos aumentos no atacado e no varejo. Além disso, o feijão preto ainda está com preço superior ao carioca, uma situação incomum que também reflete o ajuste de mercado. Para as próximas safras, as condições climáticas têm favorecido o plantio no Paraná, o que promete uma boa colheita, com área cultivada em expansão, fator que pode contribuir para uma queda nos preços.





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IBPecan pede redução de impostos em reunião da Câmara Setorial da Noz Pecã


Uma proposta de redução no ICMS para a cadeia produtiva da noz pecã foi apresentada em reunião da Câmara Setorial da Noz Pecã, pelo Instituto Brasileiro de Pecanicultura (IBPecan). Também foi encaminhado para debate, o pedido de padronização por parte do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) para uniformização da pecan, com base nos padrões norte-americanos.

O presidente do IBPecan, Eduardo Basso, explicou que, quanto ao ICMS, o ideal é que fosse zerado, até para dar fôlego aos produtores e indústrias que sofreram severas perdas após o evento climático que assolou o Rio Grande do Sul. Contudo, a redução para 4%, conforme foi feito para a olivicultura, já satisfaz a cadeia. “Eu acho que é um bom exemplo para nós, já seria uma arrancada. E se a Câmara estiver de acordo, então essa é uma proposta objetiva. Daqui a 15 dias, se entendermos que os 4% é um caminho para nós, só iremos esperar a aprovação. Enquanto isso, esse documento que foi elaborado, que tem o estudo sobre o ICMS, também pode ser avaliado por todos no encaminhamento (à Secretaria Estadual da Fazenda), mas que seja uma proposta objetiva. Acredito que a redução para 4% já responde em grande parte o benefício que estamos buscando”, ponderou o presidente.

O instituto também apresentou, na reunião, solicitação quanto ao encaminhamento junto ao Ministério da Agricultura para uma padronização da pecan. A justificativa são as exigências de mercados internacionais e até mesmo o atendimento à crescente demanda por produtos de melhor qualidade pelo mercado interno. “Nós temos que começar a fazer com que esses padrões sejam conhecidos por todos. E na medida que conseguirmos essa disciplina, vamos poder organizar a qualidade, mesmo tendo pequenos produtores, e aqueles que, para a indústria, podem entregar nozes mal conservadas, mal secas, não atendendo a essas normas, a própria indústria tem dificuldade de dialogar com as pessoas. Então isso tem que ser conhecido e a forma que eu vejo de lentamente de melhorar o padrão internacional e nacional de qualidade”, disse Eduardo Basso. Ele lembrou que o México utiliza um sistema de pagamento que remunera melhor quem atinge determinado padrão de qualidade e que o mesmo pode ser aplicado no Brasil.

Ao final da reunião, que também elegeu Carlos Scheibe como novo coordenador e Demian Costa como subcoordenador por um período de dois anos, houve o encaminhamento das propostas debatidas. A Câmara Setorial deu prazo de 15 dias para as manifestações de produtores e indústria para depois disso elaborarem os documentos que serão encaminhados à Secretaria da Fazenda, para tratar do ICMS e ao Mapa, referente à padronização da pecan.





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Fórum de IA aborda inovação sustentável em Goiás



“Discutir a sustentabilidade energética na inteligência artificial é essencial”



“Discutir a sustentabilidade energética na inteligência artificial é essencial"
“Discutir a sustentabilidade energética na inteligência artificial é essencial” – Foto: Divulgação

A Campus Party Goiás (CPGoiás4), entre 27 de novembro e 1º de dezembro, receberá o primeiro Fórum do Marco Regulatório de Inteligência Artificial, abordando temas urgentes como sustentabilidade energética, educação e inovação. Em parceria com o Governo de Goiás, o fórum discutirá a importância de equilibrar a transformação digital com a preservação ambiental, reunindo especialistas para traçar diretrizes que integrem IA e sustentabilidade.

No dia 29, debates sobre o impacto da IA na geração e consumo de energia destacarão o painel “O Brasil pode ser protagonista no desenvolvimento de energias renováveis?”, com Ronaldo Lemos, Adriano da Rocha Lima e Igor Marchesini. Segundo Francesco Farruggia, presidente do Instituto Campus Party, é essencial buscar soluções que equilibrem inovação e preservação dos recursos naturais, pensando no futuro da tecnologia e do planeta.

O evento terá ainda oficinas na Sala do Futuro da IA, com o Cappra Institute e o ITS Rio, que trarão discussões sobre o desenvolvimento ético da IA. Em 30 de novembro, o painel “Inteligência Artificial na Educação” debaterá o impacto da IA no ensino, com a professora Débora Garofalo e representantes da educação em Goiás, explorando como a tecnologia pode transformar o aprendizado e a avaliação dos estudantes.

“Discutir a sustentabilidade energética na inteligência artificial é essencial para o futuro da tecnologia e do planeta. À medida que as aplicações de IA se expandem, o consumo de energia cresce na mesma proporção. É nosso dever buscar soluções que equilibrem inovação e preservação dos recursos naturais. No Fórum do Marco Regulatório de IA na Campus Party Goiás, queremos não só entender esses desafios, mas também traçar caminhos para um desenvolvimento mais consciente e sustentável da IA”, explica Francesco Farruggia, presidente do Instituto Campus Party.

 





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Inseticida amplia controle de pragas no setor sucroenergético



“A extensão da bula de Porcel fortalece o já robusto portfólio da companhia”



 Ele explicou ainda que o Porcel age na fase larval da broca
Ele explicou ainda que o Porcel age na fase larval da broca – Foto: Canva

O inseticida Porcel, da Albaugh, ampliou seu registro para incluir o combate à broca-da-cana (Diatraea saccharalis), além da cigarrinha-das-raízes (Mahanarva fimbriolata). A broca-da-cana é considerada uma das principais pragas da cana-de-açúcar, causando quebra dos colmos e permitindo a entrada de fungos que reduzem o rendimento da matéria-prima.

Nesse contexto, Nelson Azevedo, diretor de marketing da Albaugh, destaca que a extensão da bula fortalece o portfólio da empresa e amplia o espectro de controle de pragas importantes para a cana. Ele explicou ainda que o Porcel age na fase larval da broca, impedindo o desenvolvimento das pragas e reduzindo a postura de ovos e a fertilidade das fêmeas. O inseticida também se destaca pela carência de 30 dias, comparado aos 210 dias de outros produtos.

Com formulação mais amigável ao meio ambiente, o inseticida Porcel pode ser aplicado de forma terrestre ou aérea, proporcionando flexibilidade e economia de tempo aos produtores. A Albaugh, fundada em 1979, é uma empresa global com presença no Brasil e em diversos países, garantindo a qualidade e o fornecimento de soluções para o agronegócio.

“A extensão da bula de Porcel fortalece o já robusto portfólio da companhia e confere ao inseticida a condição de amplo espectro sobre pragas relevantes da cana-de-açúcar. Conta com registro para aplicação terrestre e aérea, devido à sua composição mais amigável, seletiva a polinizadores, Cotesia flavipes e outros inimigos naturais importantes de pragas da cana-de-açúcar”, conclui o diretor Azevedo.

 





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