segunda-feira, abril 13, 2026

Política & Agro

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Comercialização de soja 2023/24 avança, mas preço cede



MT registra avanço nas vendas de soja




Foto: Pixabay

Segundo o boletim semanal do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgado nessa segunda-feira (13), a comercialização da soja da safra 2023/24 em Mato Grosso atingiu 99,73% da produção em dezembro de 2024, representando um avanço de 0,50 ponto percentual em relação ao mês anterior. O índice é 1,72 ponto percentual superior ao registrado no mesmo período da safra passada e 0,78 ponto percentual acima da média histórica, reflexo da redução na oferta devido à quebra de produção nesta temporada.

Em termos de preços, houve uma retração de 3,12% no comparativo mensal, com a saca sendo negociada, em média, a R$ 134,98.

Para a safra 2024/25, as vendas alcançaram 45,20% da produção estimada até dezembro, apresentando um crescimento de 4,11 pontos percentuais em relação a novembro. As boas condições das lavouras motivaram os produtores a negociarem volumes maiores.

Por outro lado, o mercado enfrentou desafios de preços, influenciados pela queda na cotação da soja no CME Group, pela pressão sobre o prêmio portuário e pela valorização do dólar, que, apesar de alta, não foi suficiente para sustentar os valores da commodity. O preço médio da saca da soja foi negociado a R$ 111,23, uma queda de 0,40% em relação ao mês anterior, conforme dados divulgados.





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Brasil exporta 39,75 milhões de toneladas de milho



Exportação de milho cai 8,47% em MT




Foto: Canva

Segundo o boletim semanal do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgado nessa segunda-feira (13), com base nos dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), as exportações brasileiras de milho em 2024 registraram queda de 29,84% em relação ao ano anterior, totalizando 39,75 milhões de toneladas exportadas. Apesar da retração, o volume é o quarto maior da série histórica.

Mato Grosso, principal estado produtor, respondeu por 68% das exportações nacionais, com 27,03 milhões de toneladas enviadas ao exterior, uma redução de 8,47% em comparação a 2023. O estado manteve sua liderança, tendo como principais destinos o Egito, Vietnã e Irã, que juntos representaram 9,79 milhões de toneladas do total exportado.

O cenário de redução é atribuído à menor oferta do grão na safra 2023/24, especialmente no segundo semestre de 2024. A tendência sazonal também deve impactar o desempenho do milho no início de 2025, com volumes de exportação menores no primeiro semestre em relação ao segundo, o que pode resultar em uma redução ainda mais expressiva dos envios da safra vigente.





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Comercialização da safra de algodão avança, mas ritmo é menor



Preços do algodão caem em dezembro




Foto: Canva

Segundo o boletim semanal do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgado nesta segunda-feira (13), 82,11% da produção da safra 2023/24 de algodão em Mato Grosso foi comercializada até dezembro de 2024. Apesar do avanço de 1,16 pontos percentuais em relação ao mês anterior, o índice está 4,82 pontos percentuais abaixo da média das últimas cinco safras.

O preço médio praticado em dezembro foi de R$ 129,83/@, registrando uma queda de 3,05% em relação a novembro. O período foi marcado por preços estáveis e menor volume de negócios, influenciado pelas festividades de fim de ano.

Para a safra 2024/25, 46,14% da produção projetada foi negociada até o momento, representando um avanço de 1,13 pontos percentuais em relação a novembro, mas ainda 11,54 pontos abaixo da média histórica. O preço médio para a safra futura foi de R$ 133,07/@, com queda de 4,77% em comparação ao mês anterior.

Embora os preços futuros continuem mais atrativos do que os preços correntes, o cenário não foi suficiente para impulsionar o ritmo das negociações em dezembro, indicando cautela por parte dos produtores diante das condições de mercado.





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Nitrogênio impulsiona produtividade no cultivo de milho



A aplicação correta desse nutriente contribui para o desenvolvimento do milho


Foto: Agrolink

O uso adequado de nitrogênio tem sido um dos principais aliados para garantir altas produtividades no cultivo de milho. A aplicação correta desse nutriente contribui diretamente para o desenvolvimento saudável das plantas, resultando em grãos de qualidade e em maior rendimento por hectare.

Pesquisas recentes reforçam que o nitrogênio é essencial durante as fases de crescimento vegetativo e reprodutivo da cultura. Ele desempenha um papel vital na formação de proteínas e no processo de fotossíntese, aumentando a resistência das plantas a condições climáticas adversas.

Especialistas alertam, no entanto, para a necessidade de manejo criterioso na aplicação do nutriente. “O excesso de nitrogênio pode causar perdas econômicas e ambientais, enquanto a deficiência prejudica o desenvolvimento das plantas”, explica um pesquisador da área.

Técnicas como a adubação em cobertura e a análise do solo são recomendadas para garantir a dosagem adequada. Além disso, o uso de tecnologias que monitoram as necessidades da cultura em tempo real tem ganhado espaço entre os produtores, otimizando o uso do insumo.

Com o uso eficiente de nitrogênio, os agricultores têm conseguido aumentar a produtividade e manter o equilíbrio ambiental, consolidando o Brasil como um dos maiores produtores mundiais de milho.





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Adubação com potássio é essencial para a produtividade do feijão



O uso correto de potássio tem se mostrado fundamental para o sucesso da cultura


Foto: Canva

O uso correto de potássio tem se mostrado fundamental para o sucesso da cultura do feijão, garantindo altos índices de produtividade e qualidade dos grãos. Pesquisas recentes apontam que a adubação potássica desempenha um papel vital no desenvolvimento das plantas, influenciando diretamente fatores como crescimento radicular, formação dos grãos e resistência a estresses climáticos.

De acordo com especialistas, o potássio está envolvido em processos cruciais para o metabolismo das plantas, como a regulação do balanço hídrico e a fotossíntese. Além disso, a disponibilidade adequada desse nutriente no solo ajuda a melhorar a tolerância a pragas e doenças, otimizando o uso de insumos agrícolas e reduzindo perdas na lavoura.

Estudos também demonstram que a aplicação do potássio deve ser feita de maneira criteriosa, considerando o tipo de solo, as condições climáticas e a fase de desenvolvimento da cultura. Solos deficientes no nutriente podem comprometer não apenas a produtividade, mas também a qualidade final do feijão, como o tamanho e o brilho dos grãos.

Técnicas de manejo como o monitoramento da fertilidade do solo e o uso de adubações equilibradas são recomendadas para garantir o pleno desenvolvimento da lavoura. Com isso, produtores podem maximizar os resultados e atender à crescente demanda por feijão no mercado interno e externo.

A adoção de práticas sustentáveis, como o uso de adubos verdes e a rotação de culturas, também é incentivada como forma de otimizar o aproveitamento 





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Dólar fecha em alta



Foto: Pixabay

Segundo dados do InfoMoney, o dólar encerrou a quinta-feira (15) em alta, cotado a R$ 6,0551 no mercado à vista, registrando avanço de 0,50% no dia. O movimento foi impulsionado pela realização de lucros no mercado brasileiro, mesmo com a moeda norte-americana recuando frente à maioria das divisas no exterior.

Durante a manhã, a moeda chegou a ser negociada abaixo de R$ 6,00, mas a recuperação veio à tarde, com investidores ajustando suas posições em meio à expectativa para o início do governo de Donald Trump nos Estados Unidos e de olho na trajetória das taxas de juros globais.

Na B3, o dólar futuro para fevereiro, o contrato mais negociado no momento, avançou 0,65%, encerrando a sessão a R$ 6,0725. Apesar do fechamento positivo, a moeda acumula baixa de 2,01% em janeiro. No dia anterior, o dólar havia fechado em queda de 0,36%, a R$ 6,0251, marcando a menor cotação de encerramento desde 12 de dezembro de 2024.

O Banco Central anunciou para esta quinta-feira um leilão de até 15.000 contratos de swap cambial tradicional, visando a rolagem de vencimentos programados para fevereiro de 2025.

Dólar comercial

  • Compra: R$ 6,055
  • Venda: R$ 6,055

Dólar turismo

  • Compra: R$ 6,133
  • Venda: R$ 6,313





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Marco para a estabilidade jurídica no agro



“O PL 4357/2023 não é apenas uma medida legislativa”



"O PL 4357/2023 não é apenas uma medida legislativa"
“O PL 4357/2023 não é apenas uma medida legislativa” – Foto: Agência Brasil

O Projeto de Lei 4357/2023, que propõe excluir o conceito de “função social da terra” como critério para desapropriação de propriedades produtivas, promete transformar o cenário jurídico e econômico do agronegócio no Brasil. Segundo Leandro Viegas, administrador, bacharel em Direito e CEO da Sell Agro, essa iniciativa representa um divisor de águas para o setor, garantindo maior segurança jurídica e estimulando investimentos no campo.  

Com a aprovação do regime de urgência para tramitação na Câmara dos Deputados, o projeto avança como resposta à necessidade de estabilidade no setor agropecuário, essencial para o desenvolvimento sustentável e a segurança alimentar. A medida elimina interpretações subjetivas sobre “função social”, protegendo propriedades produtivas e assegurando que elas não sejam vulneráveis a desapropriações arbitrárias, criando um ambiente mais confiável para produtores e investidores.  

O agronegócio brasileiro, responsável por aproximadamente 25% do PIB e 40% das exportações nacionais, é o motor da economia do país. Qualquer insegurança jurídica nesse setor pode comprometer empregos, renda e o abastecimento de alimentos. Para Isan Rezende, presidente do Instituto do Agronegócio (IA), “proteger a terra produtiva é garantir que o Brasil continue alimentando o mundo, enquanto sustenta milhões de famílias que dependem direta ou indiretamente do agronegócio”.  

“O PL 4357/2023 não é apenas uma medida legislativa. É um sinal de que o Brasil valoriza quem trabalha, investe e produz. É a certeza de que o campo, mais uma vez, será o alicerce do crescimento nacional”, conclui Viegas.  





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produção cresce 13,2%, mas exportações devem cair



As importações permanecem estáveis




Foto: Divulgação

O quarto levantamento da safra de grãos 2024/25, divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), projeta um crescimento de 13,2% na produção de arroz em relação à safra anterior, alcançando aproximadamente 12 milhões de toneladas. O aumento é atribuído principalmente à expansão da área plantada, estimulada pela excelente rentabilidade do setor, e às condições climáticas favoráveis nas principais regiões produtoras, marcadas por um cenário de La Niña moderado.

No entanto, o consumo nacional do grão foi ajustado para 10,5 milhões de toneladas na safra 2023/24, alinhando-se à média dos últimos cinco anos. O ritmo de comercialização também desacelerou, com uma redução de 6,4% em relação à safra 2022/23, segundo dados da Taxa de Cooperação e Defesa da Orizicultura (CDO).

Com os preços internos operando acima das paridades de exportação e a menor disponibilidade interna, as exportações de arroz brasileiro na safra 2023/24 devem recuar para 1,5 milhão de toneladas. Contudo, para 2024/25, a estimativa é de um aumento nas vendas externas, atingindo 2 milhões de toneladas, devido à recuperação produtiva e à expectativa de preços mais baixos.

As importações, por sua vez, permanecem estáveis em 1,4 milhão de toneladas para ambas as safras. Já os estoques de passagem, que refletem o volume remanescente ao final do ciclo, devem crescer, chegando a 1,3 milhão de toneladas ao término da safra 2024/25, em fevereiro de 2026.

Com a recuperação produtiva e o fortalecimento das exportações, o setor orizícola brasileiro segue promissor, mesmo diante dos desafios do consumo interno e do mercado global.





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Drones revolucionam aviação agrícola e impulsionam eficiência no campo


A tecnologia de drones está transformando o futuro da aviação agrícola, abrindo novas possibilidades para o setor e ampliando a eficiência no manejo das lavouras. Com sua capacidade de aplicação de insumos de forma precisa e em áreas de difícil acesso, os drones surgem como uma alternativa promissora aos aviões agrícolas tradicionais, especialmente em pequenas e médias propriedades.

Os drones agrícolas destacam-se pela versatilidade. Equipados com sensores e câmeras avançadas, eles permitem o mapeamento detalhado do solo, identificam focos de pragas e doenças e aplicam defensivos com precisão cirúrgica. Essa tecnologia não só reduz custos com insumos, mas também minimiza impactos ambientais, ao evitar a aplicação excessiva de produtos químicos.

Segundo dados de mercado, o uso de drones na agricultura vem crescendo exponencialmente nos últimos anos, impulsionado por inovações tecnológicas e pela busca por soluções mais sustentáveis. Empresas especializadas no desenvolvimento de drones agrícolas relatam um aumento expressivo na demanda, especialmente em culturas como soja, milho e café, onde a precisão e a agilidade são cruciais.

Embora os drones não substituam completamente os aviões agrícolas, que ainda são indispensáveis para grandes áreas de cultivo, eles se consolidam como uma ferramenta complementar, atendendo propriedades menores e oferecendo suporte em operações específicas. Além disso, sua operação demanda menor custo inicial e menor impacto ambiental, tornando-os acessíveis a um maior número de agricultores.

Apesar das vantagens, o setor ainda enfrenta desafios, como a regulamentação do uso de drones e a capacitação de operadores. No Brasil, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) regula o uso de aeronaves não tripuladas, exigindo treinamento específico e cumprimento de normas de segurança. Especialistas acreditam que, à medida que a tecnologia avance, esses desafios serão gradualmente superados.

Com perspectivas otimistas, o futuro da aviação agrícola passa pela integração de drones e aeronaves tripuladas, promovendo uma agricultura mais eficiente, sustentável e tecnológica. A inovação promete transformar a forma como os agricultores lidam com a produção, garantindo maior produtividade e conservação dos recursos naturais.





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Quais são as principais doenças da soja?



O manejo integrado continua sendo o pilar para o controle eficaz das doenças


Foto: Pixabay

Segundo informações divulgadas em artigo produzido pelo Blog da Aegro, a cultura da soja, fundamental para a agricultura brasileira, enfrenta o desafio de lidar com doenças causadas por fungos, bactérias e vírus, que podem afetar a produtividade, a qualidade dos grãos e até a sobrevivência das plantas. A seguir, um panorama das principais doenças que acometem a soja e as estratégias para seu controle:

1. Míldio (Peronospora manshurica)

  • Sintomas: Manchas amarelas ou acinzentadas nas folhas, com pó branco na face inferior.
  • Impacto: Compromete a fotossíntese, resultando em menor crescimento e produtividade.
  • Controle: Uso de cultivares resistentes e aplicação de fungicidas.

2. Ferrugem Asiática (Phakopsora pachyrhizi)

  • Sintomas: Manchas amarelas ou alaranjadas que evoluem para marrons.
  • Impacto: Redução severa no rendimento, especialmente sem controle precoce.
  • Controle: Rotação de culturas, fungicidas e variedades resistentes.

3. Antracnose (Colletotrichum gloeosporioides)

  • Sintomas: Manchas escuras e necrosadas em folhas, vagens e caules.
  • Impacto: Afeta o crescimento e a qualidade dos grãos.
  • Controle: Fungicidas e cultivares resistentes.

4. Cercosporiose (Cercospora sojina)

  • Sintomas: Manchas marrons nas folhas com bordas amareladas.
  • Impacto: Redução da área fotossintética, prejudicando a produtividade.
  • Controle: Fungicidas e manejo adequado.

5. Podridão Radicular (Phytophthora sojae)

  • Sintomas: Murchamento e amarelecimento, especialmente em solos encharcados.
  • Impacto: Prejudica a absorção de água e nutrientes pelas raízes.
  • Controle: Tratamento de sementes e drenagem do solo.

6. Mofo Branco (Sclerotinia sclerotiorum)

  • Sintomas: Manchas brancas e felpudas em vagens e folhas, levando à necrose.
  • Impacto: Perda de produtividade e qualidade dos grãos.
  • Controle: Manejo de rotação de culturas e fungicidas.

7. Viroses (Ex.: Vírus do Mosaico da Soja)

  • Sintomas: Manchas em formato de mosaico que afetam o desenvolvimento da planta.
  • Impacto: Menor vigor e produtividade.
  • Controle: Controle de insetos vetores e uso de sementes certificadas.

8. Mancha-Alvo (Corynespora cassiicola)

  • Sintomas: Manchas circulares com bordas amareladas.
  • Impacto: Queda precoce de folhas e prejuízo na fotossíntese.
  • Controle: Fungicidas e monitoramento.

9. Bacteriose (Xanthomonas axonopodis pv. glycines)

  • Sintomas: Manchas necróticas com bordas amareladas em folhas e caules.
  • Impacto: Redução no vigor e na produtividade.
  • Controle: Sementes livres de patógenos e manejo adequado.

A adoção de boas práticas agrícolas, incluindo o monitoramento constante, rotação de culturas e uso de sementes certificadas, é essencial para manter a saúde da lavoura e garantir uma colheita produtiva. O manejo integrado, aliado a tecnologias modernas, continua sendo o pilar para o controle eficaz das doenças na soja.





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