sexta-feira, março 13, 2026

Política & Agro

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Brasil reafirma seu compromisso com a agricultura sustentável na COP30



Brasil aposta na agricultura regenerativa e incentiva práticas sustentáveis no campo



Foto: Seane Lennon

Representantes do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) participaram, neste penúltimo dia da COP30, de um painel dedicado à agricultura regenerativa como caminho para um agronegócio mais sustentável e resiliente. O encontro ocorreu no Pavilhão Brasil, na Blue Zone, reunindo especialistas e autoridades para discutir soluções que integrem produção e preservação.

O painel teve como foco mostrar como práticas regenerativas podem reduzir emissões de carbono, restaurar a capacidade produtiva dos solos e ampliar a eficiência das cadeias agropecuárias. Os participantes também discutiram os desafios e as oportunidades para expandir essas técnicas no campo brasileiro, sobretudo diante das mudanças climáticas e da necessidade de fortalecer a segurança alimentar.

O auditor fiscal federal agropecuário do Mapa, Luís Rangel, destacou que o Programa Caminho Verde Brasil será um dos principais motores da transformação sustentável no país. A iniciativa prevê a recuperação de áreas atualmente degradadas, devolvendo-as à produção por meio de ciência, tecnologia e inovação, fortalecendo a agricultura de baixo carbono e ampliando a competitividade do Brasil no cenário global.

Rangel também reforçou que o governo vem ampliando os instrumentos de incentivo para que mais produtores adotem práticas sustentáveis. Entre eles, está o desconto de 0,5% no Plano Safra para quem investe em sistemas produtivos sustentáveis e tecnologias de baixa emissão. Para ele, “a transição verde já é uma realidade no campo brasileiro, e programas como o Caminho Verde mostram que é possível produzir mais, conservando os recursos naturais”.

Além disso, o debate ressaltou que a agricultura regenerativa está alinhada às metas nacionais de sustentabilidade, contribuindo para o uso eficiente do solo, o aumento da biodiversidade e a redução de impactos ambientais, sem comprometer a produtividade de pequenos, médios e grandes produtores.





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Painel na COP30 reforça papel da ciência do solo no financiamento sustentável



COP30 destaca importância da saúde do solo para financiar práticas sustentáveis



Foto: Pixabay

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) esteve presente no painel, que ocorreu na Blue Zone, nesta quinta-feira (20), sobre financiamento e evidências para saúde do solo para avançar as metas climáticas e de desenvolvimento sustentável.  

O evento foi organizado pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) com o objetivo de discutir e reforçar a urgência de restaurar a saúde do solo como base para a resiliência climática e dos sistemas alimentares. Destacando a saúde do solo como solução transversal para mitigação e adaptação climática, conservação da biodiversidade, restauração de terras, segurança alimentar e nutricional e sustento dos agricultores.  

O debate buscou demonstrar como financiamento, evidências e colaboração podem convergir para ampliar soluções lideradas por agricultores que restauram solos e fortalecem a resiliência climática. 

Representando o Mapa, o auditor fiscal federal agropecuário, Luís Rangel, destacou que o painel trouxe o debate sobre a conexão entre ciência e saúde do solo com finanças sustentáveis. 

 “Foi uma troca extremamente rica com especialistas da África, Austrália, FAO e representantes da juventude. Chegamos à conclusão de que precisamos vincular saúde do solo ao crédito rural, criando formas claras de medir a evolução da sustentabilidade. Também avançamos na importância de plataformas internacionais de informação sobre solos, fundamentais para viabilizar iniciativas como o Caminho Verde Brasil”, evidenciou Rangel.  

Programas como o Caminho Verde Brasil incentivam produtores rurais a adotar práticas que restauram a saúde do solo e aumentam a sustentabilidade das propriedades. A iniciativa dialoga diretamente com as discussões do painel, que destacou a necessidade de vincular indicadores de saúde do solo ao crédito rural e ampliar plataformas internacionais de dados para viabilizar financiamentos climáticos mais eficientes. 





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Chuvas intensas e frio atingem o Brasil no fim de semana


A formação de duas frentes frias deve provocar chuva em todas as regiões do Brasil ao longo do fim de semana, segundo informou o Meteored. A expectativa é de instabilidade generalizada, acompanhada da chegada de uma massa de ar frio que derrubará as temperaturas no Centro-Sul.

O Meteored destacou que “pancadas de chuva serão registradas em praticamente todo o país”. No Nordeste, Salvador já enfrenta consequências das tempestades desde quinta-feira (20), com registros de “alagamentos, desabamentos, deslizamentos de terra e destelhamentos”. A previsão indica continuidade da instabilidade na Bahia e no sul do Maranhão e do Piauí entre sexta-feira (21) e domingo (23), com volumes que podem superar 250 milímetros.

A mesma faixa de instabilidade deve provocar acumulados elevados no Tocantins, onde a precipitação pode atingir 150 milímetros. No restante da região Norte, a atmosfera seguirá instável, formando pancadas de chuva entre a tarde e a noite em todos os estados.

No Sul, o avanço de uma nova frente fria ocasionará chuva em todo o território, atingindo o Rio Grande do Sul a partir de sexta-feira (21) e avançando para Santa Catarina e Paraná ao longo do fim de semana. No território gaúcho, os acumulados previstos são baixos, com possibilidade apenas de precipitação fraca. Em Santa Catarina e no Paraná, os volumes podem chegar a 50 milímetros, com potencial para pequenos alagamentos.

O sistema também deve organizar ventos e umidade no Sudeste e no Centro-Oeste, favorecendo pancadas moderadas em estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, especialmente no período da tarde e da noite.

Com a chegada da frente fria, uma massa de ar frio avançará pela região Sul e alcançará Mato Grosso do Sul e São Paulo nos próximos dias. No Sul, as mínimas devem variar entre 10°C e 15°C, podendo chegar a 7°C nas áreas serranas do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Já São Paulo e Mato Grosso do Sul terão queda mais amena, com temperaturas acima de 15°C durante o sábado (22) e o domingo (23).





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Custos do frango caem e do suíno sobem em outubro


Os custos de produção de suínos e frangos de corte apresentaram comportamentos distintos em outubro, segundo levantamento da Embrapa Suínos e Aves por meio da Central de Inteligência de Aves e Suínos (CIAS).

De acordo com o relatório, em Santa Catarina o custo de produção do quilo do suíno vivo alcançou R$ 6,35, o que representa “alta de 1,09% em relação ao mês anterior”. O ICPSuíno chegou a 363,01 pontos e, no acumulado de 2025, registra aumento de 2,23%. Em 12 meses, a variação é de 2,03%. A ração, que representa 70,72% do custo total na modalidade de ciclo completo, teve aumento de 1,28% no mês.

Já no Paraná, o custo de produção do frango de corte recuou em outubro. O relatório informa que o valor passou para R$ 4,55, com “baixa de 1,71% frente a setembro”, enquanto o ICPFrango atingiu 352,48 pontos. No acumulado do ano, a variação é negativa, de -4,90%, e em 12 meses a queda é de -2,74%. A ração, responsável por 63,10% dos custos totais, teve redução de 3,01%.

Os dois estados são referências nos cálculos dos Índices de Custo de Produção (ICPs) da CIAS por serem os maiores produtores nacionais de suínos e frangos de corte. A CIAS também disponibiliza estimativas de custos para Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso e Rio Grande do Sul, com o objetivo de fornecer subsídios técnicos e econômicos para a gestão dos sistemas produtivos.





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Recursos do BNDES atendem apenas 20% das dívidas dos produtores gaúchos


Em reunião com instituições financeira que operam o Crédito Rural no estado, a Farsul realizou uma consulta que aponta que os recursos disponibilizados pela MP 1314/2025 são insuficientes para atender a demanda do endividamento dos produtores gaúchos. O resultado confirma a projeção da Farsul quando a medida foi anunciada, em 5 de setembro. O excesso de regulação para acessar os recursos também constituem em um entrave para amenizar o problema que atinge a agropecuária gaúcha.

No encontro, realizado nesta terça-feira (4/11), na sede da Federação, representantes do Banco do Brasil, Banrisul, Sicredi e Sicoob fizeram uma avaliação do andamento das tratativas para a efetivação dos acordos, as demandas e dificuldades que vem ocorrendo no Rio Grande do Sul. O presidente do Sistema Farsul, Gedeão Pereira, abriu a reunião lembrando que a Federação “sempre se pontuou pelo equilíbrio e naquilo que é exequível. Estamos vendo o esforço das instituições em cooperar para que o quadro seja revertido. Esse cenário de endividamento não interessa a ninguém, nem ao sistema financeiro, nem aos produtores”, declarou.

O economista-Chefe da Farsul, Antonio da Luz, ressalta que o valor de R$ 12 bilhões disponibilizados via BNDES não se restringem ao estado, mas são para todo o país. “Fizemos um levantamento junto com as instituições financeiras e a necessidade de recursos para atender a carteira. Fazendo uma média ponderada, a linha do BNDES está atendendo 20% da demanda do que é elegível, ou seja, de cada R$ 5,00 da dívida, apenas R$ 1,00 é atendido”, descreveu.

“Além da escassez de recursos, existe um outro fator que é o formulismo. O excesso de regulação que gera uma enorme dificuldade de entender quem se enquadra, quem não se enquadra, porque existem várias normas que ora deixa uma pessoa enquadrada, mas na semana seguinte ela pode estar desenquadrada”, critica o economista.

A Farsul aponta duas ações necessária para a questão. Aumentar os recursos para o Rio grande do Sul. A demanda demonstra ser necessário o quíntuplo do destinado até agora. E simplificar a questão normativa que está muito complexa e acaba deixando muitos produtores de fora do enquadramento.

Da Luz também ressalta outro ponto abordado na reunião. As instituições financeiras deverão oferecer, aos seus clientes, recursos livres com juros pré e pós-fixados. “Para muitos produtores será a única saída, mas uma saída que é preciso ter muito cuidado. Porque com os atuais níveis de juros, esse valor pode se elevar muito. Nós recomendamos que os produtores tenham cautela e avaliem se, para o seu caso, realmente o melhor é a linha de longo prazo. Às vezes existem linhas dentro do MCR que podem parecer não tão apetitosas, porque tem um prazo mais curto, mas no longo da jornada essa linha mais longa vai consumir muito mais sacos de produto. Existem casos e casos, então, e cada produtor tem que fazer suas contas”, avalia.

No encontro, que também teve a participação do diretor vice-presidente e futuro presidente da Farsul, Domingos Velho Lopes, e do diretor jurídico da Federação, Nestor Hein, foi reforçado o posicionamento da entidade em orientar o produtor a evitar pedidos de Recuperação Judicial e obtenção de empréstimos mediante Alienação Fiduciária. “Esses devem ser os últimos recursos dos produtores e muito bem ponderados”, alertou Gedeão Pereira.





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Milho silagem mantém bom potencial



Lavouras de milho silagem seguem em crescimento



Foto: Canva

O Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quarta-feira (19) indica que o potencial produtivo das lavouras de milho destinadas à silagem permanece elevado no Rio Grande do Sul. De acordo com o documento, no Noroeste Colonial “os cultivos iniciaram a formação de espigas, com excelente desenvolvimento e previsão de bons rendimentos produtivos”.

Já no Médio Alto Uruguai, as áreas atingidas por granizo passam por preparos para ressemeadura, enquanto o plantio segue de forma escalonada para reduzir riscos associados ao fenômeno La Niña.

Para a safra 2025/2026, a Emater/RS-Ascar projeta área total de 366.067 hectares e produtividade de 38.338 kg/ha. Na região de Erechim, “50% dos cultivos estão em crescimento vegetativo e 50% iniciaram o pendoamento”, com a silagem sendo comercializada a R$ 650,00 por tonelada.

Na região administrativa de Pelotas, as lavouras apresentam boas condições sanitárias e permanecem em crescimento vegetativo. A área prevista para esta safra deve alcançar 17.813 hectares. Já na região de Santa Maria, a semeadura atingiu 65% dos 11.485 hectares projetados.





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Compatibilidade no sulco exige atenção técnica



O boro pode ser um problema


O boro pode ser um problema
O boro pode ser um problema – Foto: Canva

A atenção à compatibilidade entre insumos no plantio tornou-se decisiva para garantir segurança e eficiência na lavoura, sobretudo diante da oferta crescente de soluções biológicas. A mistura inadequada pode comprometer resultados e exigir retrabalho no campo.

Consultorias destacam que o boro, embora essencial ao desenvolvimento das plantas, apresenta diferentes fontes e matérias-primas, o que influencia seu comportamento quando aplicado junto a inoculantes. Em alguns casos, podem ocorrer reações físico-químicas capazes de reduzir a eficácia dos produtos biológicos.

Em áreas com baixos teores do micronutriente, parte da dose costuma ser aplicada no sulco junto aos inoculantes. Técnicos explicam que, em condições normais, não há incompatibilidade direta entre boro e Bradyrhizobium, mas problemas podem surgir por excesso ou por formulações inadequadas, afetando a formação de nódulos e a eficiência da fixação biológica de nitrogênio. As orientações reforçam a importância de seguir recomendações dos fabricantes e utilizar apenas produtos com estudos de compatibilidade.

“O problema surge em situações de toxicidade por excesso ou incompatibilidade físico-química nas misturas diretas, que podem prejudicar a formação dos nódulos nas raízes e, consequentemente, a eficiência da FBN em culturas como a soja”, destaca engenheiro agrônomo Alécio Fernando Radons, responsável técnico de vendas da Satis no Rio Grande do Sul. 

Ele recomenda que o produtor siga rigorosamente as orientações dos fabricantes e verifique se há estudos técnicos que comprovem a segurança das misturas. “Nem todo produto é igual, ainda que contenha o mesmo nutriente na composição. A compatibilidade é fundamental para evitar perdas de eficiência e garantir o melhor resultado”, ressalta Radons.





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Recuperação de pastagens degradadas avança



Dados mostram que 159 milhões de ha do território nacional são ocupados pastagem


Dados mostram que 159 milhões de hectares do território nacional são ocupados por pastagens
Dados mostram que 159 milhões de hectares do território nacional são ocupados por pastagens – Foto: Canva

A recuperação de pastagens degradadas tornou-se eixo central para ampliar a eficiência produtiva no campo e reduzir a pressão sobre novas áreas. O avanço recente do Programa Nacional de Conversão de pastagens Degradadas em Sistemas Sustentáveis estabelece diretrizes para estimular investimentos e organizar o uso de tecnologias de manejo. Estimativas oficiais indicam potencial de até US$ 1 bilhão em movimentação e R$ 10 bilhões em financiamentos.

Dados mostram que 159 milhões de hectares do território nacional são ocupados por pastagens, com 78% em algum nível de degradação. Especialistas destacam que o programa é decisivo para metas de baixa emissão de carbono e para fortalecer a imagem do agro. No contexto, apontam que recuperar áreas improdutivas evita a abertura de novas fronteiras e amplia a eficiência.

“É possível crescer de forma sustentável, mas, para isso, precisamos recuperar as pastagens improdutivas. Não há necessidade de abrir novas áreas, basta sermos eficientes onde já estamos”, diz Thiago Maschietto, CEO da SBS Green Seeds.

A retomada da vitalidade produtiva passa pelo cuidado com o solo, responsável pela retenção de água, ciclagem de nutrientes e equilíbrio ecológico. Técnicos explicam que práticas adequadas reduzem erosão e sustentam a produtividade no longo prazo. Também apontam que o uso de forrageiras adaptadas acelera a reforma, melhora a atividade microbiana e reforça a cobertura do solo. 

“Podemos, por exemplo, pegar uma área de pastagem degradada, preparar o solo e implementar uma cultura como soja ou milho. Após a colheita e comercialização do grão, ao semear o capim, garantimos a reforma da pastagem a custo zero praticamente”, exemplificou o gerente de P&D da SBS.

 





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Mercado de café recua com oferta e tarifas, aponta análise


A semana foi marcada por forte oscilação nos preços internacionais do café, refletindo tensões comerciais e o avanço das colheitas em importantes origens produtoras, segundo informações que foram divulgadas pela StoneX. Em Nova Iorque, o contrato de março do café arábica recuou 3,1%, equivalente a 1185 pontos, e terminou cotado a US¢ 374 por libra-peso. Em Londres, o robusta registrou queda ainda mais intensa, de 9,1%, fechando a USD 4.223 por tonelada.

A movimentação no robusta esteve ligada à combinação entre mudanças na política comercial e ao início da colheita no Vietnã, maior produtor mundial dessa variedade, fatores que ampliaram a pressão baixista ao longo dos últimos dias. A sensibilidade do mercado a qualquer sinal sobre oferta se manteve elevada, em meio à expectativa de entrada de novos volumes no circuito global.

No Brasil, o movimento externo encontrou eco no comportamento das cotações internas. Segundo indicador do Cepea, o arábica caiu 3,8% e encerrou a R$ 2.204,71 por saca, enquanto o robusta teve baixa de 6,6%, para R$ 1.316,18 por saca. A volatilidade refletiu tanto o ajuste às referências internacionais quanto a leitura dos agentes sobre a evolução da produção nacional. Com oferta crescente e incertezas na política comercial, operadores mantiveram postura cautelosa, aguardando sinais mais claros sobre o ritmo de chegada da safra vietnamita e o comportamento da produção brasileira nas próximas semanas.

“Em Nova Iorque, o contrato de março do café arábica encerrou a semana com queda de 3,1%, equivalente a 1185 pontos, fechando a US¢ 374 por libra-peso. Em Londres, o Robusta registrou recuo mais acentuado, de 9,1%, terminando a USD 4.223 por tonelada. A pressão sobre o Robusta esteve relacionada tanto à política comercial quanto ao início da colheita no Vietnã, maior produtor mundial dessa variedade. No mercado interno brasileiro, o indicador Cepea para o arábica caiu 3,8%, encerrando a R$ 2.204,71 por saca, enquanto o robusta recuou 6,6%, cotado a R$ 1.316,18 por saca”, escreveu.

 





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Motores remanufaturados ganham espaço com foco verde



“O Original Reman traz um conceito atual e necessário”


“O Original Reman traz um conceito atual e necessário"
“O Original Reman traz um conceito atual e necessário” – Foto: Pixxabay

A busca por soluções que ampliam a vida útil de equipamentos e reduzem o consumo de recursos impulsiona a adoção de práticas ligadas à economia circular. Entre essas alternativas está a remanufatura de motores oferecida pelo programa Original Reman, da FPT Industrial, disponibilizado pela Bamaq Máquinas em diferentes regiões do país.

A proposta devolve a performance de um motor novo a componentes já utilizados, com potencial de economia operacional próxima de 30% e contribuição direta para metas de menor impacto ambiental no setor de máquinas e energia. Técnicos da operação destacam que a iniciativa preserva desempenho e confiabilidade, atendendo atividades que não podem sofrer interrupções, em contexto de manutenção mais rápida e segura.

“O Original Reman traz um conceito atual e necessário: manter a performance e a confiabilidade do equipamento, reduzindo custos e impacto ambiental. Com essa solução, conseguimos atender clientes que não podem parar suas operações, com agilidade e segurança”, explica Eduardo Santos, engenheiro de aplicação da FPT na Bamaq Máquinas.

O processo inclui retirada do motor, desmontagem completa, análise detalhada, substituição de peças desgastadas por itens novos e remontagem com testes em bancada, mantendo padrão de fábrica. Há ainda a opção do Long Block, formato compacto indicado para manutenções planejadas que exigem agilidade.

A remanufatura reduz custos, evita descarte prematuro e diminui o consumo de matéria-prima e energia, fortalecendo ações alinhadas a compromissos globais de carbono zero e integrando distribuidores à oferta de alternativas sustentáveis com suporte técnico. “Essa abordagem está alinhada ao compromisso global da FPT Industrial de alcançar carbono zero até 2040, e reforça o papel de distribuidores, como a Bamaq, na conexão entre tecnologia e campo. Nosso foco é oferecer soluções sustentáveis, regionalizadas e com respaldo técnico”, ressalta o engenheiro.





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