sexta-feira, abril 3, 2026

Política & Agro

AgroNewsPolítica & Agro

Mercado de bioinsumos cresce e bate recorde



Os dados foram divulgados pela CropLife Brasil


Os dados foram divulgados pela CropLife Brasil
Os dados foram divulgados pela CropLife Brasil – Foto: Divulgação

O mercado de bioinsumos registrou crescimento expressivo em 2025, consolidando o avanço de tecnologias voltadas à sustentabilidade no campo. O setor movimentou mais de R$ 6,2 bilhões, com alta de 15% em relação ao ano anterior. Ao mesmo tempo, a área tratada com produtos biológicos chegou a 194 milhões de hectares, avanço de 28% sobre 2024, refletindo a ampliação do uso dessas soluções na agricultura.

Os dados foram divulgados pela CropLife Brasil, em São Paulo, e integram o CropData, plataforma que reúne informações do setor. Segundo a entidade, o desempenho resulta da expansão da indústria, do combate a pragas resistentes e da busca por sistemas mais eficientes. Renato Gomides destacou que os bioinsumos ganham espaço em um cenário de desafios econômicos e maior pressão por práticas sustentáveis.

Entre os segmentos monitorados estão biofungicidas, bioinseticidas, bionematicidas e inoculantes. Em área tratada, os inoculantes lideram com 40%, seguidos por bioinseticidas, bionematicidas e biofungicidas. Os inoculantes estiveram presentes em 77 milhões de hectares, reforçando seu papel na agricultura de baixa emissão de carbono. O destaque foi o avanço dos bionematicidas, com crescimento de cerca de 60%.

No valor de mercado, os bioinseticidas lideram, seguidos por bionematicidas, biofungicidas e inoculantes. Os biofungicidas tiveram a maior alta, de 41%, atingindo R$ 1,4 bilhão, impulsionados pelo controle de doenças relevantes. A soja concentra 62% do uso, seguida por milho e cana. Mato Grosso lidera entre os estados, com destaque para a soja. São Paulo e Goiás aparecem na sequência, enquanto o MATOPIBA também ganha relevância.

 





Source link

AgroNewsPolítica & AgroSafra

Wall St cai após adiamento de ataque ao Irã oferecer apenas alívio limitado


Logotipo Reuters

 

Por Purvi Agarwal e Twesha Dikshit

27 Mar (Reuters) – Os principais índices de Wall Street caíam nesta sexta-feira, uma vez que a guerra do Oriente Médio, que já dura um mês, se arrastava e pesava sobre o sentimento, enquanto os investidores observam quaisquer sinais de redução das tensão.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse na quinta-feira que prorrogará novamente o prazo para que o Irã reabra o Estreito de Ormuz ou enfrente a destruição de suas usinas de energia, depois que Teerã rejeitou anteriormente uma proposta de 15 pontos dos EUA para acabar com o conflito.

O adiamento, no entanto, não acalmou os mercados, e os preços do petróleo subiram já que os investidores estão céticos quanto à possibilidade de os dois lados chegarem a um acordo.

“Os mercados financeiros continuam sendo movidos pelas manchetes. Os investidores estão sendo influenciados pelas alegações dos EUA de que estão sendo feitos progressos para pôr fim às hostilidades, enquanto o Irã nega que estejam ocorrendo negociações sérias”, disse David Morrison, analista sênior de mercado da Trade Nation.

“Parece óbvio que nenhum dos lados está perto de aceitar as condições de paz do outro, portanto, por enquanto, a guerra continua.”

O S&P 500 e o Nasdaq estavam a caminho de sua quinta semana de perdas. O Dow deve encerrar a semana com poucas alterações.

O Índice de Volatilidade CBOE, considerado o medidor de medo de Wall Street, tinha alta de 2,56 pontos, em 30.

O Dow Jones Industrial Average caía 1,06%, enquanto o S&P 500 perdia 0,94% e o Nasdaq Composite tinha queda de 1,27%.

O índice de serviços de comunicação do S&P 500 permanecia sob pressão e recuava 0,9%, já que a Alphabet e a Meta registraram perdas de 1,2% e 1,7%, respectivamente.

(Reportagem de Purvi Agarwal e Twesha Dikshit em Bengaluru)





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Colapso no plantio de arroz acende alerta global



A diminuição da área plantada ocorre em um ambiente considerado desafiador


A diminuição da área plantada ocorre em um ambiente considerado desafiador
A diminuição da área plantada ocorre em um ambiente considerado desafiador – Foto: coniferconifer

A intenção de plantio de arroz nos Estados Unidos para 2026 indica uma redução significativa na área cultivada, em um momento marcado por pressões simultâneas de custos, clima e dinâmica de mercado. Os dados são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgados em 31 de março de 2026.

Segundo Cleiton Evandro dos Santos, analista de mercados de arroz na AgroDados Inteligência em Mercado, a principal retração ocorre no arroz de grão longo, cuja área projetada cai 22% em relação a 2025, passando de 2,118 milhões para 1,648 milhão de acres. O arroz de grão médio apresenta leve queda de 3%, enquanto o grão curto recua 14%. No consolidado, a área total estimada soma 2,319 milhões de acres, redução de 18% frente ao ciclo anterior.

A diminuição da área plantada ocorre em um ambiente considerado desafiador, com alta de preços mesmo durante o pico de colheita e atraso nas operações devido ao alongamento do ciclo das plantas. Ao mesmo tempo, custos elevados de fertilizantes e combustíveis, somados ao risco de ruptura na distribuição, ampliam a pressão sobre os produtores.

O cenário é agravado pela volatilidade do dólar, pela oferta restrita e por uma demanda internacional aquecida que não vem sendo plenamente atendida. A previsão de El Niño adiciona incerteza ao desenvolvimento da safra, enquanto a menor intenção de plantio nos Estados Unidos reforça um quadro global mais apertado para o arroz.

“Números importantes e impactantes que tornam ainda mais complexo um cenário de alta de preços em pleno pico de colheita, alongamento do ciclo das plantas (e atraso na entrada das ceifadeiras), fertilizantes e combustíveis em alta e sob risco de ruptura no sistema de distribuição, dólar oscilando, oferta restrita e alta demanda internacional não sendo atendida… Previsão de El niño, e mais o componente importante da safra estadunidense. Não há colheita de arroz sem drama”, escreveu no LinkedIn.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

A norma do crédito rural extrapola a lei?



O PRODES, por sua vez, monitora a supressão de vegetação


O PRODES, por sua vez, monitora a supressão de vegetação
O PRODES, por sua vez, monitora a supressão de vegetação – Foto: Canva

A exigência de verificação ambiental para concessão de crédito rural passa a incorporar, a partir de abril de 2026, a consulta a dados de monitoramento por satélite, com o objetivo de coibir o financiamento de atividades associadas ao desmatamento ilegal. A análise é da advogada especialista em agronegócio Patrícia Arantes de Paiva Medeiros.

As Resoluções CMN nº 5.193/2024 e nº 5.268/2025 determinam que instituições financeiras consultem o PRODES/INPE antes de liberar crédito para imóveis acima de quatro módulos fiscais, estendendo a exigência para propriedades menores a partir de 2027. Segundo a especialista, o modelo adotado cria uma inversão do ônus, ao tratar o produtor como irregular até que ele comprove o contrário com base em dados de satélite.

O Código Florestal já estabelece que o acesso ao crédito deve estar condicionado à regularidade ambiental comprovada por meio do Cadastro Ambiental Rural e validada por órgãos competentes. Instrumentos como Autorização de Supressão de Vegetação, Programa de Regularização Ambiental, Termo de Ajustamento de Conduta e Projeto de Recuperação de Área Degradada foram estruturados para diferenciar situações legais de infrações.

O PRODES, por sua vez, monitora a supressão de vegetação, mas não distingue se ela ocorreu de forma autorizada ou ilegal. Na prática, áreas com licença ambiental válida podem ser tratadas da mesma forma que desmatamentos irregulares, levando ao bloqueio prévio do crédito e à necessidade de comprovação por parte do produtor.

Com milhões de registros apontados e a maior parte dos cadastros ainda sem validação definitiva, o cenário gera sobreposição de sistemas e insegurança jurídica. Um imóvel regular pode enfrentar restrições, enquanto outro ainda não autuado pode acessar recursos normalmente.

A avaliação destaca que o problema não está no objetivo da norma, mas na forma de implementação. O uso do PRODES como base direta para bloqueio, sem mediação dos órgãos ambientais, amplia custos, cria incertezas e pode afetar o acesso ao crédito no início das safras.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Safra na Argentina surpreende e mantém produção


O andamento da safra agrícola 2025/26 na Argentina segue com avanço das colheitas e manutenção das estimativas para as principais culturas, indicando um cenário de relativa estabilidade produtiva. Dados divulgados pela Bolsa de Cereais de Buenos Aires apontam condições majoritariamente favoráveis nas lavouras, com alguns ajustes nas projeções mais recentes.

No caso da soja, 81,7% das áreas apresentam condição entre normal e excelente, enquanto 85,1% registram situação hídrica considerada adequada ou ótima. Esse cenário sustenta a manutenção da projeção de produção em 48,5 milhões de toneladas, indicando regularidade no desenvolvimento da cultura ao longo do ciclo.

Para o milho, a colheita continua avançando e já atinge 15,2% da área apta. O rendimento médio está em 84,8 sacas por hectare, e a estimativa de produção foi mantida em 57 milhões de toneladas, sem alterações em relação aos levantamentos anteriores.

O girassol apresentou revisão positiva na área cultivada, agora estimada em 2,85 milhões de hectares, com aumento de 150 mil hectares. A colheita já cobre 61,1% da área apta, com produtividade média nacional de 23,8 sacas por hectare. A projeção de produção foi elevada para 6,4 milhões de toneladas.

Já o sorgo teve redução na área estimada, que passou para 750 mil hectares, com queda de 150 mil hectares. A colheita atinge 9,8% da área apta, com rendimento médio de 44,4 sacas por hectare. A projeção de produção foi ajustada para 2,9 milhões de toneladas, indicando leve retração no volume esperado. As informações foram divulgadas no encerramento da semana.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Uma nova identidade para um novo Vale dos Vinhedos


O Vale dos Vinhedos não nasceu pronto — foi sendo moldado ao longo do tempo, entre vindimas, histórias e relações que atravessam gerações. Como os grandes vinhos, encontrou na maturidade a sua melhor expressão. É esse momento que a nova marca traduz: um território que se reconhece, se organiza e se apresenta ao mundo com identidade, profundidade e unidade. Não se trata de ruptura, mas do resultado de um percurso construído coletivamente, onde vinho, cultura e paisagem se integram em uma mesma narrativa.

Nascido do encontro entre municípios (Bento Gonçalves, Garibaldi e Monte Belo do Sul), pessoas e saberes, o Vale dos Vinhedos passa a se comunicar com mais clareza e coerência com sua nova identidade. Sua história remonta à imigração italiana, a partir de 1876, mas foi com a criação da Aprovale, em 1995, que o território se estruturou como roteiro turístico, consolidando ao longo de 31 anos uma trajetória marcada pela construção coletiva e pela integração entre produção, turismo e cultura. O novo posicionamento amplia esse olhar, incorporando tudo o que o sustenta: a cultura, a gastronomia, a paisagem, o trabalho e as relações construídas ao longo do tempo.

“O Vale dos Vinhedos amadureceu. Hoje, somos um território que se reconhece como coletivo, com identidade própria e mais clareza na forma de se apresentar ao Brasil e ao mundo. Essa nova marca é resultado dessa trajetória e projeta o futuro que queremos construir”, afirma o presidente da Associação dos Produtores de Vinhos Finos do Vale dos Vinhedos (Aprovale), André Larentis.

A proposta do rebranding é fortalecer a leitura do Vale como um território único e organizado, reforçando a integração entre Bento Gonçalves, Garibaldi e Monte Belo do Sul. O movimento busca qualificar a experiência do visitante, incentivando a permanência, a circulação e uma vivência mais aprofundada do destino. Mais do que orientar a comunicação, a nova marca estabelece uma base comum para o desenvolvimento do território, conectando enoturismo, gastronomia, natureza, eventos e experiências culturais dentro de uma mesma lógica.

Inspirado no conceito de “território moldado pelo vinho”, o manifesto da marca reforça o Vale como um espaço onde tradição e inovação convivem, onde o saber-fazer é transmitido entre gerações e onde o vinho se expressa na paisagem, na hospitalidade e no cotidiano. Essa narrativa se materializa em uma identidade visual que representa a diversidade de vinhos, a união dos três municípios e o eixo que conecta o território como um todo. O símbolo foi concebido para revelar significados em camadas, valorizando a leitura atenta e a profundidade cultural do Vale.

A paleta de cores acompanha essa construção, partindo de tons que remetem ao vinho e se conectam aos elementos naturais do território, como os vinhedos e o céu aberto. As texturas, derivadas do próprio símbolo, ampliam a expressão visual da marca e reforçam a ideia de origem, identidade e continuidade.

Desenvolvido pela Atria Design e Inovação, de Bento Gonçalves, o projeto consolida uma nova etapa para o Vale dos Vinhedos, alinhando identidade, narrativa e estratégia para fortalecer sua presença como ‘o destino do vinho brasileiro’.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Percevejo-marrom ameaça lavouras de soja


O complexo de percevejos reúne diferentes espécies que atacam lavouras de soja e variam quanto à coloração e ao potencial de dano. Entre elas, o percevejo-marrom, identificado cientificamente como Euschistus heros, é apontado como a principal praga da cultura no Brasil e pode provocar perdas de até 30% na produtividade.

De acordo com o agrônomo Luiz Henrique Marcandalli, head de marketing da Rainbow Agro, a presença do inseto tem impacto nas lavouras. “Estamos falando em mais de 50 milhões de toneladas de soja que sofrem com a presença desse inimigo”, explica.

Levantamento da Embrapa indica que os prejuízos causados por percevejos na safra de soja mais recente chegaram a cerca de R$ 12 bilhões. Os insetos atacam diretamente as estruturas da planta, perfurando tecidos e sugando nutrientes, o que compromete vagens e ramos, além de liberar toxinas prejudiciais ao desenvolvimento da cultura. Falhas no controle podem ampliar os impactos econômicos para a produção.

A pesquisadora Cecília Czepak, professora da Universidade Federal de Goiás, afirma que o controle antecipado é fundamental para reduzir a presença da praga. “ao focar no controle preventivo desde os estágios iniciais da praga é possível reduzir drasticamente as infestações e proteger as colheitas”.

Segundo especialistas, uma das estratégias adotadas no campo é o Manejo Integrado de Pragas, que orienta os produtores a combinar monitoramento das lavouras, critérios técnicos de intervenção e uso racional de inseticidas.

Entre as soluções utilizadas no controle de percevejos está o inseticida Aceway, desenvolvido pela Rainbow Agro. O produto combina dois ingredientes ativos — acetamiprido e bifentrina — que atuam de forma complementar no controle de pragas da soja.

Marcandalli afirma que a tecnologia busca ampliar a eficiência no manejo do inseto. “Essa poderosa combinação resulta em um controle eficaz, inclusive de percevejos adultos, com ação rápida e prolongada, além de versatilidade de aplicação. Aceway pode ser utilizado em diferentes estágios da cultura, contribuindo para redução da reinfestação graças ao seu efeito residual”, destaca.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Boi gordo sobe nas praças paulistas


A cotação do boi gordo registrou alta nas praças paulistas, segundo análise divulgada nesta segunda-feira (30) no informativo “Tem Boi na Linha”, da Scot Consultoria. O levantamento aponta que, mesmo com retração nas vendas no mercado interno no fim do mês, a oferta reduzida de animais prontos para abate tem sustentado os preços.

De acordo com a consultoria, “com o fim do mês, as vendas no mercado interno estão menores, mas a oferta enxuta está sustentando o mercado”. Nesse cenário, a cotação do boi gordo subiu R$ 3,00 por arroba nas praças de São Paulo, enquanto as demais categorias mantiveram estabilidade. As escalas de abate estavam, em média, programadas para seis dias.

No Acre, o informativo indica estabilidade nas cotações. “A cotação não mudou para nenhuma das categorias”, informa a Scot Consultoria.

No mercado atacadista da carne com osso, o movimento de vendas também refletiu o período de menor consumo. Segundo a análise, “com o fim do mês, as vendas no varejo perderam força ao longo da semana e, como consequência, os pedidos diminuíram”. Ainda assim, a menor disponibilidade de carne contribuiu para sustentar os preços no atacado, resultando em aumento nas cotações das carcaças casadas.

De acordo com o levantamento, a carcaça casada do boi capão registrou alta de 1,5%, equivalente a R$ 0,35 por quilo, enquanto a do boi inteiro avançou 1,6%, também com acréscimo de R$ 0,35 por quilo. Entre as fêmeas, a carcaça casada da vaca subiu 1,9%, ou R$ 0,40 por quilo, e a da novilha teve valorização de 1,6%, com aumento de R$ 0,35 por quilo.

A consultoria projeta melhora nas vendas nas próximas semanas. “A expectativa é de melhora nas vendas no varejo, o que deve repercutir também no atacado”, aponta o relatório, acrescentando que esse movimento pode ocorrer com o pagamento de salários, benefícios e a proximidade do Domingo de Páscoa, em 5 de abril.

No mercado de proteínas alternativas, a análise indica variações nas cotações. O preço do frango médio registrou alta de 6,5%, com acréscimo de R$ 0,40 por quilo, enquanto o suíno especial apresentou recuo de 4,8%, com queda de R$ 0,50 por quilo.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Preços médios do carioca renovam recordes em março



O valor médio do feijão carioca de março superou o de fevereiro


Foto: Canva

O valor médio do feijão carioca de março superou o de fevereiro e renovou o recorde da série histórica do Cepea/CNA, iniciada em setembro de 2024. As cotações do feijão preto também se mantiveram elevadas. Segundo pesquisadores do Cepea, ambos os tipos apresentaram valorizações significativas ao longo do primeiro trimestre de 2026, influenciadas pela restrição de oferta, por dificuldades na colheita, por redução de área na primeira safra e por expectativa de menor produção na segunda safra, sobretudo no Paraná.

Dados do Cepea mostram que o preço médio de março (até o dia 26) do feijão carioca de notas 9 ou superiores está 8,3% acima do de fevereiro e 34% superior ao registrado em março/25. Nos três primeiros meses de 2026, a alta é de expressivos 48,3%. Para o feijão carioca de notas 8 e 8,5, a média da parcial deste mês supera em 7,1% a de fevereiro e em 42,2% a observada há um ano. No primeiro trimestre, a elevação é de expressivos 43,9%.

No mercado de feijão preto, a média de março registra avanço de apenas 0,11% frente à do mês anterior e de 0,4% em um ano. Ainda assim, o acumulado dos últimos três meses indica recuperação significativa, de 32,2%. 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Oferta restrita mantém preço em alta; média avança pela 8ª semana consecutiva



A oferta restrita de mandioca mantém os preços da raiz em alta


Foto: Canva

A oferta restrita de mandioca mantém os preços da raiz em alta nas regiões acompanhadas pelo Cepea – entre 23 e 27 de março, as cotações subiram pela oitava semana consecutiva. Apesar de alguns produtores terem retomado a colheita, a maioria ainda adia a comercialização para priorizar outras atividades e/ou por considerar a rentabilidade baixa.

Esse cenário manteve a disponibilidade abaixo da demanda industrial, impulsionando os valores, que operam no maior patamar desde novembro do ano passado. Segundo pesquisadores do Cepea, apesar das recentes valorizações, produtores sinalizam uma redução nas áreas a serem ocupadas com mandioca, considerando baixa a rentabilidade, custos ainda elevados e menor acesso ao crédito para custear a atividade. 





Source link