quarta-feira, março 11, 2026

Política & Agro

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Milho segue com baixo dinamismo nos estados


O mercado de milho no Rio Grande do Sul segue com baixo dinamismo, segundo informações da TF Agroeconômica. “As referências continuam amplas, variando entre R$ 58,00 e R$ 72,00/saca, enquanto o preço médio estadual avançou para R$ 62,61/saca, com alta semanal de 0,71%, refletindo ajustes localizados e a liquidez ainda restrita no mercado spot”, comenta.

Enquanto isso, o mercado de milho em Santa Catarina permanece sem reação, ainda marcado por ampla distância entre pedidas e ofertas. “Os produtores continuam indicando valores próximos de R$ 80,00/saca, enquanto as indústrias trabalham ao redor de R$ 70,00/saca, cenário que segue impedindo avanços nas negociações. No Planalto Norte, os poucos negócios registrados variam entre R$ 71,00 e R$ 75,00/saca, mas a falta de convergência mantém a liquidez bastante limitada”, completa.

O mercado de milho no Paraná continua com ritmo lento, ainda marcado pela ampla distância entre pedidas e ofertas. “Os produtores seguem indicando valores próximos de R$ 75,00/saca, enquanto as indústrias mantêm interesse ao redor de R$ 70,00/saca CIF, mantendo o impasse que limita a liquidez no mercado spot. As negociações seguem pontuais e sem força para alterar o quadro atual”, indica.

O mercado de milho no Mato Grosso do Sul continua com liquidez limitada, mas mantém viés firme em várias regiões. As cotações avançaram e passaram a oscilar entre R$ 52,00 e R$ 57,00/saca, com Chapadão do Sul concentrando as altas mais consistentes e Maracaju sustentando níveis elevados. Em Sidrolândia e Campo Grande, os preços permanecem estáveis, sem acompanhar os movimentos de valorização observados em outras praças, evidenciando um cenário regional ainda desigual”, conclui.

 





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Mercado de trigo segue lento no Sul do País



No Rio Grande do Sul, as negociações estão praticamente suspensas


No Rio Grande do Sul, as negociações estão praticamente suspensas
No Rio Grande do Sul, as negociações estão praticamente suspensas – Foto: Divulgação

O mercado de trigo nos estados do Sul do país apresenta ritmo lento e baixa fluidez nas negociações, influenciado por fatores sazonais, câmbio e pelo nível confortável de abastecimento da indústria. Segundo a TF Agroeconômica, o período de final de ano contribui para a redução das operações, com expectativa de paralisações temporárias em moinhos e menor urgência de compras.

No Rio Grande do Sul, as negociações estão praticamente suspensas, em um cenário marcado pela proximidade das festas e pela programação de limpeza e férias coletivas em unidades industriais. A estimativa é de que cerca de 1,55 milhão de toneladas da safra nova já tenham sido comercializadas, o equivalente a 42% a 44% da produção. Os preços referenciais do trigo para moagem variam entre R$ 1.100 e R$ 1.150 por tonelada posto em moinhos locais, enquanto no porto os valores chegam a R$ 1.180 em dezembro e R$ 1.190 em janeiro. O trigo destinado à ração é indicado a R$ 1.120 em dezembro e R$ 1.130 em janeiro, com preço da pedra em R$ 54,00 por saca em Panambi. A leitura é de um mercado confortável do lado da indústria, sem pressa para novas aquisições.

Em Santa Catarina, o mercado segue estável e equilibrado, com maior movimentação concentrada no balcão e acompanhando o fim da colheita. As pedidas giram em torno de R$ 1.200 FOB, enquanto os moinhos indicam valores entre R$ 1.150 e R$ 1.200 CIF. Negócios pontuais foram registrados a R$ 1.200 no diferido, e os preços da pedra permanecem estáveis na maioria das regiões, variando de R$ 60,00 a R$ 66,00 por saca.

No Paraná, o mercado local também permanece travado, com moinhos bem abastecidos e indicações entre R$ 1.170 e R$ 1.250 CIF, conforme distância e prazo. As compras estão concentradas para janeiro e fevereiro. A valorização do dólar, que alcançou R$ 5,52, eleva o custo do trigo importado e dá sustentação aos preços, embora sem gerar maior fluidez nos negócios. O preço médio ao produtor é de R$ 63,97 por saca, com alta semanal de 0,51%.

 





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Em meio a ritmo lento de vendas, B3 fecha quinta-feira com desvalorização do…


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A quinta-feira (18) chega ao final com os preços internacionais do milho futuro registrando movimentações positivas na Bolsa de Chicago (CBOT). 

A análise da Agrinvest destaca que os futuros do milho subiram em Chicago com alta sustentada pelo forte ritmo de exportações dos Estados Unidos. 

Na semana encerrada em 27 de novembro, as vendas somaram 1,79 milhões de toneladas e os embarques superaram 1,89 milhões de toneladas. Na temporada 2025/26, o volume comprometido já alcança 44,4 milhões, bem acima das 34,2 milhões do mesmo período do ano passado e do recorde de 2021/22. 

“A elevada competitividade do milho americano, aliada a menor oferta da Ucrânia e a um Brasil mais caro, mantém a demanda aquecida, especialmente na Ásia com rumores de compras chinesas”, apontam os analistas da consultoria. 

“No mercado doméstico norte-americano, a produção de etanol nos Estados Unidos atingiu novo recorde na última semana, com média de 1,131 milhões de barris por dia, reforçando o viés altista”, acrescenta a Agrinvest. 

O vencimento março/26 foi cotado a US$ 4,44 com elevação de 4 pontos, o maio/26 valeu US$ 4,52 com valorização de 4,50 pontos, o julho/26 foi negociado por US$ 4,58 com ganho de 4,50 pontos e o setembro/26 teve valor de US$ 4,51 com alta de 2,50 pontos. 

Mercado Interno 

Já na Bolsa Brasileira (B3), a quinta-feira chegou ao fim com os preços futuros do milho contabilizando movimentações negativas. 

Os analistas da Agrinvest destacam que o milho da B3 não acompanhou as altas registradas de Chicago.  

“Desde a segunda quinzena de novembro, o ritmo de vendas perdeu força, após meses com volumes semanais acima de 1 milhão de toneladas. Enquanto isso, o mercado segue atento ao andamento da safra de verão e as primeiras estimativas para a safrinha”, aponta a consultoria. 

Confira como ficaram todas as cotações nesta quinta-feira 

O vencimento janeiro/26 foi cotado a R$ 71,17 com desvalorização de 1,02%, o março/26 valeu R$ 75,58 com perda de 0,43%, o maio/26 foi negociado por R$ 74,83 com baixa de 0,37% e o julho/26 teve valor de R$ 70,48 com queda de 0,27%. 

No mercado físico brasileiro o preço da saca de milho permaneceu praticamente inalterado neste penúltimo dia da semana. O levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas identificou valorização somente em Sorriso/MT. 





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França e Itália travam avanço do acordo UE-Mercosul



A agricultura é o principal eixo do impasse


A agricultura é o principal eixo do impasse
A agricultura é o principal eixo do impasse – Foto: Arquivo Agrolink

A resistência de França e Itália voltou a colocar o acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul em um dos seus momentos mais delicados. Às vésperas de decisões no Conselho Europeu, o presidente francês Emmanuel Macron reafirmou que o tratado não pode ser assinado nas condições atuais, alegando riscos à agricultura europeia e falta de garantias efetivas para assegurar concorrência leal. A posição francesa reacende incertezas sobre um acordo negociado há décadas e considerado estratégico para ambos os blocos.

A agricultura é o principal eixo do impasse. Produtores europeus, especialmente na França, afirmam que produtos do Mercosul entram no mercado com custos menores e sob regras ambientais e sociais diferentes das exigidas na União Europeia. Mesmo após o Parlamento Europeu aprovar cláusulas de salvaguarda, como a possibilidade de reintrodução de tarifas e monitoramento de mercado, o setor agrícola avalia que as medidas ainda são insuficientes para evitar desequilíbrios.

A França estabeleceu três condições para apoiar o acordo: salvaguardas sólidas e operacionais, regras equivalentes para produtos importados e europeus, e controles rigorosos de importação. Sem a implementação clara desses pontos, Paris promete se opor a qualquer tentativa de acelerar a ratificação, usando seu peso político no Conselho Europeu, onde o acordo depende de maioria qualificada.

A Itália adotou uma postura mais cautelosa, mas também crítica. A primeira-ministra Giorgia Meloni considera a assinatura prematura e defende aguardar a finalização de um pacote de medidas adicionais, incluindo fundo de compensação e reforço dos controles fitossanitários. Roma afirma não querer bloquear o acordo, mas condiciona seu apoio a garantias de reciprocidade e proteção efetiva ao setor agrícola.

O impasse ganhou força com protestos de agricultores em Bruxelas, que ampliaram a pressão política sobre os governos europeus. Do lado sul-americano, o presidente brasileiro Lula da Silva tenta destravar as negociações, argumentando que a agricultura brasileira não competirá com a europeia. Ainda assim, o adiamento da assinatura e a falta de consenso indicam que o acordo UE-Mercosul segue em compasso de espera, sem solução imediata.

 





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Uso de sementes não certificadas pode reduzir safra de soja



O mercado de soja no Brasil enfrenta um cenário de alerta



Foto: Pixabay

O mercado de soja no Brasil enfrenta um cenário de alerta com a disseminação do uso de sementes não certificadas, o que pode afetar diretamente a produtividade da safra 2025/26 e impactar as exportações.

Segundo dados divulgados pela CEEMA, o uso de sementes de soja não certificadas — incluindo sementes piratas e salvas comercializadas irregularmente — já atinge 27% da área cultivada no Brasil, equivalente a 13 milhões de hectares.

O impacto dessa prática é severo: estima-se uma perda de quatro sacas por hectare na produtividade média, o que resultaria em um recuo de 2,8 milhões de toneladas na colheita. Destas, 1,9 milhão deixariam de ser exportadas e outras 900 mil toneladas afetariam o consumo interno.

Além disso, o mercado de sementes perde cerca de R$ 8 bilhões com a redução de vendas, e o prejuízo em royalties de genética chega a R$ 590 milhões. A prática compromete investimentos em pesquisa e pode gerar a perda de até 4.500 empregos diretos.

No mercado físico, os preços se mantiveram entre R$ 124,00 e R$ 125,00/saca no Rio Grande do Sul, sustentados por câmbio elevado e prêmios mais firmes. A colheita da nova safra deve iniciar no final de janeiro no Norte do país.





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Brasil espera 2ª maior safra de milho da história, mesmo com queda na produtividade



A Conab projeta uma produção de 138,9 milhões de toneladas



Foto: Nadia Borges

A comercialização de milho desacelerou no Brasil, enquanto preocupações com a produtividade da safrinha e estimativas da Conab marcam o cenário para a temporada 2025/26.

De acordo com a CEEMA, os preços do milho seguem firmes no Brasil, refletindo a cautela dos produtores e o atraso no plantio da safrinha 2026. Nas principais praças do país, as cotações variam entre R$ 52,00 e R$ 65,00/saca, enquanto no Rio Grande do Sul permanecem estáveis em R$ 61,00/saca.

A Conab projeta uma produção de 138,9 milhões de toneladas, que poderá se tornar a segunda maior da história nacional. Apesar disso, a produtividade no Mato Grosso pode cair 6,7%, resultando em uma redução de 8,4% na produção estadual.

Em dezembro, o Brasil exportou 2,9 milhões de toneladas de milho nos primeiros 10 dias úteis, um salto de 43,2% na média diária em relação ao mesmo período de 2024. O retorno das chuvas trouxe alívio, especialmente no Rio Grande do Sul, mas o clima continuará como fator decisivo para o desempenho da safra.





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Mercados agrícolas iniciam o dia com oscilações moderadas



No trigo, os contratos em Chicago operaram com leves quedas


No trigo, os contratos em Chicago operaram com leves quedas
No trigo, os contratos em Chicago operaram com leves quedas – Foto: Seane Lennon

Os mercados agrícolas iniciaram o dia com oscilações moderadas, refletindo um cenário internacional marcado por ampla oferta, ajustes técnicos e ritmo seletivo da demanda. As negociações em Chicago mostraram variações contidas para trigo, soja e milho, enquanto no mercado doméstico brasileiro os preços físicos reagiram de forma distinta, influenciados pelo câmbio e pelo período de encerramento das atividades do ano.

No trigo, os contratos em Chicago operaram com leves quedas, mesmo com o bom desempenho das exportações dos Estados Unidos oferecendo algum suporte. A pressão principal segue vindo da oferta global elevada e da colheita no Hemisfério Sul, especialmente na Argentina, que caminha para volumes recordes de produção e exportação. Fundos mantiveram interesse comprador, mas sem força suficiente para reverter o viés. No Brasil, a demanda por trigo e farinhas praticamente desapareceu com o fim do ano comercial, resultando em ajustes pontuais nos preços do Paraná e do Rio Grande do Sul.

A soja permanece sob pressão em Chicago, acumulando novas mínimas técnicas, com indicadores negativos de momentum. Consultas internacionais não se converteram em compras efetivas capazes de alterar a tendência. Mesmo aquisições recentes da China nos Estados Unidos não geraram impacto imediato, já que parte relevante do volume esperado se concentra em embarques mais à frente. Fundos seguem ampliando posições vendidas diante da fraqueza do complexo de oleaginosas, enquanto os preços internos americanos refletem oferta abundante e vendas aceleradas dos produtores.

No milho, o mercado segue lateralizado, com leves recuos após sessões de alta. A realização de lucros e o bom desenvolvimento das lavouras argentinas pesaram sobre as cotações, embora o ritmo forte das exportações americanas continue limitando quedas mais intensas. No Brasil, o físico apresentou leve valorização, enquanto os contratos futuros na B3 registraram ajustes negativos.

Entre os indicadores externos, o dólar apresentou leve recuo frente ao real, o petróleo operou em alta moderada, favorecendo soja e milho, e o índice do dólar mostrou fortalecimento, fator negativo para o trigo. As informações são da TF Agroeconômica.

 





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Trigo se estabiliza no Brasil com cotações abaixo do ano passado



O mercado brasileiro de trigo fechou a semana com preços estáveis



Foto: Divulgação

O mercado brasileiro de trigo fechou a semana com preços estáveis, mas inferiores aos registrados no mesmo período de 2024, sinalizando menor atratividade ao produtor.

Segundo a Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (CEEMA), as principais praças gaúchas mantiveram os preços entre R$ 54,00 e R$ 55,00/saca, enquanto no Paraná os valores variaram entre R$ 64,00 e R$ 66,00.

Há um ano, os preços no Rio Grande do Sul estavam entre R$ 65,00 e R$ 66,00/saca, enquanto no Paraná o trigo valia R$ 72,00, confirmando uma desvalorização nas principais regiões produtoras.

A tendência de ampla oferta nacional e importações baratas pressiona o mercado, mantendo a margem do produtor sob pressão. A estabilidade internacional também colabora com o cenário doméstico sem grandes movimentações, dificultando novas valorizações até o fechamento do ciclo.





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Recorde no esmagamento nos EUA pressiona mercado da soja global



A tendência é de manutenção da volatilidade



Foto: Leonardo Gottems

Mesmo com queda nas cotações em Chicago, a soja ainda apresenta valorização frente ao mesmo período de 2024, sustentada pelo elevado esmagamento nos Estados Unidos.

A Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (CEEMA) informa que a cotação da soja em Chicago fechou a semana em US$ 10,52/bushel, acumulando queda nas últimas duas semanas, mas permanecendo acima dos US$ 9,51 registrados um ano antes.

O destaque é o esmagamento recorde nos EUA, que atingiu 5,88 milhões de toneladas em novembro — aumento de 11,8% em relação a 2024. Os estoques de óleo de soja subiram 40%, alcançando o maior volume em sete meses.

Apesar da pressão nas cotações, o mercado spot se aqueceu com aumento na demanda nos portos brasileiros, o que ajudou a segurar os preços locais. A tendência é de manutenção da volatilidade, especialmente com a entrada da nova safra sul-americana a partir de janeiro.





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O mercado de milho mudou, diz analista



Esse cenário ganha relevância prática


Esse cenário ganha relevância prática
Esse cenário ganha relevância prática – Foto: USDA

O mercado de milho em Mato Grosso atravessa um momento de expectativa, influenciado por movimentos recentes de preços e por decisões estratégicas que começam a ser tomadas para o próximo ciclo. Segundo análise de Marcos Rubin, CEO e fundador da Veeries, a comparação com o comportamento observado no fim do ano passado ainda pesa na percepção do produtor, mas ignora mudanças relevantes no cenário atual.

Em dezembro do ano passado, o milho no estado era negociado cerca de R$ 9 por saca acima dos níveis atuais, período que marcou o início de uma trajetória de valorização que levou as cotações a quase R$ 75 por saca, considerado o teto de 2025. Essa memória recente sustenta a expectativa de uma nova reação dos preços, especialmente diante da visão de que a demanda da indústria de etanol de milho segue estruturalmente firme.

No entanto, a avaliação aponta que o contexto mudou de forma significativa. A safra de 2025 foi recorde tanto em Mato Grosso quanto no Brasil, enquanto as exportações ficaram abaixo do potencial esperado. Além disso, houve uma recomposição relevante dos estoques, alterando o equilíbrio entre oferta e demanda observado anteriormente.

Na análise apresentada, os estoques de passagem no estado devem se mostrar significativamente mais confortáveis em 2026 do que no primeiro semestre deste ano. Esse fator tende a modificar de maneira importante a dinâmica de formação de preços ao longo do ciclo, reduzindo a probabilidade de movimentos semelhantes aos registrados no período anterior.

Esse cenário ganha relevância prática porque dezembro e janeiro concentram decisões críticas relacionadas ao plantio da safrinha. É nesse momento que são definidas áreas adicionais e feitos ajustes no nível de tecnologia empregado, variáveis diretamente influenciadas pelos sinais de preço emitidos pelo mercado agora. A leitura desses sinais, portanto, pode ser determinante para o planejamento do produtor e para o comportamento da oferta no próximo ciclo.

 





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