segunda-feira, março 30, 2026

Política & Agro

AgroNewsPolítica & Agro

Milho fecha misto na B3


O milho da Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) fechou de forma mista com compras de oportunidade e maior demanda interna, segundo a TF Agroeconômica. “As cotações do milho na B3 passaram por correção depois de uma sequência de baixas. Assim como Chicago, o mercado recomprou contratos em aberto, baseados em um aumento de demanda no médio longo prazo e estoques menores no fim do ano comercial”, comenta.

“Vale aqui destacar que nos últimos anos o Brasil reduziu as exportações e aumentou o consumo interno do milho. No entanto, as cotações mais longas seguiram em queda. Com os preços mais altos desta temporada, existe a perspectiva de o produtor buscar um aumento de área para as próximas safras no país. O avanço da colheita na Argentina, que atingiu 29,7 % a área apta, segundo a Bolsa de Buenos Aires, retira parte da pressão dos compradores, principalmente da região sul do Brasil”, completa.

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam de forma mista no dia. “O vencimento de maio/25 foi de R$ 76,97 apresentando alta de R$ 0,43 no dia, baixa de R$ -0,05 na semana; julho/25 fechou a R$ 68,55, alta de R$ 0,03 no dia, baixa de R$ -2,11 na semana; o vencimento setembro/25 fechou a R$ 69,74 alta de R$ 0,18 no dia e baixa de R$ -1,27 na semana”, indica.

Na Bolsa de Chicago, o milho fechou em alta com compras de oportunidade e bom relatório de vendas. “A cotação de maio, referência para a nossa safra de verão, fechou em alta de 1,11 % ou $ 5,25 cents/bushel a $ 477,25. A cotação para julho, fechou em alta de 0,99 % ou $ 4,75 cents/bushel a $ 484,00”, informa.

“As cotações do cereal ganharam tração com compras de oportunidade e a sequência de alta da soja nos últimos dias, o que fez o mercado reposicionar os contratos dos grãos. A demanda do milho para o ano comercial 24/25 se mantém aquecida. As robustas 1.152.900 toneladas negociadas estavam perto do teto esperado pelo mercado”, conclui.

 





Source link

AgroNewsPolítica & AgroSafra

Lula vai ao Xingu homenagear Raoni e ouve crítica de cacique a petróleo na…


Logotipo Reuters

 

Por Eduardo Simões

(Reuters) – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi à reserva indígena do Xingu, no Mato Grosso, nesta sexta-feira para condecorar o cacique Raoni Metuktire, referência mundial na defesa do meio ambiente e dos povos indígenas, e ouviu dele uma crítica à possibilidade de exploração de petróleo na foz do Rio Amazonas, numa região que faz parte da chamada Margem Equatorial.

Lula concedeu a Raoni a Grã-Cruz da Ordem Nacional do Mérito, que homenageia brasileiros com destacados serviços ao país, e recebeu dos indígenas um colar também como forma de homenagem.

O presidente, ao mesmo tempo, ouviu cobranças do cacique que discursou em sua língua nativa e teve suas palavras traduzidas por um intérprete.

“Eu estou sabendo que lá na foz do Rio Amazonas o senhor está pensando no petróleo que está lá debaixo do mar, eu penso que não. Por quê? Essas coisas na forma como estão garantem que a gente tenha o meio ambiente, a terra com menos poluição e menos aquecimento”, disse o cacique, segundo seu intérprete.

“Eu sou pagé também e tive contato com os espíritos que sabem do risco que a gente tem de continuar trabalhando dessa forma de destruir, destruir e destruir e que podemos ter consequências muito grandes que podemos não conseguir parar.”

O cacique disse, ainda, de acordo com a tradução do intérprete, que não concordou com algumas das coisas que Lula fez em seus mandatos anteriores, mas que agora pretende trabalhar em conjunto com o presidente em prol da felicidade dos povos indígenas.

Lula, por sua vez, ao discursar, não respondeu às cobranças de Raoni, usando sua fala, em vez disso, para exaltar a liderança do cacique, a quem classificou de “ser extraordinário”, “grande nome da história” e “merecedor de todas as homenagens no Brasil e no mundo”.

“Raoni é uma liderança que inspira paz, sabedoria ancestral e profundo conhecimento sobre as necessidades da terra e a relação do homem com a natureza”, disse Lula em discurso lido e preparado previamente.

A possibilidade de exploração de petróleo na região da foz do Amazonas, no Amapá, pela Petrobras tem gerado atrito dentro do governo.

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, a Petrobras e membros da bancada parlamentar do Amapá — como o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União), e o líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT) — têm pressionado pela exploração de petróleo na região, apontada como de grande potencial de reservas.

Silveira tem cobrado uma resposta do Ibama sobre o pedido de licenciamento para perfuração de um poço na Margem Equatorial para pesquisar o potencial de eventual produção de petróleo na região.

O Ibama já negou o pedido uma vez, alegando que a Petrobras não havia apresentado resposta a todos as questões que o órgão apontou. A estatal reapresentou o pedido com mudanças, mas em fevereiro deste ano técnicos do órgão recomendaram, mais uma vez, que o pedido fosse negado, segundo fontes.

A decisão final cabe ao presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho, e à direção do órgão, mas até agora não foi revelada.

Lula defende o avanço da exploração na região, depois de mais de uma década que o Brasil não confirma uma grande descoberta de petróleo, mas alas do governo temem a abertura de novas fronteiras em regiões ambientalmente sensíveis, enquanto líderes mundiais alertam sobre a necessidade da transição energética.

Agostinho está sob forte pressão de Lula, que disse em fevereiro que o Ibama “é um órgão do governo parecendo que é um órgão contra o governo” devido ao atraso na aprovação da licença.

Também em fevereiro, Lula disse que convenceria a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, e o Ibama sobre a prospecção de petróleo na região amapaense e garantiu que a Petrobras atuará “com toda responsabilidade” com o meio ambiente.

(Por Eduardo Simões, em São Paulo)





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Confira como está o milho nos estados


De acordo com a TF Agroeconômica, o mercado de milho no Rio Grande do Sul enfrenta dificuldades devido à falta de oferta e à escassez de opções de fornecimento. Pequenos compradores, especialmente indústrias que precisam garantir produto para os meses de maio e junho, têm se visto obrigados a aceitar os preços cada vez mais elevados, que já estão próximos aos valores praticados no mercado de exportação. 

Estima-se que mais de 80% da safra de milho de verão de 2025 já tenha sido negociada no estado, o que coloca os compradores em uma posição fragilizada, dependendo das condições impostas pelos vendedores. As negociações seguem lentas, com os compradores tentando ajustar os preços internos para se alinhar às exportações, enquanto os vendedores resistem a reduções. Para entregas entre abril e maio, os preços variam de R$ 74,00 a R$ 77,50 por saca, dependendo da região.

Além disso, em Mato Grosso do Sul, o mercado também apresenta um cenário travado, com variações regionais nos preços do milho. Nas principais cidades do estado, os preços giram em torno de R$ 74,00 a saca, mas os valores do milho da segunda safra são mais elevados, com preços chegando até R$ 125,00. O mercado de exportação, nos portos de Paranaguá e Santos, mantém preços firmes em torno de R$ 138,00 por saca, o que tem influenciado o mercado interno. A área plantada com milho na segunda safra no estado deve alcançar 2,1 milhões de hectares, com estimativa de aumento de 20,6% na produção.

Em Santa Catarina, o mercado de milho segue lento, com os produtores ainda priorizando a colheita da soja. A diferença entre os preços pedidos e ofertados tem dificultado o fechamento de negócios, com preços variando entre R$ 79,00 e R$ 85,00 por saca, dependendo da região. A expectativa é que o mercado ganhe tração nos próximos dias, com a entrada do milho da segunda safra. Já no Paraná, a colheita de milho está praticamente concluída, com 90% da área já colhida. Apesar das altas temperaturas e da estiagem em março, a safra deve ser uma das melhores dos últimos três anos, com estimativas de produção de 10,9 milhões de toneladas.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Preços do trigo no Sul: Movimentações no mercado



No Paraná, o mercado segue com pouca movimentação, apesar das ofertas



Em Santa Catarina, o trigo gaúcho alcançou preços de até R$ 1.560/t
Em Santa Catarina, o trigo gaúcho alcançou preços de até R$ 1.560/t – Foto: Canva

Segundo informações da TF Agroeconômica, o mercado de trigo no Sul do Brasil enfrenta uma série de flutuações nos preços e na movimentação de negócios. No Rio Grande do Sul, os preços futuros do trigo registraram nova queda, com valores em torno de R$ 1.500 FOB, com pouca movimentação. O trigo branquear é oferecido por R$ 1.600 FOB, mas sem demanda significativa. O trigo importado está na faixa de US$ 285 a US$ 290 FOB Rio Grande, com a oferta de trigo argentino a US$ 259, sendo agora negociado a US$ 285. O mercado estima que cerca de 60 mil toneladas já foram negociadas a futuro, entre exportação e moinhos.

Em Santa Catarina, o trigo gaúcho alcançou preços de até R$ 1.560/t no leste do estado. No entanto, a safra nova ainda está indefinida, com pouca atividade entre vendedores e compradores. A safra atual teve lotes pontuais sendo negociados de R$ 1.400 a R$ 1.450 FOB, mas a pedida geral é de R$ 1.500/t. Além disso, o preço das pedras subiu para R$ 78,00/saca em Canoinhas, mantendo-se estável em outras cidades como Chapecó e Joaçaba.

No Paraná, o mercado segue com pouca movimentação, apesar das ofertas. Os compradores que já estão bem abastecidos indicam R$ 1.600 CIF para entrega imediata, enquanto aqueles sem espaço para receber o produto indicam valores de R$ 1.650 CIF para entregas em maio/junho. Alguns negócios no FOB ocorreram a R$ 1.600, com pagamento em junho, e o trigo importado está sendo negociado por US$ 295 CIF em Paranaguá.

Os preços da pedra no Paraná, de acordo com o Deral, subiram 0,45% esta semana, chegando a R$ 80,04/saca. No entanto, com o aumento dos custos de produção, o lucro médio do triticultor no estado recuou de 13,39% para 8,85%, embora ainda seja considerado significativo.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Pá carregadeira CASE 721E customizada para cana é destaque na Agrishow


A CASE Construction Equipment, marca de equipamentos de construção da CNH, estará presente na Agrishow, no estande da marca-irmã Case IH, mostrando toda a versatilidade e inovação do seu portfólio, com aplicação também no agronegócio. Os destaques são a pá carregadeira 721E versão canavieira, o trator de esteira compacto 850M e a miniescavadeira CX35D, lançamento recente da marca, todos 100% conectados.

Esta versão da 721E vem com itens que fazem toda a diferença para uma melhor produtividade nas operações com o bagaço de cana, bem como as tarefas do dia a dia.  O filtro de ar-condicionado tipo snorkel, para a entrada de ar na cabine, similar ao usado em veículos off-road e o pré-filtro de ar HD do motor, promovem uma filtragem mais eficiente, reduzindo a saturação dos itens. “São soluções robustas, com maior capacidade de remover partículas menores – mais presentes no cultivo da cana, devido ao bagaço ser um material muito leve – prolongando a vida útil dos componentes”, explica Marcelo Rohr, especialista de marketing de produto da CASE.

Outro diferencial são os pneus especiais 750-65R26, maiores e mais largos, melhorando a tração da máquina. “Trouxemos o mesmo pneu utilizado em colheitadeiras, que evita que a máquina afunde no bagaço de cana. Houve uma preocupação em aumentar a área de contato com o solo, diminuindo a pressão”, explica Rohr.  A caçamba também foi adaptada, passando de 5.5 para 6 m³ e um peso aproximado de 1.550kg, melhorando a produtividade da máquina.

O trator compacto 850M, fabricado no Brasil e exportado para todo o mundo, também é uma excelente solução para o campo. Indicado para diversas aplicações, se adapta e entrega resultados, em diferentes tipos de solo, incluindo lama, pois oferece tração e estabilidade. Suas esteiras reduzem a compactação do solo, além de proporcionar uma excelente tração, sendo ideal para tracionar e operar com implementos em todos os tipos de terreno.

Já a miniescavadeira CX35D, um dos lançamentos mais recentes da CASE Construction Equipment, tem indicação para operações em condições complexas, com eficiência e segurança. Multifuncional, opera também no campo, com possibilidade de utilização de diversos tipos de implemento, para diferentes necessidades.

Quem passar pelo estande também poderá ver a retroescavadeira 580N S2 HD, a motoniveladora 865B e a minicarregadeira SV300.

Conectividade  

Todo o portfólio da CASE produzido no Brasil conta com recursos de telemetria.

Com máquinas 100% conectadas, é possível realizar manutenção preditiva, identificar problemas ou falhas iminentes, otimizar o consumo de combustível, analisar o desempenho das operações e programar tarefas de maneira eficiente, resultando em maior produtividade e redução do tempo de inatividade das máquinas, entre outros benefícios. 

O myCASE Construction é a plataforma da marca que reúne todas essas informações. A ferramenta pode ser acessada de qualquer aparelho com conexão de internet e o cliente monitora toda sua frota em tempo real, além de ter contato direto com a rede de concessionários e a fábrica. 

Localizado na fábrica de Contagem (MG), o CASE SiteConnect Center é uma central de suporte, com uma equipe de especialistas preparada para garantir respostas rápidas, uma experiência diferenciada e entrega eficiente de operações. 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Capacitação com IA ganha espaço na agricultura


Os próximos módulos de treinamentos da Unidade de Referência em Produtos Químicos e Biológicos (UR) têm a inteligência artificial como aliada na formulação e na transmissão de conteúdos pedagógicos. A inovação inclui até mesmo a criação de um avatar do principal instrutor da UR, o pesquisador científico Hamilton Ramos, diretor do Centro de Engenharia e Automação (CEA), do Instituto Agronômico (IAC), órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de SP.

Resultante de uma parceria entre o CEA-IAC e o setor privado, a UR já treinou mais de 130 instrutores aptos a capacitar trabalhadores rurais para a atividade de aplicação de agrotóxicos. “Seja no formato EAD, presencial ou semipresencial, a IA ancora programas didáticos específicos, acessíveis a todos os participantes”, diz Ramos.

De acordo com Ramos, a UR detém, inclusive, qualificação para promover capacitação profissional nessa área com base nas exigências do Decreto nº 10.833/2021 (Programa Aplicador Legal), do Governo Federal. Os novos formatos de treinamento da UR atrelados à inteligência artificial, informa o pesquisador, passam a atender também empregadores do agronegócio e os próprios aplicadores de produtos.

Clique aqui e acesse AGROLINKFITO

“Hoje em dia somente entre 30% e 40% dos aplicadores de agrotóxicos são treinados segundo boas práticas de saúde, segurança e tecnologias, abrangendo pequenas, médias e grandes propriedades. O déficit de qualificação na área é elevado no Brasil e precisa ser reduzido. Acreditamos que os recursos da IA podem contribuir para isso”, ressalta Ramos.

“Para a UR, mais relevante do que o número de pessoas treinadas, é a qualidade da aprendizagem, a facilitação para públicos com diferentes perfis assimilar conteúdos com vistas à segurança na aplicação de agrotóxicos”, diz o pesquisador. “Nosso modelo de IA está sendo treinado para atender a demandas de diferentes públicos frequentadores dos treinamentos, do agrônomo-instrutor até o trabalhador rural, com linguagem direcionada a cada um deles”, ele reforça.

“Esses formatos também estão plenamente sincronizados com a N.R. 31.7 (prevenção de acidentes com defensivos agrícolas)”, continua Ramos, idealizador dos métodos de treinamento da UR atrelados às premissas do programa ‘Aplicador Legal’. De acordo com ele, todos os programas de treinamento atrelados a agrotóxicos mantidos pelo centro de pesquisas de Jundiaí recebem chancela oficial do IAC – Instituto Agronômico.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Mercado abre em alta para soja e milho


Segundo análise da TF Agroeconômica (24/04/2025), os mercados de grãos iniciaram o dia com tendência positiva para soja e milho, enquanto o trigo se manteve estável. Em Chicago, a soja para maio de 2025 subiu para US$ 1.046,50/bushel (+6,50), e no Brasil o indicador CEPEA marcou R$ 135,03 (+0,54% no dia e +2,15% no mês). A alta é impulsionada por expectativas de um possível acordo comercial entre EUA e China, apesar da incerteza sobre as negociações e declarações contraditórias do governo americano. No Paraguai, o preço subiu para US$ 359,92/t em Assunção.

“É improvável que isso tranquilize os produtores americanos em meio ao plantio. Nesse sentido, espera-se que o trabalho de campo seja atrasado hoje pelas chuvas persistentes no sul e oeste do cinturão de soja/milho”, comenta.

O milho também teve recuperação após quatro dias de queda, com contratos de maio a US$ 474,25/bushel (+2,25) em Chicago. A expectativa de chuvas no cinturão agrícola dos EUA, especialmente em Iowa, pode atrasar o plantio e sustentar os preços. No Brasil, o milho B3 caiu 0,74%, cotado a R$ 76,54, enquanto o CEPEA recuou 0,73%, para R$ 81,97. No mercado paraguaio, os preços seguem entre US$ 200 e US$ 220/t.

“A questão principal são as tarifas de 25% impostas aos automóveis importados, uma questão sobre a qual os EUA esclareceram que não podem conceder tratamento preferencial ao Japão”, completa.

Já o trigo apresentou estabilidade, com o contrato de maio em Chicago cotado a US$ 528,25/bushel. As chuvas nas Grandes Planícies americanas favorecem o desenvolvimento das lavouras de inverno, enquanto a falta de precipitação em Dakota do Norte — importante para o trigo de primavera — limita maiores quedas. Pressões também vêm das boas perspectivas na União Europeia e no Mar Negro. No Brasil, os preços permanecem praticamente inalterados, com destaque para o Paraná (R$ 1.576,34) e o Rio Grande do Sul (R$ 1.469,64).

“Algum suporte é fornecido pelo fato de que as chuvas não estão cobrindo Dakota do Norte, o principal estado produtor de variedades de primavera. Além do acima exposto, as perspectivas favoráveis ??para a produção na União Europeia e nas regiões do Mar Negro estão pressionando o mercado”, conclui.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Motomco apresenta novo medidor de umidade de grãos na Agrishow


A Agrishow, palco das maiores inovações do agronegócio na América Latina, é o destino certo para quem busca o que há de mais moderno no campo. E o Connect, novo medidor de umidade de grãos da Motomco, lançado recentemente, é um destaque à altura.

Totalmente portátil e com altíssima precisão, o equipamento entrega resultados confiáveis em poucos segundos — ideal para quem valoriza agilidade, eficiência e tecnologia na rotina do campo

“A Agrishow é a nossa vitrine. O público da feira exige tecnologia de ponta e é exatamente isso que vamos mostrar no nosso stand, com o Connect”, destaca Manoella Rodrigues da Silva, Gerente de Marketing da Motomco.

Reconhecida como palco de lançamentos e tendências para o setor, a Agrishow começa no próximo dia 28 de abril e segue até 2 de maio de 2025, em Ribeirão Preto (SP), reunindo soluções para todos os tipos de culturas, safras, máquinas e tamanhos de propriedades.

Pela quarta vez, a Motomco marcará presença na Agrishow, na Arena Tecnologia, no stand 055, com demonstrações de seu novo medidor de umidade de grãos. No stand da marca, os visitantes poderão conhecer de perto as funcionalidades dos equipamentos. Com design robusto e interface intuitiva, o modelo Connect é indicado para pequenos, médios e grandes produtores, além de agrônomos de cooperativas, revendas e demais profissionais do setor.

Manoella reforça o compromisso da empresa com o produtor rural: “Nosso foco é o cliente. Estamos sempre em busca de oferecer o que há de mais moderno em tecnologia, com o objetivo de aumentar a produtividade, reduzir custos e melhorar a rentabilidade no campo”, afirma.

Outro ponto destacado por ela é sobre o papel da Agrishow como espaço estratégico. “A feira é excelente para networking. Estabelecemos muitos contatos e o retorno no pós-venda sempre surpreende. Esperamos o público em nosso estande com várias demonstrações práticas, para mostrar como é simples utilizar nosso equipamento e aproveitar todos os seus benefícios.”

Entre os diferenciais do Motomco Connect está a interface de uso simples, controlada por um aplicativo exclusivo que pode ser instalado no smartphone. A conectividade permite o compartilhamento de dados por diversas plataformas, como WhatsApp, SMS e e-mail.

O aplicativo permite selecionar curvas de produtos, visualizar histórico, gerar relatórios e compartilhar dados. Outro detalhe é a bateria de longa duração, com autonomia de até 20 horas, desliga após três minutos de inatividade, além de que a Motomco oferece suporte técnico especializado para garantir o melhor desempenho do equipamento.

De acordo com o engenheiro agrônomo da Motomco, Roney Smolareck, o controle da umidade dos grãos é essencial para garantir a qualidade da produção, evitar perdas e otimizar a logística de armazenamento. “Com medições precisas, os produtores podem acompanhar a entrega dos produtos nas unidades armazenadoras e ter controle total dos dados na palma da mão”, acrescenta.

O stand da Motomco também estará com dois modelos tradicionais, homologados pelo Inmetro, que devem ser usados comercialmente. O 999ESI possui impressora integrada, permitindo interface com o computador, além de porta USB para pendrive e porta exclusiva Inmetro. Os resultados são transmitidos via QR Code, mostrando a umidade, temperatura, PH e densidade. Esse modelo é bastante utilizado pelos estabelecimentos compradores de grãos e laboratórios do Instituto de Pesos e Medidas (Ipem).


 Igualmente sofisticado, o modelo 999 FBI é semiautomático com comunicação serial aprovado pelo Inmetro. Ideal para Classificação FOB, salas de classificação com fluxos moderados, secadores e laboratórios, sua construção robusta foi desenvolvida especialmente para essas aplicações. Possui um aplicativo exclusivo que permite monitorar a umidade dos grãos, oferecendo leituras digitais, históricos de medições, visualização por gráficos, ativação e calibração de medidores, além de acesso aos manuais de funcionamento dos medidores Motomco.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Amplo portfólio para proteção de cultivos e bioestimulação de culturas mobilizam Sipcam Nichino na 30ª edição do evento


A companhia de origem ítalo-japonesa Sipcam Nichino Brasil leva à 30ª Agrishow, no período de 28 de abril a 2 de maio, um amplo portfólio de tecnologias para cultivos de soja, milho, feijão, citros e cana-de-açúcar, entre outros. Presente no pavilhão da cooperativa Coopercitrus e no balcão de negócios, a empresa informa que apresentará inovações e soluções consolidadas, visando o controle de pragas, doenças e plantas daninhas, além de uma Plataforma de Bioestimulantes de última geração.

Da linha selecionada para a Agrishow 2025, a companhia assinala que destacará sua estratégia inovadora, e já vitoriosa no mercado, relacionada ao manejo da cigarrinha-do-milho pelo recém-lançado inseticida Fiera®. Essa solução, afirma a empresa, entrega uma característica única: o controle eficaz da fase ‘ninfa’ da cigarrinha, além de agir sobre ovos e na fecundidade e fertilidade de fêmeas da praga. Ninfas, dizem especialistas, adquirem e portam fitopatógenos transmissores de doenças de alta severidade ao milho.

Associado ao inseticida-acaricida Fujimite® 50 SC, complementa a Sipcam Nichino, Fiera® também tem sido adotado como uma ferramenta bem-sucedida na contenção do psilídeo-dos-citros, vetor do greening, doença responsável pela dizimação de lavouras de laranja no cinturão citrícola de SP e MG.

Outro alvo da companhia no evento será a pioneira Plataforma de Bioestimulantes, formada pelas marcas Abyss®, Blackjak®, Nutex® Premium e Stilo® Verde, voltada a diversas culturas. O objetivo do bioestímulo, conforme a Sipcam Nichino, é elevar o potencial produtivo desde o plantio até a colheita. Para a empresa, bioestimulantes reduzem estresse de plantas ante condições climáticas adversas, ativam sistemas de defesa de cultivos, aumentam absorção de nutrientes e água e fomentam produtividade e rentabilidade.

Segundo a Sipcam Nichino, sua equipe estará no local para detalhar, ainda, diferenciais e resultados, recentes, entregues pela solução inseticida Takumi®, empregado com sucesso em soja, milho, cana-de-açúcar e outras culturas. Haverá espaço temático reservado também aos fungicidas Fezan® Gold – aplicado principalmente em soja, milho, feijão e trigo – e Vitene®, este registrado para mais de dez cultivos brasileiros de relevância econômica. 

Criada em 1979, a Sipcam Nichino resulta da união entre a italiana Sipcam, fundada em 1946, especialista em agroquímicos pós-patentes e a japonesa Nihon Nohyaku (Nichino). A Nichino tornou-se a primeira companhia de agroquímicos do Japão, em 1928, e desde sua chegada ao mercado atua centrada na inovação e no desenvolvimento de novas moléculas para proteção de cultivos.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Mercado de bioinsumos no México deve triplicar



México possui uma base científica importante para



México possui uma base científica importante para
México possui uma base científica importante para – Foto: Canva

Segundo projeções do Banco Mundial, o mercado global de bioinsumos deve dobrar até 2030, atingindo US$ 20 bilhões. No México, o setor acompanha esse ritmo e deve saltar dos atuais US$ 634 milhões para US$ 2 bilhões no mesmo período, impulsionado pelos benefícios agronômicos, ambientais e econômicos proporcionados pelos biofertilizantes e outros produtos biológicos.

Apesar de sua eficácia comprovada em cultivos como milho, trigo, frutas vermelhas e cana-de-açúcar, o uso de bioinsumos no país ainda enfrenta obstáculos, como a ausência de uma política pública sólida. A Biofábrica Siglo XXI, liderada por Marcel Morales Ibarra, atua há mais de duas décadas nesse campo e participa de testes com a FIRA (Agência do Banco do México), que comprovam ganhos de produtividade e redução de custos, como no caso da cana-de-açúcar em Morelos.

Nesse cenário, o México possui uma base científica importante para o desenvolvimento desses produtos, desde a criação, em 1980, do Centro de Pesquisas em Fixação de Nitrogênio da UNAM, até programas governamentais como o de biofertilização entre 1998 e 2000, que perdeu força após mudanças políticas. Morales defende o fortalecimento de iniciativas que combinem crédito, assistência técnica e regulação clara para fomentar o uso desses insumos sustentáveis.

Com o país importando 80% dos fertilizantes químicos que consome, os bioinsumos surgem como alternativa estratégica para garantir não apenas produtividade agrícola, mas também maior soberania na produção de insumos e resiliência frente às flutuações do mercado internacional.

 





Source link