sexta-feira, abril 3, 2026

Política & Agro

AgroNewsPolítica & Agro

Planta produzirá biogás a partir de cítricos



O projeto utiliza biotecnologia inovadora



"Cada aspecto da nova planta foi projetado para maximizar o impacto ambiental positivo"
“Cada aspecto da nova planta foi projetado para maximizar o impacto ambiental positivo” – Foto: Canva

A Louis Dreyfus Company (LDC) realizou hoje a cerimônia da pedra fundamental de sua nova unidade de produção de biogás em Bebedouro (SP), reforçando seu compromisso com inovação e sustentabilidade. A planta será a maior do mundo no setor, convertendo efluentes cítricos em energia verde.  

O projeto utiliza biotecnologia inovadora, empregando um inóculo que decompõe a carga orgânica dos efluentes, gerando biogás e reduzindo em mais de 20% as emissões de CO2 da unidade. Além disso, toda a água tratada será devolvida aos recursos hídricos. Com 195.000 m² de área, a planta terá capacidade para processar 400m³/h de efluentes e produzir mais de 50.000 Nm³/dia de biogás. A construção deve ser concluída até o primeiro semestre de 2026.  

Segundo Paulo Hladchuk, Head Global da Plataforma de Sucos da LDC, o projeto reforça a descarbonização da cadeia produtiva e o compromisso da empresa com o setor citrícola. Juliana Pires, responsável pela Indústria e Qualidade, destacou que testes com diferentes inóculos superaram em até 15% a meta de redução da carga orgânica. Além disso, 100% da água tratada será reutilizada e o lodo gerado servirá como base para fertilizantes agrícolas, promovendo a economia circular. 

“Esse projeto contribui para o compromisso global da LDC na redução da emissão de CO2 na atmosfera, a partir da descarbonização da cadeia, além de reforçar nosso comprometimento de longo prazo com o setor citrícola do país e com as regiões onde a companhia opera, como em Bebedouro, onde atuamos há mais de 30 anos. Cada aspecto da nova planta foi projetado para maximizar o impacto ambiental positivo, aumentando a eficiência do uso dos recursos naturais”, afirma.

A LDC está entre as três maiores empresas de sucos cítricos do mundo e líder na exportação de sucos de limão do Brasil. Além dos sucos de laranja e limão, a companhia fornece ingredientes naturais para as indústrias de alimentos, química e nutrição animal.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Micronutrientes essenciais para o milho na safrinha



“A safrinha de milho exige manejo nutricional estratégico”



O zinco (Zn) estimula o crescimento radicular e participa da produção de enzimas vitais
O zinco (Zn) estimula o crescimento radicular e participa da produção de enzimas vitais – Foto: USDA

A nutrição equilibrada é fundamental para o sucesso da safrinha de milho, e os micronutrientes desempenham um papel decisivo na produtividade. Segundo Djalma Pinho, Executivo de Vendas B2B especializado em micronutrientes, além dos macronutrientes como Nitrogênio (N), Fósforo (P) e Potássio (K), elementos como Zinco, Boro, Manganês e Cobre são essenciais para o desenvolvimento da cultura e a formação de grãos de qualidade.  

“A safrinha de milho exige manejo nutricional estratégico para garantir produtividade e rentabilidade. Além dos macronutrientes (N, P, K), os micronutrientes desempenham um papel fundamental no desenvolvimento saudável da cultura”, afirma.

O zinco (Zn) estimula o crescimento radicular e participa da produção de enzimas vitais, evitando atraso no florescimento e redução no tamanho das plantas. O boro (B) é indispensável para a polinização e o enchimento de grãos, prevenindo espigas malformadas. Já o manganês (Mn) atua na fotossíntese e no metabolismo dos carboidratos, garantindo maior vigor à lavoura. Além disso, o cobre (Cu) fortalece os caules ao participar da formação da lignina, reduzindo o risco de acamamento e proporcionando maior resistência estrutural.  

Para um manejo eficiente, é essencial realizar uma análise de solo para verificar possíveis deficiências e utilizar fertilizantes granulados com micronutrientes para garantir uma nutrição equilibrada. O monitoramento da lavoura também é indispensável para identificar precocemente sinais de carências nutricionais e evitar impactos negativos na produtividade.  Com um plano nutricional adequado, o milho safrinha pode expressar seu máximo potencial produtivo, garantindo rentabilidade e competitividade no mercado.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Café teve alta histórica ano passado



A FAO alerta que os preços podem subir ainda mais em 2025



 FAO alerta que os preços podem subir ainda mais em 2025
FAO alerta que os preços podem subir ainda mais em 2025 – Foto: Pixabay

Os preços globais do café registraram uma alta histórica em 2024, avançando 38,8% em relação à média do ano anterior, segundo a FAO. O Arábica, preferido no mercado de café torrado e moído, ficou 58% mais caro em dezembro, enquanto o Robusta, usado em café instantâneo e misturas, subiu 70%. Pela primeira vez desde os anos 1990, a diferença de preços entre as variedades se reduziu, refletindo a oferta restrita e o impacto do clima nos principais produtores.  

A FAO alerta que os preços podem subir ainda mais em 2025 caso a oferta global continue em queda. No Vietnã, maior exportador de Robusta, a seca reduziu a produção em 20% na safra 2023/24, e as exportações caíram 10% pelo segundo ano seguido. Na Indonésia, chuvas excessivas em abril e maio de 2023 reduziram a produção em 16,5% e as exportações em 23%. Já no Brasil, revisões sucessivas apontaram para um declínio de 1,6% na produção, revertendo previsões otimistas devido ao clima seco e quente.  

Além do clima, os custos de transporte impulsionaram os preços, afetando diretamente os consumidores. Em dezembro, os preços do café subiram 6,6% nos EUA e 3,75% na União Europeia. O cenário pode incentivar investimentos em tecnologia e pesquisa para aumentar a resiliência do setor, especialmente para pequenos produtores, que são a base da cadeia global de café.  

A FAO destaca a importância da transparência no mercado e da cooperação entre os atores da cadeia produtiva. Também apoia iniciativas para que agricultores adotem práticas resilientes ao clima, protegendo sua produção e contribuindo para a restauração da biodiversidade.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Soja começa semana em baixa em Chicago


A soja negociada na Bolsa de Chicago (CBOT) encerrou a segunda-feira com leve baixa, pressionada pelo avanço da colheita no Brasil, que está adiantada em relação ao ano anterior. Segundo a TF Agroeconômica, o contrato de soja para maio, referência para a safra brasileira, recuou 0,25%, fechando a US$ 1007,25 por bushel. O vencimento de julho caiu 0,20%, cotado a US$ 1019,50. No mercado de derivados, o farelo de soja para maio recuou 0,90%, a US$ 297,6 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja avançou 0,33%, cotado a US$ 42,15 por libra-peso.

A queda não foi mais expressiva devido à revisão negativa da safra brasileira por uma consultoria, que reduziu sua estimativa em 2,3 milhões de toneladas. Essa projeção é uma das menores entre as atuais previsões para a produção nacional. Além disso, o mercado segue atento às incertezas tarifárias, com possíveis medidas específicas contra navios chineses ou de empresas associadas ao país, o que adiciona cautela às negociações.

No lado positivo, as exportações dos Estados Unidos registraram aumento na última semana, totalizando 821,89 mil toneladas inspecionadas. O volume ficou na faixa superior das estimativas dos analistas, que variavam entre 299,36 mil e 900,81 mil toneladas. A China foi o principal destino, com 405,50 mil toneladas. No acumulado do ciclo 2024/25, os embarques americanos somam 39,92 milhões de toneladas, superando moderadamente o ritmo do ano passado.

Diante desse cenário, o mercado segue equilibrado entre a pressão da colheita no Brasil e os dados positivos das exportações dos EUA, com os investidores monitorando os desdobramentos das tarifas comerciais e ajustes nas estimativas de produção.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Quais as recomendações do mercado da soja



Aumento do consumo de óleo de soja para biodiesel no Brasil tem sustentado os preços



O aumento do consumo de óleo de soja para biodiesel no Brasil tem sustentado os preços
O aumento do consumo de óleo de soja para biodiesel no Brasil tem sustentado os preços – Foto: Divulgação

A TF Agroeconômica recomenda cautela nas decisões de venda da soja diante de fatores ainda indefinidos, como as reações globais às tarifas impostas pelos EUA e as condições climáticas para a próxima safra americana. A consultoria destaca que a soja proporciona lucro de 22,74% no Rio Grande do Sul, 15,13% no Paraná, 8,47% em Goiás e 12,27% no Mato Grosso do Sul. No entanto, no Mato Grosso, os produtores podem enfrentar um prejuízo de 10,68%, segundo os custos de produção do IMEA. A orientação é garantir lucros quando possível e diversificar as vendas ao longo do tempo para minimizar riscos.  

Entre os fatores de alta, o aumento do consumo de óleo de soja para biodiesel no Brasil tem sustentado os preços. Em 2025, a demanda deve atingir 9,74 milhões de toneladas, mas poderia ser ainda maior caso o governo não tivesse cancelado a elevação da mistura de biodiesel de B14 para B15. Já entre os fatores de baixa, a entrada da safra recorde do Brasil pressiona as cotações, mesmo com a quebra no Rio Grande do Sul. O país deve colher entre 167 e 170 milhões de toneladas, conforme estimativas da Conab e do USDA.  

Outro fator que pode impactar negativamente os preços é a incerteza gerada pela escalada tarifária dos EUA. Além das tarifas sobre produtos chineses, há preocupação com possíveis taxas portuárias adicionais para embarcações associadas à China, o que encareceria a logística e afetaria a competitividade dos agricultores americanos. Especialistas acreditam que a medida pode não ser implementada, mas a incerteza persiste, tornando o mercado ainda mais volátil.  

Diante desse cenário, a estratégia mais segura segue sendo a venda parcelada da produção, combinada com o uso do mercado futuro. A especulação não deve ultrapassar 10% da safra, reduzindo os riscos e garantindo maior previsibilidade aos produtores.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Como a soja encerrou a semana?


Os preços da soja no mercado do Rio Grande do Sul estão variando a cada praça, segundo informações da TF Agroeconômica. “Indicações no porto, para entrega março e pagamento abril na casa de R$ 135,50 entrega abril e pagamento final de abril bateu R$ 136,50 entrega maio e pagamento final de maio R$ 137,00. No interior, os preços nas fábricas seguem os valores de cada praça: R$ 133,00 em Cruz Alta (pagamento em 31/03), R$ 133,00 em Passo Fundo (pagamento no final de março), R$ 133,00 em Ijuí (pagamento em 31/03), R$ 133,00 em Santa Rosa/São Luiz (pagamento em meados de abril). Já os preços de pedra em Panambi mantiveram-se em R$ 127,00 por saca para o produtor”, comenta.

O Planalto Norte de Santa Catarina prevê colher mais de 800 mil toneladas de soja na safra 2024/2025, com produtividade média de 81 sc/ha. Mafra e Canoinhas lideram a produção, segundo o Giro da Safra, da Epagri e Sicoob. A safra estadual cresceu 2,6% em área plantada, 9,7% em produtividade e 12,6% no volume total. No porto de São Francisco, a soja foi cotada a R$133,32/sc em junho, refletindo incertezas climáticas.

No Paraná, a safra de soja registra perdas expressivas no Oeste. “O cenário reforça os desafios enfrentados pelo setor diante das adversidades climáticas e da volatilidade do mercado. Em Paranaguá, o preço chegou a R$ 134,54. Em Ponta Grossa foi de R$ 127,70 por saca CIF, Cascavel, o preço foi 124,58. Em Maringá, o preço foi de R$ 125,15 em Ponta Grossa o preço foi a R$ 127,70 por saca FOB, sem negócios reportados. Os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 125,00”, completa.

As exportações de soja de Mato Grosso do Sul caíram 14,29% em 2024, totalizando 6,6 milhões de toneladas, com uma redução de 26,95% na receita, segundo a Aprosoja. A queda foi causada por déficit hídrico e maior concorrência da Argentina e dos EUA. No Brasil, as exportações somaram 98,8 milhões de toneladas, com a China absorvendo 86,25% das compras. O estado processou 4,9 milhões de toneladas de soja em 2024, mantendo a quarta posição no ranking nacional, atrás de MT, PR e RS. Os preços no estado variaram, com a soja cotada a R$117,20 em Dourados, Campo Grande e Maracaju, e a R$106,03 em Chapadão do Sul.

Chuvas intensas e logística precária desafiam colheita no Mato Grosso. “Campo Verde: R$ 109,50, Lucas do Rio Verde: R$ 109,47 Nova Mutum: R$ 109,47. Primavera do Leste: R$ 109,50. Rondonópolis: R$ 109,50. Sorriso: R$ 109,47”, conclui.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Soja encerra semana em queda em Chicago


A soja encerrou o dia e a semana em queda na Bolsa de Chicago (CBOT), pressionada pela escalada da guerra tarifária dos Estados Unidos, segundo a TF Agroeconômica. O contrato de maio, referência para a safra brasileira, recuou 0,32%, fechando a $1009,75 por bushel, enquanto o vencimento de julho caiu 0,37%, para $1021,50 por bushel. O farelo de soja avançou 1,08%, cotado a $300,3 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja perdeu 1,64%, negociado a $42,01 por libra-peso.  

A queda da oleaginosa foi influenciada pela entrada da safra recorde do Brasil e pelas incertezas sobre novas tarifas dos EUA. A Casa Branca estuda impor taxas extras a embarcações ligadas à China, o que pode reduzir a competitividade do exportador americano. Esse cenário desestimula as compras chinesas de soja dos EUA, aumentando a pressão sobre os preços em Chicago.  

Além disso, a estatal chinesa Sinograin anunciou um leilão de 160 mil toneladas de soja para a próxima terça-feira, na primeira venda desde janeiro. A medida busca aliviar a oferta restrita que levou processadores a interromperem a produção. No entanto, com a proximidade da chegada da safra brasileira aos portos chineses, o mercado deve evitar pagar prêmios elevados.  

No acumulado da semana, a soja caiu 0,62% ou $6,25 cents/bushel. O farelo de soja perdeu 1,83%, recuando $5,6 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja subiu 1,01%, avançando $0,42 por libra-peso.

“O dólar apresentou alta firme nesta sexta-feira, 21, e voltou a superar o nível de R$ 5,70,

acompanhando a onda de fortalecimento da moeda norte-americana no exterior, em dia marcado por apreensão sobre os impactos das tarifas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a economia dos EUA”, conclui.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Mercado de milho exige cautela



No Brasil, a safrinha se consolida e os preços das carnes e do etanol recuam



No Brasil, a safrinha se consolida e os preços das carnes e do etanol recuam
No Brasil, a safrinha se consolida e os preços das carnes e do etanol recuam – Foto: USDA

A TF Agroeconômica alerta que o mercado de milho exige cautela neste momento, recomendando paciência e evitando riscos desnecessários, uma vez que o cenário pode mudar drasticamente. A expectativa sobre as tarifas recíprocas que entrarão em vigor em 2 de abril pode alterar o panorama mundial e nacional, especialmente para o Brasil, um dos principais exportadores. Diante disso, a recomendação é aguardar antes de tomar decisões estratégicas.

Entre os fatores de alta para os preços do milho, destaca-se o desempenho positivo da indústria de etanol nos Estados Unidos, que registrou aumento semanal na produção e redução dos estoques. Essa indústria consome cerca de 37% da safra norte-americana, tornando qualquer mudança em seu cenário um fator de impacto direto nos preços do grão.

Por outro lado, há fatores de baixa que pressionam o mercado. Investidores têm adotado uma postura cautelosa frente a possíveis mudanças radicais. Além disso, no Centro-Oeste dos EUA, a previsão de chuvas leves para os próximos dias pode favorecer o início do plantio da safra 2025/2026, reduzindo preocupações climáticas. 

No Brasil, a safrinha se consolida e os preços das carnes e do etanol recuam, apesar de ainda estarem em alta no acumulado do ano. O frango teve sua projeção de alta reduzida de 3,01% para 2,29%, enquanto os suínos caíram de 6,97% para 3,61%. O etanol hidratado desacelerou de 6,79% para 4,24%, e o anidro de 7,84% para 6,03%. Diante desse cenário, o mercado de milho segue em compasso de espera, avaliando o impacto das tarifas internacionais e das movimentações no setor agroindustrial.

 





Source link

AgroNewsPolítica & AgroSafra

Dia 1: Apesar de solos úmidos, perda de potencial produtivo nas províncias…


Logotipo Notícias Agrícolas

A segunda-feira (17) foi bastante produtiva em terras argentinas para a equipe do Crop Tour Argentina Notícias Agrícolas e Grupo Labhoro deste ano. Na província de Buenos Aires, uma das mais importantes da Argentina, o grupo visitou regiões como Barradero, Diego Gaynor, chegando a Vila Ramallo, passando por Santa Coloma, entrando na província de Santa Fé, por Pavón. 

Nas últimas regiões visitadas em Buenos Aires, o grupo registrou uma condição um pouco mais agressiva de deterioração das lavouras. “Em Santa Coloma, a situação é mais preocupante: as lavouras, severamente impactadas pela estiagem inicial, apresentam porte reduzido e entraram em floração precocemente. O solo está úmido, mas a densidade populacional é menor, com 13,2 plantas por metro e espaçamento de 35 cm”, informou o diretor geral do Grupo Labhoro, Ginaldo Sousa. 

Ao longo de toda esta semana, acompanhe as fotos das paradas deste primeiro dia, além da cobertura completa ao longo de toda esta semana aqui no Notícias Agrícolas. Serão percorridos cerca de quatro mil quilômetros. As imagens são de Daniel Olivi. 

AROCENA, SANTA FÉ

CT Argentina 2025 - Arocena (4)
Lavouras de soja na região de Arocena, Santa Fé – Fotos: Daniel Olivi

CT Argentina 2025 - Arocena (1)CT Argentina 2025 - Arocena (2)CT Argentina 2025 - Arocena (4)CT Argentina 2025 - Arocena (5)CT Argentina 2025 - Arocena (6)CT Argentina 2025 - Arocena (7)CT Argentina 2025 - Arocena (8)

MACIEL, SANTA FÉ

CT Argentina 2025 - Maciel (2)
Lavouras de soja na região de Maciel, Santa Fé – Fotos: Daniel Olivi

CT Argentina 2025 - Maciel (6)CT Argentina 2025 - Maciel (5)CT Argentina 2025 - Maciel (4)CT Argentina 2025 - Maciel (3)CT Argentina 2025 - Maciel (2)CT Argentina 2025 - Maciel (1)

PAVÓN, SANTA FÉ

Já na região de Pavón, em Santa Fé, os solos também estavam úmidos, com cerca de 25 plantas por metro, em um espaçamento de 50 cm e, aproximadamente, 19 vagens por pé. Na região, foram visitadas também lavouras de sorgo. 

CT Argentina 2025 - Pavón (3)
Lavouras na região de Pavón – Fotos: Daniel Olivi

CT Argentina 2025 - Pavón (9)CT Argentina 2025 - Pavón (8)CT Argentina 2025 - Pavón (7)CT Argentina 2025 - Pavón (6)CT Argentina 2025 - Pavón (5)CT Argentina 2025 - Pavón (4)CT Argentina 2025 - Pavón (3)CT Argentina 2025 - Pavón (2)CT Argentina 2025 - Pavón (1)

VILA RAMALLO, BUENOS AIRES

CT Argentina 2025 - Vila Ramallo (10)
Lavouras na região Vila Ramallo – Fotos: Daniel Olivi

CT Argentina 2025 - Vila Ramallo (16)CT Argentina 2025 - Vila Ramallo (15)CT Argentina 2025 - Vila Ramallo (14)CT Argentina 2025 - Vila Ramallo (13)CT Argentina 2025 - Vila Ramallo (12)CT Argentina 2025 - Vila Ramallo (11)CT Argentina 2025 - Vila Ramallo (10)CT Argentina 2025 - Vila Ramallo (9)CT Argentina 2025 - Vila Ramallo (8)CT Argentina 2025 - Vila Ramallo (7)CT Argentina 2025 - Vila Ramallo (6)CT Argentina 2025 - Vila Ramallo (5)CT Argentina 2025 - Vila Ramallo (4)CT Argentina 2025 - Vila Ramallo (3)CT Argentina 2025 - Vila Ramallo (2)CT Argentina 2025 - Vila Ramallo (1)

BARRADERO, BUENOS AIRES

Na região de Barradero, por exemplo, é possível observar o solo úmido, com as lavouras ainda no estágio de floração e retomando seu fôlego. “As lavouras, naturalmente, se revigoram, têm uma capacidade de recuperação impressionante, mas as lavouras sentiram o peso das altas temperaturas e da falta de chuvas no início de janeiro”, relata Ginaldo Sousa, diretor geral do Grupo Labhoro. 

CT Argentina 2025 - Barradero (6)
Lavouras na região de Barradero – Fotos: Daniel Olivi

CT Argentina 2025 - Barradero (1)CT Argentina 2025 - Barradero (3)CT Argentina 2025 - Barradero (2)CT Argentina 2025 - Barradero (4)CT Argentina 2025 - Barradero (6)CT Argentina 2025 - Barradero (5)

DIEGO GAYNOR, BUENOS AIRES 

Direto da região de de Diego Gaynor, Sousa ainda afirma que “as lavouras perderam seu grande potencial produtivo. Aqui tem que continuar chovendo, mas não há previsão de chuvas para os próximos sete dias, e isso é preocupante”. 

“A seca que aconteceu no mês de janeiro causou impacto nesta soja, ela começou a florescer, há plantas com algumas vagens em formação e, ao mesmo tempo, com estas chuvas, voltou a dar um novo estímulo. Afeta o potencial produtivo, com certeza, mas ainda tem boas produtividades desde que continue chovendo daqui pra frente”, diz Charles Wolmann, que também aocompanha o grupo. 

CT Argentina 2025 - Diego Gaynor (5)
Lavouras na região de Diego Gaynor – Fotos: Daniel Olivi

CT Argentina 2025 - Diego Gaynor (2)CT Argentina 2025 - Diego Gaynor (1)CT Argentina 2025 - Diego Gaynor (3)CT Argentina 2025 - Diego Gaynor (4)CT Argentina 2025 - Diego Gaynor (6)CT Argentina 2025 - Diego Gaynor (5)CT Argentina 2025 - Diego Gaynor (7)





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Milho devolve os ganhos na B3


O milho da Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) devolveu os ganhos do começo da semana e fechou o acumulado em baixa, segundo informações da TF Agroeconômica. “Na semana em que o contrato de maio chegou a ser cotado em R$ 84,44 em uma sequência de forte alta, o milho na B3 fechou em R$ 79,61, queda de -0,45 % na semana”, comenta.

“Com a reta final da colheita da soja e uma safra de milho safrinha mais definida, a indústria tirou o pé do acelerador para a recomposição de estoques. O transporte está estabilizando seus preços, o que deve facilitar o acesso ao grão estocado e de primeira safra. Apesar da boa demanda externa, os portos estão voltados para o embarque de soja. O que reduz a

competição pelo grão entre o mercado interno e externo. O investidor também ficou atento ao boato de importação de milho americano para a região norte/nordeste, visto uma melhor negociação de preços. Com isso as cotações do milho na B3 recuaram na semana, praticamente na mesma velocidade em que subiram”, completa.

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam de forma mista no dia. “O vencimento de maio/25 foi de R$ 79,61 apresentando baixa de R$ -0,72 no dia, baixa de R$ -0,36 na semana; julho/25 fechou a R$ 72,78, baixa de R$ -0,08 no dia, alta de R$ 0,35 na semana; o vencimento setembro/25 fechou a R$ 72,22, alta de R$ 0,06 no dia e alta de R$ 0,15 na semana”, indica.

Na Bolsa de Chicago, o milho fechou o dia em baixa com cautela do mercado, mas a semana foi positiva. “A cotação de maio, referência para a nossa safra de verão,fechou em baixa de -1,01 % ou $ -4,75 cents/bushel a $ 464,25. A cotação para maio, fechou em baixa de -0,84 % ou $ -4,00 cents/bushel a $ 471,50”, informa.

“A cautela dos investidores quanto às alterações sobre tarifas comerciais levaram à realização de lucros, acumulados ao longo da semana, nesta sexta-feira. Os EUA devem ter uma nova safra recorde de milho em 2025, onde a exportação é parte significativa dos seus lucros. Tanto que, o bom ritmo de exportação do milho americano está mantendo as cotações em um patamar acima do visto no ano anterior. Com isso o milho fechou o acumulado da semana em alta de 1,25 % ou $ 5,75 cents/bushel”, conclui.

 





Source link