segunda-feira, março 30, 2026

Política & Agro

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Teste auxilia na seleção de sementes mais vigorosas



O teste possibilita prever como as sementes irão se comportar ao longo do tempo



O teste possibilita prever como as sementes irão se comportar ao longo do tempo
O teste possibilita prever como as sementes irão se comportar ao longo do tempo – Foto: Divulgação

De acordo com Raíner Kesley, Analista de Qualidade de Sementes da Sementes Jotabasso, o Teste de Envelhecimento Acerado (E.A) é uma das principais ferramentas utilizadas no Controle de Qualidade para identificar lotes de sementes com maior potencial fisiológico. O procedimento simula condições extremas de temperatura e umidade, acelerando o processo de envelhecimento das sementes e revelando sua real capacidade de germinação e vigor.

Entre os principais benefícios do teste está a predição do desempenho em campo, pois ele permite identificar quais lotes têm maior capacidade de germinar e se estabelecer em ambientes adversos. Isso contribui diretamente para a tomada de decisão técnica, facilitando a escolha dos lotes mais adequados para plantios mais exigentes e garantindo maior segurança ao agricultor.

Outro ponto destacado por Raíner é a avaliação da qualidade no armazenamento. O teste possibilita prever como as sementes irão se comportar ao longo do tempo até serem entregues ao produtor final, o que é fundamental para manter a integridade do material durante a estocagem. Além disso, o E.A proporciona mais assertividade no processo, ao detectar possíveis falhas que poderiam comprometer a emergência das plantas, reduzindo perdas no campo.

Dessa forma, o Teste de Envelhecimento Acerado se mostra indispensável na seleção de sementes mais vigorosas, elevando a qualidade dos lotes disponibilizados ao mercado e contribuindo diretamente para o sucesso das lavouras. As informações foram divulgadas  no perfil oficial de Kesley na rede social LinkedIn.

 





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Soja fecha em baixa pressionada por retração econômica


Segundo a TF Agroeconômica, os contratos futuros de soja negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) encerraram esta quarta-feira (data não especificada) em queda, pressionados por fatores econômicos e geopolíticos. O contrato de maio, referência para a safra brasileira, recuou -0,60%, ou -6,25 cents/bushel, cotado a US$ 1034,75. Já o contrato de julho caiu -0,78%, ou -8,25 cents/bushel, fechando em US$ 1044,50. O farelo de soja para maio caiu -0,17%, a US$ 290,0 por tonelada curta, e o óleo de soja recuou -0,55%, para US$ 48,58 por libra-peso.

O recuo da soja nesta sessão refletiu a influência negativa do cenário macroeconômico dos Estados Unidos. A primeira leitura do PIB norte-americano no primeiro trimestre apontou uma retração de 0,3%, resultado que abalou a confiança do mercado e pode indicar uma possível queda no consumo doméstico, afetando diretamente a demanda por grãos. Com isso, todo o complexo da soja — grão, farelo e óleo — foi impactado negativamente.

Enquanto isso, milho e trigo conseguiram alguma estabilidade graças à abertura de negociações entre os EUA e seus principais compradores. A soja, por outro lado, segue prejudicada pela ausência de avanços nas conversas com a China, seu principal importador. As tensões comerciais entre as duas potências continuam a pesar no mercado, sem sinais claros de resolução.

A retórica do ex-presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a ganhar destaque nas análises, ao afirmar que a China está sendo severamente atingida pelas tarifas e que espera por um futuro acordo com o país asiático. No entanto, a falta de ações concretas segue adicionando incerteza ao mercado da soja.

 





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Mercado da soja tem poucas atualizações


O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul tem indicações no porto, para entrega em maio e pagamento 12/05 na casa de R$ 133,00, marcando manutenção, segundo informações da TF Agroeconômica. “No interior os preços de fábricas seguiram o balizamento de cada praça. R$ 128,00(-1,54%) Cruz Alta – Pgto. 30/05 – para fábrica R$ 128,00(-1,54%) Passo Fundo – Pgto. 30/05 R$ 129,00(-0,77%) Ijuí – Pgto. 30/05 – para fábrica R$ 128,00(-1,54%) Santa Rosa / São Luiz – Pgto. meados de junho. Preços de pedra, em Panambi, caíram para R$ 120,00 a saca, para o produtor”, comenta.

A colheita de soja em Santa Catarina avança rapidamente e supera as expectativas iniciais, com produtores relatando alto desempenho tanto da soja quanto do milho. Mesmo com uma estiagem breve no oeste, a produção manteve-se elevada em todo o estado. Com cerca de 80% da safra colhida, o setor comemora os bons resultados em produtividade e rentabilidade. Hoje, no porto de São Francisco, a saca de soja é cotada a R$ 134,04.  

No Paraná, o aumento na produção ocorreu mesmo sem expansão significativa de área plantada, demonstrando ganhos de eficiência no campo. “Em Paranaguá, o preço chegou a R$ 133,86, marcando queda de 1,29%. Em Cascavel, o preço foi 122,84(-2,63%). Em Maringá, o preço foi de R$ 124,44(-1,0%). Em Ponta Grossa o preço foi a R$ 127,10(-1,40%) por saca FOB, Pato Branco o preço foi R$134,42(-0,46%). No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 130,00”, completa.

A colheita de soja no Mato Grosso do Sul atingiu 99,7% da área até 25 de abril, superando a safra anterior e a média dos últimos cinco anos, segundo o SIGA/MS. Apesar do bom avanço, as lavouras apresentam qualidade mista: 48,2% em boas condições, 28,2% regulares e 23,6% ruins, de acordo com a APROSOJA/MS. A safra 2024/2025 mostra recuperação mesmo com desafios fitossanitários. No mercado, os preços da saca variam entre R$ 110,14 e R$ 120,45 nas principais praças.

Enquanto isso, o custo da soja em Mato Grosso supera R$ 4 mil por hectare. “Campo Verde: R$ 115,32(-0,32%), Lucas do Rio Verde: R$ 110,86(+0,44%) Nova Mutum: R$ 110,59(+0,20%). Primavera do Leste: R$ 115,32(-0,32%). Rondonópolis: R$ 114,92(-0,67%). Sorriso: R$ 110,59(+0,51)”, conclui.

 





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Milho misto na B3: Entenda



A pressão de baixa é resultado de um cenário favorável à produção no Brasil



A pressão de baixa é resultado de um cenário favorável à produção no Brasil
A pressão de baixa é resultado de um cenário favorável à produção no Brasil – Foto: Pixabay

Segundo informações da TF Agroeconômica, os contratos futuros de milho na B3 encerraram a quarta-feira de forma mista. Enquanto os vencimentos mais curtos permanecem pressionados pelo bom andamento da colheita da safrinha, os contratos mais longos se beneficiaram de uma leve recuperação cambial e de altas na Bolsa de Chicago. No mês, o milho acumulou perdas: maio caiu -1,78%, julho -6,92% e setembro -5,22%.

A pressão de baixa é resultado de um cenário favorável à produção no Brasil, com clima propício à colheita e maior oferta no mercado interno. Isso reduz o poder de barganha dos vendedores. Por outro lado, o dólar e Chicago contribuíram positivamente para os preços mais distantes. Os fechamentos do dia na B3 mostram queda generalizada: maio/25 fechou a R$ 76,34 (-R$ 0,07 no dia), julho/25 a R$ 67,29 (-R$ 0,07) e setembro/25 a R$ 67,78 (-R$ 0,27).

Em Chicago, o milho também fechou de forma mista, com viés positivo. O contrato de maio subiu 1,47% ou $6,75 cents/bushel, encerrando a $467,25. Já julho avançou 1,12% ou $5,25 cents/bushel, a $475,25. A recuperação foi motivada pela possibilidade de alívio tarifário nas exportações de automóveis e autopeças para parceiros estratégicos como México, Canadá e Japão, que também são importantes compradores de milho e trigo dos EUA.

Além disso, a liberação do uso do etanol E-15 ao longo do ano trouxe expectativa de maior demanda por milho destinado à produção de biocombustíveis. A produção diária de etanol cresceu, e os estoques caíram pela segunda semana consecutiva, fortalecendo a expectativa de um mercado mais aquecido para o cereal.

 





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Confira como está o milho nos estados


Com o mês de maio praticamente fechado, as compras se concentram no milho diferido para junho e no milho da safrinha para entrega em julho no estado do Rio Grande do Sul, segundo informações da TF Agroeconômica. “No interior, os preços pedidos para maio variam entre R$ 70,00 e R$ 74,00 por saca, com o mês já praticamente coberto. As médias regionais atualizadas ficaram em R$ 70,00 em Santa Rosa e Ijuí; R$ 71,00 em Não-Me-Toque; R$ 72,00 em Marau, Gaurama e Seberi; R$ 73,00 em Arroio do Meio e Lajeado; e R$ 74,00 em Montenegro. Os preços da pedra caíram para R$ 64,00 por saca em Panambi”, comenta.

Para aumentar o ritmo das negociações do milho, o mercado ainda aguarda o término da colheita da soja. “No porto, mantêm-se os valores de R$ 72,00 para entrega em agosto com pagamento em 30/09 e de R$ 73,00 para entrega em outubro com pagamento em 28/11. As cooperativas locais seguem pagando R$ 69,00 em Papanduva, R$ 70,00 em Campo Alegre e R$ 71,00 para o oeste do estado e a região serrana”, completa.

O mercado de milho no Paraná segue travado, com pouca movimentação, já que os produtores continuam priorizando a conclusão da colheita da soja. “Nos Campos Gerais, o milho para pronta-entrega segue com referência em torno de R$ 76,00 por saca FOB, embora ainda haja vendedores pedindo até R$ 80,00 por saca. Para entregas em junho, com pagamento no fim do mês, os preços giram em torno de R$ 73,00 por saca CIF indústria. Apesar da lentidão nas negociações, o avanço da colheita da soja pode destravar o mercado nas próximas semanas”, indica.

No Mato Grosso do Sul, o mercado segue travado, com preços em queda. “As cotações estão em torno de R$ 122,00 por saca em Dourados, Campo Grande e Caarapó; R$ 121,00 em Maracaju e Ponta Porã; e cerca de R$ 120,00 em Sidrolândia, São Gabriel do Oeste e Chapadão do Sul. Nos portos, os preços permanecem estáveis, com referência em R$ 135,00 por saca tanto em Paranaguá quanto em Santos, servindo de base para as operações de exportação”, conclui.

 





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Clima favorece algodão em Mato Grosso, mas umidade preocupa para maio



Excesso de umidade pode comprometer o rendimento final do ciclo




Foto: Pixabay

O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgou nesta segunda-feira (28) sua análise semanal, apontando que 51,14% das lavouras de algodão no estado estão na fase de pendoamento e 9,46% se encontram em florescimento. Segundo o instituto, as condições climáticas desde o início do plantio têm sido favoráveis ao desenvolvimento da cultura no estado.

Os volumes de chuva registrados em abril beneficiaram especialmente as áreas de segunda safra, semeadas fora da janela ideal, que se encerrou em 31 de janeiro. De acordo com o Imea, 46,52% das áreas foram plantadas após esse período. “O clima tem favorecido o crescimento do algodão, mas a atenção agora se volta para o mês de maio”, afirmou o instituto em nota.

O Imea alertou que a ocorrência de chuvas volumosas durante a fase atual pode prejudicar as práticas culturais e afetar a qualidade dos capulhos do baixeiro, principalmente nas áreas da primeira safra, semeadas mais cedo. Segundo previsões do NOAA, há expectativa de precipitações acima da média até 7 de maio em parte das regiões Norte, Nordeste e Médio-Norte do estado.

“O excesso de umidade nesta fase pode comprometer o rendimento final do ciclo, caso o cenário se prolongue”, informou o instituto.





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Mercados de grãos iniciam maio com altas



Para a soja, o cenário é oposto



O trigo iniciou o dia em alta
O trigo iniciou o dia em alta – Foto: Divulgação

Segundo boletim da TF Agroeconômica desta quarta-feira (01/05), mesmo com feriado em países como Brasil, Argentina e Paraguai, os mercados internacionais seguem operando normalmente nos Estados Unidos, puxando as cotações na Bolsa de Chicago com destaques distintos entre os principais grãos.

O trigo iniciou o dia em alta, com o contrato de maio/25 negociado a US$ 517,50 (+4,50) e o de dezembro/25 a US$ 571,00 (+2,75). A valorização é explicada pelo alívio nas tensões comerciais: a isenção de tarifas sobre automóveis deve manter ativa a demanda do principal comprador de trigo dos EUA. Essa dinâmica ocorre a exatos 30 dias do início da colheita americana, o que exige escoamento rápido da produção.

Para a soja, o cenário é oposto. Os contratos de maio/25 caíram para US$ 1.027,00 (-7,75), enquanto os de maio/26 recuaram para US$ 1.036,50 (-5,25). A ausência de acordos comerciais sólidos com a China e as boas condições climáticas para a safra americana continuam pressionando os preços. Mesmo com a Europa tendo importado 11,46 milhões de toneladas — alta de 8,19% em relação ao ano anterior — os EUA ainda precisam fortalecer suas relações com o continente europeu para garantir o escoamento da colheita 25/26.

No milho, os preços também abriram em alta, com o contrato de maio negociado a US$ 468,50 (+1,25). A isenção tarifária para automóveis mexicanos, que influencia a demanda, junto com o aumento da produção de etanol e a liberação para maior uso do biodiesel via E-15, têm sustentado os preços em Chicago nesta manhã. As informações foram divulgadas nesta quinta-feira.

 





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Agrishow destaca máquinas agrícolas a etanol


O agronegócio brasileiro tem papel central na transição energética global, com o etanol despontando como alternativa para reduzir as emissões de motores a combustão. Esse movimento é impulsionado pelo aumento da oferta de tratores e equipamentos pesados movidos a biocombustível, tendência em destaque na 30ª edição da Agrishow, principal feira de tecnologia para o agronegócio da América Latina.

Para João Marchesan, presidente da Agrishow, a expansão da oferta de veículos agrícolas a etanol no Brasil é resultado de múltiplos fatores. “A cada edição da Agrishow, temos mais expositores apresentando equipamentos movidos a etanol e outras fontes renováveis. E o mais interessante é perceber que todo esse desenvolvimento acontece aqui no Brasil. Se produzir e exportar etanol continuará sendo cada vez mais importante para o nosso setor, avançaremos também com a oferta para o mercado mundial com maquinário agrícola de baixa emissão”, afirmou.

O presidente destaca ainda o pioneirismo nacional no uso do biocombustível, a posição do país como segundo maior produtor mundial de etanol e o compromisso do setor com práticas sustentáveis.

A indústria brasileira de máquinas agrícolas aposta na adaptação e no desenvolvimento de novos equipamentos a etanol. A MWM, fabricante de motores e expositora da Agrishow, já oferece um motor a etanol para trator agrícola, desenvolvido integralmente no Brasil, com desempenho similar ao modelo a diesel. A empresa estima um mercado potencial de 5 mil unidades no país.

No transporte de pessoal em áreas rurais, a Volare, líder em micro-ônibus no Brasil, apresenta o Attack 9, modelo híbrido etanol/elétrico, além de veículos com motores a GNV e biometano.

Na aviação agrícola, o etanol já tem uso consolidado. O Ipanema 203, fabricado pela Embraer, chega à Agrishow 2025 com 180 unidades vendidas nos últimos três anos. Um exemplar da aeronave movida a etanol está exposto na feira. Fora do setor agrícola, o etanol também avança como base para o SAF (combustível sustentável de aviação), apontado como solução para reduzir emissões no transporte aéreo.

Além das inovações tecnológicas, a Agrishow celebra sua 30ª edição com ações educativas. Um e-book gratuito, “Exploradores do Agro”, convida crianças a conhecerem a importância do agronegócio de forma lúdica, com quadrinhos e passatempos.

A programação inclui ainda a coletiva de imprensa da ABIMAQ, que será realizada nesta terça-feira (30), às 14h, no estande das Entidades Realizadoras. A coletiva ocorrerá presencialmente e em formato híbrido, com transmissão online.





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Produção de milho deve superar 120 milhões de toneladas



Paraná mantém boas condições na safra de milho




Foto: Nadia Borges

As condições das lavouras da segunda safra de milho 2024/25 no Paraná permaneceram estáveis na última semana, segundo o Boletim de Conjuntura Agropecuária divulgado nesta quinta-feira (30) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab).

De acordo com os analistas do Deral, dos 2,7 milhões de hectares plantados nesta safra, 63% apresentam condição considerada boa, com potencial para atingir a produtividade média esperada. Outros 23% estão em condição mediana, o que, segundo o boletim, representa um cenário de incerteza quanto ao alcance da produtividade esperada. Já 14% da área está em condição ruim, com expectativa de produção abaixo da média.

“Houve chuvas em todas as regiões do estado nos últimos dez dias, o que provavelmente contribuiu para estabilizar a situação das lavouras e evitar uma piora das condições no campo”, informaram os técnicos no boletim.

Em nível nacional, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) projeta uma produção superior a 120 milhões de toneladas de milho na soma da primeira e segunda safra. O Centro-Oeste lidera a produção, respondendo por 57% do total estimado.





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