segunda-feira, março 30, 2026

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Tributação e proteção patrimonial viram foco estratégico



“Muitos produtores ainda operam com seus bens em nome próprio”



“Muitos produtores ainda operam com seus bens em nome próprio"
“Muitos produtores ainda operam com seus bens em nome próprio” – Foto: Pixabay

Com o Brasil ganhando espaço no mercado global como fornecedor agrícola, especialmente diante das tensões entre EUA e China, produtores enfrentam desafios internos como inflação, câmbio volátil e insegurança jurídica. Nesse cenário, estratégias tributárias e patrimoniais passaram a ocupar lugar central na gestão do agronegócio, impulsionando segurança e competitividade.

No campo tributário, uma decisão recente do Carf trouxe alívio ao setor sucroenergético ao permitir a exclusão do ICMS da base de cálculo do PIS/Cofins nas operações ad rem de combustíveis. Segundo o tributarista Otávio Massa, da Evoinc, essa medida técnica aumenta a segurança jurídica e pode melhorar o fluxo de caixa das usinas, com possibilidade de aplicação administrativa sem necessidade de judicialização.

Já a proteção patrimonial ganha urgência diante de ativos cada vez mais valiosos, como máquinas agrícolas que superam os R$ 5 milhões. Riscos como divórcios, falecimentos e dívidas pessoais ameaçam o capital produtivo quando não há separação entre bens pessoais e empresariais. Para o especialista Luiz Felipe Baggio, da Evoinc, a criação de holdings familiares pode mitigar esses riscos e ainda gerar benefícios fiscais.

“Muitos produtores ainda operam com seus bens em nome próprio, sem a proteção jurídica necessária. A criação de holdings familiares e outros instrumentos extrajudiciais pode assegurar a continuidade dos negócios e ainda gerar ganhos tributários relevantes”, comenta.

Na avaliação dos especialistas, o atual momento exige mais do que produção no campo — exige maturidade na gestão jurídica. Estruturar operações com foco em eficiência tributária e blindagem patrimonial tornou-se essencial para enfrentar incertezas e aproveitar as oportunidades do agronegócio no cenário internacional.

“Quem se antecipa e estrutura sua operação do ponto de vista tributário e patrimonial tende a atravessar períodos de incerteza com mais segurança e a aproveitar melhor as oportunidades do mercado global”, resume Baggio.

 





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Soja fecha em alta em Chicago com apoio do óleo


De acordo com análise da TF Agroeconômica, o contrato de soja para maio na bolsa de Chicago (CBOT) encerrou a sessão desta quinta-feira (2) com alta de 0,53%, ou US\$ 5,50 cents/bushel, cotado a US\$ 1040,25. A valorização foi impulsionada principalmente pelo desempenho do óleo de soja, que subiu 1,61% no dia. Por outro lado, o contrato de julho recuou 0,55% e fechou a US\$ 1050,25. No mercado de derivados, o farelo de soja para maio caiu 0,21% (US\$ 3,5) para US\$ 286,5/ton curta, enquanto o óleo atingiu US\$ 49,36/libra-peso.

O movimento de alta da oleaginosa esteve atrelado à notícia de que a China praticamente zerou suas exportações de óleo de cozinha usado para os Estados Unidos, o que pode aumentar a demanda interna norte-americana por óleo de soja. Esse cenário deu força às cotações do óleo, puxando consigo o grão. No pano de fundo, há também rumores de novos contatos entre os governos dos EUA e da China para tentar aliviar as tensões comerciais, embora não se saiba qual lado teria iniciado o diálogo.

Mesmo com essas especulações, as exportações de soja norte-americana seguem vulneráveis à concorrência com o Brasil e a Argentina. Ele destaca que os produtores sul-americanos estão vendendo volumes expressivos, pressionados pelo avanço da colheita, necessidade de liquidez e expectativa de alta nos custos logísticos. Na Argentina, há ainda a previsão de aumento das tarifas de exportação de 26% para 33% a partir de 30 de junho, o que também estimula vendas antecipadas.

No relatório semanal de exportações divulgado pelo USDA, as vendas de soja dos EUA entre 18 e 24 de abril totalizaram 428,2 mil toneladas para a safra 2024/25, um aumento de 55% em relação à semana anterior e 27% acima da média das quatro semanas anteriores. A China foi a principal compradora, com 139,4 mil toneladas. O USDA também registrou vendas de 50 mil toneladas da safra 2025/26, destinadas integralmente ao México.

 





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Clima e guerra tarifária afetam preço da soja


A análise semanal da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema), referente à semana entre 15 de abril e 1º de maio, apontou que as cotações da soja recuaram na Bolsa de Chicago. O bom ritmo do plantio nos Estados Unidos e a oferta expressiva da América do Sul neutralizaram os efeitos da trégua anunciada pelo ex-presidente Donald Trump na guerra comercial com a China e outros países.

“A queda só não foi maior porque, enquanto o farelo de soja recuou 1,3% no valor médio de abril em relação a março, o óleo de soja subiu 11,8%”, informou a Ceema.

O contrato para o primeiro mês de vencimento fechou a quinta-feira (1º) cotado a US$ 10,40 por bushel, frente aos US$ 10,34 da véspera e abaixo dos US$ 10,53 registrados na semana anterior. A média de abril ficou em US$ 10,28, com alta de 2,3% sobre março, mas ainda inferior aos US$ 11,64 por bushel apurados em abril de 2024.

Nos Estados Unidos, o plantio da soja alcançava 18% da área esperada até 27 de abril, superando a média histórica de 12% para o período. Na semana encerrada em 24 de abril, os embarques de soja somaram 439.431 toneladas, dentro das expectativas do mercado. No acumulado do ano comercial, os embarques norte-americanos atingem 43,1 milhões de toneladas, 11% acima do mesmo período do ano passado.

Na Argentina, as vendas de soja seguem lentas, mesmo com a implantação de um sistema de banda cambial pelo governo local. “As vendas continuam no ritmo mais fraco dos últimos 11 anos, alcançando apenas 24% da safra de 49 milhões de toneladas colhidas em 2024/25”, destacou a Ceema. O país é o maior exportador mundial de óleo e farelo de soja.

O mercado global da oleaginosa permanece atento à guerra tarifária iniciada pelos Estados Unidos e ao progresso da nova safra norte-americana. O clima no Meio-Oeste dos EUA é apontado como fator central de monitoramento nesta fase. Além disso, a situação financeira dos EUA influencia diretamente a atuação dos fundos de investimentos em Chicago.

“A economia enfraquecida nos Estados Unidos e no mundo, consequência do erro de Donald Trump ao impor tarifas às importações, afeta fortemente as commodities em geral e a soja em particular”, avaliou a Ceema. Por enquanto, a demanda chinesa bem abastecida não tem provocado movimentos positivos no mercado.





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Exportações de soja dos EUA crescem



Esse movimento nas exportações ocorreu paralelamente à melhora no clima



Esse movimento nas exportações ocorreu paralelamente à melhora nas condições climáticas
Esse movimento nas exportações ocorreu paralelamente à melhora nas condições climáticas – Foto: Divulgação

Segundo dados do Departamento de Análise da TF Agroeconômica, com base no relatório semanal do USDA divulgado em 25 de abril, as vendas norte-americanas de soja para a safra 2024/25 somaram 428,2 mil toneladas na semana encerrada em 24 de abril, um aumento de 55% em relação à semana anterior. A China liderou as compras com 139,4 mil toneladas, mesmo em meio a tensões comerciais. Também foram reportadas vendas de 50 mil toneladas para a safra 2025/26, destinadas integralmente ao México.

Esse movimento nas exportações ocorreu paralelamente à melhora nas condições climáticas no cinturão agrícola dos EUA. A área com algum nível de seca foi reduzida de 21% para 15%, conforme dados atualizados pelo USDA, refletindo o impacto positivo das recentes chuvas. A expectativa é de que o cenário climático continue pressionando os preços para baixo, em razão da boa oferta prevista.

Enquanto isso, os preços pagos ao produtor brasileiro tiveram comportamentos variados. No Rio Grande do Sul, por exemplo, houve alta em Campo Novo (R$ 127,00/saca) e Chapada (R$ 127,00), mas quedas em Cruz Alta (R$ 124,00) e Santa Rosa (R$ 123,00). Em Mato Grosso do Sul, Ponta Porã apresentou alta de 3,42%, enquanto em Maracaju e Dourados os preços subiram 1,67%. A maior valorização ocorreu em Luís Eduardo Magalhães (BA), com alta de 6,47%.

No cenário internacional, crescem rumores de reaproximação entre EUA e China nas negociações comerciais. Após negativas chinesas às falas de Donald Trump, fontes próximas ao governo chinês afirmaram que a administração norte-americana teria buscado contatos para aliviar a tensão tarifária. Essa possível trégua pode influenciar positivamente os volumes exportados e os preços internacionais da soja nos próximos meses.

 





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Milho fecha de forma mista em Chicago



O cenário atual demonstra uma disputa entre fundamentos de alta e baixa



Milho segue sustentado pelo bom ritmo das exportações norte-americanas
Milho segue sustentado pelo bom ritmo das exportações norte-americanas – Foto: Agrolink

Segundo a TF Agroeconômica, o mercado futuro de milho na Bolsa de Chicago (CBOT) encerrou a quinta-feira com cotações mistas, influenciado pela combinação de uma demanda externa robusta e pelas condições climáticas favoráveis nos Estados Unidos, que reforçam a possibilidade de uma safra recorde no país. O contrato de maio, utilizado como referência para a safra de verão brasileira, recuou 0,64%, ou -3,00 cents/bushel, fechando a US\$ 464,25. Já o contrato de julho caiu 0,68%, ou -3,25 cents/bushel, encerrando o dia a US\$ 472,25.

Apesar da leve queda nos preços, segundo a consultoria, o milho segue sustentado pelo bom ritmo das exportações norte-americanas. Na comparação semanal, as vendas externas caíram 12%, mas continuam elevadas. O México se destacou como principal comprador, sendo responsável por uma parcela significativa das aquisições para as safras 2024/25 e 2025/26, evidenciando o avanço nas negociações comerciais com os EUA. Essa demanda consistente atua como fator de suporte para os preços em meio à expectativa de maior oferta.

O cenário atual demonstra uma disputa entre fundamentos de alta e baixa: de um lado, a força das exportações e os acordos comerciais; de outro, a previsão de uma colheita abundante, que pode pressionar o mercado nos próximos meses. Os investidores permanecem atentos à evolução do clima no cinturão do milho americano e aos desdobramentos das negociações com países compradores, especialmente o México, que deve continuar como peça-chave na demanda internacional por milho dos EUA. As informações foram divulgadas nesta manhã.

 





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México impulsiona mercado do milho



Por outro lado, fatores baixistas também estiveram presentes



Por outro lado, fatores baixistas também estiveram presentes
Por outro lado, fatores baixistas também estiveram presentes – Foto: Divulgação

Segundo análise da TF Agroeconômica, o mercado do milho ganhou impulso nesta semana com destaque para o aumento das compras do México, que já adquiriu 20,3 milhões de toneladas do grão norte-americano no ciclo 2024/2025. Esse volume representa 35% das exportações totais de milho dos Estados Unidos e mostra um crescimento de 5% em relação ao mesmo período do ano passado, reforçando a importância estratégica da relação comercial entre os dois países para a sustentação dos preços.

O cenário altista foi reforçado por declarações da presidente mexicana Claudia Sheinbaum Pardo, que relatou uma “conversa muito positiva” com o ex-presidente Donald Trump sobre a melhoria da balança comercial bilateral. Sheinbaum afirmou que os secretários da Fazenda, Tesouro, Economia e Comércio de ambas as nações continuarão negociando para avançar em temas pendentes que beneficiem economicamente os dois lados, o que pode intensificar ainda mais as importações mexicanas.

Além disso, o relatório semanal do USDA revelou que as exportações americanas de milho seguem firmes, com vendas de 1.014.400 toneladas para a safra 2024/2025 — número dentro do esperado pelo mercado. O México liderou as compras com 451.400 toneladas. Também houve destaque para negociações da safra 2025/2026, que surpreenderam positivamente com 244,7 mil toneladas, das quais 184,7 mil foram destinadas ao México.

Por outro lado, fatores baixistas também estiveram presentes. O USDA informou uma melhora nas condições climáticas para as lavouras americanas, reduzindo de 26% para 20% a área com algum nível de seca. Além disso, na Argentina, a colheita de milho segue em ritmo lento, com os produtores priorizando a soja. Mesmo assim, os contratos futuros de milho em Chicago registraram leve alta: setembro fechou em US\$ 172,14 e dezembro em US\$ 176,07 por tonelada.

 





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Trigo fecha de forma mista em Chicago



A situação mais crítica ocorre no leste da Dakota do Norte



A situação mais crítica ocorre no leste da Dakota do Norte
A situação mais crítica ocorre no leste da Dakota do Norte – Foto: Divulgação

Segundo análise da TF Agroeconômica, o mercado de trigo nos Estados Unidos encerrou a quinta-feira (25) com comportamentos mistos, refletindo as condições climáticas variáveis e uma demanda ainda enfraquecida para a safra 2025/26. O contrato de maio do trigo brando (SRW) em Chicago, referência para exportadores brasileiros, teve leve alta de 0,44% (ou +2,25 cents/bushel), fechando a US\$ 515,25. Já o contrato de julho subiu 0,05% (ou +0,25 cents), encerrando a US\$ 531,00. Em Kansas, o trigo duro (HRW) subiu 0,34%, cotado a US\$ 516,00. Em Minneapolis, o trigo de primavera (HRS) fechou a US\$ 616,50, com alta de 0,41%.

A TF destaca que a melhora no balanço hídrico em regiões produtoras do trigo duro, especialmente em Kansas, ainda não é suficiente para inverter a pressão negativa. Por outro lado, Chicago teve leve recuperação puxada por compras de oportunidade, apesar do consumo internacional continuar abaixo do esperado. Minneapolis também registrou alguma melhora em áreas secas, mas ainda enfrenta preocupações com o déficit hídrico persistente.

A situação mais crítica ocorre no leste da Dakota do Norte, principal região produtora de trigo durum. Mesmo após chuvas nas Grandes Planícies, o USDA reduziu a área sob seca para o trigo de primavera de 49% para 37%. Porém, a área afetada por seca no trigo durum aumentou de 85% para 86%, número bastante superior aos 29% registrados no mesmo período de 2024.

Esse cenário reforça a volatilidade no mercado internacional do trigo, com oscilações diárias influenciadas diretamente pelas condições climáticas nas principais regiões produtoras dos EUA, ao mesmo tempo em que a demanda global permanece fragilizada.

 





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Adjuvantes agrícolas ganham selo de qualidade



O Selo de Funcionalidade é parte importante de um processo”



O Selo de Funcionalidade é parte importante de um processo"
O Selo de Funcionalidade é parte importante de um processo” – Foto: Pixabay

Diferentemente dos defensivos agrícolas, os adjuvantes utilizados na pulverização de lavouras não passam por processos obrigatórios de registro no Brasil. Essa lacuna regulatória pode representar riscos à qualidade dos produtos adquiridos pelos agricultores, segundo avaliação do pesquisador Hamilton Ramos, diretor do Centro de Engenharia e Automação (CEA) do Instituto Agronômico (IAC), vinculado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.

Para preencher essa brecha e oferecer maior segurança ao setor de adjuvantes, o CEA-IAC criou o Selo Oficial de Funcionalidade para Adjuvantes Agrícolas, iniciativa do Programa Adjuvantes da Pulverização, que já soma 17 anos de atuação. O selo funciona como uma chancela de qualidade emitida após rigorosa avaliação técnica. Segundo Ramos, mais de 40 empresas já participam da iniciativa, com mais de 100 marcas de adjuvantes submetidas aos testes conduzidos no laboratório avançado do centro, em Jundiaí (SP).

“Associado a um defensivo agrícola de alta tecnologia, um adjuvante de má-qualidade resulta em perdas relacionadas aos investimentos do produtor no controle de pragas, doenças e invasoras. Todos os testes e pesquisas atrelados ao selo de funcionalidade ocorrem no laboratório avançado do CEA-IAC localizado na cidade de Jundiaí. O Selo de Funcionalidade é parte importante de um processo que no médio prazo visa a auxiliar o estabelecimento de normas que ancorem um sistema oficial de certificação, unificado, para tais produtos”, comenta o diretor do Centro de Engenharia e Automação (CEA).

 





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Algodão sobe em Nova York com expectativa de acordo EUA-China



Cotação do algodão sobe com otimismo do mercado




Foto: Canva

Os preços do algodão nos contratos para julho e dezembro de 2025 na bolsa de Nova York registraram alta na última semana, segundo análise divulgada pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) nesta segunda-feira (28). O contrato para julho foi cotado, em média, a 68,21 centavos de dólar por libra-peso, enquanto o de dezembro fechou a 69,46 centavos de dólar por libra-peso, com aumentos semanais de 2,97% e 2,57%, respectivamente.

O Imea atribuiu o movimento de alta ao “otimismo do mercado diante da possibilidade de um acordo entre Estados Unidos e China na guerra tarifária”, conforme destacou o relatório. Ainda assim, os preços permanecem inferiores aos registrados no mesmo período de abril de 2024. O contrato de julho está 16,23% abaixo e o de dezembro, 10,76% menor em relação às cotações de igual período do ano passado.

A queda anual nos preços reflete o cenário atual de maior oferta da fibra em comparação com a demanda global. “O mercado continua atento aos desdobramentos da disputa comercial entre Estados Unidos e China e às condições das lavouras norte-americanas, fatores que devem influenciar os preços nas próximas semanas”, informou o Imea.





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como identificar a doença no trigo



Fungos provocam lesões em folhas e glumas




Foto: Pixabay

A hemiltosporiose, também conhecida como mancha marrom, pode causar perdas de até 80% na produção de trigo, segundo a engenheira agrônoma Gressa Chinelato. Em artigo publicado no Blog Aegro, Chinelato explicou que a doença é provocada pelo fungo Bipolaris sorokiniana e afeta principalmente as folhas das plantas.

“As lesões podem variar conforme o clima da região”, afirmou a agrônoma. Em áreas quentes, segundo ela, a doença se manifesta com lesões elípticas de coloração cinza. Já em regiões mais frias, as folhas apresentam lesões retangulares e escuras.

Além das folhas, outros órgãos da planta também podem ser infectados. “As glumas ficam com lesões elípticas de centro claro e bordas escuras”, detalhou Chinelato.

Para reduzir os impactos da hemiltosporiose, a especialista recomenda ações preventivas. Entre as medidas destacadas estão a rotação de culturas, o uso de sementes sadias e a aplicação de fungicidas na parte aérea da planta. Segundo Chinelato, produtos à base de triazóis e estrobilurinas têm sido utilizados no controle da doença.





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