segunda-feira, março 30, 2026

Política & Agro

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Cooperativa de citrus alcança marca importante


A Credicitrus, uma das principais cooperativas de crédito do país, alcançou resultados expressivos em 2024, consolidando sua posição de liderança no Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC). A cooperativa atingiu R$ 15,8 bilhões em ativos, com um aumento de 8,64% em relação ao ano anterior. 

As captações chegaram a R$ 11,3 bilhões, representando um crescimento de 12,85%, e o patrimônio líquido superou os R$ 3 bilhões, com um aumento de 16,85%. As operações de crédito somaram R$ 8,2 bilhões, com um crescimento de 19,21%, e a cooperativa registrou sobras líquidas de R$ 460 milhões.

“Esses indicadores são o resultado do nosso comprometimento com os mais de 170 mil cooperados e com a comunidade em que atuamos e demonstram a resiliência do modelo de negócios cooperativo, mesmo diante de um ano desafiador. Ao longo do ano, realizamos investimentos em tecnologia, para manter a Credicitrus na vanguarda do mercado financeiro, garantindo eficiência e segurança operacional, por meio da automatização de processos e o uso de inteligência artificial. Neste ano, trabalharemos para cooperar, para empreender, para o agronegócio, para a vida”, afirma Walmir Segatto, CEO da Credicitrus.

Além dos bons resultados financeiros, a Credicitrus recebeu a nota AA+ (bra) da Fitch Ratings, reforçando sua solidez e segurança. Fabio Fernandes, diretor de negócios, enfatiza que a estratégia da cooperativa é fundamental para o desenvolvimento sustentável e a prosperidade dos cooperados. A cooperativa também registrou um marco no cooperativismo de crédito, com mais de 65 mil associados participando da Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária Digital, por meio do aplicativo Sicoob Moob, pelo terceiro ano consecutivo.

 





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Controle biológico na tomaticultura: solução sustentável



“A presença de pragas e doenças nas lavouras de tomate reduz a produtividade”



“A presença de pragas e doenças nas lavouras de tomate reduz a produtividade"
“A presença de pragas e doenças nas lavouras de tomate reduz a produtividade” – Foto: Agrolink

A tomaticultura brasileira, com uma safra de 4,7 milhões de toneladas em 2024, enfrenta desafios com pragas como a lagarta traça-do-tomateiro, a mosca-branca e a requeima, que prejudicam a produtividade e a qualidade dos tomates. Para combater essas ameaças, o controle biológico surge como uma alternativa eficaz e sustentável.

“O avanço tecnológico possibilita que a produção de tomates atenda a diversos mercados, incluindo consumo in natura, processamento industrial e exportação. No entanto, essa cultura é altamente suscetível a pragas e doenças, o que exige controle eficaz para garantir a produtividade e a qualidade do cultivo”, comenta Renato Brandão, mestre em agronomia pela Universidade Federal de Lavras (UFLA) e gerente nacional de vendas da BRQ Brasilquímica.

Produtos como o Bacillus thuringiensis para a traça-do-tomateiro, Beauveria bassiana contra a mosca-branca e Trichoderma spp. para a requeima oferecem soluções menos agressivas ao meio ambiente, reduzindo o uso de agroquímicos e preservando os inimigos naturais das pragas.

“A presença de pragas e doenças nas lavouras de tomate reduz a produtividade, gera frutos deformados ou inviáveis para o mercado e aumenta os custos com defensivos e manejo. Por isso, é essencial adotar práticas de controle eficientes e sustentáveis”, completa.

O uso desses biológicos garante uma produção mais sustentável, com boa produtividade e alta qualidade dos tomates, beneficiando tanto os agricultores quanto o meio ambiente. “Com manejo adequado e o controle biológico, os agricultores obtêm produção mais sustentável, boa produtividade e alta qualidade dos tomates. Ao reduzir a dependência de químicos, não apenas preservam o meio ambiente, mas também favorecem a saúde dos trabalhadores rurais e dos consumidores”, conclui.

 





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Entidades do setor apoiam decreto que fortalece o RenovaBio



As entidades destacam que a nova legislação amplia a segurança jurídica



As entidades destacam que a nova legislação amplia a segurança jurídica
As entidades destacam que a nova legislação amplia a segurança jurídica – Foto: Pixabay

A Bioenergia Brasil, o Instituto Combustível Legal (ICL), o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Combustíveis e de Lubrificantes (Sindicom) e a União da Indústria de cana-de-açúcar e Bioenergia (UNICA) manifestaram apoio ao Decreto nº 12.437/2025, publicado na última quinta-feira (17/04). O texto fortalece o RenovaBio ao implementar medidas mais rigorosas contra fraudes e garantir a integridade do programa nacional de descarbonização.

De acordo com elas, entre as principais mudanças, o decreto prevê penalidades severas para distribuidoras que não cumprirem suas metas de descarbonização, além da criação de listas públicas com nomes de empresas irregulares. Também reforça o papel fiscalizador da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), ampliando a capacidade de controle e transparência no setor.

Nesse contexto, as entidades destacam que a nova legislação amplia a segurança jurídica, valoriza os agentes que atuam de forma regular e proporciona maior previsibilidade ao mercado de biocombustíveis no Brasil. Sendo assim, a medida é vista como essencial para fortalecer a credibilidade do RenovaBio e garantir a competitividade do setor frente às crescentes exigências ambientais.

Por fim, os representantes do setor reafirmaram o compromisso com o avanço das políticas públicas de descarbonização e com o desenvolvimento sustentável da matriz energética nacional, considerando o decreto como um passo importante para a consolidação do Brasil como líder na produção de energia limpa. Isso é visto como um avanço para o setor.

 





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Biossoluções fortalecem o solo ante extremos climáticos



A saúde do solo vai além da fertilidade



A saúde do solo vai além da fertilidade
A saúde do solo vai além da fertilidade – Foto: Pixabay

As intensas variações climáticas, com longos períodos de seca e episódios de chuvas intensas, têm comprometido a saúde dos solos agrícolas. Esse cenário exige soluções que garantam não apenas a produtividade das lavouras, mas também a preservação dos ecossistemas. A resposta está nas biossoluções, que se consolidam como ferramentas eficazes e sustentáveis para enfrentar os desafios impostos pelo clima.

“Altas temperaturas, longos períodos de estiagem e eventos climáticos extremos estão diretamente ligados à degradação da saúde do solo, trazendo prejuízos significativos para a agricultura. O solo saudável reúne características físicas, químicas e biológicas que permitem o desenvolvimento pleno das plantas e a manutenção da biodiversidade local, possibilitando a alta produtividade agrícola”, diz Samir Filho, coordenador de desenvolvimento de mercado da Acadian Plant Health.

A saúde do solo vai além da fertilidade. Ela envolve características físicas, químicas e biológicas que permitem o desenvolvimento das plantas e a manutenção da biodiversidade. Estrutura adequada, porosidade para infiltração de água, pH equilibrado, presença de matéria orgânica e uma microbiota ativa são fundamentais para manter o solo produtivo e resiliente diante de condições adversas.

Com o aumento da frequência de eventos extremos, como ondas de calor e estiagens prolongadas, o solo sofre degradação, o que afeta diretamente a eficiência dos sistemas produtivos. Nessas condições, o solo perde sua capacidade de retenção hídrica, ciclagem de nutrientes e proteção contra pragas e doenças, resultando em perdas significativas na produção.

Nesse cenário, produtos naturais à base da alga marinha Ascophyllum nodosum têm ganhado destaque. Adaptada a condições ambientais severas, essa alga oferece compostos bioativos que favorecem a regeneração do solo e o fortalecimento das plantas. “Ela enfrenta temperaturas extremas no verão (até 40o C) e no inverno (-20o C). Tais características fizeram com que ela desenvolvesse mecanismos de sobrevivência, produzindo compostos bioativos que lhe confere defesa contra tais condições ambientais extremas. Dessa forma, consegue contribuir para a saúde das plantas e do solo

 





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Agricultura familiar: base da segurança alimentar



A renda gerada por essa atividade garante a subsistência de milhões de famílias



A renda gerada por essa atividade garante a subsistência de milhões de famílias
A renda gerada por essa atividade garante a subsistência de milhões de famílias – Foto: Divulgação

Segundo o IBGE, a agricultura familiar é responsável por cerca de 70% dos alimentos consumidos no Brasil. Seu papel vai além da produção: ela é essencial para a segurança alimentar, o fortalecimento da economia local e a preservação ambiental. “Optar por alimentos provenientes desse tipo de produção é escolher uma vida mais saudável”, afirma Simone Pereira Soares, CEO de Franquias do Grupo Korin. Muitos desses alimentos são cultivados sem químicos ou agroquímicos, o que garante maior qualidade e segurança ao consumidor.

“Optar por alimentos provenientes desse tipo de produção é escolher uma vida mais saudável. O controle sobre o que é cultivado é muito maior e, na maioria dos casos, os alimentos são produzidos sem adubos químicos e agroquímicos, o que impacta diretamente na qualidade final”, destaca.

A renda gerada por essa atividade garante a subsistência de milhões de famílias, consolidando o elo entre o produtor e a terra, frequentemente passado de geração em geração. Além disso, práticas sustentáveis, como o uso consciente do solo e a preservação dos ecossistemas, tornam a agricultura familiar um modelo viável e necessário para o futuro do planeta.

Exemplo desse incentivo pode ser visto em Niterói (RJ), onde a Loja Korin promove produtos naturais e sustentáveis oriundos da agricultura familiar. Com foco na rastreabilidade e no bem-estar animal, a loja oferece alimentos sem antibióticos ou transgênicos, além de itens orgânicos, veganos e de mercearia natural. A filosofia da empresa segue os princípios da Agricultura Natural, criada por Mokiti Okada, que valoriza a saúde do solo como chave para a saúde humana.

“Nosso objetivo central é promover o bem-estar da sociedade, oferecendo alimentos puros e saborosos. Para isso, é fundamental que todos os elos da cadeia produtiva estejam alinhados. Ao comprar em nossa loja, os consumidores incentivam a produção local e valorizam o trabalho dos agricultores familiares”, enfatiza Simone.

 





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Mais de 54 mil litros de bebidas são apreendidos no PR



A fiscalização também enfrentou momentos de tensão



A fiscalização também enfrentou momentos de tensão
A fiscalização também enfrentou momentos de tensão – Foto: Divulgação

Auditores fiscais federais agropecuários apreenderam mais de 54 mil litros de vinhos, cachaças e vinagres durante a Operação Sangria III, realizada em Bituruna (PR), conhecida como a “capital do vinho”. Os produtos, avaliados em mais de R$ 1 milhão, apresentavam graves irregularidades sanitárias. Segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), análises laboratoriais detectaram a presença de carbamato de etila — substância cancerígena — em níveis até cinco vezes acima do permitido.

Coordenada pelo Serviço Regional de Operações Avançadas de Fiscalização (SERFIC/DIPOV) e pela Coordenação de Operações e Pronta Resposta (CORESP/DTEC), com apoio da Polícia Militar e da Polícia Civil do Paraná, a operação constatou ainda o uso de vinhos vencidos, recipientes reutilizados de produtos sanitizantes, ingredientes não autorizados e completa ausência de controle sanitário no setor de produção de vinagres, que foi interditado.

A fiscalização também enfrentou momentos de tensão. Um dos sócios da empresa, já conhecido por ameaçar fiscais com arma de fogo em 2019, voltou a se exaltar, exigindo a intervenção da polícia para garantir a segurança da equipe. “A fiscalização exercida pelos auditores fiscais federais agropecuários é uma barreira essencial contra fraudes que colocam em risco o consumidor e comprometem a imagem de setores produtivos sérios e regulamentados. Por isso, é urgente garantir a segurança dos profissionais da carreira durante essas operações, que muitas vezes ocorrem em ambientes hostis”, destacou o presidente do Anffa Sindical, Janus Pablo Macedo.

 





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Manejo pré-abate garante bem-estar dos suínos



O jejum deve ocorrer entre 8 e 12 horas antes do abate



O jejum deve ocorrer entre 8 e 12 horas antes do abate
O jejum deve ocorrer entre 8 e 12 horas antes do abate – Foto: Embrapa – MORÉS, Nelson

O correto manejo pré-abate dos suínos influencia diretamente o bem-estar animal e a qualidade da carne, destaca a zootecnista Letícia Matoso, da Auster Nutrição Animal. Etapas como jejum adequado, transporte sem estresse e descanso no frigorífico são fundamentais. A preparação começa ainda na granja, com a verificação das condições de saúde, organização da documentação e definição da logística de embarque.

Um dos pontos cruciais é o cálculo da densidade de transporte, que deve considerar o peso vivo dos animais. Com base na Instrução Normativa 113, usa-se a fórmula A = 0,027 x PV^0,667 para garantir espaço suficiente por animal. Para um suíno de 124 kg, por exemplo, são necessários cerca de 0,67 m² por cabeça no caminhão. Isso evita lesões e assegura conforto térmico durante o trajeto.

O jejum deve ocorrer entre 8 e 12 horas antes do abate, mantendo o acesso à água e, se possível, promovendo enriquecimento ambiental nas baias. O tempo total de jejum não pode ultrapassar 18 horas, somando a permanência na granja, transporte e descanso no frigorífico. O ambiente de embarque também precisa ser adaptado para facilitar a movimentação dos suínos, que são animais pesados e sedentários.

“Os procedimentos de manejo devem priorizar o conforto dos animais e ser seguidos rigorosamente por todos os estabelecimentos de produção e processamento de carne. A qualidade final do produto depende de diversos fatores, como genética, sanidade e nutrição, mas, acima de tudo, da excelência na execução dos manejos em todas as etapas da produção nas granjas”, ressalta a zootecnista Letícia Matoso, da Auster Nutrição Animal.

 





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Lançado probiótico inovador para avicultura



“Essas soluções destacam-se pela eficácia”



"Essas soluções destacam-se pela eficácia"
“Essas soluções destacam-se pela eficácia” – Foto: Pixabay

Durante o 25º Simpósio Brasil Sul de Avicultura, em Chapecó (SC), a Phibro Saúde Animal apresentou ao mercado seu mais novo aditivo probiótico: o MicroLife® Prime. Desenvolvido a partir de anos de pesquisa, o produto é composto por cepas selecionadas de Bacillus e chega para fortalecer o portfólio da empresa voltado ao bem-estar e à produtividade das aves, com foco em práticas sustentáveis e alinhadas ao bem-estar animal.

Segundo Bruna Boaro Martins, gerente de produtos da Phibro, o MicroLife® Prime foi formulado para atuar diretamente na saúde do microbioma gastrointestinal, promovendo melhor desempenho zootécnico, eficiência alimentar, redução da mortalidade e controle de patógenos. “A avicultura enfrenta desafios constantes, incluindo pressões regulatórias, variações de mercado e restrição ao uso de antibióticos. Nesse cenário, probióticos destacam-se como uma solução eficaz para melhorar a produtividade e a saúde dos plantéis, respondendo a esses desafios da atividade de maneira sustentável”, explica.

Além do lançamento, a empresa também apresentou o protocolo Rotação de Fato, voltado à prevenção da coccidiose, e reforçou sua linha de vacinas Phibro Safety, que inclui soluções como Tabic IBVAR 206, MB-1, Salmin Plus, Phivax SLE e PhiShield, com foco no controle de enfermidades-chave da avicultura. “Essas soluções destacam-se pela eficácia e pela contribuição à saúde e ao bem-estar das aves, refletindo o compromisso da Phibro com a inovação e a sustentabilidade no setor avícola”, explica a gerente de produtos e serviços técnicos para linha de especialidades nutricionais da Phibro. 

 





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Arena Digital Agro reúne as principais tendências do campo


Os visitantes da 18a ExpoFrísia terão acesso às tendências do agronegócio na Arena Digital Agro, ambiente que contará com palestras técnicas e iniciativas para comunicação e inovação. O espaço estará aberto ao público nos dias 24 e 25 de abril, no Pavilhão de Exposições Frísia, anexo ao Parque Histórico de Carambeí (PR). A entrada e o estacionamento são gratuitos.

De acordo com Luciano Tonon, especialista de Eventos e Cooperativismo da Frísia, organizadora da feira, cooperados, parceiros e público em geral poderão fazer uma imersão em vários assuntos, de forma simultânea, que mesclam teoria e prática.

“Estamos criando uma programação que atenda a todos os visitantes, para que eles saiam do evento conhecendo as novidades e como analisamos o agro para este ano. Inclusive, haverá a palestra magna do ex-ministro da Agricultura Antônio Cabrera”, conta Tonon.

Cabrera vai ministrar uma palestra no dia 24, às 16h, em que destaca a modernização do agro e a competitividade do setor. O palestrante tem experiência tanto na vida pública quanto para a produção rural e iniciativas de aprimoramento da agricultura e pecuária no Brasil.

Também nesse primeiro dia haverá o encontro de todas as frentes de comunicação das cooperativas do Paraná, organizado pela Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar). O “Fórum de Comunicação das Cooperativas Paranaenses – ComunicaCoop” terá como palestrante na abertura a coordenadora de Marketing e Cooperativismo da Frísia, Sabrina Morello. Ela tratará sobre o planejamento estratégico de marca e comunicação da comemoração do centenário da cooperativa.

Já no segundo dia, 25, serão abordados no miniauditório 1 assuntos como o “sistema de monitoramento de vacas”, o “mercado de suínos” (pela Cooperativa Aurora) e o “planejamento e gestão compartilhada”,  temática voltada à sucessão familiar, a qual a Frísia tem um trabalho planejado e eficiente para os cooperados. 

No miniauditório 2, também no dia 25, a sustentabilidade será o foco das palestras, com temas como “mercado de carbono” e “estratégias de intensificação sustentável”. Ao fim do dia haverá a premiação do “Concurso de Silagem”, organizado pela Fundação ABC e que reconhece o trabalho na produção de silagem de milho.

A 18a ExpoFrísia acontece entre os dias 24 e 26 de abril e apresenta o que o mercado tem de melhor em genética e manejo dos animais, que se soma a exposição de bovinos da raça holandesa, julgamentos, Clube de Bezerras – para a nova geração, incentivando manejo e cuidado com os animais – e Copa dos Apresentadores – com a participação de cooperativas parceiras na região. 

Serviço

Arena Digital Agro da 18ª ExpoFrísia

Data:      24 e 25 de abril (quinta e sexta), a partir das 8h30

Local:    Pavilhão de Exposições Frísia

              Anexo ao Parque Histórico de Carambeí

              Avenida dos Pioneiros, 4.050

              Carambeí (PR)

Saiba mais em www.expofrisia.com.br





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Milho tem produtividade acima do previsto no Paraná



Chuvas favorecem milho no Sul do Paraná




Foto: Agrolink

A primeira safra de milho 2024/25 no Paraná apresentou ganho de produtividade de 4,3%, superando as expectativas iniciais. O dado foi divulgado nesta quinta-feira (17) no Boletim de Conjuntura Agropecuária, elaborado pelos técnicos do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab).

De acordo com o levantamento, o bom desempenho é resultado do clima favorável nas regiões Sul e Sudoeste, que concentram juntas mais de 82% da área plantada e respondem por 84,41% da produção estadual. “O clima nestas regiões foi mais regular, o que favoreceu o desenvolvimento das lavouras e resultou no crescimento da produtividade”, afirma o boletim.

Na região Sul, responsável por 65,76% da área cultivada, os resultados superaram as expectativas. Já no Sudoeste, que responde por 16,79% da área, os índices também foram considerados positivos.

Nas demais regiões do estado — Oeste, Norte, Noroeste e Centro-Oeste —, a produtividade foi prejudicada por fatores climáticos. “Nessas localidades, as chuvas em março ficaram abaixo da média histórica e foram acompanhadas por ondas de calor, o que comprometeu o desenvolvimento das lavouras”, registram os analistas do Deral. Essas áreas somam 17,4% da área total plantada no estado.

Apesar das perdas pontuais, as chuvas que ocorreram na última semana em várias regiões do Paraná podem atenuar os impactos negativos e contribuir para a recuperação das lavouras em estágio mais sensível.





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