segunda-feira, março 30, 2026

Política & Agro

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Mercado do boi gordo inicia maio com cotações estáveis



Mercado do boi gordo começou o mês de maio com poucas negociações




Foto: Sheila Flores

Segundo o informativo “Tem Boi na Linha” divulgado pela Scot Consultorias na sexta-feira (02), o mercado do boi gordo começou o mês de maio com poucas negociações e indústrias ausentes das compras após o feriado, mantendo as cotações estáveis na maior parte das regiões, segundo informações do setor.

Na Bahia, os preços permaneceram sem alterações nas regiões Sul e Oeste do estado. No Pará, o cenário foi misto. Em Marabá, o boi gordo registrou queda de R$2 por arroba, enquanto os preços da vaca e da novilha seguiram estáveis. Em Redenção, o boi gordo manteve o valor do dia anterior, mas houve recuo de R$2 por arroba para a vaca e a novilha. O “boi China” também apresentou redução de R$2 por arroba na mesma região. Em Paragominas, as cotações permaneceram inalteradas.

O mercado futuro também encerrou o mês com estabilidade. No último dia útil de abril, ocorreu a liquidação do contrato futuro do boi gordo na B3, com o código BGIJ25. A cotação da arroba no vencimento ficou em R$322,26, segundo o indicador da B3. Já o indicador do Cepea apontou valor de R$322,54 por arroba.

“Após o feriado, o mercado iniciou maio com ritmo lento, refletindo a menor atuação das indústrias nas compras”, avaliou um analista de mercado.





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Trump estende prazo de venda do TikTok em 75 dias


Logotipo Reuters

 

Por David Shepardson e Dawn Chmielewski

WASHINGTON (Reuters) – O presidente dos Estados Unidos Donald Trump prorrogou por 75 dias o prazo para que a empresa chinesa de tecnologia ByteDance venda os ativos norte-americanos do popular aplicativo de vídeos curtos TikTok a um comprador não chinês, para evitar ser submetida a uma proibição que deveria entrar em vigor em janeiro, de acordo com uma lei de 2024.

“O acordo requer mais trabalho para garantir que todas as aprovações necessárias sejam assinadas”, disse Trump nesta sexta-feira, explicando por que está estendendo o prazo estabelecido por ele em janeiro e que deveria expirar no sábado. “Esperamos continuar trabalhando de boa fé com a China, que, pelo que sei, não está muito feliz com nossas tarifas recíprocas.”

A China agora enfrenta uma tarifa de 54% sobre os produtos importados pelos Estados Unidos. Trump disse que estaria disposto a reduzir as tarifas sobre a China para conseguir um acordo com a ByteDance.

Trump afirmou que seu governo esta em contato com quatro grupos diferentes sobre um possível acordo com a TikTok. Ele não os identificou.

“Não queremos que o TikTok ‘fique no escuro'”, acrescentou Trump.

As negociações lideradas pela Casa Branca sobre o futuro do TikTok, usado por cerca de metade dos norte-americanos, estão se unindo em torno de um plano para que os maiores investidores não chineses da empresa controladora ByteDance aumentem suas participações e adquiram as operações do aplicativo nos EUA, informou a Reuters.

O plano envolve a criação de uma entidade norte-americana para o TikTok e a diluição da participação chinesa no novo negócio para abaixo do limite de 20% estabelecido pela legislação norte-americana, salvando o aplicativo de uma iminente proibição nos EUA, disseram fontes à Reuters.

O Susquehanna International Group, de Jeff Yass, e a General Atlantic, de Bill Ford, ambos representados no conselho da ByteDance, estão liderando as discussões com a Casa Branca, informou a Reuters.

O Walmart também está considerando juntar-se a um grupo de investidores em um acordo para o TikTok, disse um repórter da ABC News na mídia social. O grande varejista, que havia manifestado interesse em investir no TikTok em 2020, não respondeu imediatamente a um pedido de comentário da Reuters.

O maior obstáculo a qualquer acordo para os negócios do TikTok nos EUA é a aprovação do governo chinês. Até agora, Pequim não se comprometeu publicamente a permitir uma venda.

O TikTok não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.

(Reportagem de David Shepardson e Dawn Chmielewski)





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Produtores devem manter cautela na venda do Feijão-carioca



A projeção é que, em maio, a oferta de Feijão-carioca seja menor do que em abril



A projeção é que, em maio, a oferta de Feijão-carioca seja menor do que em abril
A projeção é que, em maio, a oferta de Feijão-carioca seja menor do que em abril – Foto: Ibrafe

Segundo o Instituto Brasileiro de feijão e Pulses (IBRAFE), o feriado desta semana pode favorecer tentativas de desvalorização do feijão-carioca por parte de compradores, especialmente em São Paulo. Há expectativa de que sejam oferecidos preços abaixo dos patamares praticados na semana anterior, numa tentativa de pressionar os produtores a venderem seus estoques. O IBRAFE recomenda que, se possível, os agricultores evitem negociar durante este período para não comprometer sua rentabilidade.

A projeção é que, em maio, a oferta de Feijão-carioca seja menor do que em abril, o que deve sustentar ou até elevar os preços. Embora baseadas em estimativas, essas previsões seguem uma lógica de mercado consistente. Exemplo disso ocorreu recentemente no Noroeste de Minas, região com o maior volume estocado do grão. Lá, produtores chegaram a receber ofertas até R\$ 10 a menos por saca, mas rejeitaram, sinalizando resistência à pressão de preços baixos.

No Paraná, os primeiros lotes colhidos nos Campos Gerais têm gerado preocupação. Relatos apontam predominância de grãos miúdos e com manchas, indicando possível perda de qualidade e, consequentemente, menor valor de mercado. Esse cenário também contribui para a necessidade de maior cuidado na comercialização do produto.

Diante desses fatores, o IBRAFE reforça a importância de atenção redobrada às movimentações do mercado nas próximas semanas. A recomendação é de cautela estratégica, preservando estoques e buscando melhores oportunidades de venda à medida que o cenário de oferta e demanda se desenha com maior clareza.

 





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Mais uma arma no controle de buva



A buva é particularmente problemática em culturas como soja e canola



A buva é particularmente problemática em culturas como soja e canola
A buva é particularmente problemática em culturas como soja e canola – Foto: Nadia Borges

De acordo com relato publicado por Andrey Zarur, cofundador, presidente e CEO da GreenLight Biosciences Inc., a empresa alcançou um marco revolucionário no combate a uma das plantas daninhas mais destrutivas da agricultura mundial: o Conyza canadensis, conhecido como buva. Em testes realizados em estufas e em campo, a companhia demonstrou controle consistente, eficaz e seguro da erva utilizando um produto proprietário à base de RNA de fita dupla (dsRNA), sinalizando uma possível nova era no manejo sustentável de plantas daninhas. A publicação foi feita por Zarur em sua conta oficial no LinkedIn.

A buva é particularmente problemática em culturas como soja e canola, sendo amplamente conhecida por sua resistência crescente aos herbicidas químicos tradicionais, como o glifosato. Segundo Zarur, já se passaram mais de 30 anos desde que a indústria agroquímica lançou um novo mecanismo de ação eficaz contra essa planta, o que deixou muitos produtores com opções limitadas e ineficazes para proteger suas lavouras de forma sustentável.

A GreenLight Biosciences reafirma seu compromisso com os agricultores, autoridades reguladoras e a sociedade em geral para levar ao mercado essa nova geração de herbicidas baseados em RNA com segurança e agilidade. Zarur destaca que, há mais de 15 anos, a empresa assumiu a missão de enfrentar os desafios da proteção da cadeia global de alimentos de maneira eficaz, limpa e segura, e que esse avanço representa um passo importante nessa jornada.

O executivo também agradeceu às equipes envolvidas na conquista, ressaltando o esforço coletivo que tornou possível essa inovação. Para os produtores, a promessa é de uma alternativa moderna e eficiente frente às dificuldades impostas pelas plantas daninhas resistentes — uma solução que pode transformar o cenário do manejo agrícola nos próximos anos.

 





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Suplementação com caroço de algodão aumenta gordura do leite



A pesquisa não observou mudanças significativas na produção



O estudo foi publicado no Journal of Dairy Science
O estudo foi publicado no Journal of Dairy Science – Foto: Canva

Apesar da queda no consumo de leite fluido nos Estados Unidos, o apetite por derivados como queijo e manteiga segue em alta, segundo o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA). Essa mudança de hábitos tem incentivado a indústria leiteira a valorizar a produção de gordura e proteína no leite — componentes essenciais desses alimentos. Em resposta a essa demanda, pesquisadores da Universidade Estadual da Pensilvânia descobriram que a inclusão de 15% de caroço de algodão integral na dieta de vacas leiteiras aumenta significativamente a concentração e a produção de gordura no leite.

O estudo, publicado no Journal of Dairy Science, foi conduzido com 16 vacas multíparas alimentadas com e sem o suplemento por períodos de 21 dias. As vacas que receberam caroço de algodão integral produziram leite com 0,2% a mais de gordura e um aumento diário de 5% na produção total de gordura, sem apresentar redução na ingestão de ração nem alterações na proteína do leite. O caroço de algodão é um subproduto rico em ácidos graxos insaturados e proteínas essenciais, liberando gordura lentamente no rúmen — o que evita efeitos negativos à digestão microbiana e reduz o risco de depressão da gordura do leite.

A análise também considerou a presença de gossipol, um composto potencialmente tóxico presente na semente de algodão, mas os níveis detectados no sangue das vacas ficaram bem abaixo dos limites prejudiciais. Além disso, a quantidade de sementes não digeridas foi mínima — menos de 3%, o que indica boa eficiência digestiva do suplemento.

Apesar do aumento na produção de gordura, a pesquisa não observou mudanças significativas na produção ou emissão de metano pelas vacas. Estudos anteriores já sugeriram que ácidos graxos insaturados podem reduzir metanógenos no rúmen, mas esse efeito não foi verificado nesta experiência. Ainda assim, os resultados são promissores e reforçam a importância do caroço de algodão integral como alternativa viável e segura para atender às exigências de um mercado que valoriza cada vez mais os sólidos do leite.

 





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Mercado de fertilizantes em alerta


Segundo Leandro Cieslak, engenheiro agrônomo e representante técnico comercial da Yara Brasil, diversos fatores críticos estão movimentando o mercado de fertilizantes nesta semana, com destaque para os segmentos de nitrogenados, fosfatados, Enxofre e Potássio. A análise foi compartilhada por Cieslak em publicação nas redes sociais, destacando os principais pontos de atenção para produtores e profissionais do agronegócio.

No segmento dos nitrogenados, há pressão de alta devido às tarifas impostas pelos Estados Unidos, à demanda crescente da Índia e à expectativa de aumento da área cultivada com milho naquele país. Por outro lado, o mercado de amônia apresenta viés de baixa, com oferta ampliada proveniente da Europa, Oriente Médio e China. Ainda assim, a demanda indiana pode representar um ponto de inflexão. 

No caso dos fosfatados, a oferta global limitada tem impulsionado os preços. No Brasil, o MAP segue com preços firmes, enquanto SSP e TSP registram valorização. A Índia mantém uma forte demanda, embora o governo local questione os valores praticados. A ausência da China nas exportações aumenta a incerteza, especialmente diante da demanda aquecida nos Estados Unidos, que também precisa ser monitorada.

O mercado de enxofre continua em alta no cenário internacional, influenciado pela forte demanda da Indonésia e pela oferta restrita nos EUA e na Europa. A China está no radar dos analistas, enquanto o Brasil já sente o impacto da alta. 

Por fim, o potássio mantém tendência de valorização, com o Brasil atuando como um dos principais compradores e influenciando o cenário global. A relação de troca entre soja e KCl ainda é considerada favorável, garantindo a atratividade da compra. EUA e China adotam uma postura mais cautelosa, enquanto o Canadá segue como um dos principais fornecedores. A China, no entanto, pressiona por preços mais baixos, o que pode gerar ajustes no mercado.

 





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Chuva encharca trigo nos EUA e prejudica futuros



A precipitação variou bastante nos EUA



A precipitação variou bastante nos EUA
A precipitação variou bastante nos EUA – Foto: Canva

As chuvas de abril trouxeram alívio às lavouras de trigo de inverno no Kansas, um dos maiores produtores dos Estados Unidos. As condições das plantações melhoraram significativamente, especialmente nas regiões centrais do estado, onde o trigo se prepara para uma colheita promissora. No entanto, algumas áreas ainda enfrentam escassez de água, o que afeta negativamente o rendimento potencial da safra.

A precipitação variou bastante nos EUA, com algumas regiões recebendo até 12 polegadas de chuva, enquanto outras ficaram com menos de 1 polegada. Embora a chuva tenha sido benéfica em muitas áreas, ela não foi suficiente para corrigir os danos em regiões mais secas. O impacto das chuvas no crescimento do trigo será definido pela continuidade das temperaturas moderadas e por eventuais precipitações adicionais nas semanas seguintes.

Enquanto isso, o mercado de trigo experimenta pressão, com os preços futuros atingindo mínimas. A preocupação maior no setor não é mais o clima, mas sim a fraca demanda externa e a baixa base de preços, que geram ansiedade entre os produtores. Além disso, as exportações continuam lentas, e o transporte do grão enfrenta dificuldades, o que afeta a competitividade do trigo americano no mercado global.

Embora o risco de pragas e doenças seja mínimo até o momento, produtores estão tomando precauções, especialmente em relação à ferrugem-das-folhas, que pode afetar as lavouras nas próximas semanas. As expectativas agora se voltam para o comportamento do mercado e o impacto de novas exportações na estabilidade dos preços.

 





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Produção de silagem depende de manejo adequado


A produção de silagem exige atenção em todas as etapas para evitar perdas e garantir um alimento de qualidade ao rebanho. Quando mal produzida ou manejada de forma incorreta, a silagem pode resultar em perdas elevadas no armazenamento, além de prejudicar a saúde e o desempenho dos animais.

Segundo Thiago Neves Teixeira, engenheiro agrônomo, mestre em conservação de forragens e técnico da Sementes Oeste Paulista (SOESP), “detalhes fazem grande diferença no resultado final”. Ele destaca que a escolha da cultura, o manejo da lavoura, o momento da colheita, o tamanho das partículas, a regulagem das máquinas, a compactação e a vedação do silo são fatores decisivos para o sucesso do processo.

De acordo com o especialista, “no caso de forrageiras como o Panicum maximum, é essencial optar por variedades com boa produtividade de matéria seca e qualidade de fibra”. Teixeira observa que “variedades com menor teor de lignina e uma maior proporção de folhas em relação aos colmos favorecem a digestibilidade, impactando diretamente na qualidade bromatológica do alimento volumoso ofertado ao rebanho”.

Para garantir a qualidade da silagem, Teixeira ressalta a importância do solo bem manejado e do controle de pragas, doenças e plantas daninhas. “Pode-se obter uma silagem de baixa qualidade a partir de uma forrageira de alta qualidade se a tecnologia empregada não for adequada, mas jamais será obtido uma silagem de alta qualidade a partir de uma forrageira de baixa qualidade”, alerta.

O momento da colheita também é determinante. Segundo a Embrapa, o ideal é que a planta atinja entre 28% e 40% de matéria seca. No caso de capins tropicais, o teor costuma estar mais próximo do limite inferior no ponto ideal de corte. “Colher fora desse ‘time’ pode prejudicar a fermentação ou reduzir drasticamente a digestibilidade”, explica Teixeira.

O especialista recomenda atenção ao tamanho das partículas. “Para silagem de Panicum, o ideal são partículas entre 1,5 e 2,5 centímetros, cortes abaixo dessa faixa podem gerar distúrbios metabólicos nos animais e/ou aumento das perdas por efluentes uma vez que geralmente o capim é um material mais úmido em relação a outras plantas forrageiras e o menor tamanho de partícula está associado ao maior rompimento das células. Por outro lado, tamanhos de partícula acima dessa faixa podem gerar dificuldade de compactação e segregação do alimento pelos animais”.

A regulagem das máquinas também é fundamental. “Equipamentos corretamente ajustados garantem colheita homogênea e fermentação eficiente”, explica Teixeira.

Para evitar perdas, a compactação deve ser eficiente. “Compactar bem é essencial, especialmente no caso do Panicum, cuja estrutura é mais fibrosa”, afirma o especialista. A vedação do silo também merece atenção. “Se há entrada de oxigênio, ocorre fermentação aeróbia, o que consome nutrientes, gera calor e facilita o desenvolvimento de microrganismos indesejáveis”, alerta.

O uso de sementes certificadas é outro ponto relevante. “Sementes certificadas proporcionam melhor rendimento por hectare, melhor formação da pastagem e uma produção mais uniforme da planta forrageira, o que resulta em silagem de maior qualidade”, orienta Teixeira.

O especialista recomenda ainda o uso de aditivos. “Para forrageiras como o Panicum e outros capins tropicais, deve-se focar nos inoculantes a base de bactérias produtoras de ácido lático para acelerar a redução do pH após a vedação do silo, reduzindo perdas ao longo do processo fermentativo. isso pode ser um diferencial importante para manter a qualidade da silagem de capim”, observa.

Por fim, Teixeira explica como identificar uma silagem bem fermentada. “A silagem está pronta quando apresenta temperatura estável, ausência de oxigênio e adequados teores de ácidos orgânicos que impedem a proliferação de microrganismos indesejáveis, podendo ficar armazenadas por longos períodos desde que mantida a condição de anaerobiose dentro do silo. O tempo mínimo de fermentação recomendado é de 3 a 4 semanas, podendo sofrer alterações de acordo com a forragem e inoculante microbiano utilizados”, finaliza.





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Três parasitas causam prejuízos bilionários à pecuária



Os nematoides, parasitas internos presentes em praticamente todas as pastagens



Os nematoides, parasitas internos presentes em praticamente todas as pastagens
Os nematoides, parasitas internos presentes em praticamente todas as pastagens – Foto: Bing

Os parasitas representam um dos principais desafios da pecuária brasileira, sendo responsáveis por perdas anuais que superam R$ 80 bilhões, de acordo com o médico veterinário Felipe Pivoto, gerente de serviços técnicos da Vetoquinol. Entre os agentes mais danosos estão o carrapato-do-boi, a mosca-dos-chifres e os nematoides gastrintestinais, que afetam diretamente a saúde e a produtividade do rebanho.

O carrapato-do-boi (Rhipicephalus microplus) é um ectoparasita hematófago que pode causar doenças graves como a Tristeza Parasitária Bovina, além de reduzir o ganho de peso e a eficiência produtiva dos animais. Estima-se que os prejuízos causados por ele atinjam R\$ 6 bilhões por ano. Já a mosca-dos-chifres (Haematobia irritans), também hematófaga, estressa o animal com dezenas de picadas diárias, o que compromete a ingestão de alimentos e pode levar à anemia, gerando perdas de cerca de R\$ 15 bilhões anuais.

Os nematoides, parasitas internos presentes em praticamente todas as pastagens do país, afetam o trato gastrintestinal dos bovinos e podem reduzir em até 20% a absorção de nutrientes, com impacto financeiro estimado em R\$ 42 bilhões por ano. Esses números demonstram a importância de estratégias eficazes para o controle parasitário.

Para enfrentar o problema, a Vetoquinol oferece o Bullmax Premium, um endectocida injetável com fluazuron e eprinomectina, que atua com eficácia sobre os três principais parasitas da bovinocultura. Segundo Pivoto, a tecnologia avançada do produto reforça o compromisso da empresa com a saúde animal e a rentabilidade da pecuária nacional.

“A estimativa é de que os prejuízos anuais ultrapassem os R$ 80 bilhões por ano. A tecnologia avançada de Bullmax® Premium oferece alta eficácia antiparasitária. Com essa solução, a Vetoquinol reforça seu compromisso com a saúde do rebanho nacional, promovendo bem-estar animal e maior rentabilidade para o pecuarista”, ressalta Pivoto.

 





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Brasil tem superávit comercial de US$8,155 bi em março, acima do esperado


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BRASÍLIA (Reuters) – A balança comercial brasileira registrou um superávit de US$8,155 bilhões em março, uma alta de 13,8% sobre o saldo apurado no mesmo mês do ano passado, informou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) nesta sexta-feira.

O saldo veio acima de expectativas de economistas consultados pela Reuters, que previam superávit de US$7 bilhões para o mês.

As exportações somaram US$29,178 bilhões no mês, uma alta de 5,5%% em relação a março de 2024. As importações, por outro lado, cresceram 2,6%, totalizando US$21,023 bilhões.

Os dados de março seguem um forte resultado negativo no mês anterior, quando a balança registrou déficit de US$323,7 milhões, o primeiro saldo negativo mensal desde janeiro de 2022, sob o impacto da importação de uma plataforma de petróleo da China no valor de US$2,7 bilhões, segundo os dados do governo.

No ano, o país acumulou até março um superávit comercial de US$9,982 bilhões, uma queda de 46% em relação ao observado no mesmo período de 2024. No período, as exportações somaram US$77,314 (-0,5%), e as importações, US$67,332 bilhões (+13,7%).

O Mdic atualizou suas estimativas para a balança comercial no ano, prevendo um superávit de US$70,2 bilhões em 2025, o que representaria uma redução de 5,4% em relação ao saldo de 2024. Em janeiro, o ministério havia estimado um saldo positivo de US$60 bilhões a US$80 bilhões para o ano.

A projeção para as exportações foi atualizada para US$353,1 bilhões (US$320-US$360 bilhões antes) e a estimativa para as importações passou a US$282,9 bilhões(US$260-US$280 bilhões antes).

(Por Victor Borges)





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