domingo, março 29, 2026

Política & Agro

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DF torna obrigatória a coleta de sangue em suínos selvagens abatidos


A medida tem como objetivo, entre outros, impedir a circulação de doenças; todos os javalis abatidos no DF por agentes de manejo deverão ter amostras de sangue coletadas e enviadas para análise laboratorial

O Governo do Distrito Federal, por meio da Secretaria da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF), publicou a Portaria nº 121 no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), tornando obrigatória a coleta de sangue em suínos asselvajados abatidos no território distrital. A medida tem como objetivo fortalecer a vigilância epidemiológica e garantir a biosseguridade da criação suína local, prevenindo a propagação da Peste Suína Clássica (PSC) e outras doenças de controle oficial. Atualmente, o Distrito Federal integra a Zona Livre para PSC com reconhecimento internacional.

De acordo com a portaria, todos os javalis abatidos no DF por agentes de manejo deverão ter amostras de sangue coletadas e enviadas para análise laboratorial. Caso não seja possível a coleta de todos os animais, a prioridade será dada aos mais velhos, considerados mais representativos da situação sanitária do grupo. As amostras deverão ser entregues nos escritórios de Defesa Agropecuária da Seagri-DF em até 48 horas, se refrigeradas, ou em até sete dias, se congeladas.

O secretário de Agricultura do Distrito Federal, Rafael Bueno, ressaltou a relevância da nova medida para a proteção da suinocultura local. “A proteção da produção suína do Distrito Federal é uma prioridade. Com essa iniciativa, a Seagri-DF reforça o compromisso com a vigilância sanitária e o controle de doenças, alinhando-se às diretrizes nacionais para monitoramento do javali. A coleta obrigatória de sangue dos javalis abatidos nos permite identificar riscos e agir preventivamente, garantindo a segurança sanitária e a sustentabilidade da suinocultura local.”

A subsecretária de Defesa Agropecuária, Danielle Kalkmann, reforçou a relevância da medida: “Nosso objetivo é conscientizar sobre a importância desse trabalho para a sanidade suína. Quanto mais amostras conseguirmos coletar, melhor poderemos criar estratégias eficazes de controle e prevenção de doenças que possam impactar a suinocultura ou representar risco à saúde pública. Algumas dessas doenças são zoonoses, ou seja, podem ser transmitidas para os seres humanos, o que reforça a necessidade de um acompanhamento rigoroso.”

Cadastro e treinamento

A portaria também estabelece que os agentes manejadores de javalis deverão estar cadastrados no Serviço Veterinário Oficial (SVO) e apresentar documentação comprobatória, incluindo identidade com CPF, comprovante de endereço e certificado de regularidade no Cadastro Técnico Federal do Ibama. Além disso, os agentes deverão passar por um treinamento ministrado por veterinários do SVO, que poderá ocorrer de forma presencial ou online.

A nova regulamentação também reforça a proibição do transporte de javalis vivos, determinando que os animais capturados durante as ações de controle sejam abatidos no próprio local. A portaria exige ainda a notificação imediata de qualquer avistamento de javalis doentes ou mortos. O descumprimento das novas regras poderá resultar em penalizações, conforme previsto na legislação vigente.

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Fonte:

Agência Brasílai





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Plantio de algodão atinge 21% da área nos EUA



Texas já semeou 25% da área de algodão




Foto: Canva

O plantio de algodão nos Estados Unidos alcançou 21% da área estimada de 3,99 milhões de hectares, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (5) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O avanço semanal foi de seis pontos percentuais.

De acordo com o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), o ritmo da semeadura está dois pontos percentuais atrás do registrado na safra passada, mas um ponto acima da média dos últimos cinco anos.

No Texas, estado que concentra a maior área cultivada, o plantio já cobre 25% da área prevista. “As atenções agora se voltam para as condições climáticas, uma vez que o volume de chuvas, especialmente no Texas, tem favorecido o desenvolvimento das lavouras”, informou o Imea.

O Serviço Nacional de Meteorologia (NOAA, na sigla em inglês) indicou que a previsão para as próximas semanas aponta a continuidade de chuvas em algumas regiões produtoras. “Caso o clima não comprometa o ritmo do plantio, espera-se uma boa produção nos Estados Unidos, o que poderá elevar a oferta mundial de algodão em pluma”, avaliou o Imea.





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Menor oferta pressiona preço da arroba no Mato Grosso



Indústrias enfrentam margem menor em abril




Foto: Pixabay

O indicador do Equivalente Físico (EF) em Mato Grosso fechou abril em -7,86%, segundo a análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgada nesta segunda-feira (5). O resultado ficou 2,33 pontos percentuais abaixo da média histórica para o mês, que é de -5,53%.

“O recuo no indicador reflete a redução da margem das indústrias frigoríficas, impactada pelo aumento no preço da arroba”, informou o Imea. Em abril, o preço médio da arroba do boi gordo subiu 7,13% em relação a março, passando de R$ 295,96 para R$ 317,07. Segundo o instituto, a alta foi impulsionada pela menor oferta de animais prontos para abate, o que gerou pressão sobre os preços.

Por outro lado, os preços da carne com osso no atacado permaneceram estáveis no mês, sustentados pela demanda interna consistente e pela competitividade das exportações.

“No curto prazo, com o início do período seco e o ajuste da lotação nas propriedades, a expectativa é de queda nos preços da arroba”, avaliou o Imea. Apesar disso, os preços no atacado tendem a permanecer firmes, o que pode contribuir para a recuperação das margens das indústrias frigoríficas.





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Compensação de carbono é destaque no Canela Light Fest



Empresa garante a compensação das emissões de carbono do consumo de energia elétrica


Foto: Pixabay

A Tereos, uma das empresas líderes na produção de açúcar, etanol e energia do país, será a responsável pela compensação das emissões de carbono provenientes da energia elétrica consumida ao longo do evento Canela Light Fest, realizado em Canela (RS), entre os dias 1 e 4 de maio, contribuindo diretamente para a redução da pegada ambiental do evento.

A compensação é feita por meio de créditos de energia renovável, obtidos com a certificação I-REC (da sigla em inglês International Renewable Energy Certificate). A ferramenta é reconhecida internacionalmente e comprova a geração de energia limpa a partir da rastreabilidade de sua origem. A certificação foi obtida pela Tereos em 2021 e garante que a energia elétrica gerada pela empresa é proveniente de fonte renovável — no caso, a biomassa da cana-de-açúcar.

“Essa é mais uma parceria que reforça nosso compromisso com a agenda ESG não só dentro da Tereos, mas contribuindo com práticas mais sustentáveis em eventos e festivais culturais. Seguiremos investindo em iniciativas que impulsionem a transição energética e o envolvimento de todos na construção de um futuro mais verde”, comenta Gustavo Segantini, diretor comercial da Tereos.

O grupo já firmou parcerias com eventos como João Rock, Coala Festival e Oktoberfest de Blumenau e de São Paulo. Com os acordos, a Tereos já compensou a emissão de aproximadamente 18 mil toneladas de CO2, o equivalente ao plantio de mais de 130 mil árvores.  

O Açúcar Guarani, marca de varejo da Tereos, também estará presente no evento por meio de ativações especiais.

O Canela Light Fest é uma exposição de arte noturna que visa aliar cultura, turismo e conscientização ambiental em ruas e praças públicas, focado em discutir sustentabilidade e o envolvimento de povos tradicionais. A parceria com a Tereos marca um passo importante para tornar o festival cada vez mais sustentável, alinhado ao seu objetivo em fomentar a conscientização sobre mudanças climáticas e seus efeitos para a população.





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Trigo de inverno dos EUA supera média de 5 anos



Safra de trigo avança com qualidade




Foto: Canva

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) informou que 39% da safra de trigo de inverno do país já foi semeada até o dia 4 de maio. O dado, divulgado nesta terça-feira (6) no boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, representa um atraso de 2 pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano passado, mas está 6 pontos à frente da média dos últimos cinco anos.

O relatório também apontou que 51% da safra foi classificada como em boas a excelentes condições. O número supera em 2 pontos percentuais o registrado na semana anterior e está 1 ponto acima do índice observado no mesmo período do ano passado.

No Kansas, principal estado produtor de trigo de inverno, 47% das lavouras foram avaliadas como em boas a excelentes condições.





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Chuvas fora de época ameaçam trigo na Índia



Índia anunciou planos ambiciosos para triplicar sua capacidade de armazenamento



Em resposta, o governo indiano anunciou planos ambiciosos para triplicar sua capacidade de armazenamento
Em resposta, o governo indiano anunciou planos ambiciosos para triplicar sua capacidade de armazenamento – Foto: Agrolink

De acordo com dados oficiais divulgados pelo Times of India, cerca de 5,5 milhões de toneladas de trigo adquirido no estado de Punjab ainda não foram colhidas ou armazenadas adequadamente, o que representa aproximadamente 45% do volume total. O mau tempo, com chuvas fora de época, elevou a preocupação entre agricultores e comerciantes, diante da falta de infraestrutura moderna de armazenamento e do risco crescente de perdas por umidade.

Até o dia 4 de maio, cerca de 12,2 milhões de toneladas de trigo chegaram aos mercados de grãos da região. Deste total, o governo adquiriu 11,1 milhões de toneladas, enquanto o setor privado comprou outras 971 mil toneladas. No entanto, apenas 6,7 milhões de toneladas — cerca de 55% do total — foram efetivamente armazenadas. A taxa de retirada do produto dentro de até 72 horas após a aquisição atingiu 63%, apontando para um gargalo logístico preocupante.

A safra nacional de trigo da Índia, segundo relatório recente do Serviço Agrícola Estrangeiro (FAS) do Departamento de Agricultura dos EUA, deve alcançar 113,2 milhões de toneladas no ano comercial 2024-25, cultivadas em 31,8 milhões de hectares. Como segundo maior produtor mundial de trigo, atrás apenas da China, a Índia enfrenta o desafio de garantir condições adequadas para conservar sua produção.

Em resposta, o governo indiano anunciou planos ambiciosos para triplicar sua capacidade de armazenamento de trigo, passando dos atuais 2,8 milhões para 9 milhões de toneladas em três anos, conforme informou o Financial Express. O projeto integra um investimento de US$ 15 bilhões para criar uma capacidade adicional de 70 milhões de toneladas de armazenamento nos próximos cinco anos, por meio da construção de milhares de armazéns e silos em todo o país. O objetivo é armazenar 100% da produção nacional de grãos, melhorando a eficiência da cadeia de suprimentos e evitando perdas provocadas por falhas logísticas e climáticas.

 





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Produção de café pode cair 4% em 2025


O brasileiro é apaixonado por café, que é uma das bebidas mais consumidas no país. Como segmento econômico, a cafeicultura desempenha papel importante na economia nacional. “O Brasil é o maior produtor e exportador de café do mundo, e a produção local é vital para equilibrar o suprimento global. Contudo, em anos de baixa bienalidade, como 2025, a plantação tem sido afetada pela restrição hídrica e pelas altas temperaturas durante a floração”, explica Vanessa Amorim, analista de mercado agro da Belgo Arames. Ela destaca que a bienalidade é um fenômeno natural do café, caracterizado pela alternância de altas e baixas produções. 

Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a combinação de fatores climáticos desfavoráveis está impactando a produtividade do café. A estimativa para a produção nesta safra é de 51,8 milhões de sacas, o que representa redução superior a 4% em relação a 2024. Nesse contexto, para garantir a qualidade dos grãos, os produtores precisam estar atentos ao manejo do solo e aos tratos culturais. Uma das etapas mais importantes para a qualidade do café é o processo de secagem. “Se não realizado de maneira eficaz, esse processo pode prejudicar o produto final”, alerta a analista da Belgo Arames. 

Vanessa explica que a secagem pode ser feita de diferentes maneiras, como em terreiros ou secadores mecânicos. O terreiro suspenso tem se mostrado particularmente eficiente nesse processo. “Ao optar por esse método, o produtor utiliza uma estrutura de tela hexagonal com malhas finas sustentada por arames lisos esticados sobre pilares de cimento ou madeira. O terreiro suspenso permite que os grãos sequem lentamente, evitando o contato direto com o chão”, acrescenta. 

Esse método oferece uma secagem mais uniforme, o que reduz o risco de fermentações indesejadas e resulta em produto final mais “limpo”. Para atingir a excelência na produção, o terreiro suspenso deve ser projetado de forma personalizada para atender às necessidades específicas de cada propriedade. Os cafeicultores também devem prestar atenção à qualidade do arame e da tela utilizados. 

 “Nesse aspecto, a Belgo Arames tem muito a contribui com suas tecnologias avançadas, presente em todas as fases de produção do café, desde a produção do produto até no preparo final, com o arame de produção do coador de pano. Recomendamos o uso do arame ovalado Belgo ZZ-700 Bezinal, que se destaca pela sua alta resistência à corrosão”, afirma Vanessa Amorim. 

“Com a adoção de tecnologias mais eficientes, a cafeicultura mantém sua tradição e excelência. Os produtores fortalecem sua presença no mercado nacional e internacional, garantindo um café diferenciado e contribuindo para a sustentabilidade econômica e social do setor”, conclui a analista da Belgo Arames, empresa referência no mercado brasileiro de aço. 





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Sicredi Serrana intensifica apoio a 76 vinícolas na Wine South America


O enoturismo tem sido uma grande alavanca do desenvolvimento cultural e sócio-econômico da Serra Gaúcha porque movimenta diversos setores, fortalecendo a região com experiências enoturísticas que atraem milhares de visitantes todos os anos. Parceira do setor vitivinícola em diversas frentes, a Sicredi Serrana tem atuado lado a lado dos empreendimentos e rotas turísticas para fortalecer ainda mais uma vocação que se tornou o sustento de milhares de famílias e que vem desenvolvendo as comunidades, através da cooperação. Este ano, intensificando o apoio, a Sicredi Serrana está ajudando 76 vinícolas gaúchas e cinco associações de produtores, além de empresas no espaço do Sebrae, viabilizando a participação na Wine South America, que acontece de 6 a 8 de maio, em Bento Gonçalves. Quatorze destas empresas estão estreando na feira.

Mais do que movimentar a economia, o turismo cria oportunidades. Ele fortalece os empreendimentos presentes na cadeia, gera empregos e ajuda a manter famílias em suas comunidades de origem, além de promover o destino e o crescimento sustentável”, destaca Odair Dalagasperina, Diretor de Negócios da Sicredi Serrana, que desde 2018 já injetou mais de R$ 21 milhões em crédito na região da Serra Gaúcha.

O enoturismo, que une a cultura do vinho à gastronomia e à experiência, é um dos pilares estratégicos de atuação da Sicredi Serrana. Por meio de parcerias estruturais, programas de fidelidade, apoio à organização de roteiros, capacitações, sinalização turística e soluções financeiras, a cooperativa vem transformando a relação entre o turismo e o desenvolvimento local. “O turismo do vinho é o grande responsável por promover a nossa região, nossa gente, nossos atrativos. Cooperar com a comunidade, promovendo o desenvolvimento dos associados e da sociedade, através de um relacionamento próximo e de soluções financeiras personalizadas, é nosso grande propósito. Nestes 7 anos, cada vez mais perto de nossos associados, descobrimos lindas histórias e ajudamos a criar novos capítulos para que as futuras gerações deem continuidade a este legado”, destaca.

Ao participar da Wine South America os empreendimentos terão a oportunidade de abrir novos canais de venda, fortalecer parcerias já existentes e promover seus vinhos e espumantes, além de seus atrativos turísticos. Isso porque a feira, uma das mais importantes do setor da América Latina, reúne compradores nacionais e internacionais, importadores, distribuidores, atacadistas, varejistas, sommeliers e jornalistas especializados. Integrando roteiros enoturísticos, estas vinícolas fazem parte de diversas associações de produtores – Aprovale, Asprovinho, Altos Montes, Afavin e Aprobelo, contemplando oito municípios da Serra Gaúcha. A maioria delas é de pequeno porte e 14 estão vivendo esta experiência pela primeira vez com a expectativa de fazer novos contatos que gerem novos negócios.

A ação na Wine South America destaca não só a força da vitivinicultura regional, mas também a visão cooperativa da Sicredi Serrana, que mantém um compromisso global que beneficia mais de 20 rotas, além de entidades parceiras como o SEGH (Sindicato Empresarial de Gastronomia e Hotelaria Região Uva e Vinho), Consevitis-RS (Instituto de Gestão, Planejamento e Desenvolvimento da Vitivinicultura do Estado do Rio Grande do Sul), ABE (Associação Brasileira de Enologia) e ABS-RS (Associação Brasileira de Sommeliers). A Sicredi Serrana está presente em 28 municípios na Serra Gaúcha e Vale do Caí e na região metropolitana do Espírito Santo. São mais de 200 mil associados e 847 funcionários.

SICREDI SERRANA NA WINE SOUTH AMERICA

Associações e vinícolas beneficiadas

  • Aprovale – 08 (Vale dos Vinhedos – Bento Gonçalves, Garibaldi e Monte Belo do Sul)
  • Asprovinho – 05 (Pinto Bandeira)
  • Altos Montes – 16 (Flores da Cunha e Nova Pádua)
  • Afavin – 07 (Farroupilha)
  • Aprobelo – 06 (Monte Belo do Sul)

Outros espaços Área compartilhada om a Wine South America – 09 vinícolas

Espaço Vinhos Gaúchos do Sebrae – 25 vinícolas





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Produtores brasileiros de frutas participam de missão comercial à China


Entre os dias 12 e 19 de maio de 2025, a cidade de Xangai, na China, receberá uma comitiva de produtores brasileiros de frutas frescas durante a missão comercial do projeto Frutas do Brasil, promovido pela Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). A ação faz parte das estratégias planejadas de prospecção e promoção de negócios no mercado asiático do referido projeto.

O principal objetivo da missão é ampliar e aprofundar o conhecimento sobre o mercado consumidor chinês, com foco especial nas cadeias do melão e da uva — frutas que já possuem autorização para exportação à China. O Brasil tem trabalhado ativamente para conquistar o mercado asiático, onde a China tem papel de destaque. Contudo, aquele mercado tem particularidades com relação às características dos produtos, das embalagens, da forma de negociar, das opções logísticas, entre outras, que precisam ser entendidas para o desenvolvimento de uma estratégia comercial que conquiste importadores e consumidores.

A missão à China inclui uma visita a SIAL CHINA 2025, feira internacional de alimentos muito importante que ocorre em Xangai, além de encontros com empresas importadoras, centros atacadistas de frutas na região, estabelecimentos de varejo e com empresários de vários elos dentro da cadeia de suprimentos do setor de frutas e derivados.

Conectando o campo brasileiro ao mundo

Hoje, o Brasil é um dos maiores produtores de frutas do mundo e, apesar de estar na 24ª posição em exportação, o Brasil envia frutas para mais de 120 países. Em 2024, as exportações de frutas frescas brasileiras superaram US$ 1,2 bilhão, com destaque para melão, manga, limão, uva, mamão, melancia e abacate.

A missão à China representa um passo estratégico para consolidar o Brasil como fornecedor de frutas frescas e derivados para Ásia, conectando o campo brasileiro ao mundo com qualidade, sustentabilidade e inovação.





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Prorrogado prazo para submissão de trabalhos no CBSoja



Evento acontece entre 21 e 24 de julho




Foto: RRRufino/Arquivo Embrapa

O X Congresso Brasileiro de Soja (CBSoja) e o Mercosoja 2025, a serem realizados de 21 a 24 de julho de 2025, em Campinas (SP), prorrogaram o prazo para a submissão trabalhos técnico-científicos para o dia  12 de maio. Os trabalhos serão recebidos na forma de resumos e a apresentação será em pôster, em sessão previamente definida na programação técnica do evento. O autor principal ou apresentador deverá estar presente no local, ao lado do seu pôster físico, para esclarecimento de dúvidas, em horário definido na programação. Serão aceitos trabalhos em português, espanhol ou inglês. Acesse o site cbsoja.com.br/resumos para conferir as normas.

CBSoja –  O Congresso Brasileiro de Soja (CBSoja) é um evento promovido pela Embrapa Soja, unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura e Pecuária. Considerado o maior fórum técnico-científico da cadeia produtiva da soja na América do Sul, reúne renomados especialistas nacionais e internacionais de vários segmentos ligados ao complexo soja, uma das maiores cadeias produtivas do agro brasileiro.

Com o tema, 100 anos de soja no Brasil: pilares para o amanhã, a expectativa é reunir cerca de 2 mil congressistas, entre pesquisadores, profissionais do agronegócio, produtores e acadêmicos. Além de promover a discussão de grandes temas que envolvem a agregação de valor, a intensificação e a inclusão produtiva sustentável, o CBSoja será um momento para reunir a cadeia de valor da cultura da soja e facilitar a integração e o intercâmbio de conhecimentos.

SERVIÇO

EVENTO: X Congresso Brasileiro de Soja (CBSoja) e Mercosoja 2025

DATA: 21 a 24 de julho

LOCAL: Campinas (SP)

Inscreva-se aqui: cbsoja.com.br





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