domingo, março 29, 2026

Política & Agro

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Moagem de trigo cresce 3% no Brasil em 2024



Setor de trigo registra aumento de produção em 2024




Foto: Canva

A produção de farinha de trigo no Brasil registrou um crescimento de 3% em 2024, totalizando mais de 13,19 milhões de toneladas de grãos moídos no período. Os dados são da Pesquisa de Moagem de Trigo divulgada pela Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo), que apontou o processamento em 150 plantas industriais espalhadas pelo país. O aumento corresponde a 380.432 toneladas a mais que o volume processado em 2023.

De acordo com a Abitrigo, a destinação da farinha manteve os mesmos padrões de anos anteriores. “A panificação e as pré-misturas responderam por 30% do consumo da farinha produzida, enquanto a indústria de massas absorveu 15,4% e a indústria de biscoitos ficou com 11,9%”, informou a associação.

A pesquisa também destacou a dependência do trigo importado na produção nacional. Cerca de metade do trigo consumido no Brasil em 2024 foi importado. “As regiões Norte e Nordeste continuam sendo as mais dependentes do trigo vindo de outros países, com praticamente todo o volume processado nessas localidades proveniente de importações”, apontou o levantamento.





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Couve Manteiga mantém tradição nos pratos típicos


A couve, uma das hortaliças mais consumidas no Brasil, se destaca pelo valor nutricional e versatilidade na culinária. Rica em vitaminas A, C e K, além de Ferro, Cálcio e fibras, ela auxilia no bom funcionamento intestinal e na manutenção da saúde. Com diferentes aplicações gastronômicas, a hortaliça está presente em sucos, refogados, sopas, saladas e pratos típicos. A ISLA Sementes, maior empresa brasileira no setor de sementes de hortaliças, flores, ervas e temperos, oferece uma ampla variedade de sementes de couve para cultivo.

“A couve é uma hortaliça que se desenvolve muito bem nas regiões onde a temperatura é mais amena. Este clima frio contribui para a melhoria da textura e do sabor das folhas, deixando-as mais macias e agradáveis ao paladar. Além disso, as baixas temperaturas ajudam a reduzir a presença de pragas e doenças, favorecendo um desenvolvimento mais saudável”, afirma Marcos Zaparoli, agrônomo do Departamento Técnico da ISLA Sementes.

Entre as variedades disponíveis, a Couve Kale apresenta folhas crespas crocantes de coloração verde escura, indicada para consumo em saladas, sucos, sopas e na produção de chips. Já a Couve Chinesa, com textura cremosa e sabor levemente picante, é geralmente consumida cozida ou refogada, mas também pode ser utilizada crua em saladas. A Couve Manteiga, conhecida pelas folhas tenras, é amplamente usada em pratos tradicionais como feijoada, além de saladas e sucos. Outra opção é a Couve Mahara, com folhas pequenas, macias e sabor suave, cultivada como microverde e colhida entre 7 a 21 dias após o plantio, sendo ideal para cultivo doméstico.

Para o cultivo da hortaliça, é recomendado escolher a semente mais adequada ao clima da região. O desenvolvimento da couve ocorre melhor em locais com alta luminosidade, incluindo luz solar direta, mas com sombreamento parcial. O solo deve ser mantido úmido, porém sem encharcamento, e precisa ser bem drenado, fértil e adubado. Em vasos, a couve necessita de pelo menos 15 cm de profundidade em recipientes com 25 cm de diâmetro. Em canteiros, o espaçamento sugerido varia de 80 cm a 1 metro entre linhas e 50 cm entre plantas. As mudas devem ser transplantadas ao atingirem de 4 a 6 folhas e cerca de 10 cm de altura, preferencialmente no fim da tarde ou em dias nublados, com irrigação logo após o plantio.





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Oficina Técnica aborda “Implantação e manejo de pastagem perene de verão”


“Implantação e manejo de pastagem perene de verão” foi o foco da Oficina Técnica promovida pelo Sistema Faesc/Senar (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de SC e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural) e Sindicato Rural de Imaruí, em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Rural, Pecuário e Pesqueiro e a Epagri. A iniciativa fez parte da Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) Pecuária de Corte.

O evento, realizado na propriedade de Jailson de Souza na Comunidade Cangueri de Fora (Imaruí), reuniu cerca de 60 participantes. As atividades foram conduzidas pelo técnico de campo da ATeG, Alisson Cascaes Mendes.

De acordo com o supervisor técnico da ATeG Senar/SC, Pablo Henrique Ambrosio, o objetivo foi capacitar os produtores rurais sobre as melhores práticas para a implantação de pastagens, o que é crucial para garantir a sustentabilidade e produtividade no setor. Os especialistas compartilharam conhecimentos sobre técnicas de manejo que visam otimizar a qualidade forrageira, melhorar a eficiência na utilização dos recursos naturais e aumentar a rentabilidade das propriedades.

Durante a oficina, os participantes puderam vivenciar na prática as etapas do processo, desde a escolha das espécies forrageiras adequadas até as estratégias de manejo que garantem a longevidade das pastagens. O intercâmbio de experiências entre os produtores foi um dos pontos altos da saída de campo, criando um ambiente colaborativo para que todos pudessem aprender uns com os outros.

ASSUNTOS EM DESTAQUE

Entre os assuntos em destaque estiveram o manejo de implantação do capim tangola, o custo de implantação e manejo de condução; a análise bromatológica; o ajuste de dieta de acordo com a pretensão de ganho e também conforme a qualidade da pastagem.

O evento oportunizou, ainda, comparar a qualidade de outras tangolas com diferentes solos e manejos; bem como de diferentes espécies forrageiras; diferentes níveis de suplementação de acordo com os níveis nutricionais de cada pastagem e de cada condução de pastejo; além de avaliação de vigor de rebrota conforme a altura e pressão de pastejo.

PARCERIA ESTRATÉGICA

A supervisora regional do Senar/SC, Sueli Silveira Rosa, ressaltou que a parceria entre as instituições reforça a importância da colaboração entre diferentes setores para o desenvolvimento rural. De acordo com ela, essa união permite não apenas a troca de conhecimento, mas também o fortalecimento da rede de apoio aos produtores rurais locais.

O produtor e presidente do Sindicato Rural de Imaruí, Ariosvaldo Alves, também realçou a importância dessa cooperação para o sucesso da iniciativa. Ele afirmou que a atuação conjunta potencializa os resultados e garante que as demandas dos produtores sejam atendidas de forma eficiente, o que contribui para o crescimento da pecuária de corte.

AVALIAÇÃO POSITIVA

Os participantes da Oficina Técnica avaliaram de forma positiva as atividades. “Eventos como esse são fundamentais para nós, produtores. Aprender sobre novas técnicas e trocar experiências ajuda a melhorar nosso trabalho e garantir um futuro mais sustentável para nossas propriedades”, frisou um dos produtores presentes.  

PRÓXIMOS PASSOS

A ação marcou o início de uma série de atividades planejadas para promover o desenvolvimento sustentável no campo. A Secretaria de Desenvolvimento Rural, Pecuário e Pesqueiro continuará trabalhando em parceria com as instituições envolvidas para oferecer capacitações e suporte aos produtores.

ASSISTÊNCIA TÉCNICA E GERENCIAL

O presidente do Sistema Faesc/Senar, José Zeferino Pedrozo, enfatizou que desde 2016, a Assistência Técnica e Gerencial (ATeG), implementada com a parceria dos Sindicatos Rurais, já beneficiou inúmeros produtores. “Os resultados vão além de números. Temos orgulho de mencionar que inúmeras famílias hoje contam com uma gestão eficaz e melhoraram a produtividade e a qualidade de seus rebanhos. Além disso, tomam decisões mais estratégicas, baseadas em dados e orientações técnicas, conquistaram mais qualidade de vida e aumentaram a renda”.





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Colheita de caqui avança com boa qualidade



A colheita de caqui avança na região de Caxias do Sul




Foto: Pixabay

A colheita de caqui avança na região de Caxias do Sul, impulsionada pelas condições climáticas favoráveis, segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quarta-feira (30). Conforme o levantamento, os caquizeiros apresentam boa sanidade e os frutos chegam ao mercado com calibre, sabor e coloração adequados.

A variedade Fuyu, também conhecida como “chocolate branco”, registrou frutos de maior calibre nesta safra, mas com menor volume disponível para venda. “O descolamento do cálice, uma anomalia fisiológica, compromete parte da produção, tornando o caqui impróprio para comercialização e resultando no descarte ainda nos pomares”, informa o relatório.

A alta oferta da fruta reflete diretamente na queda dos preços, com a variedade Fuyu sendo comercializada a R$ 2,00 o quilo a granel. Em contrapartida, a produção de caqui Kioto está mais restrita, o que eleva o valor de mercado dessa variedade.

Alguns produtores, com o objetivo de prolongar o período de venda e buscar melhores preços, estão optando por armazenar os frutos em ambientes refrigerados. “Essa estratégia aumenta o custo de produção, mas permite o escalonamento da oferta no mercado”, destaca a Emater/RS-Ascar.





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Soja recua levemente enquanto na semana



Esse período é tradicionalmente caracterizado por alta volatilidade



Esse período é tradicionalmente caracterizado por alta volatilidade
Esse período é tradicionalmente caracterizado por alta volatilidade – Foto: Emerson Peres

Segundo informações da StoneX, as cotações da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) encerraram a semana passada com leve baixa, refletindo um cenário de incertezas comerciais e início da safra norte-americana. No fechamento do dia 2 de maio, o contrato com vencimento em julho ficou em 1.058 centavos de dólar por bushel, registrando queda de 0,1% em sete dias. Apesar da ausência de avanços concretos nas negociações entre Estados Unidos e China, o mercado reagiu positivamente aos recentes gestos diplomáticos entre as duas potências.

Nos próximos dias, a atenção dos investidores e agentes do setor estará voltada a dois fatores principais nos Estados Unidos. O primeiro é a expectativa de que o governo anuncie aumentos nos mandatos de mistura de biodiesel e diesel renovável, medida que pode impulsionar a demanda por óleo de soja. O segundo ponto de interesse é o avanço do plantio da nova safra americana de soja, que marca o início do chamado “mercado climático”.

Esse período é tradicionalmente caracterizado por alta volatilidade, pois o desempenho da safra depende fortemente das condições meteorológicas. Qualquer alteração climática significativa pode impactar a produtividade e, consequentemente, os preços internacionais da oleaginosa.

Diante desse cenário, o mercado deve manter um comportamento cauteloso, monitorando tanto os desdobramentos das negociações comerciais quanto o progresso do plantio nos EUA. Ambos os fatores terão papel central na definição da tendência dos preços da soja nas próximas semanas. As informações foram divulgadas nesta semana.

 





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Empresa tem maior taxa de conversão da história na Agrishow



40% de agricultores são novos no uso da irrigação


Foto: Divulgação

A Agrishow 2025 marcou um desempenho importante para a Valley, marca da Valmont, no que diz respeito à conversão de vendas e à ampliação do mercado de irrigação. De acordo com Vinicius Melo, diretor comercial da Valley, a empresa registrou a maior taxa de conversão da história na feira.

“Tivemos um incremento muito grande nas vendas. O grande destaque é que conseguimos uma bela porcentagem de negócios com recursos próprios. A taxa de conversão dos negócios fechados na feira já é a melhor da nossa história. Estamos falando em mais de 60% de taxa de conversão, ou seja, um pedido que entrou na feira já foi direto para fabricação”, afirma o diretor comercial.

Um dos dados mais relevantes da participação deste ano é o perfil dos compradores. “A procura por irrigação por pivô central foi muito grande. Cerca de 40% dos agricultores que atendemos na Agrishow são novos na irrigação. Normalmente, as compras são recorrentes, de produtores já irrigantes em busca de expansão. Isso mostra o quanto a irrigação vem ganhando força como prioridade dentro da porteira”, ressalta Vinicius Melo.

A procura é comprovada por pesquisas recentes. Um levantamento realizado pela Embrapa, com dados até outubro de 2024, que mostrou uma expansão de quase 300 mil hectares irrigados no Brasil em relação à última análise, feita em 2022, pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). De acordo com o levantamento atual, 2,2 milhões de hectares são irrigados por pivôs centrais no Brasil. Em 2022, a área correspondia a 1,92 milhão de hectares.

A Valley apresentou durante o evento uma série de soluções para ampliar o acesso à irrigação, como energia solar com baterias de armazenamento, automação digital com a nova plataforma AgSense 365®, e tecnologias voltadas à cana-de-açúcar, como o sistema limpa-trilhos e o PolySpan®, tubulação anticorrosiva para vinhaça.





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Cultivo protegido garante pimentão de qualidade



Pimentão tem baixa incidência de pragas, diz Emater




Foto: Pixabay

A produção de pimentão na região de Bom Princípio, no Vale do Caí, apresenta bom desenvolvimento e baixa incidência de pragas e doenças, segundo o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (30) pela Emater/RS-Ascar.

De acordo com o levantamento, os cultivos em ambientes protegidos garantem frutos de qualidade, com coloração e tamanho adequados para o mercado. “Os produtores seguem colhendo pimentões com boas características e sem grandes problemas fitossanitários”, informou a Emater/RS-Ascar.

O preço do pimentão permanece estável na região, variando entre R$ 45,00 e R$ 50,00 por caixa de 10 quilos, dependendo da cor e do tamanho dos frutos.





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Colheita de soja avança lentamente na Argentina



Na soja de segunda, 61% dos cultivos atingiram a maturidade fisiológica



Na soja de segunda, 61% dos cultivos atingiram a maturidade fisiológica
Na soja de segunda, 61% dos cultivos atingiram a maturidade fisiológica – Foto: United Soybean Board

Segundo dados divulgados pela Bolsa de Cereais de Buenos Aires (BCBA), a colheita de soja na Argentina alcançou 23,6% da área apta, após um avanço semanal de 9,1 pontos percentuais. Apesar do progresso, há um atraso de 12 pontos percentuais em relação ao mesmo período da safra anterior. O rendimento médio nacional está em 33 sacas por hectare, com resultados superiores ao esperado nas regiões de Córdoba, Entre Ríos e nos núcleos produtivos do Norte e Sul, especialmente para a soja de primeira. Com isso, a projeção de produção foi mantida em 48,6 milhões de toneladas.

Na soja de segunda, 61% dos cultivos atingiram a maturidade fisiológica e cerca de 79,7% dos lotes estão em condição de Normal a Excelente. Os primeiros lotes colhidos no Núcleo Norte superaram as expectativas, sugerindo que a colheita, embora atrasada, pode apresentar desempenho melhor do que o inicialmente previsto.

Quanto ao milho destinado à produção de grãos, a colheita avança em ritmo lento, priorizando a soja e aguardando melhores condições de umidade nas áreas afetadas por excesso hídrico no centro-sul de Buenos Aires. Até o momento, 31,3% da área nacional foi colhida, com rendimento médio de 82,1 sacas por hectare. Os plantios tardios devem começar a ser colhidos em meados de maio. A BCBA mantém a estimativa de produção em 49 milhões de toneladas, 2,6 milhões abaixo da safra anterior, compensada por bons rendimentos no centro e sul do país.

Já a colheita do girassol encontra-se praticamente finalizada, com 97,1% da área apta colhida. O rendimento médio nacional é de 23,4 sacas por hectare, mantendo a projeção de produção em 4,7 milhões de toneladas. A expectativa é que os trabalhos sejam concluídos nos próximos dias, dependendo das condições climáticas no sul de Buenos Aires e La Pampa.

 





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DF torna obrigatória a coleta de sangue em suínos selvagens abatidos


A medida tem como objetivo, entre outros, impedir a circulação de doenças; todos os javalis abatidos no DF por agentes de manejo deverão ter amostras de sangue coletadas e enviadas para análise laboratorial

O Governo do Distrito Federal, por meio da Secretaria da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF), publicou a Portaria nº 121 no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), tornando obrigatória a coleta de sangue em suínos asselvajados abatidos no território distrital. A medida tem como objetivo fortalecer a vigilância epidemiológica e garantir a biosseguridade da criação suína local, prevenindo a propagação da Peste Suína Clássica (PSC) e outras doenças de controle oficial. Atualmente, o Distrito Federal integra a Zona Livre para PSC com reconhecimento internacional.

De acordo com a portaria, todos os javalis abatidos no DF por agentes de manejo deverão ter amostras de sangue coletadas e enviadas para análise laboratorial. Caso não seja possível a coleta de todos os animais, a prioridade será dada aos mais velhos, considerados mais representativos da situação sanitária do grupo. As amostras deverão ser entregues nos escritórios de Defesa Agropecuária da Seagri-DF em até 48 horas, se refrigeradas, ou em até sete dias, se congeladas.

O secretário de Agricultura do Distrito Federal, Rafael Bueno, ressaltou a relevância da nova medida para a proteção da suinocultura local. “A proteção da produção suína do Distrito Federal é uma prioridade. Com essa iniciativa, a Seagri-DF reforça o compromisso com a vigilância sanitária e o controle de doenças, alinhando-se às diretrizes nacionais para monitoramento do javali. A coleta obrigatória de sangue dos javalis abatidos nos permite identificar riscos e agir preventivamente, garantindo a segurança sanitária e a sustentabilidade da suinocultura local.”

A subsecretária de Defesa Agropecuária, Danielle Kalkmann, reforçou a relevância da medida: “Nosso objetivo é conscientizar sobre a importância desse trabalho para a sanidade suína. Quanto mais amostras conseguirmos coletar, melhor poderemos criar estratégias eficazes de controle e prevenção de doenças que possam impactar a suinocultura ou representar risco à saúde pública. Algumas dessas doenças são zoonoses, ou seja, podem ser transmitidas para os seres humanos, o que reforça a necessidade de um acompanhamento rigoroso.”

Cadastro e treinamento

A portaria também estabelece que os agentes manejadores de javalis deverão estar cadastrados no Serviço Veterinário Oficial (SVO) e apresentar documentação comprobatória, incluindo identidade com CPF, comprovante de endereço e certificado de regularidade no Cadastro Técnico Federal do Ibama. Além disso, os agentes deverão passar por um treinamento ministrado por veterinários do SVO, que poderá ocorrer de forma presencial ou online.

A nova regulamentação também reforça a proibição do transporte de javalis vivos, determinando que os animais capturados durante as ações de controle sejam abatidos no próprio local. A portaria exige ainda a notificação imediata de qualquer avistamento de javalis doentes ou mortos. O descumprimento das novas regras poderá resultar em penalizações, conforme previsto na legislação vigente.

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Fonte:

Agência Brasílai





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Plantio de algodão atinge 21% da área nos EUA



Texas já semeou 25% da área de algodão




Foto: Canva

O plantio de algodão nos Estados Unidos alcançou 21% da área estimada de 3,99 milhões de hectares, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (5) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). O avanço semanal foi de seis pontos percentuais.

De acordo com o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), o ritmo da semeadura está dois pontos percentuais atrás do registrado na safra passada, mas um ponto acima da média dos últimos cinco anos.

No Texas, estado que concentra a maior área cultivada, o plantio já cobre 25% da área prevista. “As atenções agora se voltam para as condições climáticas, uma vez que o volume de chuvas, especialmente no Texas, tem favorecido o desenvolvimento das lavouras”, informou o Imea.

O Serviço Nacional de Meteorologia (NOAA, na sigla em inglês) indicou que a previsão para as próximas semanas aponta a continuidade de chuvas em algumas regiões produtoras. “Caso o clima não comprometa o ritmo do plantio, espera-se uma boa produção nos Estados Unidos, o que poderá elevar a oferta mundial de algodão em pluma”, avaliou o Imea.





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