domingo, março 29, 2026

Política & Agro

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Uva Lumiar reduz 50% dos custos com mão de obra no campo



Embrapa lança uva sem semente que reduz custos




Foto: Divulgação

A Embrapa lançou no mercado a BRS 54 Lumiar, uma nova cultivar de uva branca sem semente que promete reduzir em 50% os custos com mão de obra no manejo dos cachos no Semiárido brasileiro. O manejo dos cachos representa cerca de 40% do custo total da mão de obra na produção de uvas de mesa.

A nova cultivar busca solucionar dois desafios do setor: a alta demanda de mão de obra para o manejo e a escassez de opções de uvas brancas sem sementes. A Embrapa afirma que a Lumiar “oferece potencial para impulsionar o segmento no País”.

Além da economia no campo, a Lumiar apresenta atributos sensoriais como bagas grandes e elípticas, textura crocante e macia, alto teor de açúcares, ausência de adstringência na película e acidez equilibrada ao final da maturação.

A BRS 54 Lumiar integra o portfólio de uvas de mesa sem sementes do programa de melhoramento genético “Uvas do Brasil”, coordenado pela Embrapa, para cultivo na região do Vale do Submédio São Francisco.

Segundo a Embrapa, “as cultivares estrangeiras de uvas sem sementes demandam, no mínimo, 50% a mais de mão de obra para a realização dessa prática” e geram outros custos aos produtores, como o pagamento de royalties por quilo de fruta vendida. Já as cultivares nacionais da Embrapa exigem apenas o pagamento pelas mudas, sem a cobrança dessas taxas.

João Dimas Garcia Maia, um dos pesquisadores da Embrapa responsável pelo desenvolvimento da nova cultivar, explicou que, “além de atender às exigências do mercado consumidor, que está cada vez mais exigente na escolha das frutas, uma nova cultivar de uva de mesa deve apresentar outras características determinantes”. Segundo ele, entre essas características estão “produtividade, tolerância ou resistência a doenças, presença de novos sabores e redução da necessidade de mão de obra para o manejo dos cachos”.

A Embrapa informa que, desconsiderando a pós-colheita, o custo da mão de obra na produção de uvas de mesa das cultivares tradicionais corresponde a cerca de 35% do custo total.





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Mandioca atinge 50% da colheita em São José do Hortêncio



A safra tem sido considerada normal em termos de produtividade




Foto: Canva

A colheita da mandioca atingiu 50% da área total em São José do Hortêncio, segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (08). Na região administrativa de Lajeado, os trabalhos de limpeza das áreas seguem em andamento. A safra tem sido considerada normal em termos de produtividade, sem registro de problemas fitossanitários relevantes.

Em Cruzeiro do Sul, a cultura está em plena colheita, com produtividade média de 14 toneladas por hectare, valor considerado normal para o município. De acordo com a Emater, “no geral, a cultura apresenta boa sanidade e rendimento”. O preço médio recebido pelo produtor é de R$ 20,00 por caixa de 22 quilos.

Na região administrativa de Santa Rosa, os cultivos encontram-se na fase de acúmulo de reservas, mas vêm sendo afetados pela irregularidade das chuvas. A mandioca com casca está sendo comercializada entre R$ 3,00 e R$ 4,00 por quilo, enquanto a mandioca descascada e embalada varia de R$ 5,00 a R$ 7,00 por quilo. Alguns produtores realizaram o controle de sugadores, principalmente mosca-branca.

A Emater informou que no dia 30 de abril foi realizado um dia de campo em São Paulo das Missões, com a presença de cerca de 100 pessoas.





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Equipamentos para pastagem aumentam eficiência no campo



A mecanização das pastagens também tem impacto sobre a sustentabilidade


Foto: Canva

Os equipamentos voltados para o manejo de pastagens vêm garantindo maior eficiência e economia de tempo para os agricultores. De acordo com técnicos do setor, o uso de máquinas específicas para corte, manejo e distribuição de pasto permite reduzir significativamente o tempo dedicado às atividades diárias no campo.

Segundo estudos internos, a produtividade no manejo de pastagens mecanizadas pode superar em até 40% os resultados obtidos com métodos manuais. Além de economizar tempo, os equipamentos contribuem para uma maior uniformidade do pasto e melhor aproveitamento da área.

Enquanto o manejo manual demanda, em média, 8 horas de trabalho por hectare, o uso de equipamentos adequados reduz esse tempo para cerca de 5 horas. Essa diferença reflete diretamente nos custos operacionais e na disponibilidade da mão de obra para outras atividades da propriedade.

Os produtores que adotaram as tecnologias destacam ainda a durabilidade e a versatilidade dos equipamentos. O investimento inicial é compensado pela redução de gastos ao longo das safras e pela maior eficiência nas operações.

A mecanização das pastagens também tem impacto sobre a sustentabilidade, ao permitir um melhor controle da altura do pasto e evitar o subpastoreio ou superpastejo, práticas que comprometem a qualidade da área ao longo do tempo.





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Itaú BBA: Estiagem pode se repetir e comprometer floradas na safra de café…


Condições climáticas desfavoráveis podem afetar o desenvolvimento vegetativo das lavouras e impactar a produção

Após um período de chuvas bem distribuídas em dezembro e janeiro, as principais regiões produtoras de café do Brasil enfrentaram precipitações irregulares e temperaturas elevadas em fevereiro e na primeira quinzena de março. Esse quadro pode afetar o enchimento dos grãos da safra atual, provocar escaldadura em folhas e frutos e comprometer o desenvolvimento das lavouras para o próximo ciclo.

“Em 2024, as chuvas nas regiões de arábica e conilon cessaram já em março, seguidas de até sete meses de seca, com retorno efetivo das precipitações apenas em outubro. A grande questão agora é saber se esse padrão se repetirá ou se a estiagem será mais curta, o que será determinante para a condição das lavouras na primavera, período das floradas”, explica Cesar de Castro Alves, gerente da Consultoria Agro do Itaú BBA.

A projeção do banco para a safra 2025/26 indica uma queda de 10% na produção de café arábica, que deve recuar de 45,4 milhões para aproximadamente 41 milhões de sacas. Já o café robusta deve crescer 12%, atingindo um recorde de 23,5 milhões de sacas. Com isso, a produção total do Brasil deve alcançar 64,4 milhões de sacas, um recuo de 3% em relação ao ciclo anterior.

No cenário global, esse resultado pode apertar o balanço entre oferta e demanda. Atualmente, a safra 2024/25 apresenta um superávit de 6,8 milhões de sacas, mas a projeção para 2025/26 aponta para um possível déficit de 400 mil sacas, considerando que a produção dos demais países se mantenha estável.

Outro fator de incerteza é o consumo global. O crescimento de 3% estimado pelo USDA para 2024/25 pode não se repetir diante do impacto do repasse de preços ao consumidor final. Caso a demanda desacelere, o déficit projetado pode se transformar em um leve superávit de 3 milhões de sacas, ainda abaixo do excedente registrado no ciclo atual.

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Leite em pó sobe 2,51% no mercado goiano



Preços dos lácteos goianos fecham abril estáveis




Foto: Pixabay

Foi publicado nesta segunda-feira (5), no site da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), o Boletim de Mercado do Setor Lácteo Goiano, elaborado pela Câmara Técnica e de Conciliação da Cadeia Láctea de Goiás. A edição de abril de 2025 aponta estabilidade nos preços médios da cesta de derivados, resultado de ajustes pontuais entre os produtos analisados.

Segundo o boletim, o leite em pó integral apresentou o maior crescimento do mês, com alta de 2,51%. O leite condensado também teve valorização, de 0,65%. “A recuperação de preços nesses itens indica uma retomada gradual da demanda e reforça a importância do monitoramento contínuo realizado pela Câmara Técnica”, informou o documento.

Em contrapartida, alguns produtos registraram queda. O creme a granel teve recuo de 3,38%, o queijo muçarela caiu 2,58% e o leite UHT integral registrou baixa de 0,58%. Mesmo com essas variações, a média geral da cesta permaneceu estável.

A Câmara Técnica avalia que o equilíbrio entre produção, indústria e consumo foi mantido no mês. O boletim destaca que o acompanhamento regular dos indicadores de mercado segue essencial para orientar os agentes da cadeia produtiva.





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governo atualiza lista de produtos com bônus em maio


Ampliar a segurança econômica de quem planta e colhe é o principal objetivo das atualizações promovidas pelo Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar (PGPAF), que divulgou a nova lista de produtos com direito ao bônus neste mês de maio. O documento foi publicado nesta sexta-feira (9) no Diário Oficial da União, com base nos preços de mercado pesquisados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Entre os produtos contemplados estão o arroz longo fino em casca, produzido em Mato Grosso; o mel da Bahia; o feijão caupi do Maranhão; e o feijão comum colhido no Paraná. Por outro lado, deixam de receber o benefício itens como banana (Alagoas), batata (Goiás), batata-doce (São Paulo), cebola (Rio Grande do Sul), feijão (Distrito Federal), feijão caupi (Amapá) e mel de abelha (Paraíba e Piauí), em razão da recuperação dos preços de mercado.

O PGPAF garante um bônus de desconto no financiamento junto ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Segundo o programa, “em períodos de baixa nos preços, os agricultores familiares podem utilizar o benefício como alívio direto nas parcelas do financiamento, contribuindo para a sustentabilidade das atividades no campo”.

Além do arroz e do feijão, a nova lista inclui produtos como açaí (Acre), banana (Ceará), batata (Rio Grande do Sul), cará/inhame (Paraná), castanha-de-caju (Bahia, Ceará, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte), cebola (Paraná, Santa Catarina), erva-mate (Santa Catarina), feijão (Rio Grande do Sul, Santa Catarina), feijão caupi (Bahia, Maranhão, Mato Grosso, Tocantins), juta/malva (Amazonas), manga (Bahia), maracujá (Bahia, Minas Gerais), mel de abelha (Bahia, Rio Grande do Norte, Sergipe, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul), raiz de mandioca (Espírito Santo, Rio de Janeiro) e trigo (Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul).

A portaria com os percentuais de bônus e os preços de garantia foi divulgada pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), responsável por repassar as informações aos agentes financeiros. O benefício passa a valer a partir de 10 de maio, com vigência até 9 de junho.





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Morango tem bom rendimento e doença exige atenção



Morango tem bom desenvolvimento no Rio Grande do Sul




Foto: Embrapa

O Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (8) apontou que o tempo seco e ensolarado, com noites frias, favoreceu o desenvolvimento da cultura do morango na região administrativa de Caxias do Sul. “Já se verifica satisfatória carga de frutos em muitas lavouras, o que prenuncia colheitas fartas”, informa o boletim.

A ausência de chuvas significativas reduziu a umidade do ar, o que estimulou a ocorrência de oídio em várias áreas. A doença exige atenção dos produtores, que estão adotando as medidas habituais de controle. O volume de frutos colhidos aumentou ligeiramente em relação à semana anterior. Os preços recebidos pelos produtores permaneceram estáveis, variando entre R$ 15,00 e R$ 28,00 o quilo na venda direta ao consumidor. Para CEASAs, intermediários e mercados, os valores ficaram entre R$ 15,00 e R$ 20,00 o quilo.

Na região de Pelotas, há produção de variedades de dias neutros, mas os frutos estão pequenos. Os preços permanecem estabilizados, apesar do aumento na procura. Os produtores seguem recebendo mudas, especialmente importadas, e realizam o transplante para as lavouras. Os que cultivam diretamente no solo estão dedicados ao preparo dos canteiros para o plantio e à poda de limpeza nas plantas que produzem pelo segundo ano. As condições climáticas têm sido favoráveis ao desenvolvimento das mudas transplantadas, garantindo a sanidade e o vigor das plantas.

Na região de Santa Rosa, as variedades de dias curtos plantadas neste ano já iniciaram a floração. As variedades de dias neutros permanecem em fase vegetativa e emissão de estolões.





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Mercado do milho segue movimentado


A oferta está encolhendo e os produtores recuam nas vendas de milho no Rio Grande do Sul, segundo informações da TF Agroeconômica. “Para entregas no mês de maio, os pedidos no interior do estado variam entre R$ 70,00 e R$ 74,00 por saca. As referências regionais estão em R$ 69,00 em Santa Rosa, Ijuí e Seberi; R$ 70,00 em Não-Me-Toque, Marau e Gaurama; R$ 71,00 em Arroio do Meio e Lajeado; e R$ 72,00 em Montenegro. O preço se mantém em R$ 63,00 por saca em Panambi”, comenta.

O mercado de milho em Santa Catarina continua com movimento lento, no Planalto Norte, a diferença entre os preços pedidos e os valores ofertados tem dificultado a concretização dos negócios. “No porto, mantém os valores de R$ 72,00 para entrega em agosto com pagamento em 30/09 e de R$ 73,00 para entrega em outubro com pagamento em 28/11. As cooperativas locais seguem pagando R$ 69,00 em Papanduva, R$ 70,00 em Campo Alegre e R$ 71,00 para o oeste do estado e a região serrana”, completa.

A colheita da safrinha se aproxima com boas expectativas no Paraná. “No Norte Central, a baixa foi de 1,27%, com a saca negociada a R$ 67,07. Nos Campos Gerais, o milho disponível para entrega imediata segue cotado em torno de R$ 76,00 FOB, embora alguns vendedores ainda testem valores próximos a R$ 80,00. Para entrega em junho, com pagamento no fim do mês, os negócios estão sendo fechados na faixa de R$ 73,00 CIF para a indústria”, indica.

O mercado segue lento e com preços em queda no Mato Grosso do Sul. “O mercado spot de milho no Mato Grosso do Sul continua operando de forma lenta, com oferta limitada e compradores cautelosos diante da proximidade da colheita da segunda safra. Em várias regiões, os preços recuaram, com destaque para Chapadão do Sul e São Gabriel do Oeste, onde a saca foi negociada a R$ 56,00. Em Ponta Porã e Sidrolândia, o milho apareceu a R$ 58,00, enquanto em Maracaju o valor foi de R$ 59,00. Já em Dourados, Campo Grande e Caarapó, os preços permaneceram estáveis em R$ 60,00”, conclui.

 





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Mercado global da soja recua à espera de relatório do USDA



Clima favorece safra nos EUA e derruba cotações da soja no mercado internacional




Foto: United Soybean Board

As cotações internacionais da soja encerraram a semana em queda na Bolsa de Chicago, refletindo a combinação de um clima favorável nos Estados Unidos e dificuldades logísticas na Argentina. Segundo informações divulgadas pela Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário – CEEMA, o contrato da oleaginosa para o primeiro mês cotado fechou na quinta-feira (08/05) a US$ 10,36/bushel, abaixo dos US$ 10,40 registrados na semana anterior.

O mercado aguarda com expectativa o relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), previsto para 12 de maio, que trará as primeiras projeções para a safra 2025/26. Até o dia 4 deste mês, o plantio norte-americano da soja atingia 30% da área esperada, acima da média histórica de 23%. Desse total, 7% das lavouras já haviam germinado.

Na Argentina, o cenário é oposto. A colheita segue atrasada devido às chuvas, com apenas 25% da área colhida até o início de maio — nove pontos percentuais atrás do ano passado. Mesmo assim, o Ministério da Agricultura do país mantém a estimativa de produção em 49 milhões de toneladas.

A queda nos preços também foi influenciada pelo recuo nos prêmios de exportação e pela valorização do real frente ao dólar. Os prêmios de maio em Paranaguá caíram para US$ 0,35/bushel, enquanto o dólar flertou com R$ 5,60 durante a semana, chegando a R$ 5,74 na quinta-feira (08).

Enquanto isso, a exportação brasileira de soja segue em ritmo forte. A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) estima embarques de 12,6 milhões de toneladas em maio, número apenas ligeiramente inferior ao registrado no mesmo mês de 2024. Segundo a CEEMA, o quadro geral ainda aponta para estoques finais brasileiros em 4,6 milhões de toneladas, favorecendo a continuidade das exportações, principalmente diante das incertezas comerciais entre Estados Unidos e China.





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Milho transgênico avança na China e pode reduzir importações do cereal


O mercado internacional do milho encerrou a semana em baixa, pressionado por boas condições climáticas nos EUA e projeções de menor demanda chinesa. Conforme análise da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário – CEEMA, o milho fechou na Bolsa de Chicago, na quinta-feira (08/05), a US$ 4,39/bushel, queda frente aos US$ 4,63 da semana anterior.

A China está promovendo uma transformação em sua política agrícola ao ampliar a área destinada ao cultivo de milho transgênico. A área pode subir para 3,3 milhões de hectares em 2025, o que representa um aumento de quatro a cinco vezes em relação ao ciclo anterior. A medida visa fortalecer a segurança alimentar no país e pode reduzir as importações do cereal.

Em 2024, os Estados Unidos forneceram 15% das importações chinesas de milho. Com a expansão do milho geneticamente modificado, espera-se que a dependência do mercado internacional diminua, ao menos parcialmente. Atualmente, o milho transgênico representa apenas 7% da área semeada na China, contra 90% nos EUA e Brasil.

Nos Estados Unidos, o plantio segue em linha com a média histórica. Até 04/05, 40% da área prevista havia sido semeada, contra média de 39%. Cerca de 11% das lavouras já haviam germinado.

Enquanto isso, as exportações brasileiras de milho em abril totalizaram 178,3 mil toneladas, alta de 170% na comparação com o mesmo mês de 2024, impulsionadas pela guerra comercial entre EUA e China. No entanto, o preço médio caiu 23,8%, ficando em US$ 274,30/tonelada.

A CEEMA também destaca que a estimativa de produção nacional de milho no Brasil foi elevada para 132,4 milhões de toneladas pela consultoria StoneX, sendo 104,3 milhões referentes à segunda safra. Esse aumento na oferta global também contribui para a pressão sobre os preços internacionais.





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