domingo, abril 26, 2026

Política & Agro

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Como o milho encerrou a semana?


O mercado do milho do estado do Rio Grande do Sul permanece congelado, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Nas indicações, manutenção: Santa Rosa a R$ 69,00; Não-Me-Toque a R$ 69,00; Marau e Gaurama R$ 70;00 Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 71,00 e Montenegro a R$ 72,00. Vendedores a partir de R$ 70,00 no FOB interior e R$ 72,00 CIF fábricas. Não ouvimos sobre negócios realizados no dia de hoje”, comenta.

Com altas no frango, frigoríficos se animam e saem às compras no oeste de Santa Catarina. “Produtores com pedidas a partir de R$ 72,00 FON interior, e em preços tributados, a partir de R$ 75,00, em que compradores hoje indicam a partir de R$ 70,00 no interior e R$ 72,00/73,00 CIF fábricas. Negócios a R$ 704,00/75,00 no CIF meio oeste mais impostos, em pelo menos 10 mil tons. Ao oeste, ao menos 5 mil tons também foram relatadas por nossos correspondentes, entre preços de 74/75/75,50, a depender do prazo. Estima-se, entre rumores, que por aqui tenham rodado hoje 30 mil toneladas”, completa.

O Paraná viu preços de R$ 65,00 a saca CIF no norte do estado. “Mercado sem negócios. No porto, indicações a R$ 63,00 set/65,00 nov/64,00 dez. No norte, indicações a R$ 64,00 (+1,00); Cascavel a R$ 61,00; Campos Gerais R$ 69,00; Guarapuava a R$ 67,00; Londrina R$ 65,00 (+1,00). Preços balcão no sudoeste e oeste a R$ 54,00, e norte a R$ 57,00. Ao sudoeste, 3 mil tons saíram ao preço de R$ 57,00, na retirada imediata e pagamento em 30 dias, para uma fábrica de ração local”, indica.

O estado do Mato Grosso do Sul teve indicações entre R$ 52,00 a R$ 55,00. “Em Maracaju, indicações de R$53,00 (+1,00);Dourados aR$ 54,00 (+R$1,00); Naviraí R$ 54,00 (-R$ 1,00) e São Gabriel a R$ 49,00. Produtores iniciam ofertas FOB a R$ 52,00 com maior parte das pedidas concentradas em R$ 55,00, base interior. Negócios em ritmo lento, com produtores iniciando pedidas a R$ 55,00 no FOB, e indicações nos portos a partir de R$ 70,00”, informa.
 





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Exportação de milho em alta demanda


Na China, o mercado de milho teve queda pelo quarto dia consecutivo




De acordo com a consultoria, no mercado argentino, o milho para entrega imediata foi cotado a 175 mil pesos por tonelada
De acordo com a consultoria, no mercado argentino, o milho para entrega imediata foi cotado a 175 mil pesos por tonelada – Foto: Freepik

Os prêmios de exportação de milho em Paranaguá registraram aumento na demanda, com compradores se mostrando ativos para entregas em dezembro e janeiro, conforme informa a TF Agroeconômica. No entanto, a oferta de vendedores segue escassa, evidenciando um desequilíbrio no mercado. Para novembro, os prêmios base para Paranaguá variaram de 127 SC a 140 SV, enquanto para dezembro e janeiro os valores foram de 108 SC e 95 SV, respectivamente. Já para julho/agosto, as cotações se mantiveram em 95 SV.

Na China, o mercado de milho teve queda pelo quarto dia consecutivo, com as cotações recuando 8 CNY/t para novembro e 5 CNY/t para janeiro. O amido de milho seguiu a mesma tendência, registrando baixa de 5 CNY/t em novembro e 8 CNY/t em janeiro. Em contrapartida, os preços dos ovos apresentaram alta de 63 CNY/500kg para outubro, mas caíram 2 CNY/500kg para novembro. No mercado de suínos, houve um recuo de 15 CNY/t para novembro, refletindo a tendência geral de queda nos preços de commodities.

De acordo com a consultoria, no mercado argentino, o milho para entrega imediata foi cotado a 175 mil pesos por tonelada, uma redução de 5 mil pesos em comparação à rodada anterior. Apesar dessa queda, há expectativa de melhora nos preços. Para entregas entre novembro e dezembro, os valores subiram 3 mil pesos, alcançando 178 mil pesos por tonelada. No mercado futuro, o MATBA registrou uma oscilação para US$ 186,00 por tonelada no porto para abril, uma leve queda em relação ao valor anterior de US$ 187,00. Em Chicago, as cotações fecharam em US$ 160,53 por tonelada.
 





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Volatilidade no mercado de trigo: Oportunidades e riscos


Os fatores de baixa incluem a agressividade russa no mercad




Entre os fatores que podem elevar os preços do trigo, destacam-se as boas exportações americanas
Entre os fatores que podem elevar os preços do trigo, destacam-se as boas exportações americanas – Foto: Mateus Zardin

De acordo com informações da TF Agroeconômica, o mercado de trigo está passando por um período de volatilidade, influenciado por ações russas e condições climáticas. A recente intervenção do governo russo, que estabeleceu preços escalonados para o trigo exportado, gerou uma queda inicial nos preços, mas a expectativa é de que essa queda seja temporária, com efeito até, no máximo, novembro. A recomendação da TF Agroeconômica é que investidores aproveitem a oportunidade para estabelecer ordens de compra em níveis mais baixos, acreditando em um potencial de alta a médio e longo prazo, caso o mercado recupere após o impacto inicial.

Entre os fatores que podem elevar os preços do trigo, destacam-se as boas exportações americanas, que atingiram 504,1 mil toneladas na semana, superando as expectativas do mercado. No Brasil, os problemas de qualidade nos trigos do Paraná e Rio Grande do Sul também são motivo de atenção, pois podem aumentar a demanda por importações de trigo argentino na próxima safra. Além disso, as exportações do Rio Grande do Sul, que pode produzir cerca de 4,2 milhões de toneladas, são determinantes para o comportamento dos preços no mercado interno, especialmente se as condições climáticas adversas continuarem afetando a qualidade do produto.

Por outro lado, os fatores de baixa incluem a agressividade russa no mercado, onde as chuvas recentes têm favorecido o plantio de trigo de inverno, aumentando a oferta. No Brasil, a pressão de preços se intensifica com o início da colheita no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, levando a uma queda nos preços observada no Paraná e no Rio Grande do Sul. Adicionalmente, o trigo argentino, mesmo com uma produção menor do que o esperado, mantém o menor preço FOB de exportação devido ao aumento do dólar no Brasil, mantendo sua competitividade no mercado internacional.





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Preço do milho chega a R$ 70/saca de 60 kg


Valor não é visto desde o dia 09 de janeiro





Foto: Agrolink

Segundo dados do boletim informativo do Cepea, os preços do miho seguem registrando alta. O Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Campinas – SP) está próximo de alcançar os R$ 70 por saca de 60 kg, valor não visto desde 9 de janeiro deste ano. Esse comportamento das cotações reforça a tendência de valorização no mercado interno, sustentada tanto pela demanda consistente quanto pela menor oferta momentânea. O milho tem se destacado como um dos produtos agrícolas de maior valorização em 2024.

As altas são atribuuidas á retração de vendedores e à necessidade de parte dos compradores ecompor os estoques. Ressaltam também que os aumentos de preços ocorrem mesmo diante do avanço da semeadura da safra verão e de previsões indicando chuvas na maior parte das regiões produtoras. Ao mesmo tempo, compradores se veem pressionados a recompor estoques, temendo dificuldades futuras em caso de oscilações climáticas ou aumento dos preços. Mesmo com o avanço da semeadura da safra de verão e previsões de chuvas abrangendo importantes regiões produtoras, a oferta limitada para negociação no curto prazo continua sustentando a alta nas cotações.

Apesar das pressões de curto prazo, o mercado também considera as boas expectativas para a próxima safra. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou recentemente uma projeção de produção total de milho para 2024/25 de 119,74 milhões de toneladas. Esse volume, se confirmado, representará um crescimento de 3,5% em comparação à safra 2023/24. A expansão é atribuída principalmente ao aumento da área plantada e à expectativa de maior produtividade, favorecida pela regularização das chuvas e pelo uso de tecnologias avançadas no campo.





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Mudanças climáticas intensificam presença de pragas


O aumento das temperaturas e a irregularidade das chuvas têm intensificado a presença de pragas nas lavouras brasileiras, exigindo dos agricultores novas estratégias de manejo. Segundo Felipe Biazola, gerente de produtos biológicos, esses fenômenos encurtam o ciclo de vida das pragas, aumentando o número de gerações dentro de uma mesma safra e provocando uma expansão geográfica significativa. “Regiões que antes não enfrentavam certos problemas, como a cigarrinha-do-milho, agora precisam lidar com essas ameaças, mesmo em climas mais frios”, alerta Biazola.

Clima e a aceleração dos ciclos de pragas

Segundo Biazola, o aumento das temperaturas e a irregularidade das chuvas são os principais responsáveis pela intensificação do problema. “As temperaturas elevadas encurtam o ciclo de vida das pragas, gerando mais gerações por safra e aumentando a população ao longo do ano”, explica. Em condições normais, o frio funciona como uma barreira natural, limitando a proliferação de muitas pragas.

Além disso, a expansão geográfica das pragas é outro fenômeno preocupante: “Regiões que antes não enfrentavam certas pragas agora estão suscetíveis devido ao aumento das médias térmicas”, comenta. Um exemplo citado foi a cigarrinha-do-milho, que, antes restrita a algumas áreas do Brasil, agora se espalha por todo o território, inclusive em regiões mais frias.

Chuvas irregulares e estresse das plantas

A escassez ou excesso de chuvas também interfere na resistência das culturas. “Com o estresse hídrico, as plantas se tornam mais vulneráveis a ataques de pragas, já que precisam dividir seus recursos entre o crescimento e a defesa”, destaca Biazola. Por outro lado, períodos de chuvas excessivas seguidos por estiagens afetam os predadores naturais das pragas, comprometendo o equilíbrio ecológico. “Esse desequilíbrio pode transformar pragas secundárias em problemas primários”, acrescenta.

Cigarrinha-do-Milho e Mosca-Branca: vetores de doenças

Entre as pragas emergentes, Felipe Biazola ressalta a importância de controlar a cigarrinha-do-milho e a mosca-branca. Ambas, além de causarem danos diretos, são vetores de doenças que impactam significativamente a produtividade. No caso da mosca-branca, a situação é mais complexa devido à sua capacidade de se hospedar em diversas culturas e plantas daninhas, o que facilita sua persistência entre safras.

Controle biológico como ferramenta fundamental

Questionado sobre as medidas preventivas, Biazola enfatiza a importância do manejo integrado e destaca o papel do controle biológico. “O controle biológico ajuda a manter as populações de pragas em níveis baixos, permitindo que o controle químico seja mais eficiente quando necessário”, esclarece. Ele também menciona a relevância do planejamento fitossanitário, desde a escolha de sementes até o escalonamento das janelas de plantio, para reduzir o impacto das condições adversas.

Felipe explica que a introdução de agentes biológicos no início do ciclo das pragas é uma estratégia eficaz. “Produtos biológicos à base de fungos, por exemplo, têm alta persistência no ambiente, agindo sobre as pragas adultas e inibindo a eclosão de novas gerações”, observa. Essa abordagem não apenas reduz a pressão inicial das pragas, mas também cria um ambiente favorável para o controle químico nos momentos críticos.

Pesquisa e inovação: o futuro do manejo agrícola

Para Felipe Biazola, a pesquisa é essencial para desenvolver soluções inovadoras diante das mudanças climáticas. “Estamos trabalhando na seleção de cepas de microrganismos mais resistentes a estresses térmicos e hídricos, além de aprimorar as formulações dos produtos para aumentar sua eficácia”, explica. A inovação também se estende à tecnologia de aplicação, com o objetivo de maximizar a exposição das pragas aos produtos biológicos e químicos.

“É fundamental integrar diferentes ferramentas e disciplinas, desde a biotecnologia das culturas até a tecnologia de aplicação, para alcançar um controle eficaz”, ressalta Biazola. A pesquisa, portanto, busca alinhar essas inovações para oferecer soluções mais resilientes e sustentáveis ao setor agropecuário.

Assista a entrevista na íntegra





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USDA informa venda de milho para destinos não revelados nesta 6ª


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O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) informou vendas de 126 mil toneladas de milho nesta quarta-feira (9). O volume é todo da safra 2024/25 para destinos não revelados. 

As vendas feitas no mesmo dia, para o mesmo destino e com volume igual ou superior a 100 mil toneladas devem sempre ser informadas ao departamento americano. 

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Por:

Carla Mendes | Instagram @jornalistacarlamendes

Fonte:

Notícias Agrícolas





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Link FDC – Ex-presidente do Fundecitrus se impressiona com atual estrutura da instituição


A recente visita de um ex-presidente do Fundecitrus é tema deste Link FDC


Foto: Fundecitrus

 

A recente visita de um ex-presidente do Fundecitrus é tema deste Link FDC. Osório de Almeida Costa presidiu a instituição entre os anos de 1986 e 1988, e em recente visita ele relata as mudanças que observou na instituição, tanto no aspecto físico quanto em relação à quantidade de profissionais que hoje atuam na empresa. Saiba mais acessando nosso site.





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Maior degustação de vinhos de uma safra do mundo é neste sábado em Bento Gonçalves


A representatividade da Safra 2024 será conhecida sábado, 19 de outubro, na 32ª Avaliação Nacional de Vinhos – Safra 2024. Os 800 apreciadores de 72 cidades brasileiras, além da Espanha e Uruguai, vão degustar ao mesmo tempo as 16 amostras selecionadas entre as 30% representativas da safra dentre um universo de 472 amostras inscritas por 67 vinícolas de sete estados brasileiros, além do Distrito Federal (Bahia 15, Distrito Federal 16, Goiás 01, Minas Gerais 03, Paraná 03, Rio Grande do Sul 408, Santa Catarina 08 e São Paulo 18).

Único no mundo, o evento segue seu propósito inicial de avaliar a safra, gerando ferramentas para viticultores, enólogos e viticultores seguiram aprimorando a produção nacional. Alinhada com as tendências de mercado e refletindo o desempenho da vitivinicultura brasileira, a Avaliação não é um concurso por não conferir medalhas, mas é uma radiografia do comportamento do setor. Reconhecida mundialmente pela sua legitimidade e relevância na promoção e divulgação do vinho brasileiro, a Avaliação Nacional de Vinhos avança pelo país reunindo amostras de diferentes regiões produtoras.

Reunindo agricultores, vinhateiros, enólogos, sommeliers e enófilos, o evento é uma grande confraternização, um ponto de encontro entre pessoas que têm em comum o gosto pelo vinho. O presidente da Associação Brasileira de Enologia (ABE), enólogo Ricardo Morari, acredita que esta edição tem um valor especial. “Estamos retomando o formato que construiu o nome da Avaliação. Aqui, as pessoas querem sim degustar a representatividade da safra em curso, mas querem também reencontrar amigos do vinho e fazer novas amizades em torno de uma bela taça. É um encontro festivo, de comemoração, em que a estrela é o vinho brasileiro, independente de marca comercial”, celebra.

A avaliação das 472 amostras foi realizada às cegas por 90 enólogos, em setembro, seguindo normas estabelecidas pela Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV). Com caráter 100% técnico, o processo selecionou os 30% representativos e destes as 16 amostras que serão degustadas pelo grande público. Somente no final do evento é que serão divulgadas as vinícolas. A exemplo de edições pré-pandemia, a Avaliação Nacional de Vinhos Safra 2024 esgotou os ingressos, repetindo o sucesso histórico.

OS COMENTARISTAS

1.          Ari Gorestein – Co-CEO e diretor de produtos de Víssimo Group – Brasil

2.          Bruno Sias Rodrigues – Sommelier – Brasil

3.          Bruno Vianna – Sommelier – Brasil

4.          Daniel Arraspide – Jornalista e sommelier – Uruguai

5.          Dionísio Chaves – Sommelier – Brasil

6.          José Ignacio Hernández – Enólogo – Espanha

7.          Lucia Porto – Jornalista e sommelier – Brasil

8.          Marcio Campos Dias – Jornalista – Brasil

9.          Mauricio Ceccon – Sommelier – Brasil

10.        Murillo de Albuquerque Regina – Engenheiro Agrônomo – Brasil

11.        Paula Theotonio – Jornalista e sommelier – Brasil

12.        Protásio Da Luz – Médico – Brasil

13.        Rosane Marchetti – Jornalista – Brasil

14.        Sara Bodowsky – Jornalista – Brasil

15.        Vanessa Stefani – Enóloga – Brasil

16.        Sorteado

SERVIÇO

O que? 32ª Avaliação Nacional de Vinhos – Safra 2024

Quando? 19 de outubro de 2024

Onde? Pavilhão E do Parque de Eventos de Bento Gonçalves

Ingressos pelo https://www.enologia.org.br/avaliacao-nacional-de-vinhos/inscricao-publico/

Promoção: Associação Brasileira de Enologia

FOTOS: JEFERSON SOLDI





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Fundecitrus discute desafios e conquistas da citricultura no Juice Summit, na Bélgica


Fundecitrus participou, nesta quarta e quinta-feira da edição do Juice Summit


Foto: Fundecitrus

O Fundecitrus participou, nesta quarta e quinta-feira (16 e 17), da edição 2024 do Juice Summit, realizado na Antuérpia, Bélgica. A conferência internacional é organizada pelas indústrias de sucos e oferece oportunidades de networking e discussão de temas importantes enfrentados pelos setores, incluindo tendências de mercado e de consumo, estratégias futuras, pesquisa e oportunidade de crescimento. O diretor-executivo do Fundecitrus, Juliano Ayres, participou da conferência e ministrou palestra dentro da sessão “Principais ameaças e novas abordagens para uma indústria de laranja saudável no Brasil”.

Ayres apresentou o cenário de desafio para a produção de citros diante da evolução do greening e dos impactos provocados pelas altas temperaturas no cinturão citrícola. Ele também traçou a evolução das pesquisas desenvolvidas pelo Fundecitrus em benefício da sustentabilidade da citricultura, atualizando o setor sobre os resultados promissores no desenvolvimento de laranjeiras repelentes ao psilídeo, vetor do greening, e a combinação delas com outros mecanismos para repelir e matar o inseto. “É uma oportunidade muito importante para a citricultura brasileira poder reunir-se nesse fórum global para compartilhamento de conhecimento com todos os participantes da indústria internacional. O greening é um desafio mundial que cobra união de todos os envolvidos. Por onde passou, devastou pomares! Não há cura. Mostramos, nesse fórum, que nossas pesquisas estão no caminho certo para a mitigação da pior doença do setor”, diz Ayres.

A abordagem sobre o tema também contou com a participação do pesquisador parceiro do Fundecitrus Leandro Peña, da Universidade Politécnica de Valência (Espanha), e do consultor Marcos Fava Neves, Professor da USP/Ribeirão Preto (SP) e da Harven Agribusiness School.





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