sexta-feira, abril 24, 2026

Política & Agro

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série de tufões compromete armazenamento de arroz



Tufão Man-Yi causa perdas de infraestrutura agrícola nas Filipinas




Foto: Divulgação

Segundo dados com o boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (26) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), uma sequência de eventos climáticos extremos tem afetado o Sudeste Asiático, com destaque para o tufão Man-Yi, que atingiu o norte das Filipinas, causando danos em uma das principais regiões produtoras de arroz do país. Esse foi o quarto tufão a atingir a área em menos de duas semanas, trazendo ventos de 105 nós e sendo classificado como um tufão violento pelo Centro Meteorológico Regional Especializado no Japão.

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Durante o período, a precipitação semanal na região chegou a 200 mm em alguns locais, acumulando 600 mm de chuva no mês devido à sequência de tempestades. Apesar de a maior parte do arroz da estação principal já ter sido colhida, perdas foram registradas devido aos danos em instalações de armazenamento.

Enquanto o norte das Filipinas enfrentava condições severas, o restante do país teve chuvas mais moderadas, com precipitações de até 50 mm, permitindo a manutenção de condições relativamente normais em outras áreas agrícolas.

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Na Malásia, chuvas torrenciais de até 400 mm na península interromperam a colheita de óleo de palma, embora não tenham causado impactos na produtividade. Já na Indonésia, as chuvas generalizadas em Java, variando de 25 a 300 mm, continuam sustentando o arroz da estação principal. A precipitação sazonal em Java está 115% acima do normal, refletindo uma melhoria significativa em relação ao início ruim da temporada chuvosa no ano passado.





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Carne suína mantém alta nos preços pelo quarto mês consecutivo


De acordo com o Agro em Dados, publicação da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Goiás, a valorização dos preços da carne suína segue pelo quarto mês consecutivo no Brasil, impulsionada pela oferta reduzida de animais para abate e pelo aumento da demanda, tanto no mercado interno quanto externo. Os meses de julho e agosto registraram cotações acima dos últimos quatro anos.

As exportações nacionais de carne suína mantiveram um ritmo acelerado, com agosto sendo o segundo melhor mês, após julho, tanto em volume embarcado quanto em valor arrecadado. Em relação ao mesmo período de 2023, houve crescimento de 4,5% no volume exportado e 9,2% na receita obtida.

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Goiás teve destaque nas exportações, ocupando a terceira posição no ranking nacional em agosto, com alta de 4,4% no volume e 15,9% no valor em comparação a agosto de 2023. Entre os principais destinos das exportações goianas estiveram Filipinas, Chile, China, Hong Kong e Japão.

O aumento da demanda pela proteína suína tem proporcionado melhores margens aos produtores, já que os preços estão mais valorizados em relação aos custos de produção, como milho e farelo de soja.

Segundo estimativas da Conab, a produção nacional de carne suína deve atingir 5,5 milhões de toneladas em 2025, representando um crescimento significativo no setor. A oferta para o mercado interno está projetada em 4,2 milhões de toneladas, um aumento de 1,1%, enquanto as exportações podem chegar a 1,27 milhão de toneladas, uma elevação de 3% em relação a 2024.





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Argentina registra avanço no plantio de milho e soja



Chuvas moderadas aliviam seca em áreas agrícolas da Argentina




Foto: Canva

Segundo dados com o boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (26) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), as chuvas registradas em regiões centrais da Argentina trouxeram alívio para áreas agrícolas afetadas pela seca, especialmente em Buenos Aires, La Pampa e Córdoba, onde os volumes variaram entre 10 e 75 mm. Essa precipitação foi essencial para aumentar as reservas de umidade do solo, favorecendo o milho e a soja emergentes, além dos grãos de inverno que ainda se encontram em fase de maturação.

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De acordo com o USDA, no entanto, áreas produtivas no sul de Santa Fé e no leste, até o Uruguai, receberam menos de 10 mm de chuva. Nessas regiões, o calor intenso do verão, com máximas entre 30°C e 35°C, elevou as taxas de evaporação, comprometendo parcialmente as condições do solo.

No norte da Argentina e no Paraguai, chuvas mais intensas, variando entre 10 mm e 100 mm em algumas localidades, sustentaram a umidade do solo, favorecendo o desenvolvimento de grãos de verão, sementes oleaginosas e algodão. As temperaturas altas, com picos entre 35°C e 40°C, contribuíram para o cenário sazonal esperado.

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Até 21 de novembro, o governo argentino reportou avanços no plantio de milho e soja, que atingiram 45% e 36% da área estimada, respectivamente. Girassóis e algodão avançaram em 85% e 25%, enquanto a colheita de trigo foi concluída em 29% das áreas, superando os 27% registrados no mesmo período do ano passado, conforme o boletim.





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Plantio de trigo de inverno chega a 97% da área estimada nos EUA



Plantio de trigo de inverno avança nos EUA




Foto: Canva

De acordo com o boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (26) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), o plantio do trigo de inverno para a safra de 2025 atingiu 97% da área planejada até o dia 24 de novembro. Esse percentual é igual ao registrado no mesmo período do ano passado, mas 1 ponto abaixo da média dos últimos cinco anos.

Durante a semana, os estados da Califórnia e Carolina do Norte registraram avanços superiores a 10 pontos percentuais no plantio. Das 18 principais regiões produtoras, 16 já concluíram ou estão próximas de finalizar o processo.

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Em nível nacional, 89% das áreas plantadas apresentaram emergência até o dia 24, um ponto percentual abaixo do registrado no mesmo período do ano passado, mas em linha com a média de cinco anos. O progresso foi especialmente em Arkansas, Califórnia e Carolina do Norte, onde a emergência avançou em 10 pontos percentuais ou mais na última semana.

Quanto à qualidade das lavouras, 55% da área plantada foi classificada como em boas a excelentes condições, um aumento de 6 pontos percentuais em relação à semana anterior e de 5 pontos em relação ao mesmo período do ano passado.





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Proposta de antecipação do vazio sanitário da soja ganha força no Paraná



A sugestão será encaminhada ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa)




Foto: Pixabay

Segundo o informado pela Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento Paraná, a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) promoveu, nesta quarta-feira (28), o fórum “Proposta de vazio sanitário e calendário de semeadura da soja – Safra 2025/26”, realizado no auditório do Sistema-Faep, em Curitiba. O encontro concluiu pela necessidade de antecipar em 12 dias o período do vazio sanitário na região Sudoeste do estado.

A sugestão será encaminhada ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) até 31 de janeiro de 2025 para avaliação e possível aprovação. Atualmente, os municípios do Sudoeste, classificados como Região 3, são os últimos a iniciar o período de vazio sanitário no estado. Com a proposta, a Região 3 começaria o período em 10 de junho de 2025, encerrando-se em 10 de setembro.

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De acordo com a Secretaria, o vazio sanitário é um período em que não se permite o cultivo ou manutenção de plantas vivas de soja no campo, visando combater o fungo Phakopsora pachyrhizi, causador da ferrugem asiática. Considerada a principal doença da soja, a ferrugem pode gerar graves impactos na produtividade e elevados custos de controle.

A Adapar é responsável pela fiscalização no Paraná, monitorando o cumprimento do vazio sanitário. Os produtores que não erradicarem as plantas vivas de soja durante o período estarão sujeitos a penalidades previstas na legislação.





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Agricultura familiar é tema central de oficina no Pará



O evento abordará os principais programas voltados ao setor




Foto: Nadia Borges

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estará presente em uma oficina destinada ao fortalecimento da agricultura familiar, nesta quinta-feira (27), no município de Capitão Poço, Pará. O evento, promovido na Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), abordará os principais programas voltados ao setor, como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), o Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF) e o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF).

O evento será dividido em dois períodos. Pela manhã, das 9h às 12h, serão debatidos o PAA e o PRONAF. Já à tarde, das 14h30 às 17h, a programação incluirá uma roda de conversa com foco especial na linha jovem do PNCF. Os analistas da Conab, Rodrigo Cunha e Solange Amaral, ministrarão palestras e realizarão capacitações para os participantes, conforme o informado pela Conab.

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Segundo a Conab, a oficina tem como principal objetivo capacitar agricultores familiares, técnicos e gestores municipais, promovendo maior acesso às políticas públicas. A expectativa é reunir mais de 100 pessoas, entre agricultores, lideranças locais, representantes de associações e cooperativas, órgãos públicos e estudantes da UFRA. O evento também contará com a participação da Embrapa, do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), além de instituições financeiras e de assistência técnica.

Na sexta-feira (28), a programação inclui uma visita às instalações da Cooperativa Mista de Produtores e Consumidores do Alto Guamá (COMPROSUM), no município de Ourém. A visita terá como objetivo discutir o programa Cozinha Solidária, iniciativa que visa ampliar o acesso a alimentos e promover o desenvolvimento sustentável. A participação da Conab reforça seu papel na implementação de políticas públicas voltadas à agricultura familiar e no fomento ao acesso a mercados institucionais. As ações em Capitão Poço e Ourém evidenciam o compromisso da instituição com o desenvolvimento rural sustentável e a inclusão produtiva na região.





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adubos impulsionam produção e qualidade



Utilização adequada desses insumos resulta não só em maior uniformidade


Foto: Divulgação

O uso de adubos especiais tem se mostrado cada vez mais essencial para o cultivo de hortaliças e frutas de alta qualidade. Desenvolvidos com fórmulas balanceadas de macro e micronutrientes, esses fertilizantes atendem às exigências nutricionais específicas de cada cultura, favorecendo o desenvolvimento saudável das plantas e garantindo uma produção mais uniforme.

Produtores de hortifrúti têm observado melhorias nas suas colheitas após a aplicação de adubos especializados. A utilização adequada desses insumos resulta não só em maior uniformidade dos frutos, mas também na redução das perdas durante a produção e no aumento do valor agregado dos produtos. A nutrição correta é fundamental para garantir que os produtos atendam aos elevados padrões de qualidade exigidos pelos mercados nacional e internacional.

Em um cenário de crescente demanda por hortaliças e frutas brasileiras, a eficiência dos adubos especiais tem sido apontada como um fator importante para manter a competitividade e a rentabilidade do setor. Com o aumento das exportações de hortifrutigranjeiros, o investimento em fertilizantes de alto desempenho surge como uma estratégia importante para garantir não apenas a sustentabilidade da produção, mas também a satisfação dos consumidores em diversos mercados.

Além de promover um aumento na produtividade, os fertilizantes especiais ajudam a melhorar a resistência das plantas a doenças e pragas, contribuindo para a sustentabilidade ambiental. A utilização desses insumos reduz a necessidade de tratamentos químicos, promovendo uma produção mais ecológica e segura para os consumidores.





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Produção de cana pode “encolher”



Muitos produtores enfrentam a perda de viveiros de mudas



Muitos produtores enfrentam a perda de viveiros de mudas
Muitos produtores enfrentam a perda de viveiros de mudas – Foto: Arquivo Agrolink

A produção de cana-de-açúcar no Brasil pode encolher até 20% até 2050, segundo estudo do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM). O aumento das temperaturas e a irregularidade das chuvas já impactam negativamente o setor, como observado na safra 2023/2024, marcada por secas e queimadas na região Centro-Sul. Esses eventos não apenas afetam o desenvolvimento das plantas, mas também agravam o desequilíbrio de pragas e doenças, comprometendo a produtividade dos canaviais.

Além disso, muitos produtores enfrentam a perda de viveiros de mudas, essenciais para a renovação das lavouras. Michel Fernandes, consultor agrícola, alerta que a falta de mudas sadias pode gerar perdas produtivas significativas e elevar os custos no longo prazo. Nesse cenário, o manejo eficiente e o planejamento adequado são imprescindíveis para mitigar os impactos climáticos.

Para auxiliar na recuperação dos canaviais, soluções tecnológicas como o Muneo® Biokit, da BASF, vêm ganhando destaque. Combinando ação inseticida, fungicida e biológica, o produto promove o crescimento das plantas e melhora a absorção de nutrientes e água, mesmo em condições climáticas adversas. Experimentos realizados no Triângulo Mineiro comprovaram sua eficácia em diferentes tipos de solo e condições de manejo.

“Os canaviais estão cada vez mais expostos a condições extremas, e nossa missão é oferecer soluções que ajudem os produtores a enfrentar essas mudanças com mais segurança. Com o manejo adequado, é possível maximizar o uso de recursos hídricos e do solo, com um ciclo de produção mais sustentável e eficiente”, afirma Maria Leticia Guindalini, Desenvolvimento de Mercado da BASF Soluções para Agricultura.

 





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Máquinas de pequeno porte facilitam manejo de hortifrúti



Novos modelos de máquinas oferecem alta precisão nas operações


Foto: Divulgação

A crescente demanda por maior eficiência no cultivo de hortaliças e frutas tem impulsionado o desenvolvimento de máquinas compactas e especializadas, adaptadas especificamente para as necessidades das pequenas e médias propriedades. Equipamentos como plantadeiras, pulverizadores e colhedoras, agora mais acessíveis e adaptáveis a áreas menores, estão transformando a dinâmica do manejo dessas culturas, otimizando o tempo de trabalho e reduzindo custos operacionais.

Esses novos modelos de máquinas oferecem alta precisão nas operações, o que resulta em uma aplicação mais eficiente de insumos, controle de pragas e colheita mais ágil, permitindo que os produtores alcancem ótimos resultados mesmo em espaços reduzidos. As máquinas compactas têm a capacidade de operar em pequenas áreas de forma altamente eficiente, o que representa uma vantagem significativa em termos de produtividade e redução de custos. Elas possibilitam que o produtor maximize os resultados sem comprometer a qualidade.

Em um cenário de aumento nos custos de mão de obra e maior exigência por produtividade e qualidade no campo, a mecanização na hortifruticultura tem se mostrado uma tendência crescente. O uso dessas máquinas é particularmente importante para atender à crescente demanda por alimentos frescos e saudáveis, especialmente para mercados mais exigentes, tanto no Brasil quanto no exterior. A agilidade proporcionada por esses equipamentos permite que o ciclo produtivo seja mais rápido e eficiente, o que é essencial para culturas que demandam cuidados diários e colheitas frequentes.

Especialistas apontam que a adoção de tecnologias de ponta no manejo das hortaliças e frutas também contribui para a sustentabilidade das lavouras. Máquinas mais precisas e eficientes ajudam a reduzir o desperdício de recursos naturais, como água e insumos, além de minimizar o impacto ambiental da produção. Em regiões onde a mecanização estava limitada por conta do tamanho das propriedades, a chegada dessas máquinas compactas tem sido uma verdadeira revolução, permitindo que mais produtores se beneficiem da modernização do campo.

Além disso, o uso dessas tecnologias no manejo de hortifrúti também tem impactos diretos na qualidade do produto final. A colheita realizada por máquinas avançadas reduz danos aos frutos, garantindo que o produto chegue ao mercado com a aparência e as características organolépticas esperadas pelos consumidores. Com isso, os produtores podem aumentar a competitividade no mercado, conquistando mais espaço no mercado interno e nas exportações.

 





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Preços da carne bovina seguem em alta


De acordo com a edição de novembro do Agro em Dados, publicação da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Goiás, em outubro de 2024, o mercado da carne bovina registrou um aumento expressivo nas cotações, reflexo de fatores como a escassez de animais prontos para abate e a demanda aquecida, tanto interna quanto externa. Desde junho, os preços vêm se elevando, impulsionados por uma recuperação lenta das pastagens, mesmo com o início das chuvas.

A baixa oferta de animais terminados, aliada a escalas curtas de abate nos frigoríficos, tem restringido a oferta de carne no mercado consumidor. Por outro lado, as exportações brasileiras seguem em alta, com destaque para o aquecimento da demanda internacional, que sustenta os preços.

Entretanto, no mercado doméstico, o preço elevado da carne bovina pode favorecer o consumo de proteínas mais acessíveis, como carne suína e de frango, nos próximos meses, conforme o boletim.

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No cenário internacional, o governo do Marrocos concedeu ao Brasil uma cota de 20 mil toneladas de carne bovina com isenção total de impostos. O país norte-africano, que já intensificava suas compras desde 2022, importou US$ 5,8 milhões da proteína brasileira entre janeiro e setembro deste ano. A medida pode fortalecer o comércio de produtos agropecuários brasileiros e beneficiar estados exportadores como Goiás, que já mantém relações comerciais com outros países africanos, como Egito e Argélia.

Segundo o Agro em Dados, a carne bovina brasileira enfrenta desafios para se adequar às normas europeias de rastreabilidade previstas para 2025. A legislação EUDR exige o controle total da cadeia produtiva, desde o nascimento dos animais. A China, outro grande importador da proteína, também adotará padrões semelhantes, com os primeiros embarques de carne totalmente rastreada previstos para o próximo ano. Essas exigências devem sustentar os preços enquanto as propriedades se adaptam às novas regulamentações.

No mercado interno, o preço do bezerro alcançou R$ 2.409,01 no final de outubro, o maior valor já registrado para o mês, representando um aumento de 5,2% na média mensal em relação a 2023, segundo o Cepea. A procura por boi magro pelos confinadores, entusiasmados com os preços atuais e futuros do boi gordo, deve continuar pressionando os valores para cima.





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