sexta-feira, abril 24, 2026

Política & Agro

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Exportações brasileiras alcançam US$ 97,8 bilhões até julho


Complexo soja e carnes impulsionam exportações




Foto: Pixabay

As exportações brasileiras registraram um total de US$ 97,8 bilhões nos primeiros sete meses de 2024, de acordo com o Boletim de Conjuntura Agropecuária, referente à semana de 16 a 22 de agosto, elaborado pelo Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab). O valor representa um aumento de 0,95% em comparação ao mesmo período de 2023.

De acordo com o boletim, o complexo soja, que inclui grão, óleo, farelo e subprodutos, liderou as exportações brasileiras, correspondendo a 40,4% do total em valor. Em seguida, o grupo de carnes, incluindo frango, suíno e bovino, representou 14,5% das exportações. Mato Grosso foi o estado que mais contribuiu para o total das exportações, com 18,5%, seguido por São Paulo (17,2%) e Paraná (11,1%).

Especificamente, o Paraná registrou um montante de US$ 10,8 bilhões em exportações entre janeiro e julho de 2024, valor ligeiramente inferior ao mesmo período de 2023, quando o estado exportou US$ 11,1 bilhões. O principal item exportado pelo Paraná foi o complexo soja, que representou 42% do total. Em segundo lugar, ficou o grupo de carnes, que teve uma participação de 23,9%, seguido pelos produtos florestais. O Paraná, que é o maior exportador de carnes do Brasil, contribuiu com US$ 2,6 bilhões para a balança comercial nacional neste período.





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Preço da mandioca sobe pelo quarto mês consecutivo


Valor ainda está abaixo do registrado em 2023




Foto: Agrolink

Os preços da tonelada de mandioca no Paraná registraram aumento nas últimas semanas e devem encerrar agosto com ganhos em relação a julho, conforme aponta o Boletim de Conjuntura Agropecuária referente à semana de 16 a 22 de agosto, elaborado pelo Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab). Este será o quarto mês consecutivo de alta nos preços pagos aos produtores.

De acordo com o Boletim de Conjuntura Agropecuária, a seca que atinge a região tem afetado a produtividade e dificultado o arranquio das raízes, fatores que explicam a recente valorização da mandioca. Apesar disso, os preços atuais, de R$ 534,31 por tonelada, ainda são 28% inferiores aos praticados em agosto de 2023, quando o valor alcançou R$ 745,44 por tonelada.

As oscilações nos preços têm gerado incertezas no setor, especialmente em relação à projeção de área plantada para 2025, que será divulgada pelo Deral na próxima quinta-feira (29/08). A soja, que tradicionalmente vinha ocupando áreas de outras culturas no estado, enfrenta um período de menor demanda, o que pode favorecer a manutenção das áreas dedicadas à mandioca. Para o ciclo atual, a expectativa é que sejam colhidos 139,7 mil hectares, com uma produção projetada de 3,7 milhões de toneladas, caso a cultura continue resiliente frente às adversidades climáticas.





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Trigo e cevada registram queda na qualidade devido a geadas e seca


A colheita de cevada começou de forma tímida




Foto: Pixabay

O novo relatório de Condições de Tempo e Cultivo, trouxe atualizações preocupantes sobre o impacto das geadas e da estiagem nas lavouras do estado. As lavouras de trigo em condições ruins aumentaram de 16% para 19%, enquanto as que estão em condições médias passaram de 21% para 25% da área cultivada. Com isso, as lavouras em boas condições agora representam 56% da área total, uma queda de 7 pontos percentuais em relação à semana anterior, o que equivale a aproximadamente 70 mil hectares reclassificados. Grande parte dessa deterioração se deve às geadas que atingiram o Sudoeste do estado, mas a estiagem em outras regiões também contribuiu para a piora, ainda que de forma menos expressiva. Até o momento, apenas 3% da área plantada foi colhida, com baixas produtividades em função dos danos causados pela seca, que continua a afetar as lavouras plantadas mais precocemente, conforme as informações divulgadas no Boletim de Conjuntura Agropecuária referente à semana de 16 a 22 de agosto, elaborado pelo Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab).

De acordo com o boletim, os números de safra, que serão atualizados no dia 29 deste mês, devem oferecer uma visão mais clara das perdas provocadas pela estiagem. No entanto, os danos causados pela geada de 13 de agosto ainda não estão totalmente refletidos nos dados atuais. A preocupação aumenta com a previsão de uma nova frente fria que pode impactar novamente as lavouras de trigo no estado.

Segundo Boletim de Conjuntura Agropecuária, a cultura da cevada também sofreu pioras, especialmente nos Campos Gerais, onde a seca foi o principal fator de deterioração. As lavouras em boas condições caíram de 84% para 77% da área total. A colheita de cevada começou de forma tímida, e as produtividades iniciais indicam que os resultados poderiam ter sido melhores se o regime de chuvas tivesse sido mais regular.





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Colheita de milho do Brasil entra na reta final, diz Pátria AgroNegócios


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SÃO PAULO (Reuters) – A colheita da segunda safra brasileira atingiu 94,2% da área total cultivada na safra 2023/24, entrando na reta final à frente dos índices registrados nos últimos anos, em meio ao tempo seco e um plantio precoce, de acordo com levantamento da consultoria Pátria AgroNegócios.

Em 2023, nesta época, o total colhido chegava a 82,76%, em 2022 era de 89,22%, e na média dos últimos cinco anos foi de 86,81% para este período do ano, segundo relatório divulgado nesta sexta-feira.

“A colheita já em reta final, praticamente encerrada nos principais Estados produtores. Restam ainda áreas a serem colhidas principalmente nos Estados de Minas Gerais e São Paulo”, disse o diretor da consultoria Matheus Pereira, em nota.

(Por Roberto Samora)

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Exportações de DDGS dos EUA crescem 15%


No primeiro semestre de 2024, a produção de DDGS nos EUA cresceu 10%



No primeiro semestre de 2024, a produção de DDGS nos EUA cresceu 10%
No primeiro semestre de 2024, a produção de DDGS nos EUA cresceu 10% – Foto: José Fernando Ogura/AEN

As exportações de grãos secos de destilaria dos EUA com solúveis (DDGS) cresceram 15% no acumulado do ano, alcançando o nível mais alto desde 2018, conforme o Relatório de Transporte de Grãos do USDA, divulgado em 22 de agosto. Esse aumento foi impulsionado pela forte produção de etanol e pela alta demanda dos seis maiores compradores. As exportações em contêineres se destacaram, subindo 34% em comparação com o mesmo período do ano anterior, enquanto as remessas a granel enfrentaram dificuldades logísticas.

No primeiro semestre de 2024, a produção de DDGS nos EUA cresceu 10% em relação ao ano anterior, totalizando 10 milhões de toneladas. As exportações alcançaram pouco menos de 6 milhões de toneladas, um aumento de 15% em relação ao mesmo período do ano anterior e 9% acima da média dos últimos três anos. México, Coreia do Sul, Indonésia, Vietnã, Canadá e Turquia, os seis maiores compradores, responderam por 65% do total exportado. Exceto pela Turquia, que registrou uma queda de 10%, as exportações aumentaram para todos esses países, com destaque para a Indonésia (37%) e México (26%), seguidos por Coreia (18%), Vietnã (15%) e Canadá (6%).

Embora as compras da China de DDGS dos EUA não tenham sido suficientes para colocá-la entre os principais compradores, o país também aumentou substancialmente suas aquisições. No ano passado, a China renovou por mais cinco anos os direitos antidumping e compensatórios sobre DDGS dos EUA. Apesar dessa medida, as compras chinesas cresceram 33% em relação ao mesmo período do ano passado, atingindo o maior nível desde 2021, e representaram 3% das exportações totais de DDGS dos EUA no acumulado do ano. Fontes da indústria de ração na China afirmaram preferir o DDGS dos EUA pela qualidade superior, alto teor de proteína e preços competitivos, segundo o USDA.
 





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Semeato apresenta novas máquinas para potencializar a agricultura de precisão na Expointer 2024


Na Expointer 2024, que ocorre entre 24 de agosto e 01 de setembro em Esteio, Rio Grande do Sul, a Semeato, uma das empresas pioneiras no desenvolvimento de equipamentos para o Sistema de Plantio Direto (SPD) no Brasil, lançará uma série de novidades em sua linha de produtos.

Destaques para plantadeira articulada Sol Quarantatre, com rodado de transporte e reservatórios com grande capacidade em carga de semente e fertilizante, aumentando a autonomia no plantio. Disponível em nove modelos, a máquina é capaz de semear grãos com precisão mesmo em terrenos com desníveis, trabalhando com 10 a 21 linhas e espaçamento de 45 cm. O design inovador do chassi, com uma articulação que pode chegar a 30°, permite que a plantadeira mantenha pressão e profundidade durante a semeadura. Esta plantadeira articulada também disponível nos espaçamentos de 50 cm.

Outro grande e esperado lançamento é o rodado de transporte com acionamento hidráulico para o modelo SSM 41, se somará com a máquina já reconhecida por sua qualidade, durabilidade e tecnologia a comodidade de através de um controle no trator em poucos segundos, a máquina passa da posição de trabalho para a posição de transporte com a largura de 3,75 metros facilitando o deslocamento do produto.

Seguindo os lançamentos a empresa trará para pequenos e médios produtores na Expointer a inovação da SHM, a máquina líder de vendas na linha Mais Alimentos surpreendendo a todos com toda tecnologia embarcada de uma gigante, entre elas o SMARTFLOW, SEMEDRIVE, INTELLICONTROL, ISOBUS, VACUUM SYSTEM e limitadores e compactadores com fácil regulagem.

A Semeato também exibirá outras tecnologias inovadoras, como o Smartflow®, um sistema de roscas dosadoras de alto desempenho que mantém a continuidade do fluxo de fertilizante com fácil e simples manutenção dispensando lubrificação no sistema mesmo em terrenos com relevo irregular. Além disso, o Semedrive®?, um sistema de transmissão autocompensador que proporciona uma distância homogênea entre as sementes distribuídas, garantindo consistência no plantio. Esse sistema utiliza eixos de transmissão rígidos que se articulam entre si por meio de caixas de transmissão, garantindo segurança e durabilidade, ao mesmo tempo em que dispensa lubrificações periódicas.

Para a vice-presidente da Semeato, Carolina Rossato, a Expointer 2024 é uma excelente oportunidade para o produtor conhecer essas inovações do setor e entender como a tecnologia das máquinas agrícolas está transformando a agricultura brasileira, tornando-a mais produtiva e sustentável.

“A Expointer é a tradição gaúcha para apresentarmos todas as inovações das indústrias aos agricultores de todo o país, a última grande feira do ano no calendário nacional, proporciona a proximidade com nossos clientes. Este ano será uma feira diferente onde todos estamos nos unindo para mostrar a força do nosso estado, nossa indústria e da nossa agricultura” ressalta a vice-presidente da Semeato, Carolina Rossato.





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Aeroporto Salgado Filho recebe R$ 426 milhões para reconstrução


Processo agora segue para o Ministério de Portos e Aeroportos




Foto: Reprodução/Redes Sociais

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aprovou uma medida cautelar nesta sexta-feira (203.08), para viabilizar a reconstrução do Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre (RS). A decisão autoriza uma recomposição financeira de R$ 426 milhões, atendendo parcialmente a uma solicitação da Concessionária Fraport, responsável pela gestão do terminal.

Segundo dados da Anac, o montante foi definido como resposta à situação de calamidade pública que atingiu o Rio Grande do Sul em maio deste ano, impactando gravemente as operações do aeroporto. A Fraport havia solicitado um reequilíbrio financeiro total de R$ 925,1 milhões, mas a Anac aprovou R$ 362 milhões destinados à reconstrução e mais R$ 64 milhões para a manutenção das atividades operacionais durante as obras.

O processo agora segue para o Ministério de Portos e Aeroportos, que será responsável pelas providências necessárias para a liberação dos créditos extraordinários. O Tribunal de Contas da União (TCU) também acompanhará a execução dos recursos. Os valores serão repassados de forma parcelada, conforme a necessidade dos gastos for comprovada.

A revisão do contrato de concessão entre a Fraport e o poder concedente está em andamento e poderá resultar na confirmação, revogação ou ajuste dos valores aprovados. Caso o reequilíbrio financeiro seja menor do que o solicitado, a concessionária deverá devolver a diferença ao Poder Público. A medida cautelar é parte dos esforços para garantir a continuidade das operações aeroportuárias em Porto Alegre e manter o atendimento aos usuários do transporte aéreo no estado.





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Faturamento bruto dos Cafés do Brasil cresce de 86% nas últimas dez safras


Segundo a análise do Consórcio Pesquisa Café, com base nos preços médios recebidos pelos produtores de café no Brasil, o período de janeiro a junho de 2024 revelou que a receita bruta total estimada para as duas principais espécies cultivadas no país atingiu R$ 66,49 bilhões. Deste montante, a espécie Coffea arabica (café arábica) gerou R$ 48,02 bilhões, correspondendo a 72% do total. Por outro lado, a espécie Coffea canephora (café robusta e conilon) contribuiu com R$ 18,46 bilhões, representando aproximadamente 28% da receita nacional.

Uma análise retrospectiva dos últimos dez anos-cafeeiros mostra que, em 2015, a receita bruta total dos Cafés do Brasil era de R$ 35,70 bilhões. Desses, R$ 28,96 bilhões foram provenientes do café arábica, representando 81,1%, enquanto o café robusta obteve R$ 6,74 bilhões, correspondendo a 18,9% do total daquele ano.

Comparando a receita bruta total de 2015 com a estimada para 2024, observa-se um crescimento expressivo de 86,24% no setor cafeeiro nacional. O café arábica, especificamente, viu um aumento de 65,81% em sua receita, enquanto o café robusta experimentou um crescimento notável de 273% no mesmo período.

Esses valores refletem os aumentos nos volumes físicos de sacas de 60 kg colhidas anualmente, bem como as cotações médias dos tipos de cafés utilizados para esses cálculos. Para fins desta análise, foram considerados o café arábica tipo 6, bebida dura para melhor, e o café robusta tipo 6, peneira 13 acima, com 86 defeitos.

Regionalmente, a Região Sudeste, a maior produtora de café do país, viu seu faturamento crescer de R$ 30,44 bilhões em 2015 para R$ 56,62 bilhões em 2024, um aumento de 86%, alinhado ao crescimento nacional. A Região Nordeste registrou um aumento de 70,84%, passando de R$ 2,71 bilhões para R$ 4,63 bilhões. A Região Norte, por sua vez, apresentou o maior crescimento percentual, com um robusto aumento de 421,25%, elevando sua receita de R$ 930,56 milhões em 2015 para R$ 3,92 bilhões em 2024.

Em contraste, a Região Sul experimentou uma redução de 32,8% no faturamento, passando de R$ 1,16 bilhão para R$ 781,94 milhões. A Região Centro-Oeste teve um aumento de 38,27%, com o faturamento subindo de R$ 375,60 milhões para R$ 519,35 milhões. Os dados utilizados nesta análise foram extraídos do Valor Bruto da Produção (VBP) de julho de 2024, elaborado mensalmente pela Secretaria de Política Agrícola (SPA) do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). As edições mensais do VBP-Café são também utilizadas pelo Observatório do Café do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café.





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