sexta-feira, abril 24, 2026

Política & Agro

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Fim de semana será marcado por calor intenso e risco de incêndios no Brasil


Previsão é de que o clima seco e as temperaturas extremas permaneçam




Foto: Freepok

Segundo o meteorologista Gabriel Rodrigues, do Portal Agrolink, uma frente fria está se deslocando para o Oceano, levando as chuvas e uma massa de ar frio que poderá reduzir as temperaturas em partes da Região Nordeste, principalmente nas manhãs de sábado e domingo. No entanto, a previsão é de que o clima seco e as temperaturas extremas permaneçam no Centro-Norte do Brasil, agravando a seca prolongada e aumentando os riscos de incêndios.

As condições de chuva serão mínimas em grande parte do país neste fim de semana, com poucas precipitações concentradas no litoral de São Paulo e Rio de Janeiro. Os volumes não devem ultrapassar 10 mm, e a presença de nuvens será maior no Espírito Santo e no Leste do Paraná, mas sem grandes chances de chuvas.

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Já no domingo, uma nova frente fria poderá surgir no extremo Sul do Rio Grande do Sul, mas dificilmente avançará para outras regiões do estado. As temperaturas no amanhecer desta sexta-feira foram baixas no Sul, mas devem subir gradativamente nos próximos dias. No Leste de Minas Gerais e no Centro-Sul da Bahia, as temperaturas podem cair, com a possibilidade de registros abaixo de 10°C no amanhecer de domingo. No entanto, o aquecimento será rápido, resultando em dias de grande amplitude térmica.

O cenário é preocupante no Centro-Norte do Brasil, com a continuidade das altas temperaturas e a baixa umidade. Regiões como Mato Grosso, Goiás, Rondônia e Tocantins poderão registrar índices de umidade abaixo de 10%, agravando o risco de focos de incêndios. O calor será intenso, com projeções de temperaturas acima dos 38°C no Noroeste do Rio Grande do Sul, Oeste de Santa Catarina e Oeste do Paraná. No Centro-Oeste e na Amazônia, os termômetros poderão atingir 40°C.

 





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Goiânia deve bater recorde de seca


Última precipitação foi registrada no dia 19 de maio




Foto: Pixabay

Goiânia já registra mais de 120 dias sem chuva, entrando no quarto mês consecutivo de estiagem. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), a última precipitação foi registrada no dia 19 de maio.

O cenário atual coloca a capital goiana próxima de um recorde histórico: o mais longo período sem chuvas registrado foi em 1961, com 156 dias consecutivos de seca, entre 11 de maio e 13 de outubro. Com a situação atual, Goiânia igualou o recorde de 2017, e caso não chova até o final de setembro, a cidade quebrará o recorde de seca dos últimos 50 anos.

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A falta de precipitação já impacta diretamente a agricultura e o abastecimento de água na região, agravando os desafios enfrentados por produtores e moradores. O alerta é para a necessidade de economizar água e adotar medidas preventivas até que o retorno das chuvas normalize a situação.





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Fogo na Floresta Nacional de Brasília foi criminoso?


Três homens foram avistados na área no momento em que os focos começaram




Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O incêndio que atingiu a Floresta Nacional de Brasília (Flona) desde a manhã de terça-feira (3) pode ter sido criminoso, segundo informações divulgadas pela Agência Brasil. As autoridades do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) suspeitam que o fogo tenha sido intencional. De acordo com Fábio Miranda, chefe da Flona, três homens foram avistados na área no momento em que os focos começaram.

“Tivemos três suspeitos avistados no exato momento em que os focos apareceram. Eles não eram visitantes comuns, não estavam com trajes esportivos, e os focos surgiram em locais distantes, o que afasta a possibilidade de um incêndio que se espalhou naturalmente”, explicou Miranda.

Ele também ressaltou que as características do incêndio não correspondem a ocorrências acidentais, como queimadas de manejo que fogem do controle. “Houve vários focos simultâneos, o que não é comum em incêndios acidentais. Isso reforça nossa suspeita de que o incêndio tenha sido criminoso”, afirmou. Até agora, cerca de um terço da unidade de conservação, equivalente a 1,2 mil hectares, já foi destruído.

Segundo Miranda, as evidências apontam para um ato intencional. “Nossa principal suspeita é de que o incêndio foi criminoso, pois teve início dentro da unidade de conservação. Acreditamos que foi provocado de forma deliberada.”





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produção interna e importações elevadas afetam o mercado


Os preços do leite no Brasil registraram uma queda de 1,5% em termos reais em julho, interrompendo uma tendência de alta que se estendia desde novembro de 2023. De acordo com o Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, a média nacional caiu para R$ 2,7225 por litro. Apesar da redução, o valor ainda é 7,9% superior ao de julho de 2023, ajustado pelo IPCA de julho/24. Embora o preço pago aos produtores tenha subido 30,1% desde o início do ano, a média de R$ 2,50 por litro acumulada de janeiro a julho é 11,5% inferior à do mesmo período do ano passado.

A diminuição nos preços é atribuída ao aumento da oferta interna de leite. O Índice de Captação Leiteira (ICAP-L) do Cepea subiu 4,6% em julho, com todas as regiões registrando incremento na produção. Os maiores aumentos ocorreram em Minas Gerais (8%), Rio Grande do Sul (4,7%) e Santa Catarina (4,1%). Essa recuperação na produção é resultado dos investimentos em nutrição dos rebanhos, que, apesar de elevar o Custo Operacional Efetivo (COE) em 0,62% no mês, contribuiu para uma elevação de 3,93% na margem bruta do produtor, que subiu para 85 centavos por litro na média nacional.

Além da produção interna crescente, as importações de lácteos continuam a pressionar o mercado. Em junho, as compras externas de leite aumentaram 37,4%, totalizando 251,1 milhões de litros em equivalente leite, superando em 35,3% as importações do mesmo mês do ano passado. As indústrias de laticínios enfrentam dificuldades em manter margens de lucro, com o leite UHT, a muçarela e o leite em pó fracionado apresentando desvalorizações de 5,68%, 2,03% e 0,25%, respectivamente, em julho. Esse cenário sugere uma possível continuação do recuo nos preços do leite cru no terceiro trimestre.





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Potencial da carne bovina no México


A Abiec apresentou dados sobre a evolução dos embarques



A Abiec apresentou dados sobre a evolução dos embarques
A Abiec apresentou dados sobre a evolução dos embarques – Foto: Divulgação

A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) divulgou uma nota informando sua participação em um evento realizado na Embaixada do Brasil no México, na quinta-feira (29). A iniciativa, organizada em parceria com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), fez parte de uma missão oficial promovida pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) ao país. O México, um dos mercados mais recentes abertos à carne bovina brasileira, tem registrado um crescimento expressivo nas exportações, fato destacado pela Abiec durante o encontro.

Segundo a nota, a Abiec apresentou dados sobre a evolução dos embarques de carne bovina para o México, que tiveram um salto significativo entre janeiro e julho de 2024, comparado ao mesmo período de 2023. O volume exportado passou de 288 toneladas em 2023 para impressionantes 23.108 toneladas em 2024. A diretora de Relações Internacionais da Abiec, Lhais Sparvoli, atribuiu esse crescimento à alta demanda do mercado mexicano por carne de qualidade e ao reconhecimento dos rigorosos padrões de segurança e sanidade da carne brasileira.

A associação também destacou o papel crucial da parceria com a ApexBrasil, através do projeto Brazilian Beef, no sucesso dessas exportações. Além de fortalecer o comércio bilateral, a Abiec ressaltou que as importações de carne bovina brasileira ajudam o México a otimizar seu mix de produtos exportados, permitindo ao país atender à demanda interna e ganhar escala para exportar outros cortes estratégicos. Na nota, Lhais Sparvoli conclui que eventos como esse são fundamentais para estreitar as relações bilaterais e fazem parte de uma agenda estratégica contínua, visando à consolidação e ao crescimento do mercado de carne bovina brasileira no México.
 





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Fertilizantes com tecnologia multinutrientes serão destaques no 14º Congresso Brasileiro do Algodão


A Mosaic estará presente na 14ª edição do Congresso Brasileiro do Algodão, que acontece de 3 a 5 de setembro, em Fortaleza (CE). O público poderá visitar o estande e conhecer produtos que contam com tecnologias que auxiliam desde o manejo das adubações, passando pela fertilização adequada do solo até o desenvolvimento sustentável da cotonicultura. O portfólio da empresa contribui para uma produção de algodão ambientalmente mais responsável, cuja preocupação mundial vem crescendo e incentivando investimentos em pesquisas.

“Nossos produtos para a cotonicultura representam ganhos ambientais relevantes, altos níveis de produção e, consequentemente, maior rentabilidade ao agricultor. Importante reforçar que temos um compromisso claro com o desenvolvimento sustentável, oferecendo soluções que possuem macro e micronutrientes com alta diferenciação em qualidade física e que atendem às necessidades das plantações de algodão”, explica Filipe Miranda, gerente de Produtos da Mosaic.

Para eficiência na adubação, a Mosaic apresentará o Performa Bio com um modelo de tripla ação, que nutre, equilibra e fortalece as lavouras, contribui para plantas mais resistentes e tolerantes a interferências do ambiente, sendo um produto de destaque para esse tipo de cultura, que possui ciclos mais longos. Outro fertilizante que será exposto no evento é o Aspire, um produto à base de potássio e duas formas de boro (borato de sódio e borato de cálcio) que são liberados em sincronia com a demanda da planta, ou seja, um de forma imediata e outro de maneira gradual, proporcionando uma nutrição equilibrada. Já o Excellen é uma fonte de nitrogênio estável, de alta concentração e de maior eficiência se comparado a fontes convencionais. Um produto concentrado e estabilizado com inibidor de urease (NBPT), reduzindo perdas de nitrogênio por volatilização.

Menos emissões e mais eficiência

Durante o Congresso, a Mosaic apresentará um estudo inédito, realizado em parceria com o professor Carlos Eduardo Cerri (Esalq/USP), que revelou uma redução de 20% na emissão de óxido nitroso (N2O) em uma área de plantio de algodão onde o produto Excellen foi aplicado, em comparação com fertilizantes à base de ureia. Essa redução representa 60% menos, se considerado o padrão global estabelecido pelo IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas) da ONU. O estudo também demonstrou que o Excellen é mais eficaz na produção de algodão, pois possibilita uma redução de 70% na volatilização de amônia, em comparação com a ureia convencional, e uma redução de 50% em relação aos produtos disponíveis no mercado que contêm inibidores de urease.





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ORPLANA repudia veemente os incêndios criminosos que vêm atingindo…


A ORPLANA (Organização de Associações de Produtores de Cana do Brasil) – que conta, atualmente, com 33 associações de fornecedores de cana e representa mais de 12 mil produtores de cana-de-açúcar – repudia veemente os incêndios criminosos que vêm atingindo propriedades rurais na região de Ribeirão Preto. 

A organização e seus associados seguem rigorosamente as diretrizes do Protocolo Agroambiental – Etanol Mais Verde, que proíbe o uso de fogo na colheita de cana no Estado de São Paulo. Além disso, apoiam a campanha de combate e prevenção a incêndios da ABAG/RP (Associação Brasileira do Agronegócio da Região de Ribeirão Preto), que trabalha proativamente contra as ocorrências de fogo no campo, e esclarece que os produtores de cana-de-açúcar e as usinas não são os responsáveis pelos incêndios e, sim, que atuam para afastar o fogo de suas produções.

A ORPLANA enfatiza que as queimadas prejudicam o meio ambiente, a segurança das pessoas e também a rentabilidade dos produtores rurais. Diante da baixa umidade do ar, falta de chuvas e temperaturas elevadas, toda a cadeia de produção da cana-de-açúcar está mobilizada contra os incêndios e comprometida com a sustentabilidade e a preservação do meio ambiente. 

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Mercado eleva para 2,46% projeção de expansão da economia em 2024


A previsão do mercado financeiro para o crescimento da economia brasileira neste ano subiu de 2,43% para 2,46%. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (2), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a projeção para os principais indicadores econômicos.

Para 2025, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB – a soma dos bens e serviços produzidos no país) é crescimento de 1,85%. Para 2026 e 2027, o mercado financeiro também projeta expansão do PIB em 2%, para os dois anos.

Em 2023, superando as projeções, a economia brasileira cresceu 2,9%, com um valor total de R$ 10,9 trilhões, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2022, a taxa de crescimento havia sido 3%.

A previsão de cotação do dólar está em R$ 5,33 para o fim deste ano. No fim de 2025, a previsão é que a moeda norte-americana fique em R$ 5,30.

Inflação
Nesta edição do Focus, a previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerada a inflação oficial do país – em 2024 subiu de 4,25% para 4,26%. Para 2025, a projeção da inflação ficou em 3,92%. Para 2026 e 2027, as previsões são de 3,6% e 3,5%, respectivamente.

A estimativa para 2024 está acima da meta de inflação, mas ainda dentro de tolerância, que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é 3% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.

A partir de 2025, entrará em vigor o sistema de meta contínua, assim, o CMN não precisa mais definir uma meta de inflação a cada ano. O colegiado fixou o centro da meta contínua em 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Em julho, puxado principalmente pelo preço da gasolina, passagens de avião e energia elétrica, a inflação do país foi 0,38% , após ter registrado 0,21% em junho. De acordo com o IBGE, em 12 meses, o IPCA acumula 4,5%, no limite superior da meta de inflação.

A inflação de agosto será divulgada na próxima segunda-feira (9).

Taxa de juros
Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 10,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Diante de um ambiente externo adverso e do aumento das incertezas econômicas, na última reunião no fim de julho, o BC decidiu pela manutenção da Selic, pela segunda vez seguida, após um ciclo de sete reduções que foi de agosto de 2023 a maio de 2024.

De março de 2021 a agosto de 2022, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, em um ciclo de aperto monetário que começou em meio à alta no preço de alimentos, energia e combustíveis. Por um ano, de agosto de 2022 a agosto de 2023, a taxa foi mantida em 13,75% ao ano, por sete reuniões seguidas. Com o controle dos preços, o BC passou a realizar os cortes na Selic.

Antes do início do ciclo de alta, em março de 2021, a Selic tinha sido reduzida para 2% ao ano, no nível mais baixo da série histórica iniciada em 1986. Por causa da contração econômica gerada pela pandemia de covid-19, o Banco Central tinha derrubado a taxa para estimular a produção e o consumo. O índice ficou no menor patamar da história de agosto de 2020 a março de 2021.

A próxima reunião do Copom está marcada para 17 e 18 de setembro.

Para o mercado financeiro, a Selic deve encerrar 2024 no patamar que está hoje, em 10,5% ao ano. Para o fim de 2025, a estimativa é que a taxa básica caia para 10% ao ano. Para 2026 e 2027, a previsão é que ela seja reduzida, novamente, para 9,5% ao ano e 9% ao ano, respectivamente.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

A taxa Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.





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Escassez de chuvas e calor intenso acionam bandeira vermelha


Pela primeira vez desde 2021, a bandeira vermelha patamar 2 foi acionada




Foto: Pixabay

Pela primeira vez desde 2021, a bandeira vermelha patamar 2 foi acionada, trazendo um impacto direto no bolso do consumidor em setembro. O anúncio feito  pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) prevê um acréscimo de R$ 7,877 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos, refletindo os maiores custos para a geração de energia elétrica no país.

A decisão foi motivada pela previsão de chuvas abaixo da média histórica para o mês, o que deve reduzir a afluência nos reservatórios das hidrelétricas em cerca de 50%. Além disso, as temperaturas devem ficar acima da média em todo o território nacional, o que intensifica o uso das termelétricas, uma fonte de energia mais cara que as hidrelétricas. Esse cenário pressionou o Preço de Liquidação de Diferenças (PLD) e o risco hidrológico (GSF), fatores que justificaram o acionamento da bandeira vermelha patamar 2.

Desde abril de 2022, os consumidores estavam em um ciclo de bandeiras verdes, interrompido em julho de 2024, quando a bandeira amarela foi acionada, seguida novamente pela verde em agosto.

O sistema de bandeiras tarifárias, criado pela Aneel em 2015, permite que os consumidores tenham um papel mais ativo na gestão de sua conta de energia. Ao receber o sinal de aumento de custo com antecedência, é possível ajustar o consumo para evitar surpresas no valor final da conta. Com o retorno da bandeira vermelha patamar 2, a recomendação é para que todos usem a energia de forma consciente, evitando desperdícios que impactam tanto no orçamento quanto na sustentabilidade do setor elétrico.





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Planta nativa vira fonte de renda


A erva-baleeira (Varronia curassavica), nativa do Brasil e considerada invasora em áreas agrícolas, agora gera renda para agricultores familiares em Miramar, Eunápolis, Bahia. O óleo da planta, valorizado entre R$1,6 mil e R$3 mil por quilo, tem potencial de expansão, apesar da demanda ainda ser limitada. Essa oportunidade surgiu por meio do projeto DSAF, do NEA Pau-Brasil, da UFSB, em cooperação com a Veracel Celulose.

“A UFSB fez a identificação da ocorrência da espécie na região, fez análises da composição química do óleo junto a Universidade Federal do Paraná, depois, estudos dos aspectos agronômicos da planta e começou a acompanhar e orientar os processos produtivos desses agricultores para auxiliá-los a potencializar sua renda com a terra. Em geral, esses agricultores escolhem seus cultivos pelo valor de mercado, se esquecendo da grande biodiversidade que existe em suas áreas. E foi o caso aqui, fizemos uma bioprospecção e encontramos a Varonia curassavica, a base do primeiro fitoterápico produzido integralmente no Brasil”, explica a Dra. Carolina Kffuri, pesquisadora responsável pela identificação e pesquisa do óleo e que hoje faz parte do time de Responsabilidade Social da Veracel.

O projeto DSAF, coordenado pela Prof. Dra. Gabriela Narezi em parceria com o Instituto Fotossíntese, capacitou agricultores de Miramar, Eunápolis, na extração de óleo da erva-baleeira, resultando na venda inicial de 15 quilos de óleo essencial. Apesar de inicialmente vista como praga, a planta demonstrou grande potencial econômico, sendo valorizada por suas propriedades anti-inflamatórias. O beneficiamento é feito em equipamento doado pela Veracel, e o objetivo futuro é obter certificação para venda à indústria farmacêutica, visando maior rentabilidade para a comunidade.

“A produção do óleo essencial feito na Miramar leva em conta os aspectos sociais, por ser uma produção feita totalmente por agricultores familiares, e aspectos ambientais, por se tratar do uso e da preservação da biodiversidade brasileira. Isso adiciona ainda mais valor a esse produto”, explica a Dra. Carolina Kffuri. A associação Miramar é uma comunidade com 1.212 hectares divididos em 84 lotes onde moram diversas famílias de agricultores.
 





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