sexta-feira, abril 24, 2026

Política & Agro

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impactos das geadas e perspectivas de preço para laranja e bergamota


O Informativo Conjuntural da Gerência de Planejamento, divulgado na quinta-feira (5), trouxe atualizações sobre a citricultura nas regiões do Rio Grande do Sul. Em Caxias do Sul, a Emater/RS-Ascar informou que foram realizadas vistorias de Proagro nas áreas atingidas pelos temporais de maio. A laranja continua com problemas de granulação e cristalização devido à lixiviação dos nutrientes pelo excesso de chuvas nos últimos meses. Os pomares estão com uma grande quantidade de flores e a colheita da bergamota Montenegrina está em aceleração.

Os citricultores estão adotando práticas culturais como remoção de galhos e limpeza para melhorar a saúde das plantas. Os preços atuais variam entre R$ 1,50 e R$ 1,75/kg para laranja (para suco) e entre R$ 1,20 e R$ 1,85/kg para bergamota, com possíveis aumentos para a variedade Montenegrina nas próximas semanas.

Em Passo Fundo, as geadas de agosto causaram danos nas brotações novas, mas a produtividade não deverá ser afetada gravemente devido ao estágio inicial da floração. O manejo fitossanitário é essencial para manter a qualidade dos frutos, com preços de laranjas Valência a R$ 1,86/kg e bergamota Montenegrina a R$ 1,55/kg.

Na região de Frederico Westphalen, a colheita está praticamente concluída com 90% da área já colhida. A nova safra apresenta boas perspectivas com brotações e floração abundantes. A laranja de suco está sendo vendida entre R$ 2.000,00 e R$ 2.200,00 por tonelada, e a laranja umbigo varia de R$ 2,50 a R$ 2,80/kg.

Em Lajeado, com 3.724 hectares de bergamota e 1.146 hectares de laranja, a colheita está em andamento e beneficiada pelo clima. Os preços da laranja Valência são de R$ 1.830,00/t para a indústria e cerca de R$ 50,00/cx de 25 kg para mesa. A bergamota Montenegrina tem preços de R$ 1.400,00/t para a indústria e entre R$ 70,00 e R$ 80,00/cx de 25 kg para o mercado de mesa.





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São Paulo inicia projeto para recuperar pastagens degradadas


A ação ocorre no âmbito do Projeto Integra SP




Foto: Divulgação

A Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo reuniu-se nesta quinta-feira (05/09) com a parceria público-privada Rede ILPF para dar início a um ambicioso projeto voltado à recuperação de pastagens degradadas no estado. A iniciativa visa promover a sustentabilidade e o desenvolvimento regional, focando em áreas críticas como o noroeste paulista, o Vale do Paraíba e o Pontal do Paranapanema, onde aproximadamente 6 milhões de hectares estão comprometidos, conforme informações divulgadas pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo,

Segundo a Secretaria de Agricultura, o projeto faz parte do Projeto Integra SP, que busca estabelecer um novo ciclo de desenvolvimento sustentável no interior paulista. “Levamos segurança jurídica ao Pontal do Paranapanema. Agora, precisamos recuperar as áreas degradadas em parceria com as empresas que fazem parte da Rede ILPF, utilizando a expertise dos nossos institutos e o financiamento do Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (FEAP),” declarou o secretário de Agricultura, Guilherme Piai.

Além das ações de recuperação, o projeto poderá incluir novas iniciativas, como o cultivo de macaúba para produção de diesel renovável e o desenvolvimento de sementes de cana-de-açúcar para impulsionar o setor sucroenergético. O objetivo é estabelecer regiões exemplares em boas práticas de manejo do solo, que servirão como referência para outras áreas do interior paulista.





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Exportações de carne de frango atingem maior preço


Em agosto de 2024, o preço médio das exportações brasileiras de carne de frango atingiu US$ 2.089 por tonelada, 8,9% a mais que no ano anterior, conforme a ABPA. Foram exportadas 379,8 mil toneladas, uma queda de 12,3% em volume, enquanto a receita foi de US$ 793,6 milhões, 4,5% menor. Em Reais, a receita cresceu 8,1%, alcançando R$ 4,406 bilhões.

De janeiro a agosto de 2024, o Brasil exportou 3,432 milhões de toneladas de carne de frango, uma queda de 1,8% em relação ao mesmo período de 2023. A receita somou US$ 6,319 bilhões, 7,8% inferior ao ano anterior. Em Reais, a receita foi de R$ 33,004 bilhões, 4,1% menor. Segundo Ricardo Santin, presidente da ABPA, o fluxo de embarques mantém uma média mensal de 430 mil toneladas, semelhante a 2023.

Em agosto, os Emirados Árabes lideraram as importações de carne de frango do Brasil com 39,2 mil toneladas, uma queda de 17%. O Japão aumentou suas importações em 32%, chegando a 39 mil toneladas. A África do Sul cresceu 11% com 28,1 mil toneladas, enquanto a Arábia Saudita e a China registraram quedas de 28% e 69%, respectivamente. No Brasil, o Paraná foi o maior exportador com 161,2 mil toneladas (-2,7%), seguido por Santa Catarina (84,2 mil, -14,1%), Rio Grande do Sul (37,8 mil, -42,5%), São Paulo (23,8 mil, -3,1%) e Goiás (17,8 mil, +4,3%).

“O preço médio foi fortemente influenciado pelo crescimento dos embarques para mercados com alto valor agregado, como o Japão. Por outro lado, houve perda de janela de embarques em determinados portos, especialmente em Paranaguá, onde há grande represamento de fluxo logístico. Colaborou para o resultado menor, também, efeitos pontuais da Doença de Newcastle, especialmente nos embarques para a China e o México”, destaca Santin.
 





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Brasil exporta 248 mil toneladas de carne em agosto


As exportações de carne bovina do Brasil atingiram 248.061 toneladas em agosto de 2024, gerando um faturamento de US$ 1,072 bilhão, segundo dados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). Esse volume representa o melhor resultado já registrado para o mês de agosto na história do país. Em comparação com o mesmo período de 2023, o volume exportado aumentou 16,5%, enquanto o faturamento cresceu 13,7%. No acumulado do ano, o Brasil já exportou 1,8 milhão de toneladas de carne bovina, com uma alta de 27,9% em relação ao ano anterior, resultando em um faturamento de US$ 7,9 bilhões, crescimento de 18,7%.

A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) atribui esse crescimento às ações conjuntas entre o setor e o Governo Federal, especialmente por meio da Agência Brasileira de Fomento às Exportações e Investimentos (ApexBrasil). O projeto Brazilian Beef tem desempenhado um papel fundamental na abertura de novos mercados para a carne bovina brasileira, que já alcança mais de 150 países. O aumento das exportações reflete o sucesso dessas iniciativas em promover o produto no cenário internacional.

Entre janeiro e agosto de 2024, o Brasil exportou em média 226.700 toneladas de carne bovina por mês, movimentando mais de 8 mil contêineres mensalmente para mais de 150 destinos. A China permanece como o principal comprador, com 797 mil toneladas adquiridas nesse período, o que gerou um faturamento de US$ 3,5 bilhões. O mercado chinês continua sendo um dos maiores impulsionadores das exportações brasileiras.

Além da China, os Estados Unidos e os Emirados Árabes Unidos se destacam como importantes destinos para a carne bovina brasileira. Os EUA importaram 122 mil toneladas, gerando um faturamento de US$ 725 milhões, enquanto os Emirados adquiriram 113,5 mil toneladas, com receita de US$ 517 milhões, consolidando-se como um hub estratégico de distribuição para outros países do Oriente Médio.
 





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Problema denominação de origem do café do Cerrado Mineiro


A campanha da Federação dos Cafeicultores do Cerrado visa aumentar a rastreabilidade



A campanha da Federação dos Cafeicultores do Cerrado visa aumentar a rastreabilidade dos lotes de café
A campanha da Federação dos Cafeicultores do Cerrado visa aumentar a rastreabilidade dos lotes de café – Foto: Divulgação

A Federação dos Cafeicultores do Cerrado lançou uma campanha para combater o uso indevido da Denominação de Origem (DO) “Cerrado Mineiro”, o primeiro selo de origem para cafés do Brasil. A iniciativa visa conscientizar a população sobre a importância de consumir cafés com origem rastreável e aumentar a oferta de produtos certificados, com previsão de 600 mil a 700 mil sacas para a safra 2024/2025, em comparação com as 115 mil sacas de 2023/2024.

Segundo Juliano Tarabal, Diretor Executivo da Federação, o uso indevido do selo nas embalagens de café compromete a reputação da região e prejudica consumidores e produtores. “Isto é considerado uma infração às normas da Federação dos Cafeicultores do Cerrado, que possui o registro de Denominação de Origem assegurado pelo INPI – Instituto Nacional de Propriedade Industrial. Por isso, queremos estar cada vez mais próximos dos diferentes elos da cadeia para orientar sobre os processos de utilização da origem controlada”, diz.

A campanha da Federação dos Cafeicultores do Cerrado visa aumentar a rastreabilidade dos lotes de café, valorizando o produto nacional e internacionalmente. Desde 2013, o Selo de Origem e Qualidade certifica cafés da Região do Cerrado Mineiro conforme os critérios de produção, e a política de Denominação de Origem garante a certificação para cafés com pelo menos 80 pontos que passam pelas cooperativas, ampliando a oferta de cafés com DO.

Augusto Faria, produtor, destaca a importância de proteger a autenticidade dos cafés e informar os consumidores sobre sua qualidade e história. A campanha será promovida por redes sociais, vídeos, palestras, materiais impressos e outros meios. A Cooperativa dos Cafeicultores do Cerrado (Expocacer) apoia a ação, ressaltando que a rastreabilidade e certificações reforçam a qualidade e as boas práticas agrícolas.

“A ação representa um esforço para garantir que os consumidores recebam produtos de qualidade e origem certificada, combatendo as infrações, fortalecendo a confiança no café do Cerrado Mineiro, além de valorizar o trabalho dos produtores que seguem os requisitos necessários para a certificação. Possuimos exponencial suficiente para atender a demanda do mercado global, para o qual temos mapeados a utilização da Origem Cerrado Mineiro em 44 países por mais de 700 marcas”, finaliza Tarabal.





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Amplitude térmica agressiva e baixa umidade afetam bovinos


Enfrentamos diferenças térmicas de quase 20ºC entre o dia e a noite



Enfrentamos diferenças térmicas de quase 20ºC entre o dia e a noite
Enfrentamos diferenças térmicas de quase 20ºC entre o dia e a noite – Foto: Divulgação

A temperatura ideal para bovinos varia com a raça: zebuínos toleram até 35ºC, enquanto taurinos preferem 15 a 27ºC. Bezerros leiteiros são sensíveis a variações extremas, exigindo cuidados especiais no inverno, segundo Felipe Pivoto, da Vetoquinol. O inverno de 2024 tem sido marcado por condições adversas, com alertas de tempo seco e qualidade do ar ruim, além de quedas bruscas de temperatura devido a massas de ar polar. Essas mudanças extremas complicam o manejo dos bovinos.

“Frequentemente, enfrentamos diferenças térmicas de quase 20ºC entre o dia e a noite. Isso traz prejuízos não só para a saúde humana, mas ainda mais para a saúde dos animais. Os bovinos, que se aglomeram e ficam, muitas vezes, expostos às mudanças nos termômetros, ficam suscetíveis às Doenças Respiratórias de Bovinos (DRBs)”, alerta Pivoto. 

A homeostase ajuda os animais a lidar com temperaturas extremas, mas pode causar estresse térmico, sudorese, vômitos e diarreia, afetando a alimentação e a imunidade. Vírus e bactérias aproveitam esse estresse para infectar o rebanho. Para minimizar os danos, é crucial gerenciar o impacto climático e monitorar sinais de infecção. O Acura Max, da Vetoquinol, combina antibiótico e anti-inflamatório para tratar doenças respiratórias e acelerar a recuperação.

“Os agentes externos, como vírus e bactérias, aproveitam-se dessa situação para infectar o rebanho, podendo se alastrar muito facilmente para grande número de animais. Para reduzir esses potenciais prejuízos, o pecuarista deve aliviar os impactos climáticos nos animais e estarem atentos aos sinais clínicos de infecção para tomada de decisão eficiente”, ressalta o médico-veterinário.
 





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O crescimento dos produtos biológicos no Brasil


Globalmente, o mercado de produtos biológicos registrou um crescimento



A transição dos produtos químicos para os biológicos é impulsionada pela necessidade de combater a resistência de pragas
A transição dos produtos químicos para os biológicos é impulsionada pela necessidade de combater a resistência de pragas – Foto: Pixabay

Os produtos biológicos têm se consolidado como uma alternativa eficaz e sustentável na agricultura, especialmente no Brasil. Segundo Reinaldo Bonnecarrere, Diretor de Biológicos LATAM da Indigo Agricultura, o mercado de bioinsumos no país atingiu mais de R$ 6 bilhões em 2023, com 80% desse valor vindo de biodefensivos e 20% de bioinoculantes. A previsão é de que o setor cresça anualmente 16,6% até a safra 2027/28, destacando-se como o segmento de maior avanço entre os insumos agrícolas, conforme levantamento da CropLife Brasil.

Globalmente, o mercado de produtos biológicos registrou um crescimento de US$ 13 a 15 bilhões em 2023, com expectativa de aumento de 13% a 14% até 2032, alcançando US$ 45 bilhões. O Brasil é um dos líderes mundiais neste setor, com uso crescente de biológicos em culturas extensivas como soja e milho. Esses produtos, baseados em microrganismos vivos, oferecem vantagens como melhor absorção de nutrientes, maior resistência a condições adversas e aumento da matéria orgânica no solo.

A transição dos produtos químicos para os biológicos é impulsionada pela necessidade de combater a resistência de pragas e doenças, além dos danos ambientais e à saúde provocados pelos químicos. Os biológicos promovem biodiversidade, têm ação prolongada e são menos dependentes de insumos fósseis, contribuindo para uma agricultura mais sustentável.

Com a demanda global por alimentos prevista para aumentar em 20% nos próximos dez anos, o Brasil tem um papel crucial em atender a 40% desse crescimento. A pesquisa contínua e o desenvolvimento de novos produtos prometem expandir as possibilidades e a eficácia do controle biológico, promovendo uma agricultura mais segura e sustentável.
 





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Crescimento do etanol de milho e impacto nos DDGs


Atualmente, o Brasil conta com 21 usinas dedicadas ao etanol de milho



Atualmente, o Brasil conta com 21 usinas dedicadas ao etanol de milho
Atualmente, o Brasil conta com 21 usinas dedicadas ao etanol de milho – Foto: Pixabay

De acordo com o ItaúBBA, a produção de etanol de milho no Brasil deverá alcançar 7,8 bilhões de litros na safra 2024/25, representando um crescimento de 25% em relação ao ano anterior. Este aumento significativo está ligado ao crescente uso do milho na produção de etanol, que deve consumir cerca de 17,3 milhões de toneladas do grão, equivalente a 21% do consumo doméstico de milho. Em paralelo, a produção de DDGs (Distillers Dried Grains) deve atingir 5,2 milhões de toneladas em 2024, com o Brasil prevendo exportar 14% desse volume, ou 0,74 milhões de toneladas.

Atualmente, o Brasil conta com 21 usinas dedicadas ao etanol de milho, sendo 11 localizadas no Mato Grosso, 6 em Goiás, 2 no Mato Grosso do Sul, 1 no Paraná e 1 em São Paulo. A produção de etanol de milho é predominante no Centro-Oeste, mas novos projetos estão se expandindo para a região Norte-Nordeste (NNE) do país. 

Entre essas usinas, 11 são exclusivamente voltadas para o milho, enquanto as demais são usinas flex, que produzem etanol tanto de cana-de-açúcar quanto de milho. As usinas flex podem operar de duas maneiras: algumas alternam entre cana e milho conforme a safra, enquanto outras utilizam cana apenas como fonte de biomassa para gerar vapor, permitindo uma operação mais contínua.

A análise do ItaúBBA aponta que, apesar do expressivo crescimento no setor de etanol de milho, o sucesso contínuo do mercado de DDGs (Distillers Dried Grains) no Brasil está intrinsecamente ligado à manutenção de preços competitivos para o consumidor interno. Com o aumento significativo na produção e no consumo de etanol de milho, a oferta de DDGs deve crescer proporcionalmente. No entanto, para garantir a expansão sustentável deste mercado e aproveitar plenamente as oportunidades internas, é essencial que os preços dos DDGs permaneçam atrativos.
 





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Abiec considera os resultados do TAC da Carne uma grande evolução


A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) participou, nesta quinta-feira (23), da solenidade comemorativa aos 15 anos, do Termo de Ajustamento de Conduta da Carne (ou TAC da Carne), realizada na sede do Ministério Público Federal (MPF), em Belém/PA. O TAC foi firmado em 2009, como um dispositivo para coibir ilícitos na cadeia pecuária da Amazônia, com respaldo em uma lei federal de 2008, que tornou os frigoríficos corresponsáveis por irregularidades em sua cadeia de fornecimento, como as fazendas de engorda e de terminação, das quais os animais saem para o abate. O TAC da Carne abrange atualmente seis dos nove estados da Amazônia Legal – Acre, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia e Tocantins.

Hoje, de um total de 158 plantas na Amazonia Legal são 111 frigoríficos signatários do TAC segundo mapeamento do Ministério Público junto ao Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora). Associadas à Abiec são 20 empresas com 51 plantas. O TAC engloba os critérios hoje descritos no Protocolo do Boi na Linha (www.boinalinha.org ) que reúne e uniformiza procedimentos e parâmetros, em protocolos que evoluem gradativamente e que são levados em consideração nas auditorias. Dentre eles, desmatamento ilegal; sobreposição com terras indígenas e com unidades de conservação; embargo ambiental; trabalho escravo; Cadastro Ambiental Rural (CAR) e alteração nos limites do CAR; Licenciamento Ambiental Rural do estado do Pará; Guia de Trânsito Animal (GTA) e produtividade. No Pará, que passou pelo quinto ciclo de auditoria, o percentual de não-conformidades caiu de 10,4%, na auditoria de 2018, para 4,81%, na de 2023.

De acordo com o Diretor de Sustentabilidade da Abiec, Fernando Sampaio – foram 15 anos de um processo de aprendizado. “A indústria construiu esse know-how de como mapear e avaliar risco em seu fornecimento”, explica Sampaio. Em sua fala no evento, o diretor colocou o setor como parceiro do MPF, para enfrentar os desafios que ainda existem, como ampliar o número de empresas participando dos protocolos de monitoramento, o controle de fornecedores indiretos, o envolvimento de outros setores, como varejo e bancos, e pediu maior participação da indústria na governança que existe hoje no Pará, e que essa governança seja ampliada para garantir participação social nos outros estados da Amazônia.

 O evento 15 Anos do TAC da Carne foi organizado por Amigos da Terra, Imaflora e a Aliança Paraense pela Carne e pelo MPF. O Imaflora e Amigos da Terra secretariam o Comitê de Apoio ao TAC no Pará.

A Abiec tem um termo de cooperação com o Imaflora para promover o uso e a ampliação do Protocolo Boi na Linha, e atua com Amigos da Terra no Grupo de Trabalho de Fornecedores Indiretos- GTFI.





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