sexta-feira, abril 24, 2026

Política & Agro

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O Futuro do Frete com IA


O View é uma ferramenta integrada à plataforma da goFlux



O View é uma ferramenta integrada à plataforma da goFlux
O View é uma ferramenta integrada à plataforma da goFlux – Foto: Pixabay

A Inteligência Artificial (IA) tem transformado diversas áreas com suas capacidades de análise e organização de dados, facilitando a tomada de decisões. Para mostrar como essas inovações estão impactando o setor de transporte, o PwC Agtech Innovation, em Piracicaba/SP, será o anfitrião da primeira edição do goFlux Day, que ocorrerá amanhã, 10 de setembro.

O evento, intitulado “IA que te transporta para o futuro do frete”, é promovido pela goFlux, uma plataforma digital que está modernizando a cotação, negociação, contratação e gestão de fretes rodoviários. Em colaboração com o PwC Agtech Innovation, um dos principais centros de inovação no agronegócio, o goFlux Day contará com a participação de Priscila Lucas, Coordenadora de Dados e IA na goFlux. Ela apresentará insights sobre o impacto da IA no setor, destacando a ferramenta View, que oferece soluções avançadas para a tomada de decisões com base em dados precisos.

O View é uma ferramenta integrada à plataforma da goFlux que utiliza inteligência preditiva para fornecer uma visão antecipada sobre os patamares futuros de fretes. Com uma base abrangente de dados, análises comparativas e projeções de tarifas, a goFlux emprega IA, big data e algoritmos de machine learning para oferecer uma visão detalhada do mercado. 

A plataforma utiliza dados reais e índices macroeconômicos, como cotações de commodities, petróleo, juros e inflação, garantindo a precisão das informações. “Com o View, as empresas podem se antecipar às variações nos preços de fretes”, afirma Priscila Lucas. O goFlux Day não apenas destacará essas inovações tecnológicas, mas também explorará como elas estão moldando o futuro do transporte no Brasil.
 





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Inmet emite alerta laranja de seca em 12 estados e o DF


O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) lançou, nesta segunda-feira (9), um alerta laranja de perigo para 12 estados brasileiros e o Distrito Federal (DF) devido à baixa umidade. Segundo o instituto, nesses locais a umidade relativa do ar deve variar entre 20% e 12%, com risco de incêndios florestais e riscos à saúde, como doenças pulmonares e dores de cabeça.

Além do DF, o alerta vale para os estados de Goiás, Bahia, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Rondônia, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraná, São Paulo e Maranhão. Em alguns locais a umidade relativa do ar pode ficar abaixo de 12%.

O instituto também emitiu um alerta amarelo, de perigo potencial, para os estados do Acre, Amazonas, Santa Catarina e parte do Rio Grande do Sul. Nesses locais, a umidade relativa do ar deve oscilar entre 30% e 20%.

A baixa umidade causa ressecamento da pele, desconforto nos olhos, boca e nariz. Entre as recomendações estão beber bastante líquido, evitar exposição ao sol nas horas mais quentes do dia, evitar a prática de atividades físicas. Também são recomendados o uso hidratante para pele e umidificar o ambiente.

Ondas de Calor
O Inmet emitiu ainda um alerta de ondas de calor para os Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e parte de Minas Gerais, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. O alerta vale até a quinta-feira (12). Nesses estados as temperaturas podem ficar até 5ºC acima da média.





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Sudeste Asiático: Avanço em Biocombustíveis Sustentáveis


Os números da produção de SAF na região estão em expansão



Os números da produção de SAF na região estão em expansão
Os números da produção de SAF na região estão em expansão – Foto: Nadia Borges

O Sudeste Asiático tem se consolidado como um polo crucial na produção de biocombustíveis sustentáveis, especialmente no setor de transportes. Os biocombustíveis que mais têm ganhado destaque na região são o bioquerosene de aviação (SAF) e o biocombustível marítimo (biobunker), que representam frentes promissoras no setor bioenergético.

De acordo com a S&P Global, a demanda por SAF (Sustainable Aviation Fuel) está projetada para crescer de forma significativa, atingindo seu pico até 2035. As iniciativas do mercado e as regulamentações serão determinantes para a penetração desse combustível até 2050. Recentemente, a National Research Foundation de Singapura lançou um programa de US$ 90 milhões voltado para a produção de SAF e outras fontes renováveis. Esse investimento tem o objetivo de apoiar as metas globais de utilização do SAF na aviação, que são de 3,24% até 2040 e 24,06% até 2050.

Os números da produção de SAF na região estão em expansão, destacando-se a Neste Singapore, a maior planta de produção de SAF do mundo. A empresa fez um investimento de US$ 1,4 bilhão em uma biorrefinaria inaugurada em 2019 e já firmou contratos com a Singapore Airlines e a Scoot. Outro grande avanço vem do Bangchak Group da Tailândia, que está desenvolvendo uma nova planta de SAF com capacidade para produzir 1 milhão de litros de biocombustível diariamente. O início da operação dessa planta está previsto para o segundo trimestre de 2025.

Esses desenvolvimentos destacam o papel crescente do Sudeste Asiático na transição para fontes de energia mais sustentáveis, contribuindo significativamente para o futuro da aviação e do transporte marítimo.
 





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Avicultura sem antibióticos: Estudo inovador


Uma dessas alternativas é o uso de óleos essenciais



Uma dessas alternativas é o uso de óleos essenciais
Uma dessas alternativas é o uso de óleos essenciais – Foto: Canva

O uso de antibióticos promotores de crescimento (APCs) na produção animal está sendo cada vez mais limitado devido ao risco de desenvolvimento de resistência bacteriana, tanto em animais quanto em humanos. Seguindo orientações da Organização Mundial da Saúde, muitos países já proibiram o uso desses antibióticos, incentivando práticas mais seguras. A médica-veterinária Maria Carolina Toth, da MCassab Nutrição e Saúde Animal, destaca que essa mudança está direcionando o mercado de proteínas animais para a busca de alternativas mais seguras e sustentáveis.

Uma dessas alternativas é o uso de óleos essenciais, como demonstrado em estudo da Universidade Brasil em parceria com a MCassab Nutrição e Saúde Animal. Segundo o médico-veterinário Cleber Mansano, esses compostos têm propriedades antibacterianas, antivirais e antifúngicas, além de efeitos imunomoduladores e digestivos. O estudo também destacou a capacidade dos óleos essenciais de reduzir o estresse térmico nas aves, uma preocupação constante na avicultura.

A pesquisa, realizada com 480 pintos, avaliou o ganho de peso, consumo de ração e conversão alimentar até os 42 dias de vida. Os resultados foram promissores, com as aves alimentadas com dietas contendo óleos essenciais apresentando um ganho de peso superior a 100 g em relação à dieta controle, mantendo a produtividade sem o uso de APCs. Isso reforça o potencial dos óleos essenciais como uma solução viável na transição para uma produção mais sustentável.

Para apoiar os produtores nessa adaptação, a MCassab oferece o Bioessence, um óleo essencial que melhora a saúde intestinal das aves e promove melhor desempenho zootécnico. A médica-veterinária Mariana Rosetti afirma que o produto é composto por um blend de ativos sinérgicos que aumenta a eficiência produtiva e reduz custos, oferecendo soluções de qualidade para o produtor.
 





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Buracos ameaçam agricultura na Turquia


Autoridades monitoram a situação



Esses sumidouros estão avançando para zonas cada vez mais críticas
Esses sumidouros estão avançando para zonas cada vez mais críticas – Foto: Nadia Borges

A planície de Konya, na Turquia, conhecida como “o celeiro do país”, está enfrentando uma grave ameaça devido ao surgimento de mais de 2.600 buracos na terra, conhecidos como sumidouros. Essas formações, que variam em tamanho, são causadas pela seca severa e pelo consumo excessivo das águas subterrâneas, colocando em risco tanto a agricultura quanto áreas residenciais da região. A ameaça vem crescendo, especialmente em distritos como Cihanbeyli, Yunak, Kulu, Sarayönü e Kadinhani, locais tradicionalmente reconhecidos pela alta produção de cereais, que agora veem suas atividades econômicas em perigo.

Esses sumidouros estão avançando para zonas cada vez mais críticas, aproximando-se de áreas densamente povoadas, locais de investimentos em energia e regiões com intensa atividade agrícola. Anteriormente, eles se formavam principalmente em áreas isoladas, mas agora surgem em locais onde a presença humana e a produção agrícola são intensas, aumentando significativamente os riscos tanto para a população quanto para a economia local. O avanço dessas formações expõe a relação direta entre a ação humana, o uso descontrolado dos recursos hídricos e o agravamento das condições naturais, resultando em uma crise ambiental que afeta toda a região.

As autoridades turcas, como a Autoridade de Gestão de Catástrofes e Emergências (AFAD) e o Centro de Investigação de Aplicação de Sumidouros da Universidade Técnica de Konya, estão monitorando de perto a situação. Elas trabalham para implementar medidas preventivas, na tentativa de conter o surgimento de novos sumidouros. No entanto, especialistas alertam que a solução para o problema é complexa. Os sumidouros, apesar de serem um fenômeno natural, têm seu número amplificado pelas atividades humanas, sobretudo pelo uso inadequado dos recursos subterrâneos. Essas informações são do portal Euronews, de Portugal.





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Agro e Prosa Episódio 821 – Casa de Soluções, um ponto de apoio confiável…


Atenção: Esse conteúdo foi produzido pela equipe do canal Agro e Prosa e gentilmente cedido para republicação no site Notícias Agrícolas

A UPL, uma das líderes globais no setor agroquímico, vem consolidando sua posição no Brasil com uma estratégia focada em inovação e sustentabilidade. Luciano Scalabrin, diretor de negócios da UPL, compartilhou em entrevista ao programa Agro e Prosa as diretrizes que têm guiado a atuação da empresa, especialmente no que se refere ao desenvolvimento de soluções biológicas para o campo.

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Preços globais de alimentos caem em agosto


Os preços globais dos alimentos apresentaram uma leve queda em agosto, conforme comunicado pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO). A diminuição nos valores do açúcar, carne e cereais compensou os aumentos observados nos óleos vegetais e laticínios. O Índice de Preços Alimentares da FAO, que monitora os preços internacionais de diversos alimentos, alcançou 120,7 pontos, uma pequena redução em comparação a julho e 1,1% abaixo do nível de agosto de 2023.

Em relação aos cereais, houve uma redução de 0,5% nos preços em agosto, puxada pela queda nos preços de exportação de trigo, resultado de uma oferta competitiva no Mar Negro e colheitas menores na Argentina e nos Estados Unidos. Por outro lado, o milho teve uma leve alta, influenciada pelas ondas de calor na Europa e EUA, enquanto o arroz subiu 0,6%, impulsionado pela valorização das moedas de países exportadores e pela oferta limitada de variedades não indica.

O índice referente aos óleos vegetais avançou 0,8%, alcançando seu maior patamar em 20 meses, graças ao aumento nos preços do óleo de palma, que superou a queda nas cotações de soja, colza e girassol. No setor de laticínios, a alta foi de 2,2%, refletindo o aumento no preço do leite em pó integral, causado pela maior demanda de importação, além da elevação nos preços de queijo e manteiga, influenciados pela incerteza sobre a oferta de leite na Europa Ocidental.

Já o índice de carnes caiu 0,7%, com retração nos preços da carne suína, de aves e ovina, devido à menor demanda de importação, enquanto a carne bovina teve uma leve valorização. O açúcar, por sua vez, registrou uma queda de 4,7%, atingindo seu menor nível desde outubro de 2022, favorecido por melhores previsões de colheitas na Índia e Tailândia e pela baixa nos preços do petróleo. No entanto, o preço subiu no final do mês, em resposta às preocupações com incêndios em áreas de cultivo no Brasil.
 





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O futuro das culturas: IA e dados ambientais


Estudo ficou em segundo lugar no concurso internacional Genome to Fields



Estudo ficou em segundo lugar no concurso internacional Genome to Fields
Estudo ficou em segundo lugar no concurso internacional Genome to Fields – Foto: Pixabay

Um novo modelo de aprendizado de máquina para prever o rendimento das culturas, usando dados ambientais e informações genéticas, pode transformar o desenvolvimento de novas variedades agrícolas com maior produtividade. 

Igor Fernandes, mestrando em estatística e análise na Universidade de Arkansas, trouxe sua experiência em ciência de dados e agronomia, adquirida como assistente de graduação na Embrapa, para criar uma abordagem inovadora. Com a orientação de Sam Fernandes, professor associado de estatística agrícola e genética quantitativa, Igor desenvolveu um modelo focado em dados ambientais que recentemente foi publicado na revista Theoretical and Applied Genetics. O estudo, intitulado “Usando aprendizado de máquina para combinar dados genéticos e ambientais para previsões de rendimento de grãos de milho em testes multiambientais,” destacou-se ao obter o segundo lugar no concurso internacional Genome to Fields.

O trabalho demonstra que, apesar de a abordagem baseada apenas em dados ambientais ter superado as expectativas, existe potencial para aprimorar a comparação com modelos tradicionais de previsão genômica. O melhoramento genômico utiliza apenas o DNA para selecionar candidatos para testes de campo, economizando tempo e recursos. Segundo Sam Fernandes, a previsão genômica permite estimar o rendimento das plantas com base no DNA e em dados anteriores sem necessidade de plantio, otimizando o processo de desenvolvimento de novas variedades adaptadas a condições específicas, como a seca. Os coautores do estudo incluem Caio Vieira, professor associado de melhoramento de soja, e Kaio Dias, professor de biologia geral na Universidade Federal de Viçosa.





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Quinoa revoluciona cosméticos


Nesse cenário, O Boticário se destacou ao incorporar a quinoa



Nesse cenário, O Boticário se destacou ao incorporar a quinoa
Nesse cenário, O Boticário se destacou ao incorporar a quinoa – Foto: Fabiano Marques Dourado/ Embrapa

O mercado de cosméticos tem registrado um crescimento notável nos últimos anos, impulsionado pela crescente demanda por produtos naturais e sustentáveis. De acordo com um estudo da Statista, o mercado de alimentos saudáveis e bem-estar superou 23,5 bilhões de dólares em 2023 e deverá atingir 38,5 bilhões até 2033. Essa tendência também reflete no setor de beleza, onde consumidores estão cada vez mais interessados em produtos que oferecem benefícios funcionais, como hidratação e melhora na elasticidade da pele.

Nesse cenário, O Boticário se destacou ao incorporar a quinoa, um dos superalimentos mais poderosos, em sua linha de cuidados corporais. Desde 2017, a marca tem utilizado o óleo de quinoa em sua linha Nativa SPA, aproveitando suas propriedades nutricionais e benefícios para a pele. Pesquisas indicam que o óleo de quinoa pode estimular a produção de colágeno em até 77%, o que contribui para uma pele mais firme e jovem. Essa inovação foi reconhecida globalmente pela Mintel, que destacou O Boticário como pioneiro no uso do superalimento.

Bruna Nunes, diretora da categoria Corpo & Banho do Grupo Boticário, comenta que a tecnologia patenteada de extração e purificação do óleo de quinoa proporciona um produto até 530 vezes mais nutritivo que o óleo de coco. O óleo de quinoa melhora a elasticidade da pele, oferece ação antioxidante e promove uma hidratação intensa, ajudando a prevenir estrias e a proteger a pele contra danos externos.

Nativa SPA, com mais de 170 produtos, combina o óleo de quinoa com outros ingredientes para potencializar a hidratação e a nutrição da pele. A marca oferece uma variedade de loções e texturas, todas enriquecidas com o bioéster de quinoa, proporcionando uma experiência de cuidado corporal incomparável.
 





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impactos das geadas e perspectivas de preço para laranja e bergamota


O Informativo Conjuntural da Gerência de Planejamento, divulgado na quinta-feira (5), trouxe atualizações sobre a citricultura nas regiões do Rio Grande do Sul. Em Caxias do Sul, a Emater/RS-Ascar informou que foram realizadas vistorias de Proagro nas áreas atingidas pelos temporais de maio. A laranja continua com problemas de granulação e cristalização devido à lixiviação dos nutrientes pelo excesso de chuvas nos últimos meses. Os pomares estão com uma grande quantidade de flores e a colheita da bergamota Montenegrina está em aceleração.

Os citricultores estão adotando práticas culturais como remoção de galhos e limpeza para melhorar a saúde das plantas. Os preços atuais variam entre R$ 1,50 e R$ 1,75/kg para laranja (para suco) e entre R$ 1,20 e R$ 1,85/kg para bergamota, com possíveis aumentos para a variedade Montenegrina nas próximas semanas.

Em Passo Fundo, as geadas de agosto causaram danos nas brotações novas, mas a produtividade não deverá ser afetada gravemente devido ao estágio inicial da floração. O manejo fitossanitário é essencial para manter a qualidade dos frutos, com preços de laranjas Valência a R$ 1,86/kg e bergamota Montenegrina a R$ 1,55/kg.

Na região de Frederico Westphalen, a colheita está praticamente concluída com 90% da área já colhida. A nova safra apresenta boas perspectivas com brotações e floração abundantes. A laranja de suco está sendo vendida entre R$ 2.000,00 e R$ 2.200,00 por tonelada, e a laranja umbigo varia de R$ 2,50 a R$ 2,80/kg.

Em Lajeado, com 3.724 hectares de bergamota e 1.146 hectares de laranja, a colheita está em andamento e beneficiada pelo clima. Os preços da laranja Valência são de R$ 1.830,00/t para a indústria e cerca de R$ 50,00/cx de 25 kg para mesa. A bergamota Montenegrina tem preços de R$ 1.400,00/t para a indústria e entre R$ 70,00 e R$ 80,00/cx de 25 kg para o mercado de mesa.





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