quinta-feira, abril 23, 2026

Política & Agro

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Mapa aprovou 328 registros de agrotóxicos em 2024


Por Flávio Hirata, engenheiro agronomo pela ESALQ-USP, especialista em registro de agrotóxicos e sócio da AllierBrasil.

A partir de 2017, o número de registro de produtos aprovados ultrapassou a marca de 400, tendo atingido o recorde histórico em 2022, com 652 aprovações.

Faltando menos de 4 meses para o final do ano, o Ministério da Agricultura aprovou 328 registros de agrotóxicos em 2024, sendo, 38 produtos biológicos (12%), 182 produtos formulados químicos (55%) e 108 produtos técnicos (33%). 

Dentre os produtos formulados químicos aprovados, a grande maioria é de produtos baseados em produtos técnicos equivalentes, também denominados de “genéricos”. Os produtos genéricos são a força motriz das empresas, em número, que atuam ou que estão tentando o acesso ao mercado brasileiro de pesticidas. E aí se destacam os produtos de origem da China e da Índia, que são os principais fornecedores de produtos genéricos. 

Sete empresas foram responsáveis por 36% dos registros aprovados, com destaque para a AllierBrasil com 9% das aprovações (23), Sumitomo Chemical, 7% (19), Rainbow, 5% (13) e Adama, 5% (12). 

Em comparação aos dados de 2023, praticamente são as mesmas empresas que detêm o maior número de aprovações de registro de produtos formulados químicos, com exceção da Sumitomo Chemical e Bayer.

Em relação aos produtos biológicos, as aprovações de registros são bastante pulverizadas entre as empresas do setor. 

Mesmo com essa quantidade de registros aprovados, é importante salientar que muitos dos produtos aprovados já não têm a mesma demanda, quando comparado à época dos pleitos dos seus respectivos registros. Isto se deve ao fato que o tempo para aprovação de um registro de agrotóxico (químico) é extremamente longo. Diferente do que acontece com o registro de produtos biológicos, cujas avaliações são priorizadas e o tempo para aprovação geralmente não ultrapassa 12 meses.  

O registro de produto somente não garante o sucesso do negócio. Mas, certamente, é a chave mestre para o acesso ao maior mercado de agroquímicos do mundo.

 

 





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Cotação do algodão oscila em setembro com menor oferta e negociações limitadas


Mercado interno de algodão em pluma iniciou setembro com oscilações




Foto: Pixabay

O mercado interno de algodão em pluma iniciou setembro com oscilações nos preços, mostrando maior volatilidade. A dificuldade em acordar valores e qualidade dos lotes disponíveis no mercado spot tem limitado a liquidez das negociações, o que reflete diretamente na dinâmica do setor.

Segundo dados informados pelo Cepea, vendedores continuam priorizando a entrega de contratos a termo, tanto para o mercado interno quanto para o externo, o que reduz a oferta de novos lotes. Por outro lado, comerciantes estão em busca de mais lotes para atender às suas programações, recorrendo, em alguns casos, a negócios “casados”.

Já no segmento de fios, agentes consultados indicam uma melhora nas negociações, com uma demanda pontual para atender à reposição de estoques e às necessidades imediatas do setor.





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Lalguard Java agora é LALGUARD C99


Bioinseticida desenvolvido em parceria com a Embrapa recebe novo nome e registro


Foto: Divulgação

Bioinseticida desenvolvido em parceria com a Embrapa recebe novo nome e registro para manejo da cigarrinha-do-milho

O risco da seleção de pragas resistentes aos inseticidas químicos tem aumentado as chances da redução da eficiência desses produtos. Além disso, muitos desses produtos estão sendo banidos em várias partes do mundo, o que representa um grande desafio para a agricultura moderna. No Brasil, a mosca-branca causou grandes danos em várias culturas na safra passada, enquanto a cigarrinha-do-milho se tornou a praga mais relevante para a cultura do milho. Esses são exemplos claros de uma tendência preocupante e do que podemos esperar para a proteção das plantações no futuro.

Em 2022, a Lallemand Plant Care lançou no mercado brasileiro uma solução inovadora para o manejo de pragas: o LALGUARD JAVA. Este bioinseticida, desenvolvido após anos de pesquisa em colaboração com a EMBRAPA, é formulado a partir do isolado exclusivo BRM27666 do fungo entomopatogênico Cordyceps javanica. O LALGUARD JAVA demonstrou eficácia comprovada no controle da mosca-branca em campo, ganhando a confiança dos produtores em todo o país.

Em julho de 2024, a marca comercial LALGUARD JAVA WP foi alterada para LALGUARD C99 WP. Além disso, o LALGUARD C99 WP foi recentemente registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) para o controle da cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis), ampliando seu espectro de ação em bula e alinhando-se ao posicionamento de marca global da Lallemand Plant Care. Essa mudança reflete o compromisso contínuo da empresa com a inovação e a excelência.

A expertise centenária da Lallemand, em parceria com a EMBRAPA, oferece ao produtor tecnologia de alta eficiência no manejo de pragas, garantindo rentabilidade. Para mais informações, entre em contato com nossos especialistas pelo e-mail: [email protected].





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Feira global de máquinas quer superar sucesso de 2022


Esse aumento é impulsionado pela necessidade de investimentos em tecnologia agrícola



Esse aumento é impulsionado pela necessidade de investimentos em tecnologia agrícola
Esse aumento é impulsionado pela necessidade de investimentos em tecnologia agrícola – Foto: Canva

A 46ª edição da EIMA International, uma das maiores exposições globais de máquinas agrícolas e de jardinagem, será realizada em Bolonha, de 6 a 10 de novembro de 2024. Organizado pela FederUnacoma (Federação Italiana de Fabricantes de Máquinas Agrícolas), o evento promete superar o sucesso da edição de 2022, que contou com 327 mil participantes, sendo 57 mil visitantes internacionais. A feira contará com a presença de operadores de 150 países, incluindo nações como Estados Unidos, Tailândia, Austrália, Nigéria e Bahamas, consolidando-se como um dos eventos mais internacionalizados do setor.

Durante uma conferência de imprensa realizada na sede da Agência Italiana de Comércio (ICE) em Roma, a presidente da FederUnacoma, Mariateresa Maschio, destacou a relevância do mercado de máquinas agrícolas, que movimentou cerca de 164 bilhões de dólares em 2023. Desse total, 57 bilhões foram relacionados a tratores agrícolas, 73 bilhões a outros tipos de maquinário e equipamentos, e 34 bilhões destinados a componentes do setor. O crescimento anual de 4,7% no comércio de tratores nos últimos 15 anos indica que a demanda por tecnologia agrícola tende a aumentar.

Esse aumento é impulsionado pela necessidade de investimentos em tecnologia agrícola em diversos países, uma vez que a agricultura é essencial para a segurança alimentar global e o fornecimento de matérias-primas para a indústria e energia. Embora os maiores mercados atualmente sejam Índia, China, Estados Unidos e Europa, a demanda por máquinas agrícolas deverá crescer em países como Brasil, Argentina, Austrália, Indonésia e Turquia.

Além disso, a colaboração entre a ICE e a FederUnacoma possibilitará a realização de encontros comerciais durante a feira, com a participação de mais de 450 operadores financeiros de 80 nações. Esses operadores foram selecionados pelos escritórios estrangeiros da ICE e atuarão conforme seus interesses específicos, o que reforça a importância da EIMA como plataforma estratégica para o desenvolvimento do setor agrícola global.





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Como a IA Generativa impulsiona o agro


Entre os principais usos da IA Generativa no campo, Orrigo destaca seis aplicações



A IA Generativa também pode apoiar a previsão de demanda e mercado
A IA Generativa também pode apoiar a previsão de demanda e mercado – Foto: Divulgação

Segundo Fabrício Orrigo, diretor de produtos Agro da TOTVS, desde o lançamento do ChatGPT, muito tem se discutido os impactos da Inteligência Artificial Generativa (IA) nos negócios, especialmente no agronegócio. A IA Generativa utiliza algoritmos de aprendizado para processar grandes volumes de dados e é capaz de identificar padrões complexos, especialmente no processamento da linguagem natural. No caso do agronegócio, essa tecnologia pode atuar como um acelerador nas decisões tomadas por gestores e produtores, aumentando a eficiência em várias etapas do processo produtivo.

Entre os principais usos da IA Generativa no campo, Orrigo destaca seis aplicações. A primeira delas é a assistência técnica: chatbots podem oferecer suporte aos agricultores, respondendo a questões sobre fertilizantes, pesticidas e técnicas de plantio. Além disso, a IA pode melhorar a comunicação com clientes, fornecendo informações sobre produtos e coletando feedbacks para aprimorar processos. Outro ponto é a análise de dados, onde a IA processa informações como previsões climáticas e dados de colheita para auxiliar na tomada de decisões.

A IA Generativa também pode apoiar a previsão de demanda e mercado, analisando dados históricos e em tempo real para oferecer insights sobre tendências, e no monitoramento e controle de pragas, processando imagens e informações para diagnosticar doenças e sugerir medidas de controle. Por fim, a otimização do uso de recursos é outro destaque, com a IA ajudando a melhorar o uso de água e fertilizantes com base em dados ambientais e históricos.

“Como em qualquer nova tecnologia, é importante considerar algumas ressalvas antes de incorporar estas aplicações à gestão do agronegócio. O desempenho da IA Generativa depende diretamente da qualidade e da representatividade dos dados com os quais ela é alimentada. Por isso investir na atualização e na escolha dos dados mais relevantes para o negócio é vital para obter respostas corretas. Outro ponto de atenção está relacionado à segurança e privacidade de dados. É essencial garantir o uso responsável dos dados agrícolas para manter a integridade das aplicações e do serviço”, conclui.
 





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bioma é o segundo mais ameaçado no país


O segundo maior bioma brasileiro também ocupa essa posição (segundo) quando o assunto é ameaça à biodiversidade e aos serviços ecossistemáticos. De acordo com estudo realizado pela Mapbiomas, o Cerrado perdeu 27% de sua vegetação nativa nos últimos 39 anos, o que representa 38 milhões de hectares.

Em toda a cobertura natural do país que sofreu transformação no uso do solo, o bioma, proporcionalmente, só foi menos afetado que o Pampa, que perdeu 28% de vegetação nativa ao longo desses anos.

Também conhecido como savana brasileira, o Cerrado ocupa 25% do território nacional, em 11 estados que se estendem do Nordeste à maior parte do Centro-Oeste, e mantém áreas de transição com praticamente todos os biomas, exceto os Pampas. Pelas características adquiridas no contato com mais quatro ecossistemas (Amazônia, Pantanal, Mata Atlântica e Caatinga), é considerada a savana mais biodiversa do planeta.

Ao longo desse período, o bioma teve 88 milhões de hectares atingidos pelo fogo, o que causou a perda de 9,5 milhões de hectares. Embora seja mais resiliente aos incêndios, pesquisadores apontam que as mudanças climáticas associadas ao uso indiscriminado do fogo têm ameaçado a integridade de sua cobertura natural. “É essencial implementar políticas públicas que promovam a conscientização, reforcem sistemas de monitoramento e apliquem leis rigorosamente contra queimadas ilegais”, reforça a pesquisadora do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), Vera Arruda.

Junto com a cobertura natural do solo, a perda do Cerrado significa perder também a sua enorme capacidade de reter gás carbônico na biomassa de suas longas raízes, de recarregar a água subterrânea e de manter o ciclo hídrico que equilibra o planeta. “Temos observado que as áreas úmidas no Cerrado estão secando. Além disso, a expansão da agricultura sobre essas áreas vêm ocorrendo em algumas regiões no bioma, o que pode afetar o abastecimento hídrico e resultar em escassez de água para a população e para a agricultura, aumentando também a vulnerabilidade a desastres climáticos e à perda de biodiversidade”, alerta Joaquim Raposo, pesquisador do Ipam.

Para se ter uma ideia, de toda a área perdida ao longo dos 39 anos estudados, 500 mil hectares foram de áreas úmidas substituídas principalmente por pastagem. São áreas naturais consideradas fundamentais na manutenção dos recursos hídricos, presentes em 6 milhões de hectares do bioma onde nascem oito das 12 bacias hidrográficas brasileiras.

Neste 11 de setembro, em que é celebrado o Dia do Cerrado, organizações da sociedade civil como os institutos Cerrados, Sociedade População e Natureza, Ipam e WWF Brasil lançaram uma campanha de sensibilização sobre a relevância do bioma e os desafios a serem enfrentados para a sua preservação.

Chamada Cerrado, Coração das Águas, a campanha foi lançada em um site que reúne informações relevantes sobre o bioma, suas características, biodiversidade, povos, turismo e caminhos para a preservação, além de reunir boas histórias dessa “floresta invertida”.





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França envia trigo para moagem para os EUA


A UE exportou 474 mil toneladas de trigo mole para os EUA em 2023-24



Esse cenário, combinado com problemas de produção, fez com que os usuários finais dependessem cada vez mais de fornecedores estrangeiros
Esse cenário, combinado com problemas de produção, fez com que os usuários finais dependessem cada vez mais de fornecedores estrangeiros – Foto: Divulgação

Quase 27 mil toneladas de trigo francês foram enviadas para os Estados Unidos no final de agosto, com destino a Albany, Nova York, onde a Ardent Mills opera um moinho de farinha. A informação foi divulgada pela Bloomberg, com base em dados do Porto de Rouen. A área plantada de trigo nos EUA tem diminuído nas últimas décadas, já que os agricultores preferem o milho e a soja, culturas mais lucrativas. 

Esse cenário, combinado com problemas de produção, fez com que os usuários finais dependessem cada vez mais de fornecedores estrangeiros. Em 2023-24, as importações de trigo dos EUA atingiram o maior nível em seis anos, em meio à redução da produção causada pela seca, segundo o Serviço Agrícola Estrangeiro (FAS) do Departamento de Agricultura dos EUA. Uma pequena parcela das 3,76 milhões de toneladas importadas veio da União Europeia.

A UE exportou 474 mil toneladas de trigo mole para os EUA em 2023-24, o maior volume em mais de 20 anos, de acordo com dados da Comissão Europeia, citados pela Bloomberg. Desde o início do ano comercial, em 1º de julho, pelo menos 53 mil toneladas de trigo europeu foram enviadas para os EUA. A França, principal produtora de trigo da UE, realizou o embarque para Nova York, apesar de enfrentar sua menor colheita em 40 anos, devido ao clima extremamente úmido. Com seus mercados tradicionais na África e Europa trocando o trigo francês pelo mais barato da Rússia e Ucrânia, o país está em busca de novos destinos para exportação.

Embora os EUA normalmente produzam trigo suficiente para atender à demanda interna, fatores como altos custos de transporte ferroviário e preços mais competitivos de fornecedores estrangeiros aumentaram as importações. No entanto, o FAS projeta que, com a maior safra dos últimos oito anos esperada para 2024-25, as importações de trigo dos EUA cairão 24%, atingindo 2,85 milhões de toneladas.
 





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Produção de safras de inverno na Austrália deve aumentar


As previsões para as principais culturas de inverno apresentam um cenário otimista



As previsões para as principais culturas de inverno apresentam um cenário otimista
As previsões para as principais culturas de inverno apresentam um cenário otimista – Foto: Pixabay

A produção de safras de inverno na Austrália deve aumentar 17% no ano de comercialização de 2024-25, atingindo 55,2 milhões de toneladas, conforme relatório divulgado pelo Australian Bureau of Agricultural and Resource Economics and Sciences (ABARES). Se confirmada, essa será a quinta maior produção anual já registrada, segundo o ABARES. O relatório destaca uma revisão de 7% em relação à previsão feita em junho de 2024, impulsionada pelo crescimento na produção em Nova Gales do Sul, Queensland e Austrália Ocidental, que mais que compensam as quedas observadas em Austrália do Sul e Victoria.

As previsões para as principais culturas de inverno apresentam um cenário otimista. A produção de trigo deve crescer 23%, alcançando 31,8 milhões de toneladas, o que representa um aumento de 20% em relação à média dos últimos 10 anos. A cevada também segue em alta, com previsão de crescer 13%, chegando a 12,2 milhões de toneladas, 7% acima da média de uma década. Já a produção de canola deve cair 8%, totalizando 5,5 milhões de toneladas, reflexo da redução na área plantada. No entanto, essa área ainda está 22% acima da média de 10 anos, o que garante uma produção considerável.

O aumento da área plantada com culturas de inverno deve chegar a 5%, atingindo 24 milhões de hectares em 2024-25. Embora essa expansão esteja um pouco abaixo dos recordes observados entre 2020-21 e 2021-22, ela permanece 9% superior à média histórica de 10 anos. Esse crescimento é impulsionado por condições climáticas mais favoráveis em Nova Gales do Sul e Queensland, onde as áreas plantadas cresceram 17% e 34%, respectivamente, favorecendo o desempenho agrícola desses estados.
 





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Desempenho superior no cultivo de arroz


No entanto, o cultivo de arroz irrigado apresenta desafios únicos



No entanto, o cultivo de arroz irrigado apresenta desafios únicos
No entanto, o cultivo de arroz irrigado apresenta desafios únicos – Foto: Pixabay

De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a safra de arroz 2023/24 no Brasil totalizou 10,75 milhões de toneladas, das quais 9,98 milhões foram cultivadas em áreas alagadas (irrigadas). O estado do Rio Grande do Sul destacou-se como o maior produtor, responsável por 7.162.674,9 toneladas, correspondendo a 70% da produção nacional. Santa Catarina e Tocantins vêm logo em seguida, com participações de 10% e 7%, respectivamente.

No entanto, o cultivo de arroz irrigado apresenta desafios únicos que demandam um manejo especializado por parte dos produtores. Para ajudar a superar essas dificuldades, a Titan Pneus lançou no mercado o Super Arrozeiro 3, um pneu desenvolvido para otimizar o desempenho dos tratores em solos alagados. José Luiz Coelho, gerente de engenharia de campo da Titan, explica que o grande diferencial desse novo modelo está na banda de rodagem com centro aberto, barras extra profundas e linhas com alavanca, proporcionando excelente tração e penetração em terrenos instáveis, típicos do cultivo inundado.

Coelho também destacou que as novas linhas com alavanca impedem o acúmulo de resíduos nos pneus, reduzindo a patinação do trator, o que melhora significativamente a performance durante o manejo. Outro ponto de destaque é a tecnologia Orbitech, aplicada na construção dos pneus, que elimina emendas nos componentes, minimizando o risco de deslocamento, um problema recorrente no arroz irrigado. Segundo ele, a empresa investiu em pesquisas para aprimorar o composto dos pneus, garantindo maior durabilidade e resistência contra o desgaste precoce e rachaduras.

Os pneus da linha Super Arrozeiro 3, além de maior capacidade de carga e vida útil prolongada, são homologados como Equipamento Original (E.O.) nas principais montadoras de máquinas agrícolas do Brasil e da América Latina, o que os torna uma escolha segura e eficiente para os produtores de arroz.
 





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Brasil amplia exportação de carne bovina para o Canadá


Segundo informações divulgadas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o Canadá aprovou a atualização do Certificado Sanitário Internacional (CSI) para exportação de carnes frescas desossadas e produtos cárneos processados crus, derivados de bovinos brasileiros. A Agência Canadense de Inspeção Alimentar (CFIA) comunicou que, com a aprovação, estados como Rio Grande do Sul, Paraná, Acre, Rondônia, além de municípios no Mato Grosso e Amazonas, agora poderão exportar esses produtos ao país norte-americano.

Esses estados e municípios são reconhecidos pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) como livres de febre aftosa sem vacinação desde 2021, o que permitiu a habilitação de onze estabelecimentos para exportação. Santa Catarina, por sua vez, já é reconhecida pelo Canadá como livre de febre aftosa sem vacinação e possui um frigorífico autorizado a exportar.

A aprovação era aguardada pelo setor de proteína animal no Brasil. “A retomada deste mercado já era aguardada pelo setor, principalmente para esses estados, que desde a abertura do mercado canadense, em março de 2022, não estavam autorizados a exportar carne bovina crua em razão da não vacinação de seus rebanhos”, destacou o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro.

No caso da carne bovina cozida, a exigência de vacinação foi retirada, permitindo que qualquer estabelecimento habilitado no Brasil possa exportar para o Canadá, independentemente do estado de origem. O secretário de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Roberto Perosa, também comentou sobre o avanço: “Estamos junto da Embaixada do Brasil no Canadá buscando a retirada dessa exigência para a carne crua.”

Em 2023, o Brasil exportou mais de US$ 10,541 bilhões em carne bovina, equivalente a 2,28 milhões de toneladas. O Canadá importou US$ 39 milhões desse montante, registrando um crescimento de 18% em relação ao ano anterior.





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