quinta-feira, abril 23, 2026

Política & Agro

AgroNewsPolítica & Agro

Arrozeiros reforçam orientação de manutenção do mercado interno de arroz


Momento é da classe orizícola desprender-se e demonstrar toda sua organização


Foto: Paulo Rossi/Divulgação

A Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), emitiu nota, assinada pelo presidente da entidade, Alexandre Velho, traçando uma avaliação momentânea do ano de 2024. Segundo a federação, este vem sendo um ano desafiador para a Federarroz, arrozeiros, agricultores e povo gaúcho pois, além de todos os desafios climáticos que felizmente passaram, persistem os estruturais e políticos que ainda perduram, alongando insegurança e corroendo a esperança da retomada.

Conforme o comunicado, em meio a tragédia geral, resolvendo infortúnios particulares, desprendendo-se à ações solidárias, inquieta e nervosa para colaborar e atenuar o sofrimento do vizinho mais necessitado, a diretoria da Federarroz foi ao centro do Governo Federal para desfazer intenção de importação de arroz que fatalmente traria consigo mais insegurança aos arrozeiros. “Foram selados acordos, baseados especialmente no caráter e honra de cada partícipe das várias reuniões”, observa a nota.

A entidade salienta que, agora, momento em que Cepea/Esalq ruma para indicativo de R$120,00, no último terço da temporada comercial, é momento da classe orizícola desprender-se e demonstrar toda sua organização e manter o mercado plenamente abastecido. “Nós arrozeiros decidimos produzir alimento “in natura” mais consumido pelo ser humano. Assim, precisamos demonstrar toda a nobreza do ofício dessa profissão”, destaca a nota.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

USDA eleva safra de soja e diminui a de milho


De acordo com o Relatório de Oferta e Demanda dos Produtos Agrícolas do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), publicado em setembro de 2024, as perspectivas para os mercados de soja e milho apresentam ligeiras variações em comparação ao relatório anterior de agosto. Para a soja, a produção nos Estados Unidos foi revisada de 124,9 milhões de toneladas para 124,81 milhões de toneladas, mantendo-se praticamente estável. A produtividade também se manteve em 59,63 sacas por hectare, enquanto os estoques finais foram reduzidos de 15,24 milhões para 14,97 milhões de toneladas. As exportações e o esmagamento permanecem inalterados, com 50,35 milhões de toneladas exportadas e 66 milhões de toneladas destinadas à indústria .

Em relação ao Brasil, o relatório manteve a projeção de produção de soja em 169 milhões de toneladas para ambos os meses, mas houve um leve aumento nos estoques finais, que subiram de 33,87 milhões para 33,92 milhões de toneladas. As exportações seguem estimadas em 105 milhões de toneladas. Na Argentina, a produção também não sofreu alterações, permanecendo em 51 milhões de toneladas, mas os estoques finais foram revisados para cima, passando de 28,75 milhões para 29,25 milhões de toneladas. As exportações argentinas de soja permanecem estáveis em 4,5 milhões de toneladas. No mercado global, a produção de soja foi revisada de 428,73 milhões para 429,20 milhões de toneladas, com os estoques finais ajustados para 134,58 milhões de toneladas, um leve aumento em relação aos 134,3 milhões estimados em agosto.

Para o milho, a produção nos EUA foi ajustada para 385,73 milhões de toneladas em setembro, uma leve alta em relação aos 384,74 milhões de agosto. A produtividade aumentou de 191,53 para 192,06 sacas por hectare. No entanto, os estoques finais tiveram uma leve redução, caindo de 52,67 milhões para 52,26 milhões de toneladas. A área plantada e a área colhida permanecem inalteradas em 36,71 milhões de hectares e 33,47 milhões de hectares, respectivamente, e as exportações foram mantidas em 58,42 milhões de toneladas. No Brasil, as projeções para a produção de milho e exportações seguem estáveis, com 127 milhões de toneladas e 49 milhões de toneladas, respectivamente.

No panorama mundial, a produção de milho foi levemente ajustada para baixo, passando de 1,21982 bilhão para 1,21857 bilhão de toneladas, com os estoques finais reduzidos de 310,17 milhões para 308,35 milhões de toneladas, refletindo ajustes nos principais mercados exportadores e consumidores.
 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Com baixa no Mato Grosso, exportações de soja sofrem queda de 28%


Exportações de soja do Brasil totalizaram 8,04 milhões de toneladas




Foto: Leonardo Gottems

Segundo dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), as exportações de soja do Brasil totalizaram 8,04 milhões de toneladas em agosto de 2024, representando uma queda de 28,51% em comparação ao mês anterior e de 4,11% em relação ao mesmo período de 2023. Apesar da redução, o volume exportado foi o segundo maior registrado para o mês de agosto, impulsionado principalmente pelos estados do Paraná e Rio Grande do Sul.

Mato Grosso, tradicionalmente um dos maiores exportadores, participou com apenas 6,79% dos envios brasileiros em agosto, registrando sua menor participação histórica para o período. Essa retração se deve à menor disponibilidade de soja no estado e à queda dos preços. O valor médio da tonelada exportada fechou em US$ 436,12, uma queda de 13,19% em relação a agosto de 2023 e de 1,50% em comparação a julho de 2024.

Historicamente, há uma redução nas exportações de soja no segundo semestre. O Imea projeta que Mato Grosso encerrará 2024 com 25,87 milhões de toneladas exportadas, uma queda de 8,70% em relação à safra anterior (22/23).





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Parlamentares reagem ao veto à prorrogação de dívidas rurais


Mecias criticou o veto, afirmando que foi baseado em uma justificativa “equivocada”



Mecias criticou o veto, afirmando que foi baseado em uma justificativa "equivocada"
Mecias criticou o veto, afirmando que foi baseado em uma justificativa “equivocada” – Foto: Agencia Brasil

De acordo com informações da Frente Parlamentar da Agropecuária, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou integralmente o Projeto de Lei 397/2024, que permitia a prorrogação do pagamento de financiamentos de crédito rural em municípios e no Distrito Federal afetados por calamidades climáticas, como secas ou enchentes. A proposta, de autoria do senador Mecias de Jesus, previa a extensão do prazo de pagamento em até quatro anos, sem perdão de dívidas, para produtores de regiões atingidas.

Mecias criticou o veto, afirmando que foi baseado em uma justificativa “equivocada” sobre possíveis prejuízos à arrecadação pública. A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) apoiou a medida, buscando beneficiar produtores afetados por desastres naturais. A deputada Marussa Boldrin (MDB-GO), relatora do projeto na Câmara dos Deputados, criticou o veto ao socorro aos produtores afetados por eventos climáticos, considerando a decisão um “desserviço” do governo. Ela destacou a dedicação dos produtores, que trabalham sob condições adversas, e lamentou que, quando eles precisam de ajuda, suas contribuições diárias sejam ignoradas.

A medida vetada, que suspendia os pagamentos de financiamentos rurais por até 48 meses, abrangia programas como Pronaf, Pronamp, Moderinfra e Inovagro, além de financiamentos pelo Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. Um regulamento específico seria elaborado para definir as normas dessa suspensão. A proposta beneficiaria produtores afetados pela tragédia no Rio Grande do Sul, assim como em outros estados e municípios do país que enfrentassem desastres climáticos.
 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Mato Grosso exporta 4,1 milhões de toneladas de milho


No acumulado do ano, o Brasil já exportou 17,94 milhões de toneladas




Foto: Divulgação

Segundo dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), as exportações de milho do Brasil totalizaram 6,06 milhões de toneladas em agosto de 2024, um aumento de 70,67% em comparação ao mês anterior, conforme informações da Secex. No acumulado do ano, o Brasil já exportou 17,94 milhões de toneladas, uma queda de 28,85% em relação ao mesmo período de 2023.

Mato Grosso, o principal produtor de milho do país, foi responsável por 70,35% das exportações brasileiras entre janeiro e agosto de 2024. Somente em agosto, o estado enviou ao exterior 4,1 milhões de toneladas, uma alta de 42,98% em relação ao mês anterior. Embora o volume exportado seja significativo, ele representa uma queda de 24,93% em relação à última safra e 5,10% abaixo da média dos últimos cinco anos.

Apesar dessa retração, as exportações devem se aquecer ao longo do segundo semestre de 2024, impulsionadas pela maior oferta de milho no mercado interno com a chegada da nova safra.





Source link

AgroNewsPolítica & AgroSafra

Ibovespa fecha em alta com declaração de Powell de que chegou a hora de…


Logotipo Reuters

Por Paula Arend Laier

SÃO PAULO (Reuters) – O Ibovespa fechou em alta nesta sexta-feira, com o chair do Federal Reserve, Jerome Powell, sinalizando que o banco central dos Estados Unidos está pronto para cortar os juros da maior economia do mundo.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa avançou 0,32%, a 135.608,47 pontos, tendo marcado 135.174,18 pontos na mínima e 136.477,53 pontos na máxima do dia.

O volume financeiro somou 20,93 bilhões de reais, abaixo da média diária do mês de 28 bilhões de reais.

Na semana, marcada pela renovação de topos históricos, o Ibovespa acumulou valorização de 1,24%, ampliando o ganho em agosto para 6,23%.

O rali recente na bolsa paulista tem como suporte o fluxo de capital externo, com uma entrada líquida de 7 bilhões de reais em agosto até o dia 21, estimulada principalmente pelo aumento das apostas na redução dos juros norte-americanos.

Nesta sexta-feira, Powell possivelmente eliminou qualquer dúvida que ainda pudesse pairar nas mesas de negociações ao afirmar que “chegou a hora de ajustar a política (monetária)” norte-americana.

“A direção a ser seguida é clara, e o momento e o ritmo dos cortes nos juros dependerão dos dados que chegarem, da evolução das perspectivas e do equilíbrio dos riscos”, afirmou no tradicional simpósio de Jackson Hole.

Falando sobre as duas metas que o Fed é encarregado pelo Congresso de atingir, Powell disse que sua “confiança cresceu de que a inflação está em um caminho sustentável de volta para 2%”, enquanto o desemprego está aumentando.

Na visão do economista Francisco Nobre, da XP, as apostas já sinalizavam que o Fed começaria o ciclo de flexibilização monetária na reunião de setembro, mas sem consenso se iniciando com um corte de 0,25 ou de 0,50 ponto percentual.

“Nesse sentido, o discurso dele (de Powell) deixou essas duas possibilidades bastante em aberto”, avaliou.

Para Nobre, dada a ênfase de Powell de que o Fed não vai tolerar um enfraquecimento adicional do mercado de trabalho, o próximo relatório de emprego, previsto para 6 de setembro, pode ser decisivo para consolidar as apostas sobre o ritmo do corte.

O Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) do Fed se reunirá nos dias 17 e 18 de setembro para decidir sobre os juros, atualmente na faixa de 5,25% a 5,50%, com a decisão sendo conhecida no segundo dia do encontro.

Em Wall Street, o S&P 500, uma das referências do mercado acionário norte-americano, fechou em alta de 1,15%, enquanto o rendimento do título de 10 anos Tesouro dos EUA marcava 3,799% no final da tarde, de 3,862% na véspera.

DESTAQUES

– LOJAS RENNER ON saltou 7,32%, embalada pelo alívio na curva de DI na esteira das perpsectivas sobre o Fed, que beneficiou o setor de consumo com um todo, com o índice do segmento na B3 subindo 1,26%.

– COGNA ON avançou 7,52%, buscando apoio no clima positivo do mercado para alguma recuperação, uma vez que até a véspera acumulava um declínio de 12,5% em agosto. No setor de educação, YDUQS ON valorizou-se 6,51%.

– EZTEC ON fechou em alta de 6,93%, em sessão positiva para construtoras de modo geral dado o movimento nos juros futuros, com o índice do setor imobiliário na B3, que inclui empresas de shopping centers, avançando 3,39%.

– BRADESCO PN subiu 0,9%, com analistas do JPMorgan reiterando “overweight” para as ações e estabelecendo um preço-alvo de 20 reais para os papéis ao final de 2025, de 18 reais ao final de 2024.

– ITAÚ UNIBANCO PN encerrou com decréscimo de 0,76%, enquanto BANCO DO BRASIL ON terminou com elevação de 0,75% e SANTANDER BRASIL UNIT avançou 1,03%.

– JBS ON recuou 3,81%, em dia de correção após o rali recente dos papéis na sequência da divulgação do balanço do segundo trimestre. No setor, BRF ON cedeu 2,02% e MARFRIG ON perdeu 0,61%. MINERVA ON subiu 2,58%.

– VALE ON fechou em baixa de 1,68%, acompanhando o movimento dos futuros do minério de ferro na China, onde o contrato mais negociado em Dalian fechou as negociações diurnas em queda de 2,24%, a 719,5 iuanes (100,81 dólares) a tonelada.

– PETROBRAS PN caiu 0,62%, apesar do desempenho robusto dos preços do petróleo no exterior, onde o barril de Brent encerrou o dia negociado em alta de 2,33%.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Paquistão e Vietnã lideram compras de algodão de MT


Segundo maior volume registrado para o mês de agosto na história




Foto: Canva

Segundo dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), agosto de 2024 marcou o início do ciclo de exportações da safra 23/24, com Mato Grosso respondendo por 57,17% dos embarques nacionais de algodão. O estado exportou 63,89 mil toneladas, o segundo maior volume registrado para o mês de agosto na história.

Os principais destinos da pluma mato-grossense foram o Paquistão, com 14,19 mil toneladas, e o Vietnã, com 12,96 mil toneladas. Já as negociações com a China têm se mostrado tímidas nas últimas semanas, após o governo chinês reduzir a cota de importações de algodão em uma tentativa de estabilizar os preços internos e apoiar seus produtores.

Apesar desse cenário, o Imea projeta que as exportações de algodão de Mato Grosso superem as do ciclo 22/23, alcançando um recorde de 1,79 milhão de toneladas na safra 23/24.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Crédito emergencial alivia produtores rurais afetados por enchentes


70% do valor contratado deve ser usado para refinanciar dívidas




Foto: Divulgação

Segundo informações divulgadas pelo HBS Advogados, os produtores rurais do Rio Grande do Sul, afetados pelas enchentes de maio, podem contar com uma nova linha de financiamento de capital de giro. A resolução 5.172, publicada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), destina o crédito para produtores, cooperativas de produção agropecuária, cerealistas e fornecedores de insumos agrícolas localizados em municípios com decreto de emergência ou calamidade pública.

Os beneficiados são estabelecimentos com perdas comprovadas iguais ou superiores a 30% da produção, de acordo com laudo técnico assinado por um profissional habilitado. Os prejuízos devem ter ocorrido entre 26 de abril e 31 de julho de 2024, em consequência de enchentes, enxurradas, vendavais, ou inundações.

De acordo com Frederico Buss, advogado da HBS Advogados, o crédito poderá ser pago em até cinco anos, com possibilidade de prorrogação de três anos via BNDES. A taxa de juros é de 10% ao ano para mutuários com renda bruta anual de até R$ 300 milhões, e 12% para os demais. O prazo para requerer o crédito rural se encerra em 16 de setembro.

Buss também destacou que 70% do valor contratado deve ser usado para refinanciar dívidas de produtores rurais enquadrados na resolução. Além disso, ele alertou que a medida não abrange estabelecimentos com perdas inferiores a 30%, nem aqueles em municípios sem decretação de emergência.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

balança comercial tem superávit de 29 mil toneladas


Setor observa um cenário desafiador, mas com perspectivas de melhora




Foto: Pixabay

A balança comercial do arroz no Brasil voltou a apresentar saldo positivo em agosto, com um superávit de 29,03 mil toneladas, após três meses consecutivos de resultados negativos. Esse desempenho traz certo alívio para o setor, mas o acumulado dos últimos 12 meses ainda aponta um déficit expressivo de 185,4 mil toneladas, o maior registrado desde outubro de 2021.

Segundo dados informados pelo Cepea, mesmo com a queda nas exportações em agosto de 2024, o volume embarcado foi o segundo maior do ano, superando as importações. Além disso, os preços tanto de exportação quanto de importação aumentaram. O custo de importação, em reais por saca, atingiu o maior valor nominal da série histórica da Secex. O custo FOB do arroz na origem foi de US$ 478,36 por tonelada, ou R$ 132,98 por saca de 50 kg. Quando ajustado pela inflação, é o valor mais alto desde agosto de 2015, quando chegou a R$ 134,03 por saca.

Com isso, o setor observa um cenário desafiador, mas com perspectivas de melhora, especialmente considerando a retomada do superávit na balança.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Mapa aprovou 328 registros de agrotóxicos em 2024


Por Flávio Hirata, engenheiro agronomo pela ESALQ-USP, especialista em registro de agrotóxicos e sócio da AllierBrasil.

A partir de 2017, o número de registro de produtos aprovados ultrapassou a marca de 400, tendo atingido o recorde histórico em 2022, com 652 aprovações.

Faltando menos de 4 meses para o final do ano, o Ministério da Agricultura aprovou 328 registros de agrotóxicos em 2024, sendo, 38 produtos biológicos (12%), 182 produtos formulados químicos (55%) e 108 produtos técnicos (33%). 

Dentre os produtos formulados químicos aprovados, a grande maioria é de produtos baseados em produtos técnicos equivalentes, também denominados de “genéricos”. Os produtos genéricos são a força motriz das empresas, em número, que atuam ou que estão tentando o acesso ao mercado brasileiro de pesticidas. E aí se destacam os produtos de origem da China e da Índia, que são os principais fornecedores de produtos genéricos. 

Sete empresas foram responsáveis por 36% dos registros aprovados, com destaque para a AllierBrasil com 9% das aprovações (23), Sumitomo Chemical, 7% (19), Rainbow, 5% (13) e Adama, 5% (12). 

Em comparação aos dados de 2023, praticamente são as mesmas empresas que detêm o maior número de aprovações de registro de produtos formulados químicos, com exceção da Sumitomo Chemical e Bayer.

Em relação aos produtos biológicos, as aprovações de registros são bastante pulverizadas entre as empresas do setor. 

Mesmo com essa quantidade de registros aprovados, é importante salientar que muitos dos produtos aprovados já não têm a mesma demanda, quando comparado à época dos pleitos dos seus respectivos registros. Isto se deve ao fato que o tempo para aprovação de um registro de agrotóxico (químico) é extremamente longo. Diferente do que acontece com o registro de produtos biológicos, cujas avaliações são priorizadas e o tempo para aprovação geralmente não ultrapassa 12 meses.  

O registro de produto somente não garante o sucesso do negócio. Mas, certamente, é a chave mestre para o acesso ao maior mercado de agroquímicos do mundo.

 

 





Source link