quinta-feira, abril 23, 2026

Política & Agro

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Ensaios revelam redução de até 30% nas emissões de gases de efeito estufa na agricultura


Redução exige uma combinação de práticas inovadoras





Foto: Divulgação

Dados divulgados pela BASF mostram avanços no Programa Global de Agricultura de Baixo Carbono, revelando que é possível reduzir em até 30% as emissões de gases de efeito estufa (GEE) em comparação às práticas agrícolas tradicionais. Os testes, realizados entre 2021 e 2023, apontam que essa redução exige uma combinação de práticas inovadoras, tecnologias avançadas e produtos específicos, variando de acordo com a cultura e a região.

Os ensaios, conduzidos em regiões agrícolas estratégicas, envolveram cultivos como soja, milho, arroz, trigo e canola. De acordo com a BASF, a aplicação de fertilizantes otimizados, uso de sistemas digitais para auxiliar na tomada de decisões, estabilizadores de Nitrogênio e sementes de alto rendimento foram alguns dos fatores que contribuíram para o sucesso na redução das emissões, sem comprometer a produtividade.

“A emergência climática é uma realidade que exige adaptações na agricultura. Nosso compromisso é apoiar os agricultores a implementar práticas mais sustentáveis, preservando a produtividade e reduzindo as emissões. Se você ama a agricultura, deve se comprometer com a sustentabilidade”, afirmou Marko Grozdanovic, vice-presidente sênior de Marketing Global da Divisão de Soluções para Agricultura da BASF.

Os dados revelam que, apesar dos avanços, os agricultores ainda enfrentam desafios, como condições climáticas adversas e o impacto na produtividade. Para continuar explorando soluções inovadoras, a BASF seguirá testando novas práticas e tecnologias por meio de seu programa global, buscando um futuro mais sustentável para o setor.





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Impacto da Índia no mercado de óleo de palma


O aumento das importações e a alta demanda interna na Índia afetam diretamente os pre




A dependência da Índia por importações tem levado o governo a implementar a Missão Nacional de Óleos Comestíveis (NMEO)
A dependência da Índia por importações tem levado o governo a implementar a Missão Nacional de Óleos Comestíveis (NMEO) – Foto: Foto: Portos RS

O óleo de palma, o óleo vegetal mais consumido globalmente, é amplamente utilizado em alimentos e cosméticos. Em 2022/23, o consumo mundial atingiu cerca de 78 milhões de toneladas métricas, com destaque para a Índia, maior importadora global desse produto. A análise de Vipul Bhandari, Head of Desk da Hedgepoint EMEA, revela a importância da Índia no mercado de óleo de palma e os impactos econômicos dessa dinâmica.

O óleo de palma é valorizado por seu alto rendimento, produzindo mais óleo por hectare do que qualquer outra planta oleaginosa, o que contribui para seu baixo custo e alta qualidade. A Índia, apesar de ser o segundo maior consumidor mundial, é apenas o 13º maior produtor, atingindo 305 mil toneladas métricas em 2023, de acordo com o USDA. O país importa mais que o dobro do volume adquirido pela China, destacando-se como um dos principais motores do mercado global.

A dependência da Índia por importações tem levado o governo a implementar a Missão Nacional de Óleos Comestíveis (NMEO), que visa expandir a área cultivada de óleo de palma para reduzir a dependência externa. A meta é cultivar 1 milhão de hectares até 2025 e aumentar a produção para 1,12 milhões de toneladas. A Índia também busca fortalecer acordos com a Malásia para melhorar a cooperação na produção de óleo de palma.

O aumento das importações e a alta demanda interna na Índia afetam diretamente os preços globais do óleo de palma, pressionando os principais exportadores como Indonésia e Malásia. Flutuações nos preços também impactam outros produtos, como o óleo de soja. O governo indiano pode utilizar ferramentas como a redução de taxas de importação para gerenciar o equilíbrio de preços no mercado.
 





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Mercado de trabalho dos EUA pode estar próximo de ponto de inflexão, aponta…


Logotipo Reuters

Por Howard Schneider

JACKSON HOLE, Wyoming (Reuters) – Como a inflação caiu rapidamente em 2023 e continuou a desacelerar este ano, autoridades do Federal Reserve ficaram animadas com o fato de que a economia dos EUA parecer estar perdendo força não por meio do aumento do desemprego, mas sim por um declínio no grande número de vagas de emprego que as empresas publicaram durante o pico da escassez de mão de obra da era pandêmica.

No entanto, a economia pode estar agora próxima de um ponto de inflexão em que uma queda contínua nas vagas de emprego se traduzirá em aumentos mais rápidos no desemprego, um argumento a favor de o Fed começar a cortar a taxa de juros para proteger o mercado de trabalho, de acordo com uma nova pesquisa apresentada nesta sexta-feira na conferência econômica anual do Fed de Kansas City em Jackson Hole, Wyoming.

Autoridades enfrentam dois riscos: serem lentos demais para flexibilizar a política monetária, podendo causar um “pouso forçado” com desemprego elevado (…) ou cortar os juros prematuramente, deixando a economia vulnerável” ao aumento da inflação, escreveram os economistas Pierpaolo Benigno, da Universidade de Berna, e Gauti B. Eggertsson, da Universidade de Brown, em seu trabalho de pesquisa. Com base em sua nova análise do mercado de trabalho, “nossa avaliação atual sugere que o primeiro risco supera o segundo”.

Autoridades do Fed parecem ter chegado à mesma conclusão, com a expectativa de que as reduções da taxa de juros de referência do banco central dos EUA comecem na reunião de 17 e 18 de setembro e provavelmente continuem nas sessões seguintes.

A pesquisa sugere, por exemplo, que quando os mercados de trabalho estão frouxos, formuladores de política monetária podem continuar a considerar os choques de oferta como de menor importância para a inflação subjacente e para a política monetária adequada. Eles concluem que é preciso uma combinação de problemas de oferta e mercados de trabalho apertados para gerar o tipo de aumento persistente da inflação que os EUA acabaram de experimentar.

Isso também acrescenta uma dose de cautela a um debate que está em andamento no Fed há anos sobre o que constitui o nível máximo de emprego que é consistente com a meta de inflação de 2% do banco central — o Congresso norte-americano tornou o Fed responsável por ambos os objetivos — e quais riscos os formuladores de política monetária podem precisar assumir com o mercado de trabalho para manter a inflação baixa e estável.

A resposta, sugere a pesquisa, é que isso depende muito da demanda e da oferta de mão de obra subjacentes, que Benigno e Eggertsson captam ao se concentrarem menos na taxa de desemprego em si e mais na proporção de vagas de emprego em relação ao número de pessoas que procuram trabalho.

Quando o número de vagas e o número de pessoas desempregadas que procuram emprego estão próximos do equilíbrio, domar um surto de inflação envolve um grande aumento no desemprego, como aconteceu na década de 1970, quando os EUA tiveram inflação e desemprego altos simultaneamente.

Por outro lado, quando o mercado de trabalho está apertado, com a demanda por trabalhadores alta em relação ao seu número, “o custo da redução da inflação em termos de aumento do desemprego é relativamente baixo”, concluíram os pesquisadores.

A métrica de vagas de emprego para desempregados tornou-se importante nas recentes discussões do banco central dos EUA, um foco dos formuladores de política monetária e do chair do Fed, Jerome Powell, em particular, quando ultrapassou a marca de 2 para 1 durante a reabertura da pandemia da Covid-19, com as empresas publicando dois empregos para cada pessoa disponível.





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Inovações em gestão: Novos produtos em destaque


“A empresa possui o objetivo de transformar a realidade dos produtores rurais”




“A empresa possui o objetivo de transformar a realidade dos produtores rurais"
“A empresa possui o objetivo de transformar a realidade dos produtores rurais” – Foto: Pixabay

A Agro1, parte do Grupo Agros e com quase 30 anos de experiência, está presente na 10ª edição da Top Farmers, em Campinas, São Paulo, nos dias 17 e 18 de setembro. No evento, a empresa destaca dois produtos principais: o AgroGestão, um software que melhora a eficiência e controle nas operações rurais, e o Aqila, um aplicativo que permite o monitoramento dos fatores técnicos que influenciam os resultados da propriedade.

“A empresa possui o objetivo de transformar a realidade dos produtores rurais que até então conseguiam administrar suas propriedades de forma mais simples, através de registros em cadernetas e planilhas, administrando sozinhos suas propriedades com a ajuda de papéis e planilhas. Nos últimos anos, o mercado tem passado por transformações e uma nova visão sobre o campo tem se estabelecido, o de empresa focada no uso de tecnologias avançadas, que garantem uma melhor gestão e a tomada de decisões assertivas com foco na expansão do negócio”, explica Leila Beledeli, diretora da Agro1.

A Agro1 lidera o mercado de software para gestão de propriedades rurais no Brasil, atendendo a mais de 750 clientes com seu ERP AgroGestão e o App Aqila. Com cerca de 3 mil usuários diários e mais de 3 milhões de hectares gerenciados, a empresa destaca a redução de custos de até 30% para seus clientes. De acordo com a Agtech Report 2023, o Brasil é o maior mercado de tecnologia agrícola da América Latina, com 5 milhões de produtores, mas apenas 5% utilizam sistemas de gestão, evidenciando grande potencial para crescimento no setor.

“Como a Agro1 é uma empresa do Grupo Agros, temos quase 40 anos de atuação e muito conhecimento para compartilhar com nossos clientes, porque antes de sermos uma empresa de tecnologia, somos produtores rurais com o ‘pé no campo’. Nossas soluções são feitas de ‘produtor para produtor’. Unimos vivência com tecnologia de ponta para trazer resultados aos nossos clientes. Somos movidos por transformar a realidade do agricultor com soluções completas que vão do campo ao escritório”, destaca Beledeli.





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Semana começa lenta para a soja


A semana começou bastante devagar para o mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “R$ 139,00 para entrega outubro, e pagamento 15/10, no Porto. No interior os preços seguiram o balizamento de cada praça. R$ 131,50 Cruz Alta – Pagamento em 15/10. R$ 132,00 Passo Fundo – Pagamento em 15/10”, comenta.

Em Santa Catarina, os negócios continuam estagnados, refletindo a ausência de movimentação nos preços. “Segundo o Epagri, Santa Catarina deve colher cerca de 3 milhões de toneladas de soja, um aumento de 12,77% em relação à safra passada. A área plantada para a oleaginosa deve crescer 1,79%, chegando a 766.267 hectares. As regiões de Canoinhas, Xanxerê e Curitibanos são as que mais se destacam em termos de área plantada. O preço no porto foi de R$ 126,00, Chapecó a R$ 117,00”, completa.

No Paraná, a pauta segue sendo o atraso no plantio. “Paranaguá vai a R$ 141,00. No interior, em relação à soja da safra 2023/24, a ideia de compra girava em torno de R$ 136,00 por saca CIF Ponta Grossa, com entrega no começo de setembro e pagamento no fim de setembro. No Balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 128,00”, indica.

Preços parados e negócios lentos no Mato Grosso do Sul. “Os preços mantiveram-se estáveis, semelhante ao que foi observado em outras regiões, e os negócios continuam em ritmo lento, sem volumes significativos indicados hoje. A soja enfrenta um cenário de incerteza, em um dia marcado por altas em Chicago devido ao relatório do USDA. De modo geral, os produtores ainda preferem manter seus estoques armazenados. Dourados R$ 132,00”, informa.

Assim como o Paraná, o estado do Mato Grosso enfrenta a segunda pior seca em 30 anos, sendo superado no momento só pelo ano de 2021. ‘Em Sorriso, os preços subiram para R$ 128 por saca FOB, com retirada em outubro e pagamento em novembro, após estarem a R$ 126 na véspera. Rodaram volumes pontuais. Campo Verde: R$ 127,10, Lucas do Rio Verde: R$ 125,60”, conclui.
 





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Milho tem negócios pontuais


No mercado do milho do estado do Rio Grande do Sul foram vistos negócios pontuais ao sul do estado, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado lento. Nas indicações, manutenção: Santa Rosa a R$ 63,00; Não-Me-Toque a R$ 64,00; Marau e Gaurama R$ 64,50; Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 66,00 e Montenegro a R$ 67,00. Vendedores a partir de R$ 63,00 no FOB interior. Negócios pontuais em Panambi, onde 700 tons rodaram a R$ 64,00 no CIF indústria, entrega imediata”, comenta.

Santa Catarina tem diferença entre R$ 2,00 a R$ 3,00 e vendedores com pouco prazo travam negócios. “Produtores com pedidas ao menos R$ 2,00 acima, em que compradores hoje indicam a partir de R$ 60,00 no interior e R$ 63,00/64,00 CIF fábricas. Rumores de negócios a R$ 64,00/64,50 no CIF oeste. Nas indicações, Chapecó a R$ 62,00; Campos Novos R$ 64,00; Rio do Sul a R$ 64,00; Videira R$ 63,00. Não ouvimos negócios nesta segunda-feira”, completa.

No Paraná se viu um mercado com poucos lotes. “Mercado com negócios pontuais reportados. No porto, indicações a R$ 63,00 set/64,00 nov/65,00 dez. No norte, indicações a R$ 58,00 (+1,00); Cascavel a R$ 57,00 (+1,00); Campos Gerais R$ 58,00 (-1,00); Guarapuava a R$ 58,00; Londrina R$ 57,50. Preços balcão no sudoeste a R$ 52,00; norte a R$ 54,00; oeste R$ 54,00 e centro-oeste R$ 55,00. Rumores de novos negócios na ferrovia Maringá, a R$ 62,00 outubro, onde teriam rodado pelo menos 5 mil toneladas”, indica.

No Mato Grosso do Sul, a maioria dos preços subiu. “Em Maracaju, indicações de R$ 53,00 (+1,00); Dourados a R$ 54,00 (+R$ 1,00); Naviraí R$ 54,00 (-R$ 1,00) e São Gabriel a R$ 49,00. Produtores iniciam ofertas FOB a R$ 52,00 com maior parte das pedidas concentradas em R$ 55,00, base interior. Não ouvimos sobre negócios nesta segunda-feira”, conclui.
 





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Estoques de café no Japão caem, mas demanda mantém projeção estável


Segundo informações divulgadas pela Hedgepoint Global Markets, os estoques de café no Japão continuam em queda. De acordo com os dados mais recentes da Japan Coffee Association (JCA), houve uma redução de 3,3% entre maio e julho, levando o volume para 2,42 milhões de sacas, um nível estável em relação ao ano passado, mas ainda abaixo da média histórica de 2,8 milhões de sacas. Essa diminuição é acompanhada por uma estabilização na demanda aparente para a temporada de 2023/24 (outubro de 2023 a junho de 2024), que já se aproxima dos níveis de 2022/23.

Laleska Moda, analista de café da Hedgepoint, destaca que, apesar dos menores estoques oferecerem suporte para as cotações, a demanda aparente no Japão sofreu reduções nos últimos anos. No entanto, ela ressalta que o consumo está estabilizado, e a expectativa é que a demanda total da temporada 23/24 atinja 6,2 milhões de sacas, o que seria praticamente o mesmo volume de 2022/23.

Exportações brasileiras batem recorde

Enquanto o Japão lida com a queda dos estoques, o Brasil registra recordes nas exportações de café. Em agosto, o país exportou 3,73 milhões de sacas, um aumento de 0,7% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados do Cecafé. Esse crescimento foi impulsionado principalmente pelo conilon, cujas exportações subiram 31,4% e atingiram um novo recorde histórico de 924,6 mil sacas.

A participação do conilon no mercado internacional vem crescendo, especialmente devido à restrição de oferta em países como o Vietnã. “O conilon brasileiro está ganhando força em destinos como a Europa, Japão e outros países asiáticos, e esperamos que essa tendência continue forte em 2024/25”, destaca a Hedgepoint.

Tendências 

A participação do Brasil nas importações japonesas também aumentou, enquanto países como Vietnã e outros da América Latina perderam espaço. Segundo a Hedgepoint, a oferta limitada no Sudeste Asiático e os problemas climáticos têm impulsionado o café brasileiro, especialmente o conilon, que continua a ser uma escolha preferida por conta do seu preço competitivo.

Com a oferta global de robusta restrita, as exportações brasileiras devem permanecer em níveis elevados, consolidando o país como o principal fornecedor global de café, enquanto os outros produtores lidam com dificuldades de produção.





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Milho teve poucos negócios


O mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul registrou negócios pontuais na semana passada, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado lento. Nas indicações, manutenção: Santa Rosa a R$ 63,00; Não-Me-Toque a R$ 64,00; Marau e Gaurama R$ 64,50; Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 66,00 e Montenegro a R$ 67,00. Vendedores a partir de R$ 63,00 no FOB interior. Não ouvimos negócios nesta sexta-feira”, comenta.

Em Santa Catarina o porto enfraquece e os compradores se retiram. “Produtores com pedidas ao menos R$ 2,00 acima, em que compradores hoje indicam a partir de R$ 60,00 no interior e R$ 63,00/64,00 CIF fábricas. Rumores de negócios a R$ 64,00/64,50 no CIF oeste. Nas indicações, Chapecó a R$ 62,00; Campos Novos R$ 64,00; Rio do Sul a R$ 64,00; Videira R$ 63,00. Em negócios ao oeste, viu-se milho sendo negociado entre R$ 63,00 até 64,00 CIF, a depender do vencimento, onde corretores relatam negócios em pelo menos 5 mil toneladas”, completa.

Preços balcão estabilizam no Paraná e negócios permanecem ao norte, com indicações R$ 1,00 melhores. “Mercado com negócios pontuais reportados. No porto, indicações a R$ 63,00 set/64,00 nov/65,00 dez. No norte, indicações a R$ 57,00 (+1,00); Cascavel a R$ 56,00 (+2,00); Campos Gerais R$ 59,00 (+1,00); Guarapuava a R$ 58,00; Londrina R$ 57,50. Preços balcão no sudoeste a R$ 52,00; norte a R$ 54,00; oeste R$ 54,00 e centro-oeste R$ 55,00. Rumores de novos negócios na ferrovia Maringá, a R$ 62,00 outubro”, informa.

No Mato Grosso do Sul é a seca que mexe com os preços. “Em Maracaju, indicações de R$
53,00 (+1,00); Dourados a R$ 54,00 (+R$ 1,00); Naviraí R$ 54,00 (-R$ 1,00) e São Gabriel a R$ 49,00. Produtores iniciam ofertas FOB a R$ 52,00 com maior parte das pedidas concentradas em R$ 55,00, base interior. Negócios pontuais em Naviraí, onde uma indústria levou 2 mil tons entrega setembro/pgto final do mês a R$ 54,00”, conclui.
 





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Citros em Foco de Uberlândia aborda greening, bicho-furão e moscas-das-frutas


Engenheira-agrônoma do Fundecitrus Verônica Kastalski falou sobre o manejo do greenin


Foto: Fundecitrus

O Fundecitrus realizou, na tarde desta quinta-feira (12), mais uma edição do Citros em Foco. Dessa vez, o evento aconteceu em Uberlândia (SP) e contou com citricultores e profissionais do setor de várias partes do Triângulo Mineiro.

Na primeira palestra do evento, a engenheira-agrônoma do Fundecitrus Verônica Kastalski falou sobre o manejo do greening. “A incidência da doença nessa região é baixa, mas, para continuar assim, o citricultor precisa erradicar as plantas doentes do pomar, além de eliminar plantas doentes, seguindo todas as premissas de combate ao greening para manter os pomares sadios e produtivos”, afirma.

Em seguida foi a vez do pesquisador do Fundecitrus Haroldo Volpe palestrar, trazendo diversas informações sobre bicho-furão e moscas-das-frutas. “Essa é uma região endêmica, e a queda por essas duas pragas é muito pronunciada, e por esse motivo demos foco no monitoramento e manejo dessas duas pragas”, comenta.





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Safra de laranja 2024/25 do cinturão citrícola de SP e MG é reestimada em 215,78 milhões


A primeira reestimativa da safra de laranja 2024/25 do cinturão citrícola de São Paulo e Triângulo/Sudoeste Mineiro, divulgada pelo Fundecitrus nesta terça-feira (10), aponta produção de 215,78 milhões de caixas de 40,8 kg, uma diminuição de 16,6 milhões de caixas, 7% a menos do que o estimado em maio.

A redução se deve ao menor tamanho dos frutos, por causa do clima quente e seco. As condições climáticas previstas em maio para os primeiros quatro meses da safra foram ainda piores, com volume de chuvas 31% inferior ao esperado. Além disso, as temperaturas elevadas durante o outono e o inverno intensificaram a evapotranspiração, agravando a severidade da seca. As temperaturas mais altas também aceleraram a maturação dos frutos, levando a um ritmo de colheita mais rápido. Em meados de agosto, cerca de 45% da safra já estava colhida, quando, neste mesmo período a média histórica é de aproximadamente 30%.

De acordo com o gerente-geral do Fundecitrus, Juliano Ayres, essa temporada pode ser considerada atípica. Ele diz que a próxima reestimativa vai trazer dados mais precisos sobre a quarta florada. “O volume da quarta florada é muito mais expressivo nesta safra do que nas anteriores. Nas próximas semanas, vamos fazer um levantamento de campo para apurar o índice de pegamento e tamanho desses frutos. Esse trabalho é necessário, excepcionalmente nesta safra, porque a quarta florada ainda estava acontecendo em alguns talhões quando a contagem de frutos foi realizada em março e abril deste ano”, comenta Ayres.

Peso dos frutos e taxa de queda

Como o tamanho médio dos frutos diminuiu de 169 gramas para 155 gramas, agora são necessários 264 frutos para compor uma caixa de 40,8 kg, 23 laranjas a mais do que o projetado em maio.

A taxa de queda de frutos está reestimada em 17,10%, índice inferior ao projetado em maio, que era de 18,50%. A antecipação da colheita teve um efeito positivo na redução da taxa de queda, principalmente por diminuir as perdas por greening.

A Pesquisa de Estimativa de Safra é realizada pelo Fundecitrus em parceria com a Markestrat, e professores titulares da FEA-RP/USP e FCAV/Unesp.

Relatório completo: https://www.fundecitrus.com.br/pdf/pes_relatorios/0924_Reestimativa_da_Safra_de_Laranja.pdf

English version: https://www.fundecitrus.com.br/pdf/pes_relatorios/0924_Orange_Crop_Forecast_Update.pdf





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