quinta-feira, abril 23, 2026

Política & Agro

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Banco analisa mercado de fertilizantes: Confira


No setor de fosfato, os preços devem continuar elevados




O mercado de Ureia permanece sem uma direção clara para os preços
O mercado de Ureia permanece sem uma direção clara para os preços – Foto: Canva

Segundo o relatório do Rabobank, o mercado de Ureia permanece sem uma direção clara para os preços, resultando em volatilidade devido a diversos fatores, como a interrupção na produção egípcia e as incertezas em relação à demanda da Índia. A produção no Egito foi afetada por problemas de fornecimento de gás, elevando o preço da Ureia de $290 USD/t em maio para $363 USD/t. Além disso, os preços do gás natural na Europa também aumentaram, impactando o custo de produção, mas a demanda fraca em regiões como a Europa e o Brasil pode segurar o avanço dos preços. No Brasil, os produtores, após garantir os fertilizantes para a safra de soja, ainda precisam definir suas estratégias para o milho safrinha.

No setor de fosfato, os preços devem continuar elevados, pressionados pela oferta reduzida. A China, um dos principais exportadores, cortou suas exportações desde 2023 para atender à demanda interna, enquanto os Estados Unidos e o Marrocos ajustam suas estratégias no mercado, com o Marrocos aumentando as exportações de MAP+DAP. Apesar do retorno parcial da China ao mercado, a oferta global de fosfato continua abaixo da média, mantendo os preços altos e limitando a demanda.

Já no mercado de potássio, a oferta abundante tem empurrado os preços para níveis próximos ao piso. Entre janeiro e agosto de 2024, os preços caíram 13%, ficando nos mesmos patamares de 2020-2021. A renegociação de contratos pela Índia e China, com preços 12% menores, também impactou o mercado brasileiro, que comprou potássio abaixo de $300/t. Embora as importações tenham sido elevadas no primeiro semestre, a demanda futura não deve manter o ritmo, o que pode forçar a redução de produção pelas empresas.
 





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Clima seco eleva preços da laranja


Preços de comercialização da laranja e da lima ácida tahiti continuam subindo





Foto: Canva

A escassez de chuvas nas principais regiões produtoras de citros no Brasil tem gerado preocupação entre os produtores. A oferta de frutas, especialmente a de laranja, tem se tornado mais restrita, enquanto a demanda segue em alta devido às temperaturas elevadas, o que tem pressionado o mercado.

Segundo dados informados pelo Cepea, a situação também afeta a produção de lima ácida tahiti, com a seca prejudicando tanto a oferta quanto a qualidade das frutas. Exportadores consultados indicam que alguns barracões de exportação de tahiti já interromperam suas operações, uma vez que o produto brasileiro não tem atendido aos rígidos padrões exigidos pelo mercado internacional.

Nesse cenário, o levantamento do Cepea aponta que os preços de comercialização da laranja e da lima ácida tahiti continuam subindo no mercado in natura.





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Política de Incentivo à cocoicultura de qualidade


O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou a Lei nº 14.975 que institui a Política de Incentivo à cocoicultura de qualidade. A publicação foi feita no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (19).

A política tem como objetivo aumentar a produtividade, competitividade e sustentabilidade da cocoicultura brasileira, por meio da ampliação da produção e processamento de coco no Brasil; do estímulo ao consumo doméstico e às exportações de coco e seus derivados; da redução de perdas e desperdícios ao longo da cadeia produtiva; e do apoio à produção orgânica de coco e seus derivados.

Além disso, visa promover a articulação com outras políticas públicas federais, otimizando e coordenando recursos e esforços para o desenvolvimento da cocoicultura. Também inclui o desenvolvimento de programas de treinamento e aperfeiçoamento da mão de obra empregada na cadeia produtiva; a ampliação das políticas de financiamento e seguro de crédito e renda para a cocoicultura; a melhoria da infraestrutura produtiva e de escoamento da produção; o apoio à pesquisa e assistência técnica; e o fortalecimento da competitividade da cocoicultura nacional, entre outros.

De acordo com a publicação, os recursos para o fomento da Política de Incentivo virão por meio de dotações orçamentárias da União, operações de crédito internas e externas firmadas com entidades públicas ou privadas, nacionais ou estrangeiras, além de saldos de exercícios anteriores.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil produziu mais de 1 milhão de frutos de Coco-da-baía em 2023, com o valor de produção de mais de R$ 1.6 milhões. Os principais estados produtores são: Ceará, Pará, Bahia, Pernambuco e Espírito Santo.

No primeiro semestre deste ano, o Brasil exportou mais de US$ 672 mil em cocos, totalizando aproximadamente 675 toneladas, o que representa um aumento superior a 95% em valor e volume em comparação com o mesmo período do ano anterior, de acordo com a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Mapa (SCRI). Em 2023, o mercado brasileiro comercializou cerca de US$ 831 mil e 876 toneladas para mais de 60 países. Os Estados Unidos (US$ 140 mil), a Espanha (US$ 119 mil) e a Argentina (US$ 69 mil) foram os principais destinos das exportações de coco brasileiro neste ano.

A cocoicultura é uma cadeia produtiva de grande relevância para o Brasil, principalmente para a região Nordeste, conforme a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).





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preços recuam no RS e SC


Conforme dados da TF Agroeconômica, o mercado de trigo no Rio Grande do Sul segue sem demanda nesta quarta-feira. Os moinhos locais, especialmente aqueles que compraram trigo de qualidade mediana, estão bem abastecidos e registraram uma queda nas moagens em agosto.

Isso fez com que o estoque fosse suficiente para o mês de setembro, reduzindo a necessidade de novas aquisições. Atualmente, vendedores estão pedindo R$ 1.250,00 FOB para trigos com PH mínimo de 77 e qualidade panificável, mas os moinhos, sem interesse imediato, não aceitaram esses preços e preferiram não fazer indicações de compra.

Em Santa Catarina, a situação não é muito diferente. Com a demanda por farinha em baixa, os moinhos catarinenses também reduziram a moagem em outubro e aguardam o início das novas safras do Paraná, Rio Grande do Sul e a própria safra local para reforçar seus estoques. O preço da pedra manteve-se em R$ 75,00/saca em Campos Novos, enquanto registrou altas em outras regiões, como Chapecó (3,03%, a R$ 68,00), Pinhalzinho (2,86%, a R$ 72,00), Mafra (3,03%, a R$ 68,00) e Concórdia (3,03%, a R$ 67,00).

Já no Paraná, os preços do trigo da safra nova se mantêm próximos aos da safra velha. A escassez de ofertas no estado fez com que os moinhos se voltassem para o trigo importado e o gaúcho. Vendedores da nova safra estão pedindo entre R$ 1.530 e R$ 1.550 FOB. Nas regiões dos Campos Gerais, as geadas causaram prejuízos significativos, com perdas em torno de 50% das espigas, mas ainda há expectativa de recuperação. Além disso, moinhos paranaenses compraram trigo gaúcho a R$ 1.400 FOB, somados ao ICMS e frete.





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Inovações verdes e agrícolas no EIMA 2024


A 46ª edição do EIMA International foi apresentada em Dubai, destacando soluções inovadoras para a agricultura e cuidados com áreas verdes nos Emirados Árabes Unidos. O setor de tecnologia agrícola e o mercado de máquinas de jardinagem estão em forte crescimento no país, com uma tendência de expansão até 2027. O evento de Bolonha oferece aos operadores do Oriente Médio tecnologias que atendem às necessidades do setor primário, com foco especial na vitrine EIMA Green, voltada para máquinas de jardinagem.

Desde 2021, as vendas de máquinas agrícolas nos Emirados vêm aumentando, com projeção de crescimento anual de 4,4% até 2027, conforme dados da ExportPlanning. Em 2023, o volume de compras de tecnologias agrícolas ultrapassou €262 milhões, com 62% desse valor proveniente de importações de China, Estados Unidos, Japão, Itália e Reino Unido. Durante a apresentação do EIMA em Dubai, foi destacado que a Itália deve superar o Japão até 2027, tornando-se o terceiro maior fornecedor de máquinas agrícolas no país.

Edoardo Napoli, cônsul-geral da Itália em Dubai, afirmou que a parceria entre a Itália e os Emirados Árabes é sólida e tem espaço para crescer, impulsionada pela qualidade das tecnologias italianas nos setores agrícola e de jardinagem. Valerio Soldani, diretor do escritório da Agência Italiana de Comércio (ITA) em Dubai, destacou o crescimento do mercado agrícola nos Emirados, com previsão de expansão até 2029, apoiada por investimentos em segurança e resiliência agrícola.

O EIMA International, que será realizado em Bolonha de 6 a 10 de novembro, reunirá mais de 1.700 expositores, incluindo 600 estrangeiros. As soluções de jardinagem e cuidado com áreas verdes, apresentadas na EIMA Green, serão de grande interesse para os operadores dos Emirados, onde projetos inovadores como a ilha artificial Palm Jumeirah e o Green Planet impulsionam o setor, apesar dos desafios climáticos. O evento também contará com uma área de demonstração, o Garden E-motion, onde os visitantes poderão conhecer de perto as tecnologias mais avançadas para jardinagem.
 





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Preço 25% acima de 2023


Mesmo com esse aumento de preços, o mercado continua apresentando certa estabilidade




Mesmo com esse aumento de preços, o mercado continua apresentando certa estabilidade
Mesmo com esse aumento de preços, o mercado continua apresentando certa estabilidade – Foto: Canva

De acordo com o Instituto Brasileiro de feijão e Pulses (IBRAFE), o feijão-carioca está atualmente com preços 25% superiores em comparação ao mesmo período de 2023. Isso reflete o impacto dos problemas de produtividade enfrentados em algumas regiões de colheita, especialmente em Minas Gerais, Goiás e Bahia. 

Mesmo com esse aumento de preços, o mercado continua apresentando certa estabilidade, e um volume ligeiramente maior de negócios foi reportado ontem, mantendo os valores médios. No entanto, alguns corretores têm notado maior dificuldade para adquirir o produto diretamente nas fontes, o que pode ser um indicativo da demanda mais aquecida e da expectativa de melhores preços por parte dos produtores.

Os produtores têm mostrado certa impaciência, na esperança de que os problemas de produtividade levassem a uma reação mais acentuada nos preços. Entretanto, é importante lembrar que, em setembro do ano passado, os preços do Feijão-carioca caíram, encerrando o mês com uma média abaixo de R$ 200. Essa queda gerou uma expectativa de recuperação neste ano, que parece ter sido parcialmente concretizada, com os valores do Feijão-carioca extra agora 25% acima do registrado em 2023.

A alta nos preços é um reflexo direto das condições adversas enfrentadas durante o cultivo, como os impactos climáticos que afetaram a produtividade em várias regiões. Ainda assim, muitos produtores continuam cautelosos, aguardando novas movimentações do mercado. A combinação de oferta reduzida e dificuldades logísticas nas regiões produtoras tem contribuído para essa tendência de elevação dos preços, embora ainda exista incerteza quanto à continuidade dessa valorização no curto prazo.
 





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Tecnologia pode ajudar contra furto de gado


A região Sul do Brasil, com destaque para o Rio Grande do Sul, é vital para a pecuária nacional, possuindo um plantel de 11,9 milhões de bovinos. No entanto, os produtores enfrentam problemas significativos com furtos e roubos de animais, agravados pelo isolamento das propriedades. Esses crimes também oferecem riscos à saúde pública devido à carne sem controle de qualidade.

Apesar da redução recente nos registros de furtos e roubos de bovinos, com uma média de oito casos diários, o governo estadual lançou a Plataforma de Defesa Agropecuária (PSDA) para melhorar a proteção e organização do setor. No entanto, as estatísticas podem não refletir totalmente a realidade dos roubos, que continuam a ser uma grande preocupação.

“Reforçar o cercamento das fazendas com arame liso, farpado ou cercas elétricas e criar redes de comunicação com vizinhos para monitorar movimentações suspeitas estão entre as medidas urgentes que dificultam o acesso dos criminosos e aumentam a segurança da propriedade, do gado e das pessoas. Além disso, os pecuaristas contam com tecnologias inovadoras, como sistemas digitais de monitoramento, que permitem acompanhar o rebanho de forma eficiente e em tempo real, recebendo alertas de movimentação suspeita em qualquer período do dia”, completa Ismael Ribeiro, gerente de Venture Builder da Belgo Arames.

A Belgo Arames investiu na startup Instabov para desenvolver um colar com GPS para gado, que envia dados sobre a movimentação e comportamento dos animais diretamente para antenas na propriedade. Com o aplicativo da Instabov, os pecuaristas recebem atualizações a cada 10 minutos em seus smartphones, permitindo uma resposta rápida a situações de risco, como perda ou furto de animais, e possibilitando acionar a polícia em casos de atividade criminosa. Além de proteger o rebanho, a tecnologia também melhora a segurança das pessoas envolvidas na operação da fazenda.

 “Temos ótimos resultados com essa inovação. Os pecuaristas sentem-se mais seguros e podem cuidar do seu negócio com mais tranquilidade. E a Belgo quer expandir a utilização da tecnologia e ajudar a melhorar a segurança no campo, além de impulsionar o crescimento do agronegócio”, finaliza Ismael Ribeiro. 
 





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Mercado da carne bovina dispara com alta de 4%


Aquecimento do consumo foi outro fator determinante para essa valorização





Foto: Pixabay

Os preços de todos os cortes de carne bovina com osso subiram cerca de 4% no mercado atacadista da Grande São Paulo nos últimos sete dias. O movimento de alta colocou a carcaça casada do boi gordo, que inclui o traseiro, dianteiro e a ponta de agulha, no maior patamar nominal deste ano.

Segundo dados informados pelo Cepea, além da oferta reduzida por parte dos frigoríficos, o aquecimento do consumo foi outro fator determinante para essa valorização. Indicadores macroeconômicos, como a redução do desemprego e o aumento da massa salarial, têm sustentado esse comportamento positivo no mercado de carne.





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Corte de juros nos EUA veio um pouco atrasado, diz ministro


O corte de 0,5 ponto na taxa básica de juros nos Estados Unidos veio com atraso, disse nesta terça-feira (18) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Segundo ele, a decisão do Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) iniciará um ciclo duradouro de reduções de juros que beneficiará todo o planeta.

“Penso que [o corte de juros nos Estados Unidos] veio um pouco atrasado, mas veio. Nós estávamos esperando para junho o corte do Banco Central americano. Teve uma pequena turbulência no começo do ano que, de certa maneira, causou alguma turbulência em todos os mercados. O dólar subiu] aqui, mas penso que agora [o Fed] deve entrar em uma trajetória de cortes. Eu penso que isso vai ser duradouro”, declarou Haddad ao deixar o Ministério da Fazenda.

Segundo Haddad, o início dos cortes de juros nos Estados Unidos trará mais previsibilidade para a economia global e evitará a volatilidade no mercado financeiro nos próximos anos. “Não acredito que em 2025, 2026, nós tenhamos surpresas. O que é ótimo para o Brasil e para o mundo. Porque isso dá um alívio doméstico grande e nos coloca uma responsabilidade de continuar fazendo um trabalho de arrumação da casa aqui para colher os frutos desses ventos favoráveis”, concluiu o ministro.

Copom

Em relação à decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de elevar a Taxa Selic – juros básicos da economia – para 10,75% ao ano, Haddad não quis fazer comentários. Apenas disse que o aumento de 0,25 ponto não lhe causou surpresas.

“Não me surpreendi [com o Copom], mas eu só vou comentar a decisão depois da leitura da ata, semana que vem, como de hábito. Vou dar uma olhada, vou conversar internamente, vou verificar o que esperar para o futuro próximo”, justificou.

Até meados do ano passado, Haddad comentava as decisões do Copom, criticando o atraso do Banco Central em começar a reduzir os juros e o tom de alguns comunicados. Quando a autoridade monetária começou a reduzir a Selic, em agosto do ano passado, o ministro celebrou a decisão.





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Fusão reforça a distribuição agrícola


A Nutrien, multinacional canadense de soluções agrícolas, acaba de lançar a Agroessence, sua nova marca B2B no Brasil, que surge da fusão das redes distribuidoras Casal e Cultive. Com isso, a Agroessence inicia suas operações como a maior plataforma de redistribuição agrícola do país, abrangendo mais de 2500 revendas que eram atendidas pelas empresas anteriores.

A apresentação oficial da Agroessence ocorreu em Belo Horizonte no dia 5 de setembro. A nova marca busca não apenas consolidar a presença da Nutrien no mercado, mas também expandir para regiões onde Casal e Cultive ainda não atuavam, prometendo maior eficiência e agilidade. Cristiano Cursino, diretor comercial da Agroessence, destacou que a empresa investirá em logística para assegurar a disponibilidade oportuna dos insumos e a continuidade das entregas, evitando grandes estoques nas revendas.

“Mais do que presença geográfica, queremos ser reconhecidos sobretudo em termos de agilidade e eficiência. Para isso, seguiremos investindo em uma logística eficiente, capaz de garantir a disponibilidade de insumos no tempo certo e a continuidade das entregas. Assim, garantimos que as revendas mantenham um ritmo de vendas saudável sem a necessidade de grandes estoques; um fluxo de eficiência que sempre foi referência na atuação das redes Casal e Cultive e norteará também o trabalho da Agroessence”, afirma o diretor comercial da Agroessence, Cristiano Cursino.

O portfólio da Agroessence será ampliado com soluções integradas e personalizadas, apoiadas pela plataforma Nutrien e por parcerias estratégicas. Fabio Roberto Coelho, gerente nacional de vendas, ressaltou a continuidade dos modelos de sucesso das redes anteriores, como RTVs de campo e o teleatendimento, com foco na capacitação técnica e no relacionamento com as revendas. A Agroessence promete trazer inovações significativas e contribuir para o crescimento sustentável do agronegócio no Brasil.

“A expectativa é que a Agroessence não apenas consolide a posição da Nutrien no mercado, mas também promova uma verdadeira transformação no setor de distribuição agrícola, tornando-se uma referência para outras empresas e contribuindo para o crescimento sustentável do agronegócio no Brasil”, conclui Fábio.
 





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