quarta-feira, abril 22, 2026

Política & Agro

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Colheita de verão na Turquia se mantém estável, apesar de ondas de calor


Turquia enfrenta clima seco e quente em setembro





Foto: Pixabay

De acordo com a edição de setembro do boletim de monitoramento de colheitas JRC MARS Bulletin, publicado pelo Serviço de Publicações da União Europeia, a época agrícola de verão de 2024 na Turquia apresentou resultados médios, com poucos eventos climáticos adversos, o que manteve o potencial de rendimento das culturas de verão próximo à média histórica. Apesar de um mês de agosto quente e seco, a colheita seguiu favorável na maior parte do país.

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Em agosto, as temperaturas na Anatólia ficaram em linha com a média, com exceção de uma onda de calor entre os dias 18 e 23, que elevou os termômetros acima de 35°C. Esse evento causou estresse térmico em áreas com irrigação limitada, afetando os órgãos de armazenamento das colheitas. Contudo, com a normalização das temperaturas no final do mês e o retorno de leves precipitações, o cenário climático foi mais positivo. Já em setembro, o clima voltou a ser seco e quente, com máximas em torno de 30°C.

Nas regiões mediterrâneas, como Hatay e Adana, as culturas de verão estão em boas condições. Em Adana, o segundo ciclo de produção, iniciado em abril, está se encerrando, enquanto em Hatay o milho do segundo ciclo atingiu a fase de floração. No sudeste, em províncias como Sanliurfa e Mardin, o segundo ciclo de milho ainda está na fase vegetativa, mas o desenvolvimento das plantas se mantém dentro ou acima da média.

As previsões de rendimento para as culturas de verão na Turquia foram ajustadas para cima, mas continuam próximas aos valores médios, indicando que, apesar de condições climáticas desafiadoras, o impacto sobre a produção foi controlado.





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Safras de verão sofrem com secas na Ucrânia


Seca prejudica semeadura e reduz expectativa de rendimento de milho e girassol





Foto: Divulgação

De acordo com o boletim de monitoramento de colheitas JRC MARS Bulletin, publicado pelo Serviço de Publicações da União Europeia, a metade oriental da Ucrânia enfrentou condições severas de seca durante o período de revisão, agravando ainda mais as perspectivas de rendimento para as safras de verão.

A seca já havia se instalado em julho e continuou prevalecendo nas semanas seguintes, com precipitações entre 50% e 100% abaixo da média de longo prazo (LTA) em diversas regiões. No entanto, algumas áreas no oeste, centro, norte e sul do país experimentaram condições apenas ligeiramente mais secas do que o normal, com chuvas até 50% abaixo da média. As temperaturas, por sua vez, estiveram entre 1°C e 2°C acima do esperado, com aquecimento mais intenso nas regiões de Vinnyts’ka, Khmel’nyts’ka e Chernivets’ka, onde os termômetros subiram até 3°C acima da média.

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Enquanto as regiões ocidentais e centrais apresentaram um clima mais favorável às safras, as áreas do leste e sudeste sofreram fortemente com a falta de chuva. As culturas mais afetadas pela seca foram o milho em grão e o girassol, enquanto a soja, concentrada nas regiões ocidentais, foi menos impactada.

A colheita nas áreas orientais já começou devido à aceleração do ciclo causado pela seca. Contudo, a produção foi revisada para baixo nas previsões do JRC MARS, e a semeadura de colza, já concluída no oeste, enfrenta atrasos nas regiões orientais por conta da dureza e secura dos solos.

Essas condições climáticas têm gerado preocupações para o setor agrícola ucraniano, especialmente com o impacto na produção de grãos, essenciais para a economia local e as exportações do país.





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Estresse térmico e proliferação de pragas afetam safras de verão na Itália


De acordo com o boletim de monitoramento de colheitas JRC MARS Bulletin, publicado pelo Serviço de Publicações da União Europeia, as safras de verão na Europa sofreram uma combinação de estresse térmico e proliferação de pragas e doenças, o que impactou negativamente o potencial de rendimento, especialmente no norte da Itália.

Durante agosto, três ondas de calor atingiram o norte da Europa, com temperaturas ultrapassando os 30°C, sendo que a primeira onda, em meados do mês, chegou a registrar máximas de 38°C no Vale do Pó, na Itália central. Esses eventos de calor intenso, embora concentrados, foram acompanhados de precipitação dentro da média, mas distribuída em eventos pontuais e intensos. Em setembro, o calor persistiu no início, mas as temperaturas se normalizaram na segunda semana, enquanto chuvas intensas continuaram, com registros locais de até 90 mm em regiões como a Lombardia.

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No norte da Itália, o calor no início de agosto acelerou o crescimento do milho, mas o estresse térmico por volta de 15 de agosto prejudicou a floração e o enchimento dos grãos. A soja, por ter florescido mais tarde, não foi tão afetada pelas altas temperaturas. No entanto, as condições quentes e úmidas favoreceram a disseminação de pragas e doenças, especialmente nas plantações de beterraba.

Enquanto a colheita das safras de verão, como o milho verde, começou no final de agosto e se estenderá até setembro, o atraso de 15 a 30 dias em relação ao habitual também afetou o rendimento. No centro da Itália, a colheita de girassol terminou por volta de 15 de agosto, com a fase de enchimento dos grãos comprometida pelas temperaturas elevadas.

As previsões de rendimento foram revisadas para baixo, abaixo da média, para beterraba, milho verde e girassol, enquanto permanecem estáveis para o milho em grão. Em contraste, as perspectivas para a soja foram revisadas para cima, com um rendimento previsto acima da média.





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Calor e chuvas intensas desafiam agricultura na Áustria e Eslováquia


Colheitas de verão na Europa sofrem com condições climáticas extremas





Foto: Nadia Borges

Em seu boletim de monitoramento de colheitas de setembro, o JRC MARS Bulletin, publicado pelo Serviço de Publicações da União Europeia, revela que um agosto seco e quente, combinado com um déficit hídrico no solo na Áustria e na Eslováquia, resultou em uma revisão negativa das expectativas de rendimento para as safras de verão.

Durante o período analisado, os três países enfrentaram uma onda de calor intensa, que se estendeu da segunda quinzena de agosto até o início de setembro. As temperaturas médias registradas foram as mais altas da história para esse intervalo. A falta de chuvas na Áustria e na Eslováquia no final de agosto e início de setembro acentuou o déficit de umidade do solo, que já havia sido relatado em boletins anteriores. Na Eslováquia, o déficit hídrico superou o dobro da média histórica.

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No final do período, chuvas torrenciais atingiram os três países, dificultando a quantificação de seus impactos imediatos. Essas precipitações desafiadoras afetaram o amadurecimento e a colheita das safras de verão, além de complicar a semeadura das safras de inverno.

As condições secas e quentes em agosto provocaram uma dessecação prematura das colheitas, o que pode comprometer a maturidade e a qualidade necessárias para a colheita. Na Eslováquia, a colheita de girassóis foi antecipada em algumas regiões, encurtando a estação de cultivo em um mês e resultando em rendimentos abaixo da média.

A colheita das safras de verão teve início em todos os três países, mas as recentes chuvas e a inundação dos campos apresentam desafios adicionais à conclusão bem-sucedida das colheitas nas áreas afetadas. As previsões de rendimento para as colheitas de verão permanecem próximas das tendências históricas, mas foram revisadas para baixo em relação aos girassóis e milho em grão na Áustria e Eslováquia, assim como em relação à soja na Áustria.





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clima favorece alta do milho em Campinas


Pressão de alta mantém preço do milho com expectativa de estoques baixos





Foto: Pixabay

Em Campinas (SP), o término da colheita da segunda safra de milho não foi suficiente para aliviar a pressão de alta sobre os preços do grão. De acordo com levantamento da Scot Consultoria, o valor da saca de 60 quilos atingiu R$ 60,85 em 30 de agosto, registrando um aumento de 2,4% nos últimos 15 dias e de 4,7% no acumulado dos últimos 30 dias.

De acordo com a Análise conjuntural do mercado de agosto de 2024, DDG & WDG – Relatório Mensal Scot Consultoria, o cenário climático favorável tem incentivado os vendedores a reter a oferta, enquanto a demanda no mercado doméstico permanece aquecida, sustentando as cotações. A expectativa de que os estoques finais de milho sejam os menores das últimas seis safras também contribui para a manutenção dos preços elevados, especialmente diante do risco climático que ainda persiste.

Com essas condições, o mercado deve continuar pressionado no curto prazo, reforçando a tendência de valorização do milho, que já vem sendo observada nas últimas semanas.





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Mercado de farelo de soja apresenta quedas em diversas regiões, exceto em Minas Gerais


Preços caem em três praças e sobem em Minas Gerais na segunda quinzena de agosto





Foto: Divulgação

De acordo com a Análise conjuntural do mercado de agosto de 2024, DDG & WDG – Relatório Mensal Scot Consultoria, na segunda quinzena de agosto, os preços do farelo de soja no Brasil variaram entre estabilidade e alta. Apesar disso, ao longo do mês, os valores recuaram em três das quatro praças acompanhadas. Em São Paulo, o preço médio do farelo de soja caiu 1,6% tanto na comparação mensal quanto na quinzenal, sendo negociado a R$ 2.134,58 por tonelada.

Em Minas Gerais, o cenário foi oposto, com um aumento de 0,8% na comparação mensal e de 1,1% na quinzenal, resultando em um preço médio de R$ 2.264,29 por tonelada. Em Goiás, o farelo de soja apresentou queda de 2,3% e 0,9% nos comparativos mensal e quinzenal, com a cotação fixada em R$ 2.023,00 por tonelada.

No estado de Mato Grosso, os preços também registraram uma diminuição de 1,2% na comparação mensal, embora tenham subido 0,9% na quinzenal, com o farelo sendo negociado a R$ 1.944,22 por tonelada. Essa dinâmica ressalta a volatilidade do mercado de farelo de soja no Brasil, com variações significativas entre as diferentes regiões.





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Monitoramento aponta alta nos preços de frutas como abacaxi e laranja


De acordo com o Balanço Semanal de Preços das Frutas da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SEAPA), a Secretaria de Agricultura, juntamente com suas vinculadas Emater-MG, Epamig e IMA, está realizando um monitoramento detalhado dos preços dos principais produtos comercializados no CeasaMinas, localizado em Contagem, com o objetivo de avaliar o abastecimento alimentar no estado de Minas Gerais. A análise, que considera os preços médios praticados na unidade Grande BH entre os dias 9 e 20 de setembro de 2024, permite identificar a oferta e a demanda, bem como os possíveis impactos no abastecimento.

O levantamento abrange as dez frutas mais comercializadas no CeasaMinas: abacaxi, banana, coco verde, laranja, limão, maçã, manga, mamão, melancia e uva. O abacaxi pérola graúdo, proveniente da Paraíba, teve um aumento de 14,3% na primeira semana, passando de R$ 70,00 para R$ 75,00 a dúzia, antes de sofrer uma nova alta de 14,3%, encerrando a segunda semana a R$ 80,00 a dúzia, conforme os dados do monitoramento.

A banana prata apresentou quedas, começando a R$ 5,50/kg e terminando a R$ 4,00/kg na segunda semana, o que representa uma redução de 21,1%. O preço da laranja pêra, por outro lado, registrou alta, fechando em R$ 5,50/kg após aumentos sucessivos de 5,6% e 5,3%. O limão tahiti extra permaneceu estável na primeira semana, mas subiu 10% na segunda, atingindo R$ 5,50/kg.

Enquanto isso, o preço da manga tommy caiu acentuadamente, passando de R$ 5,00/kg para R$ 3,61/kg, e a melancia graúda registrou uma leve queda de -3,2%, fechando a R$ 2,00/kg. O relatório ainda destacou que o preço da uva Itália apresentou uma leve variação, iniciando a R$ 11,25/kg, antes de retornar a esse valor após uma leve queda inicial.

O monitoramento revela que apenas o coco verde e a maçã gala mantiveram estabilidade nos preços. Fatores climáticos, como a escassez de chuvas e a alta temperatura, têm influenciado as variações, especialmente em frutas cítricas e de exportação. A análise dos dados obtidos é essencial para entender o comportamento do mercado de hortaliças e frutas em Minas Gerais, especialmente em um cenário de variação significativa nos preços.





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Preços oscila no mercado de hortaliças em Minas Gerais


De acordo com o Balanço Semanal de Preços de horticultura da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SEAPA), Secretaria de Agricultura, em parceria com suas vinculadas Emater-MG, Epamig e IMA, está realizando um monitoramento dos preços dos principais produtos comercializados no CeasaMinas, localizado em Contagem. O objetivo é avaliar o abastecimento alimentar no estado. A análise, que considera os preços praticados na unidade Grande BH entre 9 e 20 de setembro de 2024, permitirá identificar as dinâmicas de oferta e demanda, além dos possíveis impactos no abastecimento. O balanço é atualizado e publicado semanalmente.

Neste monitoramento, foram levantadas as dez hortaliças mais comercializadas em volume: abóbora moranga, abobrinha italiana, alho, batata, cebola, cenoura, chuchu, pimentão, quiabo e tomate. O preço da abóbora moranga, que iniciou o período a R$ 3,66/kg, fechou a R$ 2,72/kg, resultando em uma variação média de -25,7%. A abobrinha italiana, que começou a R$ 1,11/kg, registrou uma alta de 33% na média semanal, fechando a R$ 1,48/kg.

O alho brasileiro manteve-se estável, enquanto a batata viu seu preço cair de R$ 4,40/kg para R$ 4,00/kg, apresentando uma variação de -9,1%. A cebola, que iniciou o período a R$ 3,00/kg, encerrou a segunda semana a R$ 2,50/kg, com uma queda média de 11,1%. O chuchu variou, fechando a R$ 2,36/kg após registrar uma alta de 57,1% na segunda semana, conforme os dados do monitoramento.

O preço do pimentão verde caiu de R$ 3,33 para R$ 2,22/kg na primeira semana, mas subiu para R$ 2,77/kg na segunda, resultando em uma variação de 6,9%. O tomate longa vida, que iniciou a R$ 3,25/kg e chegou a R$ 1,10/kg na primeira semana, viu uma recuperação de preço, encerrando a segunda semana a R$ 1,25/kg, com uma variação média de 6,8%.

As estratégias de precificação para o mercado de hortaliças e frutas podem ser influenciadas por fatores como custos, concorrência, oferta e demanda, todos afetados por condições climáticas. A comparação dos preços médios das hortaliças entre 9 a 13 de setembro e 16 a 20 de setembro de 2024 revelou estabilidade nos preços do alho e da cenoura, enquanto a abobrinha italiana, chuchu, quiabo e tomate apresentaram elevações. As cotações da abóbora moranga, batata, cebola e pimentão, no entanto, mostraram tendência de queda.

A análise aponta que a diminuição da oferta de produtos como tomate, chuchu, abobrinha italiana e quiabo se deve a condições climáticas desfavoráveis. A aceleração da maturação da batata, influenciada pelo calor, e a pressão nos preços da cebola, decorrente do alto volume ofertado e da menor qualidade devido às altas temperaturas, também foram destacadas.





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tempestades podem aumentar níveis dos rios


De acordo com Gabriel Rodrigues, meteorologista do Portal Agrolink, o destaque no tempo para esta terça-feira (24.09) é a possibilidade de chuvas intensas na região Sul do Brasil. As instabilidades previstas devem ocorrer na forma de tempestades, acompanhadas por chuvas volumosas, queda de granizo, vendavais e a chance de aumento nos níveis dos rios.

 

Esses eventos climáticos estão sendo favorecidos por uma combinação de fatores, incluindo a presença de uma frente fria, um cavado (área alongada de baixa pressão) e a chegada de umidade da região amazônica, trazida pelos ventos conhecidos como jatos de baixos níveis. Além disso, o contraste térmico entre o centro-norte, que registra temperaturas elevadas, e o sul do país, com temperaturas mais amenas, também intensifica a formação de nuvens carregadas.

 

Segundo Gabriel, “O cenário  é de um ambiente altamente propício à formação de nuvens muito carregadas e com alto potencial para tempo severo, especialmente agora, com a chegada da primavera.” A frente fria, que começou a avançar na madrugada de segunda-feira, já provocou eventos de tempo severo e hoje deve atuar com mais intensidade na fronteira sul do Rio Grande do Sul, com previsão de chuvas acima de 70 mm. Algumas projeções, como a do centro canadense e alemão, indicam acumulados superiores a 100 mm nas próximas 24 horas.

 

A partir de quarta-feira, a tendência é de que as instabilidades avancem para o norte do estado gaúcho, novamente com previsão de chuvas intensas. “Esses acumulados podem superar os 100 mm em áreas do sul do estado, aumentando a probabilidade de elevação nos níveis dos rios”, alerta Gabriel. A preocupação é ainda maior devido à memória dos eventos de enchente ocorridos em maio e setembro do ano passado.

 

Apesar do cenário preocupante, Gabriel tranquiliza: “As chuvas serão concentradas em um período mais curto, diminuindo de intensidade na quinta-feira e praticamente se dissipando na sexta.” No entanto, ele destaca que na quinta-feira as chuvas continuarão intensas, mas sem os indicativos de volumes superiores a 100 mm. A precipitação também deverá se espalhar para Santa Catarina, sul do Paraná, sul e oeste do Mato Grosso do Sul, e na metade oeste do Mato Grosso.

 

O meteorologista encerra o boletim com uma previsão mais positiva para a região Centro-Oeste, onde há sinais de chuvas mais robustas nos próximos dias. “Na sexta-feira, podemos ter chuvas entre 30 a 40 mm no oeste do Mato Grosso, enquanto áreas do centro do Brasil, como Goiás, Minas Gerais e São Paulo, seguem com um clima mais seco. No entanto, há fortes indícios de que as chuvas devem retornar nas próximas semanas”, conclui.





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Soja sobe em Chicago com atraso no plantio brasileiro


Ação dos fundos de investimento foi importante




Esse cenário climático adverso também afeta a colheita nos Estados Unidos
Esse cenário climático adverso também afeta a colheita nos Estados Unidos – Foto: Nadia Borges

Segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica, o mercado de soja na CBOT (Chicago Board of Trade) fechou em alta nesta segunda-feira, impulsionado por atrasos no plantio no Brasil. O contrato de soja para novembro de 2024, referência para a safra brasileira, subiu 2,69%, equivalente a $27,25 cents por bushel, fechando a $1.039,25. 

Já o contrato de soja de janeiro de 2025 teve alta de 2,65%, fechando a $1.056,75 por bushel. Segundo a consultoria, o farelo de soja para outubro também registrou alta de 2,87%, enquanto o óleo de soja para o mesmo mês subiu 1,09%.

Neste contexto, a alta no mercado de soja está ligada ao atraso no plantio no Brasil, especialmente na região Centro-Oeste, que enfrenta falta de chuvas e queimadas. Esse cenário climático adverso também afeta a colheita nos Estados Unidos, onde chuvas recentes estão atrasando o avanço da colheita. Nas primeiras semanas, os rendimentos das lavouras americanas estão abaixo das expectativas, o que pode levar a novos ajustes no mercado.

Outro fator que contribuiu para a alta relatada pela TF Agroeconômica foi a ação dos fundos de investimento, que começaram a cobrir suas posições vendidas no mercado de grãos, um movimento comum próximo ao fechamento do terceiro trimestre. Essa cobertura de posições ajudou a impulsionar o preço dos três grãos negociados em Chicago. O mercado está atento ao comportamento climático nas principais regiões produtoras, que pode continuar influenciando os preços no curto prazo, especialmente se as condições adversas persistirem tanto no Brasil quanto nos EUA.
 





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