quarta-feira, abril 22, 2026

Política & Agro

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Comitiva chinesa conhece terminal do Porto de Santos


Representantes da GACC estiveram nesta quinta-feira (26) no Porto de Santos





Foto: Mapa

Representantes da Administração Geral de Alfândega da China (GACC) estiveram nesta quinta-feira (26) no Porto de Santos, onde se reuniram com a Autoridade Portuária e conheceram um dos terminais de exportação de grãos.

A comitiva, liderada pelo vice-ministro chinês, Zhao Zenglian, foi recebida pelo secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Goulart, pelo diretor do Departamento de Negociações Não-Tarifárias e de Sustentabilidade da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais, Augusto Billi, e outros dirigentes do Mapa.

Os chineses ficaram bem impressionados com a estrutura, o sistema de controle e os números do Porto. Na visita, a comitiva pode ver como são realizados os controles e a amostragem de grãos, trabalhos realizados pelos auditores fiscais agropecuários que atuam no porto.

A China é o principal parceiro comercial do Brasil no setor agrícola, respondendo por 33,91% das exportações do país. Nos primeiros oito meses deste ano, o Brasil exportou aproximadamente US$ 38 bilhões em produtos agrícolas para o mercado chinês, com 68% desse total provenientes do complexo da soja. Na terça-feira (24), em Brasília, o Mapa e a comitiva discutiram temas estratégicos para a ampliação do comércio agropecuário entre Brasil e China, com foco na revisão e atualização de protocolos sanitários e fitossanitários, fortalecendo ainda mais a parceria entre os dois países.





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Sojicultor bate recorde com 137,28 sacas por hectare


João Lincoln Reis Veiga, sojicultor de Nepomuceno (MG), alcançou a marca de 137,28 sacas de soja por hectare em sua propriedade, a Fazenda Congonhal. O feito foi conquistado no último Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja, organizado pelo Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB). Segundo Veiga, a chave para o sucesso está na combinação entre o uso de tecnologias avançadas e uma equipe altamente comprometida.

Tecnologia e equipe afinada: os segredos para alta produtividade

Veiga afirma que a produtividade recorde não seria possível sem a tecnologia. “A tecnologia nos oferece conhecimento de alto nível, seja por meio de equipamentos, fertilizantes ou defensivos. Hoje, conseguimos analisar o genoma das plantas ainda nas folhas, sem a necessidade de colheita, o que proporciona um incremento significativo na lavoura”, explica.

Além das inovações tecnológicas, como o uso de equipamentos guiados por satélites e insumos avançados, o sojicultor destaca a importância da equipe. “O time precisa estar bem afinado e comprometido. Sem pessoas, não conseguimos fazer nada”, ressalta. Para ele, atender às demandas da planta no momento certo é crucial para o sucesso da safra.

A força do controle biológico

Outro ponto fundamental para o sucesso na fazenda de Veiga é o uso do controle biológico. Ele conta que, nos últimos cinco anos, o manejo biológico se tornou essencial. “A planta vem com mais vigor e agradece. Temos usado regularmente e alcançado ótimos resultados”, comenta.

Expectativas para o próximo desafio

Veiga, que já é destaque na sojicultura do Sudeste, está otimista para o próximo Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja. Apesar do desejo de manter ou superar a marca, ele reconhece que o fator sorte também tem grande influência no setor agrícola. “Vivemos em uma indústria a céu aberto, e dependemos de fatores externos. Mas o planejamento será essencial para continuar nessa jornada de alta produtividade”, conclui.





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Chuvas irregulares e calor intenso marcam início da semana no Brasil Central


Temperaturas seguem elevadas





Foto: Pixabay

Enquanto o Sul do Brasil se prepara para a chegada de uma frente fria, o restante do país segue com temperaturas elevadas e chuvas irregulares. Gabriel Rodrigues, meteorologista do Portal Agrolink, destaca que o calor extremo predomina no Centro-Oeste e no Norte do Brasil, mesmo em áreas com instabilidades, como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará e Tocantins.

“As precipitações nessas regiões ocorrem de maneira bastante irregular, tanto nos volumes quanto nas áreas atingidas, com pancadas isoladas que podem ser localmente fortes”, explica Gabriel. A tendência é que esse padrão se mantenha, com chuvas rápidas e localizadas, especialmente em áreas do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. O meteorologista ainda ressalta que o período seco está chegando ao fim nessas regiões, mas sem sinais de formação da Zona de Convergência do Atlântico Sul nas próximas semanas, sistema crucial para regular o período chuvoso no centro do país.

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No Norte, as chuvas começam a se tornar mais recorrentes, principalmente no Amazonas, Acre e Rondônia, enquanto o Nordeste do Brasil continua dentro da expectativa de tempo seco para esta época do ano.





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o impacto da nova lei do combustível do futuro


A recente aprovação da Lei do Combustível do Futuro traz perspectivas de transformações significativas para o setor de biodiesel no Brasil, especialmente com o aumento da demanda por soja. Segundo o engenheiro agrônomo João Pedro Cuthi Dias, 90% do biodiesel produzido no país é derivado do óleo de soja, mas a nova lei também abre espaço para a diversificação das fontes de oleaginosas utilizadas na produção. Essa diversificação é essencial para ampliar a capacidade produtiva e atender à demanda crescente.

Dias destaca que uma das alternativas seria aproveitar as áreas que ficam sem cultivo após a colheita da soja, possibilitando o plantio de outras oleaginosas, como a carinata, que tem mostrado potencial promissor. Ele menciona que culturas como o cramber, pouco conhecida no Brasil, também possuem elevado teor de óleo e se adaptam bem ao clima do Centro-Oeste. “Precisamos desenvolver novos materiais e criar protocolos de produção para culturas que podem ser introduzidas no ciclo agrícola após a soja”, afirma.

Desafios na indústria e no campo

Além de diversificar as fontes de produção, Dias ressalta a importância de pesquisas na área de motores para garantir que os equipamentos agrícolas e industriais consigam utilizar esses novos combustíveis de maneira eficiente. Ele aponta que, em algumas regiões do Brasil, há desafios técnicos, como o uso de biodiesel em motores no inverno, quando o combustível pode formar borra e comprometer o funcionamento de bombas injetoras.

Ele também enfatiza a necessidade de uma agricultura regenerativa que leve em consideração a sustentabilidade e a pegada de carbono. “Não se trata apenas de produzir biodiesel; precisamos criar sistemas agrícolas que melhorem a qualidade do solo e reduzam as emissões de gases de efeito estufa”, explica Dias. Isso incluiria o uso de insumos regionais, como fosfato natural e silicatos de potássio, e a adoção de biotecnologias que minimizem o uso de fertilizantes sintéticos.

A aviação e o desafio do querosene verde

Outro ponto destacado pelo engenheiro agrônomo é o impacto da nova lei no setor de aviação, que será incentivado a utilizar combustíveis sustentáveis. Dias explica que o desenvolvimento do querosene verde, produzido a partir de óleos vegetais ou graxas de origem animal, é fundamental para a descarbonização da aviação. No entanto, ele alerta que a produção desse combustível exige uma série de pesquisas e cuidados rigorosos, pois sua utilização envolve variações extremas de temperatura nas altas altitudes.

“O querosene verde tem um papel crucial na redução das emissões de gases de efeito estufa pela aviação, mas precisamos garantir que ele atenda aos padrões de segurança e eficiência”, alerta.

O futuro do combustível verde no Brasil

João Pedro Cuthi Dias vê grandes oportunidades para o Brasil se destacar no mercado de combustíveis verdes, tanto no setor agrícola quanto na indústria. Ele cita o exemplo da exportação de sebo bovino para os Estados Unidos, onde é utilizado na produção de querosene verde, como um indício de que o país já está inserido nesse contexto global.

O engenheiro agrônomo conclui sua análise reforçando a importância da pesquisa e do desenvolvimento de novas tecnologias para garantir que o Brasil possa, de fato, aproveitar todo o potencial da Lei do Combustível do Futuro. “Precisamos investir em inovação e adaptar nossa produção para atender às demandas desse novo cenário”, finaliza.





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Nova frente fria avança e traz temporais para o Sul


Precipitações devem reduzir a velocidade de descida dos rios





Foto: Arquivo

A semana começou com a formação de uma nova frente fria no Sul do Brasil, prometendo chuvas intensas e possibilidade de queda de granizo, conforme alertou Gabriel Rodrigues, meteorologista do Portal Agrolink. Segundo ele, as instabilidades inicialmente estão concentradas no Uruguai, mas devem avançar ao longo do dia para o sul do Rio Grande do Sul, com potencial para eventos climáticos adversos na noite desta segunda-feira, 30 de setembro de 2024.

“Até o final de terça-feira, as instabilidades atingirão Santa Catarina, com acumulados expressivos de chuva, podendo superar 80 mm”, afirma Gabriel. O meteorologista também alerta que essas precipitações devem reduzir a velocidade de descida dos rios, que subiram após as fortes chuvas da semana passada.

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Além disso, o fenômeno conhecido como “pré-frontal” trará temperaturas elevadas para os três estados da região Sul antes da chegada efetiva das chuvas. O cenário reforça a tendência de tempo adverso, com mais eventos de granizo ao longo da primavera.





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Cotações no mercado do frango ficam estagnadas nesta sexta-feira (23)


Logotipo Notícias Agrícolas

O mercado do frango encerra esta semana de negociações nesta sexta-feira (23) com cotações estáveis. De acordo com análise do Cepea, o poder de compra de avicultores do estado de São Paulo frente aos principais insumos utilizados na atividade (milho e farelo de soja) vem crescendo em agosto. Isso porque, enquanto os preços do frango vivo estão subindo, os do milho registram pequena alta e os do farelo, queda, em relação a julho. 

De acordo com a Scot Consultoria, o valor do frango na granja em São Paulo ficou estável, custando, em média, R$ 5,50/kg, assim como a ave no atacado, fechando, em média, R$ 6,20/kg.

No caso do animal vivo, o preço não mudou em Santa Catarina, cotado a R$ 4,38/kg, da mesma maneira que no Paraná, custando R$ 4,66/kg.

Conforme informações do Cepea/Esalq,Vivo, referentes à quinta-feira (22), tanto o frango congelado quanto a ave resfriada ficaram estáveis, curando, respectivamente, R$ 7,17/kg e R$ 7,20/kg.

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Vídeo: Irrigação: cenário, desafios e caminhos para a citricultura


45º episódio do Fundecitrus Podcast


Foto: Fundecitrus

A irrigação na citricultura é tema do 45º episódio do Fundecitrus Podcast. O tema é importantíssimo para a agricultura, como forma de reduzir os impactos provocados pelos longos períodos de estiagem, fortalecendo a produtividade no campo. Na citricultura, não é diferente. Em dois episódios, o Fundecitrus Podcast traz orientações sobre a implantação desse sistema, planejamento, benefícios, estudo de solo e tipos mais adequados para o setor. Hoje, 36% da área total do cinturão conta com irrigação e a tendência é de aumento. Nesse primeiro episódio, a conversa é com o consultor e professor do Departamento de Fitossanidade, Engenharia Rural e Solos da Unesp de Ilha Solteira, Fernando Braz Tangerino Hernandez.





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De pesquisas sobre câncer à agricultura: tecnologia avança no campo


Avanços na fisiologia vegetal estão abrindo novas possibilidades para aumentar a produtividade agrícola. Marcelo Rodrigues, CEO da Krilltech, explica que a tecnologia criada pela empresa tem como foco estimular o metabolismo primário das plantas, potencializando a produção e o consumo de ATP. Essa energia adicional permite que as plantas alcancem seu pleno potencial genético, resultando em aumentos expressivos de produtividade, especialmente em testes de campo.

“A maioria dos produtores costuma focar muito em defensivos, adubos e fertilizantes, mas a fisiologia vegetal precisa ser tratada de forma mais especializada”, explica Marcelo. “Nós, da Krilltech, desenvolvemos produtos que atuam em rotas metabólicas específicas, como a produção de ATP, que é a energia base da planta. Com isso, ativamos processos metabólicos que permitem à planta expressar todo o seu potencial produtivo, mesmo em condições adversas.”

A tecnologia da Krilltech difere dos produtos convencionais por não utilizar extratos vegetais ou hormônios. “Desenvolvemos produtos baseados na fisiologia da planta, quase como uma ‘medicina’ para vegetais”, destaca Marcelo. “Nossa abordagem é tratar a planta como um atleta de alta performance, ajudando-a a expressar o máximo de seu potencial genético.”

Parceria com a Embrapa 

O CEO também menciona que os produtos da Krilltech são os primeiros a utilizar nanotecnologia com foco em processos metabólicos específicos nas plantas. A primeira geração de produtos, como o Arbolina, foi desenvolvida em parceria com instituições de peso, como a Universidade de Brasília (UnB), a UFRJ e a Embrapa. “Desde os primeiros trabalhos, os resultados têm sido expressivos, com aumentos de 15% a 25% na produtividade de culturas como tomate e pimentão.”

Em campo, os resultados são consistentes: “Na soja, obtivemos 80% de resultados positivos, com retorno significativo para os produtores. Em culturas como cacau, café e tomate, os ganhos também são impressionantes”, afirma Marcelo. Ele destaca que, para cada real investido pelo produtor, há um retorno de até R$ 50, como no caso do tomate industrial.

Como surgiu

Marcelo Rodrigues revela que a inovação nasceu a partir de estudos sobre o câncer. “Inicialmente, eu trabalhava com pesquisas na área de câncer, estudando como modificar a superfície de partículas para interagir com organelas e processos metabólicos específicos. Esse trabalho envolvia a utilização de luminescência para marcar tumores.”

A aplicação da tecnologia em plantas surgiu quando Marcelo apresentou os resultados de suas pesquisas para a Embrapa. “O Dr. Jimar Silva, da Embrapa, me sugeriu usar a mesma lógica em plantas, e foi aí que surgiu a ideia de desenvolver produtos agrícolas com base nesse conceito. Nós adaptamos o que fazíamos em laboratório para a agricultura e criamos a Krilltech.”

 





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Queda na produção de bergamota e laranja no Rio Grande do Sul


Segundo as informações do Informativo Conjuntural divulgado na quinta-feira (26), nas regiões administradas pela Emater/RS-Ascar, os produtores de citros observam variações na produtividade e no andamento da colheita devido às condições climáticas. Em Alegrete e São Gabriel, na região de Bagé, há floração abundante nos pomares, e a colheita de laranja e bergamota em São Gabriel está próxima de ser finalizada.

Já na região de Caxias do Sul, as estimativas indicam uma queda de 40% na produtividade da bergamota. Excesso de chuvas e baixa insolação resultaram em queda de frutos, rachaduras e dificuldades para a realização e eficácia dos tratamentos fitossanitários. Neste momento, a floração está em pleno curso, e os produtores aplicam fungicidas para proteger a florada. Variedades tardias como Montenegrina e Murcott estão sendo colhidas, enquanto as variedades precoces já tiveram a colheita encerrada. O preço da bergamota Montenegrina subiu, sendo comercializada a R$ 3,50/kg.

Veja mais informações sobre fitossanidade no Agrolinkfito

A produção de laranja do grupo Umbigo enfrenta reduções ainda mais acentuadas, com as laranjeiras sendo severamente afetadas pelo clima durante a fase de florescimento na primavera de 2023. Alta umidade e baixa radiação solar prejudicaram o pegamento dos frutos. A colheita das variedades tardias, como Monte Parnaso e Lane Late, continua, acompanhada de tratamentos fitossanitários para garantir a sanidade da florada. Os preços no mercado seguem em alta, com a laranja de bom calibre cotada a R$ 3,20/kg.

Na região de Erechim, a floração está na fase final, com excelente pegamento de frutos. Os produtores intensificam os tratamentos fitossanitários para prevenir doenças nas flores e frutos jovens. O preço da fruta destinada à indústria caiu, variando entre R$ 1,70 e R$ 1,80/kg, enquanto a fruta para mesa está em R$ 2,00/kg. Em alguns pomares, há incidência de mosca-branca, exigindo manejo especializado.

Na região de Santa Rosa, a floração predomina na maioria das variedades de citros, inclusive as tardias que ainda têm frutas em maturação. As plantas mostram vigorosa brotação, refletindo mudanças nas condições climáticas. A fase de floração, com grande presença de abelhas, demanda atenção especial no controle de pragas como pinta-preta, larva-minadora e cochonilha, com o uso de bioinsumos.





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safra da uva avança sem doenças e com floração precoce


De acordo com as informações do Informativo Conjuntural divulgado na quinta-feira (26), nas regiões administradas pela Emater/RS-Ascar, na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Caxias do Sul, o clima tem sido favorável para a viticultura, com intensa insolação, temperaturas moderadas e chuvas em volumes ideais. Essas condições têm proporcionado um excelente desenvolvimento das vinhas, que exibem brotação vigorosa e uniforme. Até o momento, a safra segue sem registro de geadas tardias, o que trouxe tranquilidade aos viticultores da região.

As variedades superprecoces, cultivadas em áreas mais quentes, como os vales dos maiores rios, já começaram a florescer, enquanto variedades mais tardias, como Cabernet Sauvignon e Moscatos, estão iniciando a brotação das gemas. Além disso, as vinhas não apresentam problemas de doenças ou pragas até o momento. As últimas videiras implantadas estão passando pelo processo de amarração da estrutura aérea, e o azevém tem crescido espontaneamente como planta de cobertura do solo, com poucos casos de dessecação registrados.

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Na região de Soledade, os picos de temperatura aceleraram a brotação das videiras, e os viticultores seguem com tratamentos preventivos contra antracnose e escoriose. Em Santa Rosa, a maioria das variedades de videiras quebrou a dormência e iniciou a brotação, com as mais precoces já em floração. Pulverizações com calda bordalesa foram aplicadas para controlar antracnose e míldio. No entanto, a brotação está um pouco atrasada em relação ao ano anterior, devido às temperaturas mais baixas em agosto.

Na região de Frederico Westphalen, as videiras, principalmente da variedade Niágara, estão em plena floração, enquanto a Vênus já se encontra na fase de grão chumbinho. A Seyve Villard continua em desenvolvimento. Tratamentos para prevenção de escoriose e antracnose estão em andamento, e, apesar da ausência de doenças, ainda há registro de algumas ocorrências de cochonilha-do-tronco.





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