quarta-feira, abril 22, 2026

Política & Agro

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Milho acompanha Chicago e sobe na B3


A Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) acompanhou o mercado internacional e o milho fechou em alta na sexta-feira, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Bolsas internacionais apresentaram alguma resistência acima de níveis de US$ 4,10 o bushel, especialmente depois das chuvas que se apresentaram no delta esta semana, em plena colheita. No Brasil, produtores oferecerem resistência à venda, e pedidas sobem em praticamente todos os estados e regiões produtoras, o que garante mais alguma resistência à baixa na B3”, comenta.

“Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam variações em alta no dia: o vencimento de novembro/24 foi de R$ 68,64 apresentando alta de R$ 0,47 no dia, alta de R$ 0,78 na semana; janeiro/25 fechou a R$ 71,19 alta de R$ 0,43 no dia, alta de R$ 0,90 na semana; o vencimento março/25 fechou a R$ 71,86, alta de R$ 0,35 no dia e alta de R$ 0,53 na semana”, completa.

Na Bolsa de Chicago, o milho fechou dia e semana em alta com clima nos Estados Unidos e no Brasil. “A cotação de dezembro24, referência para a nossa safra de inverno, fechou em alta de 1,15 % ou $ 4,75 cents/bushel a $ 418,00. A cotação para março25, fechou em alta de 0,93 % ou $ 4,00 cents/bushel a $ 435,00”, indica.

“O clima ainda está ditando o rumo das cotações do milho norte-americano. Nos EUA os operadores estão de olho nas chuvas sobre as lavouras maduras na parte central e sul do país. No Brasil, a falta de chuva na região central está atrasando o plantio da primeira safra de milho e de soja, o que pode prejudicar o plantio do milho safrinha, responsável pelo grande volume do cereal do país. A Comissão Europeia reduziu mais uma vez a perspectiva de colheita de milho e cevada”, conclui.





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Maçã/Cepea: Preços estão subindo! – Notícias Agrícolas


Em agosto, as vendas de maçã tiveram uma melhora significativa nos grandes centros consumidores, do Sul e do Sudeste. De acordo com colaboradores do Hortifrúti/Cepea, o retorno às aulas foi o principal fator.

Assim, com a oferta controlada, o preço de algumas variedades e perfis registraram alta nas regiões classificadoras nesta semana (19 a 23/08). Na média das praças, a gala 165 Cat 1, por exemplo, foi negociada a R$ 134,33/cx de 18 kg, aumento de 6% em relação à semana anterior. Já a fuji 165 Cat 1 foi vendida a R$ 130,5/cx de 18 kg, crescimento de 5% no mesmo período.

Para a próxima semana, o preço pode se estabilizar devido ao fim de mês, que tende restringir o comércio.

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Como o milho encerrou a semana?


O mercado do milho do estado do Rio Grande do Sul teve negócios pontuais ao Noroeste, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado lento. Nas indicações, manutenção: Santa Rosa a R$ 63,00; Não-Me-Toque a R$ 64,00; Marau e Gaurama R$ 64,50; Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 66,00 e Montenegro a R$ 67,00. Vendedores a partir de R$ 63,00 no FOB interior. Negócios pontuais ao noroeste, onde 1000 tons rodaram a R$ 63,50 no CIF indústria, entrega imediata”, comenta.

Vendedores mantém pedidas entre R$ 2,00 a R$ 3,00 acima e compradores recuam em Santa Catarina. “Produtores com pedidas ao menos R$ 2,00 acima, em que compradores hoje indicam a partir de R$ 65,00 no interior e R$ 67,00/68,00 CIF fábricas. Rumores de negócios a R$ 66,00/67,00 no CIF meio oeste. Nas indicações, Chapecó a R$ 64,00; Campos Novos R$ 66,00; Rio do Sul a R$ 67,00; Videira R$ 68,00. Não ouvimos sobre negócios realizados no dia de hoje”, completa.

No Paraná, a ferrovia puxa ritmo no norte e no oeste e compradores sobem indicações no interior. “Mercado com negócios pontuais reportados. No porto, indicações a R$ 63,00 set/64,00 nov/65,00 dez. No norte, indicações a R$ 61,00 (+1,00); Cascavel a R$ 60,00 (+1,00); Campos Gerais R$ 69,00 (+2,00); Guarapuava a R$ 67,00; Londrina R$ 61,00. Preços balcão no sudoeste a R$ 52,00; norte a R$ 54,00; oeste R$ 54,00 e centro-oeste R$ 55,00. Negócios na ferro oeste, onde segundo rumores 10000 tons rodaram a 62,00 a saca, com entrega imediata. No norte, agentes apontam bons volumes também na ferrovia”, indica.

No Mato Grosso do Sul não foram ouvidos negócios, praticamente. “Em Maracaju, indicações de R$ 53,00 (+1,00); Dourados a R$ 54,00 (+R$ 1,00); Naviraí R$ 54,00 (-R$ 1,00) e São Gabriel a R$ 49,00. Produtores iniciam ofertas FOB a R$ 52,00 com maior parte das pedidas concentradas em R$ 55,00, base interior”, conclui.

 





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Clima seco e postura cautelosa de produtores elevam preço do milho


Produtores limitam a oferta no mercado spot, aguardando novas valorizações





Foto: Nadia Borges

Os preços do milho voltaram a subir em praticamente todas as regiões monitoradas pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada). Segundo informações divulgadas pelo Cepea, a alta nas cotações é impulsionada principalmente pela retração dos vendedores, que têm priorizado os trabalhos no campo e estão atentos ao clima quente e seco em algumas das principais regiões produtoras da safra de verão.

Muitos produtores já concluíram a colheita da segunda safra 2023/24 e, após conseguirem armazenar boa parte da produção, agora limitam a oferta no mercado spot, aguardando novas valorizações. Enquanto isso, a demanda segue firme, com compradores aumentando suas intenções de aquisição, mas enfrentando os preços mais elevados pedidos pelos vendedores que estão ativos no mercado.

Ainda segundo os pesquisadores do Cepea, esse cenário tem resultado em um ritmo lento de negociações no mercado spot nacional, com ambos os lados aguardando melhores condições para fechar novos negócios. O clima e a postura cautelosa dos agentes do setor seguem como fatores determinantes na dinâmica de preços do milho.





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Registro de queimadas em setembro é 30% maior que a média do mês


Dados do Programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), já colocam 2024 como um dos anos com maior quantidade de focos de queimada na última década. Setembro já contabilizou mais de 80 mil focos, cerca de 30% acima da média histórica, registrada desde 1998 pelo Inpe. Mesmo que a quantidade de focos não extrapole as médias históricas nos últimos três meses do ano, 2024 terá o maior número de focos desde 2010, quando o Brasil teve 319.383 registros.

Os dados indicam que essa média pode ser superada, pois o mês de setembro teve aumento de 311%, passando de 18 mil focos em 2023 para 75 mil em 2024.

Centro-Oeste puxa altas 

O levantamento do Inpe indica aumento consistente nos focos em todas as regiões do país, em relação a 2023, com destaque para o Centro-Oeste, que teve três unidades com mais aumentos neste ano: Mato Grosso do Sul, com 601% e 11.990 focos em 2024; o Distrito Federal, com 269%, ainda que com apenas 318 focos; e Mato Grosso, 217%, com 45 mil focos, tornando-se o estado com o maior número no país neste ano, ultrapassando o Pará. Os números em Mato Grosso são mais fortes em setembro, quando foi responsável até agora por 23,8% dos focos do país ou 19.439 registros. O Pará também teve grande quantidade de queimadas no mês: 17.297 focos, ou 21,2% de todos os registros.

Completam o ranking dos maiores aumentos dois estados do Sudeste, com números totais de queimadas menos representativos, porém com grande aumento: São Paulo e o Rio de Janeiro. O aumento para os paulistas foi de 428% em setembro, com 7855 focos ativos. No Rio, foi de 184%, ou 1074 focos.

Em São Paulo, grande parte dos focos esteve concentrada em setembro, quando o estado registrou 2.445 focos ativos, 3% das ocorrências em todo o território nacional. Nas últimas 48 horas, o estado registrou 65 focos ativos, de acordo com  o Inpe. A Defesa Civil estadual informou que quatro municípios registraram focos nesse domingo (29), entre eles Luiz Antônio, na região de Ribeirão Preto, onde o combate se concentra na Estação Ecológica do Jataí. Somente lá atuam 133 agentes, entre defesa civil, bombeiros, brigadistas e voluntários. São 42 veículos, entre caminhões pipa, tratores e camionetes 4×4. Usinas da região uniram-se à força-tarefa enviando brigadistas e veículos de apoio. Seis aeronaves, sendo quatro aviões e dois helicópteros, também foram mobilizados nessa frente. 

Desde o começo das medições, o país teve mais de 300 mil focos apenas em seis anos: 2002, 2003, 2004, 2005, 2007 e 2010. Neste ano de 2024 caminha para a volta dessa marca. Com seus 208 mil focos registrados, está atrás somente dos totais de 2020, com 222.797 focos, e 2015, com 216.778, considerando apenas os últimos dez anos.





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Alta no trigo exige cautela dos moinhos


Entre os principais fatores de alta, destacam-se problemas climáticos




Aqueles que conseguiram coberturas a valores mais baixos, como US$ 560 e US$ 525, garantem melhores margens
Aqueles que conseguiram coberturas a valores mais baixos, como US$ 560 e US$ 525, garantem melhores margens – Foto: Canva

De acordo com informações da TF Agroeconômica, os moinhos devem se preparar para um potencial de alta nos preços do trigo nos próximos meses. A recomendação é que ordens de compra sejam colocadas ao redor de US$ 580, com uma projeção de saída em torno de US$ 640, o que permitiria uma cobertura de até R$ 120 por tonelada nos custos das matérias-primas. 

Aqueles que conseguiram coberturas a valores mais baixos, como US$ 560 e US$ 525, garantem melhores margens, de R$ 160 e R$ 230 por tonelada, respectivamente. Para cooperativas e cerealistas, as oportunidades de ganho podem variar de R$ 7,20 a R$ 13,80 por saca, dependendo do momento de entrada no mercado futuro.

Entre os principais fatores de alta, destacam-se problemas climáticos na Rússia e na Europa, como a falta de umidade nas áreas produtoras e uma queda na oferta de trigo mole na União Europeia, cuja produção foi revisada de 116,10 para 114,60 milhões de toneladas. No Brasil, a safra de trigo no Paraná deverá atingir apenas 2,58 milhões de toneladas, uma queda significativa de 29% em relação ao ciclo anterior, o que aumentará a demanda por importações, principalmente de países como Argentina, Paraguai e Uruguai.

Por outro lado, fatores de baixa incluem a desaceleração das exportações americanas, com vendas de apenas 159,9 mil toneladas, e a pressão das vendas dos agricultores após a recente recuperação dos preços. Além disso, o Mar Negro continua a exportar rapidamente, com a Ucrânia embarcando 5,80 milhões de toneladas de trigo até o momento, um aumento de 85,90% em relação ao mesmo período de 2023.
 





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Outubro terá bandeira tarifária mais cara do sistema nas contas de luz


A bandeira tarifária para o mês de outubro será vermelha patamar 2, com cobrança extra de R$ 7,877 na conta de luz para cada 100 quilowatts-hora (kWh) de energia elétrica consumidos. Esta é a primeira vez, desde agosto de 2021, que a bandeira mais cara do sistema criado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) é acionada.

Segundo a Aneel, um dos fatores que determinaram o acionamento da bandeira vermelha patamar 2 foi o risco hidrológico, ou seja, a baixa previsão de chuva para os reservatórios das hidrelétricas. Também teve influência a elevação do preço do mercado de energia elétrica em outubro.

Uma sequência de bandeiras verdes foi iniciada em abril de 2022 e interrompida apenas em julho de 2024 com bandeira amarela, seguida da bandeira verde em agosto, e da vermelha, patamar 1, em setembro. No mês passado, a Aneel chegou a anunciar a bandeira vermelha patamar 2 para setembro, mas corrigiu a informação dias depois. 

Criado em 2015 pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias reflete os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em níveis, as bandeiras indicam quanto está custando para o Sistema Interligado Nacional gerar a energia usada nas casas, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias, considerando fatores como a disponibilidade de recursos hídricos, o avanço das fontes renováveis, bem como o acionamento de fontes de geração mais caras como as termelétricas.

As cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração, sendo a bandeira vermelha a que tem custo maior, e a verde, sem custo extra.

Segundo a Aneel, as bandeiras permitem ao consumidor um papel mais ativo na definição de sua conta de energia. “Ao saber, por exemplo, que a bandeira está vermelha, o consumidor pode adaptar seu consumo para ajudar a reduzir o valor da conta”, avalia a agência.





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Índia retoma exportações de arroz branco não-basmati


A medida é vista como um alívio para o mercado global





Foto: Divulgação

A Índia autorizou no último sábado, 28 de setembro, a retomada das exportações de arroz branco não-basmati, à medida que seus estoques cresceram e os agricultores se preparam para colher uma nova safra nas próximas semanas. Segundo dados divulgados pelo Infoarroz, essa decisão pode fortalecer o abastecimento global e reduzir os preços internacionais do grão.

A medida, vista como um alívio para o mercado global, deve pressionar outros grandes exportadores, como Paquistão, Tailândia e Vietnã, a ajustarem seus preços para competir, afirmam comerciantes. Nova Délhi estabeleceu um preço mínimo de US$ 490 por tonelada para as exportações de arroz branco não-basmati, conforme uma ordem do governo. Isso ocorreu um dia após a redução da taxa de exportação desse tipo de arroz para zero.

A decisão segue uma série de flexibilizações nas restrições de exportação de variedades premium, como o arroz basmati aromático e o arroz parboilizado. Na sexta-feira, o governo indiano também reduziu o imposto sobre o arroz parboilizado de 20% para 10%.

Ainda este mês, o governo eliminou o preço mínimo de exportação do arroz basmati, respondendo a pedidos de milhares de agricultores que buscavam acesso a mercados internacionais lucrativos, como Europa, Oriente Médio e Estados Unidos.





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é preciso punir apenas responsáveis por incêndios


FPA frisa que a punição deve recair exclusivamente sobre os responsáveis




Embargo de propriedades rurais gera impactos imediatos e severos na vida dos produtores
Embargo de propriedades rurais gera impactos imediatos e severos na vida dos produtores – Foto: Arquivo Agrolink

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) divulgou uma nota oficial reafirmando a importância do Decreto Federal nº 12.189/2024, que tem como objetivo intensificar o combate aos incêndios criminosos no campo. A entidade destaca a necessidade urgente de aplicar as sanções e embargos de maneira adequada, garantindo que somente os responsáveis por esses crimes sejam penalizados. A FPA ressalta que o produtor rural, cuja propriedade é atingida por incêndios criminosos, também é vítima dessas ações.

Segundo a nota, o embargo de propriedades rurais gera impactos imediatos e severos na vida dos produtores, incluindo o bloqueio do acesso ao crédito rural. Essa situação inviabiliza o financiamento das safras e impede a continuidade das atividades agrícolas, trazendo consequências irreparáveis, mesmo que a inocência do produtor seja comprovada posteriormente. Por isso, a FPA solicita que os processos de embargo respeitem o direito ao contraditório e à ampla defesa.

A entidade frisa que a punição deve recair exclusivamente sobre os responsáveis pelos crimes, de modo a evitar que produtores inocentes sejam penalizados injustamente. Isso é essencial para evitar danos econômicos irreversíveis, que não poderiam ser compensados posteriormente por vias judiciais. A FPA reforça que a proteção ambiental e a produção agrícola podem coexistir, desde que as sanções sejam aplicadas de forma justa e direcionada.

Por fim, a FPA reafirma seu compromisso com a defesa dos produtores rurais, responsáveis por sustentar a economia e garantir o emprego de milhões de brasileiros. A entidade enfatiza a necessidade de combater os crimes no campo sem prejudicar injustamente quem é vítima desses atos criminosos.





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Comitiva chinesa conhece terminal do Porto de Santos


Representantes da GACC estiveram nesta quinta-feira (26) no Porto de Santos





Foto: Mapa

Representantes da Administração Geral de Alfândega da China (GACC) estiveram nesta quinta-feira (26) no Porto de Santos, onde se reuniram com a Autoridade Portuária e conheceram um dos terminais de exportação de grãos.

A comitiva, liderada pelo vice-ministro chinês, Zhao Zenglian, foi recebida pelo secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Goulart, pelo diretor do Departamento de Negociações Não-Tarifárias e de Sustentabilidade da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais, Augusto Billi, e outros dirigentes do Mapa.

Os chineses ficaram bem impressionados com a estrutura, o sistema de controle e os números do Porto. Na visita, a comitiva pode ver como são realizados os controles e a amostragem de grãos, trabalhos realizados pelos auditores fiscais agropecuários que atuam no porto.

A China é o principal parceiro comercial do Brasil no setor agrícola, respondendo por 33,91% das exportações do país. Nos primeiros oito meses deste ano, o Brasil exportou aproximadamente US$ 38 bilhões em produtos agrícolas para o mercado chinês, com 68% desse total provenientes do complexo da soja. Na terça-feira (24), em Brasília, o Mapa e a comitiva discutiram temas estratégicos para a ampliação do comércio agropecuário entre Brasil e China, com foco na revisão e atualização de protocolos sanitários e fitossanitários, fortalecendo ainda mais a parceria entre os dois países.





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