quarta-feira, abril 22, 2026

Política & Agro

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Preços do algodão sobem em setembro


Colheita de algodão começa com baixa produtividade nos EUA





Foto: Canva

De acordo com dados divulgados no boletim semanal do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), na parcial de setembro de 2024, os preços da pluma de algodão na Bolsa de Nova York (NY) registraram valorização, impulsionados principalmente pelas preocupações com a safra norte-americana. O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) já havia revisado para baixo a estimativa de produção no relatório de setembro, apontando que a produtividade das lavouras atingiu os níveis mais baixos desde 2015. As fortes tempestades que atingiram o Golfo do México comprometeram as lavouras em vários estados produtores.

Outro fator que contribuiu para a elevação dos preços foi o corte de juros realizado pelo Federal Reserve (FED), o primeiro desde 2020, o que trouxe uma nova dinâmica ao mercado financeiro. Comparado a agosto de 2024, o contrato de dezembro/2024 na ICE valorizou 3,69% até o dia 27 de setembro, cotado a ¢ US$ 71,19/libra-peso. Já o contrato de julho/2025 apresentou alta de 3,34%, cotado a ¢ US$ 74,60/lp.

O mercado segue atento ao desenvolvimento da safra nos EUA, já que os capulhos estão abertos e a colheita começou na maioria dos estados produtores.





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Preços do caroço e torta de algodão sobem em Mato Grosso


Óleo de algodão também apresentou alta





Foto: Pixabay

Segundo dados divulgados no boletim semanal do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), em Mato Grosso, os preços do caroço e da torta de algodão fecharam a última semana em alta, com médias de R$ 592,89/t e R$ 682,00/t, respectivamente, registrando valorizações de 0,28% e 0,39% em comparação à semana anterior. Esse aumento foi impulsionado pela maior demanda por subprodutos destinados à alimentação animal, devido à seca que impactou as áreas de pastagem.

Além disso, o óleo de algodão também apresentou alta, com um incremento semanal de 2,27%, sendo cotado a R$ 4.441,43/t. O aumento foi atribuído à maior procura das indústrias de biodiesel.

Normalmente, durante este período da safra, os preços dos subprodutos tendem a cair devido ao aumento da oferta. No entanto, a recente elevação da demanda sugere uma mudança na dinâmica do mercado a curto prazo.





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agronegócio registra maior patamar de emprego desde 2012


Segundo as informaçõe divulgadas pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Goiás (Seapa), no segundo trimestre de 2024, o agronegócio em Goiás registrou o maior nível de emprego de sua série histórica, iniciada em 2012, com mais de 1 milhão de pessoas empregadas no setor. Segundo o boletim divulgado pelo Instituto Mauro Borges (IMB), vinculado à Secretaria-Geral de Governo (SGG), o número total de trabalhadores no agronegócio chegou a 1.039.452, representando 26,8% da população ocupada no estado.

Comparado ao segundo trimestre de 2023, o setor incorporou 66.835 pessoas a mais, um crescimento de 6,9%. O segmento de serviços foi o que mais empregou, representando 40,5% das vagas, seguido pelo setor primário, com 25,5%, impulsionado principalmente pelas atividades de cultivo de soja e criação de bovinos. A agroindústria representou 18,5% da força de trabalho, com destaque para indústrias têxteis que utilizam fibras naturais.

Entre os trabalhadores, 59,9% foram empregados formais, e 19,3% atuaram como autônomos. Houve um aumento significativo no número de empregados formais, com 58.842 novas vagas, representando uma alta de 10,4%. Em contrapartida, o número de empregadores caiu 8,7%, enquanto a quantidade de trabalhadores autônomos cresceu 17,4%.

O rendimento médio mensal no segmento primário alcançou R$ 6.929,35, um aumento de 6,4% em relação ao ano anterior. No setor de serviços, a média foi de R$ 4.407,93. Além disso, 45,3% dos trabalhadores do agronegócio possuem ensino médio, com um crescimento de 12,3% no número de pessoas com esse nível de escolaridade. Já os trabalhadores com ensino superior representaram 21,5% do total, com aumento de 13% no mesmo período.





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Abacaxi e uva lideram altas nos preços das frutas no mercado mineiro


De acordo com os dados do Semanal de Preços de Frutas divulgado pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (SEAPA), entre as 10 frutas mais comercializadas no período, algumas apresentaram variações significativas. O abacaxi pérola graúdo, vindo da Paraíba, registrou alta de 14,3% na primeira semana e se manteve estável na segunda, encerrando o período com uma média de R$ 80,00 a dúzia. A banana prata, por sua vez, sofreu uma queda de 11,1% no início do período, mas estabilizou-se posteriormente, com o preço médio caindo de R$ 4,17 para R$ 4,00 por quilo.

O limão tahiti extra apresentou uma forte valorização, com aumentos consecutivos de 10%, 9,1% e 8,3%, fechando o período a R$ 6,33/kg, uma alta média de 18,8%. Já a uva itália, em movimento semelhante, subiu 5,9% na primeira semana e mais 11,1% na segunda, fechando com alta de 9,5%, com o quilo a R$ 12,08.

Em contraste, outras frutas apresentaram quedas expressivas. O mamão formosa caiu 21,4% na primeira semana, seguido de uma redução adicional de 9,2%, encerrando o período a R$ 2,77/kg. A manga tommy também sofreu quedas consecutivas de 7%, 7,8% e 8,4%, resultando em uma queda média de 12,5%, com o quilo a R$ 3,24. A melancia graúda registrou queda de 10% na segunda semana, finalizando o período a R$ 1,87/kg, uma redução média de 6,7%.

A estabilidade de preços foi observada no coco verde, laranja e maçã gala, que mantiveram os valores no período analisado. O levantamento destacou que, além da oferta e demanda, fatores climáticos e exportações influenciam diretamente os preços das frutas.

A Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (SEAPA), junto às vinculadas Emater-MG, Epamig e IMA monitoram os preços dos principais produtos comercializados no CeasaMinas, especialmente no entreposto de Contagem, com o objetivo de avaliar o abastecimento alimentar no estado. A análise, que compara os preços médios praticados entre 16 e 27 de setembro de 2024, busca identificar oscilações de oferta e demanda e seus impactos no mercado





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Preços do tomate e cenoura sobem em Minas Gerais


De acordo com os dados do Semanal de Preços da horticultura divulgado pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (SEAPA), as 10 hortaliças mais comercializadas no CeasaMinas foram analisadas: abóbora moranga, abobrinha, alho, batata, cebola, cenoura, chuchu, pimentão, quiabo e tomate. Dentre as principais oscilações de preço, o destaque foi para a abóbora moranga, que apresentou uma alta expressiva de 75% na primeira semana, seguida por um aumento adicional de 20,1%, alcançando R$ 3,66/kg. A variação média da abóbora foi de 34,7%, refletindo uma elevação significativa.

A abobrinha italiana, por outro lado, passou por uma queda de 36,2%, com o preço atingindo R$ 1,22/kg, seguido por uma recuperação de 27%, fechando o período a R$ 1,55/kg. No entanto, a média semanal ainda indicou uma queda de 9,9%. A cebola também sofreu redução no preço, com quedas consecutivas de 9,1% e 20%, atingindo R$ 2,00/kg na segunda semana. A média semanal registrou um recuo de 18,8%.

Outras hortaliças, como o pimentão verde, apresentaram queda de 19,9% na segunda semana, fechando o período a R$ 2,22/kg, enquanto o chuchu registrou queda de 33,5%, seguida de uma alta de 67,5%, resultando em um preço final de R$ 2,63/kg. Já o tomate longa vida AA teve quedas acentuadas de 18,2% e 44,4%, mas registrou recuperação na segunda semana, finalizando com uma variação média positiva de 4%.

A análise também apontou estabilidade nos preços do alho brasileiro, batata e quiabo. As hortaliças que registraram elevação nas cotações foram abóbora moranga, cenoura e tomate, enquanto a abobrinha italiana, cebola, chuchu e pimentão apresentaram quedas.

Fatores climáticos, logísticos e a qualidade dos produtos ofertados influenciaram diretamente as variações. A redução da colheita de inverno impactou a oferta de tomate, enquanto a qualidade da cebola foi afetada pelas altas temperaturas, que prejudicaram a integridade dos bulbos.

A Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (SEAPA), em parceria com as vinculadas Emater-MG, Epamig e IMA monitora os preços dos principais produtos comercializados no CeasaMinas, entreposto de Contagem, com o objetivo de acompanhar o abastecimento alimentar no estado. A análise mais recente, que abrange o período de 16 a 27 de setembro de 2024, utiliza como base os preços médios praticados na unidade Grande BH, permitindo identificar tendências de oferta e demanda





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Soja cai com realização de lucros na CBOT


De acordo com informações da TF Agroeconômica, o mercado de soja na Bolsa de Chicago (CBOT) registrou uma baixa nesta segunda-feira, impulsionada pela realização de lucros acumulados ao longo da semana anterior. O contrato de soja para novembro de 2024, referência para a safra brasileira, encerrou o dia com queda de 0,82%, cotado a $1057,00 por bushel. 

Já o contrato para janeiro de 2025 recuou 0,72%, fechando o dia a $1075,25 por bushel, refletindo a tendência de realização de lucros observada no mercado. Em contraste, o farelo de soja para outubro registrou uma leve alta de 0,17%, encerrando o pregão com o valor de $344,3 por tonelada curta, mostrando um desempenho mais estável. O óleo de soja, por sua vez, destacou-se com um avanço expressivo de 3,15%, fechando a $43,51 por libra-peso, impulsionado por fatores específicos de demanda no mercado de óleos vegetais.

A análise do desempenho do dia apontou que, embora o mercado tenha oscilado bastante durante o pregão, a realização de lucros prevaleceu, após a soja acumular ganhos superiores a 5% na semana anterior. O relatório trimestral de estoques do USDA foi considerado neutro, com dados próximos às expectativas do mercado.

Além disso, os embarques de exportação de soja subiram 35,5%, porém dentro da faixa esperada pelos operadores. Mesmo com uma venda adicional de 116 mil toneladas de soja para a China, o feriado prolongado no país asiático contribuiu para um desaquecimento nas negociações internacionais.

Esses fatores, aliados à forte alta registrada na sexta-feira anterior, não foram suficientes para conter a pressão dos fundos, que optaram por realizar lucros, encerrando o dia com quedas nos contratos de soja.
 





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Semana da soja começa lenta


A semana começou lenta no mercado de soja do estado do Rio Grande do Sul, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “O mercado operou dos dois lados (alta e baixa) hoje, mas no final do pregão foi predominantemente no lado baixista em Chicago. Poucos negócios foram reportados, apesar de ainda haver bons preços aos produtores e comerciantes. R$ 143,50 para entrega em outubro, e pagamento 30/10, no Porto”, comenta.

Valores estáveis ao longo da semana e fraca negociação em Santa Catarina. “Os preços se mantiveram estáveis no estado no começo da semana. A oscilação em Chicago melhorou os preços, mas não animou os vendedores. O produtor está aproveitando a melhora na umidade  com as chuvas do começo da semana para voltar ao campo e diminuir o atraso do plantio no estado. O preço no porto foi de R$ 127,00, Chapecó a R$ 118,00”, completa.

No Paraná, o porto de Paranaguá subiu, mas poucos negócios são vistos. “Nos Campos Gerais, Paraná, o preço subiu, para R$ 140 por saca CIF indústria, com entrega imediata e pagamento em outubro, avanço de R$ 3. No spot, a saca FOB para embarque e pagamento em outubro subiu de R$ 129 para R$ 131, sem acordos. O mercado esteve mais ativo, com cotações em Guarapuava subindo de R$ 133 para R$ 136 por saca FOB, para entrega e pagamento em outubro”, indica.

O Mato Grosso do Sul registrou uma diferença de 2 reais na pedida e na oferta. “Em Mato Grosso do Sul, o mercado de soja disponível encerrou o mês com atividade limitada. Nesta segunda-feira, compradores propunham R$ 133 por saca FOB, com retirada e pagamento em outubro, enquanto produtores buscavam R$ 135. Preços do dia: Dourados R$ 129,00. Campo Grande: R$ 129,00”, informa.

Mesmo com preços melhores, os negócios ainda estão travados no Mato Grosso. “Apesar do ajuste, as negociações seguem travadas, já que os produtores mantiveram pedidos em R$ 135 por saca. Em Primavera do Leste, a indicação ficou em R$ 135, com negócios pontuais e volumes baixos. Campo Verde: R$ 131,90, Lucas do Rio Verde: R$ 126”, conclui.
 





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Milho sobe na B3 e em Chicago


Segundo a TF Agroeconômica, os principais contratos de milho na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3)  registraram alta nesta segunda-feira (30), impulsionados pelo relatório do USDA, que apresentou estoques trimestrais de milho abaixo do esperado. O relatório indicou 44,7 milhões de toneladas em estoques, abaixo da expectativa de até 51,2 milhões, o que surpreendeu os traders. Além disso, as preocupações climáticas no Brasil, especialmente o cenário de secas previsto para outubro, aumentam a apreensão quanto ao possível atraso no plantio da soja, o que impactaria a safrinha de 2025.

Os contratos futuros fecharam o dia em alta: o vencimento para novembro/24 foi de R$ 68,93, com alta de R$ 0,29 no dia e R$ 0,80 na semana; janeiro/25 fechou a R$ 71,26, subindo R$ 0,07 no dia e R$ 0,90 na semana; e o vencimento para março/25 atingiu R$ 72,04, com acréscimo de R$ 0,18 no dia e R$ 0,23 na semana.

Na Bolsa de Chicago (CBOT), os preços do milho também subiram após o relatório do USDA, que apontou estoques finais de 44,70 milhões de toneladas nos EUA em 1º de setembro. Apesar de um aumento em relação ao ano anterior (34,54 milhões de toneladas), o número ficou abaixo da estimativa de 47,07 milhões de toneladas prevista por analistas. O contrato de dezembro/24 fechou em alta de 1,61%, a $ 424,75/bushel, enquanto o de março/25 subiu 1,44%, para $ 441,25/bushel.

“O milho negociado em Chicago fechou em alta nesta segunda-feira. As cotações subiram após dados terem mostrado estoques finais abaixo do esperado nos Estados Unidos. Em relatório trimestral, o USDA informou que as reservas em 1º de setembro deste ano somavam 44,70 milhões de toneladas”, conclui.
 





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Milho inicia semana em ritmo lento


No mercado de milho, a segunda-feira iniciou em ritmo lento no estado do Rio Grande do Sul, com produtores aumentando pedidas, de acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado lento. Nas indicações, manutenção: Santa Rosa a R$ 65,00; Não-Me-Toque a R$ 66,00; Marau e Gaurama R$ 67;00 Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 68,00 e Montenegro a R$ 69,00. Vendedores a partir de R$ 70,00 no FOB interior. Não ouvimos sobre negócios neste início de semana”, comenta.

Em Santa Catarina o plantio avança bem, mas a comercialização inicia a semana em ritmo lento. “Produtores com pedidas ao menos R$ 2,00 acima, em que compradores hoje indicam a partir de R$ 65,00 no interior e R$ 67,00/68,00 CIF fábricas. Rumores de negócios a R$ 66,00/67,00 no CIF meio oeste. Nas indicações, Chapecó a R$ 64,00; Campos Novos R$ 66,00; Rio do Sul a R$ 67,00; Videira R$ 68,00. Não ouvimos sobre negócios realizados no dia de hoje”, completa.

No Paraná, os exportadores praticamente desistem da briga por lotes e o interior faz negócios pontuais. “Mercado com negócios pontuais reportados. No porto, indicações a R$ 63,00 set/65,00 nov/64,00 dez. No norte, indicações a R$ 62,00 (+1,00); Cascavel a R$ 60,00; Campos Gerais R$ 67,00 (-2,00); Guarapuava a R$ 66,00; Londrina R$ 63,00. Negócios próximos a Guarapuava, onde segundo rumores 1000 tons rodaram a 66,50 a saca, com retirada imediata”, indica.

O Mato Grosso do Sul segue sem negócios importantes. “Em Maracaju, indicações de R$ 53,00 (+1,00); Dourados a R$ 54,00 (+R$ 1,00); Naviraí R$ 54,00 (-R$ 1,00) e São Gabriel a R$ 49,00. Produtores iniciam ofertas FOB a R$ 52,00 com maior parte das pedidas concentradas em R$ 55,00, base interior”, conclui.
 





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Exportação de milho: Alta nos prêmios


Segundo a TF Agroeconômica, o cenário de exportação de milho no Brasil segue com os compradores aumentando os prêmios, mas sem conseguir atrair os vendedores. Em Paranaguá, os prêmios de exportação de milho fecharam o dia com algumas variações. Para outubro, a compra registrou um aumento, subindo para 110 (+2), enquanto as ofertas de venda permanecem sem valor (sV), com base em Z4. 

Já para novembro, a compra subiu levemente para 115 (+1), mantendo as vendas também sem valor. Em dezembro, o prêmio de compra subiu mais significativamente, atingindo 118 (+2), ainda sem ofertas de venda disponíveis. Para janeiro de 2025, os vendedores pedem 135, mas não há compradores dispostos a pagar o valor (sC). Para os meses de julho e agosto de 2025, não há ofertas de venda (s/Vend), mas o prêmio de compra subiu para 60 (+5), com base U5.

Enquanto isso, no mercado chinês, as cotações do milho voltaram a fechar em alta. Para o contrato de novembro, houve um aumento de 54 CNY/t, enquanto para janeiro o avanço foi de 55 CNY/t. A cotação do amido de milho também subiu, com acréscimos de 52 CNY/t para novembro e 48 CNY/t para janeiro. Por outro lado, as cotações dos ovos registraram quedas, com uma redução de 17 CNY/500kg para o contrato de setembro e 7 CNY/500kg para o de outubro. As cotações do suíno, no entanto, mostraram forte alta, com um acréscimo de 180 CNY/t para setembro e 350 CNY/t para novembro.

No mercado argentino, o panorama foi de estabilidade, com ajustes positivos nos preços do milho. O cereal com entrega para outubro foi negociado a A$ 175 mil/t, registrando um aumento de A$ 2 mil/t em relação à semana anterior. Para novembro, o preço ajustou-se para A$ 176 mil/t, e em dezembro, subiu para A$ 177 mil/t, mantendo o mesmo ritmo de alta. No mercado futuro MATBA, os preços do milho para entrega em abril registraram leve alta, fechando a US$ 187,00 por tonelada, em comparação aos US$ 185,00 anteriormente. No mercado de Chicago, as cotações fecharam a US$ 167,22 por tonelada.





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