quarta-feira, abril 22, 2026

Política & Agro

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impacto do grão na cultura e economia brasileira


O Dia Internacional do Café é celebrado nesta terça-feira, 1º de outubro, destacando uma das bebidas mais populares no mundo. Criada pela Organização Internacional do Café (OIC), a data deste ano tem como tema “Café: seu ritual diário, nossa jornada compartilhada”, com foco em promover práticas mais sustentáveis, apoiar os cafeicultores e incentivar um mercado equilibrado e consciente.

Segundo o divulgado pelo  Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), para o Brasil, maior produtor e exportador de café do mundo, a data ressalta a importância do setor para a economia e a cultura do país. O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, destacou o impacto do café na vida dos brasileiros e na economia nacional. “O café faz parte do cotidiano brasileiro e é de grande importância para a economia do país. Somos o maior produtor e exportador de café do mundo e trabalhamos para que os produtores rurais tenham cada vez mais oportunidades de expandir sua produção.”

No Brasil, os principais tipos de café cultivados são o arábica (Coffea arabica) e o conilon (Coffea canephora). De acordo com a Coordenação Geral do Café do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o arábica é o mais produzido, representando cerca de 70% da produção nacional, sendo cultivado principalmente em Minas Gerais, São Paulo e Paraná. Já o conilon, que corresponde a 30% da produção, se destaca nos estados do Espírito Santo e Rondônia.

Segundo a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI) do Mapa, nos primeiros oito meses deste ano, o Brasil exportou US$ 7,17 bilhões em café, um aumento de 45% em relação ao mesmo período de 2023. O volume exportado atingiu 1,82 milhões de toneladas, com crescimento de 43%. Os principais destinos do café brasileiro foram Estados Unidos, Alemanha, Bélgica e Itália.

O Governo Federal tem trabalhado para fortalecer a presença do café brasileiro no mercado internacional. Em junho deste ano, durante missão oficial à China, foram assinados acordos com a Luckin Coffee, a maior rede de cafeterias chinesa. O acordo viabiliza a compra de aproximadamente 120 mil toneladas de café brasileiro, com valor estimado em US$ 500 milhões.

Além disso, o Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé), gerido pelo Mapa, tem sido uma importante ferramenta de apoio financeiro à cadeia produtiva do café, fornecendo recursos para estocagem, comercialização e recuperação de cafezais. Até o momento, foram contratados R$ 5,7 bilhões para a safra 24/25, dos quais R$ 1,7 bilhão já foi aplicado.





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Agricultor brasileiro volta a fazer encomendas de fertilizantes, diz Anda


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SÃO PAULO (Reuters) – O agricultor brasileiro começou os preparativos para a safra 2024/25 com cautela, em meio a preços mais baixos de importantes produtos agrícolas como a soja e o milho, mas voltou a fazer encomendas de fertilizantes em um ritmo melhor, disse o diretor-executivo da Associação Nacional para Difusão do Adubo (Anda), Ricardo Tortorella, em entrevista à Reuters.

“Ele (agricultor) demorou para tomar a decisão sobre as encomendas, mas voltou a fazer encomendas, estamos com armazéns lotados, portos lotados”, disse o diretor-executivo da Anda, sinalizando que os negócios voltaram a fluir.

As entregas de fertilizantes ao mercado brasileiro acumulam queda de 1,8% de janeiro a maio, para 14,2 milhões de toneladas, conforme os últimos dados divulgados pela Anda.

Mas Tortorella avalia que essa pequena queda nas entregas, frente a um ano de vendas volumosas como 2023, precisa ser relativizada.

Ele ainda vê um ano de mercado firme no Brasil, ainda que a associação não faça previsões.

“Quando olhamos dados de maio, produção e importação caíram, apesar disso, o produtor está encomendando”, acrescentou.

O Brasil importa grande parte de suas necessidade de fertilizantes.

As entregas de fertilizantes ao mercado caíram 10,1% em maio, para 3,26 milhões de toneladas.

O poder de compra de fertilizantes pelos agricultores caiu em julho ao menor nível em quase dois anos, segundo índice elaborado pela Mosaic, líder de mercado no Brasil, em meio a uma queda nos preços da soja e do milho e uma alta nos custos com adubos.

Mas os negócios voltaram a fluir, notou Tortorella. Ele avalia que o mercado agora está andando no mesmo ritmo do ano passado, quando as vendas foram quase recordes, ficando muito perto dos volumes de 2021.

“Foi um semestre bastante atípico e gerou dúvida ao produtor rural, ele retardou a compra, mas temos sinais até agora que ele vai comprar dentro da normalidade”, disse ele, ressaltando que a fertilizante do solo é fundamental para o aumento da produtividade.

Segundo o diretor-executivo da Anda, um primeiro semestre de vendas mais lentas expõe riscos logísticos para as entregas, mas a “indústria está fazendo tudo para superá-los”.

O plantio da safra de grãos 2024/25 deve começar a partir de meados de setembro, a depender também da chegada das primeiras chuvas.

Cenários sobre o mercado de fertilizantes no Brasil e no mundo vão ser discutidos na próxima terça-feira, no congresso anual da Anda, em São Paulo.

(Por Roberto Samora)





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Bactérias podem ajudar a substituir insumos químicos no setor florestal


Chega a 1.023 a quantidade de bactérias com potencial para geração de bioinsumos apropriados ao setor florestal. Esse resultado é fruto do trabalho da Embrapa Florestas (PR) que, desde 2018, atua na construção da Coleção de Bactérias Multifuncionais de Áreas Florestais. O acervo conta com exemplares provenientes de diferentes solos e espécies florestais e tem sido determinante para seleção de estirpes com aptidão para o desenvolvimento de bioinsumos inovadores, na forma de inoculantes. Tais produtos podem reduzir, ou até substituir, insumos químicos em plantios florestais, desde a produção de mudas até o plantio no campo. Além de garantir mais sustentabilidade ao setor, aumenta a eficiência e reduz custos de produção.

Após a fase de isolamento e caracterização das bactérias no laboratório, são realizados ensaios em viveiros, com aplicação em mudas. Segundo Krisle da Silva (foto abaixo), pesquisadora da Embrapa, responsável pela formação da coleção, vários ensaios vêm sendo realizados em viveiro com essas bactérias, envolvendo parcerias com empresas florestais, para seleção das estirpes com mais potencial para aumentar as taxas de enraizamento e a capacidade de absorção de fósforo.

“A produção de mudas florestais inoculadas com as bactérias promotoras de crescimento tem se mostrado algo promissor, diante do efeito positivo no enraizamento, solubilização de fosfatos, estímulo ao crescimento vegetal das mudas e no controle biológico de pragas que temos encontrado ao longo dos estudos, principalmente para pínus e eucalipto”, aponta a pesquisadora. Ela espera que, dentro de dois anos, os estudos resultem na geração de um bioinsumo em forma de inoculante advindo dessas bactérias.

De acordo com a pesquisadora, todos os microrganismos da coleção estão caracterizados morfologicamente em meio de cultura e 229 já foram caracterizados geneticamente. O DNA desses isolados também é armazenado na coleção.

A coleção foi iniciada com 42 bactérias endofíticas (que vivem no interior do tecido vegetal sem causar dano à planta), isoladas de uma espécie de jabuticabeira, por possuírem características promotoras de crescimento. Posteriormente, foram introduzidas na coleção bactérias endofíticas isoladas de folhas, meristemas (tecidos vegetais responsáveis pelo crescimento das plantas) e raízes de pupunheira, que somam, até o momento, 222 bactérias. O trabalho prosseguiu com pínus, do qual foram isoladas 200 bactérias, além de 90 de eucalipto, 96 de erva-mate e 145 de araucária. Na busca de um possível controle biológico, também foram isoladas 220 bactérias e actinobactérias (bactérias importantes para a agricultura) de formigas cortadeiras (Atta sexdens).

Além dos bioinsumos, a coleção é a base para programas de melhoramento genético e outras ações de pesquisa voltadas ao desenvolvimento de plantas mais adaptadas ao segmento florestal, tais como pupunha, pínus, eucalipto, erva-mate e araucária, entre outras.

Como é feito o isolamento?

Para o acervo, foram coletados materiais na rizosfera, zona próxima até quatro milímetros das raízes de plantas de espécies florestais. As amostras de solo na superfície da raiz foram levadas para um laboratório e diluídas em meio de cultivo, onde começaram a proliferar as colônias. Em seguida, deu-se início à seleção das colônias bacterianas. Posteriormente, as bactérias foram avaliadas quanto a características como tempo de crescimento, forma, cor e tamanho das colônias. Para preservar e conservar as bactérias, sem a manipulação frequente e sem alterações em suas características, utilizam-se três métodos de preservação: um em meio sólido, contendo óleo mineral à temperatura de 20oC; outro em água também a 20oC; e o terceiro, em criopreservação a 80oC abaixo de zero.

A identificação e a multiplicação das bactérias são etapas fundamentais. Se a bactéria for considerada boa para determinada caraterística, ela é multiplicada em grandes quantidades. Já para aquelas que não mostram bons resultados, o estudo é interrompido. Além disso, é preciso ter muito cuidado na seleção. “Nos solos, há muitas bactérias com potencial de danos a seres humanos, como a Staphylococcus ou a Burkholderia cepacea. Por isso, muita cautela nessa fase”, explica Silva.

Coleção em constante evolução

Entre os objetivos dos pesquisadores, está, por exemplo, identificar bactérias capazes de produzir fitormônios, para estimular o crescimento da planta, ou de estirpes com potencial para solubilizar nutrientes para a planta, entre outros benefícios agronômicos. Nesses casos, elas são levadas a viveiros para avaliação nas plantas. 

Conforme a pesquisadora, a coleção está em constante evolução e deve trazer bons resultados em breve. “A Embrapa continua empenhada em aprimorar a coleção de bactérias multifuncionais, explorando novas possibilidades de aplicação desses conhecimentos, com o objetivo de impulsionar o desenvolvimento sustentável do setor florestal. Essa é uma coleção especialmente destinada a espécies florestais, com preservação de recursos genéticos, com grande potencial para o desenvolvimento de novos bioinsumos“, finaliza Silva.





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Produção de manga e maracujá fortalece fruticultura baiana


Segundo dados da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura, a fruticultura na Bahia continua em expansão e, em 2023, alcançou resultados expressivos que consolidam o estado como o terceiro maior produtor de frutas do país, atrás de São Paulo e Pará. De acordo com a pesquisa da Produção Agrícola Municipal (PAM) do IBGE, o setor gerou R$ 5,7 bilhões em 2023, um crescimento de 16,4% em relação ao ano anterior, refletindo o vigor econômico da atividade em diversas regiões baianas.

O Vale do São Francisco, maior polo produtor de frutas do estado, registrou um aumento de 29% no valor da produção, totalizando R$ 2,4 bilhões. O município de Casa Nova destacou-se como o segundo maior produtor de manga da Bahia, ajudando a consolidar a produção dessa fruta como a principal do estado. A produção de manga cresceu 5,6%, com um incremento de 61,9% no valor gerado.

Além da manga, a Bahia continua liderando a produção nacional de maracujá, com 253.857 toneladas, um crescimento de 8,3% em relação a 2022. O valor gerado pelo maracujá aumentou 15,9%, atingindo R$ 545,6 milhões. O município de Livramento de Nossa Senhora foi o principal produtor, seguido por Ituaçu e Barra da Estiva.

Outro destaque foi o cacau, cuja produção em 2023 chegou a 139.011 toneladas, ultrapassando o Pará e colocando a Bahia como líder nacional. O valor da produção de cacau no estado cresceu 16,1%, alcançando R$ 2,4 bilhões.

Além do maracujá e do cacau, outras culturas, como o mamão, também contribuíram para o bom desempenho da fruticultura baiana. O estado assumiu a liderança na produção de mamão, com 354.525 toneladas, sendo São Félix do Coribe o principal produtor.

Esses avanços demonstram a importância da fruticultura para a economia baiana, revitalizando municípios e gerando oportunidades de emprego e renda em diversas regiões.





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La Niña de baixa intensidade influencia a safra 2024/25


Norte e o Nordeste podem se beneficiar de volumes de chuvas acima da média





Foto: Dirceu Gassen

Segundo informações divulgadas pela Céleres, a safra de grãos 2024/25 será marcada pela influência de um fenômeno climático La Niña de baixa intensidade. As condições climáticas projetadas indicam que o fenômeno, caracterizado pela redução das temperaturas do Oceano Pacífico central e oriental, poderá impactar diretamente a distribuição de chuvas nas diversas regiões agrícolas do país.

A La Niña, historicamente conhecida por provocar variações climáticas que afetam a produtividade, traz expectativas mistas para os produtores brasileiros. De acordo com a Céleres, o Norte e o Nordeste podem se beneficiar de volumes de chuvas acima da média, o que favorece a produção local. No entanto, as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste tendem a registrar precipitações abaixo da média, o que pode representar desafios para a produtividade.

Os impactos da La Niña são tradicionalmente mais sentidos nas regiões extremas do Brasil, como o Rio Grande do Sul e a área do MATOPIBA (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), enquanto áreas centrais, como o Sudeste e Centro-Oeste, costumam sofrer menos influências severas.

Para a safra de 2025, após um ciclo anterior com condições climáticas adversas, a projeção é otimista. Apesar de uma possível demora na chegada das chuvas, a previsão de um clima mais favorável aponta para uma safra robusta, com uma produção total de soja estimada em 170 milhões de toneladas. Isso poderá beneficiar a exportação e o consumo interno, influenciando a precificação da oleaginosa no início do próximo ano.





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Petrobras vai participar da exploração de petróleo na África do Sul


Operação busca diversificar portfólio exploratório da empresa


Foto: © Arquivo/Agência Brasil

O Conselho de Administração da Petrobras aprovou a atuação da companhia na África do Sul, viabilizando a aquisição de participação no bloco Deep Western Orange Basin (DWOB), por meio de processo competitivo conduzido pela TotalEnergies.

O bloco está localizado em águas profundas na Bacia de Orange, na qual recentemente houve descobertas significativas pelas empresas TotalEnergies, Shell e Galp. Desta forma, a Petrobras terá 10% de participação no bloco DWOB, passando o consórcio a ter a seguinte composição: TotalEnergies, operadora (40%), QatarEnergy (30%), Sezigyn Pty. (20%) e Petrobras (10%).

A operação terá como finalidade a diversificação do portfólio exploratório com geração de valor e está alinhada com a estratégia de longo prazo da companhia, que visa à recomposição das reservas de petróleo e gás por meio de exploração de novas fronteiras, tanto no Brasil quanto no exterior, e atuação em parceria.

Em nota, a estatal informou que a aquisição do bloco DWOB, na África do Sul, observa todos os trâmites internos e de governança da companhia, em consonância com seu Plano Estratégico 2024-2028+, e está condicionada à aprovação dos órgãos reguladores locais.

 

 





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Preços do café sobem com clima seco e baixa oferta no Brasil


Os estoques globais de café também são motivo de apreensão





Foto: Divulgação

O mercado futuro do café, tanto para as variedades arábica quanto robusta, mantém uma tendência de alta, operando em níveis elevados. Segundo análise da Hedgepoint Global Markets, mesmo após uma correção no início da semana, os contratos próximos ao vencimento permanecem valorizados, refletindo a preocupação com a oferta no curto prazo.

O comportamento dos fundos especulativos reforça essa tendência. Embora tenha ocorrido uma liquidação parcial na última sexta-feira, o mercado ainda projeta altas, impulsionado pelas condições climáticas desfavoráveis no Brasil. A seca e o calor excessivo nas regiões produtoras estão elevando os riscos para a safra 2025/26, enquanto as expectativas de chuva permanecem incertas.

Os estoques globais de café também são motivo de apreensão. Com níveis baixos tanto nas áreas de origem quanto nos principais destinos, qualquer nova adversidade climática pode intensificar a escassez, pressionando ainda mais os preços. Além disso, o Vietnã, importante produtor de robusta, enfrenta uma colheita menor devido às condições climáticas adversas, agravando o cenário de déficit global.





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Sul do Brasil enfrenta tempestades e acumulados expressivos de chuva


Hoje, as instabilidades se movem para o norte do estado





Foto: Pixabay

Nesta quarta-feira, 2 de outubro de 2024, o Sul do Brasil segue sob a influência de uma forte frente fria, que tem gerado tempestades e acumulados volumosos de chuva. A região, especialmente o Rio Grande do Sul, já registrou precipitações volumosas nas últimas 24 horas.

Clique aqui e acesse AGROTEMPO

De acordo com o meteorologista do Portal Agrolink Gabriel Rodrigues, cidades como Santana do Livramento, Dom Pedrito e Caçapava do Sul receberam acumulados de até 100 mm na terça-feira. Hoje, as instabilidades se movem para o norte do estado, além de Santa Catarina e Paraná. A previsão aponta para chuvas intensas na Serra Catarinense, com volumes que podem ultrapassar 60 mm, e há projeções de acumulados superiores a 100 mm em algumas áreas.

A persistência da frente fria promete mais um dia de chuvas intensas, o que aumenta o risco de enchentes localizadas e transtornos em diversas áreas do Sul. 





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Chuvas irregulares no Centro-Oeste e Norte preocupam o agro


Precipitações ainda ocorrem de forma isolada e mal distribuída





Foto: USDA

As regiões Centro-Oeste e Norte enfrentam um cenário de chuvas irregulares, o que tem gerado preocupações no setor. De acordo com o meteorologista do Portal Agrolink, Gabriel Rodrigues, embora as precipitações tenham começado a retornar gradualmente, ainda ocorrem de forma isolada e mal distribuída.

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Rodrigues explica que, no Centro-Oeste, as chuvas esparsas favorecem o início do plantio da soja, mas ainda são necessárias precipitações mais regulares para garantir a reposição de umidade no solo. A expectativa é que, após o dia 10 de outubro, as chuvas se tornem mais frequentes e recorrentes em estados como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, São Paulo e Minas Gerais, normalizando dentro da média histórica.

No Norte, o meteorologista destaca o retorno do período chuvoso, especialmente no oeste do Amazonas, Acre e Rondônia. Porém, em áreas como Pará e norte do Tocantins, as precipitações ainda são tímidas e localizadas. Nas próximas semanas, espera-se uma mudança para um padrão mais úmido, enquanto o interior do Nordeste deve permanecer seco durante a primeira metade de outubro.





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Preços do algodão sobem em setembro


Colheita de algodão começa com baixa produtividade nos EUA





Foto: Canva

De acordo com dados divulgados no boletim semanal do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), na parcial de setembro de 2024, os preços da pluma de algodão na Bolsa de Nova York (NY) registraram valorização, impulsionados principalmente pelas preocupações com a safra norte-americana. O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) já havia revisado para baixo a estimativa de produção no relatório de setembro, apontando que a produtividade das lavouras atingiu os níveis mais baixos desde 2015. As fortes tempestades que atingiram o Golfo do México comprometeram as lavouras em vários estados produtores.

Outro fator que contribuiu para a elevação dos preços foi o corte de juros realizado pelo Federal Reserve (FED), o primeiro desde 2020, o que trouxe uma nova dinâmica ao mercado financeiro. Comparado a agosto de 2024, o contrato de dezembro/2024 na ICE valorizou 3,69% até o dia 27 de setembro, cotado a ¢ US$ 71,19/libra-peso. Já o contrato de julho/2025 apresentou alta de 3,34%, cotado a ¢ US$ 74,60/lp.

O mercado segue atento ao desenvolvimento da safra nos EUA, já que os capulhos estão abertos e a colheita começou na maioria dos estados produtores.





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