quarta-feira, abril 22, 2026

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Preços ficam estáveis nesta sexta-feira (23) no mercado de suínos


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A sexta-feira (23) termina para o mercado de suínos com preços estáveis, na maioria. Segundo análise do Cepea, os preços do suíno vivo e da carne estão em alta em praticamente todas as regiões acompanhadas pelo órgão. Em algumas praças, a atual média do vivo é a maior desde fevereiro/21, em termos reais (deflacionamento pelo IGP-DI de julho). 

Segundo pesquisadores do Cepea, os avanços são resultados da oferta reduzida de animais em peso ideal para abate e da forte procura por novos lotes por parte da indústria, que precisa atender às demandas interna e sobretudo, externa. 

De acordo com a Scot Consultoria, o valor da arroba do suíno CIF em São Paulo ficou estável, com preço médio de R$ 167,00, assim como s carcaça especial, fechando em R$ 13,30/kg, em média.

Conforme informações do Cepea/Esalq sobre o Indicador do Suíno Vivo, referentes à quinta-feira (22), houve aumento somente no Paraná, na ordem de 0,84%, chegando a R$ 8,36/kg. Os preços ficaram estáveis em Minas Gerais (R$ 8,97/kg), Rio Grande do Sul (R$ 7,96/kg), Santa Catarina (R$ 8,28/kg), e São Paulo (R$ 8,79/kg).
 

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Fonte:

Notícias Agrícolas





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Preço do boi gordo sobe pelo quarto dia consecutivo em São Paulo


Mercado bovino de fêmeas em alta com dificuldade de oferta





Foto: Divulgação

Segundo a análise do informativo “Tem Boi na Linha” da Scot Consultoria, pelo quarto dia consecutivo, o preço da arroba de bovinos terminados registrou alta nas principais praças pecuárias de São Paulo. A redução nas escalas de abate, que variam entre quatro e sete dias, é reflexo da oferta limitada de animais prontos para o abate. Nesse contexto, o mercado abriu com um aumento de R$ 3,00 por arroba para o “boi China” e R$ 5,00 por arroba para o boi gordo, com algumas negociações oferecendo valores acima da referência.

O mercado de fêmeas também apresentou alta. A arroba da vaca subiu R$ 3,00, enquanto a novilha teve um aumento significativo de R$ 10,00, evidenciando a escassez dessas categorias no mercado.

No Pará, o cenário foi semelhante, com alta no preço do boi gordo em todas as regiões, impulsionado pela oferta restrita, o que levou as escalas de abate a se reduzirem para quatro a cinco dias. Já no mercado de fêmeas, os preços se mantiveram estáveis.

Em Marabá, o boi gordo teve aumento de R$ 5,00 por arroba, enquanto a vaca e a novilha mantiveram seus preços inalterados. Em Redenção, a arroba do boi subiu R$ 3,00, e as fêmeas seguiram estáveis. Já em Paragominas, o boi gordo registrou alta de R$ 2,00 por arroba, sem mudanças nas demais categorias.

No Acre, o mercado de bovinos permaneceu estável na comparação diária, conforme o informativo.





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expansão do tabaco enfrenta escassez de mão de obra, mas safra avança


De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (03), pela Emater/RS-Ascar, na região administrativa de Pelotas, a safra de tabaco 2024/2025 promete expansão, impulsionada pelo bom desempenho da safra anterior e pelos preços atrativos. No entanto, o crescimento da área plantada ainda enfrenta limitações devido à escassez de mão de obra, tanto familiar quanto contratada. Durante o mês de setembro, os produtores aceleraram o transplante das mudas para as lavouras definitivas e realizaram o preparo do solo e dos canteiros para a próxima safra de verão, além de continuarem com o manejo das mudas no sistema floating, incluindo podas e repicagem. A produção de mudas segue dentro do esperado, garantindo a implantação completa das áreas planejadas.

Entre os dias 22 e 28 de setembro, a região enfrentou chuvas intensas, com acumulados significativos, o que causou erosão nas lavouras e atrasou temporariamente o transplante de mudas. Entretanto, o aumento do fotoperíodo ajudou no desenvolvimento vegetativo das plantas já transplantadas. Até o momento, 45% da área destinada ao tabaco de verão foi transplantada. Nas regiões de Pelotas, Canguçu e São Lourenço do Sul, a colheita do tabaco de inverno continuou, embora algumas áreas tenham sofrido com danos causados por granizo, especialmente em Canguçu, São Lourenço do Sul e Amaral Ferrador. Por serem plantas jovens, espera-se que a recuperação ocorra sem grandes prejuízos à produtividade.

Na região de Santa Rosa, o cultivo de tabaco, que é realizado em pequenas áreas, teve o transplante das mudas concluído, com ótimo desenvolvimento vegetativo e expectativas otimistas de uma boa safra. O clima, com boa luminosidade e temperaturas elevadas, contribuiu para o crescimento das plantas, e os produtores estão focados nas práticas de adubação nitrogenada e controle de plantas daninhas.

Em Soledade, no Baixo Vale do Rio Pardo, as atividades continuam concentradas na adubação nitrogenada e no controle de ervas daninhas, tanto por métodos químicos quanto por capina manual. A incidência de pragas permanece baixa, e o tabaco na região, que se caracteriza por um relevo de menor altitude, apresenta ótimo crescimento vegetativo. A colheita está prevista para começar em outubro. Nas áreas de maior altitude, o ritmo de plantio foi intensificado após as chuvas, e 45% da área prevista já foi transplantada. Em termos regionais, mais de 70% da área total destinada ao tabaco já foi plantada.





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produtores intensificam combate a doenças fúngicas em videiras no Rio Grande do Sul


Alta nas temperaturas acelera brotação das videiras em Soledade





Foto: Nadia Borges

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (03), pela Emater/RS-Ascar, na região administrativa de Santa Rosa, as videiras estão em fase de brotação e iniciando o ciclo reprodutivo. Os produtores já começaram a realizar o manejo cultural e o controle de doenças fúngicas comuns nessa fase, como antracnose e escoriose (Phomopsis viticola). Essas pragas são frequentes devido às condições climáticas da época.

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Além disso, a ocorrência de ventos fortes e granizo causou danos às plantações em áreas de cultivo protegido, com quebra de ramos. A brotação deste ano está atrasada em comparação ao ano passado, em função das baixas temperaturas registradas no mês de agosto.

Na região de Soledade, as videiras também estão em início de brotação, sendo que as altas temperaturas observadas recentemente aceleraram esse processo. Nesta etapa, os produtores iniciam os tratamentos preventivos contra antracnose e escoriose e realizam o manejo cultural nos vinhedos, com a rolagem das plantas de cobertura e a aplicação de herbicidas seletivos para controle de ervas daninhas.





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Chuvas atrasam plantio do arroz em várias regiões gaúchas


Segundo dados do Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (03), pela Emater/RS-Ascar, a semeadura do arroz avança de forma lenta no Rio Grande do Sul, com progresso concentrado na região Oeste do estado, onde os produtores aproveitaram períodos de clima seco, intercalados por chuvas moderadas e temperaturas elevadas. No entanto, nas regiões Sul, Campanha, Centro e Metropolitana, chuvas intensas entre os dias 23 e 26 de setembro interromperam tanto o preparo do solo quanto o início das primeiras semeaduras.

O Instituto Rio Grandense de Arroz (IRGA) projeta uma área cultivada de 948.356 hectares, enquanto a Emater/RS-Ascar estima uma produtividade de 8.478 kg por hectare. Na Fronteira Oeste, a semeadura avançou rapidamente até o dia 26 de setembro, quando as chuvas interromperam as atividades. De modo geral, as precipitações foram suficientes para garantir uma boa germinação e emergência das plantas, exceto em algumas localidades de São Gabriel, onde volumes de até 200 mm causaram danos em áreas já preparadas para o plantio.

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Em Maçambará, 30% dos 20 mil hectares previstos foram semeados. Os rizicultores de Uruguaiana e Barra do Quaraí estão otimistas com o aumento no preço do arroz, sendo considerado excelente pelos produtores, muitos dos quais ainda mantêm estoques em suas propriedades. Na Campanha, o excesso de umidade impediu o avanço do plantio, com apenas algumas centenas de hectares semeados até o momento. Em Dom Pedrito, as chuvas entre 23 e 26 de setembro danificaram taipas, canais e estradas internas, que precisarão de reparos, conforme dados do informativo.

Na região de Pelotas, as atividades de implantação foram interrompidas devido ao acúmulo de água nas lavouras. O Rio Jaguarão e a Lagoa Mirim registraram elevação em seus níveis, causando alagamentos em áreas próximas. A Barragem do Chasqueiro também atingiu 110,8% de sua capacidade de armazenamento, com um nível de 42,68 metros.

Em Santa Maria, a semeadura começou em municípios como Cachoeira do Sul e São Vicente do Sul, mas foi interrompida pelas chuvas, com apenas 2% da área prevista já plantada. Em Santa Rosa, as atividades estão suspensas devido à recorrência de chuvas, e os produtores esperam iniciar o cultivo na segunda quinzena de outubro, para aproveitar melhor a insolação no período de floração e enchimento de grãos.

Na região de Soledade, o excesso de precipitações inundou várzeas e interrompeu o preparo do solo. Embora o plantio de arroz pré-germinado tenha começado, apenas 2% da área prevista foi semeada até o momento.

No mercado, o preço médio da saca de 60 quilos de arroz no estado aumentou 0,84%, passando de R$ 115,00 para R$ 115,97, conforme o levantamento semanal da Emater/RS-Ascar.





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Potencial produtivo da cevada se mantém alto no Rio Grande do Sul


Mercado da cevada registra preço médio de R$ 83,00/sc em Frederico Westphalen





Foto: Canva

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (03), pela Emater/RS-Ascar, as condições climáticas favoráveis têm beneficiado o cultivo da cevada no Rio Grande do Sul, com chuvas intensas e ventos fortes restritos ao Sul e Noroeste, longe das principais regiões produtoras do cereal, como o Planalto e o Alto Uruguai. O manejo adequado e a ausência de pressões significativas de patógenos mantêm o potencial produtivo elevado nesta safra. No entanto, para que a cevada atinja valor comercial na produção de malte, é crucial que seu poder germinativo supere 95%, um fator que depende das condições climáticas nas fases finais do ciclo de produção.

De acordo com a Emater/RS-Ascar, a projeção para a área de cultivo é de 34.429 hectares, com uma expectativa de produtividade de 3.245 kg/ha. Na região administrativa de Erechim, as lavouras têm evoluído satisfatoriamente, especialmente no estágio de enchimento de grãos, com uma expectativa média de produção de 3.600 kg/ha.

Em Ijuí, a cultura está avançando rapidamente, com mais de 60% das lavouras em fase de enchimento de grãos e cerca de 20% em maturação. As condições fitossanitárias continuam favoráveis, com baixa incidência de pragas e doenças, refletindo no bom estado geral das plantas.

Na região de Soledade, todas as lavouras estão na fase reprodutiva, com 50% em espigamento/florescimento e 50% em enchimento de grãos, com uma expectativa de produtividade de 3.200 kg/ha.

No mercado, a cotação média da cevada para a indústria de malte na região de Frederico Westphalen está fixada em R$ 83,00 por saca de 60 quilos.





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Brasil pode obter grau de investimento até 2026


O Brasil pode conseguir o grau de investimento (selo de bom pagador da dívida pública) até 2026, no atual governo, disse nesta terça-feira (1º) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. O ministro comentou nesta noite a elevação da nota da dívida pública do país pela agência de classificação de risco Moody’s.

Com a decisão da Moody’s, que melhorou a nota brasileira de Ba2 para Ba1, o Brasil está um nível abaixo do grau de investimento. As outras duas principais agências, a Fitch e a S&P Global, mantém o país dois níveis abaixo do grau de investimento.

“Penso que, se o governo como um todo compreender que vale a pena esse esforço, que esse esforço que está sendo feito produz os melhores resultados e continuarmos sem baixar a guarda em relação às despesas, em relação às receitas, fazendo o nosso trabalho, acredito realmente que nós temos a chance de completarmos mandato do presidente Lula reobtendo o grau de investimento. Ele não está dado, mas é uma possibilidade concreta”, declarou Haddad ao deixar o ministério.

Na avaliação do ministro, o comunicado da Moody’s “está em linha” com o trabalho da equipe econômica nos últimos dois anos. “Se continuarmos perseverando nesse caminho, de ajuste fiscal e monetário, nós temos uma grande chance de conseguir uma estabilidade da relação dívida/PIB, dos gastos públicos depois de muitos anos de desequilíbrio fiscal”, comentou o ministro.

Sem mencionar medidas específicas, Haddad disse que, depois de o governo aumentar as receitas, “ainda há um trabalho a ser feito”, em relação às despesas. Segundo ele, o reequilíbrio das contas públicas permitirá ao país reduzir os juros que corrigem a dívida do governo e conseguir o grau de investimento, que deixou de ser concedido ao Brasil em 2015.

A decisão da Moody’s ocorre uma semana depois de Haddad e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reunirem com representantes das principais agências de classificação de risco durante viagem oficial a Nova York. Os dois se encontraram tanto com representantes Moody’s como da Fitch Ratings e da S&P Global.

Em comunicado, a Moody’s citou a melhora “significativa” no crédito do país. Segundo a agência, isso se deve ao crescimento “robusto” do Produto Interno  Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos) e às recentes reformas econômicas e fiscais, como a reforma tributária, que melhorará o ambiente de negócios e a alocação de tributos.

A agência também mencionou o plano de transição energética como fator que atrai investimentos privados e reduz a vulnerabilidade do país a choques climáticos.





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Seca persistente afeta culturas de inverno na Ucrânia e oeste da Rússia


Índice de Saúde da Vegetação aponta vigor fraco de safras no Mar Negro





Foto: USDA

De acordo com do boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado na terça-feira (1º) pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), em bloqueio de alta pressão sobre o noroeste da Rússia manteve um padrão climático estagnado na região, agravando a seca em áreas agrícolas do Leste Europeu. O calor, com temperaturas de 2 a 8°C acima do normal, acelerou a colheita das safras de verão, mas intensificou a escassez hídrica em partes do sul da Bielorrússia, Ucrânia e oeste da Rússia, prejudicando o plantio e o estabelecimento das culturas de inverno. Nos últimos 90 dias, algumas dessas áreas registraram menos de 25% das chuvas normais, acentuando as dificuldades para a agricultura local.

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Por outro lado, recentes chuvas nas proximidades da Moldávia trouxeram um alívio temporário, permitindo um clima mais seco e favorável ao trabalho de campo e à preparação das safras de inverno. Em algumas regiões mais ocidentais, precipitações variáveis, entre 1 e 25 mm, também beneficiaram parcialmente as plantações.

Apesar dessas melhorias localizadas, o Índice de Saúde da Vegetação, monitorado por satélites, continuou a indicar baixo vigor nas plantações da maior parte da região do Mar Negro, destacando os desafios enfrentados pelos agricultores.





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Chuvas beneficiam trigo e cevada na Turquia, mas seca persiste no Irã e Síria


Seca persiste em regiões do Oriente Médio





Foto: Canva

De acordo com do boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado na terça-feira (1º) pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), chuvas leves a moderadas, variando entre 2 e 25 mm, foram registradas nas áreas central e leste da Turquia, proporcionando umidade essencial para o estabelecimento das safras de inverno, como trigo e cevada. Precipitações mais intensas, de até 85 mm, atingiram a costa do Mar Negro, embora essas chuvas tenham ocorrido fora das principais regiões de cultivo do país.

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A influência das chuvas também se estendeu para o oeste e norte da Síria, onde áreas próximas à costa mediterrânea receberam até 40 mm de precipitação, beneficiando a agricultura local. No entanto, o cenário é diferente no leste da Síria e no centro e sul do Irã, onde o clima seco predominou. As chuvas de inverno, que são essenciais para essas áreas, costumam chegar apenas em outubro, conforme aponta os dados do boletim.

As condições climáticas também trouxeram calor anômalo ao sul e leste do Irã, com temperaturas até 5°C acima da média. Em outras partes da região, as temperaturas permaneceram mais próximas do normal, variando entre 1°C e 2°C acima da média.





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Operação no Paraná apreende 10 mil litros de vinho falsificado


Operacão aconteceu na última sexta-feira





Foto: Mapa

Na última sexta-feira (27), uma operação conjunta entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a Polícia Militar (PM) e a Polícia Civil do Paraná resultou na apreensão de aproximadamente 800 caixas com mais de 10 mil litros de vinho falsificado em Campina Grande do Sul, na região metropolitana de Curitiba. A ação teve como objetivo combater a fabricação ilegal e garantir a segurança dos produtos consumidos pela população.

Segundo informações do Mapa, a operação revelou que o local da produção apresentava condições sanitárias precárias, com a utilização de substâncias proibidas como corantes, conservantes, aromatizantes e açúcar na fabricação do vinho, configurando fraude. Amostras do produto foram coletadas para análise e comprovação da adulteração.

De acordo com o chefe do Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal do Paraná, Fernando Mendes, o ambiente onde o vinho era produzido estava em péssimas condições, e o proprietário não possuía autorização para a fabricação, tampouco emitia notas fiscais. A ação reforça a importância de o consumidor adquirir produtos devidamente registrados no Mapa para evitar riscos à saúde.





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