quarta-feira, abril 22, 2026

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Workshop de Greening reúne citricultores e profissionais para discussão sobre manejo da doença


Neste ano, os temas das palestras abordaram o panorama do greening


Foto: Fundecitrus

O Fundecitrus realizou, nesta quinta-feira (3), mais uma edição do Workshop de Greening, evento que discute o cenário da doença do parque citrícola, desafios e caminhos necessários para a mitigação da incidência.

Neste ano, os temas das palestras abordaram o panorama do greening nas diversas regiões de São Paulo e Triângulo/Sudoeste Mineiro, as influências exercidas pelo clima, a importância do manejo da resistência, a utilização da mais nova ferramenta lançada pela instituição, o Avalia Greening, como balizador para as estratégias de manejo no pomar e as ações do poder público em benefício do setor.

O workshop contou com a presença de pesquisadores e especialistas do Fundecitrus e da Coordenadoria de Defesa Agropecuária do estado de São Paulo (CDA). “O encontro é um momento especial para apresentarmos os avanços nos resultados de pesquisas produzidas pelo Fundecitrus, reforçando medidas importantes de manejo do inseto. Estamos em um momento muito importante para o controle do psilídeo, já que, em breve, vamos entrar no período de incidência de chuvas. Isso exige, portanto, muita atenção no pomar”, diz o diretor-executivo do Fundecitrus, Juliano Ayres. Cerca de 250 pessoas participaram do Workshop de Greening, entre citricultores e profissionais do setor.





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Pesquisadores do Fundecitrus participam do XXIX Congresso Brasileiro de Entomologia, em Uberlândia (MG)


O tema principal do evento foi “Sustentabilidade e Biodiversidade de lnsetos”


Foto: Fundecitrus

Os pesquisadores do Fundecitrus Marcelo Miranda e Wellington Ivo Eduardo participaram, na semana passada, do XXIX Congresso Brasileiro de Entomologia, em Uberlândia (MG).

O pesquisador Marcelo Miranda participou de uma mesa-redonda sobre pragas de fruteiras, e abordou os desafios da implementação do manejo integrado de pragas em citros quando há a ocorrência de insetos vetores de patógenos, como a cigarrinha que transmite a clorose variegada dos citros (CVC) e o psilídeo, inseto que dissemina o greening. “As pesquisas mostram que, quando as medidas são utilizadas de forma adequada, é possível conseguir um manejo mais eficiente e sustentável. Fazer o monitoramento correto, utilizar inseticidas com rotação adequada e outras táticas de controle, como o caulim processado e o óleo mineral, são medidas que auxiliam no combate. Novos estudos estão em andamento para o aprimoramento do manejo de pragas dos citros”, explica.  

Já o pesquisador Wellington Ivo Eduardo fez uma apresentação sobre o efeito das concentrações de óleo mineral sobre o psilídeo Diaphorina citri. “Estudos realizados em laboratório avaliaram as concentrações de óleo mineral para controle das diferentes fases de vida do psilídeo. Os resultados mostraram que a aplicação tópica do óleo mineral não mata os ovos do psilídeo, mas as concentrações de 0,5% e 1% controlam ninfas e adultos”, afirma.

O tema principal do evento foi “Sustentabilidade e Biodiversidade de lnsetos”, e teve o objetivo de trocar experiências entre os agentes científicos da indústria, da sociedade brasileira e de diversas partes do mundo. Participaram pesquisadores, professores, profissionais do agronegócio, consultores, produtores e estudantes de graduação e pós-graduação.





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Novo Conselho do Fundecitrus é eleito para a gestão


Conselho Deliberativo tem a função de orientar e fiscalizar as atividades


Foto: Fundecitrus

O novo Conselho Deliberativo do Fundecitrus foi eleito, nesta quinta-feira (26), para a próxima gestão 2024/2028. Associados da instituição se reuniram em assembleia, em Araraquara (SP), para a nomeação do novo conselho e diretoria. O gerente-geral do Fundecitrus, Antonio Juliano Ayres, foi eleito diretor-executivo da instituição e Luciana Tanoue Lima, diretora tesoureira.

Ayres trabalha no Fundecitrus há 27 anos e tem atuado na gestão e coordenação dos trabalhos de pesquisa focados no manejo e controle das pragas e doenças dos citros no cinturão citrícola. O Fundecitrus é uma associação privada mantida por citricultores e indústrias de suco de laranja do estado de São Paulo para promover o desenvolvimento sustentável da citricultura. O Conselho Deliberativo tem a função de orientar e fiscalizar as atividades do Fundecitrus.

Conselho Deliberativo 2024/2028

Diretor-executivo: Antonio Juliano Ayres

Diretora tesoureira: Luciana Tanoue Lima

Conselheiros Titulares

Brayan Franchi Miachon Palhares

Francisco Groba Porto Netto

Luiz Fernando Girotto

Valdir Guessi

Sarita Jungueira Rodas

Edson Luis Rigotto

Francisco Jose Turchetto Santos

José Eugenio de Rezende Barbosa Sobrinho

Conselheiros Suplentes

Rafael Dib Machado

João Batista Garcia Carneiro

Edélcio A. Oliveira Junior

Antonio Ricardo Violante

Fernando Vianna Arroyo

Anderson Jose Pletsch

Alexandre Tachibana

Carlos Andre Neto

Conselho Fiscal

Conselheiros Titulares

Sérgio Luiz Canassa

Santiago Aires Prieto Neto

Mateus de Carvalho Velloso

Conselheiros Suplentes

Guilherme de Souza Santos

Marcio Eduardo Simoneti

Flavio Aparecido da Silva





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Fundecitrus Podcast – Irrigação: cenário, desafios e caminhos para a citricultura


46º episódio do Fundecitrus Podcast


Foto: Fundecitrus

O 46º episódio do Fundecitrus Podcast traz a segunda e última parte da discussão sobre a irrigação na citricultura. O tema é importantíssimo para a agricultura, como forma de reduzir os impactos provocados pelos longos períodos de estiagem, fortalecendo a produtividade no campo. Nesse episódio, a pesquisadora do Instituto Agronômico (IAC) Regina Celia de Matos Pires aborda as diferentes estratégias para o manejo da água, uso racional, monitoramento do clima e os desafios para a citricultura.





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Preços do milho seguem em alta no Brasil, impulsionados por clima e exportações


Os preços do milho no Brasil continuam em elevação, refletindo um cenário de retenção de oferta e desafios climáticos. Segundo a Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (CEEMA), a média de preços no Rio Grande do Sul atingiu R$ 60,75 por saco, com algumas das principais praças registrando valores ao redor de R$ 59,00. Em outras regiões, os preços oscilaram entre R$ 43,00 e R$ 63,00 por saco, enquanto nos portos de exportação, como em Santos (SP), o valor chegou a R$ 69,00 por saco.

Na B3, o milho encerrou o mês de setembro em alta, girando entre R$ 68,90 e R$ 70,52 por saco, acumulando um aumento de 8% em algumas posições, como no contrato de novembro de 2024. Essa valorização ocorre, em parte, devido à decisão de muitos produtores de segurarem a venda do milho da safrinha, aguardando preços ainda mais elevados, diante das dificuldades climáticas que afetam o plantio da safra de verão.

Safra de verão enfrenta atrasos

De acordo com dados da StoneX, a produção brasileira de milho na safra de verão 2024/25 deve atingir 24,9 milhões de toneladas. No Paraná, o plantio desta primeira safra chegou a 74% nesta semana, um atraso em relação aos 82% registrados no mesmo período do ano passado. O estado espera colher 2,6 milhões de toneladas de milho nesta safra de verão, sendo que a principal colheita de milho no Paraná vem da segunda safra, a “safrinha”.

Segundo a CEEMA, o atraso no plantio também é observado em outras regiões do país, em parte devido ao clima seco, o que também pode impactar a semeadura da soja no Centro-Oeste. Como resultado, a expectativa é de um possível atraso no plantio da safrinha, o que traz incertezas para o mercado de milho nos próximos meses.

Exportações em queda, mas demanda interna aquece

Apesar da alta nos preços internos, a exportação de milho apresentou uma queda. A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) estimou que, em setembro, o volume exportado de milho tenha atingido 6,7 milhões de toneladas, 2,7 milhões a menos que no mesmo mês de 2023.

Já o relatório mais recente da Conab indica que o plantio da safra de verão no Brasil alcançou 21,6% da área projetada até o final de setembro, com 31,9% das áreas plantadas já em fase de emergência e o restante em estágio de desenvolvimento vegetativo.

Com os produtores segurando parte da oferta e as condições climáticas desafiando o plantio, o mercado de milho deve seguir aquecido, com impactos diretos no preço do grão, tanto no mercado interno quanto no de exportação. A expectativa é que as próximas semanas tragam definições mais claras para o setor, especialmente com a evolução do plantio da soja e o avanço das safras.





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Preço da saca de feijão preto sobe 30% no Paraná


Paraná amplia exportações de feijão preto





Foto: Pixabay

De acordo com Boletim de Conjuntura Agropecuária referente à semana de 27 de setembro a 3 de outubro, elaborado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), produtores de feijão preto no Paraná têm experimentado uma alta nos preços da saca. Em setembro, o preço médio da saca chegou a R$ 306,88, um aumento de 30% em relação a agosto (R$ 236,83) e 36% superior ao valor praticado no mesmo período do ano passado (R$ 225,43).

Esse aumento nos preços impulsionou a confiança dos produtores na primeira safra de feijão, que está estimada em 138,5 mil hectares. Mais da metade dessa área já foi semeada, e espera-se que a área total seja 29% maior em comparação ao mesmo período de 2023. Caso o clima seja favorável, a produção pode atingir 266,8 mil toneladas no estado, um aumento expressivo de 66% em relação às 160 mil toneladas colhidas na safra anterior, conforme dados do boletim.

Um dos fatores que explicam a elevação dos preços é a expectativa de manutenção das exportações para outros países da América Latina, como México e Venezuela, que juntos já adquiriram mais de 20 mil toneladas de feijão preto originárias do Paraná. Essas exportações, consideradas atípicas, têm fortalecido a posição do Paraná no comércio exterior do produto, aproximando o estado do Mato Grosso, maior exportador nacional de feijão preto.

Embora o Mato Grosso ainda mantenha uma liderança consolidada nas exportações, com canais estabelecidos para mercados como Índia e outros países da região há mais de uma década, o Paraná tem ampliado sua participação e se destacado na comercialização internacional.





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Plantio de soja já supera 1,3 milhão de hectares no Paraná


Campo Mourão e Toledo lideram o avanço do plantio de soja





Foto: Leonardo Gottems

De acordo com os dados do Boletim de Conjuntura Agropecuária referente à semana de 27 de setembro a 3 de outubro, elaborado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), o plantio da safra de soja 2024/25 no Paraná avança de forma acelerada. Na última semana, foram plantados cerca de 700 mil hectares, elevando o total para mais de 1,3 milhão de hectares semeados. A estimativa para esta safra é de 5,8 milhões de hectares, e até o momento, 22% dessa área já foi plantada.

O núcleo regional com o plantio mais adiantado é o de Toledo, onde 85% dos 493 mil hectares previstos já estão no solo. O maior núcleo produtor de soja, Campo Mourão, já alcançou 40% do plantio dos 714 mil hectares previstos para esta safra. As lavouras já implantadas estão em boas condições, com 78% em fase de germinação e 22% em desenvolvimento vegetativo.

A expectativa é que o ritmo de plantio continue a se intensificar nas próximas semanas, impulsionado pelas boas condições climáticas e pelo progresso observado nas principais regiões produtoras do estado.





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Produção de gramados gerou mais de R$ 158 milhões no Paraná


Gramados representam 63,4% do valor da floricultura paranaense





Foto: Canva

Segundo os dados do Boletim de Conjuntura Agropecuária referente à semana de 27 de setembro a 3 de outubro, preparado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), a produção de gramados no Paraná em 2023 representou 63,4% do Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) da floricultura, gerando uma renda de R$ 158,3 milhões em uma área de 17,7 milhões de metros quadrados. Esse valor faz parte do total de R$ 249,6 milhões gerados pelo setor da floricultura no estado. A produção de gramas se concentra principalmente nos Núcleos Regionais de Maringá, Curitiba, Cascavel, Toledo e Londrina, que juntos respondem por 91,2% dos cultivos no estado.

Entre os municípios, São José dos Pinhais lidera a produção com 3,9 milhões de metros quadrados de gramados cultivados e um valor bruto de R$ 34,4 milhões, o que corresponde a 21,7% do VBP estadual. Marialva vem logo atrás, com 3,6 milhões de metros quadrados e R$ 32,4 milhões, somando, junto a São José dos Pinhais, 42,2% do total da produção paranaense.

O cultivo de gramados no Paraná está presente em outros nove núcleos regionais e distribuído por 46 municípios, consolidando-se como uma importante atividade agrícola para o estado.





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preço do leite volta a subir em setembro


Clima afeta produção e preço do leite, aponta Deral





Foto: Divulgação

Segundo os dados do Boletim de Conjuntura Agropecuária referente à semana de 27 de setembro a 3 de outubro, preparado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), após uma queda no preço médio do leite em agosto, o mercado registrou uma recuperação atípica em setembro, segundo dados do Departamento de Economia Rural (Deral). O valor pago ao produtor atingiu R$ 2,76 por litro, posto na indústria, recuperando o patamar do mês anterior.

Esse aumento foi impulsionado por adversidades climáticas que reduziram a captação de leite pelos laticínios no Paraná. A estiagem, que elevou os custos e afetou a produção, mostrou sinais de alívio em setembro, mas as principais regiões produtoras ainda enfrentaram um déficit hídrico entre 40 e 50 mm.

Segundo dados do Departamento de Economia Rural (Deral), aescassez de chuvas nas áreas de produção refletiu diretamente nos preços ao consumidor. De acordo com a pesquisa de varejo do Deral, o leite em pó registrou aumento de 2,75%, enquanto o leite longa vida subiu 0,64%. Comparado ao mesmo período de 2023, esses produtos estão significativamente mais caros, com altas de 9,77% e 25,55%, respectivamente.





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Preços ficam estáveis nesta sexta-feira (23) no mercado de suínos


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A sexta-feira (23) termina para o mercado de suínos com preços estáveis, na maioria. Segundo análise do Cepea, os preços do suíno vivo e da carne estão em alta em praticamente todas as regiões acompanhadas pelo órgão. Em algumas praças, a atual média do vivo é a maior desde fevereiro/21, em termos reais (deflacionamento pelo IGP-DI de julho). 

Segundo pesquisadores do Cepea, os avanços são resultados da oferta reduzida de animais em peso ideal para abate e da forte procura por novos lotes por parte da indústria, que precisa atender às demandas interna e sobretudo, externa. 

De acordo com a Scot Consultoria, o valor da arroba do suíno CIF em São Paulo ficou estável, com preço médio de R$ 167,00, assim como s carcaça especial, fechando em R$ 13,30/kg, em média.

Conforme informações do Cepea/Esalq sobre o Indicador do Suíno Vivo, referentes à quinta-feira (22), houve aumento somente no Paraná, na ordem de 0,84%, chegando a R$ 8,36/kg. Os preços ficaram estáveis em Minas Gerais (R$ 8,97/kg), Rio Grande do Sul (R$ 7,96/kg), Santa Catarina (R$ 8,28/kg), e São Paulo (R$ 8,79/kg).
 

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Fonte:

Notícias Agrícolas





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