quarta-feira, abril 22, 2026

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cenário pessimista permanece para o cereal


Safra norte-americana mantém pressão sobre o milho





Foto: Agrolink

Segundo a análise do especialista do Grão Direto desta segunda-feira, (7), na última semana, a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) projetou um ritmo de exportações de milho abaixo do registrado em 2023, confirmando a tendência observada até o momento. A análise mais recente também indicou que os estoques trimestrais estão maiores que os de 2023, corroborando o cenário de exportações mais lentas. Nos Estados Unidos, a colheita do milho segue sem interrupções, com desempenho satisfatório, de acordo com as expectativas do mercado.

Sobre as previsão de mercado para essa semana, sobre o mercado de milho e pecuária, destaca-se a estreita relação entre os preços da arroba do boi gordo e da saca de milho. Nas últimas semanas, a arroba do boi gordo registrou uma valorização de aproximadamente 30%, influenciando o aumento das cotações do milho. No entanto, apesar da melhora nas margens para os pecuaristas, não se espera um aumento imediato na demanda, mas o cenário abre novas perspectivas para a próxima safra de inverno, conforme aponta o Grão Direto.

A análise aponta também para uma possível redução na área plantada de milho safrinha, com atrasos no plantio e a possível necessidade de replantio. Esses fatores podem comprometer a janela ideal de cultivo e, consequentemente, impactar negativamente a oferta de milho no Brasil.

Já sobre a safra norte-americana, há expectativa de uma colheita satisfatória, por sua vez, continua pressionando os preços do cereal, impedindo altas mais expressivas no curto prazo, considerando que na última semana o milho fechou positivo.

De acordo com o Grão Direto, diante da baixa demanda pelo milho, o cenário pessimista permanece para o cereal. “Impactos passíveis de elevar as cotações do grão de forma mais acelerada normalmente são projetados para o próximo ano. Em função disso, podemos ter mais uma semana negativa”, informa a análise.





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Focos de queimadas caem 79% no Tocantins


Taxa de redução na curva de crescimento é a maior registrada desde setembro





Foto: Pixabay

O Governo do Tocantins, por meio da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), divulgou na última quinta-feira (3) o 4º Boletim Climático e Riscos de Incêndio, destacando uma redução expressiva de 79% nos focos de incêndio entre os dias 26 de setembro e 2 de outubro. Foram registrados 259 focos no período, em comparação aos 1.258 focos observados na semana anterior.

Entre os municípios com maior número de focos, Formoso do Araguaia lidera com 41 registros, seguido por Sandolândia com 28 e Mateiros com 21. Já a microrregião de Araguaína apresentou o menor número de focos, com apenas 1,2% do total, enquanto a microrregião do Rio Formoso concentrou 35,9% das ocorrências de queimadas.

Veja mais informações sobre o clima em Agrotempo

O boletim também trouxe previsões meteorológicas, indicando temperaturas elevadas e baixa umidade relativa do ar nas três principais regiões do estado. No norte, a temperatura média foi de 27,8ºC com 68% de umidade; na região central, os termômetros marcaram 33,5ºC com 41% de umidade; e, no sul, a média foi de 29,6ºC com 46% de umidade. O monitoramento hídrico revelou queda nos níveis dos rios devido à estiagem, mas com leve recuperação em relação ao ano anterior. A estação Jatobá, no Rio do Sono, registrou um nível de 2,80 metros, superior aos 2,65 metros observados em 2023.

O boletim, elaborado pelo Centro de Inteligência Geográfica em Gestão do Meio Ambiente (Cigma) em parceria com o Programa de Queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), é publicado semanalmente e fornece informações detalhadas sobre o clima, queimadas e o monitoramento hídrico das bacias do Tocantins.





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Com 3.064 animais e R$ 22,8 milhões em negócios, 61ª Expo Rio Preto SICREDI encerra com números expressivos


A 61ª Expo Rio Preto SICREDI foi um sucesso, correspondendo às altas expectativas de seus idealizadores. Segundo a Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento, foram R$ 18 milhões em negócios dentro do recinto. São José do Rio Preto também se beneficiou do evento: outra pesquisa, promovida pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Negócios de Turismo, demonstrou que o impacto econômico na cidade, durante a Expo, foi de aproximadamente R$ 22,8 milhões.

Esses números foram possíveis graças ao público e aos criadores, que compareceram em peso – mais de 40 mil pessoas passaram pelo recinto. Nas baias, 3.064 animais, entre bovinos, equinos e ovinos, abrilhantaram ainda mais o evento. 

A Expo Rio Preto SICREDI abrigou 14 raças diferentes, entre as bovinas: Santa Gertrudis, Gir Dupla Aptidão, Guzerá, Sindi, Simental, Tabapuã, Nelore, Gir Leiteiro e Girolando, além de equinos da raça Mangalarga e Ovinos das raças Dorper, Santa Inês, White Dorper e Xitada com Dorper. 

Dividida em duas etapas (Leite e Corte), a feira apresentou uma programação diversificada, que incluiu julgamentos e leilões de animais com alto valor genético, oficinas e palestras técnicas sobre as principais e mais promissoras culturas da região, além de opções de entretenimento para toda a família. 

Com essa edição, o evento reafirmou sua relevância após 61 anos de tradição e deixa um legado imensurável para as próximas gerações. Foram mais de 3 mil pessoas diretamente envolvidas e 82 empresas expositoras que acreditaram no potencial da Expo este ano, além de 13 parceiros institucionais e 14 associações colaboradoras. 

“Encerramos mais uma Expo com números expressivos e aprovação total de quem frequentou a feira. Acredito que essa edição foi a mais completa que já realizamos. Estamos orgulhosos e com sentimento de gratidão por todas as pessoas que nos ajudaram a idealizar este maravilhoso projeto. Um desafio muito grande colocar quase 3 mil bovinos no recinto, mas mostramos mais uma vez que estamos prontos e preparados para grandes eventos”, disse o Secretário Municipal de Agricultura e Abastecimento de Rio Preto e coordenador da Expo, Pedro Pezzuto. 

“Nos despedimos da Expo Rio Preto orgulhosos do trabalho feito ao longo desses últimos 8 anos. Resgatamos a verdadeira essência do evento. Os criadores que chegaram ao nosso recinto se depararam com uma estrutura de primeira. Isso coroa todos os nossos esforços. Rio Preto mais uma vez mostrou seu grande potencial para sediar eventos do mundo agro”, afirmou o Prefeito de São José do Rio Preto, Edinho Araújo. 

Uma expo, duas etapas! 

Na primeira semana de evento, de 15 a 21 de setembro, o Recinto de Exposições Alberto Bertelli Lucatto sediou grandes eventos das raças leiteiras, destaque para a 24ª Exposição Nacional do Gir Leiteiro, com julgamentos, torneio leiteiro, quatro leilões e palestras técnicas no InterTech Agro. Ao todo, foram 942 animais na primeira semana, entre Gir Leiteiro, Girolando, ovinos, cavalos Mangalargas e outras três raças de corte, que não couberam na programação da semana destinada ao corte. 

Na Etapa Corte, de 28 a 4 de outubro, passaram pelo recinto 2.123 animais, com julgamentos de 44 cabeças da raça Guzerás, 60 Tabapuãs, 240 Sindis e 764 Nelores (dos quais 535 participaram da Etapa Ouro de Ranqueamento Nelore, reafirmando a Expo Rio Preto como a maior exposição de ranqueamento da Associação de Criadores de Nelore do Brasil (ACNB) até o momento. 

Ranqueamento Nelore 
Um dos eventos mais importantes de julgamento da raça Nelore no Brasil, a Etapa Ouro contou com animais de todo o País, divididos em 12 categorias, sete para fêmeas e cinco para machos. Entre as vencedoras, a grande campeã fêmea foi Carina FIV do Kado, da Casa Branca Agropastoril, de Silvianópolis (MG). Avaliado em mais de 10 milhões, o animal de 34 meses pesou 1.024 quilos no início da competição. Entre os machos, Havenger FIV Brun, também da Casa Branca Agropastoril, garantiu o título de grande campeão.  

2º Intertech Agro

Intertech Agro proporcionou a troca de conhecimento e informação sobre diferentes cadeias produtivas do agronegócio. Foram 47 palestrantes, com discussões técnicas e atividades relacionadas à pecuária de leite, corte, cacau e à valorização da mulher nos negócios do campo, com o InterTech Mulheres. 
A 61ª Expo Rio Preto SICREDI foi realizada pela Prefeitura de São José do Rio Preto, com correalização da Associação Comercial e Empresarial de São José do Rio Preto (ACIRP) e apoio do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria Estadual de Agricultura e Abastecimento, SEBRAE-SP e Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ). A bebida oficial da feira foi o Guaraná Poty.





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Chuvas volumosas retornam ao Sul do Brasil


A semana começa com condições agitadas e alertas de chuvas volumosas em várias regiões do Brasil. De acordo com o meteorologista do Portal Agrolink, Gabriel Rodrigues, a retomada das chuvas está prevista para o Centro-Oeste e Sudeste, com acumulados localizados que podem ultrapassar os 100 mm. No Sul do país, um sistema de baixa pressão está elevando o potencial de chuvas intensas, com previsão de tempo adverso nos próximos dias.

O sistema de baixa pressão, que se desenvolve nos países vizinhos, deve começar a influenciar o clima no Rio Grande do Sul já a partir de hoje. No estado, as chuvas avançam pelo sudoeste, com volumes de até 50 mm em áreas como Uruguaiana e Quaraí. Na terça-feira, as precipitações chegam ao sul do Paraná, com acumulados mais significativos concentrados no Sul de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, onde o tempo ficará encoberto.

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Na quarta-feira, a intensificação das instabilidades trará um cenário de chuvas ainda mais expressivo no noroeste do Rio Grande do Sul e oeste de Santa Catarina, com previsões acima dos 100 mm. Além disso, temporais poderão atingir regiões do Centro-Oeste e Sudeste, como Mato Grosso do Sul, sul de Goiás e leste de São Paulo, embora de forma mais irregular.

Para quinta-feira, o alerta é para chuvas intensas no sul de Mato Grosso do Sul e oeste do Paraná, com volumes que podem alcançar 100 mm. O cenário chuvoso deve continuar até o final da semana, especialmente no Sul e Centro-Oeste, com interrupções previstas para o plantio e colheitas em andamento. No entanto, essas condições são promissoras para o avanço do plantio da soja no Centro-Oeste e Sudeste.

No Nordeste, a previsão é de uma semana mais seca, com chuvas leves apenas no sul da Bahia e Maranhão, mantendo-se dentro do esperado para esta época do ano.





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veja quem ainda disputa o cargo de prefeito


O primeiro turno das eleições municipais de 2024, realizado no domingo, 6 de outubro, revelou que a abstenção dos eleitores foi de 21,71%, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Apesar disso, em muitas cidades a disputa está longe de acabar. No total, 50 municípios com mais de 200 mil eleitores terão uma nova rodada de votações no próximo dia 27 de outubro, incluindo 15 capitais. As eleições foram definidas em primeiro turno em 11 capitais, como no Rio de Janeiro, onde Eduardo Paes (PSD) foi reeleito, e em Salvador, com a reeleição de Bruno Reis (União Brasil).

Capitais com segundo turno

A maior cidade do país, São Paulo, terá uma disputa apertada entre Ricardo Nunes (MDB), que obteve 29,49% dos votos, e Guilherme Boulos (PSOL), com 29%. Em Belo Horizonte, Bruno Engler (PL) e Fuad Noman (PSD) se enfrentam no segundo turno, enquanto em Porto Alegre, Sebastião Melo (MDB) terá Maria do Rosário (PT) como adversária.

Já em Curitiba, a corrida continua entre Eduardo Pimentel (PSD) e Cristina Graeml (PMB). As eleições seguem indefinidas em capitais como Manaus, onde David Almeida (Avante) disputa com Capitão Alberto Neto (PL), e em Fortaleza, onde André Fernandes (PL) enfrenta Evandro Leitão (PT).

Lista completa de cidades com segundo turno confirmado:

Manaus (AM): David Almeida (Avante) e Capitão Alberto Neto (PL)

Camaçari (BA): Caetano (PT) e Flávio (União)

Fortaleza (CE): André Fernandes (PL) e Evandro Leitão (PT)

Caucaia (CE): Naumi Amorim (PSD) e Catanho (PT)

Serra (ES): Weverson Meireles (PDT) e Pablo Muribeca (Republicanos)

Goiânia (GO): Fred Rodrigues (PL) e Mabel (União)

Aparecida de Goiânia (GO): Leandro Vilela (MDB) e Professor Alcides (PL)

Anápolis (MA): Marcio Correa (PL) e Antonio Gomide (PT)

Imperatriz (MA): Rildo Amaral (PP) e Mariana Carvalho (Republicanos)

Cuiabá (MT): Abílio (PL) e Lúdio (PT)

Campo Grande (MS): Adriane Lopes (PP) e Rose Modesto (União)

Belo Horizonte (MG): Bruno Engler (PL) e Fuad Noman (PSD)

Uberaba (MG): Elisa Araújo (PSD) e Tony Carlos (MDB)

Belém (PA): Igor (MDB) e Delegado Eder Mauro (PL)

Santarém (PA): Zé Maria Tapajós (MDB) e JK do Povão (PL)

João Pessoa (PB): Cicero Lucena (PP) e Marcelo Queiroga (PL)

Campina Grande (PB): Bruno Cunha Lima (União) e Dr. Jhony (PSB)

Ponta Grossa (PR): Mabel Canto (PSDB) e Elizabeth Schmidt (União)

Curitiba (PR): Eduardo Pimentel (PSD) e Cristina Graeml (PMB)

Londrina (PR): Tiago Amaral (PSD) e Professora Maria Tereza (PP)

Olinda (PE): Vinicius Castello (PT) e Mirella (PSD)

Paulista (PE): Ramos (PSDB) e Junior Matuto (PSB)

Niterói (RJ): Rodrigo Neves (PDT) e Carlos Jordy (PL)

São João de Meriti (RJ): Leo Vieira (Republicanos) e Valdecy da Saúde (PL)

Petrópolis (RJ): Hugo Hammes (PP) e Yuri (PSOL)

Natal (RN): Paulinho Freire (União) e Natália Bonavides (PT)

Porto Alegre (RS): Sebastião Melo (MDB) e Maria do Rosário (PT)

Caxias do Sul (RS): Scalco (PL) e Adiló (PSDB)

Canoas (RS): Airton Souza (PL) e Jairo Jorge (PSD)

Pelotas (RS): Marroni (PT) e Marciano Perondi (PL)

Santa Maria (RS): Valdeci Oliveira (PT) e Rodrigo Decimo (PSDB)

Porto Velho (RO): Mariana Carvalho (União) e Léo (Podemos)

São Paulo (SP): Ricardo Nunes (MDB) e Guilherme Boulos (PSOL)

Guarulhos (SP): Lucas Sanches (PL) e Elói Pietá (Solidariedade)

São Bernardo do Campo (SP): Marcelo Lima (Podemos) e Alex Manente (Cidadania)

São José dos Campos (SP): Anderson (PSD) e Eduardo Cury (PL)

Ribeirão Preto (SP): Ricardo Silva (PSD) e Marco Aurélio (NOVO)

Santos (SP): Rogério Santos (Republicanos) e Rosana Valle (PL)

São José do Rio Preto (SP): Coronel Fábio Cândido (PL) e Itamar (MDB)

Diadema (SP): Taka Yamauchi (MDB) e Filippi (PT)

Jundiaí (SP): Parimoschi (PL) e Gustavo Martinelli (União)

Mauá (SP): Marcelo Oliveira (PT) e Átila (União)

Piracicaba (SP): Barjas Negri (PSDB) e Helinho Zanatta (PSD)

Barueri (SP): Beto Piteri (Republicanos) e Gil Arantes (União)

Franca (SP): Alexandre Ferreira (MDB) e João Rocha (PL)

Taubaté (SP): Ortiz Junior (Republicanos) e Sergio Victor (NOVO)

Guarujá (SP): Farid Madi (Podemos) e Raphael Vitello (PP)

Limeira (SP): Betinho Neves (MDB) e Murilo Félix (Podemos)

Taboão da Serra (SP): Engenheiro Daniel (União) e Aprígio (Podemos)

Sumaré (SP): Henrique do Paraíso (Republicanos) e Willian Souza (PT)

Aracaju (SE): Emília Correa (PL) e Luiz Roberto (PDT)

Palmas (TO): Janad Valcari (PL) e Eduardo Siqueira (Podemos)





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Sojicultores devem aproveitar Chicago: Entenda


Exportações norte-americanas são um fator de alta nos preços




Por outro lado, os fatores de baixa incluem as condições climáticas favoráveis nos EUA
Por outro lado, os fatores de baixa incluem as condições climáticas favoráveis nos EUA – Foto: Abiove

Segundo informações da TF Agroeconômica, as recomendações para o mercado de soja baseiam-se nas recentes mudanças climáticas observadas tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil. Durante setembro, os preços foram sustentados pelas condições adversas do clima em ambos os países, mas a situação melhorou: o furacão Helene passou nos EUA, permitindo a retomada da colheita, e no Brasil, chuvas foram registradas no Centro-Oeste, com previsões de mais precipitações na segunda quinzena de outubro, favorecendo safras recordes. Diante disso, a recomendação é que os sojicultores aproveitem os níveis favoráveis em Chicago para fixar seus preços futuros, evitando problemas de entrega no mercado físico.

Entre os fatores de alta, destacam-se as vendas adicionais de 236 mil toneladas de soja (equivalente a quatro navios) e exportações nort-americanas positivas. O USDA informou embarques de 1.443.500 toneladas de soja para o período de 20 a 26 de setembro, dentro das expectativas do mercado, com a China sendo o principal comprador, adquirindo 725,7 mil toneladas. Além disso, os fundos reduziram suas posições vendidas, fator que contribuiu para sustentar os preços.

Por outro lado, os fatores de baixa incluem as condições climáticas favoráveis nos EUA, que permitem o avanço de uma safra recorde, com previsões de tempo seco nos próximos 7 a 10 dias, favorecendo a colheita. Adicionalmente, os estoques de óleo de palma na Malásia atingiram o maior nível em oito meses, pressionando os preços. No Brasil, a expectativa de normalização das chuvas, especialmente no centro do país, trouxe alívio aos produtores, mas também contribuiu para a tendência de queda das cotações em Chicago.
 





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Soja fecha semana em baixa em Chicago


De acordo com a TF Agroeconômica, a soja negociada na Chicago Board of Trade (CBOT) fechou a semana em baixa, influenciada por condições climáticas favoráveis para a colheita nos Estados Unidos. O contrato de soja para novembro de 2024, que serve de referência para a safra brasileira, registrou queda de -0,79%, ou -8,25 cents/bushel, encerrando a $1037,75. Já o contrato para janeiro de 2025 recuou -0,80%, ou -8,50 cents/bushel, finalizando a $1056,00. O farelo de soja para dezembro teve baixa de -0,60%, ou $-2,0 por tonelada curta, a $330,5, enquanto o óleo de soja para dezembro caiu -1,26%, ou -$0,56/libra-peso, fechando em $43,97.

A análise do movimento de baixa destaca que a realização de lucros por parte dos fundos de investimentos e o clima favorável à colheita nos EUA pressionaram as cotações. Além disso, a previsão de chuvas no Centro-Oeste do Brasil contribuiu para essa tendência de queda. Outro fator foi o recuo do óleo de soja, influenciado pelos altos estoques de óleo de palma na Malásia, que atingiram o maior nível em oito meses.

Com a grande colheita americana consolidada e pressionando os preços, o mercado agora volta sua atenção para o plantio e as condições climáticas no Brasil, que podem impactar as cotações nas próximas semanas. No acumulado semanal, a soja em Chicago registrou queda de -2,63%, ou -28,00 cents/bushel, o farelo de soja recuou -3,95%, ou -$13,6 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja teve alta de 4,41%, ou $1,86 por libra/tonelada. Essas variações refletem um cenário de incerteza, com o mercado acompanhando de perto as condições climáticas e as estratégias de plantio no Brasil para os próximos meses.
 





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Negócios da soja foram raros


No mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul, mesmo com bons preços, os negócios foram raros ao longo da semana, segundo informações da TF Agroeconômica. “Poucos negócios reportados, apesar de ainda haver bons preços aos produtores e comerciantes. R$ 142,50 para entrega em outubro, e pagamento 30/10, no Porto. No interior os preços seguiram o balizamento de cada praça. R$ 134,50 Cruz Alta – Pagamento em 30/10. R$ 134,50 Passo Fundo – Pagamento em 30/10”, comenta.

Os preços sobem em Santa Catarina, mas os negócios ainda são pontuais. “As cotações voltaram a subir no estado. No entanto as negociações são pontuais, visto a dificuldade de achar soja na mão de agricultores dispostos a venderem. O preço no porto foi de R$ 140,00, Chapecó a R$ 120,00”, completa.

Com melhores preços no Paraná, o volume negociado aumentou no estado. “Na região de Campos Gerais, os preços da soja subiram R$ 4 ao longo da semana, impulsionados pelo câmbio, com indicações de R$ 133 por saca FOB, com entrega imediata e pagamento em 30 dias; e entre R$ 142 e R$ 144 por saca CIF para entrega imediata, com pagamentos escalonados até dezembro. Foram realizados alguns contratos”, indica.

No Mato Grosso do Sul não registramos muitos negócios. “Os negócios ainda são pontuais no estado, com vendedor e comprador com preços distintos. Preços do dia: Dourados R$ 135,00. Campo Grande: R$ 135,00. Maracaju: R$ 135,00. Chapadão do Sul: R$ 132,50. Sidrolândia: R$ 129,00”, informa.

Em Sorriso, no Mato Grosso, os preços da soja spot ficaram em R$ 132 por saca FOB, com embarque em outubro e pagamento em novembro, levemente acima do início da semana. “Negócios pontuais foram fechados para atender fábricas da região. Preços praticados: Campo Verde: R$ 129,00, Lucas do Rio Verde: R$ 127,00. Nova Mutum: R$ 127,20. Primavera do Leste: R$ 129,00. Rondonópolis: R$ 129,00. Sorriso: R$ 126,80”, conclui.
 





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Preços do milho podem cair


O aumento dos preços das carnes contribuiu para sustentar o valor do milho




A atenção ao câmbio e às condições climáticas será essencial
A atenção ao câmbio e às condições climáticas será essencial – Foto: Agrolink

Conforme análise da TF Agroeconômica, o câmbio é um fator fundamental para as exportações de milho no Brasil. Caso as 36 milhões de toneladas (MT) previstas não sejam escoadas, os preços podem cair. Até o fim de agosto, as exportações foram 29% menores comparadas ao mesmo período do ano anterior, o que exige atenção ao impacto nos preços e ao mercado interno como um todo.

Entre os fatores de alta para o preço do cereal, segundo a TF Agroeconômica, destaca-se a safra brasileira de milho, que foi 12,3% menor em 2023/24 (115,72 MT) em relação ao ciclo anterior (131,89 MT), segundo a Conab. Essa redução aumentou a disputa entre as indústrias de carnes e exportadores, elevando os preços no segundo semestre. Além disso, o aumento dos preços das carnes contribuiu para sustentar o valor do milho, com prêmios de exportação subindo de $60 para $115 por bushel/tonelada. O atraso no plantio da Safrinha de milho, devido ao clima seco e à falta de sementes de ciclo curto, também deve influenciar o mercado.

Por outro lado, a TF Agroeconômica aponta fatores de baixa, como a entrada da safra americana, que compete diretamente com a segunda safra brasileira, e a entrada do milho Safrinha no circuito comercial. Nos últimos meses, a consultoria percorreu 3.750 km pelos principais estados produtores (MT, GO, BA e MG) e verificou que toda a colheita já foi realizada, com o milho sendo comercializado. A atenção ao câmbio e às condições climáticas será essencial para os próximos meses, já que esses elementos podem definir a direção dos preços do milho no mercado interno e nas exportações.
 





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Mercado de milho: Bolsas em recuo


No mercado de milho, os baixos níveis de exportação no Brasil e a melhora no clima mantém bolsas em recuo, principalmente a Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), segundo informações da TF Agroeconômica. “Na esteira dos acontecimentos, grande impacto de números revelados pela Secex no dia de hoje, em que segundo o órgão, foram exportadas durante o mês de setembro apenas 6,42 milhões de toneladas de milho, número este muito abaixo das 8,74 milhões vistas na temporada passada”, comenta.

“Na Bolsa de Chicago, a pressão sob os futuros do milho em face de expressivas baixas no trigo, que por sua vez apresentaram baixa em face de um melhor clima na região do Mar Negro. Países que incluem Rússia e Ucrânia devem se beneficiar de chuvas projetadas para a semana que vem”, completa.

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam variações em baixa no dia. “O vencimento de novembro/24 foi de R$ 68,05 apresentando baixa de R$ 1,43 no dia, baixa de R$ 0,59 na semana; janeiro/25 fechou a R$ 71,03, baixa de R$ 0,89 no dia, baixa de R$ 0,16 na semana; o vencimento março/25 fechou a R$ 72,32, baixa de R$ 0,60 no dia e alta de R$ 0,46 na semana”, indica.

Em Chicago, o milho  fechou o dia em baixa, mas a semana em alta de olho no clima. “A cotação de dezembro24, referência para a nossa safra de inverno, fechou em baixa de -0,82% ou $ -3,50 cents/bushel a $ 424,75. A cotação para março25, fechou em baixa de -0,95% ou $ -4,25 cents/bushel a $ 441,75”, informa.

“O clima favorável para a colheita norte-americana estimulou os Fundos de Investimentos a continuarem o movimento de realização de lucros visto no dia anterior. A queda não foi maior visto uma venda extra de 198 mil toneladas, para um destino desconhecido, informada pelo USDA nesta sexta-feira. Vale lembrar que o mercado está de olho nas dificuldades com as chuvas na Europa no começo da colheita”, conclui.
 





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