terça-feira, abril 21, 2026

Política & Agro

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Temporais e granizo podem afetar o trigo na Região Sul


Preços do trigo estabilizam no Brasil





Foto: Canva

A colheita de trigo continua a pressionar os preços do cereal no Brasil. Apesar dessa pressão, houve certa estabilização nos valores ao longo da semana, com as cotações variando entre R$ 67,00 e R$ 68,00 por saca no Rio Grande do Sul e atingindo R$ 77,00 por saca no Paraná, conforme aponta a análise semanal da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema).

Segundo a análise, no Paraná, a colheita do trigo já alcança 79% da área semeada, embora 17% das áreas restantes ainda estejam em condições consideradas ruins. No Rio Grande do Sul, até 10 de outubro, cerca de 2% da área havia sido colhida, um índice abaixo da média histórica de 8% para o período. Mesmo com o atraso, o estado ainda espera colher cerca de 4 milhões de toneladas. No entanto, o clima chuvoso, com temporais e granizo em outubro, pode reduzir esse volume, além de comprometer a qualidade de parte das lavouras.

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De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a estimativa oficial para a safra de trigo no Rio Grande do Sul é de 8,26 milhões de toneladas. No entanto, cálculos de analistas privados, considerando perdas já consolidadas no Paraná e em outros estados produtores, sugerem que o volume final pode ficar próximo de 7,5 milhões de toneladas. Esses números não levam em conta a quebra na qualidade do grão que ainda será colhido, conforme a análise do Ceema.





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Preço do milho recua em Chicago


A Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema) apontou uma retração nas cotações do milho na Bolsa de Chicago nesta semana. O bushel do cereal, com vencimento no primeiro mês cotado, alcançou US$ 4,01 no dia 15 de outubro, mas fechou a quinta-feira (17) em US$ 4,06, uma queda em comparação com os US$ 4,18 da semana anterior. A retração ocorre em meio a um cenário de poucas novidades no relatório de oferta e demanda divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) no dia 11.

Segundo o USDA, a colheita de milho nos EUA para o ciclo 2024/25 foi ligeiramente ajustada para cima, agora estimada em 386,2 milhões de toneladas. Em contrapartida, os estoques finais norte-americanos foram revisados para 50,8 milhões de toneladas, ante os 52,3 milhões projetados em setembro. No cenário global, a produção mundial do grão ficou em 1,217 bilhão de toneladas, com leve redução em relação à estimativa anterior, enquanto os estoques mundiais caíram para 306,5 milhões de toneladas, frente aos 308,4 milhões previstos em setembro, conforme o informado pela Ceema.

A produção brasileira e argentina, no entanto, permaneceram inalteradas, sendo projetadas em 127 milhões e 51 milhões de toneladas, respectivamente.

Nos EUA, a colheita de milho já alcançou 47% da área semeada até 13 de outubro, um avanço em relação à média histórica de 39% para o período. Em termos de qualidade, 64% das áreas ainda não colhidas foram classificadas como boas ou excelentes, 24% regulares e apenas 12% em condições ruins a muito ruins.

O relatório da Ceema também destacou que os embarques de milho dos EUA, até 10 de outubro, totalizaram 933.274 toneladas, elevando o acumulado do atual ano comercial para 4,3 milhões de toneladas, superando as 3,4 milhões do mesmo período do ano anterior.

De acordo com a análise, na Argentina, as chuvas retornaram a algumas regiões, mas os agricultores no oeste do cinturão agrícola foram forçados a interromper o plantio devido à baixa precipitação. Ainda assim, espera-se que o plantio de milho no país vizinho atinja 6,3 milhões de hectares, com uma produção final estimada em 47 milhões de toneladas.





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Defesa natural através da água


A produção e a qualidade dos frutos foram semelhantes em todos os grupos




O estudo foi publicado no Journal of Agricultural and Food Chemistry
O estudo foi publicado no Journal of Agricultural and Food Chemistry – Foto: Canva

As mudanças climáticas representam uma ameaça crescente à produção agrícola, com o aumento das temperaturas, padrões irregulares de precipitação e a proliferação de insetos e doenças, afetando negativamente a saúde e o desempenho das plantas. Diante desse cenário, cresce a necessidade de desenvolver estratégias que mitiguem esses impactos sem intensificar o uso de pesticidas químicos. 

Para abordar essa questão, o pesquisador Man-Kun Wang, do Departamento de Ciência e Tecnologia Vegetal da Universidade Agrícola de Huazhong, e sua equipe estudaram como a estimulação mecânica, através da aplicação de gotículas de água em tomateiros, pode influenciar o crescimento e a proteção das plantas contra pragas e infecções fúngicas. O estudo foi publicado no Journal of Agricultural and Food Chemistry.

A pesquisa avaliou o efeito da pulverização de água no crescimento dos tomateiros e na proteção contra a lagarta-do-cartucho (Helicoverpa armigera) e o fungo necrotrófico Botrytis cinerea, causador do mofo cinzento. Os cientistas aplicaram água duas vezes ao dia, utilizando gotículas de diferentes tamanhos: pequenas (200 micrômetros) e grandes (1000 micrômetros), além de um grupo controle sem pulverização. Eles também isolaram o solo para que a quantidade de água recebida pelas raízes não fosse alterada.

Os resultados mostraram que os tomateiros pulverizados com gotículas grandes ficaram mais curtos e compactos, enquanto as diferenças entre os que receberam gotículas pequenas e o grupo controle foram mínimas. A produção e a qualidade dos frutos foram semelhantes em todos os grupos. A análise metabólica revelou que as plantas pulverizadas com gotículas grandes apresentaram aumento nos hormônios de defesa, maior resistência a pragas e níveis mais altos de ácido clorogênico, um composto protetor nas folhas.

Os pesquisadores concluíram que o desenvolvimento de tecnologias de pulverização de água pode ser uma solução promissora para aprimorar práticas agrícolas sustentáveis, promovendo uma defesa natural contra pragas e doenças.
 





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Chuvas prejudicam colheita de mandioca


Excesso de umidade prejudica mandioca e eleva risco de podridão nas raízes





Foto: Canva

Segundo o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (17/10) pela Emater/RS, o excesso de chuvas na região administrativa de Santa Rosa está afetando negativamente a colheita das lavouras de mandioca plantadas no ano passado. O clima úmido favorece a ocorrência de podridão nas raízes devido à alta umidade no solo e à falta de luminosidade, prejudicando a qualidade das plantações que estão em produção. Já para as áreas implantadas neste ano, a umidade persistente desde agosto também representa um fator de risco adicional, agravando a situação para os produtores.

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Em Lajeado, no município de Cruzeiro do Sul, a cultura da mandioca encontra-se em fase de desenvolvimento vegetativo inicial, com algumas áreas ainda em final de plantio. A colheita das áreas remanescentes da safra passada está praticamente concluída, alcançando 99%. Contudo, a nova safra deverá contar com uma área plantada menor em relação ao ano anterior. Esse recuo está sendo atribuído à falta de mão de obra, aos altos custos de produção e às dificuldades enfrentadas na comercialização do produto.

Mesmo com os desafios climáticos, a estimativa de produtividade para a nova safra está em torno de 14 toneladas por hectare, considerada normal, apesar da decepção com a última colheita, que foi impactada por bacteriose e resultou em uma média de apenas 7.500 kg/ha. No município de Cruzeiro do Sul, a caixa de 20 quilos de mandioca está sendo comercializada a R$ 20,00, conforme o informativo.





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Regras do Pix mudam a partir de novembro


A partir de 1º de novembro, o Pix terá regras mais rígidas para garantir a segurança das transações e impedir fraudes. Transferências de mais de R$ 200 só poderão ser feitas de um telefone ou de um computador previamente cadastrados pelo cliente da instituição financeira, com limite diário de R$ 1 mil para dispositivos não cadastrados.

O Banco Central (BC) esclarece que a exigência de cadastro valerá apenas para os celulares e computadores que nunca tenham sido usados para fazer Pix. Para os dispositivos atuais, nada mudará.

Além dessa novidade, as instituições financeiras terão de melhorar as tecnologias de segurança. Elas deverão adotar soluções de gerenciamento de fraude capazes de identificar transações Pix atípicas ou incompatíveis com o perfil do cliente, com base nas informações de segurança armazenadas no Banco Central.

As instituições também terão de informar aos clientes, em canal eletrônico de amplo acesso, os cuidados necessários para evitar fraudes. Elas também deverão verificar, pelo menos a cada seis meses, se os clientes têm marcações de fraude nos sistemas do Banco Central.

As medidas, informou o BC, permitirão que as instituições financeiras tomem ações específicas em caso de transações suspeitas ou fora do perfil do cliente. Elas poderão aumentar o tempo para que os clientes suspeitos iniciem transações e bloquear cautelarmente Pix recebidos. Em caso de suspeita forte ou comprovação de fraude, as instituições poderão encerrar o relacionamento com o cliente.

Pix Automático
Recentemente, o BC anunciou que o Pix Automático será lançado em 16 de junho de 2025. Em desenvolvimento desde o fim do ano passado, a modalidade facilitará as cobranças recorrentes de empresas, como concessionárias de serviço público (água, luz, telefone e gás), empresas do setor financeiro, escolas, faculdades, academias, condomínios, planos de saúde, serviços de streaming e clubes por assinatura.

Por meio do Pix Automático, o usuário autorizará, pelo próprio celular ou computador, a cobrança automática. Os recursos serão debitados periodicamente, sem a necessidade de autenticação (como senhas) a cada operação. Segundo o BC, o Pix Automático também ajudará a reduzir os custos das empresas, barateando os procedimentos de cobrança e diminuindo a inadimplência.





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Produção de cevada pode crescer no Paraná, mas clima preocupa agricultores


Colheita de cevada se intensifica





Foto: Canva

De acordo com o Boletim de Conjuntura Agropecuária da semana de 11 a 17 de outubro, divulgado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), a produção de cevada no Paraná para 2024 pode atingir 291 mil toneladas, superando a colheita de 2023, que foi de 278 mil toneladas. No entanto, esse aumento está diretamente condicionado às condições climáticas nas próximas semanas, e há grande preocupação com o período chuvoso previsto para os próximos 10 dias.

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Até o dia 14 de outubro, 24% da área plantada de 78 mil hectares já havia sido colhida, e o ritmo da colheita se intensificou nos dias seguintes. A região dos Campos Gerais, onde as lavouras estão mais adiantadas, lidera a colheita, enquanto o entorno de Guarapuava, que possui lavouras mais tardias, deve estender a colheita até dezembro.

No ano passado, as chuvas durante o período de colheita, especialmente na região de Guarapuava, prejudicaram os produtores, afetando tanto a produtividade quanto a qualidade da cevada. Esse fator desanimou muitos agricultores em relação ao cultivo. Entretanto, se as condições climáticas forem mais favoráveis em 2024, a participação da cevada nacional na produção de malte pode crescer, em contraste com o cenário observado no ano anterior, conforme o boletim.





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Chuvas beneficiam milho no sul do México


Seca persiste no noroeste do país





Foto: Pixabay

Segundo o boletim semanal de clima e safras (Weekly Weather and Crop Bulletin) divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) na quarta-feira (16), as chuvas de fim de temporada foram benéficas para o milho e outras culturas de verão em regiões-chave de sequeiro no sul do México.

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A precipitação variou entre 10 e 50 mm nas áreas do planalto sul, abrangendo de Jalisco a Puebla, além da costa sul do Pacífico, de Guerrero a Oaxaca. Essas chuvas também atingiram distritos agrícolas no sudeste, de Veracruz a Chiapas e Campeche, favorecendo o desenvolvimento das lavouras de verão e auxiliando na reposição das reservas de água para a agricultura de inverno.

Embora as condições secas tenham prevalecido no norte do país, algumas regiões, como Nayarit e partes do nordeste (Tamaulipas e Nuevo León), registraram chuvas com volumes entre 25 e 50 mm. Já nas bacias hidrográficas do noroeste, as chuvas com volumes superiores a 10 mm, ficaram concentradas em Sinaloa e no sul de Sonora. No entanto, as temperaturas acima da média, com máximas diurnas chegando a 40°C em algumas localidades, aumentaram as perdas por evaporação, agravando a seca nessa região.





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Bahia aumenta área de soja, sorgo e algodão; Milho sofre retração


Soja e algodão lideram expansão de lavouras





Foto: Canva

Segundo o divulgado nesta quinta feira (17) pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura da Bahia (Seagri BA), o levantamento sobre a safra de grãos 2024/2025 no Oeste baiano da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (AIBA), destacou a expansão das áreas cultivadas de soja, algodão e sorgo. Segundo o relatório, a soja deverá ocupar 2,129 milhões de hectares, um aumento de 7,5% em relação à safra anterior. A soja é considerada a principal cultura da região.

De acordo com os dados do levantamento divulgado pela Seagri BA, a antecipação do plantio de soja, já autorizada pela Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), permitiu um avanço na semeadura, registrando cerca de 134 mil hectares já plantados. Contudo, as altas temperaturas das últimas semanas levaram alguns produtores a adiar o plantio em determinadas áreas. As previsões de chuvas para os próximos dias podem acelerar a semeadura e garantir melhores condições para o desenvolvimento das lavouras.

O algodão é outra cultura que deve apresentar um crescimento expressivo. O algodão deve contar com uma área estimada em 380 mil hectares, representando um aumento de 10% em comparação com o ciclo anterior. Em contrapartida, a área de milho deve encolher em 8,9%, atingindo 123 mil hectares, devido à queda no preço do cereal, o que desestimulou os produtores. Já o sorgo deverá crescer 6,7%, alcançando 160 mil hectares.

Esses dados reforçam a posição do Oeste da Bahia como uma das principais regiões produtoras de grãos do Brasil, sendo a líder no Nordeste. A região desempenha um papel crucial na segurança alimentar e geração de renda. A AIBA ressalta que a soja responde por 66,5% das lavouras de grãos monitoradas na área, com uma expectativa de produtividade média de 67 sacas por hectare. Entretanto, as temperaturas elevadas e a irregularidade das chuvas, podem afetar a produtividade final, conforme apontam os dados divulgados pela Seagri.





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Soja e milho: tendências de mercado


Na B3, os futuros de milho apresentaram uma valorização




No Brasil, as chuvas recentes beneficiaram o plantio
No Brasil, as chuvas recentes beneficiaram o plantio – Foto: Divulgação

As cotações da soja registraram queda em Chicago na última semana, reflexo das chuvas significativas no Brasil e do avanço da colheita nos EUA. Segundo a StoneX, o contrato para novembro encerrou a sexta-feira (11) a US$ 10,055 por bushel, uma redução semanal de 3,1%. As condições climáticas favoráveis nos EUA estão acelerando a colheita, que deve ser recorde neste ano, aumentando a oferta de soja americana no mercado global. O último trimestre é considerado o melhor período para exportações, e a soja dos EUA se torna mais competitiva para a China em relação à brasileira.

No Brasil, as chuvas recentes beneficiaram o plantio, que alcançou 11,2% da área prevista até a última sexta-feira. Os estados do Centro-Oeste estão com um avanço inferior ao registrado no mesmo período do ano passado. Em contraste, o Paraná mostra progresso no plantio, com 44% da área semeada, superando os 39% do mesmo período de 2023. 

Em relação ao milho, a semana foi marcada por desvalorização, com o contrato para dezembro/2024 encerrando a sexta-feira a US$ 4,1575 por libra-peso, uma queda de 2,1%. O clima seco nos EUA, embora cause preocupação com os níveis dos rios que afetam a colheita, tem favorecido o trabalho no campo. O relatório WASDE do USDA, divulgado na sexta-feira, trouxe previsões que pressionaram os preços e aumentaram as posições vendidas.

Na B3, os futuros de milho apresentaram uma valorização de 0,7% para o vencimento de novembro/2024, com o mercado doméstico se beneficiando da desvalorização do Real, que caiu quase 3% em relação ao dólar em um contexto de aversão ao risco. Esses fatores destacam a volatilidade dos mercados e a importância do monitoramento das condições climáticas e políticas comerciais, que continuam a moldar as dinâmicas de preços para soja e milho.
 





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Safra de milho apresenta boas condições nos Estados Unidos


Colheita de milho segue avançando no país





Foto: Divulgação

De acordo com o boletim “Weekly Weather and Crop Bulletin”, divulgado nesta quarta-feira (16) pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) e pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), a colheita de milho segue avançando de forma positiva nos Estados Unidos. Cerca de 94% da área plantada do milho do país já estava madura até o dia 13 de outubro. Um ponto percentual acima do mesmo período do ano passado e 5 pontos à frente da média dos últimos cinco anos.

Segundo o boletim, 47% da área plantada de milho para a safra de 2024 foi colhida até o final da última semana, 5 pontos percentuais à frente do ano passado e 8 pontos acima da média histórica. Em 15 dos 18 estados estimados, a colheita de milho avançou 10 pontos percentuais ou mais durante a semana.

No que diz respeito à qualidade, em 13 de outubro, 64% da área plantada nos Estados Unidos foi classificada em boas ou excelentes condições, mantendo os mesmos índices da semana anterior e superando em 11 pontos percentuais a classificação do ano passado. No maior estado produtor de milho do país, o estado de Iowa, 76% da safra do cereal foi avaliada como de boa a excelente qualidade, conforme os dados do USDA.





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