terça-feira, abril 21, 2026

Política & Agro

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Confira como a soja iniciou a semana


O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul, neste momento, é pautado pelo plantio, segundo informações da TF Agroeconômica. “R$ 141,50 para entrega outubro, e pagamento 30/10, no Porto. No interior os preços seguiram o balizamento de cada praça. R$ 134,00 Cruz Alta – Pagamento em 30/10. R$ 134,00 Passo Fundo – Pagamento em 30/10. R$ 133,00 Ijuí – Pagamento em 30/10. R$ 132,00 Santa Rosa / São Luiz – Pagamento em 30/10. Preços de pedra, em Panambi, caíram para R$ 121,00 a saca, para o produtor”, comenta.

As vendas para exportação devem diminuir no estado de Santa Catarina. “Em setembro o volume exportado foi de 129 mil toneladas. A China se constitui no maior destino das vendas, representa 78% do total exportado pelo estado, até o momento este mercado apresentou redução de 6%, enquanto que outros mercados apresentaram elevação significativa das exportações. O preço no porto foi de R$ 140,00, Chapecó a R$ 120,00”, completa.

No Paraná a semana começa com os preços em baixa. “No porto, houve apenas tentativas de negócios no Porto de Paranaguá, com compradores oferecendo R$ 141,50 por saca CIF, com entrega imediata e pagamento no fim de novembro, sem sucesso. No interior, em Cascavel, tradings indicavam R$ 142 por saca CIF, R$ 2 a mais na semana passada. No FOB, a saca estava cotada em R$ 138, sem saída, porém. Exportadores na região buscam o grão para fechar volumes até o fim do ano, mas o desajuste entre oferta e demanda impediu acordos. No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 132,50”, indica.

No Mato Grosso do Sul o destaque ficou na elevação dos preços. “O preço da soja no spot subiu nesta segunda-feira, para R$ 141 por saca FOB em Dourados, com embarque e pagamento em novembro, representando um aumento de R$ 2 em relação ao início da semana, com poucos volumes negociados. Preços do dia: Dourados R$ 135,50. Campo Grande: R$ 135,50. Maracaju: R$ 135,00. Chapadão do Sul: R$ 130,50. Sidrolândia: R$ 135,50”, informa.

O Mato Grosso reduziu a participação nas exportações. “Destaca-se ainda que, em setembro, as exportações de Mato Grosso atingiram o menor volume dos últimos sete anos para o mês, com 240,12 mil toneladas exportadas, queda de 60,57% em comparação ao ano anterior. Preços praticados: Campo Verde: R$ 129,00, Lucas do Rio Verde: R$ 129,50. Nova Mutum: R$ 129,50. Primavera do Leste: R$ 129,50. Rondonópolis: R$ 129,00. Sorriso: R$ 128,50”, conclui.
 





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Milho sobe na B3: Confira


O mercado de milho da Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3) subiu com Chicago e demanda interna, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os principais contratos de milho encerraram o dia com preços em alta nesta segunda-feira (21). O milho na B3 subiu acompanhando a alta de Chicago (1,17%), sendo que a cotação, mesmo fechando em leve baixa, esteve alta boa parte do dia”, comenta.

“Mesmo com a retração das exportações de 53,68% nas exportações até o momento em outubro, o mercado interno está aquecido, com a indústria de ração e etanol consumindo boa parte do milho brasileiro. Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam variações em preços em alta no dia: o vencimento de novembro/24foi de R$ 70,03, apresentando alta de R$ 0,77 no dia, alta de R$ 2,65 na semana; janeiro/25 fechou a R$ 72,86, alta de R$ 0,99 no dia, baixa de R$ 2,03 na semana; o vencimento março/25 fechou a R$ 73,99, alta de R$ 0,43, no dia e alta de R$ 1,38 na semana”, completa.

Na Bolsa de Chicago o milho fechou em alta com demanda aquecida pelo grão norte-americano. “A cotação de dezembro24, referência para a nossa safra de inverno, fechou em alta de 1,17% ou $ 4,75 cents/bushel a $ 409,50. A cotação para março25, fechou em alta de 1,01% ou $ 4,25 cents/bushel a $ 423,25”, indica.

“A grande demanda pelo grão americano está dando suporte às cotações. Somente nesta segunda-feira foram anunciadas 498.118 toneladas de milho vendidas para México, Coreia do Sul e outro destino não conhecido. O USDA tem anunciado com frequência vendas extras, acima de 100 mil toneladas, nas últimas semanas. Isso se refletiu nos embarques para exportação, que cresceram 97,35% no comparativo semanal”, conclui.
 





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Como tem se comportado o mercado de milho?


O mercado de milho do estado do Rio Grande do Sul permanece congelado, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Mercado lento. Santa Rosa a R$ 70,00; Não-Me-Toque a R$ 71,00; Marau e Gaurama R$ 70;00 Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 71,00 e Montenegro a R$ 73,00. Vendedores a partir de R$ 72,00 no FOB interior e R$ 72,00 CIF fábricas. Não ouvimos sobre negócios realizados no dia de hoje”, comenta.

Em Santa Catarina as compras ocorrem por parte dos frigoríficos. “Produtores com pedidas a partir de R$ 72,00 FON interior, e em preços tributados, a partir de R$ 75,00, em que compradores hoje indicam a partir de R$ 70,00 no interior e R$ 72,00/73,00 CIF fábricas. Negócios a R$ 704,00/75,00 no CIF meio oeste mais impostos, em pelo menos 10 mil tons. Ao oeste, ao menos 5 mil tons também foram relatadas por nossos correspondentes, entre preços de 74/75/75,50, a depender do prazo. Estima-se, entre rumores, que por aqui tenham rodado hoje 30 mil toneladas”, completa.

Preços de R$ 65,00 a saca CIF no norte do estado do Paraná. “Mercado sem negócios. No porto, indicações a R$ 63,00 set/65,00 nov/64,00 dez. No norte, indicações a R$ 64,00 (+1,00); Cascavel a R$ 61,00; Campos Gerais R$ 69,00; Guarapuava a R$ 67,00; Londrina R$ 65,00 (+1,00). Preços balcão no sudoeste e oeste a R$ 54,00, e norte a R$ 57,00. Ao sudoeste, 3 mil tons saíram ao preço de R$ 57,00, na retirada imediata e pagamento em 30 dias, para uma fábrica de ração local”, indica.

O Mato Grosso do Sul registrou preço spot em R$ 61,00. “Em Maracaju, indicações de R$53,00 (+1,00);Dourados a R$ 54,00 (+R$1,00); Naviraí R$ 54,00 (-R$ 1,00) e São Gabriel a R$ 49,00. Produtores iniciam ofertas FOB a R$ 52,00 com maior parte das pedidas concentradas em R$ 55,00, base interior. Negócios em ritmo lento, com produtores iniciando pedidas a R$ 55,00 no FOB, e indicações nos portos a partir de R$ 70,00”, conclui.
 





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Trigo gaúcho vai para ração


Em Santa Catarina, os moinhos continuam observando o progresso da colheita gaúcha




Em Santa Catarina, os moinhos continuam observando o progresso da colheita gaúcha
Em Santa Catarina, os moinhos continuam observando o progresso da colheita gaúcha – Foto: Agrolink

De acordo com informações da TF Agroeconômica, o mercado de trigo no Rio Grande do Sul continua enfrentando desafios com a qualidade do produto colhido. A safra antiga, com 80 mil toneladas ainda disponíveis, não atrai mais compradores, e as atenções estão voltadas para a nova safra, cuja colheita foi retomada no último sábado. 

No entanto, o trigo colhido entre domingo e segunda-feira apresentou uma queda significativa no FN (Força de Glúten), embora alguns lotes ainda tenham atingido números superiores a FN200. Aproximadamente 35 mil toneladas de trigo de baixa qualidade foram direcionadas para ração, tanto para a indústria quanto para o porto.

Em Santa Catarina, os moinhos continuam observando o progresso da colheita gaúcha, mas mantêm suas compras no Paraná, onde os preços são mais atrativos, especialmente no Sudoeste, com valores em torno de R$ 1.400 FOB. Além disso, muitos moinhos catarinenses têm armazéns no Rio Grande do Sul, aguardando a colheita local. Apesar do abastecimento, os moinhos enfrentam dificuldades nas vendas de farinha, o que tem atrasado o fluxo de compras de grãos. Os preços pagos aos produtores de trigo em Santa Catarina variaram entre R$ 70,00 e R$ 77,00 por saca, dependendo da região.

No Paraná, o mercado de trigo manteve-se ativo e com preços estáveis, mesmo com o avanço da nova colheita. Negócios pontuais foram registrados no início da semana a R$ 1.450 FOB no Norte do estado, mas logo após os moinhos começaram a oferecer R$ 1.400. A chuva no Sul do estado traz preocupações quanto à qualidade da safra, enquanto no Rio Grande do Sul, negócios futuros para novembro já apontam valores de R$ 1.200 FOB.
 





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Oferta reduzida valoriza feijão-carioca


Em termos de comportamento do consumidor, há um cenário de incerteza




Já em Minas Gerais, o mercado de feijão mostra sinais de valorização para o produtor
Já em Minas Gerais, o mercado de feijão mostra sinais de valorização para o produtor – Foto: Ibrafe

Segundo o Instituto Brasileiro de feijão e Pulses (IBRAFE), os produtores de feijão-carioca no interior de São Paulo enfrentam desafios devido ao aumento das chuvas nesta semana. As condições climáticas adversas estão previstas para continuar, o que pode atrapalhar a colheita e afetar a qualidade dos grãos. Esse cenário tem gerado maior pressão sobre os preços, já que a oferta tende a diminuir com a colheita atrasada. Em resposta, muitos produtores elevaram suas ofertas, buscando aproveitar o momento de menor disponibilidade no mercado e assegurar margens mais atraentes.

Já em Minas Gerais, o mercado de feijão mostra sinais de valorização para o produtor, apesar do baixo volume de negócios registrados. De acordo com o IBRAFE, os preços subiram em média R$ 10 por saca para feijões com nota entre 8 e 8,5 e com baixa umidade. Esse aumento está diretamente ligado à redução da oferta local, o que beneficia os produtores da região que conseguem comercializar feijões de melhor qualidade. A expectativa é que esse movimento de alta se mantenha caso as condições de oferta não melhorem nas próximas semanas, pressionando ainda mais o mercado mineiro.

Em termos de comportamento do consumidor, há um cenário de incerteza. Com a alta dos preços, especialmente dos lotes de feijão-carioca de maior qualidade vindos de São Paulo, a demanda por feijões premium continua firme, mas é incerto se essa tendência se sustentará. A evolução do mercado nas próximas semanas será crucial para determinar a reação dos compradores e se os preços continuarão a subir ou se irão se estabilizar com o avanço da colheita e normalização das condições climáticas. Dessa forma, o comportamento da oferta e demanda será fundamental para definir a direção do mercado a curto prazo.
 





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Ascensão nas exportações de milho


Os dados históricos de exportação revelam a evolução do milho nos exportadores




Os dados indicam que, nos quatro anos seguintes, o Brasil conseguiu dobrar sua participação internacional
Os dados indicam que, nos quatro anos seguintes, o Brasil conseguiu dobrar sua participação internacional – Foto: Divulgação

José Carlos de Lima Júnior, sócio do Marketrat Group e cofundador da Harven Agribusiness school, destacou em suas análises a notável evolução do Brasil como exportador de milho. Segundo informações organizadas por Kevin Van Trump, CEO da Farmcon, os volumes exportados de milho por país foram monitorados desde a década de 1990, revelando uma transformação significativa na posição do Brasil no mercado global. Durante a década de 1990 e início de 2000, o Brasil nem aparecia no ranking de exportadores, enquanto na década de 2010 a 2020 já ocupava a segunda posição como produtor e exportador mundial do cereal.

Os dados indicam que, nos quatro anos seguintes, o Brasil conseguiu dobrar sua participação internacional na oferta de milho, superando os Estados Unidos, que haviam dominado o setor nas três décadas anteriores. Essa mudança representa não apenas um crescimento em volume, mas também uma alteração nas dinâmicas de mercado global. Nos anos de 2022 e 2023, o Brasil se consolidou com uma média de exportação anual significativa, desafiando a liderança histórica dos EUA.

Os dados históricos de exportação revelam a evolução do milho nos principais exportadores ao longo das décadas. Na média de 1990 a 1999, os Estados Unidos exportaram cerca de 45,54 milhões de toneladas métricas por ano, seguidos pela Argentina com 7,51 milhões e o Brasil com apenas 5,99 milhões. Já entre 2010 e 2020, os números mudaram drasticamente, com os Estados Unidos mantendo uma média de 46,65 milhões de toneladas, mas com o Brasil subindo para 25,76 milhões de toneladas, e a Argentina também aumentando sua participação para 23,19 milhões. Este crescimento contínuo e a posição emergente do Brasil ressaltam a importância do setor agrícola no desenvolvimento econômico do país e sua crescente influência no mercado internacional.





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Chuvas em excesso podem prejudicar o trigo


O excesso de água pode atrasar o ciclo de desenvolvimento





Foto: Divulgação

A escassez de chuvas pode causar prejuízos às lavouras de trigo, comprometendo todas as fases do ciclo produtivo. Sem umidade suficiente no solo, as sementes encontram dificuldades para germinar, e o crescimento vegetativo das plantas é limitado, afetando sua capacidade fotossintética. Contudo, o excesso de chuvas também representa um desafio para a produção de trigo, causando encharcamento do solo e prejudicando a oxigenação das raízes, o que limita a absorção de nutrientes e o crescimento das plantas. Além disso, a alta umidade favorece doenças fúngicas, como ferrugem e giberela, que comprometem a sanidade e a produtividade. O excesso de água pode atrasar o ciclo de desenvolvimento e dificultar a maturação, expondo a lavoura a riscos climáticos tardios, como geadas. Na colheita, solos saturados dificultam o uso de máquinas e aumentam o risco de perdas, além de favorecer a germinação de grãos na espiga, reduzindo a qualidade e o valor comercial. 

Há alguns meses se os triticultores enfrentavam o problema do baixo volume de chuvas, atualmente o excesso pode estar causando prejuizos nas lavouras do Paraná, que estão em fase final de ciclo. Vale lembrar que,  em 2023, o Paraná foi o maior estado produtor do cereal do Brasil e, neste ano, deve se configurar como segundo maior. Até o momento, a Seab/Deral aponta que 79% da área de trigo do Paraná já foi colhida.

Pesquisadores do Cepea indicam que a expectativa ainda é de que o restante das lavouras do estado apresente trigo de melhor qualidade, com rendimentos no campo superior ao do cereal que já foi colhido, mas as recentes chuvas já preocupam. No Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, produtores também estão atentos ao clima, e as atividades de campo estão no início – em ambos estados, a colheita soma apenas 1% da área.

 





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Recomendações para fixação do milho na B3


Por outro lado, os fatores de baixa incluem o rápido progresso da colheita nos EUA




Entre os fatores de alta, destaca-se no mercado internacional a importante venda de 1.623.060 toneladas de milho dos EUA para o México
Entre os fatores de alta, destaca-se no mercado internacional a importante venda de 1.623.060 toneladas de milho dos EUA para o México – Foto: Divulgação

De acordo com a TF Agroeconômica, os preços do milho ainda não cobrem integralmente os custos de produção da safra atual, que foram estimados pelo Deral-PR em R$ 73,60 por saca para produtores que alcançam 80 sacas por hectare. A análise da consultoria aponta que há mais fatores indicando queda do que alta nos preços e recomenda que os produtores aproveitem os valores futuros da B3 para os próximos meses, como os R$ 73,44 para janeiro, para fixar tanto a produção restante da última safra quanto a colheita futura, incluindo a safra de verão e a safrinha.

Entre os fatores de alta, destaca-se no mercado internacional a importante venda de 1.623.060 toneladas de milho dos EUA para o México, confirmada pelo USDA. Além disso, o relatório semanal das exportações dos EUA foi positivo, superando as expectativas. No Brasil, o aperto no suprimento da última safra e a alta demanda das indústrias também sustentam os preços.

Por outro lado, os fatores de baixa incluem o rápido progresso da colheita nos EUA, favorecido pelas condições climáticas secas, o que reduz a demanda por milho brasileiro e pressiona os preços internos. Além disso, a normalização das chuvas no Centro-Oeste brasileiro aumenta as chances de uma safrinha normal, o que poderia estabilizar ainda mais o mercado.

Com a colheita americana em ritmo acelerado e prêmios no Brasil zerados, a tendência é que os preços domésticos caiam no curto e médio prazos. Segundo a Conab, 80% da produção de milho na safra 2024/2025 dependerá da safrinha, o que torna o monitoramento das condições climáticas essencial para as próximas semanas.
 





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Pressão nas cotações da soja


Valorização do dólar frente ao Real limitou o movimento de baixa





Foto: Leonardo Gottems

A oferta global elevada e os altos estoques seguem pressionando os preços da soja no mercado spot brasileiro. De acordo com as informações que foram divulgadas pelo boletim informativo do Cepea, a valorização do dólar frente ao Real limitou o movimento de baixa. Essa dinâmica tem sido observada nas últimas semanas e reflete um desequilíbrio entre a produção e o consumo global, aumentando a disponibilidade do grão nos mercados. Segundo o boletim informativo do Cepea, a valorização do dólar em relação ao Real atuou como um fator compensatório, evitando uma queda mais acentuada nos preços domésticos. A moeda norte-americana mais forte favorece a competitividade da soja brasileira no mercado internacional, incentivando exportações, embora o impacto não tenha sido suficiente para reverter totalmente a pressão negativa nas cotações internas.

Ainda há influência do clima, o boletim informa que as chuvas irregulares acenderam alerta aos sojicultores nacionais, isto que estão recuando nas comercializações. Dados divulgados pelo USDA apontam produção mundial da oleaginosa na temporada 2024/25 em 428,9 milhões de toneladas, 8,6% superior às 394,7 milhões de toneladas colhidas na safra 2023/24.  Esse cenário adverso tem levado muitos produtores a adotarem uma postura mais cautelosa, reduzindo o ritmo das vendas e aguardando uma definição mais clara das condições climáticas. A incerteza quanto ao desenvolvimento da safra pode alterar as expectativas de oferta futura, o que aumenta a hesitação em negociar o produto no mercado spot.

Já em relação ao esmagamento global é projetado em 346,3 milhões de toneladas e as transações globais, em 181,5 milhões de toneladas, respectivos aumentos de 4,8% e de 2,6% frente à temporada anterior; o estoque mundial também pode ser recorde, previsto em 134,6 milhões de toneladas. As transações globais da oleaginosa devem atingir 181,5 milhões de toneladas, um avanço de 2,6% em comparação com o ciclo anterior. Como resultado, os estoques finais também devem atingir um patamar recorde, projetados em 134,6 milhões de toneladas, evidenciando um acúmulo significativo que poderá continuar impactando os preços e a dinâmica do mercado nos próximos meses.





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171 dias depois, Salgado Filho recebe primeiro voo comercial


Voo chegou ao aeroporto às 08h03





Foto: Fraport

Após passar cerca de 170 dias fechado devido aos estragos causados pelas enchentes de maio, às 08h03 desta segunda-feira (21.10), o primeiro voo comercial pousou no Aeroporto Salgado Filho de Porto Alegre.

O retorno será gradual, com 1.800 metros de pista reabertos inicialmente, permitindo a realização de 128 voos diários e 900 voos semanais. O volume representa cerca de 70% dos voos que ocorriam antes da enchente que forçou o fechamento do terminal em maio. Apesar da reabertura, os voos que vinham sendo operados temporariamente pela Base Aérea de Canoas não serão interrompidos de imediato. A transição completa para o Salgado Filho ocorrerá de forma gradual nos próximos três meses.

As operações domésticas ocorrerão entre 8h e 22h, com funcionamento parcial da infraestrutura até o dia 16 de dezembro, quando a pista será ampliada para 1.500 metros adicionais. 





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