terça-feira, abril 21, 2026

Política & Agro

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Clima favorece do trigo e cevada na Austrália


Clima seco permitiu que o plantio da safra de verão avançasse em ritmo acelerado





Foto: Canva

De acordo com o Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) na terça-feira (22), as condições climáticas no sul de Queensland, Austrália, têm favorecido a maturação do trigo de inverno e impulsionado a colheita antecipada. O clima relativamente seco na região também permitiu que o plantio da safra de verão avançasse em ritmo acelerado.

Mais ao sul, em Nova Gales do Sul, chuvas generalizadas de 10 a 30 mm podem ter causado algumas interrupções temporárias na semeadura da safra de verão, mas, por outro lado, essas precipitações mantiveram as expectativas de bom rendimento para grãos e sementes oleaginosas de inverno, que ainda não atingiram a maturidade.

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Essas chuvas também se espalharam pelo sul da Austrália e Victoria, contribuindo para evitar maiores perdas no potencial de rendimento das culturas de inverno, que enfrentaram secas frequentes. As safras, agora em estágio de enchimento de grãos, continuam a se desenvolver de maneira satisfatória.

Na Austrália Ocidental, o clima quente e seco predominante favoreceu a secagem das colheitas de inverno e permitiu a aceleração da colheita no norte. Além disso, as condições climáticas ajudaram a maturação das culturas de trigo, cevada e canola no sul da região. As temperaturas médias variaram de 1 a 3°C acima do normal em grande parte do cinturão de trigo australiano, com máximas entre 20°C e 30°C.





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Ciclone está em formação no Sul do Brasil


Impacto será direto nas operações em campo





Foto: Arquivo

De acordo com o meteorologista do Portal Agrolink, Gabriel Rodrigues, a formação de um ciclone deve alterar o clima no Sul do Brasil nos próximos dias, com impacto direto nas operações em campo. O sistema de baixa pressão, que já atua no Paraguai, vai intensificar as instabilidades e organizar corredores de umidade que se estenderão pelo Sul, Sudeste e parte do Centro-Oeste do país.

Rodrigues alerta que, além da chuva irregular típica dessa época, as precipitações provocadas pelo ciclone devem ocorrer em forma de tempestades, especialmente entre quarta e quinta-feira. Regiões como Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná são as mais vulneráveis a chuvas intensas, granizo e ventos fortes que podem chegar a 90 km/h.

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No campo, o excesso de umidade pode dificultar atividades como a colheita de trigo e os preparativos para a safra de verão, especialmente a soja e o milho. Por outro lado, essas chuvas ajudam a manter a umidade do solo, essencial para o desenvolvimento inicial das culturas recém-semeadas. Já nas áreas mais ao norte, como o Tocantins e o Pará, espera-se uma redução nas chuvas devido ao redirecionamento dos fluxos de umidade.

Esse evento climático deve se deslocar rapidamente para o oceano até o final de quinta-feira, trazendo uma leve massa de ar frio que ajudará a reduzir as temperaturas na região Sul e parte do Sudeste, beneficiando o manejo de culturas que demandam menor temperatura.





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Soja valoriza com demanda forte


De acordo com a TF Agroeconômica, o mercado de soja em Chicago (CBOT) fechou em alta nesta terça-feira, impulsionado pela demanda robusta pelo grão americano e pelo atraso no plantio da safra brasileira. O contrato de soja para novembro de 2024, referência para a safra brasileira, registrou valorização de 1,10%, ou 10,75 cents por bushel, encerrando a $991,75. 

O contrato de janeiro de 2025 também subiu 1,09%, fechando a $1.000,50 por bushel. No entanto, o farelo de soja para dezembro teve uma leve queda de 0,19%, fechando a $317,7 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja para o mesmo período subiu expressivos 3,07%, alcançando $43,69 por libra-peso.

A alta no mercado foi motivada, em grande parte, pelos embarques de soja americana, que tiveram destaque em um relatório divulgado pelo USDA na segunda-feira. Além disso, o preço do óleo de soja, que acumulou um aumento de 4,47% nas últimas três sessões, foi um dos principais fatores que deram suporte às cotações da oleaginosa.

Outro ponto que influenciou o mercado foi o atraso no plantio da safra brasileira, que avançou para 17,6% da área estimada, segundo a Conab, um crescimento em relação aos 9,1% registrados na semana anterior. Mesmo assim, esse número ainda está distante dos 28,4% observados no mesmo período do ano passado, o que acende um alerta sobre a oferta futura do grão no Brasil.

Apesar do progresso na colheita americana, que já atingiu 81% das áreas plantadas, o mercado continua monitorando com atenção o desenvolvimento da safra no Brasil, já que qualquer mudança no ritmo do plantio pode impactar diretamente as expectativas de oferta e, consequentemente, os preços no mercado global.
 





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Mercado da soja pautado pelo plantio


Os negócios da soja praticamente não ocorreram no Rio Grande do Sul, porque o estado está focado no plantio, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “R$ 142,50 para entrega em novembro, e pagamento 14/11, no Porto. No interior os preços seguiram o balizamento de cada praça. R$ 135,00 Cruz Alta – Pagamento em 14/11. R$ 135,00 Passo Fundo – Pagamento em 14/11. R$ 134,50 Ijuí – Pagamento em 14/11. R$ 134,00 Santa Rosa / São Luiz – Pagamento em 14/11. Preços de pedra, em Panambi, subiram para R$ 125,00 a saca, para o produtor”, comenta.

Em Santa Catarina o plantio está atrasado. “A semeadura no estado de Santa Catarina está atrasada em relação a 2023, apontou a Conab nesta segunda-feira. Até o momento o plantio está em 8%, ante 3% da semana anterior e 12% da mesma época do ano passado.  O preço no porto foi de R$ 140,00, Chapecó a R$ 120,00”, completa.

No Paraná, o plantio arrancou bem. “No Porto de Paranaguá, a soja subiu R$ 0,50, para R$ 143,50 por saca CIF, com pagamento no fim do mês. No interior, em Maringá, compradores ofereceram R$ 137 por saca FOB, com retirada imediata e pagamento em novembro, mas produtores pedem R$ 140. No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 132,00”, indica.

O Mato Grosso do Sul está com o plantio acima do visto no ano anterior. “O preço da soja no spot subiu nesta terça-feira, para R$ 141 por saca FOB em Dourados, com embarque e
pagamento em novembro, representando um aumento e R$ 2 em relação ao início da semana, com poucos volumes negociados. Dourados R$ 136,50. Campo Grande: R$ 136,50. Maracaju: R$ 130,00. Chapadão do Sul: R$ 131,50. Sidrolândia: R$ 135,50”, informa.

Enquanto isso, a semeadura avança no Mato Grosso, mas o ritmo é menor que do ano passado. “O mercado na região está descolado de Chicago, com compradores da indústria local pagando mais pelo que restou da safra 2023/24, mas ninguém tem vendido devido à escassez. Campo Verde: R$ 129,00, Lucas do Rio Verde: R$ 129,50. Nova Mutum: R$ 129,50. Primavera do Leste: R$ 129,50. Rondonópolis: R$ 129,00. Sorriso: R$ 128,50”, conclui.
 





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Milho tem nova alta na B3


O milho registrou nova alta na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), com dados de exportação, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Os principais contratos de milho encerraram o dia com preços em alta nesta terça-feira (22). O milho na B3 subiu acompanhando a alta de Chicago (1,71%) e do dólar (0,11%). A Conab indicou um pequeno atraso no plantio da primeira safra no Brasil”, comenta.

“A Anec elevou suas projeções de exportações de milho. A estimativa para os embarques do cereal foi atualizada para 6,24 milhões de toneladas, acima dos 6,22 milhões previstos na semana anterior. A Anec projeta embarques de 1,308 milhão de toneladas de milho na semana de 20 a 26 de outubro. O Brasil figurou entre os cinco principais países de originação de milho para União Europeia no atual ciclo comercial. Até o momento o bloco importou 7% a mais de milho que no ano comercial anterior”, completa.

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam variações em preços em alta no dia. “O vencimento de novembro/24 foi de R$ 70,88, apresentando alta de R$ 0,85 no dia, alta de R$ 2,27 na semana; janeiro/25 fechou a R$ 73,40, alta de R$ 0,54 no dia, baixa de R$ 1,53 na semana; o vencimento março/25 fechou a R$ 74,48, alta de R$ 0,49, no dia e alta de R$ 1,52 na semana”, indica.

Na Bolsa de Chicago o milho fechou em alta com o quinto dia consecutivo de vendas volumosas. “A cotação de dezembro24, referência para a nossa safra de inverno, fechou em alta de 1,71% ou $ 7,00 cents/bushel a $ 416,50. A cotação para março25, fechou em alta de 1,42% ou $ 6,00 cents/bushel a $ 429,25”, informa.

“Mais uma vez, a força das vendas externas se sobressaiu ao forte ritmo de colheita nos EUA. A perspectiva era de baixa para o dia, com a colheita da segunda maior safra americana de milho em 65% a área semeada, acima dos 55% do ano anterior (a maior) e dos 52% da média histórica”, conclui.





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Clima úmido eleva riscos na produção de uvas


Produtores de uva intensificam controle de doenças fúngicas em meio a chuvas no RS





Foto: Arquivo Agrolink

No Rio Grande do Sul, os produtores de uva estão enfrentando desafios climáticos que ameaçam o desenvolvimento da safra. Na região administrativa de Caxias do Sul, as condições meteorológicas recentes, marcadas por dias seguidos de chuva, alta umidade e baixa insolação, não favoreceram o desenvolvimento adequado das vinhas, nem a manutenção da sanidade dos pomares, conforme aponta o Informativo Conjuntural divulgado na quinta-feira (17) pela Emater/RS-Ascar.

Veja mais informações sobre o clima em Agrotempo

Somente no final do período, houve melhora nas condições para que os viticultores pudessem realizar as práticas e os tratos culturais nos vinhedos. A fase atual é considerada delicada, especialmente porque muitas variedades estão em fase de antese, um momento extremamente sensível a condições climáticas adversas e crucial para o sucesso da vindima. Apesar das preocupações, as vinhas têm apresentado bom vigor e sanidade, além de uma boa diversidade de cachos, tanto em quantidade quanto em tamanho.

Veja mais informações sobre fitossanidade no Agrolinkfito

Na região de Santa Rosa, as videiras estão em plena brotação e fase reprodutiva, com as cultivares de ciclo precoce já em floração. O desenvolvimento das videiras é considerado adequado, porém, o clima úmido e chuvoso favoreceu o surgimento de doenças fúngicas e a baixa luminosidade prejudicou o crescimento das novas brotações. Para combater doenças como antracnose e escoriose, que são comuns neste período, os produtores intensificaram o manejo e o controle fitossanitário.

Na região de Soledade, as condições de alta umidade do ar combinadas com temperaturas elevadas aumentaram a incidência de míldio, doença fúngica que afeta o desenvolvimento das videiras. O vigoroso crescimento das brotações também exigiu que os produtores realizassem o amarrio das plantas para evitar a quebra dos ramos pelo vento.





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Pancadas de chuva favorecem soja e milho, mas irregularidade preocupa


Maior parte do território nacional deve enfrentar pancadas de chuva isoladas





Foto: Pixabay

Nesta terça-feira, o clima no Brasil apresenta cenários variados. De acordo com Gabriel Rodrigues, meteorologista do Portal Agrolink, a maior parte do território nacional deve enfrentar pancadas de chuva isoladas e mal distribuídas. Regiões centrais como Mato Grosso, Goiás e o oeste de São Paulo estarão mais sujeitas às precipitações, com acumulados podendo ultrapassar 50 mm, o que é essencial para o avanço do plantio da soja e outras culturas

Por outro lado, áreas do Nordeste e do extremo norte permanecem fora dos corredores de umidade, com o plantio sob risco de atrasos devido à escassez de chuvas. A previsão destaca que as pancadas de hoje terão comportamento típico da primavera, originadas principalmente pela combinação de calor e umidade, mas sua irregularidade pode comprometer a umidade do solo e afetar a produtividade de culturas como milho e algodão

Para os próximos dias, o alerta de Rodrigues inclui a possibilidade de um ciclone extratropical se formando entre a Argentina e o Uruguai. Esse sistema pode influenciar o clima nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, trazendo chuvas mais intensas e ventos fortes, com rajadas que podem alcançar até 90 km/h. Essas condições são esperadas a partir de quarta-feira e podem impactar o manejo agrícola nas lavouras de trigo e cana-de-açúcar.

 





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Demanda eleva preço da soja em Chicago


Essa alta foi sustentada pelas vendas significativas relatadas pelo USDA




Já o contrato para janeiro de 2025 teve alta de 0,71%
Já o contrato para janeiro de 2025 teve alta de 0,71% – Foto: Pixabay

De acordo com a TF Agroeconômica, a soja negociada em Chicago (CBOT) registrou uma alta nesta segunda-feira, impulsionada pela boa demanda pelo grão americano e pela valorização do óleo de soja. O contrato de novembro de 2024, referência para a safra brasileira, subiu 1,13%, encerrando o dia cotado a $ 981,00 por bushel. 

Já o contrato para janeiro de 2025 teve alta de 0,71%, fechando a $ 989,75 por bushel. O farelo de soja para dezembro também acompanhou a tendência de alta, com valorização de 0,86%, atingindo $ 318,30 por tonelada curta. O óleo de soja para dezembro, por sua vez, subiu 1,36%, sendo negociado a $ 42,39 por libra-peso.

Essa alta foi sustentada pelas vendas significativas relatadas pelo USDA, que anunciou duas transações adicionais no início da semana, totalizando 380 mil toneladas de soja para destinos não revelados. Além disso, o volume de embarques de exportação apresentou um aumento de 27,58% em relação à semana anterior, com 2.433.530 toneladas de soja inspecionadas para exportação. A China se destacou como o principal destino, recebendo 1,687 milhão de toneladas.

A crescente demanda pela soja americana está relacionada a vários fatores, incluindo o receio de uma nova guerra comercial entre China e Estados Unidos, os preços competitivos do grão americano e o grande volume disponível, favorecido pela rápida colheita nos EUA. No entanto, especialistas alertam que essa pressão sobre os preços pode se intensificar no curto e médio prazo, à medida que o plantio avança no Brasil e a safra americana continua a contribuir com um alto volume de oferta no mercado internacional.
 





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Após recuar nos últimos pregões, milho abre a 4ªfeira com altas em Chicago


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A quarta-feira (09) começa com os preços futuros do milho operando no campo positivo da Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações flutuavam na faixa entre R$ 67,98 e R$ 72,66 por volta das 10h07 (horário de Brasília). 

O vencimento novembro/24 era cotado à R$ 67,98 com elevação de 0,32%, o janeiro/25 valia R$ 71,45 com alta de 0,22% e o março/25 era negociado por R$ 72,66 com ganho de 0,35%. 

Mercado Externo 

A Bolsa de Chicago (CBOT) também abriu as atividades desta quarta-feira contabilizando movimentações positivas para os preços internacionais do milho futuro, que avançavam por volta das 09h44 (horário de Brasília). 

O vencimento dezembro/24 era cotado à US$ 4,22 com valorização de 2,00 pontos, o março/25 valia US$ 4,40 com alta de 2,00 pontos, o maio/25 era negociado por US$ 4,49 com elevação de 2,00 pontos e o julho/25 tinha valor de US$ 4,55 com ganho de 2,00 pontos. 

Segundo informações do site internacional Farm Futures, os futuros de milho conseguiram um pequeno salto durante a noite após cair na terça-feira pela terceira vez nas últimas quatro sessões.   

“Espera-se que os agricultores dos EUA colham 15,155 bilhões de bushels de milho a uma produtividade média de 183,4 bushels por acre, com base em uma pesquisa da Reuters com analistas antes do relatório de sexta-feira. Em setembro, o USDA previu a safra em 15,186 bilhões de bushels e uma produtividade média de 183,6 bushels por acre”, aponta Bruce Blythe analista da Farm Futures. 





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Confira como a soja iniciou a semana


O mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul, neste momento, é pautado pelo plantio, segundo informações da TF Agroeconômica. “R$ 141,50 para entrega outubro, e pagamento 30/10, no Porto. No interior os preços seguiram o balizamento de cada praça. R$ 134,00 Cruz Alta – Pagamento em 30/10. R$ 134,00 Passo Fundo – Pagamento em 30/10. R$ 133,00 Ijuí – Pagamento em 30/10. R$ 132,00 Santa Rosa / São Luiz – Pagamento em 30/10. Preços de pedra, em Panambi, caíram para R$ 121,00 a saca, para o produtor”, comenta.

As vendas para exportação devem diminuir no estado de Santa Catarina. “Em setembro o volume exportado foi de 129 mil toneladas. A China se constitui no maior destino das vendas, representa 78% do total exportado pelo estado, até o momento este mercado apresentou redução de 6%, enquanto que outros mercados apresentaram elevação significativa das exportações. O preço no porto foi de R$ 140,00, Chapecó a R$ 120,00”, completa.

No Paraná a semana começa com os preços em baixa. “No porto, houve apenas tentativas de negócios no Porto de Paranaguá, com compradores oferecendo R$ 141,50 por saca CIF, com entrega imediata e pagamento no fim de novembro, sem sucesso. No interior, em Cascavel, tradings indicavam R$ 142 por saca CIF, R$ 2 a mais na semana passada. No FOB, a saca estava cotada em R$ 138, sem saída, porém. Exportadores na região buscam o grão para fechar volumes até o fim do ano, mas o desajuste entre oferta e demanda impediu acordos. No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 132,50”, indica.

No Mato Grosso do Sul o destaque ficou na elevação dos preços. “O preço da soja no spot subiu nesta segunda-feira, para R$ 141 por saca FOB em Dourados, com embarque e pagamento em novembro, representando um aumento de R$ 2 em relação ao início da semana, com poucos volumes negociados. Preços do dia: Dourados R$ 135,50. Campo Grande: R$ 135,50. Maracaju: R$ 135,00. Chapadão do Sul: R$ 130,50. Sidrolândia: R$ 135,50”, informa.

O Mato Grosso reduziu a participação nas exportações. “Destaca-se ainda que, em setembro, as exportações de Mato Grosso atingiram o menor volume dos últimos sete anos para o mês, com 240,12 mil toneladas exportadas, queda de 60,57% em comparação ao ano anterior. Preços praticados: Campo Verde: R$ 129,00, Lucas do Rio Verde: R$ 129,50. Nova Mutum: R$ 129,50. Primavera do Leste: R$ 129,50. Rondonópolis: R$ 129,00. Sorriso: R$ 128,50”, conclui.
 





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